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Armadilha no mar
Inserido por: Piero
Em: 11-01-2006 @ 10:14 pm
 

 
Curriculum 
Vitae

 

 

 

Autor: * Dr.Dal Piero

19 de dezembro de 1941. As autoridades navais britânicas da ilha de Malta recebem um dia uma noticia urgente: um importante comboio do Eixo fora avistado navegando ruma a Trípoli. Sem tardança, foram emitidas as ordens correspondentes, para que uma flotilha integrada pelos cruzadores Neptune, Penélope e Aurore, escoltados por quatro destróieres, zarpassem à caça das naves inimigas. Ao se aproximarem do porto de Trípoli, os barcos ingleses penetraram, involuntariamente, num extenso campo de minas,  preparada dias antes, pelo inimigo. A tripulação, que ignorava o fato, descobriu-o, dramaticamente, quando a morte rondava a seu lado. E era já muito tarde.

O Neptune foi o primeiro a chocar-se em uma mina. Com a explosão, ficou à deriva. Para ajudá-lo, aproximou-se o destróier Kandaar, porém outra mina o esperava e ele também ficou à deriva. Os restantes cruzadores, o Penélope e o Aurore, apesar de haverem sofrido danos em conseqüência de choques com minas, conseguiram abandonar a zona minada e escapar à ratoeira. O Neptune, à deriva, voltou a chocar-se com um novo artefato flutuante e afundou rapidamente. De sua tripulação integrada por mais de 700 oficias e marinheiros, somente treze conseguiram abandonar a navio. Entre eles se encontrava a comandante, Capitão O'Connor. No entanto, a sorte não seria propicia para os náufragos. Durante quatro dias permaneceram abandonados, em uma balsa.

Como resultado, doze deles morreram, inclusive o Capitão O'Connor. O último, um simples marinheiro, sobreviveu e foi capturado pelos alemães.

O trabalho no mar exige muito mais que dedicação, exige algo muito maior que o marinheiro só descobre no decorrer de sua profissão, na verdade, o marinheiro torna-se cúmplice do mar e este confidente daquele.

 


Última alteração em 11-01-2006 @ 10:14 pm

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