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História Militar e Apontamentos para uma História Militar do Espírito Santo I
Inserido por: GNeves
Em: 08-16-2006 @ 04:11 pm
 

 

Autor: Getúlio Marcos Pereira Neves

1. Introdução:

O Estado do Espírito Santo é o único estado brasileiro que nunca teve seu território ocupado por forças estrangeiras, embora isto tivesse sido tentado por diversas vezes durante sua história. Nas suas terras desencadeou-se o primeiro confronto de grandes proporções entre portugueses e indígenas, na região do Rio Cricaré, com significativas baixas, tanto quantitativas quanto qualitativas, dos dois lados. No episódio das lutas contra os franceses, os indígenas daqui saídos se incorporaram às forças que combateram os invasores e ajudaram a fundar a localidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, em episódio incorporado pela História Militar como evento fundador da Marinha de Guerra do Brasil. No século XVIII a baía de Vitória constituía importante fortificação militar, e a Capital uma forte praça tendente a proteger o único caminho para o interior e para as riquezas naturais das Minas Gerais.

O Espírito Santo, a exemplo de outros estados brasileiros, esteve envolvido em conflito armado contra estado vizinho pela demarcação de seus limites em meados do século XX, incorporou homens à Campanha do Paraguai no século XIX e à Campanha brasileira na Itália na 2.ª Guerra Mundial. Sedia, hoje, um Batalhão de Infantaria de gloriosas raízes naquela Campanha do Charco (o 38.°, Batalhão Tibúrcio) e uma das cinco Escolas brasileiras de formação de praças da Marinha de Guerra. E, no entanto, está por se fazer uma história, sistemática ou não, dos fatos e instituições militares que f azem parte de sua evolução.   

 E o pouco interesse por esta vertente de estudo da evolução da sociedade sem embargo se dá por três motivos, um deles de caráter universal, enquanto que os outros dois se podem considerar referentes a peculiaridades nacionais: o primeiro é que a História Militar, entendida em sentido estrito, passou a ser, para o senso comum dos próprios historiadores ao redor do mundo, uma descrição de campanhas e batalhas antigas para preencher lacunas na formação dos militares, que felizmente não podem lançar mão, a todo momento, de situações que lhes permitam testar suas teorias na prática.  A segunda, que se verifica no Brasil, é que o sistema de análise social que se ensina e se aprende hoje na Academia parte da premissa de uma obrigatória e nem sempre paulatina mobilidade das classes sociais, contexto em que, simplificadamente, as organizações militares não passam de guardiões do “status quo”, isto em sentido pejorativo. O que, de alguma maneira, Não pode deixar ser debitado a estas instituições, que até mesmo pela necessidade de formação de um caráter e de uma identidade própria e específica isolam-se em sua própria organização. A terceira, aspecto histórico prático que exacerba ainda mais a motivação teórica da segunda, são os ainda recorrentes reflexos de envolvimento da classe militar na política brasileira, um processo que se veio verificando desde meados do século XIX até a devolução do poder aos civis, com a eleição de Tancredo Neves para o cargo de Presidente da República. Some-se a isto a tendência atual de enfraquecimento do Estado em detrimento de organizações econômicas e outras de cunho trans e mesmo multinacional, à custa, também, da exacerbação das doutrinas de Direitos Humanos e de Meio Ambiente, o que sem embargo se verifica com agudeza no Brasil, e se se associa tradicionalmente a Força Armada à preservação do Estado pode-se compreender a colocação sem maiores esforços.

No entanto a necessidade de expansão de suas fronteiras, de proteção de suas rotas comerciais, de defesa contra agressões de outrem que também buscavam a própria expansão e o controle de rotas comerciais é uma constante ao longo da História, e antes de um maior desenvolvimento da Diplomacia política e comercial, se fazia a toda hora pela força das armas. E o esforço assim necessário envolvia não só a casta destinada a esta atividade, mas toda a sociedade. É de Tucídides, em sua classicíssima análise do conflito do Peloponeso, a constatação de que “devemos ter sempre em mente que o capital sustenta melhor uma Guerra que as contribuições forçadas”; o primeiro, obviamente acumulado mediante atividade econômica desempenhada de forma regular, o segundo, mediante o aumento da carga tributária sobre a população.

É a sociedade quem financia sua casta militar e a atividade fim dessa classe, numa situação extrema. Em determinados momentos históricos, inexiste mesmo essa divisão no seio da sociedade, como nos primórdios da colonização, em que a população pegava em armas para se defender dos invasores e posteriormente, pode-se considerar, nos episódios de formação de exércitos de conscritos, como os corpos de Voluntários da Pátria que se dirigiram ao Paraguai. No Espírito Santo o reforço da praça de Vitória veio também instituir durante o século XVIII uma categoria de funcionários públicos em tese bem remunerados, os integrantes das forças de linha locais que aqui viviam e eram responsáveis por guarnecer as fortificações.

Se o estudo sistemático dos conflitos históricos aqui verificados poderia ser de pouca valia prática, a esta altura, na formação de uma classe militar conforme o senso comum a que se fez menção acima (afirmação relativa, se se levar em conta, por exemplo, que a estratégia de utilização de blindados e carros de combate mecanizados foi desenvolvida do estudo das campanhas de Gengis Khan, tão longínquas no tempo e na técnica de armamentos), o estudo da interação da sociedade civil com as instituições militares é de todo recomendável como uma das vertentes possíveis – e importantes - de um estudo mais amplo e que visa a uma maior compreensão da sociedade, a que já me referi. O que se faz, hoje, na chamada Nova História Militar.

Assim, cumpre inicialmente definir que se entende na atualidade por História Militar, como se a faz, quem a faz, qual, afinal, o seu objetivo e a sua utilidade no exercício desse estudo.

2- História Militar e Nova História Militar:

Independente da opinião dos historiadores acadêmicos, é fato que a História se fez, inicialmente, como História Militar. Isto é, a narração dos conflitos armados entre grupos sociais rivais que se procuravam sobrepujar um ao outro na conquista de territórios ou na consolidação de posições visando à atividade comercial foi o assunto que – ao lado da descrição do meio físico e de informações etnográficas sobre as sociedades aí representadas – ocuparam as primeiras narrações de cunho histórico hoje conhecidas.

Na História, Heródoto faz o que se passou a chamar História Natural, numa interessante combinação de cronologia, etnologia e geografia que só há pouco tempo passou a ter seu devido valor. A segunda parte de História é dedicada à narração dos conflitos entre gregos e persas, de 449 a.C. a 479 a.C. Já na História da Guerra do Peloponeso, Tucídides narra todo o desenrolar das hostilidades entre Atenas e Esparta, mesmo após a Paz de Nícias, que para ele não pôs fim ao conflito. Mas Tucídides preocupou-se em descrever quase que especificamente os acontecimentos bélicos, não se ocupando com o que mais acontecia no mundo mediterrânico contemporâneo.

As duas visões dos dois autores passaram recentemente a conviver paralelamente, já não importando quem, verdadeiramente, é o “Pai da História”: se a abordagem meticulosa, documental, de Tucícides vem sendo tradicionalmente aquela adotada pelos historiadores acadêmicos, a abordagem mais abrangente e de estilo mais literário de Heródoto, permeada de narrativas e de utilização de fontes orais,  passou a ser valorizada modernamente, mesmo a partir da Nova História e da popularização da divulgação científica entre o grande público. O que não quer dizer, de forma nenhuma, que Heródoto seja menos “científico” que Tucídides - o que não vem ao caso. Vem ao caso, sim, utilizar as duas visões acima para tentar estabelecer uma distinção simplista entre o que se vem fazendo tradicionalmente em termos de História Militar e o que se passou a fazer desde a fundação de uma Nova História Militar.

 

      2.1- História Militar: 

Sem embargo a História Militar cuida da reconstrução histórica da Doutrina Militar, englobando aí a Ciência e a Arte da Guerra, a primeira grosso modo incluindo tudo o que se refira ao preparo de uma força para a guerra, enquanto que a segunda inclui tudo o que se refere ao emprego dessa força no conflito. Assim a reconstituição de batalhas, de manobras, de táticas, de armamento e equipamentos, de providências relativas a abastecimento, tudo isto faz parte de material que é estudado criticamente, em contraponto à doutrina militar contemporânea, visando ao adestramento dos alto-comandos militares de um exército ou de uma armada. O que há de especial aí é que este tipo de estudo será tanto mais útil quanto mais se relacionar às condições de terreno e material humano locais – daí a necessidade do estudo pormenorizado, pelo militar profissional, da história das forças nacionais, em complementação ao estudo da História Militar geral. 

O estudo da História Militar alcançou grande importância pelo exemplo de Frederico o Grande, Rei da Prússia, um estudioso metódico. Napoleão Bonaparte, o Duque de Caxias e o General norte-americano Patton foram alguns que reconheceram, de igual modo, a utilidade desse estudo, e a ele se dedicaram. Autores clássicos, num período mais atual, são Clausewitz e o Barão de Jomini, sem dúvida os fundadores do pensamento militar moderno. No Brasil o estudo da História Militar foi introduzido com a criação por D. João VI em 1810 da Academia Militar Real, raiz da atual Academia Militar das Agulhas Negras, havendo hoje em dia cadeira específica na AMAN. Renomados historiadores militares brasileiros são o Visconde de Taunay, Emílio Jourdan, Tasso Fragoso, João Batista Magalhães, Francisco de Paula Cidade, Castelo Branco e Cláudio Moreira Bento.

O estudo da História Militar sem embargo decaiu após a Segunda Guerra Mundial, atravessando um período de crise por se ter constatado que o Alto Comando Alemão buscou também nas lições históricas retiradas do glorioso passado militar da Prússia uma metodologia de ação que acabou por levar o Terceiro Reich à derrota. É que a História, sabem-no todos os historiadores, deve ser estudada de modo crítico, eis que não tem o objetivo – muito menos a função – de ensinar lições, mas de, através da análise do passado, compreender o presente e projetar o futuro.

Nos Estados Unidos ocorreu por volta dos anos 70 um recrudescimento no interesse pelo estudo da História Militar, tendo sido criado um Comitê no Ministério do Exército que, inteirando-se das necessidades do militar profissional norte-americano, constatou que de maneira paradoxal o interesse pelo estudo da História Militar aumentara nos anos subseqüentes à Grande Guerra, reflexo do interesse geral da sociedade ante os anos de incerteza que se seguiram ao conflito. Assim o estudo da História Militar nos Estados Unidos passou a ser feito numa “nova dimensão”, e este enfoque é o que hoje subsiste e veio a aproximar os interesses dos historiadores militares de carreira aos dos historiadores civis.

 

      2.2- Nova História Militar: 

Essa maneira de ver as instituições militares de fora da caserna privilegia – porque é o que mais interessa – as relações entre as classes civil e militar, estabelecendo o lugar de cada uma na vida do Estado e se ocupando de seu entrelaçamento – exércitos conscritos e profissionais, a participação destes últimos na vida nacional e, de forma muito mais aprofundada, as ocasiões históricas em que extrapolam eles sua função constitucional para atuar em outros campos de ação.

É óbvio que o historiador civil não tem formação militar profissional, o que lhe dificultaria sobremaneira o cultivo da História Militar pela abordagem técnica que se faz nas Escolas de Alto Comando; por outro lado, a valorização daquela vertente da história do cotidiano esvaziou sobremaneira, para o não especializado, o interesse pelos grandes vultos e pelos grandes feitos militares. Como o homem comum é atingido pela simples existência e pelo desempenho mesmo da atividade-fim da classe militar? Nesse tão amplo espectro de aproximação ao objeto de estudo sem embargo cabem diversas vertentes, sob abordagens diversas, que no Brasil, a partir da década de 90 se utilizam da Antropologia (exemplo de Celso de Castro) e das Ciências Sociais em geral.

O fato é que tanto os historiadores civis quanto os militares têm-se debruçado sobre fontes e arquivos para traçar um panorama crítico da evolução das Forças Armadas e auxiliares no Brasil, seja por seus feitos, seja pelo esforço que a sociedade como um todo despendeu para que esses feitos pudessem ser efetivamente realizados. A periodização da História Militar Terrestre do Brasil é ilustrativa de quanto se pode fazer dentro de uma divisão sistemática de temas e interesses, que tanto pode ser o que privilegia a visão interna quanto a externa à caserna - o que, aliás, poderíamos aproximar, num esforço de simplificação, aos dois enfoques, acima referidos, que se emprestam ao estudo das instituições nacionais de caráter militar.

3 – Periodização sistemática para o estudo da História Militar Terrestre brasileira:

Esta periodização é preconizada pelo Manual “Como Estudar e Pesquisar a História do Exército Brasileiro”, do Cel. Cláudio Moreira Bento, da Academia de História Militar Terrestre do Brasil. O balizamento de temas é útil na orientação da abordagem aos temas e à organização sistemática da produção.

410/419 LUTAS COM ESTRANGEIROS NO CONTINENTE

 410 Lutas com estrangeiros no continente

 411 LUTAS COM FRANCESES

411.0 Lutas com franceses

411.1 Lutas isoladas com franceses (15-55)

411.2 Franceses no Rio de Janeiro (1555-67)

411.3 Franceses na Paraíba (15..)

411.4 Franceses no Maranhão (16..)

 411.5/.6 Invasões francesas (1710-1)

411.5 Invasão francesa (1710)

411.6 Invasão francesa (1711)

411.7 Franceses no Amapá

411.8 Guerra com a França (17..-815)

411.80 Guerra com a França (17..-815)

411.81 Guerra com a França. Defesa territorial

411.82 Campanha de Caiena (1809)

411.9 Lutas com franceses não classificadas, por Estado e

período

412 LUTAS COM HOLANDESES

412.0 Lutas com holandeses

412.107.19 Lutas isoladas com holandeses, exceto na Amazônia - em 412.3 - e no Atlântico Sul - em 412.24 - estas entre 1621 a 1654

412.10 Lutas isoladas com holandeses

412.11 Holandeses no Rio de Janeiro (por período)

412.12 Holandeses em S. Vicente (por período)

412.13 Holandeses no Espírito Santo

412.14 Holandeses na Paraíba (1625)

412.15 Holandeses no Ceará (16..)

412.16 Lutas isoladas com holandeses entre 15.. e 1620, (não classificadas)

412.2 GUERRAS HOLANDESAS

412.20 Guerra holandesa -1624-54 (Para a participação do Centro-Sul, ver 412.25)

412.21 Lutas com holandeses na Bahia (16..)

412.210 Lutas com holandeses na Bahia (1624-54)

412.211 Campanha da Bahia (1624-5)

412.212 Ataques holandeses à Bahia entre 1626 e 1624

412.212.0 Ataques holandeses à Bahia (1626-54)

412.212.1 Ataques holandeses à Bahia por período

                    Ex: 412.212.1 Ataque holandês à Bahia (1640)

412.22 Lutas com holandeses no NE Oriental (16..)

412.220 Lutas com holandeses no NE Oriental (16..)

412.221.0/15 Campanha de Pernambuco (1630-54)

412.221.0 Campanha de Pernambuco (1630-54)

412.221.1 Conquista de Pernambuco (1630-6)

412.221.10 Conquista de Pernambuco (1630-6)

412.221.11 Invasão de Pernambuco (1630)

412.221.12 Expansão da conquista holandesa (1630-7)

412.221.120 Expansão da conquista holandesa (1630-7)

412.221.121 Expansão da conquista holandesa, por feitos; ex: 412.221.121 - Batalha de Mata Redonda (1637 - Jan 17-8)

412.221.2 Insurreição Pernambucana (1645-54)

412.221.20 Insurreição Pernambucana (1645-54)

412.221.21 Insurreição Pernambucana por feito.

                   Ex: 412.221.2 Batalha do Monte das Tabocas (1645), Batalhas dos Guararapes.

412.221.3 Capitulação holandesa (1654)

412.221.47.5 Feitos não classificados da campanha de Pernambuco

412.222 Campanha de Alagoas (16..)

412.223 Campanha da Paraíba (1630-54)

412.224 Campanha do Rio Grande do Norte (16..)

412.225 Campanha do Ceará (16..)

412.226/.229 Feitos das lutas holandesas no NE Oriental não classificados

412.230/.239 Lutas com holandeses no NE Ocidental

412.230 Lutas com holandeses no NE Ocidental

412.231 Campanha do Maranhão (16..)

412.240/.249 Lutas com holandeses no Atlântico Sul (16..)

412.240 Lutas com holandeses no Atlântico Sul  (16..)

412.241   Luta pela posse de Fernando de Noronha (1630-54)

412.242 Batalha dos Abrolhos

412.243 Batalhas navais de 1640

412.244/.249 Lutas com holandeses no Atlântico Sul não classificadas

412.25 Guerra holandesa. Participação do Centro-Sul na (Expedição libertadora de Angola)

412.3 Lutas com holandeses na Amazônia

412.30 Lutas com holandeses na Amazônia (16..)

412.31 Lutas com holandeses na Amazônia, por operação. Ex: 412.31, Xingu, Conquista dos Fortes do

412.4/.9 Lutas com holandeses não classificadas

413/413.9 LUTAS COM ESPANHÓIS E DESCENDENTES

413.0 Lutas com espanhóis e seus descendentes

413.1 Lutas isoladas com espanhóis (por denominação e período)

413.2 Guerra do Sul (1680-821)

412.21.26 Guerras do Sul pelos episódios a seguir:

413.21 Colônia do Sacramento, Ataque à, (1680)

413.22 Colônia do Sacramento, Sítio da, (1704-5)

413.23 Colônia do Sacramento, Sítio da, (1735-6)

 413.240/.249 Guerras do Sul (1763-77)

413.240 Guerras do Sul (1763-77)

413.241 Campanha do Rio Grande (1763-77)

               Reconquista Vila do Rio Grande (1776 Abr 1)

413.242 Ocupação de S. Catarina (1777)

413.243 Guerras do Sul (1763-77), conseqüências das

413.244/.249 Assuntos das guerras do Sul na classificados

413.25 GUERRA 1801 (RS, MT, AMAPÁ)/INVASÃO BANDA ORIENTAL PELO EXÉRCITO PACIFICADOR (1811-1812) (5)

413.250 Guerra de 1801 - RS

413.250.0 Conquista dos Sete Povos das missões

413.250.1 Conquista do Distrito de Cerro Largo (Entre o Piratini Jaguarão)

413.250.2 Operações na Fronteira do Rio Pardo

413.250.20 Expulsão dos espanhóis de São Gabriel e Santa Tecla

413.250.3 Operações na Fronteira do Rio Grande

413.250.30 Expulsão das guardas dos espanhóis entre os rios Piratini e Jaguarão

413.250.31 Combate do Passo das Perdizes

413.250.4 Operações junto ao Passo da Conceição do Jaguarão

413.250.5 Conseqüências da guerra 1801 - RS 4

13.251 Guerra 1801 - MT

413.251.0 Ataque espanhol ao Forte de Coimbra (16-24 Set 1801)

413.251.1 Ataque português ao Fortim S. José no Rio APA-MT

413.251.2 Conseqüências da guerra de 1801, em MT

413.252 Conseqüências da guerra em 1801, no Amapá

413.253 Conseqüência da guerra de 1801 (Tratado de Badajoz)

413.254 Invasão da Banda Oriental pelo Exército Pacificador (1811-12)

413.254.0 Concentração em Bagé

413.254.1 Invasão da Banda Oriental (Passo Centurión)

413.254.2 Conquista do Forte de Cerro Largo

413.254.3 Conquista do Forte de Santa Tereza

413.254.4 Operações do Exército Pacificador no interior da Banda Oriental

413.254.5 Acampamento do Exército Pacificador na margem do rio Uruguai, na Banda Oriental

413.254.6 Acampamento do Exército Pacificador nas cabeceiras do rio Cunha  Peru, no interior da Banda Oriental

413.254.7 Operações militares do Distrito Militar de São Borja, entre rios Ibicuí e Quari (Distrito de Entre Rios)

413.254.8 Reiternação no Rio Grande do Exército Pacificador

413.254.9 Conseqüências da Campanha do Exército Pacificador

 413.26 PRIMEIRA GUERRA CONTRA ARTIGAS (1816-17)

413.261 Combate do Passo do Uruguai (1816 Out 13)

413.262 Combate de Ibirocai (1816 Out 19)

413.263 Combate de Carumbé (1816 Out 27)

413.264 Combate de Arapey (1817 Jan 3)

413.265 Combate de Catalan (1817 Jan 4)

413.266 Combate do Itaqui (1817 Jan 19)

413.267 Invasão de Japery (1817 Jan 20)

413.268 "Raid" do Tenente Luiz Carvalho, a partir de São Borja, na margem direita do Uruguai (1817 Jan/Fev)

413.269 Operações na Fronteira das Missões

413.269.0 Combate do Passo Japery (1816 Out 21)

413.269.1 Combate do Passo Santa Maria

413.269.2 Do Ibicuí 1816 (Set 21-7 - Out 3)

413.269.3 Sítio de São Borja (1816 Set 7)

413.269.4 Combate de São Borja (1816 Out 3)

413.269.5 Outras ações na Fronteira das Missões (São Borja)

413.27 Conquista de Montevidéu pela Divisão de Voluntários Reais ao comando de Lecor

413.270 Combate entre o arroio Chuí e Montevidéu

413.28 Segunda Guerra Contra Artigas

413.280 Batalha de Taquarembó

413.281 Outras ações nesta guerra no RS

413.29 Incorporação da Província Cisplatina ao Reino Unido do Brasil Portugal e Algarve

413.3 GUERRA CISPLATINA

413.30 Guerra da Cisplatina

413.31 Guerra da Cisplatina, Causas da

413.32 Operações no Uruguai (1825-7)

413.33 Campanha do Rio Grande (1825-7)

413.330 Campanha do Rio Grande (1825-7)
413.330.1 Batalha do Passo do Rosário (1827 Fev 20)
413.330.2 Operações no Rio Grande do Sul posteriores à Batalha do Passo do Rosário

413.34 Guerra da Cisplatina, Conseqüências da

413.4 - GUERRA COM ORIBE E ROSAS

413.40 Guerra com Oribe e Rosas

413.41 Guerra com Oribe e Rosas, Causas da

413.42 Campanha do Uruguai (1851-2)

413.43 Campanha de Buenos Aires (1852)

413.430 Campanha de Buenos Aires (1852)

413.431 Batalha de Caseros (1852)

413.432/439 Assuntos não classificados da campanha de Buenos Aires - (1852)

413.5 GUERRA DO URUGUAI (1864-5)

413.50 Guerra do Uruguai (1864-5)

413.51 Campanha do Uruguai (1864-5), Causas da

413.52 Campanha do Uruguai (1864-5)

413.520 Campanha do Uruguai (1864-5)

413.521 Salto, Ataque a (1864)

413.522 Paissandú, Ataque a  (1864-5)

413.53 Guerra do Uruguai (1864-5), Conseqüências da

413.54/59 Assuntos não classificados da Guerra do Uruguai (1864-5)

413.6 GUERRA DA TRÍPLICE ALIANÇA (1864-70)

413.60 Guerra Tríplice Aliança (1864-70)

413.61 Guerra da Tríplice Aliança (1864-70), Causas

413.62 Tratado da Tríplice Aliança

413.63 Campanha de Corrientes (1865-6)

413.64 Campanha do Rio Grande do Sul (1865)

413.65 Campanha de Mato Grosso (1864-70)

413.66 Campanha do Paraguai (1866-70)

413.660 Campanha do Paraguai (1866-70)

413.661 Transposição do Paraguai (1866)

413.662 Operações em torno de Humaitá

413.662.0 Operações em torno de Humaitá

413.662.1/3 Operações em torno de Humaitá por episódio

413.662.1 Combate de Estero Bellaco (1866 Mai 2)

413.662.2 Batalha de Tuiuti (1866)

413.662.3 Operações para a conquista da Fortaleza de Humaitá (1866-1868)

413.662.31 Conquista de Curuzu

413.662.32 Ataque a Curupaiti (1866 Set)

413.663 Operações para a conquista de Assunção

413.663.1 Operações no Chaco -1868 (Marcha de Flanco de Piquiciri)

413.663.2 Operações da Dezembrada (1868)

413.663.20 Operações Dezembrada (1868)

413.663.21/24 Operações Dezembrada pelas ações mais importantes

413.663.21 Batalha de Itororó

413.663.22 Batalha do Avaí

413.663.23 Batalha de  Lomas Valentinas

413.663.24 Rendição de Angostura

413.664 Operações para a captura de Lopez

413.664.0 Operações para a captura de Lopez

413.664.1 Campanha da Cordilheira Batalha Campo Grande e Peribebuí

413.664.2 Operações posteriores à campanha da Cordilheira

413.67 Guerra da Tríplice Aliança, Conseqüências da

 431.7 LUTAS NA FRONTEIRA OCIDENTAL, EXCLUSIVE GUERf DA TRÍPLICE ALIANÇA

413.70 Lutas, na fronteira ocidental (exclusive guerra da Tríplice Aliança)

413.71 Lutas com espanhóis e seus descendentes em Mato Grosso (exclusive guerra da Tríplice Aliança e levando-se em conta a divisão política vigente em 1870)

41 3.72 Lutas com espanhóis e seus descendentes na .Amazônia

            (Excluído o Estado de Mato Grosso de 1870)

413.721 Lutas com espanhóis e seus descendentes na Amazônia, por luta e período;  Ex:413.721 - Campanha do Acre (189. .-1903)

413.8/9 Lutas com espanhóis e seus descendentes, não classificadas

414 - LUTAS COM INGLESES

414.0 Lutas com ingleses

414.1 Lutas com ingleses no litoral

414.2 Lutas com ingleses na Amazônia (16..)

414.3 Questão Christie

41 4.4A9 Lutas com ingleses, não classificadas – Incidente Cormorán (1851)

41 5 - LUTAS COM ESTRANGEIROS COLIGADOS, NO CONTINENTE

415.0 Lutas com estrangeiros coligados, no continente

415.1 Lutas com estrangeiros coligados, por denominação41 5.2/ 9 Lutas com estrangeiros coligados no Continente, não classificadas

416 - LUTAS COM PORTUGUESES

416.0 Lutas da Independência

416.1  Guerra da Independência na Bahia (1822-3) – (Batalha de Pirajá)

416.2 Guerra de Independência no Nordeste (Batalha de Jenipapo)

416.3 Independência no Norte

416.4 Independência no Rio de Janeiro (1822)

416.5 Independência na Cisplatina (1822-4)

416.6 Independência em São Paulo (1822) (Episódio Bernarda)

416.7/9 Lutas com portugueses, não classificadas

417/419 LUTAS COM ESTRANGEIROS NO CONTINENTE, NÃO CLASSIFICADAS

420/29 LUTAS CONTRA ELEMENTOS HOSTIS OU IRREGULARES

420 Lutas com índios, quilombolas, bandidos ou cangaceiros, e fanáticos

421 LUTAS COM ÍNDIOS

421.0 Lutas com índios

421.1 Lutas com índios no Leste, por divisão política Ex: 421.1 Lutas com índios BA

421.2 Lutas com índios no Nordeste

421.20 Lutas com índios no Nordeste

421.21 Lutas com índios no Nordeste Oriental

421.210 Lutas com índios no NE Oriental

421.211  Lutas com índios no NE Oriental, por divisão política; Ex: 421.211 Lutas com índios PE

421.22 Lutas com índios no Nordeste Ocidental

421.220 Lutas com índios no NE Oci­dental

421.221 Lutas com índios no NE Oci­dental, por divisão política; Ex: 421.221 Lutas com índios MA

421.3 Lutas com índios na Amazônia

421.30 Lutas com índios na Amazônia

421.31 Lutas com índios na Amazônia, por divisão política

421.4 Lutas com índios no Sul

421.40 Lutas com índios no Sul

421.41 Guerra dos vicentinos com índios no Sul

421.410 Guerras dos vicentinos com índios no Sul

421.411 Guerras dos vicentinos com índias no Sul, por divisão política

421.42 GUERRA GUARANÍTICA (1754-6), RIO GRANDE DO SUL - COMBATES DE CAIBOATÊ E CHURUEBY (1756)

421.43 Lutas com índios no Paraná (exclusive as de bandeirantes paulistas)

421.44 Lutas com índios em Santa Catarina

421.45 Lutas com índios no Rio Grande do Sul (exclusive guerra guaranítica-421.42

421.5 Lutas com índios no Centro-Oeste

421.50 Lutas com índios no Centro-Oeste

421.51 Guerras dos vicentinos com índios no Centro-Oeste por denominação e período

421.52 Lutas com índios em Mato Grosso (exclusive as de bandeirantes paulistas)

421.53 Lutas com índios em Goiás (exclusive as de bandeirantes paulistas)

421.54 Lutas com índios em Rondônia

421.55/ 59 Lutas com índios no Centro-Oeste, não classificadas

421.6/ 9 Lutas com índios não classificadas

422.0 LUTAS CONTRA QUILOMBOS

422.1 Lutas com quilombolas, por denominação e período; Ex: 422.1 Guerra dos Palmares(16..)

422.2 Lutas com quilombolas, estados, período

423 LUTAS COM CANGACEIROS E BANDIDOS

423.0 Lutas com cangaceiros e bandidos

423.1 Lutas com cangaceiros e bandidos, por divisão política e período

423.2/ 9 Lutas com cangaceiros e bandidos, não classificadas

424 Lutas com fanáticos, inclusive sebastianistas, messianistas, etc, e exclusive guerras de Canudos e Contestado, em 445.5 445-7, respectivamente

424.0 Lutas com fanáticos

424.1 Lutas com fanáticos, por período; Ex: 424.1 Lutas com fanáticos (1838) - Muckers - (187.. RS)

425/429 Lutas com índios, quilombolas, bandidos ou cangaceiros, e fanáticos, não classificadas

430/439 LUTAS FORA DO CONTINENTE

430 Lutas fora do Continente

431 Expedição de Angola (1648) (Reconquista a partir RJ)

432 GUERRA MUNDIAL (1914-8)

432.0 Guerra Mundial (1914-8)

432.1  Guerra Mundial (1914-8),  Defesa territorial na

432.2 Guerra Mundial (1914-8), Missões militares na

432-3/9 Assuntos não classificados da guerra mundial de (1914-8)

433 GUERRA MUNDIAL (1939-45)

433.0 Guerra Mundial (1939-45)

433.1 Guerra Mundial (1939-45), Antecedentes da

433.2 Guerra Mundial (1939-45), Defesa territorial na

433.3 Guerra Mundial (1939-45), Missões militares na

433.4 Campanha da Itália (1944-5)

433.40 Campanha da Itália (1944-5)

433.41 Campanha da Itália, Operações iniciais na

433.410 Campanha da Itália, Operações iniciais na

433.411  Campanha da Itália, Operações iniciais na - por denominação e período; Ex: 433.411 Camaiore, Ocupação de

433.42 Operações no Vale do Serchio

433.420 Serchio, Operações no Vale do

433.421 Serchio, Operações no Vale do, por denominação e período; Ex: 433.421 Combate de Somacolonia (1944)

433.43 Reno, Operações no Vale do

433.430 Reno, Operações Vale do

433.431  Reno, Operações no Vale do, por denominação e período; Ex: 433.431 Ataque a Monte Castelo (1944 Nov 20)

433.44 Ofensiva de Primavera (1945)

433.440 Ofensiva da Primavera (1945)

433.441 Operações da Ofensiva da Primavera, por denominação e período; Ex: 433.441 Montese, Ataque a (1945 Abr14)

433.45 Ocupação de território italiano (1945)

433.5 Guerra Mundial (1939-45), Conseqüências da

434 Expedição a São Domingos (ensinamentos)

435 Expedição a Suez (ensinamentos) Lutas fora do Continente, não classificadas

440/445.9 LUTAS INTERNAS

440 Lutas internas                                                                  :

441 LUTAS INTERNAS (1500-821)

441.0 Lutas internas (1500-821)

441.1 Rebelião de Beckman - MA

441.2 Guerra dos Emboabas - MG

441.3 Guerra dos Mascates - PE                                                

441.4 Rebelião Baiana (1711) - BA                                             

441.5 Revolta de Vila Rica (1720) - MG    

441.6 Inconfidência Mineira e Conjuração dos Alfaiates

441.61 Inconfidência Mineira - MG

441.62 Conjuração dos Alfaiates (1798)-BA

441.7 Revolução Pernambucana (1817) - PE

441.8 Revolução (1821)

441.9 Lutas internas do período 1500-821, não classificadas

442 LUTAS INTERNAS (1822-31)

442.0 Lutas internas (1822-31)

442.1 Confederação do Equador (1824) - NE

442.2 Abdicação (1831)

442.3/9 Lutas internas do período 1822-31, não classificadas

443 LUTAS INTERNAS (1831-41) – REGÊNCIA

443.0 Lutas internas (1831-41)

443.1 REVOLUÇÃO FARROUPILHA (1835-45), RS e SC

443.10 Ação Pacificadora de Caxias (MA, MG, SP e RS)

443.2 Sabinada – BA

443.3 Cabanagem - PA

443.4 Balaiada – MA

443.5/9 Lutas internas do período 1831-41, não classificadas

444 LUTAS INTERNAS (1841-89)

444.0 Lutas internas (1841-89)

444.1 Revolução de São Paulo (1842)

444.2 Revolução de Minas (1842)

444.3 Revolução Praieira

444.30 Revolução Praieira - PE

444.31 Operação da Revolução Praieira,

444.4 Questões militares, abolicionismo e republicanismo

444.40 Questões militares, abolicionismo e republicanismo

444.41 Questões militares, por período

444.42 Abolicionismo

444.43 Republicanismo (1841-89)

444.5 República (1889)

444.6/9 Lutas internas do período 1841-89, não classificadas

445 LUTAS INTERNAS (1889)

445.0 Lutas internas (1889)

445.1 Revolução (1891-2)

445.2 Revolta na Esquadra (1893-44)

445.3 Revolução Federalista (1893-5), RS, SC e PR. (Guerra Civil no Sul 1893-9)

445.4 GUERRA DE CANUDOS

445.40 Guerra de Canudos

445.41 Campanha de Canudos (1897)

445.42 Revolução (1897)

445.5 Revolta da Vacina Obrigatória 1904, nas escolas militares da Praia Vermelha e Realengo

445.6 Lutas do período 1889-914 por denominação e período; Ex: 445.6 - Revolução de Mato Grosso (1906)

445.7 GUERRA DO CONTESTADO

445.70 Guerra do Contestado

445.71 Expedições da guerra do Contestado, por chefes e períodos; Ex: 445.71 Expedição Aleluia Pires 190

445.8 REVOLUÇÕES (1915-)

445.80 Revoluções (1915-)

445.81 Revolução dos Sargentos (1915)

445.82 REVOLUÇÕES (1922-30)

445.820 Revoluções (1922-30)

445.821 Revolução 1922 (18 do Forte – RJ)

445.822 Revolução 1923- RS

445.823 Revolução (1924-6)

445.823.0 Revolução (1924-6)

445.823.1 Campanha de São Paulo (1924)

445.823.2 Campanha de Mato Grosso (1924-5)

445.823.3 Campanha do Paraná (1925)

445.823.4 Revolução do Rio Grande do Sul (1925)

445.823.5 “Coluna Miguel Costa/Prestes”

445.824 REVOLUÇÃO (1930)

445.824.0 Revolução (1930)

445.824.1  Revolução (1930), por divisão política; Ex: 445.824.1 Revolução 1930 – MG

445.83 REVOLUÇÃO (1931-)

445.830 Revoluções (1931-)

445.831 Revolução (1932)

445.831.0 Revolução 1932

445.831.1 Revolução São Paulo (1932)

445.831.10 Revolução de São Paulo (1932)

445.831.11 Operaçãoda Revolução de São Paulo, por setores; Ex: 445.831.11 Operações no setor Leste

445.831.2 Revolução por divisão política, exceto São Paulo

445.832 REVOLUÇÃO (1935)

445.832.0 Revolução 1935 (Intentona Comunista)

445.832.1   lnsurreição de 1935 por divisão política; Ex: 445.832.1Insurreição 1935 – RJ

445.833 ESTADO NOVO (1937- 45)

445.833.0 Estado Novo (1937-45)

445.833.1  Estado Novo, implantação do

44.5.833.2 Revolução 1938
445.833.3 Estado Novo,Conseqüências do

445.834 Revolução 1945
445.835 Revolução 1954
445.836 Revolução 1955
445.837 Revolução 1956-63
445.838 Revolução 1964

445.9 LUTAS INTERNAS DIVERSAS
445.90 Lutas internas diversas (são ações de guerra revolucionária e distúrbios civis sem esse caráter, de interesse restrito a uma localidade, e que não possam ficar abrangidas nas outras classificações de uma luta internas; inclui tanto a atuação efetiva da força terrestre, quanto a previsão de emprego desta ou seu estado de prontidão para tais eventualidades)

445.91 Lutas internas diversas, por denominação, período e divisão política; Ex: 445.91 Imposto do Vintém, Distúrbios 1880 Jan 4 RJ; 445.91 Jesuítas, Expulsão dos, 1760 BA

450/499 EXPEDIÇÕES E DEFESA DAS FRONTEIRAS SEM LUTAS

450 Expedições e defesa das fronteiras, sem luta

451 Entradas e bandeiras, sem luta (1500-)

451.0 Entradas e bandeiras, sem luta (1500-)

451.1 Entradas e bandeiras, por denominação e período

452 Expedições ao Uruguai

452.0 Expedições ao Uruguai

452.1 Observação em Montevidéu (1854)

453 Observação na fronteira do Uruguai (18..)

454 Expedições à Amazônia

454.0 Expedições à Amazônia

454.1 Expedições ao Amazonas, por período, exceto a Letícia - 454.2

454.2 Expedição de Letícia

455 Expedições de ultramar

455.0 Expedições de ultramar

460/499 Expedições e ações em defesa da fronteira, sem luta, classificadas

O que deve ficar bem claro é que esta periodização se presta a método sistemático para o estudo não só das questões da arte e da técnica militares em si – que acima aproximamos ao estudo da História Militar propriamente dita – mas também dos reflexos de cada um dos episódios na vida do Estado e da população, naquele enfoque mais privilegiado pela chamada Nova História Militar e cujas distinções foram abordadas acima.

 


Última alteração em 05-31-2007 @ 12:47 am

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