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O Brasil em ação na Itália
Inserido por: Piero
Em: 07-24-2006 @ 09:00 pm
 

 
Curriculum 
Vitae

 

 

 

Autor: * Dr.Dal Piero 

Simultaneamente com os acontecimentos que ocorriam na Itália, vividos pelas unidades italianas que combatiam ao lado das forças aliadas, os efetivos brasileiros achavam-se empenhados em renhidas ações bélicas, também em território da Itália. As posições brasileiras eram formadas por uma linha de postos avançados, uma posição de resistência e uma reserva, escalonadas em profundidade.

A linha avançada consistia numa série de pequenos postos instalados em Malpasso, Lareda di Sopra, Precaria, Braine, Le Vigne, Rocca Pitigliana, ponto 690, Torretta, ponto 756, Falfare, ponto 791, La Cá, Le Roncole, km 12 e C. di Corazza.

Imediatamente atrás da linha avançada, encontrava-se a posição de resistência, composta por uma série de pequenos núcleos organizados e mantidos pelas companhias em zonas ou pontos críticos do terreno.

Em vista dos limitados recursos humanos com que os efetivos brasileiros contavam, foram poucas as unidades que conseguiram manter alguma força em reserva, nem mesmo em nível de pelotão. As unidades ocupavam extensas frentes, como se vê a continuação:

QW (Setor Oeste), 2 companhias, frente: 1,8 km

SSW (Subsetor O), 4 companhias, frente: 4,3 km

SSC (Subsetor C), 6 companhias, frente: 5,3 km

SSN (Subsetor N), 6 companhias, frente: 4,8 km

SSE (Subsetor E), 3 companhias, frente: 3,3 km

Ao todo. 21 companhias, frente : 1 9,5 km

Cada companhia defendia, em média, uma frente de 0,9 km de extensão. Apoiando essas posições encontravam-se três Companhias de Obuses de 105 mm e quatro Grupos de Obuses, três de 105 mm e um de 155 mm, assim distribuídos:

Subsetor N e E: 3° G O

Subsetor G: 2° G O

Subsetor W e setor O: 1° G O/ 4º G O

Durante as ações ouvia-se, periodicamente, o ribombar dos canhões que disparavam contra as concentrações de tropas e posições inimigas. A infantaria, por sua vez, atuava segundo a mesma tática, disparando somente quando a situação assim o exigia. Diz o Tenente-coronel Manoel Thomaz Castelo Branco, em seu livro "O Brasil na II Grande Guerra":

" .. (a infantaria). . . percebera e comprovara. . . que o armamento deve ser usado somente quando, de fato, houver importantes razões para fazê-lo. :. Disparar por prazer, frenesi ou medo é um erro imperdoável; por isso, em toda a frente da Divisão reinava um certo silêncio. O inimigo, por sua vez, mantinha-se também em silêncio, disparando quando era realmente necessário. . ."

 


Última alteração em 07-24-2006 @ 09:00 pm

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