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FFAA! CALADA, FALTA ECO NO CONGRESSO!

Publicado em 13 de Fev. de 2009

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CRISE DE LIDERANÇA!

Boa Noite, meus amigos e pares da caserna, não me cansarei de falar a mesma coisa dentro deste portal militar. Eu e o amigo Cardosolira, estamos voltados para essa mobilização. Se nos faltava um motivo para entupir as caixas dos parlamentares de e-mails, com reivindicações pacíficas e ordeiras, mas com textos ponderados e pedidos mais do que justos, egais e constitucionais a favor de uma classe, que de oficial subalterno para baixo vive com salários aviltados, devido a penúria salárial que comparada a outras classes do executivo, legislativo e judiciário, hoje, vive. Como pode em uma democracia, um soldado da policia militar, de Brasília, força auxiliar, em início de carreira ganhar mais do que um coronel com mais de 30 anos de bons serviços prestados a nação.
Temos em alguns parlamentares, a única oportunidade de exigir os nosso direitos, sequestrados pela MP do Mal, a MP-2215/01, essa medida provisória, foi um xeque-mate na família militar, precisamos agora, recomeçar tudo de novo, essa partida já perdemos, agora precisamos, como se começassemos um novo jogo e nos cercar de todos os cuidados para nao tomar outro xeque-mate.
Ainda corre por fora as polêmicas PECs 245 e 249, e já contam com várias apreciações e relator a favor da sua proposição antes de seguir para votação em plenário, mas para que a sua aprovação seja positiva, precisamos nos mobilizarmos, e podemos começar através do veículo que nos permite maior liberdade e alcance da opinião pública e dos políticos, que é a internet.
Para isso, proceda da seguinte forma:

1. Acesse o site http://www.camaradosdeputados.gov.br
2. Clique em 'Participação Popular'
3. Preencha o quadrinho que surgirá, escolhendo: 'falar com Deputado';
4. Solicite 'todos do meu Estado'
5. Preencha os dados solicitados
6. No quadrinho de sugestões, coloque algo do tipo: 'Solicito a V. Excia. votar a favor da PEC-245/08, de autoria do Deputado Marcelo Itagiba. Obrigado'.
7. Coloque o número de verificação
8. Clique em 'Enviar'

A APROVAÇÃO PODERÁ DEPENDER SOMENTE DO NOSSO ESFORÇO!
Esta é a hora e a melhor forma de mostrarmos nossa força de mobilização e importância para o Brasil!
Acesse o site da Câmara! Sugira! Acredite! Mobilize-se, pois ninguém mais fará isso por cada um de nós!

segue abaixo uma exposição de motivos:

A atividade militar é mais que uma ocupação profissional. É um estilo de vida, que faz dos militares um segmento social diferenciado. A socialização militar visa desenvolver um tipo de profissional que cumpre a sua missão às últimas conseqüências, ou seja, imola a vida em sacrifício, quando necessário. Em combate, vencer um dos maiores instintos humanos, o da sobrevivência, somente é possível em razão de dois fatores básicos, a confiança inabalável na competência dos chefes e o espírito de camaradagem. Assim, valores como hierarquia, disciplina e dever são fundamentais para o profissional das armas.
A ideologia pode ser entendida como um conjunto de idéias que orienta o comportamento político e social, em razão dos valores e crenças que difunde. Desta forma, a visão da realidade é marcada pela ideologia que se escolhe para compreender o mundo e orientar as ações. É perfeitamente aceitável que fenômenos sociais e políticos sejam interpretados de forma diversa e sejam norteados pela ideologia que as pessoas adotam. Isso pode ser evidenciado por determinados grupos sociais e políticos que têm uma visão histórica, segundo a qual pessoas armadas que lutavam, na década de 60, para implantar uma ditadura de esquerda, conforme os moldes cubano ou chinês, eram democratas lutando pela liberdade. È aceitável, também, que esses grupos tentem rever a história questionando a Lei de Anistia que serviu para trazer o esquecimento às ações de agentes do Estado e militantes de movimentos revolucionários que cometeram crimes.
Difícil é entender a postura do atual Ministro da Justiça que procura reabrir feridas que, de alguma forma, já foram cicatrizadas e, ainda, permite trazer para a agenda política temas que não têm um clamor popular significativo, mas podem ter desdobramentos traumáticos. Não se pode esquecer que a principal atividade de um agente público do poder executivo é resolver problemas e não criá-los.
É importante lembrar aos chefes militares que comandam homens que fizeram um compromisso de se dedicarem, inteiramente, ao serviço da pátria e disponibilizaram suas vidas para com um juramento de morte a bandeira , símbolo máximo de seus de seu país e de qualquer nação, , isto se necessário for, para cumprirem as suas missões. Não é lógico que esse segmento, que detém a posse das armas, seja tratado de forma leviana. Quem tem a incumbência de comandar os homens da guerra, no mínimo, deve ter a estatura moral que a função exige, estar disposto a ir até às últimas conseqüências. O apego aos cargos e às mordomias inerentes aos mesmos, como recebimento de diárias, ajudas-de-custo, viagens ao exterior e a possibilidade da ocupação de futuras funções na justiça militar ou em empresas estatais, podem fazer com que a defesa de subordinados se torne uma atividade arriscada para os projetos pessoais dos chefes atuais. Enganam-se os que defendem a subserviência como uma forma de evitar uma crise institucional, ela é inerente ao processo político, quando visões de mundo se confrontam. Em determinadas situações, a crise pode ter um caráter positivo para o fortalecimento institucional. Torna-se difícil imaginar como um tenente pode transformar-se em chefe militar, quando os atuais chefes têm como apanágio a falta de coragem e o desconhecimento das aflições dos seus subordinados. Assim, pode ser necessário, em um futuro não muito distante, que o Brasil tenha necessidade de contratar, como fez, no início do século passado, uma missão militar estrangeira para ensinar as elites do Exército a serem militares.

Weslei Antonio Maretti
Professor Universitário
Cientista Político e Sociólogo

Atenciosamente! MARMOSILVA-RIO

1 comentários


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14 de Fev. de 2009 às

Palmer
O deputado federal Raul Jungmann (PPS), em entrevista à Rádio Folha FM 96,7, ontem, desafiou jornalistas e ouvintes a citar o nome de uma obra iniciada e já entregue pelo Governo Lula. “Nós vamos para o Guiness! Vamos virar campeões nacionais de pedra fundamental”, ironizou. O parlamentar criticou o excesso de inaugurações de obras, que, segundo ele, nunca são entregues, virando mais uma plataforma de promoção do governo. “Na verdade quanto mais se inaugura, menos se entrega”, sentenciou ele, citando obras “fontes de orgulho” do governo federal. A Transnordestina não está atrasada, essa Transnordestina não existe! Vamos ao Hemocentro. Eu duvido que alguém encontre mais alguma coisa do que matagal e uma placa”, disparou o pós-comunista. Segundo ele, a Transnordestina não sai do papel porque o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira (PMDB), gastou todos os incentivos da Sudene para a obra, pois só teria interesse em um pequeno trecho da mesma, que passa pelo seu Estado, a Bahia.
Sobre a Refinaria de Abreu e Lima também sobraram críticas, já que o deputado afirmou que “quando a ministra (Dilma Rousseff) esteve aqui da última vez foi para esconder o fato de que a refinaria subiu no telhado, ou seja, deixou de ser do Governo Lula, passou para o próximo governo”. Jungmann disse ainda que “nenhuma” das obras que o presidente veio inaugurar no Estado será entregue. (Folha de Pernambuco)
Isso em Pernambuco, onde no pior dos casos, Lula será candidato ao senado.


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