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A Última Batalha do Grande Guerreiro
Inserido por: LuizErnani
Em: 05-01-2007 @ 11:18 am
 

    
Curriculum 
Vitae

Colaboração: Cel Luiz Ernani Caminha Giorgis

Fonte: O Gaúcho No.37 - ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO DAS ATIVIDADES DO INSTITUTO DE HISTÓRIA E TRADIÇÕES DO RIO GRANDE DO SUL

A ÚLTIMA BATALHA DO GRANDE GUERREIRO

  

No ano do bicentenário de nascimento de José Joaquim de Andrade Neves, O Vanguardeiro, rendemos homenagens a esse grande militar brasileiro. O texto é baseado em um texto de TERRA, Eloy, 500 anos: crônicas pitorescas da História do Brasil, Sagra Luzzatto, Porto Alegre, 1999, págs. 24/25.  

            José Joaquim de Andrade Neves, Barão do Triunfo, nascido em 22 de janeiro de 1807 em Rio Pardo, foi um gaúcho que soube assumir posições firmes.

Na sua vida militar foi promovido a major, a comandante de cavalaria e até a brigadeiro e, em 1847, a coronel da Guarda Nacional.

            Fiel às leis do país, ele via na Guerra dos Farrapos uma revolta contra a autoridade constituída. E por isso pegou em armas a favor do governo, comandando um corpo de cavalaria.

            Quando a revolução chegou ao fim, Andrade Neves ocupava o posto de coronel, posição conquistada por sua dedicação e valentia no campo de batalha. As cicatrizes que tinha, retalhadas pelo corpo, eram testemunhas da sua bravura nos combates.

Resolveu então dedicar-se aos negócios da família, recolhendo-se à vida privada.

            Mas quando já estava com 62 anos, o sangue do guerreiro voltou a se agitar nas suas veias. E Andrade Neves incorporou-se aos brasileiros que lutavam na Guerra do Paraguai.    Com a mesmo ardor e valentia da juventude, assumiu o comando de um corpo de cavalaria, assaltando com bravura e destemor as trincheiras das tropas inimigas.

Aos 62 anos de idade, vencedor de dezenas de combates, exalou seu último suspiro em Assunção, no Paraguai, depois de longa e dolorosa agonia.

Na tomada de Angustura, fora atingido por uma bala em um dos pés. Não havia recursos para controlar a infecção. Andrade Neves morreu entre dores lancinantes e delírios de febre alta, que lhe traziam à mente as imagens dos tempos gloriosos em que ele comandava os ataques da cavalaria.       

Suas últimas palavras foram ouvidas por seu ajudante-de-ordens, que ficara o tempo todo ao lado do guerreiro:

“Mais uma carga, camaradas!”

 

 

Academia de História Militar Terrestre do Brasil

Delegacia Gen Rinaldo Pereira da Câmara – Porto Alegre

Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul

www.resenet.com.br/users/ahimtb 

 


Última alteração em 05-01-2007 @ 11:19 am

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