|
1
- Como consultar as Tábuas de Maré?
As Tábuas de Maré podem ser consultadas por meio da página
da Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) – www.dhn.mar.mil.br
– na opção “Serviços” – “Tábuas de Maré”. Caso haja necessidade
de mais informações, pode ser encaminhada a consulta diretamente
à ouvidoria da DHN por meio do telefax e do e-mail disponíveis
em sua página.
2
- Como obter informações a respeito de faróis?
Informações a respeito
de faróis podem ser obtidas junto à Diretoria Hidrografia
e Navegação, localizada à rua Barão de Jaceguai, s/nº
- Ponta da Armação - Niterói - RJ - CEP: 24.048-900 -
tel: (21) 2613-8001 - e-mail: secom@dhn.mar.mil.br. A
Página Oficial da Marinha do Brasil na Internet - www.mar.mil.br
- opção "Informações ao Navegante" - "DHN", fornece outras
informações de interesse
3
- Como obter as Normas da Autoridade Marítima (NORMAM)?
A página da Diretoria
de Portos e Costas (DPC) – www.dpc.mar.mil.br
- possibilita o "download" das Normas da Autoridade Marítima,
ou por meio da Página Oficial da Marinha na Internet –
www.mar.mil.br –
opção “Informações ao Navegante”- “DPC”.
Caso ocorra alguma dificuldade ou persista alguma dúvida,
podem ser enviadas consultas diretamente à DPC, por meio
da caixa de e-mail disponível na página da referida Diretoria.
4
- Como faço para conseguir o RIPEAM?
O RIPEAM pode ser obtido junto à Diretoria de Portos e
Costas, localizada à rua Teófilo Otoni, nº4 - Centro -
Rio de Janeiro - RJ - CEP: 20.080-090, tel: (0xx21) 2104-1431,
e-mail: secom@dpc.mar.mil.br, ou por meio da caixa postal
disponível na página oficial da Marinha do Brasil na internet
- www.mar.mil.br,
na opção "Informações ao Navegante" - "Diretoria de Portos
e Costas (DPC)".
5
- Como fazer para obter informações a respeito de águas
abrigadas?
Informações a respeito
de águas abrigadas podem ser obtidas junto à Diretoria
de Portos e Costas , localizada à rua Teófilo Otoni, nº4
- Centro - Rio de Janeiro - RJ - CEP: 20.080-090, tel:
(0xx21) 2104-1431, e-mail: secom@dpc.mar.mil.br, ou por
meio da caixa postal disponível na página oficial da Marinha
do Brasil na internet - www.mar.mil.br
- na opção "Informações ao Navegante" - "Diretoria de
Portos e Costas (DPC)" ou então "Diretoria de Hidrografia
e Navegação (DHN)".
6
- Os “terrenos de marinha” pertencem à Marinha do Brasil?
O termo "terreno de
marinha" não significa, como a princípio leva a crer,
terras de propriedade da Marinha, mas trata-se de um termo
nascido há mais de dois séculos e que significa "as terras,
junto à costa marítima, e nas margens de rios e lagos,
até uma distância de 33 metros, contada a partir da linha
de preamar média do ano de 1831".
A conceituação de "terrenos de marinha" também está contida
no Decreto nº 9.760, de 5 de setembro de 1946, e sua regulamentação
é feita pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU) do
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, conforme
previsto na Lei nº 9.636, de 15 de maio de 1998.
Portanto, os "terrenos de marinha" não pertencem à Marinha
do Brasil (MB) mas, sim, à União, de acordo com o previsto
no Inciso VII, do Art 20 da Constituição Federal de 1988,
cabendo à MB tão somente avaliar a execução de obras,
no que concerne ao ordenamento do Espaço Aquaviário e
à Segurança da Navegação.
Mais informações podem ser obtidas junto à Prefeitura
do local onde se encontra o “terreno de marinha” ou junto
ao Departamento de Patrimônio da União (DPU).
7
– Como posso obter imagens de meios navais da Marinha
do Brasil?
A página oficial da
Marinha na internet – www.mar.mil.br
– oferece, por meio da opção “Fotos”, diversas imagens
de meios e de fainas navais.
8
- Onde obter informações históricas sobre a Marinha do
Brasil?
Diversas informações
históricas sobre a Marinha do Brasil podem ser solicitadas
diretamente ao Serviço de Documentação da Marinha (SDM),
que é o órgão da Marinha que tem por missão estudar, pesquisar
e divulgar a História Marítima Brasileira, bem como a
conservação da documentação pertinente e o patrimônio
histórico e artístico da Marinha do Brasil.
O SDM possui, em seu acervo, informações sobre vultos
navais e navios desincorporados da Armada, além de publicações
específicas como, por exemplo, a Revista Marítima Brasileira.
Dispõe, também, de uma biblioteca e do Museu Naval, ambos
abertos ao público.
O SDM está localizado à Praça Barão de Ladário, s/nº -
Ilha das Cobras - Rio de Janeiro - RJ - CEP:20.091-000
- tels: (21) 2233-9165, e-mail: secom@sdm.mar.mil.br.
O Serviço de Documentação da Marinha também oferece diversas
informações por meio de sua página na Internet – www.sdm.mar.mil.br
– onde estão disponíveis para leitura os seus Informativos
Culturais.
9
- Onde está localizado o Espaço Cultural da Marinha (ECM)?
Av:
Alfredo Agache s/nº, Centro, Praça XV.
Tel: 2104-6879 / 2104 –6025
Aberto de 3ª feira à domingo, das 12h às 17h.
Exposições permanentes: “Canhões que pertenceram ao Galeão
Sacramento (Século XVII), “Galeota Imperial de 1808”,
“A História da Navegação”, “Arqueologia Subaquática” e
“Embarcações Regionais da Coleção Alves Câmara”.
Dispõe de loja de souvenirs e cafeteria.
1.
Como conhecer um navio da Marinha?
O Navio-Museu Bauru está disponível para visitação. Lançado
ao mar em 15 de setembro de 1943, e incorporado à Marinha
Americana em 11 de outubro do mesmo ano, prestou serviços
até agosto de 1944 para aquela Armada, quando foi transferido
à Marinha do Brasil. Durante a Segunda Guerra Mundial
participou de comboios e efetuou missões de apoio no transporte
de tropas e patrulhamento em zona de guerra. Após sofrer
reformas de adaptação, foi aberto ao público no ano de
1982, como navio-museu, passando a ser desde então, importante
testemunho da contribuição brasileira à vitória dos aliados.
Atracado ao cais do Espaço Cultural da Marinha. Pode ser
visitado no mesmo dia e horário do ECM.
2.
Como visitar um submarino?
O Submarino-Museu Riachuelo está disponível para visitação.
O Submarino Riachuelo, classe Oberon, foi construído em
1973, na Inglaterra, lançado ao mar em 06 de setembro
de 1975 e incorporado à Armada Brasileira em 27 de janeiro
de 1977. Sétimo navio da Marinha do Brasil a ter o nome
Riachuelo, recorda a batalha naval de 11 de junho 1865,
entre a esquadra paraguaia e uma fração da esquadra brasileira,
sob o comando do Almirante Barroso, ocorrida nas proximidades
de um riacho do mesmo nome. Após vinte anos de operatividade,
foi desincorporado do Serviço Ativo da Armada. Em 12 de
novembro de 1997, realizou-se a Mostra de Desarmamento
do Submarino, tendo sido o navio entregue ao Serviço de
Documentação da Marinha e reclassificado como Submarino-Museu.
No Submarino-Museu Riachuelo, o visitante terá uma noção
da vida a bordo ao percorrer seus compartimento e conhecer
seu armamento, suas máquinas e equipamentos diversos.
Atracado ao cais do Espaço Cultural da Marinha. Pode ser
visitado no mesmo dia e horário do ECM.
3.
A Ilha Fiscal pode ser visitada?
Visitas guiadas à Ilha Fiscal, mostrando
o prédio, salões, o torreão e as três exposições permanentes:
“A História da Ilha Fiscal”, “A contribuição da Marinha
do Brasil no desenvolvimento social do país” e “ A contribuição
da Marinha do Brasil no desenvolvimento científico e tecnológico”.
Visitas guiadas realizadas de 5ª feira a domingo, nos
seguintes horários:
- quinta, sexta, sábado e domingo: 13h, 14h30 e 16h (exceto
nos segundos finais de semana de cada mês quando ocorre
o "Fim de Semana no Centro", com entrada gratuita*).
- Vendas de ingresso: nos dias de visitação, das 11h às
16h, no ECM, de onde saem os passeios.
- Agendamentos para grupos: 2233-9165 e 2104-6992.
- Ingresso: R$ 6,00
R$ 3,00 crianças, estudantes e maiores de 65 anos.
*Visitação gratuita no segundo final de semana de cada
mês, com distribuição de senhas a partir das 9h no Espaço
Cultural da Marinha.
4. Podemos realizar visitas a navios da Marinha?
Existe o Passeio Marítimo “Conheça nossa Marinha” cujas
informações são descritas a seguir:
- Saídas Espaço cultural da Marinha,
Av. Alfredo Agache s/nº, na Praça XV, Centro – Tel: 2104-6879
- Horários: quinta, sexta, sábado e domingo, exceto nos
segundos finais de semana de cada mês, às 13h15 e 15h15.
Agendamentos para grupos pelo telefone: 2233-9165 e 38170-6992.
- O passeio é realizado a bordo do Rebocador Laurindo
Pitta, que foi construído na Inglaterra em 1910 para o
governo brasileiro e participou da Primeira Guerra Mundial.
Após ser totalmente reformado, passou a atender aos visitantes
da área cultural da Marinha.
Passeio na Baía de Guanabara, guiado, com cerca de uma
hora e vinte minutos de duração. O Rebocador passa ao
largo das Ilhas das Cobras, Fiscal, das Enxadas e Villegagnon,
permitindo ao visitante conhecer a história de cada ilha,
suas utilizações pela Marinha e as principais características
dos navios de guerra atracados na Ilha das Cobras, além
de conhecer alguns outros pontos turísticos e históricos
que podem ser avistados durante o trajeto.
- Ingressos: R$ 6,00
R$ 3,00 crianças, estudantes e maiores de 65 anos.
Visitação gratuita no segundo final de semana de cada
mês, com distribuição de senhas a partir das 9h no Espaço
Cultural da Marinha.
5.
Onde está localizado o Museu Naval?
O Museu Naval está localizdo à Rua Dom
Manuel, 15 – Centro – Praça XV
Telefones. 2533-7626 e 2533-0882.
Aberto de 3ª feira a 6ª feira, das 12h às 16h. Entrada
gratuita.
6. Como consultar a Biblioteca da Marinha? (SDM)
Endereço: Rua Mayrink Veiga – Centro
– CEP: 20090-050 – Rio de Janeiro
Tel.: 2516-8784 / 2516-0265 ( fax )
Horário de funcionamento: de segunda à sexta-feira das
8h às 16h45.
Possui um acervo de aproximadamente 110 mil volumes, entre
livros, folhetos, periódicos e mapas. Ela é especializada
nas áreas de História Naval, História Geral e do Brasil
e Cartografia.
A Seção de Mapoteca conta com uma coleção de cartas náuticas
antigas e modernas, de notável valor, além de vários atlas
geográficos.
A seção de Obras Raras possui obras de diversos assuntos,
especialmente científicos, além de uma coleção de álbuns
e outros roteiros de navegação.
10
- Como posso obter informações sobre as licitações realizadas
pela Marinha?
Na Página Oficial da
Marinha na Internet – www.mar.mil.br
– opção “Licitações”, ou diretamente na Página do
Centro de Obtenção da Marinha no Rio de Janeiro – www.comrj.mar.mil.br,
podem ser obtidas diversas informações sobre licitações.
11
– Como fazer para atualizar o endereço de militar da reserva
a fim de garantir o recebimento do Informativo Nomar?
Para envio do Informativo
NOMAR é utilizado o banco de endereços do Serviço de Inativos
e Pensionistas da Marinha (SIPM), permitindo, assim, garantir
a correta distribuição do periódico ao pessoal da reserva
da Marinha. Portanto, é importante que cada militar da
reserva mantenha seus dados cadastrais atualizados diretamente
junto ao SIPM, tel (21) 2104-6384, fax (21) 2104-6399,
ou por meio da Página do SIPM na Internet – www.sipm.mar.mil.br.
O SIPM está localizado à Praça Barão de Ladário, s/nº
- Ed. Alte. Tamandaré, 2º andar - Centro - Rio de Janeiro
- RJ.
12
- Como pode ser feita a assinatura do Informativo Nomar?
O Informativo Nomar
obedece a critérios específicos de distribuição atendendo,
prioritariamente, às Organizações Militares da Marinha
do Brasil, ao pessoal da Reserva da Marinha (praças: SO
e 1SG; oficiais: de CF a Alte) e a algumas instituições
civis. Para o público em geral, o Informativo Nomar está
disponível na Página Oficial da Marinha na Internet –
www.mar.mil.br –
por meio da opção “Imprensa – Nomar”.
13
- Como pode ser feita a assinatura do periódico “Notanf”
e da Revista “O Anfíbio”?
O acesso a essas publicações
relativas ao Corpo de Fuzileiros Navais pode ser feito
por meio da Página Oficial da Marinha na Internet – www.mar.mil.br
– opção “Fuzileiros” – “Publicações Oficiais” ou diretamente
pela Página do Comando Geral do Corpo de Fuzileiros Navais
(CGCFN) – www.cgcfn.mar.mil.br.
Mais informações podem ser obtidas diretamente junto à
Assessoria de Relações Públicas do Comando Geral do Corpo
de Fuzileiros Navais, telefone (21) 2104-6627, Fax (21)
2104-6578/6678, ou pela caixa-postal disponível na página
do CGCFN.
14
- Como pode ser feita a assinatura da Revista Marítima?
A Revista Marítima é
uma publicação do Serviço de Documentação da Marinha (SDM).
Podem ser obtidas informações diretamente junto ao SDM,
localizado à Praça Barão de Ladário, s/nº - Ilha das Cobras
- Rio de Janeiro - RJ - CEP:20.091-000 - tels: (21) 2104-6852
e-mail: sdm142@sdm.mar.mil.br. A Página do SDM na Internet
é www.sdm.mar.mil.br
15
- Como faço para obter informações a respeito da Banda
do Corpo de Fuzileiros Navais?
Informações a respeito
das apresentações da banda podem ser obtidas junto à Assessoria
de Relações Públicas do Comando Geral do Corpo de Fuzileiros
Navais, telefone (0xx21) 2104-6627, Fax (0xx21) 2104-6578/6678,
e-mail secom@cgcfn.mar.mil.br. A página oficial da Marinha
na internet - www.mar.mil.br
- opção "Fuzileiros" também oferece informações e curiosidades
a respeito da Banda.
16
– Como obter letra e música dos hinos e canções executados
pelo Corpo de Fuzileiros Navais?
A Página do Comando
Geral do Corpo de Fuzileiros Navais (CGCFN) – www.cgcfn.mar.mil.br
– por meio da opção “Bandas de Música”, oferece para download,
em arquivos MP3, os CDs das Bandas Sinfônica e Marcial
do CFN.
17
- Como faço para conseguir a Canção "Cisne Branco"?
A página oficial da
Marinha na internet - www.mar.mil.br
- oferece a letra e melodia da Canção "Cisne Branco",
que também está disponível por meio da opção "Fuzileiros",
clicando-se no ícone da banda, podem ser ouvidos, copiados
e encontradas as letras de músicas e hinos executados
pela Banda dos Fuzileiros Navais. A opção "Outros links"
- "Comando do 7º Distrito Naval" também oferece outras
canções e hinos.
Mais informações podem ser obtidas junto à Assessoria
de Relações Públicas do Comando Geral do Corpo de Fuzileiros
Navais, telefone (0XX21) 2104-6627, Fax (0XX21) 2104-6578/6678,
e-mail secom@cgcfn.mar.mil.br
18
- A Marinha do Brasil possui um hino oficial?
A Marinha do Brasil
não possui um hino oficial. Porém, a canção Cisne Branco,
conhecida como a canção do marinheiro, de autoria do Segundo Tenente (Refº) Benedito Xavier de Macedo é bastante difundida, sendo possível
inclusive baixar a letra pela página da Marinha na internet
- www.mar.mil.br
- na opção Download "Canção Cisne Branco".
19 -
Como faço para obter informações a respeito de pensão
militar?
Informações a respeito
de pensão militar podem ser obtidas junto ao Serviço de
Inativos e Pensionistas da Marinha (SIPM) que trata especificamente
do assunto. Por meio da página oficial da Marinha na internet
- www.mar.mil.br
- na opção "Outros links"- "Serviço de Inativos e Pensionistas
da Marinha", pode-se ter acesso à página do referido Serviço.
O SIPM está localizado à Praça Barão de Ladário, s/nº
- Ed. Alte. Tamandaré, 2º andar - Centro - Rio de Janeiro
- RJ - CEP 20091 - 000, tel (21) 2104-6384, FAX (21) 2104-6399,
e-mail secom@sipm.mar.mil.br.
20
- Como devo proceder para o recadastramento de Inativos
e Pensionistas da Marinha?
É feito diretamente
no Serviço de Inativos e Pensionistas da Marinha (SIPM),
localizado à Praça Barão de Ladário, s/nº - Ed. Alte.
Tamandaré, 2º andar - Centro - Rio de Janeiro - RJ - CEP
20091 - 000, tel (0XX21) 2104-6384, FAX (0XX21) 2104-6399,
e-mail secom@sipm.mar.mil.br.
O acesso pode ser feito pela página oficial da Marinha
na internet - www.mar.mil.br
- onde, por meio da opção "Outros links"- "Serviço de
Inativos e Pensionistas da Marinha", pode-se ter acesso
à página do referido Serviço.
21
- Como faço para obter informações a respeito das Ilhas
da Trindade e de Martin Vaz?
Informações a respeito
das Ilhas da Trindade e de Martin Vaz podem ser obtidas
junto ao Setor de Relações Públicas do Primeiro Distrito
Naval, localizado à Praça Mauá, nº 65, Centro, Rio de
Janeiro, RJ, CEP 20081-240, fax (21) 2104-6104, tels (21)
2104-6112/6111/6113, e-mail: secom@1dn.mar.mil.br.
Na Página Oficial da Marinha na Internet - www.mar.mil.br
- opção "Outros links" - "Comando do 1º Distrito Naval"
podem ser obtidas outras informações a respeito do assunto
22
- Como faço para visitar o NAe São Paulo?
A possibilidade de visitação
ao Navio-Aeródromo São Paulo dependerá do tipo de Comissão
a ser realizada, podendo consultar o Setor de Relações
Públicas do Primeiro Distrito Naval, localizado à Praça
Mauá, nº 65, Centro, Rio de Janeiro, RJ, CEP 20081-240,
fax (21) 2104-6104, tels (21) 2104-6112/6111/6113, e-mail
secom@1dn.mar.mil.br, que verificará a possibilidade de
atendimento.
23
- Qual foi o destino dado ao NAel Minas Gerais?
O Diário Oficial da
União de 18 de junho publicou, em sua seção 3, página
8, a concorrência nº 27/2002/, que visa à alienação do
NAeL Minas Gerais, já desincorporado da Marinha do Brasil.
Também podem ser obtidas informações junto à Empresa Gerencial
de Projetos Navais (EMGEPRON), o que pode ser feito na
Página Oficial da Marinha na Internet -
www.mar.mil.br - na opção "outros links" - "Empresa
Gerencial de Projetos Navais".
Participamos, ainda, que o Navio Aeródromo São Paulo se
encontra, atualmente, em operação
24
- A Marinha possui algum projeto de construção de submarino?
Em cumprimento ao Programa
de Reaparelhamento da Marinha, teve início, em 1979, o
estudo para a definição do tipo de submarino a ser adquirido
pela Marinha do Brasil (MB). Foi escolhido o de origem
alemã – IKL 209-1400 – projetado pela “Ingenieur Kontor
Lubeck” (IKL), a ser construído pelo estaleiro “ Howaldtswerke
Deutsche Werft”.
No período de 1982 a 1985, foi contratada pela MB, junto
ao consórcio “Ferrostal HDW”, a fabricação de quatro submarinos.
O primeiro deles, o S “Tupi”, foi construído na cidade
de Kiel, na Alemanha, com transferência, para a MB, da
tecnologia para a construção. O aprendizado então adquirido
foi fundamental para a construção, no Arsenal de Marinha
do Rio de Janeiro (AMRJ), de mais três submarinos: o “Tamoio”,
o “Timbira” e o “Tapajó
25 - Qual a missão da Marinha?
Segundo o Art. 142 da
Constituição Federal (CF), cabe à Marinha, em conjunto
com as demais Forças Armadas, a defesa da Pátria, a garantia
dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer
destes, da lei e da ordem.
De acordo com o Art. 17, da Lei Complementar nº 97, de
9/06/99, que dispõe sobre as normas gerais para a organização,
o preparo e o emprego das Forças Armadas, essas têm como
atribuição subsidiária, de caráter geral, cooperar com
o desenvolvimento nacional e a defesa civil, na forma
determinada pelo Presidente da República.
Cabe, ainda, à Marinha as seguintes atribuições subsidiárias
particulares:
- Orientar e controlar a Marinha Mercante e suas atividades
correlatas, no que interessa à defesa nacional;
- Prover a segurança da navegação aquaviária;
- Contribuir para a formulação e condução de políticas
nacionais que digam respeito ao mar; e
- Implementar e fiscalizar o cumprimento de leis e regulamentos,
no mar e nas águas interiores, em coordenação com outros
órgãos do poder executivo, Federal ou Estadual, quando
se fizer necessária, em razão de competências específicas.
Como pode ser observado, a Marinha possui atribuições
subsidiárias, de caráter geral e particular.
Além disso, o Art. 15, parágrafo 2º, da mesma lei, prevê
a atuação das Forças Armadas na garantia da lei e da ordem
somente após esgotados os instrumentos destinados à preservação
da ordem pública e da incolumidade das pessoas ou patrimônio,
relacionados no Art. 144 da CF, de acordo com diretrizes
do presidente da república.
Enfim, a missão constitucional da Marinha do Brasil contempla,
essencialmente, o conceito de emprego do Poder Naval.
Dessa maneira, fica estabelecida a seguinte Missão:
"Preparar e aplicar o Poder Naval, a fim de contribuir
para a Defesa da Pátria".
26 - Quando a Marinha foi criada?
A origem histórica da
Marinha do Brasil (MB) remonta ao régio Alvará, datado
de 28 de julho de 1736, do rei de Portugal, que criou
a "Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha e Domínios
de Ultramar".
27 - Que tipos de navios a Marinha possui e qual a função
de cada um deles?
A Marinha do Brasil
(MB) possui 29 tipos diferentes de navios. Abaixo, segue
uma descrição resumida da maior parte deles:
- Navio-Aeródromo (Porta-Aviões) - Popularmente chamado
de porta-aviões, é um navio capaz de levar a aviação embarcada
a áreas distantes onde não haja pistas terrestres utilizáveis.
Opera, mantém, abastece e repara as aeronaves. Sua missão
principal é o embarque, lançamento e recuperação de aviões
ou helicópteros. É empregado como núcleo das Forças Navais.
Quando dotado de aviação de asa fixa diversificada torna-se
o principal meio para a execução do Controle de Área Marítima.
- Navios-Escolta - São constituídos por Fragatas, Corvetas
e Contratorpedeiros. Podem localizar e destruir aeronaves,
navios de superfície e submarinos inimigos. Além disso,
efetuam patrulhas nas Águas Jurisdicionais Brasileiras
(AJB), em área de dimensões equivalentes àquela representada
pela Amazônia, ou seja 4,2 milhões de quilômetros quadrados,
preservando os interesses e a soberania nacionais no mar.
- Submarinos - Extremamente versáteis, podem localizar
e destruir navios mercantes, de guerra e submarinos inimigos.
Além disso, podem lançar minas marítimas e contribuir
para a efetiva fiscalização de nossas águas jurisdicionais.
Por suas características, são os meios ideais para a tarefa
de “Negar o Uso do Mar ao Inimigo”
- Navios de Desembarque-Doca - Podem apoiar, com suprimentos,
gêneros, sobressalentes e munição, todos os navios da
Marinha, bem como participar de Operações Anfíbias, transportando
carga de assalto, helicópteros e embarcações de desembarque
de carga geral e de viaturas e material (EDCG e EDVM),
além de parcela de contingente de fuzileiros navais. Como
atividade complementar, podem contribuir para o controle
de área marítima e patrulha, preservando os interesses
nacionais no mar.
Poderão ser empregados, também, para o transporte de material
e pessoal de uma Força de Paz, bem como em apoio a situações
de calamidade pública.
- Navio-Escola - Empregado na fase final da formação dos
futuros oficiais, dispondo dos recursos instrucionais
necessários à fase prática que consolida os conhecimentos
adquiridos no curso da Escola Naval. Em caso de conflito
pode ser empregado como Navio de Recolhimento e Tratamento
de Baixas, bem como em situação de calamidade pública.
Suas Viagens de Instrução anuais são planejadas em consonância
com a Política Externa Brasileira, tendo se firmado como
um dos seus valiosos instrumentos.
- Navios de Socorro Submarino - São navios dotados de
equipamentos e sistemas especiais cuja principal tarefa
é efetuar o salvamento de submarinos sinistrados e de
suas tripulações. Possuem recursos materiais e humanos
para a realização de diferentes tipos de operações de
mergulho. Além disso, podem ser empregados no apoio logístico
limitado, específico para submarinos.
- Navios-Tanque - São necessários para transferir combustíveis,
lubrificantes e água aos Escoltas e demais navios da MB,
permitindo maior permanência dos navios no mar. Ademais,
poderão complementar o transporte de petróleo, em situações
de crise.
- Navios-Transporte de Tropas - Podem transportar tropas
de Fuzileiros Navais ou do Exército para Missões de Paz
a cargo de Organismos Internacionais, atendendo aos interesses
e a conveniência da Política Externa Brasileira, além
de realizar Operações Anfíbias, executando a tarefa de
“Projetar Poder sobre Terra”. Apoiam, complementarmente,
ações de Defesa Civil com transporte de pessoal, material
e cargas diversas. Podem ter a capacidade de operar helicópteros.
- Navios-Patrulha - São importantes e fundamentais por
patrulharem as águas jurisdicionais brasileiras, garantindo
os interesses nacionais no mar. Têm emprego crucial nas
operações de defesa de plataformas de exploração e explotação
de petróleo no mar, que respondem por mais de 80% de nossa
produção.
- Navios-Patrulha Fluvial (Amazônia) - São fundamentais
para realizar patrulhas fluviais na Bacia Amazônica, operações
em rios e ações de apoio às populações ribeirinhas, aumentando
a presença da Marinha nas fronteiras e na fiscalização
dos rios.
- Navios de Assistência Hospitalar (Amazônia) - Prestam
apoio médico e odontológico às populações ribeirinhas
na Região Amazônica.
- Navios-Patrulha Fluvial (Pantanal) - Realizam patrulhas
fluviais no Pantanal, aumentando a presença da Marinha
na fronteira oeste do Brasil. Em complemento, podem realizar
operações nas calhas dos rios da região e ações de apoio
às populações ribeirinhas.
- Navios-Transporte Fluviais (Pantanal) - São necessários
para transportar tropas de Fuzileiros Navais e do Exército
nas operações combinadas, além de realizar patrulhas fluviais
no Pantanal e ações de apoio às populações ribeirinhas.
- Navios-Varredores – São responsáveis pelas Operações
de Contramedidas de Minagem, destinadas a manter livres,
da ameaça de minas, as linhas do tráfego marítimo ao longo
do nosso litoral, as áreas marítimas adjacentes aos portos,
terminais e plataforma nacionais; bem como, as possíveis
áreas de operações de nossas Forças Navais.
- Rebocadores de Alto-Mar - Navios empregados na patrulha
das AJB, consolidando os interesses e a soberania do País
no mar. Também são essenciais para o socorro à vida humana
e salvamento no mar, fazendo com que a MB cumpra, com
eficiência, os compromissos internacionais assumidos pelo
Brasil, relativos à Salvaguarda da Vida Humana no Mar.
Podem ser utilizados, ainda, na coordenação das ações
de redução de danos relacionados com sinistros marítimos
e fluviais, cumprindo Diretriz Ministerial que trata do
emprego das Forças Armadas em Defesa Civil.
- Navios Hidroceanográficos, Faroleiros e Balizadores
- São necessários para realizar atividades de hidrografia,
oceanografia e cartografia, além de exercerem atividades
relacionadas com o Programa Antártico, sinalização náutica,
meteorologia e apoio logístico, contribuindo para a segurança
da navegação nas costas do Brasil.
- Avisos de Instrução - Contribuem para complementar a
formação marinheira dos alunos do Colégio Naval e aspirantes
da Escola Naval.
Além dos navios acima,
a Marinha do Brasil (MB) dispõe dos seguintes meios aéreos:
- Helicópteros de Esclarecimento e Ataque - São capazes
de localizar e destruir navios e submarinos, bem como
realizar operações de esclarecimento. Operam a partir
de navios, aumentando a eficiência na localização e destruição
de alvos.
Podem auxiliar, complementarmente, as ações de busca e
salvamento, evacuação aeromédica e missões especiais,
atendendo Diretriz Ministerial que trata do emprego das
Forças Armadas em Defesa Civil.
- Helicópteros de Patrulha/Inspeção - Têm emprego na fiscalização
das águas jurisdicionais brasileiras, em operações de
Patrulha e Inspeção Naval, a cargo dos Comandos dos Distritos
Navais, prioritariamente na proteção das áreas marítimas
reservadas às atividades petrolíferas. Como emprego secundário,
teriam capacidade para atuar nas ações de Busca e Salvamento
e em apoio à Defesa Civil.
- Aviões AF-1 (A-4 Skyhawk) - São capazes de interceptar
e atacar alvos aéreos e localizar, acompanhar e atacar
alvos de superfície, a fim de contribuir para a proteção
de Forças Navais. Operam a partir do Navio-Aerodrómo,
aumentando a eficiência na localização e destruição de
alvos.
28 -
O que é uma Esquadra?
Esquadra é o conjunto
de Forças (parcelas da totalidade de navios, meios aéreos
e de fuzileiros navais destinados ao serviço naval, pertencente
ao Estado e incorporados à Marinha do Brasil) e navios
soltos, posto sob comando único, para fins administrativos.
Administrativamente, a Esquadra é subdividida em Forças,
as quais são organizadas de acordo com o meio ambiente
em que suas unidades operam. Daí, temos, subordinadas
ao Comandante-em-Chefe da Esquadra: a Força de Superfície,
a Força de Submarinos e a Força Aeronaval.
Além das Forças Navais, a Esquadra possui, sob sua subordinação,
a Base Naval do Rio de Janeiro, situada na ilha de Mocanguê,
na baía da Guanabara, onde fica sediada a maior parte
de suas Forças, um Centro de Adestramento e um Centro
de Apoio a Sistemas Operativos (CASOP), destinado a garantir
o pleno funcionamento dos sistemas de combate instalados
nos navios.
29
- Todas as Esquadras do mundo são iguais?
Não. Dentro do ponto
de vista estratégico, a configuração e o dimensionamento
das forças navais é variável em cada País
30
- O que é uma Força-Tarefa?
Ao conjunto de navios
unidos em torno de uma tarefa comum, dá-se o nome de Força-Tarefa.
Então, Força-Tarefa é, na verdade, a denominação dada
a uma Força constituída para a condução de operações navais
em cumprimento a determinada missão. O número e os tipos
de navios empregados dependerão da referida missão.
31
- O que é um meio da Esquadra?
Inicialmente cabe salientar
que o conceito de meios engloba os navios, submarinos
e as aeronaves (aviões e helicópteros) empregados pela
Marinha.
Fazem parte da Esquadra todos os navios que nela atuam.
No caso do Brasil, visam, principalmente, à realização
de operações oceânicas; os meios distritais são aqueles
navios que atuam nos Distritos Navais (regiões brasileiras
divididas estrategicamente para a melhor atuação da MB)
32
- O que é um meio hidrográfico?
Os meios hidrográficos
são os navios empregados em diversas tarefas que visam
a garantir segurança à navegação a ao apoio às operações
da Esquadra, tais como levantamentos cartográficos, meteorológicos
e oceanográficos, sinalização náutica e apoio logístico
à Estação Antártica Comandante Ferraz.
33
- O que é um meio distrital?
Os meios distritais
compõem as Forças Distritais. Esses navios são destinados
à patrulha e ao socorro e salvamento, podendo, eventualmente,
apoiar determinadas ações das Forças Navais. Os Navios
Patrulha (NaPa), atualmente empregados pela MB, são de
duas classes: Piratini e Grajaú, ambas construídas pelo
Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ). As primeiras
foram comissionadas entre 1970 e 1971 e são menores que
os da classe Grajaú, de projeto mais recente. Dois navios
da classe Piratini fazem parte da Flotilha do Mato Grosso.
34
- Os navios do mesmo tipo mas de diferentes classes têm
missões diferentes? Como podemos diferenciá-los?
Os navios do mesmo tipo
cumprem semelhantes missões. Dentro de cada tipo, podem
existir diversas classes determinadas, prioritariamente,
pelas suas características físicas (como comprimento)
e pelos sistemas de armas e de propulsão que o navio possui.
35
- Os navios fluviais também fazem parte da Esquadra?
Não. Estes navios visam
ao controle das redes hidrográficas (vias interiores),
contribuindo para a defesa da soberania e a integração
nacional na Amazônia e no Pantanal.
Os navios fluviais são destinados às mais diversas funções:
os navios-patrulha são responsáveis pela realização de
patrulhas e inspeções navais; os navios de transporte
fluvial, são destinados ao transporte de tropa; e os navios
de apoio logístico são responsáveis pelo transporte de
suprimentos e combustível para o reabastecimento de outros
navios componentes de uma Força-Tarefa.
Os chamados Navios-Patrulha Fluvial (NaPaFlu) são embarcações
especialmente projetadas e construídas no Brasil para
operar em grandes rios.
Além desses navios, na região amazônica, temos os Navios
de Assistência Hospitalar (NAsH), chamados pelos ribeirinhos
como "Navios da Esperança", um projeto nacional de navio
fluvial dotado de instalações médicas e odontológicas,
cuja missão é fornecer apoio médico, odontológico e de
educação sanitária às populações ribeirinhas.
36
- Qual a origem dos navios da Marinha brasileira? A fabricação
é nacional?
A maior parte dos navios
da MB foi construída em outros países (Inglaterra, por
exemplo). Porém, o Brasil possui conhecimento tecnológico
para a construção de seus próprios meios. O Arsenal de
Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) é a organização responsável
pela construção de nossos navios e submarinos.
A construção da primeira fragata da classe Niterói, na
Inglaterra, permitiu a capacitação técnica necessária
para a construção de duas outras fragatas no AMRJ. A tecnologia
derivada com a construção dessas fragatas foi empregada
para construir um navio-escola e as modernas e versáteis
corvetas da classe Inhaúma, um projeto inteiramente nacional.
Em 1982, a assinatura de um contrato com um consórcio
alemão permitiu a construção do submarino (Sb) da classe
Tupi na Alemanha. O domínio da tecnologia empregada permitiu
ao AMRJ construir, posteriormente, mais três submarinos.
Com base no padrão de excelência alcançado na construção
desses submarinos, encontra-se em curso a construção de
um quarto submarino, o Sb Tikuna, cujo projeto incorpora
modernizações em relação ao projeto inicial.
37
- Qual o custo de manutenção anual dos navios da Marinha?
Em 2003, foram gastos
R$ 94 milhões na manutenção dos meios da MB, o que eqüivale,
aproximadamente, a 11% do total autorizado para funcionamento,
investimento e manutenção da Força, o que é insuficiente
para a execução dessas atividades.
38
- Qual a idade média dos navios da Marinha do Brasil?
Cerca de 30 anos, o
que implica a imperiosa necessidade de renovação dos meios
da Marinha.
39
- Além dos navios utilizados pela Marinha brasileira,
há outros tipos que são utilizados por outras Marinhas?
Sim. Algumas marinhas
no mundo utilizam cruzadores, submarinos nucleares, navios
caça-minas, navios de desembarque e assalto anfíbio, entre
outros.
40
- Dentre os navios militares que existem hoje, quais são
os modelos mais modernos?
O que caracteriza a
modernidade de um navio não é seu tipo, e sim os avanços
tecnológicos de seus projetos, como por exemplo seus sistemas
de armas e sensores (sonares, radares, etc). Atualmente,
os meios mais modernos que a MB possui são as fragatas
classe Niterói Modernizadas.
|