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Postada em 11-01-2006. Acessado 782 vezes.
Título da Postagem:Forças Armadas Americanas Temem Ataques Virtuais
Titular:Dr. Fabrizzio B. Dal Piero
Nome de usuário:Piero
Última alteração em 11-01-2006 @ 09:56 pm
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Autor: * Dr.Dal Piero

Não é desconhecido para ninguém que a China vem conduzindo exercícios  militares de invasões a sistemas de informação e é também suspeita de ter  atacado algumas redes de Taiwan.

O comandante do U.S. Space Command, Gen. Ralph E.  Eberhart informou durante uma coletiva de imprensa, estar preocupado com o  crescimento da China na área de computação e com a possibilidade de o país  conduzir uma guerra digital contra as redes militares americanas.

Uma batalha do gênero poderia impedir o uso de computadores militares por introdução de vírus nas máquinas ou  por explosões no sistema eletromagnético, interrompendo as operações.

Oficiais americanos revelaram que a China vem  conduzindo exercícios militares de invasões a sistemas de informação. O  país também é suspeito de ter atacado algumas redes de Taiwan. O general Eberhart  mencionou ainda que a Coréia do Norte, o Irã e o Iraque estão desenvolvendo  competências em ataques virtuais que podem vir a ameaçar as forças armadas dos  EUA.

A principal preocupação das autoridades, no  entanto, é a substituição de informações estratégicas por informações  falsas durante uma guerra virtual. As forças armadas já possuem diversos planos de  contingência, mas "uma informação errada pode resultar em ações  equivocadas", diz Eberhart. 

O que está acontecendo na realidade é que a  guerra como fenômeno social mudou e ainda vai mudar mais. Transformou os campos de batalhas, modificou nossos soldados e criou novas armas que vão ser  usadas nos próximos conflitos. 

Hoje necessitamos de soldados que usem seus  cérebros mais do que seus corpos e músculos. As incertezas de um mundo cada vez mais competitivo e disputado exige que cada nação possua uma força de  segurança altamente educada e equipada para em frente aos novos meios de combate  do inimigo estar pronta para um contra ataque. 

O papel dos estrategistas na atualidade é  reconhecer estas mudanças como fatos e não como teorias utópicas para desta forma  criar cenários desejados e indesejados cada qual com seus planos de contingências e  ações emergências.




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