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Heinz Guderian
Inserido por: Piero
Em: 08-29-2006 @ 04:13 pm
 

 
Curriculum 
Vitae

 

 

 

Autor: * Dr.Dal Piero

 

- Creia-me. Nunca veremos rodar os tanques alemães. A sua utilização não é mais que um projeto irrealizável.

Um entrechocar de botas e duas leves inclinações precederam o aperto de mãos que selou a despedida do General Joachin Stülpnagel, chefe da 3 º divisão de infantaria, e do chefe do 3° Grupamento de Automóveis.

Corria a primavera do ano de 1931 e ainda faltava muito caminho a percorrer para a novíssima arma blindada. Na realidade, repetindo as palavras do General Stülpnagel, podia considerar-se que aquilo não era mais do que um projeto irrealizável. "Um projeto irrealizável: Não estou tão certo disso." Provavelmente, essa foi a conclusão que aquela conversa provocou no espirito do jovem interlocutor de Stülpnagel. "Não estou tão certo disso." Na realidade, intimamente estava convencido do contrário.

De fato, estava cegamente convicto do valor das unidades blindadas, pelas quais lutava sem descanso aquele jovem Comandante, Heinz Guderian. A 17 de junho de 1888, o Primeiro-Tenente Frederico Guderian, do Batalhão de Caçadores da Pomerânia n º 2, foi surpreendido pela ansiada notícia: o nascimento do seu primeiro filho. O jovem tenente Guderian não imaginava, então, que aquele pequenino rebento seria o homem que, muitos anos depois, revolucionaria a concepção clássica da guerra.

Seguindo a tradição paterna, o jovem Heinz abraçou a carreira das armas. No dia 1 de abril de 1901, aos 12 anos, vestiu o uniforme da Escola de Cadetes de Karlsruhe, da qual saiu, em fevereiro de 1907, para servir, como aspirante a oficial, no Batalhão de Caçadores Hannoveriano n º 10, de guarnição em Bitsch, Lorena, cujo chefe, até maio de 1908, for o seu pai. A Guerra Mundial o surpreendeu ostentando os galões de tenente. Em outubro de 1914, foi promovido a primeiro-tenente e em dezembro de 1915 a capitão. O fim da guerra chegou para Guderian, após haver prestado serviço no estado-maior do 5 º Corpo de Exército, no E.-M. da 4 º Divisão de Infantaria, no Comando Geral do Corpo de Exército da Guarda, na CG do X Corpo de Exército da reserva, no E.-M. do Corpo de Exército "C", e, por último, no E.-M. do 38 º Corpo do Exército de reserva.

O período entre as duas grandes guerras mundiais não deu descanso a Guderian e as suas atividades o levaram a comandar diversas unidades fronteiriças e a intervir para sufocar agitações nas comarcas do Ruhr, em Dessau e Bitterfeld.

Em janeiro de 1922, Guderian foi transferido para a Inspeção das tropas de circulação, seção automóveis. Previamente, a fim de proporcionar-lhe a possibilidade de familiarizar-se com a sua nova arma, foi-lhe confiado o comando da Unidade de Automóveis N º 1, acantonada em Munique. Aquela experiência seria vital para ele e para o destino da futura guerra.

Livros, artigos, experiências alheias e pessoais, tudo orientou-o para uma nova concepção da guerra. Manuais ingleses e franceses foram lidos e estudados minuciosamente. A escassa experiência de combate recolhida pelos carros blindados alemães foi analisada, em detalhe.

Confrontaram-se opiniões e fatos concretos. E, como o próprio Guderian declarou uma vez, "em terra de cegos, quem tem um Olho é rei". Frente à ignorância quase total dos chefes e oficiais alemães sobre o problema, Guderian ,converteu-se na autoridade máxima em matéria de tanques, em toda Alemanha. As suas aspirações, porém, iam mais longe do que as dos seus chefes imediatos. Ele queria fazer dos tanques uma arma independente, uma poderosa arma independente da infantaria e não a sua auxiliar. O tempo demostraria o acerto das suas idéias.

 


Última alteração em 08-29-2006 @ 04:13 pm

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