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Carreira Militar

Vamos lutar juntos as bancada pela rejeição a PL 16452019

Publicado em 08 de Jun de 2019


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Resultado de imagem para forças armadas do brasil

 

Foto web(ilustração)

 

PL 1645/2019, Proposta, lutemos contra, tem que ser rejeitada em plenário.

 

VALE LEMBAR. Se formos de fato calcular, ao final do tempo de serviço e pedido de reserva, veremos que a carga horaria do oficial não chega sequer a 40% da carga horária dos graduados, isso em decorrência da efetividade e da carga horaria exaustante que se impõe a graduados no decurso da carreira militar.

 

É bom que os militares da reserva da Marinha, Exército e Aeronáutica entendam que sem UNIÃO de forças não conseguiremos vencer os inimigos, aqueles, que, inclusive, ofendem e prejudicam também nossas famílias.

É bom entender que os Subtenentes e 1ºSGs do EB que hoje se encontram na reserva também não serão contemplados com os efeitos da PL 1645/2019, serão preteridos, isso assim como SOs e 1SGs da FAB e da MB quando o assunto é os supostos “Altos Estudos”, nesse sentido a luta é de todos, queremos reajuste respeitoso e linear, cujos efeitos atinjam integralmente a todos sem nenhuma distinção, nesse sentido o pessoal, militares consideradas “QESA” em suas lutas, estão para os demais graduados como também estão para os soldados e marinheiros.

Porque a PL 1645/2019 criou subjetivamente status de “Altos Estudos” para cursos de Of. generais elevando percentual para 73% do soldo? E os soldados e marinheiros que efetivamente guardam nossas unidades militares serão esquecidos quando juntos com demais militares graduados atingem carga horária de serviços exorbitantes, podendo serem, inclusive, considerados regimes de escravidão, como no caso do regime de serviços que impõem aos nossos Fuzileiros Navais?

Graduados Mns e soldados como ficam? Desmoralizados com salários aviltantes e com a elevação da contribuição previdenciária com redução salarial?

É possível e aceitável que cabos na MB de carreira e estabilizados, fiquem mais de 20anos na mesma graduação, enquanto se promove, oficiais considerados combatentes, no entanto, muitos descompromissados e reprovados, mesmo assim promovidos por estarem na escala de antiguidade para promoção?

É possível considerar QESA, militar estabilizado e de carreira e preterir do regular curso para acesso as demais promoções do corpo e quadro ao qual pertencem, quando a promoção é um direito militar ?

Queremos uma FA unida que respeite a todos, sem nenhuma distinção, isso para que a HIERARQUIA e DISCIPLINA possa de fato prevalecer e não se reverta para favorecer o abuso de poder.

Sou favorável a rejeição a PL 1645/2019. Como está não dá para aprovar!!

 

A FAMÍLIA É A BASE DE SUSTENTAÇÃO DE UMA SOCIEDADE”.

 

MARINHEIROS E FUZILEIROS! COM DIGNIDADE, AVANTE!!!

 

11 comentários


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08 de Jun de 2019 às 9:30

Avassalador
Possuem alguma proposta que sem distinção contemple a família militar ?

 

 
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08 de Jun de 2019 às 9:37

Avassalador
A meu ver o MD só tem a Poupex para aos graduados oferecer.


Tito

08 de Jun de 2019 às 10:36

Tito
Infelizmente amigos os cabo ainda hoje estão carimbado pelo ato de ser revoltar contra os seus superiores em 64. Estamos em 2019. e ainda levam chicotada como escravos, acorda Brasil.

 

 
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08 de Jun de 2019 às 10:41

Avassalador
Os prejudicados são todos os graduados, MNs e soldados, principalmente os cabos é só fazer bem a leitura da situação de carreira e salarial.


Nac52

08 de Jun de 2019 às 11:04

Nac52
E só aumentar a Formação (CFS, CFC, etc...), nos mesmos percentuais das demais: exemplo Especialização e etc..., ai o tal PL ficaria OK. Certo.

 

 
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08 de Jun de 2019 às 11:48

Avassalador
Existem vários outros pontos questionáveis na referida e famigerada PL.


Abraão Gomes Alves

08 de Jun de 2019 às 13:13

Abraão Gomes Alves
A vivência de anos nas FFAA me assegurou algumas certezas. Eu não tenho dúvidas de que incentivar a divisão de classes só é favorável para quem está no topo das respectivas classes (não preciso desenhar) e é sustentado, justamente, por pela base da pirâmide. É justo que um militar subalterno tenha o mesmo desconto de Pensão Militar e FUSMA que um general? O SG tem o mesmo tratamento dispensado ao general num hospital militar ou vai receber vitaliciamente, a IND REP? Um outro lado nefasto dessa divisão é que muitos caem nessa esparrela sem se dar conta. Explico: no nosso caso, quebrar a paridade entre ativos e veteranos é de uma desqualificação brutal. Mas, usar a "meritocracia", como pretexto, é de um maquiavelismo assustador. É justamente esse tipo de coisa que está por trás desse preconceitozinho barato entre militares de carreira e militares do quadro espacial das FFAA. Na hora que entendermos isso e superarmos, daremos um passo significativo rumo à coesão e, por conseguinte, à conquista da nossa valorização enquanto categoria. Algumas Polícias/Bombeiros compreenderam isso e deram um grande salto de qualidade, principalmente, do ponto de vista financeiro. Um exemplo classico disso, é PM/BM do DF. E, como mais uma consequência positiva dessa união vê-se o fortalecimento do seu pessoal subalterno, e que estão prestes a serem assemelhados, financeiramente, à PF. Gostaria, sinceramente, que alguém me convencesse que coesão é danoso à disciplina e à hierarquia. Com todo respeito, não tenho formação para ofender e nem constranger ninguém, mas precisamos amadurecer enquanto classe. Precisamos aprender a lutar. A cultura da coesão precisa ser desenvolvida. O PL da reestruturação como se encontra, é muito danoso aos graduados - do SO ao MN/SD. Tem um aspecto nele que ainda não foi explorado adequadamente que é a questão do Adicional de Disponibilidade dos reformados, ou seja, como está o PL, poderemos perdê-lo e termos uma redução de 30% no pagamento quando estivermos tomando 10 comprimidos diferentes por dia, dentre os quais, o viagra. Com com relação ao Adic. Disp. gostaria de incentivar o debate. Me pergunto se a celeuma dos Altos Estudos não estão propsitadada e intencionalmente escondendo essses "jabutis". Lembrem-se: jabuti não sobe em árvores. Se lá está, é porque alguém o colocou. Reflitam, não se deixem levar por coisas do tipo: vamos defender o PL", lutem para que não tenhamos mais perdas. Nunca é demais lembrar da MP do Mal e dos 28,86% e, sobretudo, quem se beneficiou desses institutos. Não esqueçam: os diretores da Poupex não são SO, SG ou CB/MN/SD.

 

 
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08 de Jun de 2019 às 15:26

Avassalador
Quem acessou ou acessa para conhecer a Diretoria da Poupex percebe, todos em suas fotografias, sorrindo, é muito dinheiro que eles ganham de comissão, empréstimos seguros, com retorno certo do investimento e lucros sem riscos, já que os descontos vem no contracheque; 8 em cada 10 militares graduados das FA são sócios da Poupex, atraídos, certamente em decorrência da OBEDIÊNCIA CEGA, que vem como uma armadilha, escondida e atraída nos pilares dos VALORES da HIERARQUIA e DISCIPLINA.


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08 de Jun de 2019 às 15:38

Avassalador
Quando na ativa os militares, graduados, são mais susceptíveis a serem enganados, depois que vem a reserva, vem a reflexão diante da vida real, muitos pedem para voltarem para o sacrifício, isso através da prestação de serviços de "Tarefa por Tempo Certo" na realidade, prisão e repressão ao direito de expressão, isso até atingirem a idade limite para serem expulsos e morrerem, nessa rápida passagem pela vida.


Romuglas

09 de Jun de 2019 às 21:00

Romuglas
O fato é que ninguém nunca tratou tão bem aos militares feito o Lula. Agora é tarde para chorar o leite derramado.


Marcos Ferreira De Melo

10 de Jun de 2019 às 14:58

Marcos Ferreira De Melo
Boa tarde Avassalador, gostaria de saber se que quem estava em 2001 com adicional de tempo de serviço com 23 anos de serviço ativo, como ficará se ele foi para reserva remunerada em 2005? Esses quatro anos e meio será incorporado ou ele perderá esse tempo de serviço ativo, na mudança para adicional de disponibilidade?

 

 
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10 de Jun de 2019 às 17:22

Avassalador
Por enquanto não temos nada de concreto, acredito que haverá rejeição a PL 1645/2019.


Osman Do Rosario

10 de Jun de 2019 às 19:26

Osman Do Rosario
Na minha opinião o tratamento dispensado ao menos graduados geram desconfianças e falsa disciplina e respeito aos comandantes criando clima de enganação e fingimento por se sentirem desprestigiados fico imaginando como seria o comportamento diante de uma guerra real com com toda essa frustração vivida na carreira, eu me enfiaria em um buraco e o resto que se lixe chego a conclusão que não valeu a pena o sacrifício imposto pelo retorno recebido. Um País com militares fracos é vulnerável é o que acontece aqui baderna em todos os níveis, maior corrupção do mundo, políticos mentirosas, justiça desacreditada, tráfico em todos os cantos, milícias criando estado paralelo, miséria, futuro completamente incerto com milhões de desempregados, educação avacalhada, etc.Portanto não se iludam achando que vai mudar os poderosas fazem o que querem e não estão nem aí para quem está em baixo, se engana quem quiser.


Jose

11 de Jun de 2019 às 15:06

Jose
O PL 1645 é problemático, haja vista que os sargentos QE e QESA não são os únicos a reclamar Fato comprovado em audiência pública realizada na última terça de 4 de junho 2019 . Militares de todas as patentes reclamam de concessão de benefício de representação só para oficiais generais e Suboficiais da Marinha e Força Aérea, alegam que ficaram também prejudicados, uma vez que ,o PL concede um adicional de habilitação de 73% só para SUBTENENTE DO EB, deixando de fora os SUB da MAR e AER. Os militares do quadro especial ? como parte significativa dos graduados ? se sentem injustiçados com o projeto de lei apresentado pelo governo federal. Alguns fatos chamam atenção, vamos a eles src="http://www.militar.com.br/modules/Forums/images/smiles/icon_surprised.gif" alt="Surprised" border="0">s generais não querem debater mudanças no PL ,com isso SO DA FAB e MAR procuram GAB de Hélio Bolsonaro e QESA procura o PT para resolver o problema, kelma Costa não se manifesta mais ( tudo leva crer que abandonou o barco) ,como se já não bastasse tantas perdas , foi levantada a hipótese da revogação do adicional de disponibilidade pelo estatuto dos militares( com a passagem para reforma), além disso ,não ficou claro se os militares que foram para reserva antes de 2001, perderam ou não o adicional de tempo de serviço, substituído pelo adicional de disponibilidade. Com vários pontos de perdas e sem esclarecimento muitos militares já preferem a rejeição do pl 1645, revogação da MP 2215 e a volta do posto acima, logo com tudo isso, adicionado ao silêncio e diante de várias distorções, grupos já se unem no sentido de se manifestarem de forma direta na frente da residência de autoridades com objetivo de mudar o referido projeto de lei uma vez que todas as iniciativas foram adotadas e nada foi mudado.


Marcos Ferreira De Melo

12 de Jun de 2019 às 8:31

Marcos Ferreira De Melo
Bom dia Jose, e sempre bom lembrar que a tal PL 1645 enquadra quem ainda não passou para reserva remunerada, e mesmo assim a questão dos que estão reformados estão amparados pelos direitos e garantias individuais(causa pétrea da CF/88 !).


João Mario

12 de Jun de 2019 às 16:50

João Mario
Como ficariam os reformados por invalidez, que recebem auxilio invalidez e recebe proventos integrais de terceiro sargento e 8 por cento de tempo de serviço?


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