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Correspondentes de guerra do Brasil que acompanharam a FEB na Itália
Inserido por: claudiobento
Em: 08-21-2012 @ 10:14 am
 

 

 Cel Claudio Moreira Bento - Historiador Militar e Jornalista

(Presidente da FAHIMTB e da AHIMB/Resende Marechal Mário Travassos)
Para acompanhar as forças brasileiras na Itália, enviaram correspondentes de guerra os seguintes jornais do Brasil: Diário Carioca enviou Rubem Braga; o Correio da Manhã – Rui Brandão; os Diários Associados – Joel Silveira e José Barros Leite; O Globo – Egídio Squeff; a Agência Nacional – Tharsilo C. Nike e Horácio G. Sobrinho (repórteres) e Fernando S. S. da Fonseca e Adalberto Cunha (cinegrafistas); o Jornal do Brasil – Alberto D. Abranches. Se credenciou junto à FEB o jornalista da BBC de Londres, Francis Hallowel, apelidado Chico da BBC que ao final da guerra radicou-se no Brasil e escreveu livro sobre a guerra. Destacaram-se os correspondentes Rubem Braga e Joel Silveira que produziram depois valiosos trabalhos sobre a FEB. Pleiteou ir como correspondente de guerra pelo Correio da Manhã o jornalista Carlos Lacerda, mais tarde governador do Rio de Janeiro, segundo declarou ao veterano e historiador da FEB Joaquim Xavier da Silveira, autor de A FEB por um soldado (Rio, Nova Fronteira, 1989). 
Os correspondentes estiveram agregados à FEB, em Pistóia. Eles produziram valiosa documentação sobre a FEB que em grande parte está reunida na ANVFEB (Associação de Veteranos da FEB) localizada na Rua das Marrecas, no Rio de Janeiro. Ela, junto com a documentação oficial recolhida, indexada e reunida em sala espacial pelo Arquivo Histórico do Exército, no Palácio Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, quando eramos o seu Diretor 1983/90, é a mais a vasta bibliografia e hemerografia produzida, indexada em Tesaurus da FEB existente na citada ANVFEB e de autoria do historiador e veterano da FEB, e patrono de Cadeira da FAHIMTB o falecido Cel. Francisco Ruas Santos, permitem recompor em detalhes a atuação militar do Brasil no TO do Mediterrâneo, bem como o perfil do combatente brasileiro, que lá combateu em defesa da Democracia e da Liberdade mundial, o que foi muito bem ensaiado pela Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, em 1962, bem como o perfil de seus chefes. 
Os correspondentes de guerra Rubem Braga e Joel Silveira, por exemplo, deixaram assinalados em seus escritos a providencialidade do comandante escolhido para comandar a FEB e a sua grandeza como soldado.
Em 12 de dezembro de 1944 a FEB, ainda bisonha, teve um insucesso no ataque a Monte Castelo, o que levou seu comandante a ser pressionado na histórica Conferência do Passo de Futa, QG do IV Corpo de Exército dos EUA, em que o gen. Crittenberger fez as seguintes e consecutivas perguntas ao gen. Mascarenhas; "Quais os motivos da derrota de hoje? A FEB tem ou não tem capacidade de combate?" Em conseqüência, com este e outros problemas, os brios do General Mascarenhas levam-no a pensar em pedir renúncia do comando da FEB, no que foi convencido ao contrário pelo General Cordeiro de Farias. Sobre isto comentou o mais tarde grande cronista Rubem Braga, veterano correspondente de guerra na Revolução de 1932, no túnel da Mantiqueira, além de historiador da FEB, com o excelente livro Com a FEB na Itália. Observou ele com agudeza: "Foi bom que o Gen. Mascarenhas não renunciasse e que ficasse. Com o seu Estado-Maior dividido, os inevitáveis desentendimentos (ou difíceis entendimentos) com o Comando Aliado, à displicência com que o Rio de Janeiro atendia os pedidos da FEB, os ciúmes e prevenções da retaguarda e as durezas da guerra, só um homem da respeitabilidade, da energia e da paciência do General Mascarenhas poderia levar a campanha até o fim como ele fez, com êxito". 
Joel Silveira, ao entrevistar Mascarenhas de Morais já consagrado pelo povo brasileiro como marechal vitalício e perguntar-lhe sobre o que mais desejava na vida, teve como resposta: "Merecer o respeito e apreço público".
Na mesma época da pressão injusta recebida por Mascarenhas de Morais no Passo de Futa, uma Divisão americana de 15 mil homens foi reduzida a 8 mil, em avanço na direção de Bologna que foi bloqueada. No momento em que se realizava a Conferência de Futa, os alemães haviam contra-atacado na região de Camaiore e Viareggio, obrigando duas divisões americanas a um recuo de 5 Km. 
Na resposta dos brasileiros ao IV Corpo foi enfatizada a incompatibilidade da missão atribuída à FEB pelo IV Corpo e o fato de, ao contrário da FEB, nenhuma divisão americana, mesmo a melhor, quer no pacífico, quer na Europa, quer no Mediterrâneo, haver entrado em combate, sem haver completado o ciclo de instrução. Ou seja, um ano de instrução nos EUA, três meses no TO e um mês de adaptação. E que a instrução da FEB tinha sido incompleta no Brasil, por culpa do governo e, na Itália, por culpa do Comando Aliado. E mais que a FEB não podia fazer julgamento próprio de sua capacidade de combate, tarefa que cabia ao comando americano. O comando do IV Corpo, convencido de que o que havia era uma forte reação inimiga na frente, informou que a capacidade de combate da FEB estava fora de apreciação e que ela deveria de qualquer maneira manter as posições ocupadas. A partir daí, o General Mascarenhas mudou seu estilo de comando. Passou a interferir diretamente nas Operações e a ter uma visão melhor delas com resultados muito positivos, compensando assim divergências em seu Estado-Maior que têm sido abordadas na extensa bibliografia sobre a FEB e particularmente nas obras de seu comandante. A FEB por seu comandante e na de seu chefe de Estado-Maior, Cel Floriano de Lima Brayner, A verdade sobre a FEB, considerada pelo veterano Octávio Costa "como apaixonada e perversa, escrita para denegrir a reputação de seus rivais militares e que apesar da evidente má-fé e da ótica de dono da verdade é essencial para o conhecimento da FEB por dentro". A polarização das divergências se situou entre o comandante da FEB e seu chefe de Estado-Maior e o estudo histórico crítico das mesas encerra valiosas lições de Chefia e Liderança militar . Livro importante é Mascarenhas de Morais e sua época (Rio, Bibliex, 1983, 2v) de autoria de veterano e herói da FEB e mais tarde consagrado historiador militar e geopolítico brasileiro,e hoje depois de acadêmico da FAHIMTB e hoje patrono de uma de suas cadeiras especiais o falecido General Carlos de Meira Mattos, que na paz colaborou com o Marechal Mascarenhas de Morais, hoje consagrado patrono de cadeira numerada da FAHIMTB e cujo titular hoje é o seu neto, o acadêmico Cel Roberto Mascarenhas de Moraes. Colaboração nos livros A FEB por seu comandante e Memórias, além de autor do clássico Roteiro da FEB desenhado por Alberto Lima. Meira Mattos foi oficial de ligação do comando da FEB, tendo assumido o comando da Companhia do 1ºI Batalhão do 11º RI, que em sua primeira missão de combate entrou em pânico e recuou temporariamente, sem conseqüências táticas, em 3 de dezembro de 1944, da posição que ocupava na Frente de Guanela, episódio que é rico de ensinamentos a comandantes de companhias e pelotões. Meira Mattos recuperou o moral da Companhia depois de substituir seu comandante, sendo por isto agraciado com importante condecoração americana.
O correspondente de O Globo Egydio Squeff produziu excelente trabalho que, impresso no Rio, voltava ao front sob a forma de O Globo Expedicionário noticiando feitos da FEB, dando notícias da guerra como um todo, notícias do Brasil e que levava aos pracinhas brasileiros, segundo o falecido Dr Roberto Marinho: "nos alojamentos e nas trincheiras, as mensagens, as brincadeiras, as palavras de ânimo de familiares e amigos... e a idéia de que não estavam sós e a noção de que seus sentimentos tinham sentido de participação na construção de um mundo novo." 
Em 1985, nos 40 anos da Vitória, a Agência Globo editou obra O Globo Expedicionário, onde Joel Silveira, em artigo "O Pracinha desarmado", traduz a experiência colhida por ele e pelos demais correspondentes, que poderá servir de orientação para futuros correspondentes. De sua experiência e vivência na guerra diz a certa altura: "Cheguei a Itália com 26 anos e depois de nove meses estava com 40 anos. A guerra é nojenta! O que ela nos tira nunca mais devolve." Da convivência com seus companheiros lembrou com carinho as palavras que primeiro escutava dentro da barraca, pronunciadas com sotaque gaúcho pelo correspondente Squeff, por ocasião da Alvorada no rigoroso inverno dos Apeninos: "Guerreiros, de pé! Á luta!! Temos que acabar com essa porcaria de guerra! Estou doido para voltar para casa e para o meu chopinho na Galeria Cruzeiro".
Em 1985, um jornalista, colega dos correspondentes de guerra que acompanharam e sofreram com os pracinhas da FEB, William Waak, após pesquisa em Londres, Washington, Bonn e Friburgo, com a "Preocupação de cotejar a versão oficial e laudatória da FEB, com o relato de alemães e americanos", publicou o livro As duas faces da glória. A obra trouxe interessante e originais revelações: sobre a 232ª Divisão de Infantaria alemã, cujo 1.043º Regimento de Infantaria a FEB enfrentou nos Apeninos e sobre a preocupação louvável e satisfeita do General. Mascarenhas de Morais de que a FEB não viesse a ser usada como "bucha de canhão" pelos aliados, dado o seu caráter simbólico na luta contra o Eixo, no contexto aliado e a constatação de haver nascido no curso de sua pesquisa "profunda simpatia pelos brasileiros simples e humildes, lançados sem treinamento e sem preparo numa guerra cujo sentido e alcance muito deles nunca entenderam". 
O autor de As duas faces da glória que alguns veteranos chamaram de "A outra face da glória" por conter referências negativas à atuação da FEB, às quais colocadas isoladamente, agrediriam o pracinha brasileiro que lá foi lutar e que deu o melhor de si como soldado do terceiro mundo, ao lutar e vencer após hercúleo esforço de adaptação doutrinária militar, tecnologia militar, psicológica e ecológica (montanha e inverno na neve) contra ou em aliança com os melhores soldados do primeiro mundo presentes na Europa na guerra. As críticas de As duas faces da glória concentraram-se nos ataques a Monte Castelo e em outros pontos que provocaram grande indignação entre os veteranos, muitos dos quais, afeitos às letras, responderam de diversas formas, às quais devem ser levadas em consideração na leitura do livro em foco. Com relação às falhas e erros que apontam com apoio em relatórios americanos, elas são comuns em tempo de guerra a todos o exércitos. Constatar isso basta ler-se História de um soldado do Tem Gen Omar Bradley (Bibliex, 1957) em que ele focaliza, de observatório privilegiado, a invasão da Europa pela Normandia. Noutras obras do gênero, os erros e falhas crassos se constatam entre os aliados e o Eixo durante esta guerra e de grande repercussão tática e estratégica. Nas condições de confusão, extrema tensão, medo e de possibilidades de perda da vida a qualquer momento, os erros e falhas são comuns num clima de guerra, daí a expressão muito corrente nos meios militares mundiais, “ganha a guerra quem erra menos” A leitura de As duas faces da glória não pode ser feita isolada e sim junto com os trabalhos produzidos pelos jornalistas brasileiros correspondentes de guerra que acompanharam a FEB e aqui focalizados e mais a bibliografia brasileira e estrangeira sobre esta guerra, para que desta obra, com imparcialidade e isenção, se possa retirar os ensinamentos para a posterioridade que ela em verdade contém. Em realidade não se depara com versão oficial séria laudatória que afirme que a FEB teve um papel decisivo ou predominante na Itália. Ela cumpriu muito bem a missão que lhe coube, com vitórias e insucessos, os últimos reconhecidos pelo seu comandante e que ocorreram na fase que o autor de As duas faces da glória reconheceu que a FEB "foi lançada na guerra sem treinamento e preparo". Em realidade a FEB representou 1/30 trinta avos das divisões de diversas nacionalidades, com predominância expressiva de americanos e ingleses, presentes na Itália no final da Batalha dos Apeninos. A Itália foi uma frente secundária destinada a fixar efetivos no Eixo que poderiam reforçar as frentes de invasões aliadas da França, pelo Sul e pela Normandia. A missão do VIII Exército inglês na Itália, em relação ao V Exército dos EUA, foi a principal. A missão do IV Corpo de Exército do V Exército foi a principal como encarregado da conquista de Monte Belvedere – o pivot dos Apeninos e, em cuja defesa a 232ª Divisão de Infantaria alemã, com Quartel-General em Pavulo, concentrou seu esforço defensivo ao final da Batalha dos Apeninos. O Monte Belvedere, por sua vez ,flanqueava o Monte Castelo. A FEB, no contexto do IV Corpo, teve a missão secundária de conquistar Monte Castelo depois de a missão principal, Monte Belvedere e Monte dela Torracia, haver sido confiada à 10ª Divisão de Montanha dos EUA, especializada para aquelas missões. Habilitação que a 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária da FEB não possuía, mas que cumpriu com galhardia e valor, ao conquistar Monte Castelo, ou o ponto 101/19 para a defesa alemã em, 21 de fevereiro de 1945.
A FEB no contexto mundial da Segunda Guerra foi de pouca expressão. Foi mais um símbolo na luta em defesa do mundo livre. Para o Brasil e seu povo foi grande o seu significado. Pois a FEB foi a única Força Expedicionária enviada à Europa por um país da América Latina. Ela traduziu um esforço nacional hercúleo para um país então essencialmente agropecuário, em recrutá-la e prepará-la, em sua primeira participação militar extracontinental, como nação independente. Seus integrantes tiveram de derrubar grandes barreiras para se adaptarem rapidamente à Doutrina Militar Americana, à Tecnologia Militar que vigorou na Europa e à Ecologia de um campo de batalha montanhoso, em inverno com neve, e psicologicamente às circunstâncias de distância da pátria, enquadrados por Exército de uma grande nação industrial, além de enfrentarem soldados com excelente fama de valor militar. Doutrinariamente teve de adaptar-se da Doutrina Militar Francesa, vigorante desde 1920, a Americana. Tecnologicamente teve de adaptar-se à motorização, mecanização e radiofonia militar com as suas complexas implicações, em substituição ao cavalo, ao muar e outros meios de comunicações menos modernos que o rádio. Ecologicamente foi adaptar-se à montanha e à neve só conhecido por alguns brasileiros em cartões de Natal. A FEB foi a embaixadora da atualização do Exército dos padrões operacionais na Primeira Guerra para os da Segunda. Como fatos negativos a serem respondidos um dia pela História e apontados por alguns analistas, como resultado da convivência e influência militar americana, foi o permitir-se o desmantelamento da nascente Indústria Bélica do Exército, em função da aquisição fácil e barata de excedentes americanos e o desestímulo e quase abandono do esforço de nacionalização da Doutrina do Exército Brasileiro , sugerida pelo Duque de Caxias, em 1861, como Ministro da Guerra e Presidente do Conselho de Ministros .Doutrina do Exército que recebeu forte estímulo criador de 1919-1939, dos Jovens Turcos da centenária em 20 de setembro de 2013 Revista A Defesa Nacional, da Missão Indígena da Escola Militar do Realengo e da Missão Militar Francesa e de alguns expressivos pensadores militares brasileiros da época, como o Cel J. B. Magalhães e o próprio Marechal Humberto Castello Branco, hoje denominação histórica da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército.
O Exército do Brasil hoje de um Brasil a 6ª economia mundial e com crescente projeção econômica e social
O Exército Brasileiro para estar a altura destas projeções do Brasil se empenha para com recursos que receber dos Poderes Executivo e Legislativo, em realidade os responsáveis, em primeiro lugar pela Defesa Nacional, conquistar entre outros os seu seguintes objetivo estratégicos.“- Elevar o nível de Operacionalidade da Força Terrestre; Aperfeiçoar o Sistema de Doutrina Militar Terrestre: Atingir elevado grau de Dissuasão Militar Terrestre: Fortalecer a consciência de Defesa Nacional, em todos os segmentos da Sociedade de Brasileira e, Ampliar a Projeção Internacional do Exército Brasileiro,em apoio a Política Externa do Brasil.” E até hoje desconhecemos na História Militar Mundial chefe, planejador, pensador e historiador militar, com autoridade vivida em Arte da Guerra, afirmar o contrário. Ou seja, que a História Militar Terrestre Crítica, a qual a FAHIMTB se dedica há 16 anos, não seja a mestra das mestras do profissional do soldado. E mais que a conquista dos Objetivos Estratégicos do nosso Exército citados, salvo melhor juízo, passam obrigatoriamente por sua História Militar Terrestre Crítica, operacional e institucional. Isto foi o que aprendemos e ensinamos na AMAN, como instrutor de História Militar 1978/1980, ao estudarmos a história das grandes potências militares. Ou seja, de que pais rico deve ser forte militarmente. E foi o que em seu tempo perseguiram em conjunto o Marechal Hermes da Fonseca e o Barão do Rio Branco antecipando-se a repercussões da 1ª Guerra Mundial sobre o Brasil. E nisto se aplicou o Presidente Getúlio Vargas e os seus Ministros das Forças Armadas em fortalecer militarmente o Brasil para enfrentar o mundo ameaçado pelo nazi facismo, o que traduzimos em artigo O Presidente Getúlio Vargas e o desenvolvimento da Doutrina do Exército de 1931/45.(disponível em Artigos no site www.ahimtb.org.br. Evolução doutrinária militar não só do Exército como de nossa Marinha de Guerra, Aeronáutica que abordamos em livro A participação das Forças Armadas e da Marinha Mercante do Brasil na 2ª Guerra Mundial (estudo disponível em Livros no citado site. E votos de que a Mídia e a Universidade brasileiraa se empenhem na tarefa de fortalecimento militar do Brasil, a altura de sua expressão econômica. E que ajudem a esclarecer que é relativa a responsabilidade das Forças Armadas pela Defesa Nacional que constituem o braço armado do Povo Brasileiro para defender os seu interesses, o proteger bem como as suas riquezas nas Amazônia Verde e na Amazônia Azul. de ambições internacionais crescentes. Mas que dependem dos meios militares compatíveis que lhes forem postos à disposição pelo poderes Executivo e Legislativo eleitos pelo Povo Brasileiro para representá-lo e exercer o Poder em seu nome. 
 


Última alteração em 08-21-2012 @ 10:14 am

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