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Diga Não-A Dilma Peruquinha Para Presidente...

Publicado em 22 de Fev. de 2010

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O crebro do roubo ao cofre

Com passado pouco conhecido,
a ministra envolveu-se em aes
espetaculares da guerrilha

No atual governo, h dois ex-guerrilheiros com posto de ministro de Estado. Um o ex-presidente do PT, Jos Dirceu, ministro da Casa Civil, cuja trajetria poltica bastante conhecida. Foi preso pelo regime militar, recebeu treinamento de guerrilha em Cuba e, antes de voltar s escondidas para o Brasil, submeteu-se a uma cirurgia plstica no rosto para despistar a polcia. O outro integrante do primeiro escalo com passagem pela guerrilha contra a ditadura militar a ministra Dilma Rousseff, das Minas e Energia mulher de fala pausada, mos gesticuladoras, olhar austero e passado que poucos conhecem. At agora, tudo o que se disse a respeito da ministra dava conta apenas de que combatera nas fileiras da Vanguarda Armada Revolucionria Palmares, a VAR-Palmares, um dos principais grupos armados da dcada de 60. Dilma Rousseff, no entanto, teve uma militncia armada muito mais ativa e muito mais importante. Ela, ao contrrio de Jos Dirceu, pegou em armas, foi duramente perseguida, presa e torturada e teve papel relevante numa das aes mais espetaculares da guerrilha urbana no Brasil o clebre roubo do cofre do governador paulista Adhemar de Barros, que rendeu 2,5 milhes de dlares.

O assalto ao cofre ocorreu na tarde de 18 de julho de 1969, no Rio de Janeiro. At ento, fora "o maior golpe da histria do terrorismo mundial", segundo informa o jornalista Elio Gaspari em seu livro A Ditadura Escancarada. Naquela tarde, a bordo de trs veculos, um grupo formado por onze homens e duas mulheres, todos da VAR-Palmares, chegou manso do irmo de Ana Capriglioni, amante do governador, no bairro de Santa Teresa, no Rio. Quatro guerrilheiros ficaram em frente casa. Nove entraram, renderam os empregados, cortaram as duas linhas telefnicas e dividiram-se: um grupo ficou vigiando os empregados e outro subiu ao quarto para chegar ao cofre. Pesava 350 quilos. Devia deslizar sobre uma prancha de madeira pela escadaria de mrmore, mas acabou rolando escada abaixo. A ao durou 28 minutos e foi coordenada por Dilma Rousseff e Carlos Franklin Paixo de Arajo, que ento comandava a guerrilha urbana da VAR-Palmares em todo o pas e mais tarde se tornaria pai da nica filha de Dilma. O casal planejou, monitorou e coordenou o assalto ao cofre de Adhemar de Barros. Dilma, no entanto, no teve participao fsica na ao. "Se tivesse tido, no teria nenhum problema em admitir", diz a ministra, com orgulho de seu passado de combatente.

"A Dilma era to importante que no podia ir para a linha de frente. Ela tinha tanta informao que sua priso colocaria em risco toda a organizao. Era o crebro da ao", diz o ex-sargento e ex-guerrilheiro Darcy Rodrigues, que adotava o codinome "Leo" e, em outra ao espetacular, ajudou o capito Carlos Lamarca a roubar uma Kombi carregada de fuzis de dentro de um quartel do Exrcito, em Osasco, na regio metropolitana de So Paulo. "Quem passava as orientaes do comando nacional para a gente era ela." O ex-sargento conta que uma das funes de Dilma era indicar o tipo de armamento que deveria ser usado nas aes e informar onde poderia ser roubado. S em 1969, ela organizou trs aes de roubo de armas em unidades do Exrcito, no Rio. Quando foi presa, em janeiro de 1970, o promotor militar que preparou a acusao classificou-a com eptetos superlativos: "Joana D'Arc da guerrilha" e "papisa da subverso". Dilma passou trs anos encarcerada em So Paulo e foi submetida aos suplcios da tortura.


O crebro do roubo ao cofre

Com passado pouco conhecido,
a ministra envolveu-se em aes
espetaculares da guerrilha

Alexandre Oltramari


Antonio Milena
A ficha nos arquivos militares de Dilma Rousseff, hoje ministra das Minas e Energia: s em 1969, ela organizou trs aes de roubo de armamentos em unidades do Exrcito no Rio de Janeiro

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O que isso, companheiros?

No atual governo, h dois ex-guerrilheiros com posto de ministro de Estado. Um o ex-presidente do PT, Jos Dirceu, ministro da Casa Civil, cuja trajetria poltica bastante conhecida. Foi preso pelo regime militar, recebeu treinamento de guerrilha em Cuba e, antes de voltar s escondidas para o Brasil, submeteu-se a uma cirurgia plstica no rosto para despistar a polcia. O outro integrante do primeiro escalo com passagem pela guerrilha contra a ditadura militar a ministra Dilma Rousseff, das Minas e Energia mulher de fala pausada, mos gesticuladoras, olhar austero e passado que poucos conhecem. At agora, tudo o que se disse a respeito da ministra dava conta apenas de que combatera nas fileiras da Vanguarda Armada Revolucionria Palmares, a VAR-Palmares, um dos principais grupos armados da dcada de 60. Dilma Rousseff, no entanto, teve uma militncia armada muito mais ativa e muito mais importante. Ela, ao contrrio de Jos Dirceu, pegou em armas, foi duramente perseguida, presa e torturada e teve papel relevante numa das aes mais espetaculares da guerrilha urbana no Brasil o clebre roubo do cofre do governador paulista Adhemar de Barros, que rendeu 2,5 milhes de dlares.

O assalto ao cofre ocorreu na tarde de 18 de julho de 1969, no Rio de Janeiro. At ento, fora "o maior golpe da histria do terrorismo mundial", segundo informa o jornalista Elio Gaspari em seu livro A Ditadura Escancarada. Naquela tarde, a bordo de trs veculos, um grupo formado por onze homens e duas mulheres, todos da VAR-Palmares, chegou manso do irmo de Ana Capriglioni, amante do governador, no bairro de Santa Teresa, no Rio. Quatro guerrilheiros ficaram em frente casa. Nove entraram, renderam os empregados, cortaram as duas linhas telefnicas e dividiram-se: um grupo ficou vigiando os empregados e outro subiu ao quarto para chegar ao cofre. Pesava 350 quilos. Devia deslizar sobre uma prancha de madeira pela escadaria de mrmore, mas acabou rolando escada abaixo. A ao durou 28 minutos e foi coordenada por Dilma Rousseff e Carlos Franklin Paixo de Arajo, que ento comandava a guerrilha urbana da VAR-Palmares em todo o pas e mais tarde se tornaria pai da nica filha de Dilma. O casal planejou, monitorou e coordenou o assalto ao cofre de Adhemar de Barros. Dilma, no entanto, no teve participao fsica na ao. "Se tivesse tido, no teria nenhum problema em admitir", diz a ministra, com orgulho de seu passado de combatente.

"A Dilma era to importante que no podia ir para a linha de frente. Ela tinha tanta informao que sua priso colocaria em risco toda a organizao. Era o crebro da ao", diz o ex-sargento e ex-guerrilheiro Darcy Rodrigues, que adotava o codinome "Leo" e, em outra ao espetacular, ajudou o capito Carlos Lamarca a roubar uma Kombi carregada de fuzis de dentro de um quartel do Exrcito, em Osasco, na regio metropolitana de So Paulo. "Quem passava as orientaes do comando nacional para a gente era ela." O ex-sargento conta que uma das funes de Dilma era indicar o tipo de armamento que deveria ser usado nas aes e informar onde poderia ser roubado. S em 1969, ela organizou trs aes de roubo de armas em unidades do Exrcito, no Rio. Quando foi presa, em janeiro de 1970, o promotor militar que preparou a acusao classificou-a com eptetos superlativos: "Joana D'Arc da guerrilha" e "papisa da subverso". Dilma passou trs anos encarcerada em So Paulo e foi submetida aos suplcios da tortura.


Dcio Bar
O capito Carlos Lamarca, o maior mito da esquerda armada no Brasil, e Iara Iavelberg, com quem o capito manteve um trrido e tumultuado romance. Com Lamarca, Dilma Rousseff polemizou sobre os rumos da guerrilha, numa famosa reunio realizada em Terespolis. Com Iara, ia praia, falava de cinema, e tornaram-se confidentes

A atual ministra era to temida que o Exrcito chegou a ordenar a transferncia de um guerrilheiro preso em Belo Horizonte, o estudante ngelo Pezzuti, temendo que Dilma conseguisse montar uma ao armada de invaso da priso e libertao do companheiro. Durante o famoso encontro da cpula da VAR-Palmares realizado em setembro de 1969, em Terespolis, regio serrana do Rio, Dilma Rousseff polemizou duramente com Carlos Lamarca, o maior mito da esquerda guerrilheira. Lamarca queria intensificar as aes de guerrilha rural, e Dilma achava que as operaes armadas deveriam ser abrandadas, priorizando a mobilizao de massas nas grandes cidades. Do encontro, produziu-se um racha. Dos 37 presentes, apenas sete acompanharam Lamarca. Ficaram com boa parte das armas da VAR-Palmares e metade da fortuna do cofre de Adhemar de Barros. Os demais concordaram com a posio de Dilma Rousseff.

A divergncia com Carlos Lamarca no impediu Dilma de manter uma slida amizade com a guerrilheira Iara Iavelberg, musa da esquerda nos anos 60, com quem o capito manteve um trrido e tumultuado romance. Dilma chegou a hosped-la em seu apartamento, no Rio. Juntas, iam praia, falavam de cinema, tornaram-se confidentes. Nos trs anos que passou na cadeia, seu nome chegou a aparecer em listas de guerrilheiros a ser soltos em troca da libertao de autoridades seqestradas mas a ao que renderia sua liberdade foi malsucedida. Aos 55 anos, recentemente separada de Carlos Franklin de Arajo, Dilma Rousseff no lembra a guerrilheira radical de trinta anos atrs, embora exiba a mesma firmeza. "Ela uma mulher suave e determinada", diz a jornalista Judith Patarra, autora do livro Iara, que conta a trajetria de Iara Iavelberg (1944-1971). "Quando a vi na televiso, percebi que Dilma continua a mesma. uma mulher espetacular e ser uma sargentona no governo. Ela no mulher de meio-tom", resume o ex-companheiro de guerrilha Darcy Rodrigues.


Com reportagem de Lus Henrique Amaral

CAROS COMPANHEIROS DE FARDA , PENSIONISTAS VOCES JA ANALISARAM ESSA SENHORA NO PODER??? REFLITAM , AVISEM SEUS AMIGOS , CONHECIODS , FAMILIARES E DIGA NO A ESTA SENHORA ...NO VOTE EM SUA DESGRAA AMANH......

3 comentários


lutta comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

22 de Fev. de 2010 às

lutta
Nao vejo outra opçao,o presidente Lula vai transferir os votos para ela,a nao ser que ele a continue dando as entrevista ignorantes que ela da..........o Serra é da mesma linha do FHC que detonou as FFAA..........a soluçao é elegermos gente nossa e depois marcarmos cerrado cobrando atitudes dos que nos elegermos ...........esse é o segredo.............o cara que for eleito por nos nao podera ter um unico momento de paz ,só se for quando estiver planejando algo para nos defender ...........porque esse é o nome defesa.............é assim que nos militares vamos ter que agir de hoje em diante,estar sempre um passo a frente e só se consegue isso atraves de associaçoes reividicando................a Lutta.


lutta comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

22 de Fev. de 2010 às

lutta
Nao vejo outra opçao,o presidente Lula vai transferir os votos para ela,a nao ser que ele a continue dando as entrevista ignorantes que ela da..........o Serra é da mesma linha do FHC que detonou as FFAA..........a soluçao é elegermos gente nossa e depois marcarmos cerrado cobrando atitudes dos que nos elegermos ...........esse é o segredo.............o cara que for eleito por nos nao podera ter um unico momento de paz ,só se for quando estiver planejando algo para nos defender ...........porque esse é o nome defesa.............é assim que nos militares vamos ter que agir de hoje em diante,estar sempre um passo a frente e só se consegue isso atraves de associaçoes reividicando................a Lutta.


OFIMB comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

23 de Fev. de 2010 às

OFIMB
QUALQUER UM MENOS O "PT" . . . . . VOU VOTAR CONTRA O PT . . . . NÃO SUPORTO MAIS ESSE CALHORDAS NO PODER . . . . SE NÃO TEMOS UM BOM CANDIDATO PELOS MENOS TEMOS QUE TIRAR ESSA CORJA DO PODER . . . TUDO MENOS O "PT" . . . .

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