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SD 465 Moura 2ª BIA CAN 6ºGACosM
Inserido por: Moura
Em: 05-31-2007 @ 09:16 am
 

 

Historia Oral do Exército – Coronel Adauto Luiz Lupi Barreiros.

 

 

 

Testemunho então: um soldado – o Soldado Roberto Rodrigues Moura – da minha Unidade, prestando serviço militar obrigatório para o qual havia sido convocado em 1970 é enviado pelo Exército para combater terroristas naquela operação. Acidentou-se como motorista de viatura, em circunstâncias que o isentam totalmente de culpa, tanto que foi absolvido na Auditória Militar. Ele perdeu 90% de uma das vistas e recebeu do Estado, depois de quatro anos de tratamento, um certificado de isenção do serviço militar, podendo prover os seus meios de subsistência. Ou seja – recebeu coisa nenhuma!

 

Nem por isso você encontra, hoje, nesse homem, desamor à sua Pátria ou ao Exército. É um exemplo de cidadão. Essa comissão, de duvidosa conduta, tutelada por interesses de toda ordem, menos os que se continham no espírito da anistia, certamente jamais tomaria conhecimento dele. E se tivesse tomado de nada adiantaria. Ou há dúvidas sobre isso?

 

Com a palavra os que têm conhecimento desse fato, em todos os escalões militares, na Ativa e na Reserva.

 

Assim, se encerrou a operação no Vale do Rio Ribeira do Iguape. Mas, cabe ainda umas poucas advertências, neste episódio.

 

A primeira é que ao soldado cabe, em princípio, cumprir ordens. Um exército não é uma bancada de parlamentares a discutir soluções para um problema ou para o cumprimento de uma missão que lhe seja afeta. Muito menos objeto de barganhas onde prevalece "o que eu levo nisso" ou "o que é o melhor para mim".

 

O confronto armado não é a sala de audiência de juízes e nele nem sempre o império da lei dirige os atos de sobrevivência dos homens. Numa "guerra", seja ela qual for, sempre haverá perdas humanas e atos de extrema violência. Nela, a missão militar tem um objetivo imutável. É claro e único – vencer! Mas, para vencer é preciso que os comandantes e a tropa estejam preparados e esse preparo exige a adequação dos meios e dos homens à missão. Para isso, é preciso estar treinado. Esse é o dever de qualquer exército – adestrar-se! Para isso são necessários recursos e vontade férrea. Ao Estado, cabe prover esses recursos e aos comandos essa vontade. Ela deve ser transferida aos combatentes.

 

 


Última alteração em 05-31-2007 @ 09:16 am

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