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Qual a magistratura que queremos

Publicado em 18 de Nov. de 2018


717 Visualizações


Venda de sentenças, privilégios e mandatos de solturas de bandidos de colarinho branco.

Fora da atribuição de competência legislar e aprovar em causa própria, Lei que rege a carreira e benefícios a eles próprios(LOMAN), abusos de poderes, e descumprimento de carga horária, coloca os magistrados brasileiros no rol de desconfiança e descredito perante milhões de brasileiros, onde a máxima de representação da magistratura(STF) se tornou a maior vergonha nacional.

 

LEIAM:

 

Qual a magistratura que queremos?

Fonte: espacovital.com.br

Imagem da Matéria

 

O presidente do STF, Dias Toffoli, esteve no Rio de Janeiro na segunda passada (12) para ouvir uma exposição do cientista político Luiz Werneck Vianna, 80 de idade. Escutou muito sobre a pesquisa que ele realiza com três mil juízes e desembargadores brasileiros em torno do tema “Quem somos – e qual a magistratura que queremos?”

Werneck disse estar impressionado com o sentimento predominante entre os magistrados brasileiros que se assumem como “servidores da lei e da Constituição”. Isto é patriótico, é ótimo, e pode ser festejado!

Mas poucos dias após o Senado aumentar os salários dos ministros do STF em 16,3% (e, por efeito cascata, para toda a magistratura brasileira) - o que, aliás, para se tornar realidade ainda depende da caneta de Michel Temer - é o caso de lembrar o dispositivo constitucional da igualdade:

Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.

Por mais razão que tenham os magistrados sobre sua demanda salarial, nenhum deles passará necessidades, Brasil afora, com seus salários (no STF de R$ 33.763) e respectivos penduricalhos.

Os professores – e aqui lembrando-os como os operários da educação e cultura que são a base de muito que o Brasil atual precisa – dentro desse conceito constitucional de igualdade, acaso não mereceriam 16,3% de aumento e também “auxílio-moradia” e outros balangandans?

 

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2 comentários


Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

18 de Nov. de 2018 às 9:19

Avassalador
Vejam que aberração Desembargador que vendia sentenças pelo WhatsApp recebe a punição máxima "APOSENTADORIA" é mole? vejam: https://http://www.correiodoestado.com.br/brasilmundo/cnj-aposenta-desembargador-acusado-de-vender-sentenca-por-whatsapp/336920/


Amiel Ballistra

20 de Nov. de 2018 às 16:03

Amiel Ballistra
Judiciário brasileiro, "casa de mãe Juana". Norberto Mânica, reu confesso de ser mandante do assassinato do motorista e de três fiscais do Ministério do Trabalho que investigavam trabalho escravo nas terras dos "reis do feijão", em Unaí, MG em 2014, teve a pena de 100 anos de prisão reduzida para 65 anos em 2ª Instância. Esta semana o TRF decidiu que pode recorrer em liberdade, até julgamento final no STF. "Não sou contra nem a favor, muito antes, pelo contrário".......mas fico perplexo. E você? Pelo recebimento de propina, caso, do Lula, o condenado deve ser conduzido coercitivamente e mantido na prisão, não pode recorrer em liberdade. Mas o assassino de 4 funcionários federais, que exerciciam seu trabalho pode recorrer em liberdade. Até o julgamento final, já terá ocorrido a prescrição. Alguém acredita que o Brasil tem jeito? Isto aqui é uma democracia? Todos são iguais perante a lei? Podemos falar mal de Cuba, Venezuela, Coréia do Norte?


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