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História do GATE
Inserido por: Coordenador
Em: 07-25-2006 @ 01:00 am
 

 

 

Colaborador: HEITOR SÁ DE CARVALHO JUNIOR – MAJOR BM/RGS.


ANO DE 1988 -

Aqui começa uma caminhada de heróis anônimos que amparados apenas no idealismo e convicção da proteção do GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO, resolveram criar uma Unidade de Forças Especiais na Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Sul.

  Tal unidade hoje conhecida como GRUPO DE AÇÕES E TÁTICAS ESPECIAIS (GATE).

   Lembro que era um dia de semana estávamos na 1a cia do 9º BPM (os então 2o Tenente Augusto Mamede Freitas de Lima & Heitor Sá de Carvalho Jr.) e conversávamos sobre algumas ocorrências que eram atendidas de forma impírica e sem  preparo técnico profissional direcionado para situações “especiais”, que necessitasse de equipes treinadas e equipadas para tal, exemplo: ocorrências com reféns, homizio de marginais fortemente armados, ações repressivas ao tráfico de drogas, motins em presídios com reféns, busca, localização e desativação de artefatos explosivos.

   Notamos que em uma dezena de ocorrências o despreparo teria ocasionado resultados desastrosos, que bastava às vezes um equipamento ou armamento mais sofisticado para resolver a situação (ex.: coletes, visores noturnos, fuzil de sniper, etc).

   Nesta mesma tarde comecei a rascunhar uma proposta ao comando onde considerava os pontos já referidos e pedia a permissão para iniciar um projeto de criação e formação de uma equipe de forças especiais para a Brigada Militar, tal projeto dividia-se em três fases, a primeira, uma pesquisa no país para verificar as polícias e qual teria um grupo semelhante ao proposto e que pudesse formar oficiais, técnicos em ações táticas especiais.

   A segunda fase seria após a formação, os Oficiais, teriam de selecionar voluntários, submetendo-os aos mesmos  testes e treinamentos “dolorosos” das unidades de forças especiais de todo o mundo, a terceira e última, seria a apresentação e manutenção de uma unidade especial muito bem treinada e pronta para reação imediata em qualquer lugar seja na Terra, Mar ou  Ar, no território do Estado do Rio Grande do Sul. A proposta foi aceita, iniciava o projeto “NOAR” (NÚCLEO de OPERAÇÕES de ALTO RISCO).

   Com a pesquisa descobrimos que a PM que se encontrava mais avançada em tais assuntos era a do RIO DE JANEIRO “não por muito tempo” e tinha o NuCOE                    (NÚCLEO de COMPANHIA de OPERAÇÕES ESPECIAS) com equipamento e armamento especializados para as suas missões.

Foi onde fomos participar de um “agradável” curso de comandos e operações especiais de quatro meses, digo agradável porque quem já passou sabe das maravilhosas situações em que nossos instrutores nos colocam, o nosso curso iniciou com trinta Oficiais e Sargentos de todo o Brasil, somente sete Oficias e um Sargento, concluíram.

   Após nosso retorno iniciamos imediatamente o primeiro CURSO de COMANDOS e OPERAÇÕES ESPECIAS (CCOE) no 9o BPM onde passamos nossos conhecimentos sobre planejamento de operações especiais, constituição de equipes especiais, táticas em situação com reféns, explosivos, contra-sabotagem, mergulho de combate, paraquedismo, montanhismo, negociação, controle emocional, etc, após três meses e meio nascia o CT9 COMANDO TÁTICO NOVE, nove em homenagem ao 9o BPM. De um universo de setenta voluntários quatorze homens resistiram e demonstraram controle emocional, excelente condicionamento físico e pleno domínio das técnicas, armamento e equipamento disponível, tais homens eram o CT9 (o embrião do gate), em 1989 iniciamos o segundo curso com trinta voluntários e apenas um concluiu o curso.

   Em virtude de trocas normais do alto comando fomos transferidos para o Batalhão de Polícia de Choque, onde através de um decreto-lei do Exmo Sr. Governador do Estado Dr. PEDRO SIMON, nasceria o GATE.

   QUERO AQUI REGISTRAR MINHA OPINIÃO:

   DESDE O INÍCIO DE NOSSO PLANEJAMENTO NÃO PREVIAMOS UMA EQUIPE DE FORÇAS ESPECIAIS DENTRO DO BPChoq porque entendemos, que são operações diferenciadas, controle de distúrbios civis é uma coisa e situação com reféns, é outra. Ações de um grupo de “comandos” é bem diferente de uma ação emassada, usando formações em cunha, escalão à direita, etc, e pelo que observamos no país e no mundo os grupos especiais não são subordinados a unidades técnicas em controle de tumulto e distúrbios civis. Pode, e às vezes deve haver operações em conjunto entre tais unidades cada uma com sua missão, mentalidade, equipamento e comando, a diferença já começa no treinamento dos reflexos condicionados.

Com parte do projeto alcançado tínhamos ainda um grande obstáculo, Homens altamente especializados com armamentos e equipamentos ultrapassados, foi neste instante que recorremos aos “Irmãos” e com a ajuda do Dr. Pedro Simon, Deputado Estadual Mendes Ribeiro Filho, Secretário de Segurança Pública Dr. José Fernando Heichemberg e Dr. Jorge Bopp, conseguimos verba para compra de armamento e equipamento H&K da Alemanha, o armamento H&K, foi escolhido por nós porque consideravamos um equipamento perfeito para ações precisas, rápidas, silenciosas e sem margem de erro; até hoje os grupos especiais do mundo preferem “MP5SD6” e “PSG1”.

Estive recentemente nos EUA e verifiquei que as SWATs preferem as submetralhadoras MP5 & KA4 da H&K, pelo jeito estávamos certos.

Com a chegada deste armamento e visores noturnos de última geração (capacitor de luz residual) éramos o grupo mais bem equipado em armamento do BRASIL, fomos alvo de reportagem da revista MAGNUM, pois éramos a única Polícia do BRASIL a termos o famoso fuzil PSG1 considerado um dos melhores fuzis de SNIPER do MUNDO.

Cabe também aqui outro registro, quando estávamos idealizando o uniforme para o CT9 (embrião do GATE) optamos pelo fardamento do SAS (afamado grupo antiterrorista da Inglaterra) que era todo de COR PRETA (touca, luva e farda preta, para aproveitar o efeito de sombra em áreas urbanas e o fator psicológico).

APÓS NOSSA PRIMEIRA APRESENTAÇÃO A SOCIEDADE é que começou a surgir na imprensa grupos no país com uniforme semelhante ao adotado na PM do RGS.

O primeiro fardamento usado pelo grupo foi doado pelo EXÉRCITO BRASILEIRO, eram fardamentos considerados inservíveis, foram costurados e tingidos de preto e o segundo fardamento foi doação da RBS TV (macacões pretos novos).  No início muitas pessoas não entendiam nosso projeto e outras não aceitavam que “dois 2o tenentes tivessem idéias que seus superiores deveriam ter”, causando assim uma extrema dificuldade para conseguir material, equipamento e munição para treinamento, mas conseguimos superar todos os obstáculos com ajuda de grandes “irmãos” e amigos do EXÉRCITO, AERONÁUTICA, MEMBROS  DA SOCIEDADE  e dos poderes estaduais EXECUTIVO, LEGISLATIVO e JUDICIÁRIO.

Hoje vemos as centenas de pessoas que os COMPONENTES do GATE SALVARAM, as inúmeras chamadas de AMEAÇAS DE BOMBAS, MOTINS EM PRESÍDIOS, RESGATE DE REFÉNS, etc, temos a certeza que estávamos no caminho certo e que cada pessoa que ajudou a criar e manter este grupo, contribuiu para UMA NOBRE CAUSA, SALVAR VIDAS.

Em virtude de divergências funcionais fomos afastados do comando do GATE e fomos designados para outras funções, já como 1os tenentes detectamos um novo problema: o efetivo formado era muito pequeno para atender as diversas missões e também necessitavam de um incentivo salarial  foi quando pedimos uma audiência com o então Sr. Sub Chefe do Estado Maior Cel Eugênio e apresentamos uma proposta que versava sobre o seguinte:

Aumento do efetivo do gate e promoção do efetivo, os membros do gate seriam no mínimo sargentos PM.

A proposta foi aceita, passamos a disposição do EMBM e iniciamos os trabalhos, com a brilhante orientação do então Cap Saldanha (hoje Cel Saldanha) um dos técnicos da DIRETORIA DE ENSINO criamos o currículo do 1o CURSO DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS DE AÇÕES TÁTICAS (tal currículo foi baseado nos currículos dos cursos CCOE do CT9), após com orientação e ajuda do então Maj. CELMAR da PM3 criamos o edital de testes para o concurso de ingresso e por último com a ajuda dos OFICIAIS DA PM1 criação do QPM de ações táticas.

Com estas medidas os membros do GATE hoje, são todos SARGENTOS, comandados por CAPITÃES.

Neste ponto encontramos outra dificuldade, que a meu ver até hoje existe, alguns superiores não aceitavam que dois tenentes comandassem quatorze homens ou um capitão comandasse dois tenentes e dez sargentos, etc, se observarmos, grupos de comandos no mundo, veremos que não importa o posto ou graduação e sim a qualificação técnica e o conhecimento (é obvio que o mais graduado comanda) a diferença entre um grupo especial de elite e uma tropa convencional está na formação, manutenção, equipamento, armamento e ORGANIZAÇÃO (um TenCel pode comandar dois Tenentes e vinte Sargentos ou um Major pode comandar um Capitão um Tenente e dez Sargentos, etc).

Sugerimos NOVAMENTE aos NOSSOS SUPERIORES a criação de uma unidade F.E. (1a CIFE - Cia Independente de Forças Especiais) com quadro diferenciado das unidades convencionais e que comandante e oficiais sejam CURSADOS,  pois caso isto não ocorra, a meu ver, seria como mandar um Médico OFTALMOLOGISTA coordenar uma OPERAÇÃO NO CORAÇÃO, pode dar certo mas “EU NÃO QUERIA SER O PACIENTE”.

Tentei relatar nestas linhas acima, um caminho percorrido por dois Tenentes, um Sargento de nome MARTINS, hoje Inspetor da Polícia Civil e um Civil de nome RICARDO SCARPINI GUIMARÃES, mestre de Karate e Jiujitso, que             “NÃO SABIAM QUE ERA IMPOSSÍVEL CRIAR O GATE ”.

O BATISMO DE FOGO:

Era madrugada e fomos  solicitados pelo 15o BPM, era uma ocorrência com reféns  num motel.

Um casal de assaltantes entrou no motel e renderam a segurança, um dos clientes desconfiou da situação e telefonou para a Brigada Militar o local foi cercado houve troca de tiros e os assaltantes pegaram oito casais que estavam nos quartos, fazendo-os reféns e ameaçando tirar a vida dos mesmos.

Chegamos no local e começamos a recolher informações sobre o fato, criminosos, quantidade e características dos reféns e planta do local, enquanto instalávamos o grupo de segurança, sniper e seu auxiliar.

Após todos os itens importantes registrados iniciamos o planejamento de negociação e preparação do grupo de assalto, em virtude da situação decidimos empregar a técnica de assalto por confinamento pois não sabíamos qual dos quatro andares encontrava-se os criminosos e seus reféns, para depois de confinados iniciarmos a negociação. Já havia passado a FASE AFETIVA, a mais crítica, porém não tínhamos contato visual ou auditivo com os criminosos.

 Iniciamos o assalto, primeiro andar revistado e limpo, segundo piso primeiro contato e fomos alvejados por vários tiros de pistola 7.65, tentamos negociar, mas os assaltantes assustados subiram para o terraço (neste contato não respondemos aos disparos por causa dos reféns, só tomamos posição e nos abrigamos) nesta fuga para os andares superiores os criminosos deixaram para traz 06 casais, ficando apenas com quatro pessoas. Após revistarmos os reféns e recolhermos mais informações reiniciamos o confinamento. Terceiro andar revistado e limpo, só restava o terraço.

 Cobertura pronta, inicia a progressão do primeiro homem no terraço, após chegada a seu ponto, o segundo homem inicia a progressão e novamente somos alvejados por tiros, sentindo-se cercado o criminoso concorda em conversar (o Ten. Mamede, junto com sua equipe inicia tratativas).

Conseguindo romper parte das defesas e desconfianças do criminoso, criou-se um fino laço de confiança, momento que o casal de criminosos  decide liberar duas pessoas, ficando agora com apenas dois reféns atrás das caixas de reservatório de água, passado algumas horas o criminoso muda completamente sua posição e começa a gritar que vai morrer pois sua vida não tem mais sentido, mas antes vai matar os reféns, engatilha sua pistola e quando começa a se virar para os reféns decido que é hora do assalto final.

   Assalto final:

   Tenho várias imagens de ações em minha mente até hoje, esta é uma delas;  Fiz o sinal de ataque com a mão esquerda e com a direita lancei uma granada de luz e som, quando ela explodiu quatro componentes do CT9 e eu estávamos em volta do casal de assaltantes com nossas armas apontadas para suas cabeças. Os criminosos atordoados e assustados com a ação rápida e inesperada, obedeceram rapidamente às ordens de largar suas armas e colocarem suas mãos sobre a cabeça. O senhor e a senhora que estavam como reféns nada sofreram, apenas a senhora que estava nua enrolada em um lençol  com  o  susto  urinou-se  “mas isto o CT9 não era treinado para evitar”.

Porto Alegre, 14 de Abril de 2001.

HEITOR SÁ DE CARVALHO JUNIOR – MAJOR/BM/RGS.

“Semper Fidelis”.

 

    LEMA DO CT9/GATE - TREINAMENTO DURO COMBATE FÁCIL. 

OS DEZ MANDAMENTOS DOS HOMENS DO CT9/GATE:

 

1-      CONTROLE EMOCIONAL;

2-      CORAGEM;

3-      DISCIPLINA CONSCIENTE;

4-      ESPÍRITO DE CORPO;

5-      FLEXIBILIDADE;

6-      HONESTIDADE;

7-      HONRA;

8-      INICIATIVA;

9-      LIDERANÇA;

10- PERSEVERANÇA.

HISTÓRICO DO G3

Depois de diversas funções que desempenhei na Brigada Militar, fui convidado pelo Superior e amigo Ten Cel Gerson Nunes Pereira, para compor uma equipe de Oficias que iriam cumprir uma missão no interior do Estado. Tal missão tinha como objetivo organizar e implementar uma forma mais dinâmica de policiamento no 3º RPMon na cidade de Passo Fundo.

Chegando no local após o Maj Moura (que seria o Sub Cmt da Unidade) iniciamos o trabalho.

Nesta época a cidade de Passo Fundo era conhecida como “a Chicago dos Pampas”. Vários crimes, delitos, tráfico “pesado” de drogas e assaltos a bancos. Foi então que sugeri ao Ten Cel Gerson e Maj Moura a criação de uma Equipe Especial Policial, e para tal necessitaria de apoio e trazer um Sargento de Confiança e com as características necessárias para o projeto.

É claro que foi aprovada a sugestão pois tínhamos a certeza de que tal trabalho renderia frutos positivos para atividade de policiamento e por conseguinte para a comunidade.

Após observação e preparativos que duraram aproximadamente meio ano, inicia a seleção dos candidatos e posteriormente preparamos um curso denominado de 1º COPE (Curso de Operações Policiais Especiais) com duração de três semanas englobando os assuntos de Abordagem, Resgate de Reféns, Negociação, Tiro Policial, Sniper & Aux, Explosivos, Segurança de Dignitários, etc. este curso teve como local a Fazenda do 3º RPMon, onde foi instalado a coordenação do curso, alojamento dos instrutores convidados e a “área verde do turno” um local onde os alunos poderiam “descansar e alimentarem-se confortavelmente” como manda a doutrina de formação destas unidades de Elite.

Iniciamos o curso com um ponto inédito, na turma de alunos tínhamos a presença de duas Policiais Femininas que concluiriam com aproveitamento o curso, demonstrando que a antiga mentalidade de não deixarem mulheres participar destes treinamentos estava ultrapassada.

Numa de minhas palestras sobre Unidades Especiais para a Polícia, uma Policial Militar perguntou-me sobre uma resposta que obteve de um componente de uma Unidade Especial, ela disse que durante seu curso de Formação foi visitar uma unidade especial e perguntou a um dos componentes porque não tinha mulher no grupo, obteve como resposta uma demonstração, pegaram um dos mais fortes componentes e equiparam-lhe com tudo que tinha direito e após simularam um ferimento no mesmo, depois disseram para a Policial Feminina tentar levantar e carregar o companheiro ferido. “Por ser um homem com quase o dobro do meu peso e tamanho não consegui”, disse-me a policial, e em seguida perguntou-me “o senhor acha este argumento correto para não permitir o ingresso de policiais femininas em Grupos Especiais?”. Respondi que formávamos policiais para atuar em Operações de Alto Risco e que os componentes de uma Unidade de Elite são profissionais que superam a força bruta com Inteligência, e que não queríamos “burros de carga”. Uma Policial Feminina tem extrema importância e valia num Grupo Especial tanto numa equipe de Assalto quanto numa equipe de negociação.

Por isto que já na criação do Gate queríamos o ingresso de Policiais Femininas no Grupo mas não permitiram, alegando motivos que nem vale citar aqui, e quando da criação do G3 tivemos autorização e com certeza obtivemos excelentes resultados.

Após o termino do curso os alunos foram brevetados e começaram a atuar na Cidade de Passo Fundo e região, quando eram empregados pelo Comando Regional.

Após o curso cinco componentes foram para o Estado do Rio de Janeiro onde cursaram o CATE (Curso de Ações e Táticas Especiais) no BOPE/PM/RJ, mais cinco semanas de “sombra e água fresca” e outros seis componentes foram para os Estados Unidos da América, inclusive as duas Policiais Femininas, treinar com a SWAT na Flórida.

Cabe salientar que tais viagens foram sem ônus para o Estado, ou seja não receberam diárias nem tão pouco as passagens, tudo foi patrocinado pela comunidade e empresas locais (ACISA, SEMEATO e outros).

Hoje o grupo G3, que já foi alvo de inúmeros elogios por parte da sociedade gaúcha,  reportagens de jornais e revistas locais e da Revista Magnum, está em plena atividade e graças e este pequeno grupo de Policiais de Elite que a Região de Passo Fundo está mais segura.

Por fim, quero registrar aqui o apoio determinado do Cap FERNANDO ALBERTO GRILLO MOREIRA (que também foi responsável pela formação e treinamento dos Snipers do GATE) e Cap ANDRÉ LUIZ OTHONELLI PITHAN que como instrutores de tiro, deslocaram para a cidade de Passo Fundo, com seus veículos “cheios de brinquedinhos” e sem nenhum gasto para o Estado, sacrificaram suas horas de lazer com seus familiares, para em um final de semana passarem seus conhecimentos aos alunos do 1º COPE.

Obrigado aos amigos, o G3, a comunidade de Passo Fundo e eu agradecemos.

Semper Fidelis!

     LEMA DO G3:

“SEMPER FIDELIS”

OS DEZ MANDAMENTOS DO GRUPO:

  1. CONTROLE EMOCIONAL;

  2. CORAGEM;

  3. DISCIPLINA CONSCIENTE;

  4. ESPÍRITO DE CORPO;

  5. FLEXIBILIDADE;

  6. HONESTIDADE;

  7. HONRA;

  8. INICIATIVA;

  9. LIDERANÇA;

  10.  PERSEVERANÇA.

Porto Alegre, 14 de Abril 2001.

“Semper Fidelis”

 


Última alteração em 07-25-2006 @ 01:00 am

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