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Homenagem

General é demitido do governo Viva! Viva!

Publicado em 18 de Abr de 2019


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Altos Estudos com isso acréscimo salarial que chegam a 76% dos soldos? Onde estão os altos estudos? Isso realmente é particular, no caso de oficiais generais a meu ver, ocorre em 1 entre 1milhão; entre graduados o índice é maior, poderemos entre 100 graduados deparar sempre com 1 ou mais militares que demostram alto índice de visão e conhecimentos, onde se pode concluir “Altos Estudos”. Gostaria inclusive que militares em geral demostrassem e pudessem pontuar na prática ações que demostram altos estudos dos nossos generais, será possível citar a compra do Porta Aviões São Paulo? Ou a PL da traição?    

Cairão muitos, isso para o bem o governo Bolsonaro e da equipe econômica.

 

LEIAM:

 

Militar que foi o número 2 do MEC é demitido pelo novo ministro

Fonte: https://www.correio24horas.com.br  

https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/militar-que-foi-o-numero-2-do-mec-e-demitido-pelo-novo-ministro/

A exoneração já foi publicada no Diário Oficial

O tenente brigadeiro Ricardo Machado Vieira, que havia sido colocado pelo governo no Ministério da Educação (MEC) para organizar a pasta durante o ápice da crise na gestão de Ricardo Vélez Rodríguez, foi demitido hoje. Machado Vieira foi nomeado secretário executivo, cargo tido como número dois dos ministérios, no dia 29 de março.

Com a substituição de Vélez por Abraham Weintraup, foi dito ao militar que ele ficaria como assessor especial. Hoje, no entanto, ele foi avisado que não mais teria função no MEC. Sua exoneração já foi publicada no Diário Oficial.

 

Segundo o Estado apurou, Weintraup está trazendo de volta para cargos importantes os chamados “olavistas”, ligados ao guru do bolsonarismo Olavo de Carvalho. Os militares sempre rivalizaram com esse grupo porque defendem uma gestão mais técnica.

Enquanto ainda era secretário executivo, o brigadeiro, inclusive, tentou mudar o decreto sobre alfabetização elaborado no MEC. Ele ouviu sugestões de especialistas de entidades como o Conselho Nacional de Educação (CNE) e tirou do documento a preferência por um método de ensinar a ler e escrever, o fônico. Educadores haviam criticado o foco em uma modalidade.

O secretário de Alfabetização, Carlos Nadalim, no entanto, ligado a Olavo e defensor do método fônico, mudou o decreto novamente.


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