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Portal Militar :: Exibir tópico - Reforma militar.
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Reforma militar.

 
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Rato
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Cadastrou-se em: 10 Feb 2007
Mensagens: 4
Estado: Bahia

PostEnviada: 06 03 2007, 18:29    Assunto: Reforma militar. Responder com Citação

Boa tarde !!!


Fui militar da Aeronáutica,no periodo de 1992 a 1996.Durante esse período tive um problema Psicológico e fiquei baixado num hospital Psiquiatrico,apos sair do internamento fiquei afastado para tratamento da saúde.Chegando até ficar como adido,depois de um certo tempo voltei a cumprir expediente,mas não participava mais das escalas de serviço.
Quando completou meu período de permanencia fui submetido a uma inspeção de saúde alegando no seu resultado que já havia me recuperado.Porém com menos de um ano que já havia me desligado da Aeronaútica,tive novamente problemas psicológico chegando a ficar internado outras vezes.
Atualmente já se passaram 9 anos que encontro-me em auxilio-doença da previdência Social,e venho fazendo tratamento psicológico.Tenho toda documentação que comprova os internamentos e as receitas medicas que comprovam o tratamento.
O regulamento diz que comprovada alíenação mental a pessoa tenhe direito a reforma, se comprovada minha alíenação através de processo de interdição acha que tenho alguma chanse de ser reformado?
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Cadastrou-se em: 28 Nov 2006
Mensagens: 9

PostEnviada: 08 03 2007, 0:41    Assunto: Reforma Responder com Citação

Não tenho muitos dados sobre o assunto. Somente o que você relata na sua mensagem. Você tinha estabilidade?
Caso não tenha adquirido a estabilidade antes de ter os problemas, acho, minha opinião, que você não tem direito a reforma.
Sugiro consultar um advogado.
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Rato
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Cadastrou-se em: 10 Feb 2007
Mensagens: 4
Estado: Bahia

PostEnviada: 08 03 2007, 10:37    Assunto: Re: Reforma Responder com Citação

[quote="Oficial"]Não tenho muitos dados sobre o assunto. Somente o que você relata na sua mensagem. Você tinha estabilidade?
Caso não tenha adquirido a estabilidade antes de ter os problemas, acho, minha opinião, que você não tem direito a reforma.
Sugiro consultar um advogado.[/quote]

Olá,Bom dia !

Tenho feito algumas pesquisas e no estatuto dos militares diz que o militar considerado inválido será reformado ex-officio a qualquer tempo de serviço,foi após já estar engajado que adoeci e me deram baixa e hoje estou inválido.Acho que estou enquadrado em alienação mental pois faço tratamento mental.
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AspAnderson
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Cadastrou-se em: 27 Feb 2008
Mensagens: 65
Estado: Rio de Janeiro

PostEnviada: 13 03 2008, 22:34    Assunto: Responder com Citação

claro que tem direito, mas tem que achar um bom advogado, com conhecimento militar e em causas militares....

recomendo protocolar ofício junto a sua organização militar onde serviu destinado ao comandante da OM explicando a sua situação e requerendo inquerito sanitário de origem
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eduardotrindade
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Cadastrou-se em: May 11, 2008
Mensagens: 3
Estado: DF

PostEnviada: 11 05 2008, 23:02    Assunto: Responder com Citação

Companheiros,

Estou com um problema tb, pois serei licenciado dia 21 de jun 08, porem devido a alguns problemas na coluna, n sei o q vai acontecer.

Segue um link que pode nos ajudar:

http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=6568

[ ]´s e boa sorte a todos
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PROTASIO
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Cadastrou-se em: 12 Mar 2008
Mensagens: 13
Estado: Rio de Janeiro

PostEnviada: 09 08 2008, 21:23    Assunto: TABELA NACIONAL DE INCAPACIDADE OCUPACIONAL DE PORTUGAL E Responder com Citação

TABELA NACIONAL DE INCAPACIDADE OCUPACIONAL DE PORTUGAL E OUTRAS BRASILEIRAS CIVIS MILITARES:

FINALMENTE RECONHECIDO O STRESS PÓS TRAUMÁTICO

Nova Tabela Nacional de Incapacidades:
Pela primeira vez pode ser atribuído um grau de desvalorização superior a 50% que poderá ir até 95%.

O diploma resulta de uma iniciativa conjunta entre o Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social e o Ministério da Justiça (de Portugal), segundo este, o decreto-lei que vai entrar em vigor, “promove maior precisão jurídica e salvaguarda a garantia de igualdade dos cidadãos perante a lei, pois introduz pela primeira vez na legislação nacional uma Tabela Nacional para Avaliação de Incapacidades Permanentes em Direito Civil, destinada à avaliação e pontuação das incapacidades resultantes de alterações na integridade psico-física de cada pessoa.”

A nova tabela atribui pontos percentuais (até máximo de cem) a incapacidades de ordem diversa, nomeadamente no sistema nervoso, vascular, cardio-respiratório ou reprodutor. E prevê danos que afectam a capacidade de uma pessoa se despir, alimentar, ou marchar rapidamente, gestos que são indispensáveis para o mundo do trabalho como para o dia-a-dia. A APOIAR representada pelo seu Presidente de Direcção, Armindo Roque, na Comissão Permanente de Acompanhamento das ONG da Área de Saúde Mental, coordenada por Isabel Fazenda, no dia 15 de Março de 2006, teve a iniciativa de abordar a problemática da não inclusão, na Tabela de Incapacidades, da doença PTSD. Tendo conhecimento de diversas situações de utentes que não conseguiram a reforma por invalidez, porque nas juntas médicas a justificação era puramente clara, de que a doença não constava na Tabela Nacional de Incapacidades por Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais, Armindo Roque apresentou uma proposta devidamente fundamentada com um parecer do Dr. Afonso de Albuquerque. A reivindicação finalmente foi tida em conta e podemos afirmar que as suas conseqüências são positivas. Na seqüência do artigo assinado por Armindo Roque, “CPA – Saúde Mental – PTSD na Tabela de Incapacidades”, publicado no Jornal “APOIAR” de Março/Abril de 2006, podemos hoje dizer que o objectivo foi alcançado. Na nova Tabela Nacional de Incapacidades por Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais, aprovada pelo Decreto-Lei n. º 352/2007, de 23 de Outubro publicada em Diário da República (de Portugal) consta a doença Perturbação de Stresse Pós - Traumático (F43.1). Na Tabela de 1993 esta doença era reconhecida apenas até 50%. Pela primeira vez, nesta nova revisão, passa a poder ser considerada como incapacidade até 95%. Segundo a lei que a estabeleceu, a nova tabela entra em vigor em Janeiro de 2008, e a própria doença do foro psiquiátrico, uma das mais difíceis de quantificar, é agora tabelada e cotada percentualmente. É importante referir que quem se queira reformar por invalidez e queira apresentar um relatório médico onde conste que a pessoa é portadora da doença deve ter sempre em referência que não basta declarar que é portador, deve ter em linha de conta que uma avaliação de incapacidade não pode ser vulgar ou normal, pois constitui uma tarefa delicada e rigorosa. O diploma foi concretizado pelo Instituto de Medicina legal, contou com a colaboração de várias entidades ligadas ao sector da Medicina e seguradoras e pode ser consultado online no Diário da República Electrónico, através da ligação disponível na secção “Notícias” do site da APOIAR

*(Assistente Social)

No Brasil as Legislação equivalente que já reconheciam tal doença ocupacional são:

1 - Resolução INSS/DC Nº. 10, de 23/12/1999, ANEXO IV, Grupo 5 – Transtornos Mentais, Protocolos Médicos 5.VII, 5.VIII, 5.IX, 5.XX, e 5.XII

2 - Manual de Doenças Relacionadas ao Trabalho do Ministério da Saúde, Capítulo 10, Grupo V da CID-10;

3 - Portaria Nº 113/DGP/MEx, de 07/12/2001 – Normas Técnicas sobre Doenças Incapacitantes no Exército Brasileiro – NTDMEEx, artigos 46 e 53 – CAUSA INVALIDEZ;

4 - Portaria Nº. 1.174/MD, de 06/09/2006 – Normas para Avaliação de Incapacidade decorrente de Doenças Especificadas em Lei pelas Juntas de Inspeção de Saúde – JIS das Forças Armadas – incisos 2.3, letra a), e 2.3.1 do seu ANEXO – CAUSA INVALIDEZ


Impacto da PTSD na relação pais-filhos
Susana Oliveira*

Existem já alguns estudos que procuram determinar o impacto que a PTSD tem nas esposas dos veteranos, pois os clínicos começaram a identificar nestas pessoas sintomas similares à PTSD, contudo, não existem praticamente dados sobre a associação entre a sintomatologia de PTSD e o relacionamento com os seus filhos.

Uma relação de qualidade (de aceitação calorosa, empatia e respeito) com um adulto é fundamental para o desenvolvimento saudável de uma criança. Este cenário pode ser difícil de encontrar em famílias que estão sujeitas a situações de stress e um trauma psicológico afecta a capacidade destes indivíduos funcionarem de forma protectora com os seus filhos.

Algumas investigações sugerem uma importante ligação entre pais com PTSD, o comportamento dos seus filhos e problemas psicológicos nestes. Estas famílias são “virtualmente” monoparentais, devido à distância emocional do progenitor que sofre de PTSD. A criança vai sentir este distanciamento como rejeição, como sinônimo de não ser amada ou aceita. Nas famílias dos veteranos de guerra traumatizados, observa-se muitas vezes um isolamento das próprias crianças, o que está associado ao facto do pai não conseguir lidar com a pressão do seu papel de pai. A relação com o pai, que assume com freqüência um criticismo verbal, torna-se ainda mais difícil se este apresentar igualmente comportamentos aditivos, como álcool ou drogas.

Numa tentativa de compensação, as mães tentam assumir também esse papel, ocorrendo muitas vezes relações de emaranhamento. O afastamento e a anestesia emocional podem diminuir as competências que o papel de pai exige, bem como a sua capacidade para retirar prazer da interacção com o seu filho, o que se reflecte conseqüentemente num relacionamento com pobre qualidade. Por outro lado, nestas famílias pode verificar-se uma superprotecção e supervalorização das crianças, em que o indivíduo traumatizado está emocionalmente “muito preso” aos filhos e não ao seu companheiro. Neste caso, apresenta-se como uma figura parental excessivamente protectora, controladora e restritiva.

Normalmente, os filhos de indivíduos traumatizados são crianças com baixa autoestima, problemas a nível acadêmico e com dificuldade de relacionamento interpessoal.

Os comportamentos do pai traumatizado, como os comportamentos de evitamento (e.g. a família procura não aborrecê-lo ou irritá-lo), a depressão, o isolamento, o suicídio (e.g. preocupação constante dos familiares com o individuo traumatizado que tem armas em casa), o uso de substâncias (e.g. recurso a álcool e drogas, que potenciam muitas vezes os comportamentos impulsivos e violentos), a desconfiança, a raiva e a não expressão de afectos afectam necessariamente os seus filhos, que estão expostos diariamente a este padrão parental.

*(Psicóloga Clínica)
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PROTASIO
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Cadastrou-se em: 12 Mar 2008
Mensagens: 13
Estado: Rio de Janeiro

PostEnviada: 09 08 2008, 21:49    Assunto: CASO SEJA INTERDITADO, ESTARÁ INCAPACITADO DEFINITIVAMENTE P Responder com Citação

CASO SEJA INTERDITADO , ESTARÁ INCAPACITADO DEFINITIVAMENTE PARA O SERVIÇO MILITAR, CABENDO, POIS, REVISÃO DE REFORMA.
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