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Coronel Joaquim Teixeira Nunes
Inserido por: ClaudioBento
Em: 07-03-2006 @ 09:42 pm
 

 

CORONEL JOAQUIM TEIXEIRA NUNES

(1801-1844)

O maior lanceiro farrapo

       A minissérie A Casa das sete mulheres esta focalizando a malograda tentativa de em Laguna –Santa Catarina dos farrapos e ali estabelecerem  a República Juliana e nela um porto de mar para eles .

       A personagem principal deste episódio foi o Coronel Teixeira Nunes no comando seu célebre Corpo de Lanceiros Negros Farrapos, cuja existência não vinha sendo ressaltada pela historiografia bem como o seu líder o Cel Teixeira Nunes , a maior lança farrapa ,segundo o General Tasso Fragoso e praticante das virtudes de Firmeza e Doçura inscritas no brasão da Republica Rio Grandense sob a forma de dois amores perfeitos e assim traduzidos : Firmeza ao combater com toda a garra e valor visando a vitória .Doçura, depois de  vencido o combate respeitar como religião do prisioneiro  inerme a sua vida ,honra ,família e patrimônio .

        Teixeira Nunes foi vítima fatal no último combate farroupilha antes da Paz depois de haver salvo em Porongos com os seus Lanceiros Negros a República   de um colapso total .

       Garibaldi que foi seu comandado em Laguna e na retirada para o Rio Grande do Sul e mais tarde na Itália lembrou o seu grande valor como um dos mais assinalados guerreiro farrapos e também como o Bravos dos bravos. 

Significação histórica

Prestou distintos serviços militares à Independência e Soberania do Brasil na Guerra Cisplatina 1825-28, como alferes de um Regimento de Cavalaria das Missões. Participou da Batalha de Passo do Rosário, em 20 de fevereiro de 1827 e teve papel destacado ainda nesta guerra, contra uma incursão profunda inimiga que penetrou até rio Camaquã a partir do rio Jaguarão.

Na Revolução Farroupilha foi um dos mais constantes, intrépidos e  denodados líderes de combate  . Brilhou em diversas ações, ao ponto de ser classificado por Assis Brasil "como  o maior herói da Revolução” e pelo General  Tasso Fragoso como  “ a maior lança farrapa”.

Participou com destaque do combate de Rio Pardo, em 1838, e da expedição a Laguna, em 1839, na liderança de celebre 1º Corpo de Lanceiros Negros, constituído de escravos libertos.

Seu maior feito estratégico foi derrotar, em Santa Vitória (Bom Jesus) a Divisão Paulista ou da Serra, enviada de São Paulo para lutar contra a Revolução.

Isto quando em companhia de Garibaldi, Rosseti e Anita Garibaldi, retornava da malograda expedição a Laguna, em 1839.

A Teixeira Nunes coube, em 26 de novembro de 1844, a última  reação armada da República Rio - Grandense, que custou-lhe a vida, após memorável e comovente reação junto com seus lanceiros negros na surpresa de Porongos, doze dias antes.

Sua importância na Revolução Farroupilha por ser medida pela lembrança dele de Garibaldi, já  herói da unificação da Itália, nestas palavras em carta  a Domingos José de Almeida.

“ Eu vi batalhas mais disputadas, mas nunca vi, em nenhuma parte, homens mais valentes, nem lanceiros mais brilhantes que os da Cavalaria Rio -Grandense... Onde estão estes belicosos filhos do Continente, tão majestosamente intrépidos nos combates? Onde Bento Gonçalves, Netto, Canabarro, Teixeira Nunes e tantos outros.”

 

Pintura de um lanceiro negro farrapo existente em museu de Bologna Itália da tropa de Teixeira Nunes que participou da expedição a Laguna e que de lá retornou por terra junto com Garibaldi e Anita .

Naturalidade, ascendência e perfil militar

Teixeira Nunes nasceu em 1802 na costa do rio Camaquã, no então Curato de Canguçu e filho dos primeiros povoadores de Canguçu. 1

Sobre seu perfil militar escreveu seu conterrâneo Caldeira que foi seu porta-estandarte no combate do Rio Pardo em 1838 e que, em Canguçu, prestou a historiadores gaúchos os mais importantes depoimentos sobre perfis militares dos líderes farrapos, os únicos que se dispões e publicados. 2

“ Teixeira Nunes foi um dos oficiais de maior nomeada que possuiu a Revolução Farroupilha. Era uma lança das primeiras.

Com o Corpo de Lanceiros Negros a seu mando, alongava do exército, para operar com seus próprios meios, em qualquer parte que o inimigo aparecesse.

Era o terror dos seus inimigos. Onde carregava o Corpo de Lanceiros Negros ao seu comando surgia a vitória. Teixeira era humano. Durante a peleja matava por ser contingência da luta,  e depois  da vitória não morria um só prisioneiro. Era um oficial que sabia fazer a guerra de recursos.( a guerra á gaúcha de guerrilha) Esbelto e galhardo, apresentava-se à frente de seu corpo na ocasião do combate.

Oficial que manejava a lança com invulgar destreza, de estatura mais alta do que baixa, montando garbosamente seu cavalo, sobranceiro, seria capaz de dominar qualquer inimigo. Sua voz de comandante feria os ouvidos. Possuía invulgar espírito militar.

Em novembro de 1836, Teixeira Nunes era major do Corpo de Lanceiros Negros (corpo formado por pretos escravos ou libertos), a esse tempo comandados pelo Tenente Coronel Joaquim Pedro Soares.

No dia 6 desse mês, feita a eleição para Presidente da República, realizou-se na igreja de Piratini um Te Deum. E quando as autoridades de novel Estado Rio-Grandense e l massa popular em cortejo solene, se dirigiam para templo, ia à frente deles e pela primeira vez desdobrado à luz do céu, o pavilhão tricolor, o símbolo da República Rio-Grandense.

E quem o conduz, fremente de emoção e entusiasmo, ufano da glória de ser o primeiro a carregar a bandeira gaúcha, é o major de lanceiros Joaquim Teixeira Nunes.

Dentro de pouco tempo seria ele o comandante dos lanceiros negros. E à frente desta força praticaria façanhas sem conta, intervindo em inúmeros combates, até ornar os punhos com galões de coronel.”

Teixeira Nunes, por seu raro valor como líder de combate, rusticidade e habilidade em conduzir operações de guerra prolongada, vivendo de parcos recursos locais e mais a legenda de combatente  humano e generoso que se criou em torno de seu nome, seria tratado pelo título honroso de O  Bravo dos bravos.

Expedição a Laguna – SC

Ele foi um dos mais constantes combatentes farroupilhas. Sua consagração como soldado adveio da expedição que realizou por terra a Laguna-SC, coadjuvado por Garibaldi por água, resultando a Proclamação da República Juliana.

Esta, em sinal de reconhecimento, o promoveu a coronel e fez do Capitão Garibaldi o comandante de sua Esquadrilha Naval.

Ao apossar-se, sem reação, de Laguna, em virtude de retraimento do comandante daquela praça, além dos navios de guerra auxiliou Garibaldi e John Griggs a aprisionar ou colocar fora de combate. Reforçou consideravelmente sua logística, ao cair em seu poder 14 barcos  abarrotados  de mercadorias, 6 bocas de fogo, cerca de 500 armas e para mais de 36.000 cartuchos carregados.

Em Ordem do Dia, após a vitória  alcançada, Teixeira Nunes assim se expressou ao agradecer a ação de seus bravos comandados:

“ Iguais se não maiores respeitos e consideração adquiriu  o Capitão José Garibaldi, comandante da força naval da República. Em nome da Pátria agradeço-lhe a maneira como desempenhou a parte do plano de ataque que lhe coube executar, fazendo uma jornada de mais de duas léguas por terra ( transporte dos lanchões Seival e Farroupilha ), sendo o primeiro a lançar-se n’ água para desencalhar o lanchão Seival, preso ao baixo do Camacho.” 3


Legenda: Foto do verdadeiro lanchão farroupilha Seival que terminou seus dias  mais tarde em Laguna com o nome de Garrafão e de cujo casco imprestável foi retirada uma pequena planta  que foi plantado em praça de Laguna simbolizando a união de Garibaldi e Anita os heróis de dois mundos.

Teixeira Nunes, ao chegar em Laguna, lançou proclamação vazada nos seguintes termos:

“ Irmãos catarinenses, empunhai as armas conosco e arrancai a segunda província ao diadema do segundo Pedro: Mostrai porém, que os verdadeiros livres, mesmo no afã da guerra, sabem manter  a ordem, obedecer às leis e respeitar a propriedade.”

Talvez  o redator de suas proclamações era italiano Luiz Rosseti.

Teixeira Nunes e o ideal federativo

Em seguida, fez chegar aos líderes catarinenses uma carta circular, cujo teor reproduzimos a seguir:

“ Proclamando a Independência de Santa Catarina, não penseis que isto afetará os interesses do Brasil, do solo sagrado dos brasileiros, pois que a República Rio0Grandense, conscienciosa de sua dignidade, do espírito da grande maioria dos brasileiros e da honrosa missão que lhe foi confiada, não tem tanto a peito, quanto a federação aos  estados seus irmãos.” 4

Não havia a idéia de separatismo e sim República Federativa do Brasil regime em que vivemos há 114 anos

Após derrotado Garibaldi  no mar, Teixeira Nunes foi forçado a retrair sob forte pressão de João Fernandes, chefe legalista. Atravessou o canal de Laguna a nado, indo reunir-se com Canabarro, no passo do Camacho.

Havendo discordância sobre operações futuras  entre Canabarro e Teixeira Nunes, enquanto o primeiro se dirigiu ao Rio Grande, Teixeira Nunes convicto de que  perdeu uma batalha , mas  não a guerra, dirigiu-se para o planalto e com ele Garibaldi, agora infante, e Anita e Rosseti, todos já ligados por laços  de amizade. 

Derrota a Divisão da Serra

Na margem norte do rio Pelotas, no interior de um mangueirão de pedra, feriu-se um cruento e encarniçado combate que passou à história, com o nome de Santa vitória.

Nele, Teixeira Nunes, tendo Garibaldi no comando de sua Infantaria, infligiu pesada  derrota na Divisão da Serra ou de São Paulo, ao comando do Brigadeiro Xavier da Cunha.

Após a vitória reuniu os prisioneiros e para surpresa de todos ouviram de Teixeira Nunes estas palavras:

“Vocês estão livres ! Voltem para casa para cuidarem de suas famílias !.

E lá se foram todos de volta para São Paulo e Paraná

Este combate lhe possibilitou entrar triunfalmente em Lages, vila que encontrou com os cofres raspados e sem administração, o que procurou refazer, bem como a refazer os uniformes de sua tropa, dando contas precisas de tudo  aos seus superiores em Caçapava.

Em Lages, Teixeira Nunes, agora com o comando militar e político, procurou tratar o povo como amigo, dirigindo a guerra não contra a população, mas contra os defensores do governo.

Procurou ignorar atitudes hostis e, habilmente, por todos os meios, conquistar a confiança dos simpatizantes da causa, revelando mais um positivo aspecto militar de sua personalidade.

Visão estratégica

Sobre sua visão política e estratégica, podemos concluir muito boa, pelos termos da  carta abaixo, em que advogava a manutenção de Santa Catarina e sobretudo de Lages:

 "Esta fronteira (Lages), é de primeira importância para nós, seja com respeito ao  grande rendimento das tropas de gado, seja porque daqui podemos manter comunicações, não só com a Província de Santa Catarina, como também a de São Paulo e vigiar, com maior facilidade, os distritos de Vacaria, Cima da Serra e Missões. Logo deve ser este ponto guarnecido, por uma força correspondente às infinitas vantagens que o mesmo apresenta."5

Combate de Curitibanos

Sabendo Teixeira Nunes  que tropa do Coronel imperial Antônio Albuquerque Mello andava em seu encalço, saiu à procura da mesma na direção de Curitibanos, onde se feriu o combate de Marombas. Nele, Teixeira Nunes, após um sucesso inicial, caiu numa emboscada, sendo salvo pela Infantaria de Garibaldi que o acolheu .

Salvou-se da destruição total, ao embrenhar-se numa mata, através da qual atingiu Lages no 5º dia, após indiscritíveis sofrimentos no matagal.

Anita Garibaldi extraviou-se neste combate. Sendo presa por Albuquerque Mello, conseguiu empreender uma épica fuga  vindo a se encontrar com a coluna de Teixeira Nunes e com Garibaldi, em Vacaria.

No Rio Grande, juntamente com Garibaldi e sob o comando de Bento Gonçalves, tomou parte do indeciso combate de Taquari, no qual comandou uma Brigada Ligeira de Cavalaria.

Posteriormente, sob o comando de Bento Gonçalves, se destacou no ataque de S. José do Norte, no qual cambateram a seu lado seus velhos amigos de tantas jornadas na república Juliana - Garibaldi e Rosseti.

Aí, Teixeira Nunes, já conhecido como “Coronel Gavião", bateu-se  com um denodo sem precedentes, fato reconhecido em Ordem do Dia de Bento Gonçalves.

Depois foi operar para os lados de Bagé. Atacou Jaguarão, em 19 de dezembro de 1843.

Os lanceiros negros de Teixeira Nunes foram, em grande número, recrutados nos municípios atuais de Arroio Grande, Canguçu, Piratini, Pinheiro Machado, Herval, Bagé, Camaquã, São Lourenço do Sul, Pelotas, Pedro Osório, Caçapava e Encruzilhada do Sul.

Ao homem que desfraldou e portou pela primeira vez o pavilhão tricolor da República Rio-Grandense, coube o privilégio de comandar no Rio Grande, a última reação armada do ideal republicano farroupilha, em 26 de novembro de 1844. Ideal que não viveu para ver concretizado para todo o Brasil, 45 anos após.

Garibaldi recorda Teixeira Nunes

Foi por certo pensando no bravo canguçuense Teixeira Nunes e nos seus bravos lanceiros, com os quais Garibaldi conviveu e padeceu irmanado, na longa odisséia desde sua derrotas naval em Laguna, até o frustrado ataque a São José do Norte, que escreveu em suas Memórias e cartas estes trechos: 6

"Os gaúchos rio - grandenses eram homens habituados a todas as privações, e nunca de uma só boca ouvi lamentação de fome e sede; ao contrário, mesmo em tão dolorosa situação, desejavam combater."

" Eu vi batalhas mais disputadas, mas nunca vi em nenhuma parte, homens mais valentes, nem lanceiros mais brilhantes, que os da cavalaria rio - grandense, em cujas fileiras comecei a desprezar o perigo e combater dignamente pela causa sagrada das gentes.”

Quando a Europa celebrava Garibaldi como figura mais romântica do mundo, ele se lembraria do canguçuense Teixeira Nunes, seu comandante na retirada da República Juliana.

"E repassando na memória as vicissitudes da minha vida no vosso meio, em 6 anos de atividade de guerra, de constante prática de ações magnânimas como que em delírio exclamo! Onde estão agora esses belicosos filhos do Continente, tão majestosamente intrépidos nos combates? Onde Bento Gonçalves, Netto, Canabarro, Teixeira Nunes e tantos valorosos lanceiros que não me lembro!

Que o Rio Grande ateste com uma modesta lápide o sítio em que descansam os seus ossos; e que vossas belíssimas patrícias cubram de flores esses santuários das vossas glórias."

Final de Teixeira Nunes

O final do maior lanceiro farrapo foi assim descrito por seu citado conterrâneo, o tenente farrapo Manoel Alves Caldeira e seu comandado como porta-bandeira no combate de Rio Pardo. 7

Por ordem de Canabarro, após Porongos, Teixeira Nunes foi acampar no arroio Chasqueiro. Aí foi  procurá-lo o Cel Chico Pedro, baseado em Canguçu no comando da Ala Esquerda do Exército de Caxias e em 26 de novembro de 1844.

"Chico Pedro marchava pela estrada real em direção do passo onde se achava Teixeira Nunes - o seu inimigo dos mais temíveis e respeitados... 

 Chico Pedro ou Moringue  carregou sobre a pequena força de Teixeira Nunes que não podendo suportar  as cargas foi derrotada e perseguida de morte em morte. 

O cavalo de Teixeira Nunes foi boleado(atingido por boleadeiras)  e assim mesmo  Teixeira Nunes a pé continuou se defendendo com sua lança. 

Mas foi também boleado com a sua célebre  lança. E  não podendo mais manejá-la, foi rodeado pelos que mais perto  o seguiam. Um deles  deu um tiro em uma coxa. Nesta ocasião   chegava junto a ele Chico Pedro ao qual disse - Coronel não me deixa matar. Chico Pedro seguiu e virando a cara para o lado disse: - Não matem o homem. Teixeira tinha feito um sinal de socorro e morreu.

Ä História do Exército publica alegoria que refere a sua ação comovente e a de seus lanceiros negros em Porongos. 8

Tasso Fragoso ao escrever a sua História da Revolução Farroupilha impressionado com o valor de Teixeira Nunes o classificou "a maior lança farrapa" 9. Fernando Osório em A História do General Osório o chama de "valente chefe" e Schultz Filho o classifica de "garboso comandante de Lanceiros e o primeiro entre os primeiros na missão arriscada".

Teixeira Nunes foi um dos esquecidos por Alfredo Ferreira Rodrigues no seu Almanaque Literário e Estatístico do RGS 1889-1917. Ao lado do próprio Caldeira que tão valioso subsidios forneceu-lhe. Ai falhou a História como instrumento de verdade e justiça.

Acreditamos que fomos pioneiros na abordagem histórica da real e gloriosa dimensão dos 2 Corpos de Lanceiros Negros Farrapos em 1975 na obra O Negro e descendentes na Sociedade do Rio Grande do Sul1635-1975.Porto Alegre:IEL,1975 .Obra 1 o prêmio em concurso nacional sobre a contribuição do negro na integração sócio- cultural sul-rio-grandense, no certame de letras do Biênio da Colonização e imigração para o Rio Grande do Sul 

O legendário Coronel Joaquim Teixeira Nunes é patrono de cadeira da Academia Canguçuense de História onde a sua memória é cultuada, na terra que lhe serviu de berço quando era curato subordinado a paroquia de Rio Grande.

PS Os números no texto se referem as notas ao texto no livro O Exército farrapo e os seus chefes .

 


Última alteração em 07-03-2006 @ 09:46 pm

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