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Prazo da intervenção é 2ª feira

Publicado em 26 de Mai de 2018


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26-05-2018   -   NÃO É O QUE É. TUDO JUNTO E MISTURADO. TIRO PODE SAIR PELA CULATRA

 

          Caos. Na teoria e na prática.


          O que temos?


          1) uma realidade horrível para os caminhoneiros (20 pontos na carteira, pedágio, preço de combustível, etc.);


          2) um movimento que antes era incipiente e agora é crescente por intervenção militar;


          3) depressão econômica;


          4) movimento crescente contra a fraude da urna e da apuração eletrônicas;


          5) STF tirou a competência de Sérgio Moro para ex-detentores e futuros ex-detentores de prerrogativa de foro (ação penal 937, proposta 115 de súmula vinculante, como vimos);


          6) a PSV 115 livrou a cara de todos os políticos em processos criminais em andamento que não chegaram em alegações finais e em novos processos que venham a ser instaurados por crime comum com relação com a função pública exercida;


         7) a máfia do PMDB foi salva pelo STF, assim como Lula;


          Cool nesse cenário, não é mais conveniente a soltura de Lula, pois ele ficaria dia após dia, hora após hora, fazendo propaganda de si, rememorando o escândalo do STF relativo a sua soltura indevida;


          9) Lula agora mofará na cadeia, por um tempo razoável;


          10) o terrorista e psicopata José Dirceu foi recolhido à prisão, o demônio está preso, coincidindo sua prisão com o início do movimento de caminhoneiros;


          11) a cúpula petista está presa na cadeia: Lula, Palocci, Dirceu, Delúbio (o PT está preso e o PMDB está livre, leve, solto e ficará solto e vai continuar roubando);


          12) integrantes de cúpula demoníacos da máfia petista como Gilberto Carvalho continuam soltos;


          13) a máfia petista hoje detém bilhões de reais e tem cacife para adquirir qualquer coisa, tendo participação em diversas empresas por meio de laranjas - e entre estas empresas podem estar grandes transportadoras ou a grande maioria delas;


          14) a máfia petista almeja voltar ao poder a qualquer custo antes das eleições;


          15) a máfia petista quer se vingar da máfia do PMDB;


          16) o povo quer Temer fora do poder;


          17) o povo quer o Congresso fora;


          1Cool o povo quer o STF destituído.


          Temos então tudo isso, junto e misturado, não é o que é.


          As greves de caminhoneiros sempre se esvaziaram rapidamente, não atingindo grandes proporções, sendo uma parte das reivindicações atendidas em algumas oportunidades.


          Desta vez não, a greve atingiu proporções fenomenais, mais algumas horas e será um verdadeiro ato terrorista.


          Assim, o que temos é uma mistura de povo enfurecido e com razão querendo derrubar Temer, sendo isso insuflado artificialmente pela máfia petista, para atingir a proporção terrorista, possivelmente por meio das grandes transportadoras, em mãos de laranjas da máfia petista.


          Objetivo? Derrubar Temer. Custo? Sem limite. Se for preciso quebrar o país, a máfia petista o fará. Em vingança.


          Para derrubar os três Poderes (como necessário é), porém, só se atingindo uma proporção terrorista no movimento.


          Por que isso? Porque os acomodados nunca se mexem e eles são 97% do público. Os indignados que se mexem, indo às ruas e movimentando a internet, são 3%. Os 97% reclamam, acham ruim, mas submetem-se a tudo como cordeiros.


          Assim, a meta dos 3% de manifestantes é incomodar os acomodados. De que maneira? Forçando a barra, acabando com a gasolina, emputecendo o povo na sua parcela domesticada e indiferente.


          Como fazer isso? Aos 3% de indignados se somam 0,01% de arruaceiros, infiltrados, impostores e agitadores, para com os piquetes e vandalismo manter os 3% ativos permanentemente até zerar o combustível, pondo a partir daí fogo em tudo.


          Nós falamos aqui recentemente que a máfia petista hoje bilionária tem poder de fogo para abalar o mercado financeiro com movimentos especulativos, citando o exemplo da Argentina, onde o dólar explodiu.


          Assim, a parcela independente do movimento e que realmente almeja mudanças - e que é majoritária - é insuflada pela máfia petista a assim continuar agindo, para fazer crescer o movimento, não por fazer obstruções em vias em si, mas por fomentar um locaute de transportadoras de laranjas até ao ponto de zerar o estoque de combustível.


          Zerado o estoque, como agora, o resto cai por si. Em questão de algumas horas agora estará tudo zerado no comércio, com a produção industrial paralisada.


          Em mais 48h, no terceiro dia, começará a faltar água e comida.


          Daí em diante o desespero tomará conta de todos. As pessoas vão começar então a se matar, em busca de coisas no vizinho que ainda existam. A polícia estará sem combustível e não será suficiente para dar conta do caos, com saques e vandalismo.


          Nos presídios a situação vai explodir, com cadeias virando no país inteiro.


          As Forças Armadas, por sua vez, estarão também ilhadas, somente com o estoque próprio de combustível.


          A partir daí, com tudo anulado, milícias nacionais e estrangeiras poderão tocar o terror.


          Mantido o quadro por mais algumas horas, o governo cai. E é o que todos querem. E é o que a máfia petista quer.


          Caindo Temer, por renúncia, o baixo clero no Congresso assumiria o controle, em eleição indireta presidencial, o que significa a retomada do controle pela máfia petista. Ninguém do PMDB, do PT ou do PSDB seria eleito. Fantoches como figuras de baixo clero, se eleitos, renderiam-se à máfia petista.


          Mesmo que por algum milagre os caminhoheiros voltem ao trabalho, agora vai começar a greve nas refinarias, para esticar a falta de combustível, incenciando o país.


          Era para ser uma greve rápida, só para desviar o foco da PSV 115 no STF. Mas esta só vai livrar a cara de Temer, que está solto. Lula terá de ficar preso, para não incomodar o STF com mais uma manobra criminosa. Ao mesmo tempo, o psicopata e terrorista José Dirceu foi preso, para não sair mais vivo da cadeia e do regime fechado.


          Assim, o que está em curso é um misto de manifestação que de qualquer forma teria de existir, pois não há outro meio de derrubar a ditadura civil, com uma orquestração petista para agigantar a manifestação e mantê-la acesa até tudo se apagar definitivamente, tocando o terror.


          Lula preso incendiaria o país. Ninguém moveu uma palha em prol do xyzwhijp. Agora, por vias ocultas, a máfia toca o terror, incendiando o país. E não haverá limite. O povo quer Temer fora e a máfia petista também. A fome com a vontade de comer juntas. É a receita para o desastre.


          A renúncia de Temer levaria de roldão o Congresso e o STF, saindo o tiro pela culatra, pois aí tudo cairia.


          O constitucionalista de Tietê, que era um mestre em direito constitucional com livros publicados, curiosamente se vê agora à mercê de todos os institutos constitucionais: estado de sítio, requisição de bens (o Estado pode requisitar bens de particulares para agir se necessário, isso é previsto na Constituição), intervenção militar. Ele optou por jogar os militares contra os manifestantes. Com esta tática, ele desmobiliza os adeptos da intervenção militar. Mas precipita o caos.


          Para Temer, agora, a poucos meses do fim do mandato, a única solução é arreganhar as pernas e ceder, passando a conta para o próximo governante. Com isso ele evitaria um banho de sangue.


          Conversamente, a máfia petista deseja ver Temer, o governo e o país destroçados. Parte em vingança de um psicopata terrorista, parte por desejo de aniquilar o que ainda restou de pé e que faça frente à ditadura comunista a ser finalizada.


          No Exterior, as máfias capitalistas que financiam o socialismo fajuto querem mais é que tudo acabe em cinzas. Querem ver o Brasil formatado, para ser dominado.


          Não, não é só uma greve. Não é o que é.


          Nesse cenário de guerra, o tempo se esgotou. Chegou a hora da intervenção militar, conforme previsto no cenário de caos da palestra do general Mourão.


          Considerando-se todas estas variáveis, Temer tem o sábado e o domingo para decidir. Como a greve é em parte insfuflada, mesmo que ele ceda bastante poderá não surtir efeito. Na segunda-feira, os saques começam, a baderna, e com as refinarias em greve, para cimentar o caminho da anarquia exponencial pelo tempo suficiente para que a máfia petista retome, pelas armas, o controle, impondo uma ditadura bolivariana explícita.


          O impacto econômico será derradeiro para queimar o último milímetro que restava do pavio do colapso sistêmico estrutural irreversível, que vai transformar a União num Rio de Janeiro e levará bancos à falência, na esteira de desalavancagem progressiva.


          Assim, as Forças Armadas precisarão tomar o poder até no máximo a segunda-feira à noite. E há o problema ainda relativo a qual facção das Forças Armadas tomará o poder, constituindo isso outro espectro ainda da crise multifacetada e pluridiversionista, pois poderá estar também sendo engendrado um golpe militar de esquerda, não propriamente de esquerda, mas de mercenários a solto petista que vivem dizendo que as instituições estão funcionando.


          A instauração do regime militar deverá ser integral, com a destituição integral dos três Poderes, o único sinal de uma intervenção isenta e séria. Intervenção que não fechar o STF é intervenção fraudulenta e mercenária.


          Era para ser uma manobra diversionista para tirar da mídia os escândalos do STF, como a PSV 115, mas transformou-se num movimento arrasador para arruinar o país em vingança da máfia petista contra a máfia do PMDB, mas o tiro poderá sair pela culatra, pois a manobra é encetada por um terrorista que é psicopata.


          Assim o movimento contra o governo poderá resultar na queda de Temer, como quer a máfia petista, mas poderá resultar numa intervenção militar verdadeira, com a desconstituição do STF, resolvendo aí então a raiz do problema maior.


          Tudo poderá acontecer agora. É o apocalipse. Será um trauma coletivo violento que mostrará aos acomodados qual é o preço a se pagar por ser um cidadão corno. Infelizmente, este preço precisará ser pago.


          A intervenção militar séria terá de ocorrer então até segunda-feira à noite, restabelecendo-se a fé das pessoas no governo. Como sugerimos aqui tempos atrás, um "QEE", "quantitative easing" estruturado, poderá reverter rapidamente o caos econômico que começa a se instalar, agravando o quadro de depressão.


          Os 97% de acomodados tornam o preço a ser pago para solver a crise extremamente alto: as pessoas terão de passar fome e sede para se conscientizarem da gravidade da situação. Esta situação, porém, não poderá perdurar por mais do que poquíssimos dias, sob pena de, perdurando, levar ao colapso sistêmico estrutural de uma economia que já está no fio da navalha em termos de resiliência pré-implosão total.


          O recolhimento à prisão do psicopata de Vinhedo foi possivelmente o marco divisor entre o sangue frio de um terrorista paciente e a vingança de um psicopata demoníaco.


          Não haverá retorno. Em junho o Brasil será uma nova colônia indígena internacional. Na teoria, temos uma greve necessária. Na prática temos um atentado terrorista em que não se medirá qualquer conseqüência da insanidade, com a máfia petista pondo lenha na fogueira do caos.