Estagnação Salarial para Praças das Forças Armadas | Blog Liberdade | Portal Militar

Blog Liberdade

Quem sou eu? Clique e conheça meu Perfil
Acompanhe os Blogs da sua conta no google, yahoo e outros. Você pode escolher receber por email informação de novas postagens nos blogs. Fique Ligado.

Carreira Militar

Estagnação Salarial para Praças das Forças Armadas

Publicado em 06 de Out. de 2019


1393 Visualizações


 

 

Com o PL 1645/2019 teremos reajuste salarial diferenciado que cria privilégio para oficiais generais, oficiais superiores e pensionistas destes, que terão a garantia de reajuste salarial e em pensões com percentual de 73%.

Já oficiais intermediários, oficiais subalternos, graduados e soldados terão reajustes com índices pífios, para algumas graduações reajuste não vai representar sequer 6% de aumento salarial, enquanto isso, a madame, esposa e pensionista de oficial general, terá 73% de reajuste no valor da pensão militar.

Nesse contexto quem é mais importante para o Brasil, o SOLDADO? Ou a esposa, pensionista de general que terá 73% de aumento no valor da pensão?

*** Segundo disse um general, isso para justificar exclusão social aos subordinados prejudicados com o PL 1645/2019, foi que, eles, oficiais generais, representam menos de 1% das FA e portanto o reajuste maior para eles não produzirá impacto. PASMEM!!!

SERVIDORES PÚBLICOS CIVIS TAMBÉM SERÃO PREJUDICADOS. VEJAM: 

LEIAM: 

Fonte: https://odia.ig.com.br 

https://odia.ig.com.br/colunas/servidor/2019/10/5806291-servidores-tem-defasagem-salarial-de-32-6--e-temem-piora-com-congelamentos-salariais.html?fbclid=IwAR1wrGulD8-mdHJM0p2xZgPVgRA_mBXvmokXKxZ4TS7tuwmzpf_ki1kk9kA#foto=1

Servidores têm defasagem salarial de 32,6% e temem piora com congelamentos salariais

Cenário é de austeridade nos próximos três anos, como prometeu o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida

Por PALOMA SAVEDRA

Registro das perdas que os servidores federais tiveram nos últimos anos
Registro das perdas que os servidores federais tiveram nos últimos anos - Arte O DIA
A austeridade prometida pela equipe econômica do governo de Jair Bolsonaro ao serviço público assusta os cerca de 1 milhão de servidores ativos e aposentados da União. Diante de um cenário de congelamento salarial nos próximos três anos e também de uma reforma administrativa, como já defendeu o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, as categorias temem mais perdas do poder aquisitivo.
Dados divulgados pelo Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal) — e elaborados pela área de estudos técnicos da entidade —, apontam que a maior parte do funcionalismo (785 mil vínculos) já acumula defasagem salarial de 32,6% entre julho de 2010 a dezembro de 2019.
E uma outra parcela das categorias federais (cerca de 253 mil servidores) registra 14,8% de defasagem nesse mesmo período. O presidente do Fórum Nacional das Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), Rudinei Marques, ressalta que a falta de reajustes somada a outras medidas, como a Reforma da Previdência, vai impactar diretamente na vida e orçamento doméstico dos servidores, especialmente dos aposentados.
 
Por isso, Marques defende o diálogo e as negociações entre representantes do setor público e do Executivo federal. "Os servidores não são os vilões dos gastos públicos como tentam dizer", argumenta ele, acrescentando que os profissionais do setor podem ajudar na busca por soluções para a economia do país.
No fim do mês de agosto, o secretário do Tesouro Nacional voltou a afirmar que o governo federal vai frear reajustes salariais e concursos. Mansueto Almeida defendeu a reforma administrativa que o Executivo pretende implementar em breve. Para Almeida uma das principais mudanças necessárias é a redução do salário inicial de quem ingressa no serviço público, já que atualmente algumas carreiras pagam cerca de R$ 15 mil no início.
Secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida - Gustavo Raniere / Ministério da Fazenda
"Se quisermos manter o país com nível de investimento, que já é baixo, não vejo nenhum espaço fiscal para aumento salarial ou concursos públicos nos próximos três anos", declarou.
Secretário contradiz setor
No mesmo dia, o secretário afirmou que houve excessos de aumentos de remuneração aos funcionários públicos federais nos últimos anos — diferente do que o funcionalismo argumenta. "Aí, o governo segura (os aumentos salariais até 2022) e ganha tempo para fazer uma reforma administrativa. Os servidores tiveram quatro anos de aumento salarial acima da inflação", disse.
Futuro próximo será de mais 'aperto'
As diferenças entre os dois grupos se deu pelos acordos que as categorias negociaram com o Executivo. Uma parcela de cerca de 253 mil ativos e inativos (com paridade) das carreiras típicas de Estado (área de Controle e Finanças, Receita, Polícia Federal e outras) firmaram em 2015 acordo de recomposição em quatro parcelas: janeiro de 2016, janeiro de 2017, janeiro de 2018 e janeiro de 2019.
A outra parte, que representa a maioria, firmou o mesmo acordo em 2015, mas por apenas dois anos: julho de 2016 e janeiro de 2017.
Presidente do Sinal, Paulo Lino fez ainda uma ressalva para o futuro. "Considerando que a previsão do Banco Central, conforme o Boletim Focus, de 27 de setembro, é de inflação de 3,79% para 2020, 3,75% para 2021 e 3,50% para 2022, a defasagem de todo o funcionalismo aumentará muito mais a cada ano, atingindo números alarmantes. Será um retrocesso para além dos piores patamares da década".
 
 
 
                                                                                                         ****
 
VAMOS BUSCAR AJUDA COM O SENADOR TELMÁRIO MOTA E COM O DEPUTADO FEDERAL MARCELO FREIXO
 
 
 

4 comentários


Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

06 de Out. de 2019 às 11:45

Avassalador
Os senhores generais deveriam terem humildade, reconhecerem o projeto como ruim por não atender os anseios da Família Militar em um todo, isso em observância ao princípio da equidade; atitude que nada tem a ver com quebra de hierarquia, é atitude que demostra respeito e coragem.


Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

06 de Out. de 2019 às 12:01

Avassalador
Alguns incautos ainda não entenderam que o PL 1645/2019, prejudica, militares e pensionistas destes, de oficiais intermediários a soldados, estejam na condição de ativa, reserva ou reformados.


Tito

06 de Out. de 2019 às 15:37

Tito
Infelizmente não temos mas comandante, que brigue pela tropa, hoje estes cara de pau, que estão no comando, só pensa em se dar BEM, a tropa esta a míngua desta da época do FERNANDO HENRIQUE, que favoreceu os GENERAIS que tinham mas de 30 anos de serviço com a 2215/2001, com os 28.86 escalonado, agora esta pouca vergonha, quem rala, são os graduados, que sempre estão na linha de frente, estes cara de pau em suas sala cheio de mordomia, uma vergonha ( parece o programa do Silvio Santos TUDO POR DINHEIRO ), acorda cara de pau. e pense na tropa.


Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

07 de Out. de 2019 às 8:38

Avassalador
Não estamos jogando contra a administração militar e nem tão pouco disseminando e estimulando revolta, na realidade aprendemos e estamos a calcular o salário da base da pirâmide das FA, frente aos salários das demais categorias de servidores, com isso e embora possamos observar que a base da pirâmide das FA tem salário humilhante, frente as demais carreiras de estados, com o PL 1645/2019 percebemos que isso em vez de reduzir a distância vai é aumentar, impondo humilhação a militares de baixa graduação e soldados.


DEIXE SEU COMENTÁRIO


O blogueiro não publica comentários ofensivos, que utilizem expressões de baixo calão ou preconceituosas, nem textos escritos exclusivamente em letras maiúsculas. Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor. O blogueiro fará a moderação antes de publicar o comentário.

Aceito receber emails do Portal Militar. Emails de confirmação, avisos, notícias e lembretes. ( Obrigatório )