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Bolsonaro compartilha texto preocupante sobre seu governo

Publicado em 18 de Mai de 2019


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Bolsonaro compartilha texto preocupante sobre seu governo; leia

Diagnóstico é preocupante.

17/05/2019 15h01

Jair Bolsonaro (Foto: Antonio Augusto/Câmara dos Deputados)

A imprensa está noticiando hoje que o presidente da República, Jair Bolsonaro, disparou um texto para diversos grupos de Whatsapp com um alerta preocupante sobre seu governo.

O texto, segundo o disparo de Bolsonaro, é de “autor desconhecido”. Segundo o Estadão, o próprio Bolsonaro confirmou que compartilhou o texto e disse: “Venho colocando todo meu esforço para governar o Brasil. Infelizmente os desafios são inúmeros e a mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações pouco republicanas. Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação e colocarmos o país de volta ao trilho do futuro promissor. Que Deus nos ajude!”

Junto com o texto, Bolsonaro enviou:

“- Um texto no mínimo interessante. Para quem se preocupa em se antecipar aos fatos sua leitura é obrigatória.

– Em Juiz de Fora (06/set/2018), tive um sentimento e avisei meus seguranças: “essa é a última vez que me exporei junto ao povo. O Sistema vai me matar.”…

– Com o texto abaixo cada um de vocês pode tirar suas próprias conclusões…

– Jair Bolsonaro.”

Leia o texto na íntegra:

TEXTO APAVORANTE – LEITURA OBRIGATÓRIA

Temos muito para agradecer a Bolsonaro.

Bastaram 5 meses de um governo atípico, “sem jeito” com o congresso e de comunicação amadora para nos mostrar que o Brasil nunca foi, e talvez nunca será, governado de acordo com o interesse dos eleitores. Sejam eles de esquerda ou de direita.

Desde a tal compra de votos para a reeleição, os conchavos para a privatização, o mensalão, o petrolão e o tal “presidencialismo de coalizão”, o Brasil é governado exclusivamente para atender aos interesses de corporações com acesso privilegiado ao orçamento público.

Não só políticos, mas servidores-sindicalistas, sindicalistas de toga e grupos empresariais bem posicionados nas teias de poder. Os verdadeiros donos do orçamento. As lagostas do STF e os espumantes com quatro prêmios internacionais são só a face gourmet do nosso absolutismo orçamentário.

Todos nós sabíamos disso, mas queríamos acreditar que era só um efeito de determinado governo corrupto ou cooptado. Na próxima eleição, tudo poderia mudar. Infelizmente não era isso, não era pontual. Bolsonaro provou que o Brasil, fora desses conchavos, é ingovernável.

Descobrimos que não existe nenhum compromisso de campanha que pode ser cumprido sem que as corporações deem suas bênçãos. Sempre a contragosto.

Nem uma simples redução do número de ministérios pode ser feita. Corremos o risco de uma MP caducar e o Brasil ser OBRIGADO a ter 29 ministérios e voltar para a estrutura do Temer.

Isso é do interesse de quem? Qual é o propósito de o congresso ter que aprovar a estrutura do executivo, que é exclusivamente do interesse operacional deste último, além de ser promessa de campanha?

Querem, na verdade, é manter nichos de controle sobre o orçamento para indicar os ministros que vão permitir sangrar estes recursos para objetivos não republicanos. Historinha com mais de 500 anos por aqui.

Que poder, de fato, tem o presidente do Brasil? Até o momento, como todas as suas ações foram ou serão questionadas no congresso e na justiça, apostaria que o presidente não serve para NADA, exceto para organizar o governo no interesse das corporações. Fora isso, não governa.

Se não negocia com o congresso, é amador e não sabe fazer política. Se negocia, sucumbiu à velha política. O que resta, se 100% dos caminhos estão errados na visão dos “ana(lfabe)listas políticos”?

A continuar tudo como está, as corporações vão comandar o governo Bolsonaro na marra e aprovar o mínimo para que o Brasil não quebre, apenas para continuarem mantendo seus privilégios.

O moribundo-Brasil será mantido vivo por aparelhos para que os privilegiados continuem mamando. É fato inegável. Está assim há 519 anos, morto, mas procriando. Foi assim, provavelmente continuará assim.

Antes de Bolsonaro vivíamos em um cativeiro, sequestrados pelas corporações, mas tínhamos a falsa impressão de que nossos representantes eleitos tinham efetivo poder de apresentar suas agendas.

Era falso, FHC foi reeleito prometendo segurar o dólar e soltou-o 2 meses depois, Lula foi eleito criticando a política de FHC e nomeou um presidente do Bank Boston, fez reforma da previdência e aumentou os juros, Dilma foi eleita criticando o neoliberalismo e indicou Joaquim Levy. Tudo para manter o cadáver procriando por múltiplos de 4 anos.

Agora, como a agenda de Bolsonaro não é do interesse de praticamente NENHUMA corporação (pelo jeito nem dos militares), o sequestro fica mais evidente e o cárcere começa a se mostrar sufocante.

Na hipótese mais provável, o governo será desidratado até morrer de inanição, com vitória para as corporações. Que sempre venceram. Daremos adeus Moro, Mansueto e Guedes. Estão atrapalhando as corporações, não terão lugar por muito tempo.

Na pior hipótese ficamos ingovernáveis e os agentes econômicos, internos e externos, desistem do Brasil. Teremos um orçamento destruído, aumentando o desemprego, a inflação e com calotes generalizados. Perfeitamente plausível. Claramente possível.

A hipótese nuclear é uma ruptura institucional irreversível, com desfecho imprevisível. É o Brasil sendo zerado, sem direito para ninguém e sem dinheiro para nada. Não se sabe como será reconstruído. Não é impossível, basta olhar para a Argentina e para a Venezuela. A economia destes países não é funcional. Podemos chegar lá, está longe de ser impossível.

Agradeçamos a Bolsonaro, pois em menos de 5 meses provou de forma inequívoca que o Brasil só é governável se atender o interesse das corporações. Nunca será governável para atender ao interesse dos eleitores. Quaisquer eleitores. Tenho certeza que esquerdistas não votaram em Dilma para Joaquim Levy ser indicado ministro. Foi o que aconteceu, pois precisavam manter o cadáver Brasil procriando. Sem controle do orçamento, as corporações morrem.

O Brasil está disfuncional. Como nunca antes. Bolsonaro não é culpado pela disfuncionalidade, pois não destruiu nada, aliás, até agora não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou. Ele é só um óculos com grau certo, para vermos que o rei sempre esteve nu, e é horroroso.

Infelizmente o diagnóstico racional é claro: “Sell”.

1 comentários


Osvaldo Costa Homem

18 de Mai de 2019 às 12:48

Osvaldo Costa Homem
Apoio completamente o meu Presidente Jair Messias Bolsonaro, porque mostrou um retrato fiel do que já aconceceu e vem atentecendo desde o Descogrimento do Brasil. Não é atora a palara na nossa Bqandeira Nacional "Ordem e Procgresso" Embora não seja a nossa intenção e a todos Brasileiros, só que se infiltram e se acateram nos órgãos da República antetriotas que hoje se apossaram do executivo muitos eleitos com votos de analfabetos e ajudam a eleger todo tipo de gente que não conhecem nem o mapa do Brasil e na tribuna não votam e atrasam as reformas que poderiam salvar o Brasil, mas, ofendem os ministros que para lá explicar as mensagems do Goveno como estão fazendo o Ministro Sérgio Mora e outros. Pelo andar da carruagem não sabemos ainda que vai dar. O fato é que esperamos que nosso Presidente tenha nº de saida porque enfeixa poderes nas mãos tem poderes para tirar o País dessa gangorra.. Elas (as corporações de todo tipos) se reorganizararm para deixarem o País ingovernável. Mas, o nosso Presidente, tenho certeza que saber se sair.. Eu conheço e vivi esta politiícagem de bandidagem desde de l962, e a Revolução de 64 não conseguiu porque se esqueceram que o tipo de criminosos, ladrão e assassinos instalados nesse pais não se trata com flores e nem comissão da mentiram que deram o nome da verdade.Só espero que o Senhor presidente nunca se esqueça dos graduados, principalmente dos suboficiais e subtenentes que já passaram para reserva desde que perderam a promoção de 2º tenente, porque os proventos não são, visto que nunca fomos messenários.


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