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Atiradores de elite
Inserido por: Piero
Em: 11-01-2006 @ 10:16 pm
 

 
Curriculum 
Vitae

 

 

 

Autor: * Dr.Dal Piero

Poloneses e alemães distribuíam franco-atiradores nas retaguardas inimigas durante a Segunda Guerra Mundial. Geralmente atravessavam as linhas adversárias e escondiam-se em casas abandonadas para castigar e fustigar com fogo certeiro o inimigo, pelas costas.

Os poloneses apelidavam os franco-atiradores germânicos de "pombos" pelos curiosos buracos circulares existentes nos edifícios e que serviam para os disparos. O exército patriota utilizava os serviços de operários especializados no conserto de telhados para descobrir os seus esconderijos. Os "pombos", poloneses como alemães, levavam provisões para vários dias porque, naturalmente, era muito perigoso para eles abandonar seus postos. Pertenciam à melhor classe de atiradores e em muitos casos adaptavam miras telescópicas às suas armas.

A atividade dos franco-atiradores alemães obrigou os poloneses a interromper o trânsito nas ruas e nas avenidas do seu próprio setor; tiveram que fazer longas voltas através dos subterrâneos ou colando-se aos muros dos fundos das casas. Além disso, foi necessário colocar cartazes advertindo os cidadãos. Em alguns casos o "pombo" era improvisado pelas circunstâncias, seja porque tinha ficado isolado quando seu grupo batia em retirada ou porque os ferimentos o impediam de retroceder ligeiro. Estes Soldados, espécie de "comandos" de caráter pessoal, causaram muitas baixas de ambos os lados e, fundamentalmente, criaram constantemente um clima de insegurança, mesmo em zonas onde o combate era raro.

Claro que a sorte de um "pombo" estava selada desde o principio. Raras vezes algum deles conseguia voltar às suas linhas. Por outro lado sua tarefa tornava-se tão fatídica e irritante que, inclusive, dificilmente podiam esperar clemência no caso de cair prisioneiros. Na maioria dos casos o salário do "pombo" era a morte.

 


Última alteração em 11-01-2006 @ 10:16 pm

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