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General enquadra Miriam Leitão

Publicado em 02 de Abr de 2019


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General enquadra Miriam Leitão: Se deixa dominar pelo Transtorno Obsessivo Compulsivo - TOC, que a leva a contestar verdades históricas.

 

“A jornalista Miriam Leitão foi militante do PCdoB sob o codinome “Amélia”. Era agente das facções criminosas que aterrorizaram o Brasil nos anos 60/70 para implantar aqui uma ditadura do proletariado, no contra fluxo da vontade e das necessidades do povo brasileiro. Por razões que só a psicologia explica, anualmente, ao aproximar-se o final do mês de março, ela se deixa dominar por um tipo de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) que a leva a contestar verdades históricas. No corrente ano, a manifestação do TOC veio estimulada pelo apego à verdade e à liberdade expressado pelo Presidente Jair Bolsonaro por intermédio de citação bíblica (“Conhecereis a verdade e ela vos libertará”) e pela suspensão da ordem que impedia os militares de comemorar ostensivamente o dia em que a “Nação salvou a si mesma”, 31 de março de 1964. Transtornada, ela acusa o Presidente de estar reabrindo as feridas que ela própria, baseada na premissa leninista de acusar os adversários do que você é e faz, jamais contribuiu para que cicatrizassem! Miriam Leitão chama de triste o período em que os militares estiveram no poder, mas esquece de lembrar o ambiente e as intenções que o antecederam, assim como o mal que evitaram. A guerra que se se seguiu ao 31 de março de 1964 não pode ser creditada à iniciativa dos militares, mas ao inconformismo radical dos seus “kamaradas” de armas e de ideais. Ela lembra, em sua última crise obsessiva, cassações, torturas, exílio, fechamento do Congresso, censura e AI-5, mas esquece que essas atitudes foram tomadas em consequência de atentados terroristas, ações de guerrilha rural e urbana, assaltos a bancos, ataques a quartéis, assassinatos e justiçamentos, sequestros de embaixadores e de aeronaves de passageiros, trocas de reféns, entre outras ações extraídas das mentes insanas dos seus “kamaradas” e do “Mini Manual do Guerrilheiro Urbano”, de autoria do celerado Carlos Marighela, ainda hoje, livro de cabeceira de sanguinários terroristas islâmicos. O TOC impede a Sra. Miriam de enxergar que a porta da conciliação foi aberta por iniciativa do Regime Militar através da Lei da Anistia, aprovada pelo Congresso Nacional e pela qual todos deveriam passar, mas que ela e seus “Kamaradas” da luta armada teimam em manter fechada.

Encerro repetindo o que já escrevi em outra mensagem à jornalista: Dona Miriam, vá rever os seus valores, eles são a causa do seu mal!

Por general Paulo Chagas

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