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Ping-Pong STF-STJ: o que fazer com a batata quente Lula

Publicado em 03 de Abr de 2019


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03-04-2019 - PING-PONG STF-STJ: O QUE FAZER COM A BATATA QUENTE LULA?
 

03-04-2019   -   PING-PONG STF-STJ: O QUE FAZER COM A BATATA QUENTE LULA?

          Olá!

 

          Estamos de volta! No modo truculento! Antes nós falamos do Universo e da eternidade, para todos. Agora falaremos do umbigo dos canalhas, que é o que eles querem saber, é o que vocês, canalhas, querem saber.


          Como já sabido, Lula é o ícone intergaláctico da corrupção. Ele não tem como sair da cadeia. Se sair, tudo vem abaixo. Todos os bandidos podem sair, ele não. Esse é um caso em que o "ele não" se aplica. Todo mundo pode sair, "ele não".


          Assim, os "covardes" não tiveram coragem de assumir a responsabilidade de tirar da cadeia o chefe dos vassalos. Delegaram o imbróglio para os bandidos do STJ. Estes, por sua vez, jogaram a batata quente de volta, só vão soltar Lula depois que o STF liberar todo mundo. O STF levantou a bola na fraude de enviar a lava-jato para a justiça eleitoral e era para o STJ cortar, no recurso especial. Mas não tiveram peito, pois isso seria uma nova fraude, o caso tríplex nada tem de eleitoral e nem toda a lava-jato.


          Diante do impasse, apelou-se para a hoje e há alguns anos organização dos amigos dos bandidos. A falida OAB resolveu pedir adiamento da votação das ADCs 43, 44 e 54 no dia 10 de abril. Havia pedido liminar, a liminar fora concedida e depois fora cassada. E agora pede adiamento. Trata-se, evidentemente, de uma nova fraude, em que os bandidos do STF precisam de uma desculpa para adiar o julgamento, na esperança de que depois o "povo nas ruas baixe a bola". Décadas atrás a OAB foi uma instituição independente e altiva, representativa da ética e da dignidade da Advocacia. Depois do "Mensalão", transformou-se num braço da máfia petista, braço que foi cooptado por seu poder de atuar como parte no processo de controle de constitucionalidade concentrado do STF. Um cidadão comum não pode ajuizar uma ação direta de inconstitucionalidade ou uma ação direta de constitucionalidade (ADC), mas a OAB pode. E foi por isso que foi cooptada pela máfia, transformando-se numa instituição falida, inútil e que envergonha a Advocacia.


          A decadência se deu porque a Advocacia como um todo passou pela mesma crise do país, seguindo em exponencial decadência o nível cultural e financeiro da classe, como ocorreu no país inteiro, a tal ponto que Lula foi eleito em 2002, reeeleito em 2006, emplacando a sua testa de ferro Dilma em 2010, sendo esta reeleita, em fraude, em 2014. A mesma decadência pela qual passou o povo neste período, a ponto de a máfia se perpetuar no poder, passou a advocacia, razão pela qual o STF nada de braçada nas suas fraudes, sem ser importunado por quem quer que seja, apenas por uma meia dúzia de gatos pingados em manifestações oficiais. O mesmo se deu nas universidades. Uma classe falida intelectualmente, culturalmente e financeiramente passou a apoiar, majoritariamente, a máfia, numa espécie de cooptação totalitária, em que a espiral do silêncio se propagava na esperança de se conseguir nomeação para cargos, principalmente no chamado quinto constitucional. A classe jurídica nacional está completamente falida há mais de uma década e desde então não consegue mais eleger representantes idôneos e altivos, apenas vassalos. Fossem os representantes de duas, três ou quatro décadas atrás, a máfia petista teria sido deposta ainda em 2006, para nunca mais se ouvir falar dela. Mas não, a palhaçada segue, inclusive agora, com o pedido esdrúxulo de adiamento de uma votação que envolve apenas um inciso da Constituição Federal. Isso porque o STF está num beco sem saída. Ou libera todos ou será delatado.


          O impasse se agrava porque o povo se mobiliza para protestos em 7 de abril contra o tribunal.


          A fraude marcada para o dia 10 consiste em violação de coisa julgada. A prisão após decisão de segunda instância é matéria já decidida em âmbito de controle concentrado de constitucionalidade em sede de repercussão geral (tema 925). Uma decisão em sede de repercussão geral é uma decisão em controle concentrado de constitucionalidade, tanto quanto uma decisão em ADC. Assim, as ADCs 43, 44 e 54 versam sobre algo que já foi decidido, versam sobre coisa julgada. O tribunal não pode deliberar sobre isso novamente, isso é vedado pela Constituição, em cláusula pétrea: a lei não violará a coisa julgada, dispõe a Constituição. E por lei entenda-se também uma sentença, que faz lei entre as partes, no caso entre todos, com efeito "erga omnes".


          Assim, as ADCs 43 e 44 deveriam estar já arquivadas desde o início de 2017, quando houve o trânsito em julgado do HC 126.292, tomado como paradigma do tema 925 de repercussão geral. As ADCs 43 e 44 perderam o objeto. E a ADC 54, quando foi proposta, já versava sobre coisa julgada desde o início, havia preliminar de mérito, coisa julgada, segundo a qual da ação nem se deveria ter tomado conhecimento.


          Goste-se ou não, concorde-se ou não, certo ou errado, a decisão sobre constitucionalidade da execução penal após decisão condenatória de segundo grau já foi tomada no HC 126.292, paradigma do tema 925 de repercussão geral. Não cabe rediscutir isso.


          É vedado ao tribunal sobre isso dispor novamente. Trata-se do que se chama tecnicamente em direito "COISA JULGADA". O que vai acontecer no dia 10 é uma fraude. E é por isso que o povo vai às ruas e está em fúria. A fraude será cometida para tirar Lula da cadeia, pois se ele não for solto vai delatar o STF inteiro, pois os juízes do STF são seus vassalos, foi ele, o criminoso, que os escolheu.


          Diante do impasse, os "covardes" do STF delegaram ao STJ salvar Lula. O STJ, sem meios para isso, pois também agiria de forma fraudulenta (ao anular o processo ou reduzir a pena), jogou a batata quente de volta para o STF. Assim, os bandidos do STF lançaram mão da OAB, com seu pedido ridículo de adiamento do julgamento. Assim, os "covardes" ficam com uma desculpa para adiar o julgamento, na esperança de que a fúria do povo nas ruas contra a bandidagem no STF acabe um dia. A engambelação visa também enganar o próprio Lula, fazendo-o de bobo, enquanto o tribunal ganha mais tempo para tentar sobreviver antes de cair. Lula precisará de proteção na cadeia, pois corre risco de morte neste cenário.


          Lula, o leproso, como na fábula do avarento que transformava em ouro tudo que tocava, é hoje uma batata quente. Tudo que se faça para beneficiá-lo levanta a lebre dos protestos e encurrala o tribunal. É uma maldição, construída pelo próprio leproso, que se transformou em ícone midiático e depois em ícone internacional de corrupção. Ele é o símbolo máximo da PuTaria e ninguém mais o tolera. Ele não tem como sair. Se sair, a panela de pressão explode. E se ficar preso, tudo vai pelos ares também. É um impasse.


          Agravando o quadro, o Demônio de Vinhedo, o chefe de Lula, não quer ir para a prisão novamente. Dirceu foi condenado em segundo grau e perdeu os recursos, novamente, tendo de ser recolhido à prisão a qualquer momento. Ele não quer voltar e não vai voltar. Não vai mesmo.


          Assim, o STF joga para o STJ, o STJ joga para o STF e o STF apela para a OAB, para empurrar  de volta a batata quente para o STJ. Ninguém quer ser tranformado em pó de pedra por ajudar o leproso a sair da cadeia.


          Alguns, como Temer, escapam da prisão. Mas Lula, não. Ele não tem como. Cunha terá de acompanhá-lo, pois sua situação é a mesma. Por isso seu recurso teve julgamento adiado novamente no STF, ressaltando-se que os tribunais superiores não devem se ater a fatos para modificar sentenças, o que constitui também fraude, que é a razão pela qual o STJ está adiando a salvação de Lula, será um julgamento fraudulento.


          É um beco sem saída. A tendência é tudo explodir, a qualquer momento. O novo STF, a ser constituído integralmente no segundo semestre, terá como primeira missão passar um pente fino em todas as decisões fraudulentas tomadas desde 2014, incluindo a fraude no inquérito 4435 que remeteu para justiça eleitoral o que era de competência da justiça federal de Curitiba, por prevenção, conexão e continência. Em ação rescisória, motivada por corrupção na Corte, tudo será anulado e novamente julgado, modificando-se as decisões e dando andamento pleno à lava-jato.


          Como resultado, a segurança terá de ser super reforçada para Lula, Cabral, Cunha e companhia na cadeia, com monitoramento minucioso de tudo, pois eles correm agora risco de morte. Como são delatores em potencial e é inviável o salvamento judicial fraudulento deles, poderão ser assassinados, para que fique preservada a corrupção na cúpula do Judiciário. O mesmo vale para o Demônio, que também poderá ser assassinado. Este, porém, se cuida sozinho, enquanto estiver solto. Uma vez recolhido, precisará de segurança total, pois como terrorista que é não titubeará caso seja esquecido, que é o que ele já fez, razão pela qual está solto, enquanto que o seu subordinado, Lula, está preso.


          A depender do andamento da situação, os bandidos do STF também precisarão de segurança reforçada, caso o seminarista coloque novamente o canhão sobre a mesa, como em Santo André. Na "pistolagem", como disse Gilmar Mendes, se "mata" ou se "morre". Neste cenário, o assassinato não se daria propriamente por ameaça, mas para reduzir o número de juízes petistas sofistas que em fingimento votaram a favor da execução penal antecipada. Com dois mortos, o placar fica favorável na fraude do dia 10, sem ter de se apelar para mudança de voto. Para a máfia petista, tudo é descartável. Neste ponto, até Lula.

fonte www.globalizacao.net/informativo.asp