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O endereçamento das correspondências do Serviço Postal da FEB
Inserido por: henriquemuseu
Em: 02-14-2008 @ 12:43 pm
 

 

O endereçamento das correspondências do Serviço Postal da Força Expedicionária Brasileira

Henrique de Vasconcelos Cruz
hvcrj@yahoo.com.br

Nos últimos anos tenho me dedicado ao estudo da História Postal Brasileira, mais especificamente ao período da Segunda Guerra Mundial no Brasil. Um dos capítulos desta época foi a participação de militares brasileiros no front europeu, mais especificamente a Força Expedicionária Brasileira – FEB. Os militares desta força expedicionária lutaram na região norte da Itália nos anos de 1944 e 1945.

O serviço postal criado especificamente para correspondência dos militares da FEB, já foi amplamente relatado e estudado. Porém há um aspecto em particular que até agora não foi muito bem explicado e que é objeto deste artigo: o sistema numérico de endereço postal dos corpos de tropa que compunham a FEB. Esses números de três algarismos podem ser observados no remetente ou destinatário dos envelopes postados do Brasil para a Itália, e vise versa, junto do nome do combatente e serviam para localizar a unidade em que estava servindo.

Dividi o artigo em duas partes. Na primeira tratarei, em linhas gerais, da criação e organização da FEB. Esta parte serve para contextualizar a criação do serviço postal, que é tratado na segunda parte, dando-se ênfase ao método de endereço dos corpos de tropa utilizado.

A criação e organização da FEB[1]

A Segunda Guerra Mundial teve início em 1º. de setembro de 1939, quando tropas alemãs invadiram a Polônia.

O Brasil manteve-se neutro ao conflito, até o momento em que navios mercantes brasileiros foram bombardeados por submarinos alemãs. Em 22 de agosto de 1942, o governo brasileiro declarou estado de guerra com Alemanha e Itália.

A criação da Força Expedicionária Brasileira tem como marco inicial a Comissão Militar Mista Brasil-Estados Unidos e como ponto de partida a autorização que o Presidente Brasileiro, Getúlio Vargas deu diretamente ao General Leitão de Carvalho, chefe da dita comissão, em 29 de março de 1943, para que planejasse com os americanos a utilização de tropas brasileiras em operações de guerra.

No dia 9 de agosto de 1943, pela Portaria Ministerial nº. 47-44, foi criada a FEB, constituída de uma Divisão de Infantaria Expedicionária (que passou a se chamar 1ª. DIE) e órgãos não divisionários, com a missão de prestar serviços e abastecer as divisões componentes do Corpo de Exército expedicionário. Inicialmente a FEB seria composta por três divisões de infantaria, todavia, dois dias depois do embarque dos primeiros militares rumo a Europa, foi cancelada a organização destas outras duas divisões.

A FEB possuía a seguinte organização: 

A) Comandante da FEB

1) Inspetor Geral da FEB

2) Seção Especial do Comando da FEB

3) Serviço de Saúde da FEB

4) Banco do Brasil

5) Seção Brasileira de Base

a) Depósito de Intendência

b) Serviço Postal

B) Primeira Divisão de Infantaria Expedicionária (1ª. DIE)

1) Comandante da 1ª. DIE

2) Quartel General da 1ª. DIE

a) Estado-Maior Geral

b) Estado-Maior Especial

c) Tropa Especial

d) Depósito Divisionário

3) Infantaria Divisionária

a) Quartel General da Infantaria Divisionária

b) 1º. Regimento de Infantaria

c) 6º. Regimento de Infantaria

d) 11º. Regimento de Infantaria

4) Artilharia Divisionária

a) Quartel General da Artilharia Divisionária

b) I Grupo de Artilharia

c) II Grupo de Artilharia

d) III Grupo de Artilharia

e) IV Grupo de Artilharia

f) Esquadrilha de Ligação e Observação

5) 9º. Batalhão de Engenharia

6) 1º. Batalhão de Saúde

7) 1º. Esquadrão de Reconhecimento

8) 1ª. Companhia de Transmissões

C) Conselho Superior de Justiça Militar 

O comando da FEB e da 1ª. DIE ficou a cargo do General-de-Divisão João Batista Mascarenhas de Moraes.

Os primeiros militares embarcaram para o front europeu em 2 de julho de 1944, chegando em território italiano em 16 de julho.

O Serviço Postal da FEB e seu sistema de endereçamento

O Serviço Postal da FEB foi criado pelo Decreto-Lei nº. 6.438, de 26 de abril de 1944. As regras para seu funcionamento foram aprovadas pela Portaria nº. 6.413-A, de 28 de abril do mesmo ano[2]. Não detalharei o funcionamento do serviço postal por não ser objetivo do artigo e porque já foi muito bem explicado em outros trabalhos (Sanctis, 1948; Hargreaves, 1949; Ahrens, 1982; Cerruti e Almeida, 1985; Rio Branco, 1989; Porto Jr., 2007).

O artigo 13, no capítulo III, “Das condições para o recebimento dos objetos de correspondência”, da Portaria nº. 6.413-A, explica como deveria ser colocado na correspondência o endereço do militar pertencente à FEB. 

Art. 13. Do endereço da correspondência destinada à Força Expedicionária Brasileira só poderão constar as seguintes indicações:

a) nome do destinatário;

b) número (que indica o destino da correspondência);

c) as iniciais F.E.B.

No livreto publicado pelo Ministério da Guerra e entregue aos militares da FEB, intitulado Instruções sobre a correspondência particular para a Força Expedicionária Brasileira e dela para o Brasil, na página 5, além das informações constantes do artigo 13, da Portaria nº. 6.413-A, acrescenta: “Aos militares mais conhecidos pelo número, é permitido no endereço, antes do nome, o respectivo número”.[3]

Em pesquisas realizadas no Arquivo Histórico do Exército, no Rio de Janeiro, encontrei uma cópia datilografada do documento legal que regulamento a numeração das unidades pertencentes à FEB para o envio de correspondência, a Portaria nº. 49-48, de 15 de junho de 1944, do Ministro da Guerra. Transcrevo abaixo na integra o documento encontrado[4]:

Portaria Nº. 49-48, de 15 de junho de 1944. – RESERVADA.

O Ministro do Estado da Guerra resolve aprovar as Instruções a serem observadas na colocação do endereço na correspondência destinada a elementos da Força Expedicionária Brasileira, que com esta baixam.

(ass.) Eurico G. Dutra.

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INSTRUÇÕES A SEREM OBSERVADAS NA COLOCAÇÃO DO ENDEREÇO NA CORRESPONDÊNCIA DESTINADA A ELEMENTOS DA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA

I – Tendo em vista dificultar a coleta de informações por parte de agentes de espionagem inimigos e, por outro lado, visando não complicar a “manipulação” da correspondência, fica estabelecido o seguinte sistema de endereço para correspondência destinada à F.E.B.

II – Cada grande Escalão dispõe de uma série privativa de números para designar o Quartel General, Formações, Corpos de Tropa, etc. que os compõe. Exemplos:

a) A 1ª. D.I.E. dispõe de série 250 (inclusive) a 350 (inclusive).

b) Os elementos não Divisionários que seguem com a 1ª. D.I.E. dispõe da série 400 a 450 (inclusive).

III – Nas condições acima, cada elemento componente da 1ª. D.I.E. recebe um número da série dessa D.I.E. para servir como seu endereço a ser posto na correspondência que lhe for dirigida.

Em conseqüência, fica adotada a seguinte distribuição de endereços numéricos:

Quartel General da 1ª. D.I.E. ................................................................ 250

Companhia do Quartel General da 1ª. D.I.E. ........................................... 251

Pelotão da Polícia Militar ..................................................................... 252

Companhia de Manutenção .................................................................. 253

Companhia de Intendência .................................................................. 254

Companhia de Transmissões ................................................................ 255

Destacamento de Saúde ...................................................................... 256

Banda de Música ................................................................................. 257

1º. Esquadrão de Reconhecimento ........................................................ 258

9º. Batalhão de Engenharia .................................................................. 259

1º. Batalhão de Saúde ......................................................................... 260

Estação Postal nº. 1 ............................................................................. 261

Quartel General da Infantaria Divisionária da 1ª. D.I.E. ............................ 262

1º Regimento de Infantaria (Comando e Estado Maior) ........................... 300

I Batalhão do 1º. Regimento de Infantaria ............................................ 301

II Batalhão do 1º. Regimento de Infantaria ........................................... 302

III Batalhão do 1º. Regimento de Infantaria .......................................... 303

 

Destacamento de Saúde do 1º. Regimento de Infantaria

Companhia do Comando do 1º. Regimento de Infantaria

Companhia de Serviço do 1º. Regimento de Infantaria              .............. 304

Companhia de Canhões Anticarros

Companhia de Obuses 105 mm

 

6º. Regimento de Infantaria (Comando e Estado-Maior) ......................... 306

I Batalhão do 6º. Regimento de Infantaria ........................................... 307

II Batalhão do 6º. Regimento de Infantaria .......................................... 308

III Batalhão do 6º. Regimento de Infantaria ......................................... 309

 

Destacamento de Saúde do 6º. Regimento de Infantaria

Companhia do Comando do 6º. Regimento de Infantaria

Companhia de Serviço do 6º. Regimento de Infantaria               ............ 310

Companhia de Canhões Anticarros

Companhia de Obuses 105 mm

 

11º. Regimento de Infantaria (Comando e Estado-Maior) ........................ 311

I Batalhão do 11º. Regimento de Infantaria ........................................... 312

II Batalhão do 11º. Regimento de Infantaria .......................................... 313

III Batalhão do 11º. Regimento de Infantaria ......................................... 314

 

Destacamento de Saúde do 11º. Regimento de Infantaria

Companhia do Comando do 11º. Regimento de Infantaria

Companhia de Serviço do 11º. Regimento de Infantaria             .............. 315

Companhia de Canhões Anticarros

Companhia de Obuses 105 mm

 

Pelotão de Sepultamento ................................................................... 316

Artilharia Divisionária da 1ª. D.I.E.

Quartel General da Artilharia Divisionária da 1ª. D.I.E. ............................. 263

Bateria de Comando da Artilharia Divisionária ......................................... 264

Destacamento de Saúde da Artilharia Divisionária ................................... 265

I Grupo do 1º. Regimento de Obuses Auto-Rebocados ............................ 266

II Grupo do 1º Regimento de Obuses Auto-Rebocados ........................... 267

I Grupo do 2º. Regimento de Obuses Auto-Rebocados ............................ 268

I Grupo do 1º. Regimento de Artilharia Pesada Curta ............................. 269

Elementos Não Divisionários

Depósito da F.E.B. (Administração) ....................................................... 400

Sub-Grupamento de Infantaria ............................................................. 401

1º. Batalhão ....................................................................................... 402

2º. Batalhão ...................................................................................... 403

3º. Batalhão ...................................................................................... 404

Sub-Grupamento de Artilharia do Depósito ............................................. 405

Grupamento de Cavalaria do Depósito ................................................... 406

Grupamento de Engenharia do Depósito ................................................ 407

Grupamento de Transmissões do Depósito ............................................. 408

Serviço de Saúde do Depósito ............................................................. 409

Serviço de Intendência ......................................................................... 410

Serviço de Material Bélico ..................................................................... 411

1º. Batalhão de Trabalhadores ............................................................. 412

Companhia de Depósito de Intendência ................................................. 413

1ª. Companhia de Ambulância .............................................................. 414

Secção de Hospital de Campanha ......................................................... 415

Hospital Primário nº. 1 ........................................................................ 416

Seção Brasileira para funcionar em Hospital Norte-Americano Secundário ... 417

Sub-Seção Brasileira para funcionar em Hospital Norte-Americano Convalescentes .................................................................................. 418

Sub-Seção Brasileira pra funcionar em Hospital Norte-Americano de Base ... 419

Serviço de Fundos – Pagadoria Fixa ...................................................... 420

Serviço de Intendência – Depósito de Intendência ................................... 421

Correio Regulador .............................................................................. 422

Estação Postal nº. 4 ............................................................................ 423

Posto Regulador de Ultra-Mar ............................................................... 424

Justiça Militar ...................................................................................... 425

IV – As presentes instruções deverão ser difundidas na F.E.B., tornando-se indispensável que cada um dos seus elementos seja conhecedor da parte que lhe interessa; sobretudo, cada oficial ou praça necessitará conhecer o respectivo endereço numérico, para o qual seus parentes, amigos, correspondentes e conhecidos deverão sobrescritar a correspondência que lhes destinarem.

V – Nas séries os números vagos são destinados a novos documentos de que a unidade venha acrescida.

Exemplos de endereço a colocar na correspondência para a F.E.B.:

a) Carta destinada ao Exmo. Sr. General Comandante. da 1ª. D.I.E.

 

b) Carta destinada a um soldado da Companhia do Depósito da F.E.B. (Administração) 

c) Carta destinada a um Capitão do II Batalhão do 6º. Regimento de Infantaria

NOTA – Para colocação de carimbos, notas de censura, etc., o endereço deve ser concentrado, ocupando a pequena área indicada nos exemplos acima.

-------------------------------------------------

NOTA – Durante o decorrer do serviço foram criados os seguintes endereços:

1º. Grupo de Aviação de Caça .............................................................. 426

Hospital (Serviço de Saúde junto ao 7º) ................................................. 427

Hospital (Serviço de Saúde junto ao 45º) ............................................... 428

Hospital ............................................................................................ 429

Companhia de Guarda da área de estacionamento ................................. 430

Companhia de mão de obras ............................................................... 431

Guarda dos armazéns em Nápoles ....................................................... 432

Centro de Recompletamento – Comando e outros Elementos não
pertencentes aos Batalhões ............................................................. 400 R

I Batalhão – 1ª., 2ª., 3ª. e 4ª. Companhias ......................................... 401 A

II Batalhão – 5ª., 6ª., 7ª. e 8ª. Companhias ........................................ 402 B

III Batalhão – 9ª., 10ª., 11ª. e 12ª. Companhias ................................ 403 C

IV Batalhão – 13ª., 14ª., 15ª. e 16ª. Companhias ............................... 404 D

V Batalhão do Depósito ..................................................................... 405 E

Para exemplificar a utilização dos endereços numéricos das unidades militares, apresento duas correspondências de militares da FEB:

Envelope postado do Rio de Janeiro para a Itália, destinado a Soldado pertencente ao III Batalhão do 1º. Regimento de Infantaria (corpo de tropa nº. 303, conforme a Portaria 49-48, de 15/junho/1944). Apresenta indicação manuscrita “Isento de Selo” na frente do envelope, demonstrando a isenção de porte concedida pelo art. 14, da Portaria 6.413-A, de 28/abril/1944. Recebido pelo Correio Coletor Sul (11/novembro/1944) e encaminhado para censura no mesmo dia. Censurado, recebeu o carimbo retangular preto “C.C.B.S. 14” e lacrado com etiqueta de censura “SERVIÇO POSTAL / DA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA / F.E.B. / ABERTA PELA CENSURA”. Na partida para a Itália, recebeu carimbo vermelho do Correio Coletor Sul com a letra “S”, datado de 18/novembro/1944. (Fig. 1 e 2).

Fig. 1 

Fig. 2

Envelope postado da Itália para o Rio de Janeiro, por Segunda-Tenente Enfermeira pertencente à Sub-Seção Brasileira para funcionar em Hospital Norte-Americano Base (corpo de tropa nº. 419, conforme a Portaria 49-48, de 15/junho/1944). Após a passagem pela Estação Postal nº. 1 (14/outubro/1944), foi encaminhado ao Correio Regulador nº. 1 (15/outubro/1944). Censurado no Correio Regulador, recebendo o carimbo retangular azul “C.R.B.1 18”, destinado a censura de correspondência de oficiais. Transportado para o Brasil, passou pelo Correio Coletor Sul (3/novembro/1944). (Fig. 3 e 4)

Fig. 3

Fig. 4

Acredito que a publicação da Portaria nº. 49-48 irá ajudar os filatelistas a descreverem seus envelopes da FEB, bem como abre-se mais um capítulo na História Postal Brasileira.

Notas:

1. Para o histórico da criação e organização da FEB, foram consultados os trabalhos de Castello Branco (1960), Silveira (2001) e Mascarenhas de Moraes (2005).

2. Portaria publicada no Boletim do Exército, nº. 22, vedado à imprensa, de 27 de maio de 1944.

3. Agradeço ao amigo filatelista Gilberto Henry William a cópia deste livreto de sua coleção.

4. Para melhor entendimento do leitor, a portaria foi transcrita com o nome das unidades militares por extenso, e não por suas siglas como está no original.

Referências:

AHRENS, Werner (1982). Die zensur der feldpost des Brasilianischen Expeditionskorps in Italien 1944/45. Forschungsbericht der ARGE Brasilien, Lohmar, n. 13, p. 11-18.

BRASIL. Ministério da Guerra. Instruções sobre a correspondência particular para a Força Expedicionária Brasileira e dela para o Brasil. Rio de Janeiro: Imprensa Militar, 1944.

CASTELLO BRANCO, Manoel Thomaz (1960). O Brasil na II Grande Guerra. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército.

CERRUTI, Humberto; ALMEIDA, Adhemar Rivermar (1985). O serviço postal da FEB. Correio Filatélico, Brasília, ano 9, n. 96, p. 20-24.

HARGREAVES, Charles P. (1949). O correio da Força Expedicionária Brasileira. Brasil Filatélico, Rio de Janeiro, ano 17, n. 82, p. 4-14.

MASCARENHAS DE MORAES, João Baptista (2005). A FEB pelo seu comandante. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército.

PORTO Jr., Rubem (2007). Serviço postal da Força Expedicionária Brasileira durante a II Guerra Mundial. Boletim do Brasil Filatélico, Rio de Janeiro, ano 53, n. 321, p. 12-19.

RIO BRANCO, John Paul do (1989). Postal services of the Brazilian Expeditionary Force. Bull’s Eyes, v. 20, n. 4, p. 7-11.

SANCTIS, Mário de (1948). Serviço postal da Força Expedicionária Brasileira. Brasil Filatélico, Rio de Janeiro, ano 16, n. 80, p. 14-31.

SILVEIRA, Joaquim Xavier da (2001). A FEB por um soldado. Rio de Janeiro: Expressão Cultural; Biblioteca do Exército.


Nota: Artigo publicado na revista A Filatelia Brasileira, editada pela Federação Brasileira de Filatelistas - FEFIBRA.


Henrique de Vasconcelos Cruz
Recife, Pernambuco, Brasil
hvcrj@yahoo.com.br

 


Última alteração em 02-15-2008 @ 12:11 am

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