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Brasil

Refutando Sofismas e ideologia comuna fascista!

Publicado em 05 de Mai de 2018


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Fale sobre a composição do STF na época do golpe militar. O que a trajetória pregressa dos ministros sinalizava? Eles tinham sido indicados, em sua maioria, por quais presidentes?

FELIPE RECONDO: Muito interessante você começar perguntando sobre as pessoas que integravam o tribunal. Digo isso porque o perfil do ministro, sua vida pregressa, suas opiniões etc são fundamentais na conformação do colegiado. Hoje, por exemplo, a aposentadoria de um ministro – a depender do ministro – pode alterar sensivelmente o equilíbrio de forças na Corte. Os ministros em 1964 haviam sido indicados pelos presidentes João Goulart (2), Juscelino Kubitschek (4), Eurico Gaspar Dutra (2), Jânio Quadros (1) e José Linhares (2). 

Havia rachas e cisões internas ou era uma composição coesa?

RECONDO: Num colegiado, as divergências são naturais. E as convergências se dão mais em razão do tema em julgamento. Isso acontece hoje também. Mas eu não falaria de cisão interna na década de 60. Como também não sei se seria possível falar em composição coesa. Eram homens de diferentes formações, origens distintas, mais ou menos progressistas, mais ou menos formalistas. Enfim, o tribunal é um somatório de pessoas diferentes. O que vemos hoje, fazendo um rápido avanço no tempo, é o esgarçamento do colegiado, é mais do que a diferença de opiniões. Nesse sentido, tentando responder sua pergunta dando algumas voltas, não víamos no passado o racha que vemos hoje. 

A discrição e a quase confidencialidade daquele STF contrasta com a fama, a exposição na mídia e mesmo o espalhafato que cercam o STF de hoje. Quais são os aspectos positivos e negativos desse contraste?

RECONDO: Esta é também uma pergunta interessantíssima, porque realmente há vantagens sensíveis, mas grandes desvantagens do Supremo de ontem em relação ao de hoje. O Supremo hoje faz parte da vida nacional. Os ministros são conhecidos, os julgamentos discutidos nas redes sociais, nas ruas. A imprensa ampliou sua lupa sobre o tribunal. A política passou a acionar o Supremo para moderar conflitos que ela, a política, não conseguia resolver. E o STF, com mais instrumentos e força pública, passou a efetivar os direitos e garantias previstas na Constituição. O tribunal, hoje, é parte da nossa vida. E não sofreria as violências que sofreu com Getúlio Vargas e na ditadura militar de graça. 

Fico perplexo quando pessoas adotam o termo ditadura militar para um regime militar de exceção e ainda ariscam suas reputações em nome da ditadura do proletariado e da corrupção. O cidadão brasileiro vive sob uma forte ditadura do marxismo cultural.
Quando as empresas precisam perguntar ao estado se podem o se devem produzir. Isso é ditadura comunista e fascista não diferente da tentativa de 64. Ocorre que em 64 tentaram com a força e o fuzil.
      Agora, usaram a própria caneta da anistia concedida pelos ingênuos militares e o próprio capitalismo para se apropriarem do erário público e implantarem um regime de exceção, semelhante ao de 1934 a 64. Vejam a marcha da família com Deus, quem pediu tomada de poder de militar. Foi o mesmo povo que saiu às ruas em meio caos da época, não diferentemente do caos de hoje.
Quando leio um discurso como esse, fico perguntando: O que vivemos , hoje! É diferente do que se vivia em 1964. Posso afirmar que hoje, é sem dívida muito pior, porque somos um povo que se diz mais intelectual, dentro da inclusão digital, aonde tudo ocorre em frações de segundo, o STF está sujeito a opinião pública, as Forças Armadas como em 64 não se manifesta como um propenso golpe. Mas reconhece a força do seu papel em guardar a Lei e a Ordem e a garantias dos poderes independentes e constituídos da nossa República.
Sobretudo, digo categoricamente que se esse mesmo povo sair às ruas estarão delegando poder às Forças Armadas para tomarem o poder para um governo transitório, após julgar, condenar e prender pelo STM , os maiores gangster e mercenários que essa nação já suportou em toda a história desta republiqueta de muleta, democracia representativa, leniência de cidadania, sociedade subserviente e analfabeta política, vivendo às custas da política do pão e circo, do bolsa família e outras bolsas. Portanto, é lícito dizer que comparar 1964 com 2018 é como chover no molhado,pois são os mesmo personagens em um palco e cenário diferente. Sem mais, os militares prestaram um grande serviço a esta nação e estão pronto a fazê-lo de novo, porque todo poder emana do povo e pelo povo deve ser requerido e constituído.
       Os políticos e as politicagem dos três poderes da republica federativa do brasil, não passa de um clube de apátridas saqueando o erário público em todas as suas esferas. Essa é a minha inferência.
Vocês chamam o regime militar de ditadura, mas não encontram um general bilionário, e tão pouco uma a geração de alienados da época, como os analfabetos políticos de hoje, a economia da época diferente de hoje, era a 8ª. do mundo tinha frutos e obras de infraestrutura, e andávamos sobre um Brasil reconstruído pelo regime militar e , que hoje, foi desconstruídos por um regime comunista. Acorda Brasil!
      Não temos que discutir o papel do STF, de hoje, ou, o de ontem, destarte debater o nosso presente e futuro como cidadão brasileiro. Ainda somos um povo livre, embora a liberdade de expressão e um sofisma, legada apenas aos políticos com fórum privilegiados. Precisamos voltar a ter como educação as discioplinas que politizava a sociedade, como O.S.P.B. ; E.M.C; Estudos Sociais, Filosofia e Civismo de volta as escolas, pois era isso que os pseudos ditadores ensinavam ao povo, a serem cidadão cultos, patriotas e com orgulho de sua bandeira e hino nacional, o povo tinha orgulho de ser brasileiro. Hoje! Querem que a nossa bandeira seja vermelha e os nossos ídolos seja bandidos fracassos e exterminadores de mais de 150 milhões de inocentes na história recente, que atendiam pela alcunha de CHEGUE VARA e KARL MAX. O marxismo cultural chegou para ficar, mas temos o poder como povo de expulsá-lo outra vez, basta voltarmos a marcharmos em prol de nosso país de norte a sul, leste a oeste.
       Não acreditem em história de perdedores, a moeda possui dois lados, assim como a história em qualquer lugar do planeta, tudo depende se seremos capazes de dizer a verdade ou continuarmos sendo papagaio de pirata. Sem mais, um forte abraço à todos.

1 comentários


Marcos Ferreira De Melo

06 de Mai de 2018 às 15:00

Marcos Ferreira De Melo
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