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Pakfront, Panzerkeil e Panzerglocke
Inserido por: Piero
Em: 11-01-2006 @ 10:44 pm
 

 
Curriculum 
Vitae

 

 

 

Autor: * Dr.Dal Piero

Em princípios de 1943, os germânicos haviam recorrido a novas táticas na luta de tanques, ante o gigantesco crescimento das forças blindadas soviéticas. As experiências das duras lutas mantidas no Cáucaso e Stalingrado demonstraram claramente que os canhões antitanques, operando isoladamente ou em grupos reduzidos, eram facilmente superados pelas ondas de tanques russos. Por esta razão se desenvolveu uma nova técnica do emprego desses canhões, denominada Pakfront (frente antitanque) pelas tropas. Os canhões eram concentrados em grupos de até dez peças, sob o comando de um só oficial, a quem se dava a responsabilidade de dirigir e concentrar o fogo. Desta forma, mediante a descarga simultânea de todas as peças, conseguia-se erguer verdadeiras arapucas de fogo antitanque. Os canhões, sujeitos ao comando férreo do chefe da bateria, retinham disciplinadamente os seus disparos até que os blindados, encurtando a distância, se colocassem numa posição mais vantajosa para serem destruídos. Os soviéticos logo imitaram Esse método mortífero. No transcurso da batalha de Kursk, os tanques germânicos se defrontaram com uma barreira de Pakfronts, escalonados em profundidade, ao longo de várias dezenas de quilômetros. Os russos, além disso, haviam introduzido eficazes variantes no método. As posições ocupadas pelos canhões eram rodeadas por largos campos de minas e profundos fossos antitanque, e todo o conjunto era camuflado. Nem os campos de minas, nem os Pakfronts podiam ser detectados até que o primeiro dos tanques germânicos voasse atingido por um disparo de canhão ou destruído por uma mina. Para contrabalançar essas defesas, as forças blindadas alemãs haviam elaborado uma tática especial denominada Panzerkeil (cunha de tanques). Os blindados avançavam, distribuídos em formação de cunha, com tanques pesados Tigre agrupados na ponta. Lograva-se assim reduzir em parte os efeitos do fogo antitanque inimigo e concretizar o rompimento através de suas posições. Outra tática destinada a esmagar a oposição das baterias antitanque, era dirigir sobre elas um fogo concêntrico e extremamente preciso, numa frente ampla, com os canhões dos blindados atacantes. Era o método denominado Panzerglocke (sino de tanques). Os blindados eram agrupados em forma de arco, colocando os pesados no centro e os médios à esquerda e à direita. Os tanques leves se situavam também no centro, atrás dos pesados, prontos para empreender a perseguição, uma vez alcançado o rompimento. Do seu tanque, provido de um transmissor sem fio, o chefe da formação dirigia o fogo do "sino" e dos bombardeiros em picada, sobre os redutos inimigos. Observadores adiantados da artilharia viajavam também com o "sino", e orientavam certeiramente o fogo de apoio dos obuses pesados. Ainda, imediatamente na retaguarda dos tanques, em veículos blindados semilagartas, viajavam as unidades de sapadores, encarregadas de abrir caminho através dos campos minados para facilitar o avanço da infantaria.
 


Última alteração em 11-01-2006 @ 10:44 pm

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