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Salrio dos Militares

PL1645 é humilhação a graduados resquícios de Ditadura

Publicado em 01 de Jun de 2019


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Ao final e após aprovação da PL1645 ao recebermos os contracheques com os efeitos da PL do Mal(PL1645) os menos atentos perceberão que as mudanças impôs de fato sacrifícios a militares graduados, inclusive quebrando a paridade salarial entre militares da ativa/reserva.

A matemática dos nossos mandatários da caserna militar quando o assunto é salário para melhoria da condição social, usa sinal de + e de x para a oficialidade e de para militares graduados e soldados, isso visando impor maior diferenciação e humilhação às praças em geral.

Fato é que aprendemos a calcular nossa triste realidade salarial, quanto analisamos os salários dos militares que estão na base de sustentação da pirâmide frente aos salários das demais carreiras de militares e servidores públicos civis. Esse é o referencial para análise.

Muitos não se lembram do reajuste dos 28,86% quando o governo anunciou o referido reajuste, inconstitucional, cuja base da pirâmide recebeu menos de 6% do percentual do referido reajuste, enquanto oficiais generais e superiores receberam integralmente o reajuste.

É lamentável e vergonhoso. Temos que irmos a luta e denunciar o abuso de poder e desrespeito dos oficiais generais para com os militares graduados e soldados.

Essa reforma preconizada na PL 1645/90 é uma afronta a família militar de graduados.

Reitero o que tenho dito: "Respeitem se querem serem respeitados"

 

                                                                                              XXX

Leiam:

Fonte: https://www.defesa.tv.br      https://www.defesa.tv.br/assessor-do-ministro-da-defesa-general-garrido-defende-reforma-dos-militares-e-mudanca-na-carreira/

O assessor especial do ministro da Defesa, general de Divisão, Eduardo Castanheira Garrido Alves.

O general de divisão Eduardo Castanheira Garrido Alves, assessor especial do ministro da Defesa, defendeu nessa quarta-feira (29), o projeto que trata sobre a reforma do sistema de aposentadoria dos militares e negou que a reestruturação da carreira que faz parte da proposta seja um “reajuste salarial”.

Em audiência na comissão do Senado que acompanha a reforma da Previdência, o general argumentou que os militares estão em desvantagem em relação a outras carreiras do setor público.

“A nossa reforma é justa, é superavitária, é autossustentável e visa a valorizar a meritocracia e a experiência. Estamos buscando reforçar a hierarquia e a disciplina e valorizar a carreira militar como carreira de Estado, isso é importante para atrair e reter talentos”, declarou o general.

Conforme números do Ministério da Economia citados por ele, o déficit no sistema de aposentadoria e pensões dos militares atualmente é de R$ 18,4 bilhões. Se o projeto que está na Câmara for aprovado, o resultado negativo seria reduzido para R$ 16,7 bilhões em 2025.

Ele ponderou que, se a União fizesse uma contribuição patronal para o sistema, como acontece com servidores civis, o sistema chegaria a ter superávit de R$ 2,3 bilhões em 2025. “Quanto mais vai se prolonga essa discussão, essa reestruturação, mais urgente e mais complexo vai ficando a situação dos militares das Forças Armadas”,afirmou.

Tramitação

Ele disse esperar para o início do próximo mês o início da discussão sobre os militares nas comissões da Câmara. Segundo Garrido, a intenção é deixar a proposta um pouco atrás na tramitação da reforma da Previdência do sistema geral para não contaminar o conteúdo dos dois textos.

O projeto enviado pelo governo aumenta o tempo mínimo de serviço na aposentadoria dos militares de 30 para 35 anos e altera a alíquota de contribuição de 7,5% para 10,5% sobre o rendimento de todas as categorias.

Além disso, o texto promove uma reestruturação em carreiras das Forças Armadas, elevando o custo da categoria em torno de R$ 10 bilhões no período de dez anos.

Na Câmara, a proposta deve ser discutida por cinco comissões e ainda passar por uma comissão especial para dar parecer sobre o tema. A instalação no início de junho, justificou Garrido, seria viável porque a reforma geral “já estaria em uma fase bem mais adiantada”.

Ele citou a possibilidade de o projeto dos militares sofrer modificações por causa da vinculação das regras com as polícias estaduais, determinada pela PEC da Previdência. O projeto dos militares exige o mínimo de 30 anos de atividade militar para o profissional ir para a reserva.

A regra incomoda polícias militares nos Estados, que pedem cálculos diferentes. “Se for alterado para 25 anos, isso seria um reflexo colateral na nossa proposta, mas que de uma maneira geral não teria grandes interferências. O importante, para nós, é manter a coluna vertebral da proposta, que é valorizar a meritocracia”, disse o general, citando as mudanças na carreira propostas no projeto, após uma audiência na comissão do Senado que acompanha a reforma da Previdência.

 

 

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A PL 1645
 RESPEITA e Reforma a Carreira e gera percentuais por Cursos
 Contempla Of, Geneais por altos estudos que ninguém vê
 É ideal e valoriza todos militares
 É retrocesso e demostra resquícios de inaceitável Ditadura

3 comentários


Carla Turati

01 de Jun de 2019 às 15:53

Carla Turati
Excelente artigo. Assunto delicado. Estou com os militares. Sempre. http://www.formulanegocioonline.site


Ailton Jose De Andrade Moraes

06 de Jun de 2019 às 11:51

Ailton Jose De Andrade Moraes
Caro avassalador sou cabo reformado da Marinha aprovado no concurso pra sargento na 62° posicao e so havia 36 vagas pra MO preenchendo todos os requisitos pra promocao. Me desliguei do NV Albardao pela cota compulsoria com conceito 5, dessa forma as autoridades navais deveriam promover a sargento os cabos como eu e demais cabos da reserva e reformados, Especialistas, aproveitando a reestruturacao das forcas armadas contemplando assim A Quem Bem Serviu a Marinha e ao BRASIL.

 

 
Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

06 de Jun de 2019 às 13:27

Avassalador
Pode ser que eu conheça vc, servi no Nv Araçatuba, em 83. Dei muito suor, os navios varredores eram muito operativos muita operação dragão etc. Quanto ao seu comentário não acredito que a Marinha vai rever, no entanto, temos que se unir, MB, FAB e EB para tentar buscar a correção, promoção junto ao governo.


Ailton Jose De Andrade Moraes

06 de Jun de 2019 às 14:42

Ailton Jose De Andrade Moraes
Concordo plenamente temos wie unir esforcos.


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