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Salrio dos Militares

Governo admite que privilegia altas patentes

Publicado em 09 de Out. de 2019


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Governo admite que privilegia altas patentes na Previdência dos militares

Fonte: https://congressoemfoco.uol.com.br

https://congressoemfoco.uol.com.br/economia/governo-admite-que-privilegia-altas-patentes-na-previdencia-dos-militares/?fbclid=IwAR2hpUXt5DAvSVgUGp6eghIHnIv1I3HtVhr0zvqFwu-ByQATouQiNuSUCc0

 

Governo assume privilégios para beneficiar, através da meritocracia, as altas patentes.

A comissão especial criada para debater a reforma da Previdência dos militares teve sessão tumultuada nesta quarta-feira (2). Após tentativas de obstrução por parte da oposição e leitura do projeto de lei (PL 1645/19), foram apresentados pedidos de vista. Dentre os pontos mais polêmicos  do PL está a progressão salarial dos militares, que varia de 3,82% a 59,49%. A oposição afirma que essa progressão privilegia as altas patentes em detrimento das baixas. O governo assume que existe o privilégio e justifica com base na meritocracia.

"Houve uma preocupação do governo federal de fazer algo que fosse voltado para o privilégio do mérito, da meritocracia, da permanência dos militares nas forças e para privilegiar aqueles militares que  têm um desempenho melhor na carreira", justificou o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO). "Então aqueles militares que fazem cursos ao longo da carreira, tanto de formação, aperfeiçoamento, altos estudos  1 e 2, vão ter proporcionalmente um aumento maior", explicou.

Vitor Hugo disse ainda que um dos objetivos é influenciar os militares a permanecerem mais tempo e se dedicarem mais a carreira.

O deputado Glauber Braga (Psol-RJ) é contrário ao PL apresentado. "Um tenente brigadeiro está tendo uma variação de 59,49% dos seus rendimentos. Um segundo tenente está tendo uma variação de 3,89%", diz Braga.

Para ele, a proposta privilegia os oficiais em detrimento dos militares de baixa patente. "Essa proposta é estruturalmente injusta. Garantiu direito e poder para quem está no topo da pirâmide e relegou por completo a possibilidade de garantir direitos para quem está  na base", afirmou.

O relator da proposta, deputado Vinicius Carvalho (Republicanos-SP), afirmou que o projeto pretende reestruturar as carreiras. "O trabalho da reestruturação ele se entende de duas maneiras diferentes. É a questão de valorizar o mérito, a meritocracia e também de você usar uma forma para que seja um atrativo para aqueles que não estão nas forças armadas queiram estar, e os que estão não queiram sair", respondeu.

 

"O texto já veio com a aquiescência do Ministério da Economia no que diz respeito ao impacto orçamentário", defendeu o relator.

Segundo ele, quanto aos militares das Forças Armadas, a economia será de R$ 10,4 bilhões em dez anos e de R$ 33 bilhões em 20. Com a inclusão dos policiais e bombeiros militares estaduais, feita por ele, a economia pretendida será de R$ 29 bilhões em dez anos e R$ 91 bilhões em 20 anos.

Bombeiros e policiais militares

Outro ponto que tem levantado polêmica  no texto é a inclusão dos policiais militares e bombeiros nas mesmas regras que regerão as mudanças nas Forças Armadas.

O relator explica que o texto foi feito para integrantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, mas, como o artigo 144 da Constituição Federal "fala que os policiais militares são auxiliares das Forças Armadas", ele decidiu incluir todos  na mesma proposta.

Policial militar, o deputado Subtenente Gonzaga (PDT-MG) é contrário à aplicação das mesmas regras para os dois casos. "As Forças Armadas recrutam o seu soldado com 18 anos. Ele recruta o sargento e o oficial com até 22 anos. Então, quando ele projeta 35 anos, ele está falando de alguém com seus 40 e poucos anos, até 50 anos. Como é que a polícia militar recruta? Até os 30 anos e hoje com a exigência do terceiro grau", explica o deputado.

"Então quando você projeta 35 anos para frente, você vai levar esse camarada a 60 anos", disse.  Ele justifica que um policial com 60 anos já não tem mais força física para trabalhar nas ruas.

                                                                                                               

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Vejam o que disse um SENADOR em relação a um Oficial general das Forças Armadas

Fonte: https://veja.abril.com.br

https://veja.abril.com.br/politica/senador-de-roraima-xinga-general-responsavel-pela-acolhida-de-venezuelanos/

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5 comentários


Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

09 de Out. de 2019 às 6:44

Avassalador
COM O PL 1645/2019. Pensionistas de oficiais generais e de oficiais superiores, inclusive, terão 73% de reajuste salarial; de oficiais intermediários e decrescendo entre postos e graduações, teremos reajustes bem menores, onde teremos graduações que terão decréscimo salarial; valendo ressaltar que Bolsonaro, hoje visto como traidor, entrou no mundo político com apoio e votos de praças, quando então era perseguido por generais.


Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

09 de Out. de 2019 às 7:32

Avassalador
Com o PL 1645-2019 vamos juntos antoar pedido de IMPEACHMENT de Bolsonaro.


Tito

09 de Out. de 2019 às 7:43

Tito
Hoje o que temos e um monte de aproveitador, como se diz enquanto tiver OT?RIO ,malandro n?o morrer de FOME, s? canalha,


Avassalador comentou. Clique aqui para ver seu perfil.

09 de Out. de 2019 às 13:08

Avassalador
Explico: O militar da ativa em geral quando da entrada em vigor do PL 2245/2019 que tiver 28anos de serviços prestados terão que pagar pedágio, acréscimo no tempo de serviço para ser transferido para reserva. Regra contida no PL 1645 é prejudicial e a meu ver não deveria atingir militares estabilizados que tenham mais de 10anos de serviços na atividade militar.


Oroz

17 de Out. de 2019 às 13:04

Oroz
Realmente não sei qual a utilidade de manter as PM's BM's como reserva do Exército, esses caras nunca ficaram no banco de reserva, estão nas ruas desde sempre, deveríamos abandonar essa vaidade institucional, uma vaidade que só nos traz decepção, pois estamos vendo há anos algumas polícias estaduais e a do DF se especializando, subindo o nível dos concursos para o cargo inicial, ou seja, o de SOLDADO, enquanto nós estamos aqui exigindo o nível médio para ingresso na EsSa, pior ainda é ver o salário da "força auxiliar" subindo, subindo, e não para de subir, enquanto os "titulares" permanecem estacionados, e não nos enganemos, quando passar esse PL1645, e passarmos a ver como ficou nosso salário, essa euforia vai passar e veremos chegar mais insatisfação e inconformismo por ter visto todo esse trâmite passar debaixo de nosso nariz e não fizemos nada para melhorar nossos ganhos, tenho visto em grupos de whatsupp militares comemorando a promoção de generais como se fosse suas, essa conversa de meritocracia é simplesmente a aplicação do velho ditado: " Farinha pouca, meu pirão primeiro", não acredito que com tantos policiais militares de diversos Estados na CCJ do PL 1645 eles irão deixar piorar a situação de PMs e BM's, já nós praças já perdemos o bonde.


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