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Carreira Militar

Dia do Trabalhador dia dos Militares, escravos, FA

Publicado em 01 de Mai de 2019


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No dia do trabalhador nada mais justo que senão referenciar ao militares das FA que são de dedicação exclusiva e que se dedicam ou dedicaram maior parte do tempo de suas vidas aos serviços da pátria, sem definição de carga horária, sem horas extras, sem periculosidade ou insalubridade sem adicionais noturnos e outros direitos comuns aos servidores públicos civis.

Também vale apenas chamar atenção, alertando que ainda se pode voltar atrás da PL com tramitação em curso, que visa alterar a carreira e remuneração militar FA; valendo ressaltar que a PL em discursão, exclui e quebra a paridade salarial entre militares do mesmo posto ou graduação, isso vai produzir prejuízos irreversíveis, inclusive quando tivermos governos civis, que, com certeza e usando a PL dos generais, vão reajustar salários de militares em atividade a excluir os militares veteranos.

Aproveito para homenagear os militares que se dedicaram e se dedicam a ponto de se submeterem a cursos de sobrevivência, seja em terra ou no mar, e hoje, sequer foram lembrados quando da elaboração de gratificações e reconhecimentos por cursos realizados, previsto na proposta de PL, chamada de “PL dos Generais”.

Marinheiros e fuzileiros. Avante!! Adsumus.    

 

Leiam 

Fonte: https://g1.globo.com   https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2019/04/29/mpf-investiga-denuncia-de-tortura-apos-soldados-passarem-mal-durante-treinamento-do-exercito-no-batalhao-de-jatai.ghtml

MPF investiga denúncia de tortura após soldados passarem mal durante treinamento do Exército no batalhão de Jataí

Segundo hospital, 11 recrutas foram socorridos, sendo que alguns tiveram hipotermia. Curso de sobrevivência em mata incluía 256 jovens.

Por Paula Resende, G1 GO

 

Soldados do Exército passaram mal durante um treinamento de sobrevivência em mata fechada em Jataí — Foto: Reprodução/ TV AnhangueraSoldados do Exército passaram mal durante um treinamento de sobrevivência em mata fechada em Jataí — Foto: Reprodução/ TV Anhanguera

Soldados do Exército passaram mal durante um treinamento de sobrevivência em mata fechada em Jataí — Foto: Reprodução/ TV Anhanguera

 

O Ministério Público Federal (MPF) instaurou, nesta segunda-feira (29), um inquérito para investigar recorrentes torturas contra soldados do Exército durante treinamentos no batalhão de Jataí, na região sudoeste de Goiás. Na última semana, segundo o Serviço Social do Hospital das Clínicas da cidade, 11 jovens passaram mal e foram atendidos na unidade de saúde.

G1 pediu, às 16h34, um posicionamento ao Exército sobre as denúncias e aguarda retorno. No sábado (27), o Comando do 41º Batalhão de Infantaria Motorizado informou que "instaurou sindicância para a apuração dos fatos e que encontra-se realizando as medidas administrativas necessárias para o apoio aos militares baixados no Hospital das Clínicas de Jataí" (veja a nota na íntegra ao fim do texto).

Com duração prevista de uma semana, o curso de sobrevivência em mata fechada incluía 256 soldados e começou na segunda-feira (22), mesmo dia em que o primeiro jovem foi levado para o hospital. No fim de semana, todos os que haviam passado mal já tinham recebido alta médica.

 

“Eu vi desde o primeiro soldado que chegou aqui. Eles chegaram bem sujos, molhados, bem ruins, com hipotermia”, disse uma funcionária do hospital, que não quis se identificar.

 

 

Denúncias

 

O inquérito foi instaurado pelo procurador da República Jorge Luiz Ribeiro de Medeiros. Parentes dos soldados procuraram o MPF para registrar as denúncias que já haviam feito à reportagem da TV Anhanguera. Conforme o órgão, as famílias disseram que os jovens foram submetidos a excessivo treinamento físico e agressões por parte dos instrutores.

 

“O filho tinha avisado que não estava passando bem, e um deles [militares] o agrediu, dando chute”, disse uma mãe, que não quis ser identificada.

 

Os familiares também questionaram a demora do batalhão em avisá-los sobre a entrada dos recrutas no hospital. Em nota, na ocasião, o Exército afirmou que priorizou o resgate dos soldados a avisar aos familiares e que ia apurar a denúncia de agressões.

 
Registro mostra soldado tendo a cabeça pisada por superior em Jataí em 2017 — Foto: Divulgação/MPFRegistro mostra soldado tendo a cabeça pisada por superior em Jataí em 2017 — Foto: Divulgação/MPF

Registro mostra soldado tendo a cabeça pisada por superior em Jataí em 2017 — Foto: Divulgação/MPF

 

Torturas recorrentes

 

Em março do ano passado, o procurador entrou com uma ação civil pública contra a União, pedindo R$ 15 milhões por danos morais coletivos, depois que um soldado foi filmado sendo torturado no quartel de Jataí. O caso aconteceu em 2017.

No pedido, o MPF também defendeu ser ilegal a aplicação de um questionário no qual os candidatos devem informar se participam de movimentos sociais, religiosos ou políticos. O órgão informou que, até esta segunda-feira, não há uma decisão do Poder Judiciário sobre a ação.

Na época, ao ser questionado sobre o processo acima, o Centro de Comunicação Social do Exército informou ao G1, por meio de nota, que o Exército Brasileiro não tinha conhecimento da ação. A reportagem pediu nesta segunda-feira um novo posicionamento sobre o processo e aguarda retorno.

 

Veja a nota completa do Exército:

 

"Em 22 de abril de 2019, 256 soldados incorporados às fileiras do Exército em 1º de março do corrente ano para cumprir o serviço militar obrigatório, iniciaram o 1º Exercício de Longa Duração (relativo ao Período de Instrução Individual Básica), conduzido em área de cerrado, no campo de instrução do 41º Batalhão de Infantaria Motorizado.

Entre os dias 24 e 25 de abril de 2019, quatro soldados, em momentos e situações diferentes, sentiram-se mal. Após receberem, de forma imediata, os primeiros atendimentos no posto médico militar instalado na área do campo de instrução, os soldados foram transportados para o HOSPITAL DAS CLÍNICAS de JATAÍ/ GO, para atendimento especializado.

Nesta Unidade Hospitalar, os quatro soldados receberam o tratamento especializado e passaram por procedimentos médicos. Posteriormente, foram conduzidos para a sala de observação (Enfermaria), para receberem medicações e hidratação.

Às 16:00 horas do dia 26 de abril de 2019, o primeiro dos quatro militares recebeu alta hospitalar. Os soldados que ainda permanecem no Hospital vêm apresentando quadro estável, com o prosseguimento do acompanhamento médico e realizando alimentação normal, sem restrições.

A informação aos familiares dos soldados obedeceu ao protocolo do diagnóstico preciso, para que a informação pudesse chegar aos familiares sem transtornos.

Por outro lado, os exercícios e treinamentos operacionais, aos quais os militares são submetidos, são acompanhados de forma profissional e dentro dos mais rígidos padrões de segurança. Contudo, é de procedimento normal, a apuração rigorosa e dentro da Lei, de qualquer intercorrência que fuja à normalidade. O Comando do 41º Batalhão de Infantaria Motorizado instaurou Sindicância para a apuração dos fatos.

Por fim, este Comando encontra-se realizando as medidas administrativas necessárias para o apoio aos três militares baixados no Hospital das Clínicas de Jataí e aguarda seu pronto restabelecimento e alta hospitalar".

Veja outras notícias da região no G1 Goiás.

3 comentários


Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

01 de Mai de 2019 às 11:24

Avassalador
Os generais de hoje, são iguais aqueles que em 1982 entregaram o país aos políticos e a eles se aliaram, para ganharem notoriedade em meio de políticos, venderam a identidade dos militares das FA e comungaram junto a políticos para levar a desgraça com as vergonhosas remunerações dos militares das FA que se verificam hoje frente as demais remunerações e cargas horarias de trabalho de servidores públicos.


Osman Do Rosario

01 de Mai de 2019 às 18:01

Osman Do Rosario
Se o Brasil entrar em guerra com a Venezuela, sugiro mandar generais para o front pelo fato de serem os mais preparados, tem privilégios, ganham mais e tiveram vida boa, deveriam ser os primeiros a morrer mas na verdade irão as praças que levam uma vida sacrificada e ainda são deixados de lado quando se trata de melhoria salarial, me preocupa o futuro com essas práticas medievais que ainda acontece aqui.


tropa comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

02 de Mai de 2019 às 0:11

tropa
Já tem notícia de que o Presidente da Câmara Rodrigo Maia acertou com o Centrão que o PL vai ser aprovado do jeito que foi enviado pelo MD.


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