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O Combate de Porongos
Inserido por: ClaudioBento
Em: 09-13-2006 @ 04:42 pm
 

 
Curriculum 
Vitae

 

 

 

Autor: * Cel Cláudio Moreira Bento

 

O COMBATE DE PORONGOS - UM ASSUNTO QUE TRANSITOU EM

JULGADO NA HISTÓRIA DA REVOLUÇÃO FARROUPILHA

Tem dominado a Mídia contemporânea no Rio Grande do Sul, a falsa tese de que Davi Canabarro traiu os guerreiros negros farrapos no Combate de Porangos com base num ofício forgicado ou falso que o Barão de Caxias teria enviado ao guerrilheiro imperial Ten Cel GN Francisco Pedro de Abreu, Chico Pedro ou Moringue cuja biografia que ensaiamos em Porto Alegre - memória dos sítios farrapos e da administração de Caxias. Brasília: IHTRGS, 1989.

Abordagem esta sem o direito de resposta ou de contraditório que nos foi negado predominando a tese de traição de Canabarro, tão celebrada, ao ponto do Instituto de Arquitetura do RGS haver organizado um Concurso para um monumento naquele local e já inaugurado.

Minha tese que reproduzo ao final, é inteiramente contrária a que o historiador José Machado Leal em seu livro, que muito apreciei i Rio Grande do Sul história e tradições (Porto Alegre: Evangraf, 2006) afirmou como sendo a minha opinião a p. 65 sem citar a fonte na qual baseou esta afirmação, provavelmente por ouvir outros dizerem.

"Segundo Cláudio Moreira Bento, a página que mais envergonha a história rio- grandense é a traição de Porongos, quando a tropa fora desarmada por ordem do comando alegando suspeita de traição..."

Agora o sócio efetivo da Delegacia General Rinaldo P. Câmara, da AHIMTB, historiador César Pires Machado em plaquete Canabarro em Porongos - diversas abordagens.( Porto Alegre: EST Edições, 2006) , com o apoio em Alfredo Ferreira Rodrigues (1898-1901), Alfredo Varela (1889 e 1933), Walter Spalding (1934), Othelo Rosa (1935), Fernando Luiz Osório (1935), General Augusto Tasso Fragoso (1938), Ten Cel Henrique Oscar Widersphan, General MonvaldedCalvet Fagundes (1984), Ivo Caggiani (1992), Moacyr Flores (2004), Raul K. M. Camon rebate a tese de traição defendida por alguns historiadores rio- grandenses .

César Pires Machado inicia a sua introdução escrevendo:

"As rivalidades estabelecidas entre as lideranças republicanas, a exaustão dos recursos por endividamento interno e externo e a irrepreensível insatisfação popular com a continuação da revolução que já durava quase 10 anos, eram alguns acontecimentos que vinham prenunciando o epílogo da Revolução."

Foi nesta fase e logo depois do insucesso na conquista de São José do Norte que entraram em cena "os demônios de todas as revoluções", um bando confuso atrás de um responsável. E o eleito como irresponsável foi Davi Canabarro.

E o General Monvalde Calvet Faguntes, sobrinho do General Souza Docca assim definiu os demônios das revoluções com base, possivelmente em autor cujo nome não lembrava.:

" Toda a ação revolucionária carrega em seu bojo os elementos da sua própria destruição, como sejam as contradições, insatisfações, desejos divergentes, ambições incontroláveis, a calúnia etc."

E este quadro havia se instalado no seio da Revolução Farroupilha ao ponto de ser transferido para Canabarro, por seu reconhecido valor militar, o Comando do Exército. E a carta forgicada por Chico Pedro de Abreu para comprometer a liderança de Canabarro entre os farroupilhas por considerado por Chico Pedro como o único capaz de liderar, como hábil guerrilheiro gaúcho a reação. E cumpriu muito bem o seu papel..

Cezar Pires Machado baseou a tese da não traição de Canabarro, aos soldados negros farrapos em Porongos, nas declarações de Alfredo Ferreira Rodrigues no seu Almanaque de 1901, com as quais em 1933, Alfredo Varela concordou em sua extensa obra História da Grande Revolução ( Porto Alegre: Liv. Globo,1933.6v) - por convencido da inocência de Davi Canabarro. Historiadores contemporâneos favoráveis a tese de traição não atentaram para isto. Ou não quiseram!

Estes dois por si só, justificam a inocência de Davi Canabarro que alguns intelectuais gaúchos contemporâneos insistem na falsa tese de traição de Canabarro o que contaminou e dominou grande parte do Rio Grande do Sul ao ponto de se inaugurar um monumento aos Lanceiros Negros em Porongos, no contexto de uma manipulação acusada ideológica.

Lanceiros Negros que começamos a exaltar em 1971 em nosso livro A Grande Festa dos Lanceiros (Recife: UFPE, 1971), abordando a inauguração do Parque Histórico Marechal Luiz Osório,em Tramandai- RS, onde motivado pela presença ali do lanchão farroupilha Seival, nele tratamos da sua participação na República Juliana e nesta os participantes Cel Joaquim Teixeira Nunes em artigo Um lanceiro republicano farrapo e os seus comandados e os Os Lanceiros Negros farrapos e a Abolição.

A estuda-los do ponto de vista militar achei uma solução originalíssima como uma forma hoje reservada a ataques de blindados.Solução original como o serviço de Correio dos farrapos inspirado em Gengis Khan.

E continuamos estudando, divulgando e exaltando a atuação dos intrépidos lanceiros negros para consolidar suas liberdades no campo de batalha.

E o próximo passo foi abordá-los em nossos livros premiados no Biênio da Colonização e Imigração do RGS em 1975.

Estrangeiros e descendentes na História Militar do RGS 1635-1879. (Porto Alegre :Graf. A Nação/Instituto Estadual do Livro/RS, 1976)

O Negro e descendentes na Sociedade do RGS (1635-1975).( Porto Alegre: Grafosul/IEL, 1975).

Este foi prefaciado pelo ilustríssimo homem negro Deputado Carlos Santos. Mais tarde em artigo em fev 1993, p. 10 do Diário Oficial - Leitura de São Paulo o escritor Mário Maestri que tem defendido a traição de Canabarro em Porongos destacou que nosso livro ao lado da obra de Fernando Henrique Cardoso eram os melhores sobre o negro no RGS.

Em 1983 produzimos Canguçu reencontro com a História. (Porto Alegre: Instituto Estadual do Livro, 1983), com prefácio de Luiz Carlos Barbosa Lessa, o filósofo do tradicionalismo gaúcho, no qual biografamos o Cel Joaquim Teixeira Nunes e o Ten Farroupilha Manoel Alves Caldeira que foram o comandante do Corpo de Lanceiros Negros e o porta bandeira do mesmo corpo no vitorioso combate de Rio Pardo. E hoje são consagrados como patronos de cadeiras da Academia Canguçuense de História. O primeiro por natural de Canguçu e o segundo por ali haver residido depois da Revolução Farroupilha, onde fundou no interior um Clube Republicano. E ali ele escreveria suas Memórias sobre a Revolução Farroupilha usadas por diversos historiadores e publicadas pela Revista do IHGRS em 1921.

Em 20 de setembro de 1985 no sesquicentenário do início da Revolução Farroupilha lançamos edição especial do evento e bastante ilustrada no Diário Popular de Pelotas, que fez o seguinte chamado: "Uma edição para ficar na História. Guarde-a para seus filhos ou netos, lembrando o ano 2035. Edição com 23 páginas com 50 ilustrações".

Em 20 de setembro de 1986 fundamos no auditório a Escola Técnica Federal em Pelotas, o Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul(IHTRGS), em muito concorrida cerimônia. com a finalidade " de levar a efeito mutirão permanente, visando a preservação, a pesquisa, o culto e a difusão, com a maior penetração popular, da história, tradições e folclore do Decênio Heróico, com o concurso governamental, de empresários, comunidade em geral, historiadores, tradicionalistas e folcloristas rio- grandenses.

E isto o IHTRGS . vem realizando há 20 anos através de encontros em municípios gaúchos e agora divulgando através de seu informativo O Gaúcho, mas sem apoio da mídia gaúcha .

E durante este tempo não surgiu a falsa tese da traição de Canabarro em Porongos e caso tivesse ela ocorrido desmoronaria o orgulho nativista pela Revolução, por estarem presentes naquele episódio várias outras lideranças farrapas que seriam co- responsáveis pela traição. Enfima colocaria abaixo a identidade e perspectiva histórica rio- grandense

Em 1991 publicamos a obra o Exército Farrapo e os seus chefes. (Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1991. 2v). Nos baseamos em grande parte em dados inéditos colhidos nos 12 preciosos volumes dos Anais do Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul. E nele evocamos com maiores dados lideranças farrapas esquecidas com os já citados Cel Joaquim Teixeira Nunes, Tenente Manoel Alves da Silva Caldeira e o Coronel Joaquim Pedro Soares. Este veterano nas lutas contra Napoleão na Península Ibérica e que em realidade foi quem dispôs as tropas em Seival para o jovem Antonio Neto e quem sugeriu, organizou e comandou inicialmente os Lanceiros Negros em Seival. Batalha esta vencida pela Brigada Liberal de Neto, que resultou da transformação do Batalhão da Guarda Nacional do amplo e novel município de Piratini e constituído de ¼ de guardas nacionais do Piratini-sede, ¼ do distrito de Canguçu, ¼ do distrito de Cerrito e ¼ do distrito de Bagé até o Pirai. Distritos que se tornaram nos atuais municípios de mesmo nome. História é verdade e justiça. Esta é a verdade histórica.

O Cel Joaquim Pedro e o Cel José Mariano de Mattos próximo do fima da Revolução foram aprisionados em Piratini por Chico Pedro e mantidos presos na cadeia que Chico Pedro mandara construir em Canguçu avisando ironicamente ao farroupilhas " que preparara para eles aquele quarto de hóspedes" segundo collheu J.Simôes Lopes Neto em Bosquejo histórico de Canguçu na Revista do Centenário de Pelotas nº 4, 1912. O Cel Joaquim Pedro setuagenária foi enviado preso para o Rio de Janeiro e dele não se teve mais noticias .O Cel Jose Mariano de Mattos que era afro descendente , foi o autor do brasão farrapo , adotado pelo Rio Grande do Sul em 1891, na Cosntituinte de Alegrete ia entrar com um projeto de Abolição da Escravatura na República Rio Grandense. Na Guerra contra Oribe e Rosas 1851/52 foi o Chefe do Estado-Maior de Caxias e em 1864 foi Ministro da Guerra do Império.Escrevemos artigo Revolução Farroupilha -uma releitura publicado na Revista a Defesa Nacional e no Diário Popular de Pelotas demonstrando que a Revolução Farroupilha foi conduzida pela Guarnição do Exército no Rio Grande do Sul. Confirmar obra de simples verificação e raciocínio !

Ao final do citado O Exército Farrapo e os seus chefes estudamos à luz dos fundamentos da Arte Militar e, pioneiramente, as vitórias farrapas de Seival e Rio Pardo onde brilharam os lanceiros negros, como tropa de choque .

Em 1994 abordamos o assunto na História da 3ª Região Militar - 1808-1889 e Antecedentes. Porto Alegre: 3ª RM, 1994.

Em 2003 publicamos a obra Caxias e a Unidade Nacional. Porto Alegre: AHIMTB, Metrópole, 2003 em comemoração aos 206 anos de Caxias, patrono do Exército e da nossa Academia.

E lá tratamos destes assuntos e consideramos Caxias pioneiro abolicionista, por haver assegurado a liberdade aos escravos que haviam lutado em troca de sua liberdade no Exército Farrapo e os incorporando como livres a Cavalaria do Exército.

Mas os efeitos dos demônios das revelações mencionadas no início, com apoio na carta forgicada por Chico Pedro, intrigando Canabarro com os farrapos continuam atuando até hoje, inclusive como instrumento de manipulação política ideológica, diminuindo a grande projeção da contribuição do negro na Revolução, transformando-os de admiráveis heróis guerreiros a miseráveis explorados. Com isto não concordamos.

Estudando as Memórias de Chico Pedro publicadas na Revista do Instituto Histórico e Geográfico do RGS em 1921 nada ele refere a traição de Canabarro, quando poderia ter afirmado se ela tivesse ocorrido, conforme abordamos no já citado Porto Alegre - memória dos sítios farrapos e da Administração de Caxias.

Durante a Guerra do Uruguai 1864 e início da Guerra do Paraguai enquanto o Exército havia se internado no Uruguai. O comando da fronteira gaúcha com o Uruguai ficou a cargo de tropas locais mobilizadas e lideradas por Chico Pedro e a fronteira com a Argentina por tropas locais mobilizadas e lideradas por Canabarro.

E de costas um para o outro estavam dois inimigos desde a intriga de Porongos, mas ambos indiscutivelmente os maiores especialistas na guerra a gaúcha, junto com Bento Manoel Ribeiro.

Nesta fase da Guerra do Paraguai Canabarro foi vítima de outra grande injustiça, acusado de não ter impedido que invasores paraguaios penetrassem por São Borja e progredissem sem nenhuma reação de sua parte até Uruguaiana.

Esta estratégia ele já havia usado em 1841 contra o General Manoel Jorge que saiu a campo com o Exército para com ele travar uma batalha campal e chegou a destino destituído do comando, com enorme quantidade de deserções e de doentes e com grande desgaste de sua tropa, moral e material de sua força .. Um fracasso! E Canabarro tentou realizar isto com Caxias que dispunha na frente de dois grandes especialistas em guerra a gaúcha.

No comando do Exército Farrapo durante 16 meses foi perseguido por Caxias que tinha com subordinados em duas frentes Chico Pedro, baseado em Canguçu e Bento Manoel na fronteira.

O Barão de Caxias perseguiu Canabarro por 38 léguas por toda a fronteira sudoeste, sem conseguir encontra-lo.

O Tenente Caldeira que o acusou de traição em Porongos, assim traçou seu perfil que registrei ao biografar Canabarro no citado Exército farrapo e seus chefes.

"Canabarro foi o general mais severo da revolução. Mantinha ordem e boa disciplina nas forças que comandava. Era um general arrojado. Marchava com denodo na frente de Caxias, sem que este general conseguisse bate-lo em campo raso .Ele era muito enérgico, perspicaz e muito audaz. Era muito respeitado . O inimigo sempre o considerava como bom guerreiro. Ele possuía a melhor gente da fronteira consigo. Era homen de um caracter muito severo. Era valente a toda a prova e muito perspicaz . Durante a Revolução nunca foi derrotado.Somente em Porongos perdeu parte da tropa que comandava.. Quando Caxias estava em seu encalço ele mais severo se tornou .Dizia aos oficiais faltosos , caso repetissem outras faltas ele lhes dava duas alternativas , prisão, ou liberdade dedesertar para Caxias e apontava para o acampamento imperial" Era homen de poucas palavras e positivo.A sua vontade era de ferro.Depois da pacificação foi o primeiro homen da Fronteira do Quarai. Diziaa que não era homen do primeiro informe(versão),que era preciso ouvir as partes. Ele falava português pelo Dicionário Rio- Grandense( linguajar gauchesco da época).

Canabarro era um mestre na guerra de guerrilhas nas coxilhas , a Guerra a gaúcha. Fugia do combate decisivo e fazia a guerra de recursos, consistente em fatigar o inimigo ao danificar-lhe o equipamento,arruinar suas cavalhadas e mantê-lo sob a tensão de uma surpresa."

Para Antônio Vicente da Fontoura , Ministro farrapo que conviveu em campanha com Canabarro assim o definiu:

" Canabarro era laborioso , ativo, enérgico,, prevendo os palnos e as marchas do inimigo e sempre suprindo a nudez e a provação dos seus soldados. Em marcha ora estava num e noutro flanco,ora na retaguarda, ora na frente fazendo os esquadrões manterem a ordem e a regularidade das colunas animando e levantado o moral dos soldados enregelados pelo frio para conservaram a audácia mesmo contra o rigor do inverno."

Por tudo isto merecia o respeito e admiração profissional de Caxias.

Como um homem com este perfil ia trair seus homens em Porongos?.

Como um general deste nível pouco depois da surpresa de Porongos s se apresentaria a luta com um Exército de 1000 homens.

Enfim a sua inocência foi comprovada em 1901 por Alfredo Ferreira Rodrigues e transitou em julgado na obra A Grande Revolução de Alfredo Varela.

E muito conhecida e enche de orgulho os brasileiro esta resposta atribuída a Canabarro a emissário do ditador argentino Rosas de lhe oferecer apoio para lutar contar o Império.

" Diga a Rosas que o sangue do primeiro soldado argentino que atravessar nossa fronteira será assinada a paz com Império, pois antes de republicanos somos brasileiros."

A seguir meu trabalho que não foi acolhido por um jornal gaúcho, que não menciono negando-me o direito de resposta ou de contraditório a falsa tese de traição de Canabarro em Porongos. Isto é liberdade de Imprensa ou de Empresa!

 


Última alteração em 09-13-2006 @ 04:45 pm

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  Comentário enviado por: EJoseA
(Publicado em 03-01-2013 às 01:04 am)

Comentário: Excelente trabalho. Importante para a História Brasileira. Senhor Cláudio Bento, fiquei deveras impressionado por seu texto, muito bom. Poderia por gentileza informar mais sobre:'A estuda-los do ponto de vista militar achei uma solução originalíssima como uma forma hoje reservada a ataques de blindados.Solução original como o serviço de Correio dos farrapos inspirado em Gengis Khan.', pois a forma reservada a ataques blindados é do meu interesse.