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General Villas Boas admitiu que situação salarial não mudará

Publicado em 18 de Mai de 2018


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Villas Bôas diz esperar que próximo presidente melhore remuneração dos militares

 
 
 
 
 
Sobre situação salarial das forças armadas, o General Villas Boas admitiu que o atual Governo nada fará pela situação salarial vexatória da tropa, claro eram promessas vãns, e a confirmação de que todo político é igual, todos eles detestam os militares, todos eles são mentirosos!
 
 
 
 
Resultado de imagem para soldoEstadão Conteúdo
O comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas, afirmou esperar que o próximo presidente da República melhore a remuneração dos militares. Ele citou também a previdência. "Esperamos que haja uma recuperação remuneratória e também as questões relativas à previdência. E, de uma maneira geral, de um patamar orçamentário que garanta a manutenção da operacionalidade da Força", disse o general no programa "O Comandante Responde", publicado nos canais do Exército na internet.
Villas Bôas afirmou que a Força não tomará partido nas eleições. "O Exército é uma instituição politicamente neutra e apartidária. O nosso posicionamento se baseia sempre nos interesses nacionais - no respeito à lei e nos valores patrióticos", disse ele.
No entanto, ele destacou a importância da discussão sobre a Defesa nacional na campanha e pediu apoio para iniciativas militares estratégicas. Os projetos citados foram o Sisfron (de vigilância das fronteiras) e iniciativas de defesa cibernética: "São projetos de longo prazo que necessitam de continuidade. Por isso, o Exército conta que se desenvolvam políticas que garantam estabilidade orçamentária".
Para o comandante, os grandes desafios do Exército neste ano são a intervenção federal no Rio de Janeiro e a operação em Roraima que presta apoio logístico e humanitário aos imigrantes que chegam no Brasil.
A Tarde/montedo.com

bandeira

 

jungmamm

7 comentários


Abreuhomem

18 de Mai de 2018 às 18:13

Abreuhomem
Até que enfim o nosso Ilustre General descobriu, ainda bem, por isso vamos ficar atentos.


Osman Do Rosario

18 de Mai de 2018 às 18:26

Osman Do Rosario
Interessa aos políticos atuais manter frágil as forças armadas por representarem o fiel da balança no caos instalado na direção da Nação, militares despreparados, mau equipados não ameaçam essa corja que depenam os cofres públicos. Sr. General a organização que mantém a ordem com dificuldades é composto por seres humanos que colocam as suas vidas a disposição do trabalho e junto arrastam os seus familiares e nada justifica deixar por conta somente dos políticos decidirem o que fazer ou não fazer com os salários o empenho esperado pela tropa tem que vir dos comandantes os senhores vivem na caserna e sabem a situação crítica que vivem os seus comandados que acaba refletindo no comportamento e no desempenho dessas pessoas e o resultado está aí em todos os jornais noticiando crimes de toda a ordem em todo o País gerando insegurança, descontentamento, decepção e desânimo pelos cidadãos do bem, só cego não vê que a guerra está declarada e os inimigos são conhecidos, faltam ações para melhorar a vida e limpar a sujeira que dominou a Nação.


Abraão Gomes Alves

18 de Mai de 2018 às 19:03

Abraão Gomes Alves
Não fez nada pela tropa e espera que um cívil que não conhece as nossas necessidades faça alguma coisa. É responsabilidade do Comandante e não de políticos buscar o bem estar dos subordinados. Creio que em sociedades mais civilizadas um Comandante de Força que não cumpriu com sua palavra junto à tropa, dignamente, entregaria o cargo. Mas, aqui, com toda naturalidade, transfere-se as atribuições para outros. Esse é o nível dos nossos chefes militares. O medo, a omissão, a indiferença e o despreparo dessa gente levou a família militar a essa tragédia salarial. Não tem sequer a coragem moral de fazer um mea culpa. "Não abandonarei meus comandados no campo de batalha". Lembram-se? Estamos lascados.


João Mario

19 de Mai de 2018 às 10:40

João Mario
E se o próximo presidente for igual aquele que deu o presente de grego a MP 2215/2001? Aí estaremos no mato sem coelho e "caxorro". Que vergonha, o MD comunista prometeu e não cumpriu, são coisas de esquerdistas que "amam e idolatram", as Forças Armadas e elas acreditam, só lembrando, o que deu migalhas como aumento e ainda corre o risco de ser novamente nosso algoz. Tamos lascados.


Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

19 de Mai de 2018 às 13:51

Avassalador
Pior é perceber que o general demostrou aceitação e em nenhum instante demostrou frustração com o anúncio. Lamentável.


Amiel Ballistra

19 de Mai de 2018 às 15:08

Amiel Ballistra
Em comentário anteriores citei leis, decretos-leis, decretos emitidos entre 1964/1985 pelos Presidentes Militares. Salvo o escalonamento vertical artigo 148 da lei 5787/72 - (General Médici) todos os outros, Presidentes ou Ministros só procuraram dificultar a vida da tropa, de Coronel para baixo. Oficiais Generais, das 3 Forças são como "rolhas" ou "abafadores". Só sabem por panos quentes. Os únicos que acredito poderiam atuar de maneira mais ponderada seriam os Coronéis e Mar-e-Guerra. Nem para se posicionar em favor do auxílio invalidez, o General cadeirante se mostrou disponível. Merece ser classificado dentre os "zé ruelas".


Amiel Ballistra

20 de Mai de 2018 às 11:12

Amiel Ballistra
Conselho dos EUA. Desgastar as FFAA brasileiras. Processo de privatização, iniciando com contratação temporária de profissionais nos quadros de serviços - burocratas, médicos, enfermeiros, etc. Não haverá o caso de estabilidade no emprego, mas, em caso de dispensa, receberão o FGTS. Poderão permanecer em atividade até se aposentarem pelo INSS com a opção de acumular esta aposentadoria com uma previd|ência complementar. O pessoal combatente será formado em escolas e academias, continuará regido por estatuto próprio, e serão considerados força auxiliar do ARMY, USAF e NAVY. ////////// Encontramos nos meios militares, médicos, enfermeiros, motoristas, professores, uns civis e outros militares. Desempenham as mesmas funções, mas recebem salários diferentes. ////Plantão na Ortopedia; hoje, o dr. Serafim, civil, salário R$6.000,00---amanhã, o dr. Finserá ,Capitão, salário R$10.000,00. //// Comparem os salários de um civil e de um 3º Saregento, ambos motoristas de um Oficial General. Não encontrei isto nas polícias militares, que se apresentam melhor organizadas que as Forças Armadas.


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