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Operações contra a coluna Miguel Costa – Prestes
Inserido por: ACMA
Em: 10-01-2008 @ 04:03 pm
 

 

            O Comandante do 5º Regimento de Artilharia Montada, Coronel Simeão Pereira Reis, faz marchar com destino ao norte do país, a 17 de julho de 1924, a “4ª Bateria Expedicionária”, sob o comando do Capitão Osvino Ferreira Alves, tendo como subalternos os 1º Tenentes Geraldo da Camino, Vicente Mario de Castro; 2º Tenentes comissionados Anaurelino Barreto Alves, Orlando de Menezes Dória, Edmundo Duarte dos Santos Coimbra, Avelino Benites Dias e Antonio Saldanha, que após oito dias de viagem por estrada de ferro, incorpora-se à “Coluna Sul”, às ordens do General Azevedo Costa e já a 27 desse mês, às 17 horas, começa o fogo contra a cidade de Mayrink – São Paulo. Tomada à cidade no dia 28, pelo destacamento do Coronel Álvaro Guilherme Mariante, a 1º de agosto, apoia o ataque a Botucatú, no mesmo Estado, ocupada pelas tropas legais no dia seguinte.

            Em 6 do mesmo mês, ao alcançar a localidade de Caiuá, penúltima estação da Rede Ferroviária Sorocabana, inicia viagem de regresso, quando em Paraguassú, recebe ordem de marcha para Ponta Grossa, onde incorpora-se, no dia 28 de setembro, ao destacamento do Paraná, sob o comando do Coronel Pires Almada.

            No dia 5 de outubro, desloca-se para o sertão paranaense, passando pela Vila de Prudentópolis e a cidade de Guarapuava, onde permanece por 30 dias, completando aí 150 quilômetros de marcha.

            Dia 26 do mesmo mês, faz seguir para a Serra de Medeiros a Seção do 1º Tenente Geraldo da Camino, que a 15 de novembro, apóia pelo fogo, as posições atacadas de surpresa pelos revoltosos.

            Novamente, o comandante do regimento, em 12 de novembro, determina a organização de mais uma “Bateria Expedicionária”, a 5ª, sob o comando do Capitão Demócrito da Silva Freitas, aguardando ordem de marcha, tendo, como subalternos, o 1º Tenente Pedro Marques da Costa e o 2º Tenente Constantino Malnatti e o Médico Luiz Azevedo Évora, e que a 14 de dezembro, desloca-se com destino a Vila de Jaguari, onde acantona. No dia seguinte, acampa na mesma Vila, onde permanece até o dia 22, quando incorpora-se ao “Destacamento do Centro”, às ordens do Coronel Estevão Taurino Riopardense de Rezende.

            Ainda a 24 de novembro, reunida na Serra de Medeiros, a 4ª Bateria Expedicionária entra em posição e apoia ataque contra Bellarminho, que resistiu durante 20 dias de luta ininterrupta, até ser tomada.

            Por outro lado, a “5ª Bateria Expedicionária”, levantando acampamento de Jaguari, inicia um deslocamento de nove dias, em perseguição aos revoltosos. Bivaca, sucessivamente, no Passo da Areia (22 de dezembro), e estância Severiano de Almeida (23 de dezembro), e nesta data passa pela Vila do Rosário (Chapadão), chegando ao Povinho em Santiago, onde acampa e no dia 26 levantando acampamento, bivaca novamente a 2 e ¾ de léguas de Santiago.

            Continuando a marcha no mesmo dia, acampa na estância do Januário Chagas, até as 6:00 horas do dia 27, já na ofensiva contra os revoltosos, situados em Igrejinha.

            Nesse mesmo dia acampa no passo do arroio Icamaquazinho e “Capão das Laranjeiras”, região do Carovi (28 de dezembro).

            Em 30 de dezembro, assinalando o inimigo nas margens do rio Piratini, levanta acampamento, marchando até a fazenda de Pamphiro Pereira, onde novamente acampou.

            Prosseguindo marcha no dia 31, acampa no passo Santa Maria no rio Piratini (posição abandonada pelo inimigo).

            No dia 2 de janeiro de 1925, deixando o passo Santa Maria, acampa na fazenda Manoel Ezequiel e, no dia seguinte, continuando a marcha, passa por São Lourenço e acampa no Uruquá.

            Levantando acampamento no dia 4, acampa na fazenda Antonio Ribas, nascentes do rio Santa Bárbara, onde permanece até o dia 7, quando, reiniciando deslocamento, passa por São Miguel, bivacando em Urubucarú.

            Novamente em deslocamento nesse mesmo dia, atinge São João e acampa próximo à ponte do rio Ijuí.        

            A “4ª Bateria Expedicionária”, do Capitão Osvino, no dia 8 de janeiro de 1925, entra em posição para apoiar ataque contra Catanduvas, que começou dia 10 do mesmo mês.

            Por enfermidade falece em 1º de fevereiro, o soldado João Joaquim dos Santos.

            Na mesma data, a “5ª Bateria Expedicionária”, do Capitão Demócrito, das 09:30 até às 12:55 horas ocupa-se da travessia do rio Ijuizinho, bivacando na sua margem direita. Continuando a marcha às 16:15 horas, acampa próximo à ponte sobre o rio Ijuí às 18:30 horas, a uma légua de Santo Ângelo.

            No dia seguinte, às 7:00 horas, inicia a passagem por sobre a ponte, concluindo a travessia somente às 8:40 horas, em vista do mau tempo e das péssimas condições do tabuleiro, com 200 metros de extensão. “Nessa passagem, houve viaturas que foram tiradas a braço pelos soldados, substituindo nos jugos, bois que caíam e não podiam puxar”. Repetia-se assim, o mesmo procedimento que a unidade adotara outrora, nas campanhas do prata. Ao meio-dia dessa mesma data, a bateria ocupa parte do novo quartel destinado ao 4o Regimento de Cavalaria Independente, em Santo Ângelo. Às 17:00 horas é ordenada marcha pela estrada Santo Ângelo, Santa Cruz, Quinzote e São Jacob, pois o inimigo havia passado rumo a Palmeira. Recebendo contra-ordem, permanece no mesmo aquartelamento.

            Já integrando o “Destacamento Coronel Rezende” no dia 5 de fevereiro de 1925, auxilia no estabelecimento de rigorosa vigilância na faixa do rio Uruguai, setor Santo Ângelo, limitada à leste pelo Rio Inhacorá e à oeste pelo rio Commandai.

            O Capitão Osvino, com a 4ª Bateria, em posição em Catanduvas, após rendição dos rebeldes (29 de março de 1925), marcha para Depósito Central, sem combater, onde permanece por 30 dias.

            A 5ª Bateria, do Capitão Demócrito, deixa a 17 de abril, de integrar o “Destacamento Coronel Rezende”, em vista da dissolução do mesmo, pelo término da campanha contra a “Coluna Miguel Costa-Prestes”. Embarcando em Santo Ângelo às 9:50 horas de 7 de maio, pela estrada de ferro, com destino a São Gabriel, no dia seguinte, às 23:30 horas, desembarca e aquartela.

            Já a 4ª Bateria, do Capitão Osvino, em 3 de maio, inicia marcha de regresso e a 30 desse mesmo mês alcança Irati, onde a 31, embarca em estrada de ferro, com destino à São Gabriel, desembarcando e aquartelando a 4 de junho de 1925.

            Cada uma das subunidades, possuía um efetivo de 248 homens, entre graduados e soldados, abaixo nominados:

4a Bateria:

            A relação dos graduados e praças desta subunidade, por mais que se pesquisasse, não foi encontrada em seu total nos boletins da época, a não ser alguns nomes, constante de relatório após a campanha.

·      Sargento Ajudante Hector Rodrigues dos Santos; 1º Sargentos Anaurelino Barreto Alves e Romeu Araújo; 2º Sargentos Anaurelino Euphrásio Natel e Clodomiro Gonçalves; 3º Sargentos José de Oliveira Mello, Manoel Albino Rangrab, Caio Rodrigues Leopoldo, Cypriano José da Silva, Pedro Oscar Muller, Leonardo Vetteravio Vieira e Osório Pereira Mattos.

·      Cabos Henrique José dos Santos, Manoel Procópio dos Santos, AvelinoTrindade, Cândido Silva, Marcos Martins Júnior, Eulálio Franco da Rosa, João Fleck, Gabino Soares Barboza, Aracy Leandro Ferreira, João Alves, Mário Alves, Cezar Vieira da Silva, Lydio Bolívar Corrêa, Agripino Rodrigues Pugt, Camillo José Ferreira, Adolpho Barboza, Cypriano Soares e Marçal de Assis Brasil.

·      Soldados Emiliano Saldanha, Alcides Pereira d´Ávila, André Pereira da Silva, Gabriel Porto Pereira, João Pedro da Silva Pillar, Gregório Dornelles da Silva, Delmar Machado, Alcides Francisco Soares, Gustavo Alberto Landedkoll, Theobaldo Breyer Max Longler, Celeste Barbieri, José Kolling, Lydio de Faria Corrêa, Alberto Machado, João Manoel da Silva, Oscar Alves, Achylles Nucci, Damázio Sabino Corrêa, Francisco Caraciel Mendes, Vanderley de Araújo e Silva, Antonio Ferreira da Rocha, Augusto Castro, Vergilino de Lima, Carlos Guilherme Weirrick, José Francisco da Silva e Oscar Alves. 

5a Bateria:

·      Sargento Ajudante Corbiniano Jobim, 1º Sargento João Martins Guindo; 2º Sargentos Antenor Henrique da Fontoura, Antonio Gonçalves, Zalmiro Athaydes Nogueira, Ildefonso Pereira da Silva, Dionísio Ferreira Marques e João Rodrigues; 3º Sargentos Luis Napoleão de Azambuja, Carlos Soares de Oliveira, Waldor Bonifácio Corrêa, João Quinhones, João Corrêa, Vespasiano Cardoso Jobim, Fiorenço João Batista Zortêa e Pedro Messias Cardoso.

·      Cabos Hugo Ferreira Jobim, Assis Mendes dos Santos, Orval Pereira da Silva, Argeu Cardoso Jobim, Astério Menezes dos Santos, Pedro Alves, Octacílio Silva, Luis Gonçalves da Trindade, Astrogildo Pereira Porto, Pedro Ferreira de Carvalho, Belchior Felippe Machado, João Pedro e João Francisco Machado; Anspeçada Osmar Correa dos Santos, Júlio de Castilhos Gonçalves, Lourival Ferreira Prestes, Bento Porto Pereira, Félix Arispe, João Lopes de Mello, Marcos Evangelista, Theodoro Luongo, Amado Iracet, Samuel da Costa Pereira, Waldemar dos Santos Bandeira, Mário Velasco Molina, Homero Ferreira e Clementino Silveira.

·      Soldados Fernando Salles, Floriano Figueiredo, Malachias da Cruz Jobim, Honorauto Souto, Alfredo Berwanger, Ibanez Silva, João Francisco Almeida, José Faria dos Santos, Bernardino Lopes de Moura, João Batista Duarte, João Pivatto, Pedro Riffel, Carlos Gersen, João Patrocínio, Juventil Duarte Nunes, Hypólito José de Vargas, Pery Mattos, Alcides Heleothério, José Metello, Eugenio Rodrigues, Fidélis Soares Sobrinho, Carlos Lock Sobrinho, Athanaídes Teixeira de Carvalho, Sérgio Lucas Pereira, Mario Rodrigues, Crescêncio Dias dos Santos, Luis Zimermam, Ignácio Garcia, Mário Alves da Silva, Arnildo Klein, Manoel Carvalho Portella, Affonso Rohring, Arthur Rohring, Pantílio Saldanha, Timótheo Amaral, Nourival Faria Lopes, João Cândido Balduíno Wildmam, Pedro Bergmam, Emilio Schaffer, Nelson Rodrigues Teixeira, Júlio Adolpho Sauer, José Pedro Meneses, Universindo Nunes da Silva, Gaspar Alves Martins, João Aguirre, Clarestino Roza, Pery Rodrigues Souto, Ataliba Soares de Oliveira, Turíbio Maltive, José Pantaleão da Rosa, Cesário dos Santos Vianna, Antenor dos Santos, Boaventura Borges, Arthur Soraes de Oliveira, Martins Dornelles, Rego Soares de Souza, Alfredo Lucas Pereira, Marcello Palma, Pedro Botta, Germano Pinto Soares, Pedro Nunes de Oliveira, Luis Quatrinho, Ludovico Wimeski, Rodolfo Pery dos Santos, Amaral Diniz de Castro, João Martins, João Guilherme da Cruz, Ricardo Lopes, Carolino de Oliveira, Atanagildos Bastos, Sylvino Ramiro, Arthur Maciel, Patrício Cardoso, Ildefonso Rodrigues Lopes, Francisco Copetti, Theodoro Francisco Pedroso, Querino da Costa Nunes, Octacílio Alves Ferreira, Avelino de Freitas e João Manoel, Nestor Ribas, Nelson de Figueiredo Meneses, João Batista dos Santos, Gumercindo Alves da Costa, Ewerton Caetano de Andrade e Cyrillo Francisco Moreira.        

            As duas “Baterias Expedicionárias” (4ª e 5ª) encerram com essa campanha, a última ação de combate da unidade, a partir de seu velho quartel.

            Em 3 de fevereiro de 1927, o grupo de rebeldes que operava no Mato Grosso, sob a chefia de Miguel Costa – Prestes, depondo armas às autoridades bolivianas de São Mathias, depois de atravessar a fronteira, até onde foi perseguido pelo destacamento baiano do Tenente Coronel Franklin de Albuquerque, pertencente às forças do General Mariante, deu-se por encerrado o movimento subversivo que tão grande prejuízo vinha causando à República. Fonte: REGIMENTO MALLET - cento e setenta anos de seu dia-a-dia - de Antonio Carlos Mesquita do Amaral
 


Última alteração em 12-13-2008 @ 06:52 pm

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