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31 de março de 1964 - parte 12

Publicado em 31 de Mar de 2019


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31-03-2019   -   31 DE MARÇO DE 1964    -    PARTE 1/2

 


          Completam-se hoje 55 anos desde que os militares tomaram o poder no Brasil, em 31 de março de 1964. O regime (ou ditadura) militar durou 21 anos, de 1964 a 1985. Foi um mal necessário.


          Vejamos uma breve introdução a respeito da história, para situar a data no contexto geral.


          Infelizmente, ou felizmente, iremos adentar num suposto desvio de foco, mas que no fim tem relação total com o que acontece. É um resumo extremamente superficial e relâmpago do conteúdo geral do nosso próximo livro.


          Como sabido, por quem tem conhecimento, o Universo tem bilhões de anos e o planeta tem supostos 4,5 bilhões de anos. A história começou há muito tempo.


          Com centenas de bilhões de galáxias, a Terra não é o único planeta habitado evidentemente. A física, a química, a biologia, a engenharia e a matemática avançaram a tal ponto que demonstraram que a chamada "vida material" não é tão material como se pensa. Ou nem um pouco.


          Como sabido por quem tem conhecimento, o Universo tem várias dimensões, sendo a na qual estamos imersos apenas uma delas. A chamada vida espiritual é uma realidade não religiosa, mas física e química. As provas desta realidade abundam por toda parte, desde sempre. No próprio "mundo espiritual" várias são também as dimensões, só sendo cada qual acessível para aqueles que estão desenvolvidos moral e intelectualmente num patamar adequado e compatível.


          O objetivo da existência é a evolução moral e intelectual, rumo à felicidade, que é algo simples.


          Como sabido por quem tem conhecimento, a vida continua após a morte, nas dimensões espirituais.


          Como sabido por quem tem conhecimento, a vida na Terra tem ciclos, que alguns chamam de eras. Em cada ciclo uma civilização se forma e chega ao auge, desaparecendo no caso de fracasso na evolução conjunta. A fase atual vivida pela Terra é o auge deste processo, um ponto de inflexão, onde o desenvolvimento tecnológico se torna incompatível com a evolução moral média das pessoas, surgindo então a guerra e a destruição.


          Este ponto de inflexão é comum em vários lugares e épocas, sempre se forma um impasse intransponível entre tecnologia/conhecimento e evolução moral. Nesses momentos, vem a ruína completa e o desaparecimento das civilizações, fechando-se o ciclo da vez. Os poucos selecionados, aqueles que passam pela "porta estreita", adquirem o direito de renascer em lugares que conseguiram por milagre ultrapasar este ponto intransponível.


          Como sabido por quem tem conhecimento (seja ele adquirido por meio de contatos com as outras dimensões, o que se chama mediunidade, seja ele adquirido por meio do estudo dos próprios elementos materiais históricos que provam a realidade), a Terra já teve civilizações mais avançadas do que a atual e que fracassaram, pelo mesmo motivo: o impasse.


          Dentre algumas das eras que passaram, tivemos a civilização de Mu, a civilização da Lemúria e a civlização da Atlântida. Esta última desapareceu há pouco mais de 10.000 anos. Construções monumentais e enigmáticas no mundo inteiro, alinhadas geometricamente numa precisão assombrosa e só possível com os instrumentos tecnológicos da atualidade, como visto nos vídeos abaixo, são a prova de que uma civilização mais avançada do que a atual existiu há pouco tempo, num mundo globalizado.


          Pirâmides enigmáticas repletas de códigos de física e astronomia estão espalhadas no mundo inteiro. Construções e monólitos astronomica e geograficamente alinhados pelo mundo inteiro são a prova viva de que o mundo já foi globalizado, já existiu (pelo menos) uma civilização mais avançada do que a atual. Esta civilização tinha os mesmos conhecimentos espirituais da atual, mas a realidade espiritual das outras dimensões era conhecida como física comum, sendo a estrutura vetorial de ligação entre esta dimensão e as demais codificada nos vários monumentos (veja com o médium e físico Nassin Haramein abaixo). Sítios arqueológicos como Nabta Playa (veja abaixo), contém estruturas de pedras cujo alinhamento indica a posição das estrelas indicativas da precessão dos equinócios antes do nascer do Sol, para o ciclo completo de 26.000 anos, incluindo as distâncias em anos-luz da Terra até as respectivas estrelas.


          A predecessão dos equinócios faz a Terra ter ciclos também, ciclos de 26.000 anos, nos quais metade do tempo a África permanece com vegetação e metade permanece em deserto, razão pela qual marcas de erosão devida a escoamento de água indicam a idade da esfinge na Pirâmide do Egito. O alinhamento da esfinge marca a posição do equinócio na época de sua construção.


          Um cataclismo destruiu quase por completo a última civilização, reduzindo a zero o estágio de evolução. Uma nova era começou há pouco mais de dez mil anos. Começou do zero. As construções de pedra históricas remontam a mais de dez mil anos e algumas a dezenas de milhares de anos, não são obra da civilização mais recente.


          A cultura, a grafia, a matemática e o conhecimento em geral só voltaram a aflorar de forma grandiosa como hoje por volta do ano 4000 a.C., com os  Sumérios. Milhares de tábuas de barro contam a história de uma civilização tecnologicamente avançada que chegou à Terra e fez experiências genéticas com o fim de formar seres inteligentes animais que servissem de escravos, surgindo então a raça humana como hoje conhecida. Dessas tábuas saiu a mitologia grega inteira, que era a história de deuses que tinham comportamento humano, eram os extra-terrestres que habitavam a Terra e fizeram a engenharia genética para construir um povo escravo. Quanto mais se estuda as evidências mais se conclui tudo isso ter acontecido, o que soa completamente absurdo para quem toma contato inicial com as evidências separadas do contexto. A história contada na Bíblia Sagrada a respeito da pré-história, do dilúvio, de Adão, de Noé, da gênese, etc., é cópia de cerca de 5% da história contada nas tábuas de barro encontratas numa biblioteca da antiga Suméria.


          A Bíblia Sagrada é a história do povo judeu, contada por anônimos, e é repleta de eventos supostamente sobrenaturais, em que se mistura um pouco do poder tecnológico das antigas civilizações (como a história da arca da aliança) e um pouco de mediunidade, sempre as coisas se sobrepondo e tornando ininteligíveis, inacreditáveis ou absurdas para quem lê. Lá se tem a história de Sodoma e Gomorra, onde supostamente houve uma guerra nuclear que deixou vestígios de explosões atõmicas nas pedras do local. A batalha era produto de desavença pessoal entre os seres de outro planeta, os "deuses do Olimpo" da mitologia grega, evento contado nas tábuas de barro da Suméria e replicadas na Bíblia Sagrada.


          Dentro do contexto das várias dimensões, há uma programação espiritual onde tudo já é sabido de antemão, como conta o médium Laércio Fonseca, no vídeo abaixo.


          Assim, era sabido que um mensageiro viria à Terra para ensinar as pessoas a razão da existência, era Jesus Cristo. Sua vinda à Terra era algo programado com milhares de anos de antecedência, algo comum. Por esta razão, o povo do lugar onde ele nasceria teve o costume de contar a própria história em papiros, que depois de mais de dois mil anos formaram o chamado Velho Testamento da Bíblia Sagrada. Jesus Cristo nasceu e sua vida e sua mensagem foram contadas em um livro que já tinha uma tradição de mais de dois mil anos, eternizando-se. Nasceu no período da "pax romana", em que o Império romano estava no auge, depois de 750 anos de existência, o que facilitou a propagação da mensagem por todo o mundo, pois as tribos de Israel pertenciam ao Império Romano, que abrangia a maior parte das terras povoadas de então, formando também a base da língua de vários países na Europa e na América, o latim, fazendo a mensagem ser propagada pelo mundo inteiro e para sempre, numa era em que a imprensa ainda não existia (só surgiu em 1450) e nem a internet.


          A razão de a Bíblia Sagrada começar a ser escrita é que milhares de anos depois nela seria contada e eternizada a história de Jesus Cristo. Não passou um século desde o início em que pelo menos um evento espetacular ligado à antiga tecnologia ou à mediunidade deixassem de acontecer. Eram os chamados profetas (o profeta não é o médium em si, mas quem passa a mensagem, mas a este tempo as coisas se confundiam). A vinda de Jesus Cristo foi profetizada vários séculos antes, tal como fez também Nostradamus, no século XVI, com suas Centúrias, onde mensagens cifradas a respeito de acontecimentos cruciais dos próximos cinco séculos estavam escritas, como o surgimento de Hitler, a II Guerra Mundial, Napoleão Bonaparte, a queda do World Trade Center em 2001, por exemplo.


          Confira então os vídeos desta parte.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

          A mediunidade sempre existiu e a Bíblia Sagrada é repleta de eventos em que ela se manifesta, que são supostamente ininteligíveis. A mediunidade é o contato das pessoas vivas com as pessoas supostamente mortas, os espíritos. São célebres os exemplos: Madame Blavatsky, Edgar Cayce, Chico Xavier, Allan Kardec, Nostradamus, Isaías, Moisés, etc. Vários destes médiuns falaram sobre a existência de civilizações antigas mais avançadas do que a atual e que pereceram, por terem atingido uma fase de impasse como a atual, em que o desenvolvimento tecnológico avançou exponencialmente, mas as pessoas continuaram iguais.


          Após a última vez em que a civlização foi dizimada, como aconteceu com a Atlântida, tudo começou do zero, incluindo a democracia e o Estado. Dominava quem impunha a força, no ambiente de anarquia. Como o território era vasto e a civilização, pequena, alguns povos viviam isolados, sem se submeter ao jugo de invasores.


          Com o aumento do número de pessoas, o estado de natureza de que falou Rousseau foi se tornando uma anarquia violenta, surgindo então os primeiros impérios, que eram territórios dominados pelo poder real. Quem juntasse armas detinha o poder, que era imposto pela força.


          Séculos se passaram até que rudimentos de democracia e de Estado surgiram, chegando-se mais tarde a uma evolução, a democracia direta, o Estado, na antiga Grécia e na antiga Roma. Apesar disso, cada Estado agia como se fosse um Império, nada respeitando ao redor, sempre invadindo territórios para aumentar a posse.


          Quando o Império se tornou grande demais, no início do primeiro milênio depois de Cristo, tornou-se inadministrável, como os Estados corruptos de hoje em dia. A invasão de bárbaros foi dilacerando e desmilingüindo o Império Romano, destruindo-o por completo e iniciando-se a chamada Idade Média, um período em que a anarquia era tão grande que cada vilerejo constituía um feudo, uma fazenda cercada de bárbaros animalescos, como uma favela carioca atual.


          O surgimento da técnica de impressão tipográfica em 1450 possibilitou o surgimento da imprensa e da expansão da literatura, trazendo um Renascimento e um avanço tecnológico exponencial, pois o conhecimento passou a poder ser espalhado em grande escala, num ambiente em que quase todo o povo era analfabeto.


          Os reinos voltaram a se formar, pondo-se fim à Idade Média e à anarquia reinante. O poder era imposto à força, pelo mais forte, formando-se dinastias monárquicas e uma casta social de elite, eram os nobres, que eram os parentes e amigos do Rei e mais os ricos da sociedade, que comprovam ou ganhavam seus títulos.


          O sistema econômico era capitalista, quem criava e produzia vendia e ganhava. O Reino cobrava os tributos e o povo usufruía do avanço do comércio e da indústria. A escravidão, até este tempo, era algo legítimo e normal, mas valia para os capturados em guerra e os escravos comercializados, como no caso dos negros.


          Pouco tempo depois veio a revolução industrial (máquina a vapor, eletricidade, metalurgia, tear, telégrafo, etc.). Começou a era da produção industrial em massa. Não havia regras trabalhistas e o operário trabalhava quase como um escravo.


          O poder real, que na Idade Média foi minado pelo avanço do poder eclesiástico (da Igreja), com o avanço tecnológico exponencial, retomou sua magnitude, tornando-se absolutista. Era o tempo de Luís XIV, na França, que disse: "O Estado sou Eu".


          Surgia então, com Roussseau e outros revoltados, o comunismo, que era a idéia de o povo, a plebe, se reunir e tomar do Rei o poder, sendo os bens todos distribuídos e a produção industrial estatizada. O povo, depondo o Rei, se apossaria de tudo. A economia passaria a ser planejada e não haveria liberdade de empreendimento. Todos seriam controlados pelo povo e a produção industrial seria igualmente repartida entre todos. O movimento era uma reação contra o poder absolutista do Rei, que era produto do estado de natureza ainda reinante, pois nenhum direito natural legitimava o poder real, apenas a força. E era uma reação à exploração capitalista em que escravos trabalhavam nas fazendas e os operários na indústria tinham uma vida análoga à de escravo, sem quaisquer direitos trabalhistas.


          Embora existissem reinos, a este tempo já havia parlamentos, formandos por integrantes da Corte. Na França, os que se sentavam à esquerda representavam o interesse dos pobres e os que se sentavam à direita representavam os interesses dos ricos. Surgiu aí a dicotomia direita/esquerda na política.


          Os parlamentos representavam uma mitigação do poder real, pois os fazendeiros e industriais constituíram um poder econômico que fazia frente ao poder real, que era produto apenas da força e dos tributos. No caso do Brasil, por exemplo, havia a chamada "Dinastia da Casa da Torre", que desde 1549 amealhou um patrimônio imenso, com mais de cem fazendas que ocupavam 10% do território nacional. A dinastia seguiu e quando a rainha chegou ao Brasil em 1808, fugindo de Portugal a ser invadida por Napoleão, encontrou aqui a Dinastia e teve de ceder. Começou aí a concessão de mais de mil títulos nobiliárquicos: os condes, marqueses, barões, viscondes, etc. O primeiro a ser agraciado era o membro da Dinastia da "Casa da Torre". A este tempo, por falta de herdeiros, um ramo bastardo a sucedeu, o grupo "Pires de Carvalho e Albuquerque". Esta elite era tão ou mais poderosa do que o Rei.


          Na França o mesmo se dava e em 1789, numa revolução sangrenta em que membros da Corte seguiram para a ghilhotina ou para a forca, o povo se reuniu e depôs o Rei. A força bruta, do povo inteiro, se opôs à força real. Não havia legitmidade ou direito algum que justificasse o poder real, que havia se imposto pela força. E pela força foi deposto. Apesar disso, não se estabeleceu uma democracia completa, vivendo o país ainda décadas de turbulência até o século seguinte. O sistema, apesar disso, continuou sendo capitalista.


          O Rei tomou o Brasil dos índios. Os oligarcas republicanos tomaram o país do Rei. Os comunistas queriam tomar dos oligarcas o poder, mas apenas para trocar o dono do trono, em pura vigarice.


          Na Rússia, em 1917, o Czar (ou Rei) foi deposto pelo povo, numa revolução sangrenta, como a francesa de 1789. Mas o sistema real absolutista e capitalista foi substituído pelo comunismo. Foi a revolução comunista de 1917 (para se ter uma noção da atualidade dos fatos, a avó do editor nasceu em 1909 e morreu em 2009, aos 99 anos). Surgiu o primeiro comunista vigarista da história que chegou ao poder, Josef Stálin. Na prática o que aconteceu foi apenas uma troca de Rei. Stálin ficou como presidente da Rússia (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas) de 1917 até sua morte em 1953, mostrando que o Império acabou e no lugar surgiu outro Império, muito pior. A economia tornou-se comunista e a desigualdade social foi resolvida nivelando-se todos por baixo, numa vida pior do que a existente no tempo do Império russo. Milhões de pessoas foram assassinadas, com a justificativa suposta de que "os fins justificam os meios". Enquanto o povo estava nivelado por baixo na miséria, a elite do "governo" comunista desfrutava do bom e do melhor de uma vida capitalista. Stálin morreu em 1953, mas os sucessores mantiveram com mão de ferro o regime comunista até o início da década de 90.


          Nos outros países a monarquia foi derrubada, instaurando-se a chamada República. No Brasil o evento se deu em 1889, com um golpe militar. A Corte se uniu, em parte, para derrubar o Rei. No lugar do monarca surgiram os oligarcas, que eram os políticos que a despeito de se estar numa República mantinham uma conduta com costumes monárquicos: fraudes em concursos públicos, fraudes em licitações públidas, fraudes nas eleições, apropriação de dinheiro público com a corrupção, privilégios de toda sorte. Para se ter idéia de como tudo isso é recente, Portugal e Espanha viveram sob monarquia ou ditadura até a década de 70, só então se libertando e formando efetivamente supostas Repúblicas.


          A I e a II Guerras Mundiais mostraram que os governos dos territórios continuavam agindo como os Reis de pouco antes: invandindo território alheio para aumentar as terras e conquistar riquezas. O poder absolutista real havia sido destruído nos séculos XVIII e XIX, formando-se finalmente o Estado e a República como hoje conhecidos, mas a guerra mostrava que ainda se vivia uma espécie de anarquia, pois lei e direito só valiam internamente.


          O comunismo era um sistema em que as pessoas passariam a deter o controle de tudo, como se fosse uma tribo. O socialismo era um sistema em que o mesmo se daria, mas por meio de um governo e representantes eleitos. Se o mundo fosse socialista/comunista desde o início, seria uma aldeia indígena até hoje. Sem a liberdade de empreendedorismo, sem o lucro como prêmio para os mais esforçados, todos se acomodam, na esperança de que o Estado tudo resolverá. Além disso, há injustiças, pois não há incentivo para o estudo, pois todos irão usufruir dos mesmos direitos. O comunismo/socialismo como sistema econômico é uma utopia, uma idéia fadada ao fracasso, querer resolver as desigualdades sociais nivelando-se tudo por igual. Isso não é justo e nem lógico, além de impraticável. A idéia serviu então de bandeira política para vigaristas do mundo inteiro, desde sempre e até hoje. Em nenhum lugar do mundo o comunismo/socialismo se instaurou sem que algum vigarista estivesse no comando e usufruído dos privilégios de uma elite governante capitalista e absolutista, enquanto que o povo continuava nivelado por baixo, numa vida pior do que a da antiga plebe.


          Assim, o que se tinha era ditadura comunista, em que um líder se apossava dos bens do Estado e por meio de assassinatos, perseguições e prisões impunha sua força, como o antigo Rei fazia. Nada mudara então. O líder comunista era um tirano, alguém que tomava o poder do déspota para ser o novo déspota.


          Destarte, o mundo se dividiu. De um lado alguns países deixaram de ser impérios e transformaram-se em Repúblicas capitalistas e outros deixaram de ser impérios para se tornar ditaduras comunistas.


          Na República capitalista, porém, o esquema era o mesmo do imperador, mas disfarçado por meio das fraudes em que leis republicanas não eram cumpridas. A exploração capitalista seguia na mesma toada, com o operário sendo tratado como lixo, escravo. Era o tempo dos monopólios, oligopólitos, trustes e carteis, duramente combatidos pelos governos nos séculos XIX  e XX.


          Na ditadura comunista o esquema era o mesmo do imperador, mas explícito. O povo continuava sem direitos e massacrado, sendo nivelado por baixo e perdendo a liberdade de empreendimento econômico, ficando parado no tempo e no espaço.


          Enquanto governos nas repúblicas capitalistas procuravam combater o capitalismo selvagem, nas ditaduras comunistas o capitalismo selvagem era proscrito totalmente, mas em seu lugar impunha-se uma vida feudal, como nos tempos da Idade Média, em que não havia acesso a nenhum tipo de progresso extraordinário para usufruto pessoal.


          Primeira (1914-1918) e Segunda (1939-1945) guerras mundiais. A esquerda, com a defesa do comunismo, ganhava espaço no mundo inteiro. Hitler montou o seu partido na Alemanha, o Partido Nacional Socialista. Foi o Lula da época. Cooptado pela elite econômica, passou a combater o comunismo e a desenvolver o país, iniciando, porém, a guerra, numa demonstração de que no mundo inteiro o que se tinha era ainda um arremedo de ordem pública global. O estado de natureza de que falara Rousseau ainda imperava no tocante a fronteiras. O estado civil (de que tratou Rousseau) era uma realidade apenas interna nos territórios.


          A União Soviética (URSS) tratou de espalhar espiões, terroristas e agitadores financiados no mundo inteiro, para fomentar o avanço da "revolução comunista sangrenta". Essa gente se infiltrou em todos os países, sendo o exemplo brasileiro clássico o de Olga Benário. Assim, da década de 20 em diante, no Brasil, várias rebeliões ocorreram para tentar fazer no país uma "revolução comunista sangrenta" também, sendo exemplo disso a "Intentona Comunista" de 1935, que foi sufocada pelo governo. O Brasil, com o golpe de 1889, que instaurou a República, era uma colcha de retalhos, não havia uma unidade nacional e em vários lugares eclodiam rebeliões, fossem comunistas ou separatistas.


          A "Dinastia da Casa da Torre" mandava mais do que o Rei e foi ela que tudo comandou após a instauração da República, até 1930, quando foi deposta por Getúlio Vargas, que com um golpe iniciou a ditadura Vargas (1930-1945).


          Até então, a legislação que vigorava no Brasil era a constante das chamadas "Ordenações" (manoelinas, filipinas e afonsinas - a legislação do Reino de Portugal que fora compilada no século XV e que em grande parte era cópia do direito romano). Getúlio Vargas, apesar de ditador, foi um verdadeiro monstro: no seu governo fez o Código de Processo Civil de 1939, o Código Penal e de Processo Penal, de 1940 e 1941, a Lei de Introdução ao Código Civil, de 1942, a Consolidação das Leis Trabalhistas, de 1943, entre outras leis, inaugurando a base moderna do que hoje existe em termos de legislação.


          A "ditadura Vargas" foi portanto, uma reação necessária contra a "revolução comunista" russa infiltrada no Brasil, tanto que na Constituição de 1934, no preâmbulo, se trata disso, e, ao mesmo tempo, uma guerra entre oligarquias, em que a "dinastia da Casa da Torre" foi derrotada. Este grupo oligárquico tentou retomar o poder e o fez com a revolução constitucionalista de 1932, que nada mais foi do que uma guerra entre oligarquias pelo controle do poder nacional.


          Hitler, na Alemanha, médium, agia quase sempre sob orientação de espíritos com os quais mantinha contato. Ele e toda a cúpula nazista. Em seu regime tratou de expurgar a Maçonaria, que era uma organização que também mantinha este tipo de contato. Ao longo da vida, Hitler ocupou-se de estudar a fundo a realidade espiritual, a tal ponto que colocou na bandeira nazista a suástica, que é uma representação linear invertida de um símbolo holístico milenar que significa o fluxo giratório de energia em cada um dos chacras que ligam o corpo material ao chamado corpo espiritual (ou perispírito). A suástica nazista era, portanto, o símbolo da destruição, este era o significado. O contato com espíritos não pressupõe necessariamente contato com boas ou más entidades. Cada um busca a sua relação e pagará o preço por isso. Assim, em geral, o contato existe para que seja feito o bem, mas nada impede que se faça o mal ou o interesse mesquinho material. Assim, Hitler foi um boneco na mão de espíritos interessados na destruição de todo um povo. E isso foi permito porque estava já previsto, até por Nostradamus. Estava ligado ao "karma" coletivo dos envolvidos. Os judeus foram massacrados e "expiaram" a culpa de outros crimes em outras vidas. O povo alemão, por sua vez, ao apoiar o massacre, "expiou" também quando a Alemanha foi divida com o "muro de Berlim", ficando metade capitalista e metade socialista. A metade socialista comeu o pão que o diabo amassou e foi punida por ter apoiado o massacre aos judeus, num "karma coletivo", em que o mal foi punido com o mal e este mal original foi depois punido com o mal seguinte, numa roda de punição. A punição embora tenha este caráter é, no fundo, o meio empregado para que o espírito envolvido aprenda a lição que tem de aprender e se reforme, mude, melhore, evolua. Conforme o estado de atraso espiritual, o aprendizado terá de ocorrer com uma dura lição, que soa como punição, o "olho por olho, dente por dente".


          Terminada a II guerra mundial, sobraram dois países fortes: Estados Unidos da América (EUA) e União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS, atual Rússia). Iniciou-se o período chamado de "guerra-fria" (1945-1989).


          Os EUA passaram a liderar o chamado PRIMEIRO MUNDO, que era o grupo de países economicamente avançados e capitalistas. Alguns desses países se aliaram e formaram a OTAN, Organização do Tratado do Atlântico Norte.


          A URSS passou a liderar o chamado SEGUNDO MUNDO, que era o grupo de países comunistas. Nesse grupo ingressou China em 1949 e Cuba em 1959. Desse grupo fizera parte, entre outros, Coréia do Norte e países do Leste Europeu, da chamada "Cortina de ferro". Alguns desses países se aliaram e formaram o "Pacto de Varsóvia".


          Países não alinhados a qualquer dos lados e atrasados economicamente passaram a integrar o chamado TERCEIRO MUNDO. Entre eles estava o Brasil, a África inteira, a América Latina inteira, países asiáticos.


          A "guerra-fria" consistiu no apoio logístico, financeiro e até militar de EUA e URSS para que países do TERCEIRO MUNDO se alinhassem a um lado ou outro. A guerra do Vietnã, que resultou depois no fim do lastro em ouro do dólar em 1971 e depois à crise do Petróleo de 1973, foi resultado da "guerra-fria". EUA e URSS apoiavam cada lado em disputa no Vietnã. O mesmo se deu na Coréia, que se dividiu em Coréia do Norte e Coréia do Sul, na guerra na década de 50. Outros exemplos foram a invasão do Afeganistão pela URSS, a guerra Irã-Iraque nos anos 80. É o mesmo que se dá na Síria de hoje em dia, no apoio russo à ditadura venezuelana, etc.


          EUA  e URSS passaram a influenciar países no mundo inteiro, para arrastá-los para um lado ou para outro. Infiltrados como Olga Benário, apoio com armas, apoio militar expresso, etc.

 

CONTINUA NA PARTE 2/2

FONTE: www.globalizacao.net/informativo.asp