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Postada em 21-04-2011. Acessado 1120 vezes.
Título da Postagem:DESARMAMENTO
Titular:Antonio Carlos Mesquita do Amaral
Nome de usuário:ACMA
Última alteração em 21-04-2011 @ 09:14 pm
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 O Senador José Sarney tendo ainda por sanar tantas mazelas na Casa que Preside, recentemente fez instalar com elevado custo, sistema digital para controle de presença de funcionários, porém mais uma vez pelo “jeitinho brasileiro de levar vantagem”, a pedido de colegas, dispensa de marcarem ponto grande universo de assessores, alegando de que não acarretará maiores dificuldades na fiscalização, enquanto nem mesmo conseguem controlar políticos gazeteiros. Pretende agora como projeto de sua autoria realizar novo plebiscito para desarmar os cidadãos honestos que possuem armamento registrados ou não, mas que foram adquiridos legalmente, tendo como respaldo o fato do massacre havido em colégio no Rio de Janeiro que ocorreu com uso de armas adquiridas no meio criminoso.  É de se lamentar que venha a ser aprovado provocando novamente gastos de milhões de reais praticamente jogados fora.  A intenção deve ter o mesmo cunho político que originou o ocorrido em 2005 e que o povo optou por continuar armado. Com a justificativa de diminuir a venda de armas, sua aprovação visa dar ao governo comunista instalado em Brasília, a possibilidade de em momento propício, impor uma ditadura proletária sem encontrar qualquer resistência como já ocorreu em vários países. Incrementar o policiamento nas linhas fronteiriças por onde passa a maioria do contrabando é a solução mais viável. Com poder de policia outorgado as Forças Armadas seria possível uma vigilância intensiva em nossa fronteira seca de dezesseis mil e oitocentos quilômetros, rios e aeroportos da Amazônia, mas para isto seria necessário o aproveitamento de uns seiscentos mil jovens em incorporação anual nas três forças singulares, escolhidos num universo de dois milhões que se apresentam a cada ano com idade para prestação do serviço militar. Os Congressistas por certo alegarão falta de recursos ao contrário de bilhões que são gastos para manter o nível da “casta política”. Atualmente desse imenso contingente, apenas cem mil são selecionados para formação e emprego nas atividades internas pertinentes ao funcionamento de cada seguimento. Os restantes dispensados retornam as ocupações anteriores frustrados e preocupados com as perspectivas de futuro, que poderia se amenizar uma vez considerada a atividade militar apenas como um emprego. Talvez uma solução desse tipo salvasse muitos deles de se envolverem com tráfico junto às facções criminosas. (a) ACMA 

 

          




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