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Fato Relevante

Lulla, está no final Com atendimentos de emergência

Publicado em 03 de Out. de 2014


2564 Visualizações


POIS É, VENHO AVISANDO, AVISANDO, SEM QUE OUÇAM.

Avisei que a bandidagem pretendia atacar policiais (2002) e não me ouviram, que Lulla é um produto de militares esquerdistas, não me ouviram, até me ameaçaram. Avisei de que um membro da ESG prestava acessoria a Hugo Chávez, não quiseram acreditar. Avisei que viria uma enorme seca, e riram. Agora querem esse sujeito, ruím, maldoso, como totem do PT na presidência? O totem Joaquim Barbosa? Ah, vai correr muito sangue, podem esperar.

 

 


Carlos Cunha

Atenção !!!
Fiquem atentos a golpe que esta por vir. Lula esta mal, vem fazendo atendimentos de urgência no Hospital Albert Einstein por causa de seu câncer, e eles já tem pronto para lançar como novo salvador da pátria o famoso JB (Joaquim Barbosa). O promoveram com o circo do mensalão, onde o mesmo nada mais fez do que cumprir sua obrigação, e por sinal muito mal cumprida, uma vez que a cúpula do partido do PT que eram os cérebros do toda operação pegaram as menores penas. Houve promoção de marketing em cima dele com uma suposta ameaça de morte, cuja denuncia ficou vazia e terminou em nada. Para garantir a imagem de salvador da pátria e favorecer os seus cumpanheiros, ele simplesmente antecipou sua aposentadoria e com isso livrou do regime fechado seus amigos do PT, e mesmo assim teve sua imagem de salvador da pátria preservada. Agora a OAB patrocina mais um episódio de promoção de JB para que o mesmo não caia em esquecimento. Não se iludam, ele votou no Lula nos dois primeiros mandatos, mesmo sabendo que Lula é o chefe do mensalão, e votou em Dilma, e muito provavelmente irá votar novamente.

http://www.pragmatismopolitico.com.br/2012/10/joaquim-barbosa-voto-lula-dilma.html

"Votei em Lula e Dilma e não me arrependo", diz Joaquim Barbosa

Joaquim Barbosa, relator do mensalão, diz que Brasil evoluiu sob as gestões de Lula e Dilma e critica a imprensa brasileira: “imprensa e empresariado brasileiro estão nas mãos de pessoas brancas e conservadoras”

O “dia mais chocante” da vida de Joaquim Benedito Barbosa Gomes, 57, segundo ele mesmo, foi 7 de maio de 2003, quando entrou no Palácio do Planalto para ser indicado ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A ocasião era especial: ele seria o primeiro negro a ser nomeado para o tribunal.

joaquim barbosa dilma lula

O ministro Joaquim Barbosa em seu gabinete no STF (Supremo Tribunal Federal), em Brasília

“Eu já cheguei na presença de José Dirceu [então ministro da Casa Civil], José Genoino [então presidente do PT], aquela turma toda, para o anúncio oficial. Sempre tive vida reservada. Vi aquele mar de câmeras, flashes…”, relembrava ele em seu gabinete na terça-feira, 2.

A importância de Frei Betto

Barbosa diz que foi Frei Betto, que o conhecia por terem participado do conselho de ONGs, que fez seu currículo “andar” no governo.

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“Eu passava temporada na Universidade da Califórnia, Los Angeles. Encontrei Frei Betto casualmente nas férias, no Brasil. Trocamos cartões. Um belo dia, recebo e-mail me convidando para uma conversa com [o então ministro da Justiça] Márcio Thomaz Bastos em Brasília.” Guarda a mensagem até hoje.

“Vi o Lula pela primeira vez no dia do anúncio da minha posse. Não falei antes, nem por telefone. Nunca, nunca.”

Por pouco, não faltou à própria cerimônia. “Veja como esse pessoal é atrapalhado: eles perderam o meu telefone [gargalhadas].”

Dias antes, tinha sido entrevistado por Thomaz Bastos. “E desapareci, na moita.” Isso para evitar bombardeio de candidatos à mesma vaga.

“Na hora de me chamar para ir ao Planalto, não tinham o meu contato.” Uma amiga do governo conseguiu encontrá-lo. “Corre que os caras vão fazer o seu anúncio hoje!”

Depois, continuou distante de Lula. Não foi procurado nem mesmo nos momentos cruciais do mensalão. “Nunca, nem pelo Lula nem pela [presidente] Dilma [Rousseff]. Isso é importante. Porque a tradição no Brasil é a pressão. Mas eu também não dou espaço, né?”

O ministro votou em Leonel Brizola (PDT) para presidente no primeiro turno da eleição de 1989. E depois em Lula, contra Collor. Votou em Lula de novo em 2002.

“Vou te confidenciar uma coisa, que o Lula talvez não saiba: devo ter sido um dos primeiros brasileiros a falar no exterior, em Los Angeles, do que viria a ser o governo dele. Havia pânico. Num seminário, desmistifiquei: ‘Lula é um democrata, de um partido estabelecido. As credenciais democráticas dele são perfeitas’.”

O escândalo do mensalão não influenciou seu voto: em 2006, já como relator do processo, escolheu novamente o candidato Lula, que concorria à reeleição.

“Eu não me arrependo dos votos, não. As mudanças e avanços no Brasil nos últimos dez anos são inegáveis. Em 2010, votei na Dilma.”

DE LADO

No plenário do STF, a situação muda. Barbosa diz que “um magistrado tem deveres a cumprir” e que a sociedade espera do juiz “imparcialidade e equidistância em relação a grupos e organizações”.

Sua trajetória ajuda. “Nunca fiz política. Estudei direito na Universidade de Brasília de 75 a 82, na época do regime militar. Havia movimentos significativos. Mas estive à parte. Sempre entendi que filiação partidária ou a grupos, movimentos, só serve para tirar a sua liberdade de dizer o que pensa.”

VENCEDOR E VENCIDO

Barbosa gosta de dizer que não tem “agenda”. Em 2007, relatou processo contra Paulo Maluf (PP-SP). Delfim Netto não era encontrado para depor como testemunha. Barbosa propôs que o processo continuasse. Foi voto vencido no STF. O caso prescreveu.

No mesmo ano, relatou processo em que o deputado Ronaldo Cunha Lima (PSDB-PB) era acusado de tentativa de homicídio. O réu renunciou ao mandato e perdeu o foro privilegiado. Barbosa defendeu que fosse julgado mesmo assim. Foi voto vencido no STF.

Em 2009, como relator do mensalão do PSDB, propôs que a corte acolhesse denúncia contra o ex-governador de Minas Gerais Eduardo Azeredo. Quase foi voto vencido no STF –ganhou por 5 a 3, com três ministros ausentes.

Dois anos antes, relator do mensalão do PT, propôs que a corte acolhesse denúncia contra José Dirceu e outros 37 réus. Ganhou por 9 a 1.

NOVELA RACISTA

Barbosa já disse que a imprensa “nunca deu bola para o mensalão mineiro”, ao contrário do que faz com o do PT. “São dois pesos e duas medidas”, afirma.

A exposição na mídia não o impede de fazer críticas até mais ácidas.

“A imprensa brasileira é toda ela branca, conservadora. O empresariado, idem”, diz. “Todas as engrenagens de comando no Brasil estão nas mãos de pessoas brancas e conservadoras.”

O racismo se manifesta em “piadas, agressões mesmo”. “O Brasil ainda não é politicamente correto. Uma pessoa com o mínimo de sensibilidade liga a TV e vê o racismo estampado aí nas novelas.”

Já discutiu com vários colegas do STF. Mas diz que polêmicas “são muito menos reportadas, e meio que abafadas, quando se trata de brigas entre ministros brancos”.

“O racismo parte da premissa de que alguém é superior. O negro é sempre inferior. E dessa pessoa não se admite sequer que ela abra a boca. ‘Ele é maluco, é um briguento’. No meu caso, como não sou de abaixar a crista em hipótese alguma…”

Barbosa, que já escreveu um livro sobre ações afirmativas nos EUA, diz que o racismo apareceu em sua “infância, adolescência, na maturidade e aparece agora”.

Há 30 anos, já formado em direito e trabalhando no Itamaraty como oficial de chancelaria –chegou a passar temporada na embaixada da Finlândia–, prestou concurso para diplomata. Passou. Foi barrado na entrevista.

DE IGUAL PARA IGUAL

É o primeiro filho dos oito que o pai, Joaquim, e a mãe, Benedita, tiveram (por isso se chama Joaquim Benedito).

Em Paracatu, no interior de Minas, “Joca” teve uma infância “de pobre do interior, com área verde para brincar, muito rio para nadar, muita diversão”. Era tímido e fechado.

A mãe era dona de casa. O pai era pedreiro. “Mas ele era aquele cara que não se submetia. Tinha temperamento duro, falava de igual para igual com os patrões. Tanto é que veio trabalhar em Brasília, na construção, mas se desentendeu com o chefe e foi embora”, lembra Joaquim.

O pai vendeu a casa em que morava com a família e comprou um caminhão. Chegou a ter 15 empregados no boom econômico dos anos 70. “E levava a garotada para trabalhar.” Entre eles, o próprio Joaquim, então com 10 anos.

RUMO A BRASÍLIA

No começo da década, Barbosa se mudou para a casa de uma tia na cidade do Gama, no entorno de Brasília.

Cursou direito, trabalhou na composição gráfica de jornais, no Itamaraty. Ingressou por concurso no Ministério Público Federal.

Tirou licenças para fazer doutorado na Universidade de Paris-II. E passou períodos em universidades dos EUA como acadêmico visitante. Fala francês, inglês e alemão.

Hoje, Barbosa fica a maior parte do tempo em Brasília, onde moram a mãe, os sete irmãos e os sobrinhos. O pai já morreu. Benedita é evangélica e “superpopular”. Em seu aniversário de 76 anos, juntou mais de 500 pessoas.

O ministro tem também um apartamento no Leblon, no Rio, cidade onde vive seu único filho, Felipe, 26. Se separou há pouco de uma companheira depois de 12 anos de relacionamento.

DEVER

Nega que tenha certa aversão por advogados. E nega também que tenha prazer em condenar, sem qualquer tipo de piedade em relação à pessoa que perderá a liberdade.

“É uma decisão muito dura. Mas é também um dever.”

“O problema é que no Brasil não se condena”, diz. “Estou no tribunal há sete anos, e esta é a segunda vez que temos que condenar. Então esse ato, para mim e para boa parte dos ministros do STF, ainda é muito recente.”

Diante de centenas de grandes escândalos de corrupção no Brasil, e de só o mensalão do PT ter chegado ao final, é possível desconfiar que a máquina de investigação e punição só funcionou para este caso e agora será novamente desligada?

“Não acredito”, diz Barbosa. “Haverá uma vigilância e uma cobrança maior do Supremo. Este julgamento tem potencial para proporcionar mudanças de cultura, política, jurídica. Alguma mudança certamente virá.”

MEQUETREFE

O caso Collor, por exemplo, em que centenas de empresas foram acusadas de pagar propina para o tesoureiro do ex-presidente, chegou “desidratado” ao STF, diz o ministro. “Tinha um ex-presidente fora do jogo completamente. E, além dele, o quê? O PC, que era um mequetrefe.”

O país estava “mais próximo do período da ditadura” e o Ministério Público tinha recém-conquistado autonomia, com a Constituição de 1988. Até 2001, parlamentares só eram processados no STF quando a Câmara autorizava. “Tudo é paulatino. Mas vivemos hoje num país diferente.”

PONTO FINAL

Desde o começo do julgamento do mensalão, o ministro usa um escapulário pendurado no pescoço. “Presente de uma amiga”, afirma.

Depois de flagrado cochilando nas primeiras sessões, passou a tomar guaraná em pó no começo da tarde.

Diz que não gosta de ser tratado como “herói” do julgamento. “Isso aí é consequência da falta de referências positivas no país. Daí a necessidade de se encontrar um herói. Mesmo que seja um anti-herói, como eu.”

Mônica Bérgamo, Folha

5 comentários


Jorge

03 de Out. de 2014 às 17:35

Jorge
Prezado Ejose, de acordo com a História do Brasil o primeiro negro nomeado Ministro do STF foi "Pedro Augusto Carneiro Lessa". Da mesma maneira que a história (e até a família de Pedro Lessa) demorou para aceitar publicamente ter sido ele o primeiro negro ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), nomeado pelo presidente – e conterrâneo – Afonso Pena, no dia 26 de outubro de 1907 para a vaga de Lúcio de Mendonça. O segundo negro foi Hermenegildo de Barros. O ministro Joaquim Barbosa, que acaba de anunciar sua aposentadoria, foi o terceiro, mas o primeiro presidente do Supremo. No livro “História do Supremo Tribunal Federal”, da historiadora Leda Boechat, Lessa aparece como o primeiro da pele negra a assumir uma cadeira. Era, nas palavras dela, um “mulato claro”. No documento ‘Memória jurisprudencial Ministro Pedro Lessa”, do STF, ele é tratado como “estudante mineiro de ascendência negra, abolicionista e republicano”. Seu maior inimigo, Epitácio Pessoa, o acusava de disfarçar o corte de cabelo por causa da cor de pele. Espero ter ajudado na sua postagem. Obrigado.

 

 
EJoseA comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

03 de Out. de 2014 às 18:54

EJoseA
Tivemos aqui no Brasil um monte de negros ilustres, cultos; descendentes de negros fizeram histria na literatura, tal como Machado de Assis, mas claro muitssimos outros que promoveram a cultura entre ns. Existe um, que se anteps Ruy Barbosa em famosa polmica sobre alteraes da lngua, e que tal mestre maneira de Houaiss pretendeu que a lngua perdesse as caractersticas originais. Mas retornando s informaes que nos deu, que agradeo, busquei informaes sobre esse digno brasileiro, Pedro Augusto Carneiro Lessa, e pela foto para mim est bem claro que no era negro, e que se tivesse sangue negro em suas veias, j seria bem diluido em virtude de casamentos entre negros e brancos antepassados. E essa uma questo muito especial, que leva a muitas outras, aquela "de quem negro realmente", o que caracteriza um "negro", o que significa "negro", pois encontrei na Bblia (Livro que me muito caro e que respeito muitssimo) que ....'uma nao de muitos rios, de povo moreno, viria a ser a salvadora do planeta...' -a meno mais ou menos essa-, assim tornando a questo em palpitante. Oras, o termo 'negro' ao que saiba advm de 'niger' (do alemo) referindo-se a quem fosse oriundo do antigo Niger (hoje Repblica do Nger) que foi objeto de ocupao comercial da Alemanha (http://pt.slideshare.net/2dot4/trabalho-de-histria-1). Assim o que o termo 'negro' dimensiona, determina, define? Penso que um termo vago, pois em frica existem pessoas de pele escura que no so rabes, existem tambm rabes l residentes a sculos. Ento diremos que o sujeito tal e tal 'africano', mas ele e seus antepassados residem aqui a centenas de anos, alimentam-se com uma culinria sabidamente tpica do Brasil, falam o brasileiro, vestem-se como se vestem outros brasileiros de pele branca. Como ento os caracterizaremos? Como negros? Penso que no, mas simplesmente como....brasileiros, no importando se antepassados de frica, Alemanha, Frana ou qualquer outra nao. Assim essas caracterizaes tal como essa da reportagem que transcrevi..."o primeiro negro", parecem-me nada suts, nada cortezes e completamente infelizes. Eu de minha parte no escondo que se for para partir para briga, desmerecer um sujeito como Joaquim Barbosa (a quem no respeito moral e ticamente) posso at mencion-lo de alguma forma deselegante, pois guerra guerra, e em guerra no h escolha para armas e meios para vencer. Quem sabe se, em reportagens semelhantes, fosse utilizada a frmula...."Pedro Augusto Carneiro Lessa, com alguns antepassados africanos foi um dos brasileiros nomeados para o Supremo Tribunal Federal....! fosse mais precisa e justa?


Ellen

03 de Out. de 2014 às 17:45

Ellen
Eu nunca me iludi com os "salvadores da Pátria", por isso nunca votei em demagogos analfabetos cachaceiros preguiçosos de sindicatos, podem até se embrulharem em terninhos que não me enganam, quem abandona a luta no meio do caminho é ordinário e sem caráter, nessa de Joaquim Barbosa também não caio não... O mundo está emburrecido e alienado mesmo, pois coloca sua vida na mãos dos mais ordinários, e essa conclusão foi quando exaltaram um candidato nos EUA só por causa da cor e não pelo conteúdo. Esta é a conclusão de uma trabalhadora que ajuda a levar este País nos lombos.

 

 
EJoseA comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

03 de Out. de 2014 às 19:07

EJoseA
Eita, dona Ellen, apreciei seu comentrio, especialmente o ....'uma brasileira que ajuda este Pas nos lombos', que alis bem verdadeiro para qualquer brasileiro decente, correto, pelo Bem Comum. Coisa diferente o que acontece com polticos brasileiros, que "ajudam" este Pas levando dinheiro na cueca, em mensales.


natking comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

03 de Out. de 2014 às 18:13

natking
Bem, que Lula não está bem sabíamos, mas não ao ponto de ele estar nas últimas. Quanto ao JBarbosa, será que não estão querendo desconstruir sua pessoa? Tenho minhas dúvidas.

 

 
EJoseA comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

03 de Out. de 2014 às 19:02

EJoseA
Senhor Natking, se se expuser verdades, expresses de pessoas, declaraes, 'descontruir' algum, para mim isso novidade. Desconstruir algum com mentiras, uma coisa, outra expor publicamente declaraes que lanam luz sobre os pensamentos mais ntimos de quem as fez. Mas evidente, que eu e muitos outros que sabemos do que Joaquim Barbosa pensa, o que expressou, temos avidez em divulgar tais informaes, na tentativa de 'acordarmos' muitos que ainda vivem na penumbra de uma hipnose coletiva, acreditando em Papai Noel, Coelhinho da Pscoa.

 

 
natking comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

03 de Out. de 2014 às 19:37

natking
Sr Jos, esquea Joaquim Barbosa, ele agora um cidado comum. A OAB at negou seu registro para ter a carteira de advocacia. Ele nunca disse querer ser Presidente da Repblica. Saiu do STF por no concordar com a palhaada que o PT. Ele lutava sozinho contra o PT. Pergunto: No foi melhor ele ter sado do que fazer como nossos 3 cmts que no fazem nada para nos ajudar e tambm no pede para sair? Quem queria JB para Presidente foi o povo. Assim como queriam o Jair Bolsonaro, Gal Heleno....Quando dizem: -No precisamos de salvador da ptria e ao mesmo tempo dizem: -s as FA podem mudar o Brasil. Ento as FA sero as salvadoras da ptria.


MARMOSILVA-RIO comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

03 de Out. de 2014 às 18:47

MARMOSILVA-RIO
Uma eleição sem debate e programa de governo. Prezados amigos e pares das casernas, após o fiasco do debate de ontem que mais me pareceu discussão de porta de bar e botequim, sobre FLAXFLU, venho deixar a minha opinião direta e objetiva. Gostaria de afirmar que o único candidato que por incrível que possa parecer falou abertamente em favor das Forças Armadas, foi o Levy Fidelix do PRTB, quando defendeu os valores éticos e morais da família e da triste situação dos jovens em meio às drogas, foi quando levantou a questão de proteção das nossas fronteiras pelas Forças Armadas, quando cobrou salários justos em favor dos militares das Forças Armadas e ainda criticou o sucateamento do aparelhamento militar, provocadas pelo descaso e perseguição neurótica do governo do PT, que nada faz para coibir a entrada de armas e drogas no país pelo abandono ao policiamento das fronteiras. Os embates pareceram quadros humorísticos do Sai de Baixo, sinceramente se até ontem eu estava preocupado com o destino desta nação, a partir de hoje, bateu uma angústia, após a veneração do candidato Aécio Neves ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o pai da LRM 2215 que aviltou os salários da família militar e acabou com todas as justas vantagens que nós militares conquistamos ao longo da história deste país, ou seja, uma vingança maquiavélica que não deve ser esquecida por nós militares, mesmo sendo o candidato do PSDB eleito pelo voto militar. Retirar o PT do poder é questão de honra e de sobrevivência da democracia e liberdade do povo brasileiro, mas requer uma cobrança rigorosa de cada um de nós e um ultimato ao possível vencedor do PSDB ou PSB, caso vá para o segundo turno. Quanto à candidata do PSB, ainda não estou convencido de que ela possui uma ideologia democrática e Republicana, e que vá tratar a soberania nacional deste país como algo necessário e urgente e não pela via ideológica, fascista, socialista e marxista. Quanto aos demais dispenso comentários, como bem disse a candidata do PSB, a atrapalhada e desestabilizada candidata do PT ainda não entendeu que um debate não é uma briga de rua ou discussão de condomínio, suas respostas foram todas desviadas do objetivo das perguntas e do interesse do povo, não se responde uma pergunta com outra, ou se presta esclarecimento em defesa de seus fracassos em não coibir a corrupção perniciosa instaurada no país e consolidada em seu governo, isso é fugir da responsabilidade exigida pelo debate, onde um candidato precisa dar as respostas convincentes, esclarecedoras e transparentes à nação que governa. A Corrupção e o saque do erário público foram pouco explorados pelos candidatos e as regras do debate evitou essa exploração. Minha crítica esta fundamentada em poucas oportunidades de debates na televisão brasileira ao longo de uma imensa e tensa campanha de eleição e sucessão presidencial. Organizar debates ao apagar das luzes e restringir esses fatos em apenas uma ou duas emissoras de televisão é defender o modelo totalitário, apátrida, fascista e corrupto que tomou conta do nosso país. Sobretudo, hoje, não temos um candidato limpo, isento idôneo, patriota, preparado, comprometido com os interesses da nação e do povo brasileiro. Estamos sem opções, e o nosso voto de repúdio ao governo do PT, pode ser um outro tiro no pé, sinceramente, só Deus para nos devolver esta nação, algo muito sério precisa acontecer ou ser feito, pois não vejo saída pelo voto popular de um povo despolitizado e sem espírito cívico-patriota, isto sem falar das reprovadas urnas eletrônicas e manipuladoras. O Brasil clama por socorro, porque, o povo não vota com consciência, mas vota pela barriga e pelo teto, isso é regredir aos tempos da colonização e escravidão. Estamos no século XXI e não vivemos mais por um prato de comida e por uma senzala para cobrir a cabeça e dormir, e ter que pagar com um cruel e penoso dia de trabalho escravo no canavial, porque, é assim que o povo brasileiro tem vivido e trabalhado, como escravos! As cidades viraram nossos canaviais, e os políticos nos açoitam todos os dias com seus desmandos e omissões, e nós, nos contentamos com o pagamento de um prato de comida entregue pelo governo fascista do PT a aqueles que nada produzem, mas que são pago pelos brasileiros que trabalham duro o ano inteiro, para que os beneficiados do cheque cidadão possam comer e ter um teto simples e limitado por meio do programa minha casa minha vida pago por cada um de nós, verdadeiros trabalhadores deste país. É isso que nos oferecem, somos escravos de um sistema, nossas cidades, comunidades e casas viraram nossas senzalas, pela insegurança pública, pela péssima qualidade de vida, injustiça social, desumana distribuição de renda, enquanto nossos governantes e políticos vivem como imperadores de um Império, defendendo o poder pelo poder, se transformando em nossos Senhores de Engenhos, defendendo seus capangas como os do mensalão e ainda usando o nosso dinheiro para saltá-los e premiar os filhos de bandidos presos, com o bolsa presidiários, com um teto R$ superior ao do salário mínimo pago ao trabalhador honesto e cidadão de bem. Que país é esse que aposenta o pior bandido e criminoso e concede ao seu filho uma aposentadoria de bandido fazendo escola de xyzwhijps, em contrapartida, punindo o filho do cidadão de bem, com qualquer bolsa, qualquer coisa ou pra ser mais exato, criando uma política onde o governo busca fazer da sua obrigação uma ação de caridade, criando uma dependência social ao invés de proporcionar qualidade de vida e independência social aos jovens e demais cidadãos deste país, com justiça social, educação, emprego, segurança pública, liberdade de expressão e de ir e vir. Será que o Brasil deixou de ser uma grande senzala e nós seus escravos? Enquanto apenas 8% deter 80% das riquezas deste país, não deixaremos de ser escravos, nada do que fazem, vai além de suas obrigações, e isso não os concede o direito de ser nossos Senhores e nós suas propriedades nas Urnas, pois, se compram os nossos votos somos suas propriedades nos leilões eleitoreiros. Pensem nisso! Qual o candidato que possui o perfil para mudar esse quadro, passando a segurança de que precisamos? Não temos oposição neste país, não temos imprensa isenta e autônoma nesse país, não temos educação política nesse país, não temos civismo nesse país, não temos patriotismo e brasilidade nesse país, não temos defesa da soberania desse país, não temos transparência nesse país, não temos poderes constituídos e atuantes nesse país, não temos punição a criminosos nesse país, não temos democracia nesse país, não temos exemplo a ser seguido nesse país, será que temos um país ou vivemos dentro de uma senzala? Ou será tudo feito a casa da mãe Joana? Que Deus possa nos iluminar e nos dar o discernimento sobre o que fazer após o dia 05 de Outubro de 2014. Viveremos sobre a síndrome do dia Seguinte, pois o que está aí não pode ser mudado de imediato, seja qual for o resultado e o escolhido (a), mas rogo que consigamos retirar esse câncer chamado PT do poder, os demais males serão tratados na UTI da sociedade brasileira, qualquer sequela dessa doença petista ainda será melhor do que continuar cancerígeno e morrer aos poucos a cada dia. É Melhor ficar na UTI e buscar a cura do que morrer pelo vírus comunista. O Brasil esta em coma sócio-político e precisa sair deste quadro. Sem mais, um forte abraço a todos e creio que qualquer escolha será melhor do que dar continuidade ao quadro alarmante e apátrida em que se encontra a condução deste País. “O BRASIL ESPERA QUE CADA UM CUMPRA COM O SEU DEVER. VOTE CONSCIENTEMENTE!” “ Att. MARMOSILVA-RIO

 

 
EJoseA comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

03 de Out. de 2014 às 19:06

EJoseA
isso ai, MarmoSilva-Rio, falou e disse. De minha parte, reafirmo o que tenho escrito diariamente no Facebook, em comentrios de veculos da midia, de que o melhor caminho para restaurarmos o Progresso com Ordem, colocar ordem no galinheiro, Interveno Militar, agora, j, com um presidente civil 'dspota esclarecido', mas nunca o Joaquim Barbosa. Parabns, senhor MarmoSilva-Rio.

 

 
Ellen

03 de Out. de 2014 às 20:02

Ellen
MarmoSilva, identifico-me muito com voc nesta sua anlise. Cheguei a concluso que o Brasil s tem sada: Interveno Militar!Se a teremos? uma incgnita... estou esperando, mas se no vir, tudo bem, acredito mesmo na formao moral que meus pais me deram e nesta altura do campeonato, nem isto, ou seja, a interveno militar, j no me importa mais sabia? muita expectativa e adrenalina pura. Cansei... Nesta minha luta, percebi que muitos ainda esto distrados, at dentro do circulo de amizades percebo aquele olhar censura: "coitada, est maluca" - ao tentar adverti-los sobre nossa realidade... e a recproca a eles verdadeira! E isto me faz ter constantes pesadelos, acordo com palpitaes porque vai ser muito triste meus amigos perceberem a realidade que est bem prxima batendo as portas. Sabe, sempre venho aqui no Portal Militar como quem busca por arrego, busco meus semelhantes, encontro aqui meu osis para repousar.

 

 
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03 de Out. de 2014 às 21:53

EJoseA
Dona Ellen, no ser decepcionada. H muita gua correndo por debaixo da ponte, ou tal como os gachos 'coisas acontecendo debaixo do poncho'. Mesmo que Dillma ganhe, tenha certeza, no leva. Digo-lhe que ter muitas surpresas, boas algumas, outras nem tanto, pois uma convulso civil inevitvel, pois os das bolsas criminosas, os do MST, os de faces religiosas ligadas bandidagem, trfico, no se aquietaro, mas foras do Bem, claro tero que agir para colocar o galinheiro em ordem, para o Progresso com Ordem retornar. No demora muito no; as senhoras, mulheres que tero papel preponderante, pois a marmanjada est temerosa, inquieta, mas preocupada com a segurana da famlia, ento as senhoras tero que fazer como se faz com um carro enguiado, dar o 'empurro', para o 'carro pegar', se no, no. Se no, a marmanjada continuar a s reclamar. Ento tero que lhes dar coragem e incentivo, empurra-los para a ao.


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03 de Out. de 2014 às 19:17

EJoseA
Um esclarecimento essencial: O título da postagem no blog tal como escrevi, era: Lulla, está no final? Com atendimentos de emergência?, mas infelizmente com a mania dos mantenedores do portal em serem censores, determinarem a vida alheia, como escrever, criando normas próprias (coisa bem autoritária por sinal, coisa bem petista comuno/socialista), quando publicado, foi publicado sem os pontos de interrogação, então de: Lulla, está no final? Com atendimentos de emergência? foi para: Lulla, está no final Com atendimentos de emergência. Na realidade, Lulla está malito mesmo, bem mal até, podem constatar em fotos de comícios onde aparece todo progegido por terno escuro, chápeu, quando outros ao lado estão com camisetas. Aproveitem também para verificarem a face dele, muito, muito envelhecida, sofrida.


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