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Constance Babington - Smith
Inserido por: Piero
Em: 08-29-2006 @ 04:23 pm
 

 
Curriculum 
Vitae

 

 

 

Autor: * Dr.Dal Piero

 

Constance Babington-Smith era uma atraente moça que, por volta de 1940, se havia incorporado à WAAF (Women Auxiliary Air Force: pessoal feminino auxiliar da Força Aérea). Após um ano de serviços na qualidade de operadora de teletipos, foi destinada ao serviço de inteligência. Sua nova missão a incorporou à unidade de foto-interpretação, com o posto de F. O. (Flight Officer: Oficial de Vôo).

As tarefas da Unidade não se limitavam a obter grande quantidade de fotografias do território e das bases inimigas, mas também o pessoal devia estudar detidamente as chapas e interpretá-las corretamente. Isto posto, estas fotografias seriam utilizadas na planificação de novas operações ofensivas e também na confecção de mapas do território inimigo. O pessoal da unidade, portanto, estava altamente adestrado na tarefa de identificar e avaliar a importância de qualquer objeto, grande ou pequeno, que aparecesse nas fotografias.

Constance Babington-Smith foi treinada especialmente para esse tipo de tarefas, e se converteu, em breve lapso, numa verdadeira perita. No outono de 1943, a oficial Babington-Smith foi especialmente prevenida pelos seus superiores, no sentido de vigiar atentamente a aparição, nas chapas, de qualquer silhueta que parecesse ser um artefato voador não tripulado. Em conseqüência, sua atenção se concentrou nesse sentido e, finalmente, quando examinava os arredores do aeródromo de Peenemunde, descobriu a sombra do que parecia ser uma pequena rampa ou plano inclinado. Seus superiores, informados, decidiram que se examinassem detidamente todas as fotografias existentes do aeródromo de Peenemunde.

Desta forma pode-se comprovar a aparição da citada rampa em outras fotos. Por fim, fotografias obtidas em 1 de dezembro de 1943, permitiram distinguir um objeto semelhante a um avião que parecia estar em posição de lançamento, na rampa. Era a V-I. Os serviços de informação e interpretação acabavam de descobri-la.

Não foi unicamente Constance Babington-Smith que possibilitou a descoberta das rampas de lançamento da V-I. De fato, dezenas de informes, contendo todo o tipo de dados e esboços das bases de lançamento chegaram às mãos dos serviços de informações aliadas. Os homens e mulheres que as enviavam, combatentes clandestinos da resistência, nunca passaram do plano do anonimato. Contudo, sem sua inestimável colaboração, as instalações de lançamento não teriam sido conhecidas perfeitamente, como o foram posteriormente.

 


Última alteração em 08-29-2006 @ 04:23 pm

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