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CRUZAUM - Cartilha nº 1
Inserido por: Itauna
Em: 05-12-2014 @ 11:43 pm
 

 

 

MINISTÉRIO CRISTÃO

SISTEMA D'AUMBHANDAN

UMBANDA INTEGRAL

 

CARTILHA Nº 01

 

CRUZAUM - CRUZADA DOS MILITARES FIÉIS UMBANDISTAS DO BRASIL

 

A RELIGIÃO BRASILERIA TEM SUA PROGRAMAÇÃO. 500 ANOS DE EXCLUSÃO,  UM DADO HISTÓRICO QUE A HISTÓRIA OFICIAL PRETENDEU MANTER CALADO. O SISTEMA MERCANTILISTA INFILTRADO NA POPULAÇÃO BRASILEIRA.

 

            Não podemos consentir na atualidade que os brasileiros naturais se deixem enganar, nem investiguem como se deu o surgimento do sistema político mercantilista e quais os estrangeiros infiltrados no território brasileiro envolvidos oficialmente na história! A Constituição Brasileira atual nos assegura igualitários direitos – É LIVRE A EXPRESSÃO DA ATIVIDADE INTELECTUAL, ARTÍSTICA, CIENTÍFICA E DE COMUNICAÇÃO, INDEPENDENTEMENTE DE CENSURA OU LICENÇA. (Constituição da República do Brasil, Art. 5o, inciso IX.)

            Sempre a corrupção de natureza política existiu, ainda continuará existir onde for permanente o sistema político mercantilista. Os homens práticos herdaram isso de seus descendentes, passados de pai aos filhos.

            Levantaram-se, no território brasileiro, duas companhias mercantis, uma oriental e uma ocidental. Originaram-se de uma conferência secreta no Bosque de Haia-Holanda, durante à noite (1647). Os personagens que estiveram envolvidos: o embaixador Souza Coutinho, por intermédio do judeu Gaspar Dias Ferreira, conseguindo ter com o conde holandês. Em seguida, pelo mesmo intermédio, o embaixador mandou prometer-lhe um milhão de florins, se politicamente negociasse um acordo...com a inclusão de Portugal em trégua larga, e, sem haver a mesma, apenas quatrocentos mil florins. O combinado derrubou o conde Maurício de Nassau, que, para conseguir objetivo do embaixador Souza Coutinho, não se escusou de aceitar o conde a proposta daquela companhia mercantil e dos Estados arrolados. Assim, o conde de Nassau se vendeu ao corrupto governo português!

 

 

Os judeus que permaneceram no território brasileiro, à medida que participavam das armas e contrários os insurretos pernambucanos sorrindo aos luso-brasileiro, iam desertando, dos arraiais holandeses e passando para o outro lado, como o “zangão” abandona ou explora o navio que sente preste a naufragar. Quando da rendição do Recife, última etapa da Restauração de Pernambuco, lá ainda  sobreviveram mais de 5 (cinco) mil.

A perda do Brasil holandês obrigou os filhos de holandeses que eram descendentes judeus a uma diáspora (dispersão) por toda a América do Sul. Temerosos do retorno do “Ofício Católico Inquisidor”, fugiram mas levando com eles a indústria do rendoso açúcar brasileiro e CONTINUANDO A EXPLORAR, por toda a América, indignamente, o trabalho braçal dos escravos negros negociados de nações africanas. Era o que estavam acostumados explorar no território brasileiro, onde o sistema judaico era permitir-lhes apenas um pequeno pedaço de terra alheia, para que dele arrancarem com as unhas seu sustento, cultivando-o com “notável escândalo”nos poucos momentos de repouso quando permitiam ou nos domingos. Houve judeus, como o explorador Benjamin da Costa que chegaram à cidade de Martinica, conduzindo 1.100 (mil e cem) negros.

  AS MANOBRAS POLÍTICAS EM PERNAMBUCO

 

O tal Gaspar Dias Ferreira, que se naturalizara holandês e fora metido na prisão por se corresponder com os insurretos de Pernambuco, evadira-se do presídio e se correspondia em cartas aos chefes pernambucanos, pretendendo ser seu procurador junto a Dom João IV em Lisboa/Portugal. Entre os procuradores enviados do Recife à Holanda, em 1652, era figura de destaque no Brasil o judeu Abraão Azevedo. E no meio de todas essas manobras políticas e “ocultas”, vê-se, algumas vezes, perpassar da roupeta preta do padre Antonio Vieira, defensor dos judeus e organizador de uma Companhia de comércio financiada com capitais judaicos e privilégio do tráfico... Cura-se a dentada do cão com o pelo do próprio cão; mas Antonio Vieira errou em forma crassa, pensando que os males do ouro originário do Brasil e de apropriação indébita judaica se curam com o próprio ouro conseguido por judeus... (“Celui qui mange du juif em meurt”), diz o adágio francês...

O próprio Antonio Vieira conta em carta ao conde da Ericeira, historiando sua missão à França e à Holanda: “O primeiro negócio que propus à Sua Majestade, pouco depois de sua feliz aclamação e restauração, foi: que em Portugal, à imitação da Holanda, se levantassem duas companhias mercantis, uma oriental e uma ocidental, mencionadas anteriormente, para que, sem empenho algum da real fazenda, por meio da primeira se conservasse o comércio da Índia, e por meio da segunda o do Brasil. (Equivalia entregar outra vez o Brasil e suas riquezas ao sistema judaico, que com seus capitais iria dirigir em Portugal as mesmas companhias que o judaísmo dirigia na Holanda. Traziam ambas as companhias em suas armadas, defendido dos holandeses, o que eles nos tiravam por meios ilícitos, e bastaria a sustentar a guerra contra Castela. A visto se juntava que, como as nossas companhias ficavam mais perto de uma e outra conquista, seriam mínimos os gastos deles e muito maiores os lucros de capitais judaicos, os quais, obviamente, chamariam e trariam a Portugal o dinheiro mercantil (ou seja, o capital de especulação) de todas as nações, e muito particularmente dos judeus portugueses.

 

Vai por diante o padre Antonio Vieira e em suas cartas narra que, depois da tomada de Dunquerque, Jerônimo Nunes da Costa, judeu e agente secreto do governo luso, ofereceu quinze fragatas a Portugal por 20 mil cruzados cada uma. Fora ele, o padre, que, com sua “roupeta remendada”, arranjara com o cristão-judaizente Duarte da Silva 300 mil cruzados, e mais um fulano, chamado Rodrigues Marcos, a troco de seis vinténs cobrados sobre cada arroba de açúcar, quando os holandeses ameaçaram novamente a Bahia.

De resto, no ano da Graça de 1654, o Brasil se viu definitivamente livre do zangão do sistema político dos judeus holandeses mas recaiu nas espécies do judaísmo lusitano, o que, no fundo, continuou no mesmo.

Politicamente, porém, a Restauração de Pernambuco e Angola completava a Restauração de Portugal, que apenas respira mais desafogado, quando o protetorado de Cromwell desaba na Restauração dos Stuarts.

A companhia de comércio defendido pelo padre Antonio Vieira e as que lhe sucederam até o tempo de Dom José I, tinham como símbolo a estrela judaica de cinco pontas, e daí ela passou para a heráldica brasileira, por determinado tempo, designando as Províncias e, mais tarde, os Estados. Ainda hoje, é brazão da República... (Varnhagen, História Geral do Brasil” – Tomo II, página 235. As origens maçônicas de seus símbolos, o dístico Ordem e Progresso camufla de maneira a se pensar que vieram do templo da humanidade, quando saíram do templo de Hiram, segundo o Tarô hebraico. Aliás, contra o Cristianismo de Cristo, esses templos se equivalem...).

OS ÍNDIOS ESCRAVIZADOS.

COMEÇA A LADROEIRA POLITICAMENTE DO ESTANCO

 

O Estado do Maranhão, composto por esta capitania e pela do Grão Pará, imensa região ubérrima que produzia grandes riquezas e ficava mais próxima da metrópole, tentava os invasores franceses e flamengos, que nela não conseguiram se estabelecer. O judaísmo lusitano decidiu-se a tomar conta de toda a imensa região. Empregara os meios mais eficazes do sistema judaico e menos custosos do que a guerra. Como toda sua economia repousava no trabalho do índio escravizado, buscava então desorganizá-la, a fim de enfraquecer-lhe as resistências aborígines.

Algo faz-nos pressupor que influências e agentes secretos assopraram ao governo de Lisboa providências imediatas proibitivas da escravização dos índios seguidos de atos de estupro das mulheres indígenas; logo entraram o bem intencionado apoio dos jesuítas, que catequizavam, aldeavam e defendiam o gentio. Aquelas providências, de fundamento humanitário, chocavam-se, entretanto, com as cruas realidades da existência colonial daquela época e, além de minguarem a mão-de-obra indígena a fazendas e engenhos, criavam violento dissídio entre agricultores e padres, o qual, com o tempo, cada vez mais se agravaria.

 

Tal divisionismo entrava, seguramente, nos planos estratégicos subterrâneos do Kahal de Lisboa, cujo fim era privar primeiro de união e força de natureza políticas, às sociedades que pretendia o Kahal explorar. Os Senados da Câmara de Belém e São Luiz desfrutavam de “imenso poder político”, taxando salários e gêneros, podendo regular o curso das moedas, prover sobre a agricultura, a navegação e o comércio, decidir dos tributos, nomear ou suspender as autoridades. (Em 1551, o Senado da Câmara de Belém representava ao padre Antonio Vieira contra a “falta de braços” por estarem desviando os índios daquela região à serviço da ordem; em 1670, o de São Luiz tratou da “falta e carestia” de escravos índios, porque o negócio era “monopolizado por homens poderosos”.) Os cargos da governação municipal eram exercidos privativamente pela gente nobre e deles se excluíam os “peões-mercadores”, meio esse de evitar a infiltração de cristãos-judaizantes ou de quem quer que tivesse sangue de infecta-nação”, como rezavam as velhas cartas de brazão de armas.

Essa autonomia municipalista da época fora o apanágio para uma política do liberalismo comunal desde a Idade-Média. Eis aí está a descrição previsível planejando o advento até a execução editorial dos conhecidos “Protocolos dos sábios de Sião”. Todavia, o liberalismo comunal encontrou a resistência muçulmana, até o repúdio manifestado, mais tarde, quando ocorreu a divulgação pública dos Protocolos de Sião. O absolutismo integral, depois do século XIV, corrompera a autonomia municipal ou dominara.

 

Em todo o território brasileiro vastíssimo e desprovido politicamente do capitalismo, a autonomia nos municípios florescia novamente em cada grupo natural do município, criado em violento confronto aberto contra a resistência – o silvícola e o pirata. Sempre saiu ganhadora a biopirataria invasora.

No solo maranhense, a coroa do reino procurara estabelecer um “estanco” (isto é, um monopólio rendoso) organizado de qualquer ramo de comércio ilícito, isentado dos rendimentos tributáveis e não-tributáveis.

Esse estanco seria para o fornecimento aos maranhenses naturais de objetos de ferro e aço produtos manufaturados do reino, especiarias, procedentes da companhia oriental, a troco de gêneros extraídos da terra, que eram posteriormente vendidos aos estrangeiros de outros países da Europa, e resultava em proveito do Erário rendoso aos judeus portugueses ...

Como essa prática de produto interno e externo não parecesse suficientemente bruto em mãos do governo, formou-se lá em Lisboa, e posto a prática no território brasileiro duma companhia de Ações, à semelhança de Apólice, a fim de arrendá-lo.

Os acionistas ou assentistas, como então se dizia eram os mesmos cristão-judaizantes, chamados cristãos-novos com cujos cabedais o padre Antonio Vieira sempre contou para a fundação da Companhia de Pernambuco.

O contrato acordado entre as partes foi redigido oficialmente no ano de 1682 bastante ver-lhe as seguintes cláusulas principais, aos brasileiros naturais que queriam inteirar-se deste plano estratégico do sistema judaico: “Privilégio por vinte anos; isenção de impostos; juízo privativo para reclamações e demandas; (1) exclusividade do tráfico, devendo importar DEZ MIL ESCRAVOS NEGROS, SENDO AS ENTRADAS UM SINAL CORRESPONDENTE DE 500 NEGROS POR ANO (cf. João Francisco Lisboa, op. cit. Tomo II, páginas 84-85.).

 
 

(1)  O juízo privativo é uma eterna ambição judaica. Basta investigar o livro de Juízes, no Antigo Testamento da Bíblia. Está confirmado no livro de Ester. Em Roma, ao tempo de Augusto, funcionava o seu tribunal particular, o “Bet-Dine”. A legislação justiniana reservou-lhe no Codex o capítulo “De Judoeis, Em muitas das monarquias bárbaras havia o chamado Foro Judaico. Na atualidade, ele tem Bet-Dines em muitas cidades norte americanas, ucranianas e lituanas, e registram sempre suas companhias nos Estados ianques de leis favoráveis a seus interesses

 

 

Diante das notícias desse atual estanco organizado para minar o Brasil e a pirataria roubar-lhe as  riquezas do país, provavelmente, pior que os outros, os brasileiros naturais do Maranhão e do Pará se mostram de SOBREAVISO ou chegando à PRONTIDÃO. Pois que algumas correspondências do reino informavam que El Rei somente consentiria com “aprazimento das populações”. A condicional do soberano lhes dava alguma esperança de salvação.

Logo que veio tomar posse ocupando seu cargo de governador nomeado, Sá e Menezes, trouxe em sua companhia o cristão-novo Pascoal Pereira Jansen, influente assentista e administrador do estanco. Ambos encontraram os povos deste país com pouco aprazimento para digerir o acordo contratual dos acionistas, sendo obrigados a recorrer a monobras, falsificações, disfarces, peitas e ameaças. Dizia o judeu Jansen que, do seu próprio bolso, tivera que gastar em gorjetas mais de um conto de réis, dinheiro apreciável para o tempo. (Em geral muitos historiadores, que só publicam as aparências políticas oficiais, insistem em apontar a questão da escravidão dos índios brasileiros como a causa principal das revoluções ocorridas; mas o verdadeiro exame e os fatos históricos investigados em profundidade mostram aqui agora que essa causa foi o estanco do sistema judaico.) Antonio de Souza Soeiro, procurador da Câmara, “por suspeição de cristão-judaizante”, vendeu seu assentimento por uma patente de capitão de infantaria com soldo; o vereador Jorge de São Payo prometeu o seu em troca de fazendas e gêneros.

Segundo todos os documentos contemporâneos e os resultados conseqüentes das devassas ocorridas ou inquéritos procedidos nessa jurisdição, o estanco alusivo a essas transações ilícitas foi estabelecido em São Luiz pelos recursos da fraude, terror e muita corrupção.

O governador Sá e Menezes envolveu-se, em todos esses “vergonhosos manejos”. Já viera de Portugal mancomunado com os judeus. A devassa procedida mais tarde, depois da sublevação dos maranhenses, relevou “escândalos” jamais visto. Havia mesmo a parceria social entre o governador, o judeu Jansen, um conhecido pelo nome André Pinheiro e outros.

 

Os oficiais da Câmara chamados à presença de Sá e Menezes e de Jansen, em Belém, para onde ambos se haviam transportado, após o estabelecimento do estanco no governo do Maranhão, ouviram do primeiro que Sua Majestade ordenava a introdução do mesmo monopólio “sem dependência de consulta ao povo”, não admitindo nenhuma réplica ou a mais leve objeção. O REI ACEITAVA, ASSIM, A ENGANAÇÃO NO SEU PROPÓSITO, porque sempre cuidaria que o povo no Brasil a tudo assentiria de boa vontade, consoante o silêncio deste pelos seus procuradores públicos naturais e os informes que receberia possivelmente; a população também sempre era enganada, por julgar que o soberano houvesse dado ordens tão terminantes e despóticas.

Dessa maneira, de parceria com o governo venal, os cristãos-novos desenrolariam seu plano estratégico de assalto às riquezas brasileiras, no Maranhão, no Pará e Pernambuco.

Convencidos da impunidade, “pintaram o sete”. Como houvesse crise de mão-de-obra e as entradas de escravos negros que se destinavam a servi-lo estivessem ao seu arbítrio; porque possuíam exclusivamente o tráfico rendoso, vendiam os escravos por preço muito acima do comum nessa época, obrigando o pagamento à vista, quando anteriormente as vendas eram feitas à prazo, para facilitar a aquisição aos agricultores sempre baldos de cabedais.

As mercadorias de que tinham o monopólio e que ninguém poderia obter noutra parte, aos olhos do consumidor, eram de péssima qualidade e elevado custo. Usavam, além disso, pesos e medidas falsificadas.

O escrupuloso e eminente João Francisco Lisboa assim descreve a volumosa roubalheira judaica no âmbito do território brasileiro: “Impedia-se ou dificultava-se aos moradores qualquer remessa de suas drogas destinada ao reino, ou o retorno do que elas lá produziam (quer dizer congelavam os créditos na Europa.) se alcançavam mandar algumas. O estanco só recebia em pagamento cravo e tecido – a menor produção, recusando o açúcar, cacau, tabacos e couros – a maior produção; e daí resultava que não podendo os moradores dar outras saídas a estes produtos, viam-se obrigados, para não os perderem de todo, à sacrificá-los por baixíssimo preços a mal disfarçados agentes secretos do mesmo monopólio, dos seus administradores, ou de outros potentados, que os compravam a poder de barato. Os navios não vinham ao Estado com a regularidade afiançada (quer dizer: transportes e fretes estavam em mãos dos judeus portugueses);  e, para que nenhum gênero de vexação faltasse naquela geral opressão, tinham os administradores uma grande aldeia de índios, ocupados em lavrar farinhas e outros gêneros que, postos à venda em grande escala no estanco, faziam ruinosa concordância, aos demais lavradores já “extenuados”.

 

Diante desta denúncia formalizada, por escrito, do eminente João Francisco Lisboa, irrefutavelmente chama-se a esse procedimento delituoso, em boa linguagem, um verdadeiro saque de um governo paralelo organizado àquela época, nos Estados brasileiros.

Levantou-se, pois, o “clamor universal” do povo explorado por aqueles conversos, os mesmos que, em Portugal, séculos agora, costumavam apropriar-se dos produtos para os negociar a preços exorbitantes. O governador nomeado para representar o povo no Brasil permanecia em Belém e regia o Maranhão em seu lugar Baltasar Fernandes, tarimbeiro irresoluto e pusilânime.

Começaram a aparecer Pasquins pregados pelas esquinas, ameaçando de morte ao judeu Jansen. (Esta ocorrência foi remetida por Ofício de Sá e Menezes à Corte em Portugal, datado de 26 de agosto de 1683).

No Almanaque Israelita de 1935, página 16, veiculou a contra-informação judaica, dizendo: “O norte brasileiro foi, por muito tempo, a parte principal do país, graças ao trabalho, a iniciativa e a inteligência judaica”. Não conseguem invalidar com esta contra-informação, o Tomo II, op. cit. páginas 84 a 95, do eminente João Francisco Lisboa, denunciado a realidade estarrecedora da ladroeira e da espoliação, e que alude o  plano estratégico psicossocial judaico desde os períodos colonial e monárquico.

Os manuscritos do eminente escritor, contudo, narram circunstancialmente os fatos históricos da realidade brasileira, desde a descoberta oficial. Assegura que o Kahal sempre ditava e as ordens secretas tinham de ser cumpridas e postas em execução.

 

 

O OURO DO BRASIL NÃO PERTENCE AOS BRASILEIROS

 

A penetração bandeirante foi realizada aos poucos, avançando de início por caminhos dos índios, segundo ensina Capistrano de Abreu; seguindo depois, os sertanistas internaram-se mais ainda, na caça do índio que escravizavam; afinal o ouro e as pedras preciosas incendiaram-lhes a cobiça. Pelo receio de invasão das possessões espanholas que o “descobrimento” do território alheio fazia pressupor mais próximas, peavam os avanços cada vez mais pelo interior mineiro. Pero de Magalhães Gandavo chama-o A “LARGURA” DO BRASIL PARA O SERTÃO. Dos índios que a ocupavam em suas aldeias vinha uma tradição da existência de metais e esmeraldas incalculáveis, um sonho amarelo-dourado e um sonho verde brilhante, que somente a nossa bandeira perpetua.

Circulavam “notícias” vagas, mas insistentes de GRANDES RIQUEZAS NATURAIS JACENTES NO SERTÃO BRASILEIRO “serras de ouro e prata.

Os primeiros impulsos bandeirantes partem da Bahia. De lá saíra Bruza Espinosa; saíra o vereador Dom Vasco Rodrigues Caldas, nas suas pegadas, o qual é desbaratado pelo gentio bravo. Ao mesmo tempo, por todos os lados os jesuítas iam entrando na catequese, aldeando a indiada confiante na sua palavra evangelizadora.

Narra Pero de Magalhães Gandavo que, nos idos de 1570, Martim de Carvalho, penetrou 200 léguas na largura do sertão e colheu amostras de metais e pedras preciosas, e que foram perdidas em virtude do naufrágio de uma canoa. Em 1572 e 1573, Sebastião Fernandes Tourinho, subiu o rio Doce e apanhou pedrarias e pepitas. Entrada mais digna de registro foi a de Antonio Dias Adorno, neto de Caramuru e Paraguassu por sua mãe, filho de italiano, que se meteu pelo rio das Caravelas, fez ampla colheita de esmeraldas e turmalinas, adoecendo no Jequiriça, em casa de Gaspar Soares. O cunhado deste, João Coelho de Souza, sabendo dos achados de Antonio Dias Adorno, encheu-se de ambição, seguiu-lhe a trilha e encontrou “preciosas amostras”. De volta, salteado pela morte, entregou seu roteiro ao sobrinho Gabriel Soares, filho do cunhado. (Gabriel Soares foi o autor do “Tratado Descritivo” e teve o título de capitão-mor e governador da conquista e descobrimento do rio de São Francisco).

 

Desse episódio nasce a “lenda” histórica das famosas Minas de Prata, conhecida ainda hoje por todos os historiadores e representantes políticos brasileiros. Gabriel Soares embarcou rumo à Espanha e, depois de muitas delongas, conseguiu falar com Felipe II, em 1586. Obteve provisões e mercês, regressando em 1591 com mais de 300 estrangeiros. Naufragou na costa do Vasa-Barris, perdendo tudo, menos aquelas pessoas. Não desesperou por isso e fez a sua entrada, como bandeirante, morrendo das fadigas que ela lhe custou. Logo depois, outro bandeirante, Belchior Dias Moreira, também descendente do Caramuru, “faz ao sertão baiano vasta extensão de área franciscana, a sua notável viagem de oito anos, a começar em 1595”, contava Urbino Viana.

Nesse tempo, aparece o herdeiro do roteiro célebre, Roberto Dias, querendo receber o título de Marquês das Minas... Vai à corte, e volta em companhia de Dom Francisco de Souza, que o extravia pelas veredas do sertão largo e leva para o túmulo o seu segredo...

Um historiador circunspeto e documentado escreveu: “Eram, os bandeirantes, homens ousados e intrépidos que se embrenhavam pelos sertões das Minas em busca de ouro; de vontade firme, pertinaz, inabalável. Cegos pela ambição, arrostavam os maiores perigos; não temiam o tempo, as estações, a chuva, a seca, o calor, os animais ferozes, répteis que davam a morte quase instantânea, e mais do que todo o indômito e vingativo índio antropófago, que lhes devorava os prisioneiros e lhes disputava o terreno palmo a palmo, em guerra renhida e encarniçada. Muitas vezes viajavam por esses desertos, descuidados e imprevidentes como se nada devessem recear. Para eles, não havia bosques impenetráveis, serras alcantiladas, rios caudalosos, abismo insondáveis. Se não tinham o que comer, roíam as raízes das árvores; serviam-lhes de alimento os lagartos, as cobras, os sapos, que encontravam pelo caminho, quando não podiam obter outra alimentação pela caça e pesca; se não tinham o que beber, sugavam o sangue dos animais que matavam, mascavam folhas silvestres ou as frutas acres dos campos”.

 

Eis aí se descreve o grande drama histórico das Minas, - a tragédia do ouro do Brasil arrancado dos brasileiros naturais.

No começo do século XVII, quando Marcos de Azevedo Coutinho partiu do Estado do Espírito Santo, subiu o rio Doce, encontrou o primeiro diamante naquela cidade e penetrou no chamado sertão das Esmeraldas. (Escreveu Diogo de Vasconcelos, em seu op. cit. páginas 22 e 23). Depois de Azevedo Coutinho, João Correa de Sá e Benevides faz a sua tentativa de bandeirante, que se malogra ao choque violente dos índios bravios.

Pelo lado do Estado de São Paulo, a penetração começara desde os albores do século XVI, quando toda a gente da localidade de São Vicente principiou a se estender pelo litoral, chegando até Laguna e a escalar os pendores da Serra do Mar. Transportando a montanha, iriam pelo extenso rio Tietê aos sertões do Paraná e do Paraguai; por Sorocaba, aos campos da Vacaria e do Prata; por Taubaté, à Mantiqueira e aos Cataguases.

O século XVII é o grande século das bandeiras. São Paulo estava fundado no planalto piratiningano e seus sertanistas batiam os matos e serranias, escravizando toda a gente indígena, nas suas aldeias. Toda progênie dos cristãos-judaizantes (ou sejam os cristãos-novos), sangue de Cohens como João Ramalho e outros tantos, vivia sempre em conflito aberto, por causa dessa escravização da indiada, com os jesuítas.

Em 1645, um de seus opulentos moradores, Felix Jaques, procurador da condessa de Vimieiro, funda o arraial de Taubaté e entra pelo sertão de Cataguases até o rio Verde, debandando violentamente os índios e abrindo o caminho para o interior de Minas Gerais.

 

 

Desejando insistentemente seguir o mesmo exemplo desse procurador Felix Jaques, Agostinho Barbalho, que era filho nascido em Pernambuco traz, uns vinte anos depois, cartas-régias de Dom Affonso VI, mas morre, antes de lograr o seu intento, no Espírito Santo.

As cartas-régias demonstram que já El Rei esquecera Affonso VI os escrúpulos acerca do meridiano geográfico e estava decidido a avançar impelido para oeste.

É o sexagenário morador paulista, Fernão Dias Pais Leme, o que toma aos ombros, com oposição e muita coragem e contraria a todos os de sua casa; a tarefa cometida a Agostinho Barbalho, conseguiu ele na primeira investida vencer e aldear os goianenses. Pais Leme recebeu as cartas-patentes no ano de 1792. Preparou a bandeira em 1674, levando consigo o genro Borba Gato e o filho natural José Dias Pais.

Extensa foi a trajetória da vencedora bandeira Mantiqueira acima, sertões de Cataquases adentro, toda ela “crivada de sepulturas, cortada de combates e misérias; alongava até às margens do Paraopeba, onde se viu, no fim de dois anos de jornada, abandonada e sem recursos. Era tamanha humilhação tornar de tão longe a São Paulo de mãos vazias. Fernão Dias então preferiu ficar pesquisando a prata e o ouro pelos ribeiros e córregos da região de Sabarabussu, fundando o arraial de Sumidouro. Mas os seus companheiros na empreitada murmuravam descontentes e o seu próprio filho participou de uma conjuração contra ele.

 

MANDOU EXECUTÁ-LO SUMARIAMENTE.

Quando voltaram os portadores que mandara a São Paulo buscar recursos, fazia já três anos que ele andava pelo sertão brasileiro. Custou-lhe as jóias da sua mulher.

No fundo longínquo do horizonte, o cume azul do Itambé balizava sua rota em busca da lagoa Vupabussu, onde repousava o cobiçado segredo das esmeraldas preciosas. Quer dizer então descobriu-a. Mas apanhou a palustre e morreu de regresso, tristemente, à vista do arraial do Sumidouro. Os restos da bandeira, guiados por Garcia Rodrigues, foram encontrar, em 1681, Dom Rodrigo de Castelo Branco, governador ou, também, administrador das Minas, no velho de Santa Ana de Paraopeba. Garcia Rodrigues entregou-lhe a metade das esmeraldas trazidas por Fernão Dias.

 

Dom R. Castelo Branco, cheio de empáfia de seu cargo de administrador, já embriagado de tanto ambição das Minas lendárias, ainda não encontradas, dirigiu-se ao Sumidouro, a fim de articulação com Borba Gato, que lá ficara com um troço de gente. Da discórdia e intriga que ocorreu entre ambos, resultou a morte do fidalgo castelhano a tiros, por dois pajens do bandeirante, numa entrevista com este. (SERÁ QUE ONTEM AQUELA POLÍTICA DOS REPRESENTANTES ANTEPASSADOS NÃO É IGUALMENTE A MESMA, AINDA HOJE, PRATICADA NO BRASIL ATUAL?) A gente que acompanhava o governador voltou temerosa para o Estado de São Paulo. Os paulistas dispersaram-se por aquela imensidão territorial, estabelecendo-se as primeiras fazendas de gado. E Borba Gato, receando a justiça de El Rei, afundou-se no sertão afora.

Mais tarde, com o reaparecimento de Borba Gato, é indultado e nomeado tenente-general. O velho sertanista assenta no Sabarabussu o arraial do Rio das Velhas. Então, pára o vaivém das bandeiras (1698) e começam os estabelecimentos definidos e definitivos das lavras. As minas haviam sido encontradas. Borba Gato compara as primeiras pepitas de ouro às margens do Rio das Velhas. Então, agora, era fluir os resultados lucrativos daquilo que custara tanta canseira, tanta desavença e tanta privação.

A carta-régia de 18 de março de 1694, assegurou aos descobridores a plena propriedade dos achados, mas os que se queriam aproveitar das conquistas de seu heroísmo lhes roubariam o fruto de mil sacrifícios. Os guerreiros odiavam os mercadores ou mascates estrangeiros, acrescenta o mesmo historiador mencionado anteriormente; porque com o seu dinheiro se enobreceriam, derrotando-os, realizando “a idéia brutal de lançarem pela violência fora das Minas seus adversários.

 

SE CADA UM FIEL UMBANDISTA NÃO FOR PELA SUA PÁTRIA,

QUEM O SERÁ? É PRECISO URGENTEMENTE DENUNCIAR!

 

A 06 de fevereiro de 1648, procedente do governo de Portugal, é destinado o ALVARÁ isentado de confiscação a imensa fazenda dos cristãos-judaizantes que emigrassem, o qual era resultante daquele Acordo contratual da Companhia do Brasil, estruturado e organizado com volumosas finanças do Fundo Monetário Judaico, Contrato ao princípio condenado pelo “Santo Ofício do Vaticano, que o padre Antonio Viera agenciara e defendera. Por isso, crescera para cá a emigração de muitos indivíduos ativos, na maioria judeus, ansiosos de se enriquecerem nas Minas de ouro de que já falamos anteriormente.

Certos pesquisadores como nós, os fiéis umbandistas, até a isso atribuem o início da decadência dos representantes políticos de Portugal. (cf. W. L. Eschwege, “Pluto Brasiliense”, edição de 1833. – Disserta sobre as riquezas do Brasil em ouro, diamantes e outros metais. Tradução do judeu Rodolfo Jacob in “Coletânea de Cientistas Estrangeiros”. Belo Horizonte, 1922. Na opinião de Joaquim Felício dos Santos, op. cit. página 13, a descoberta do ouro das Minas data de 1695, quando Antônio Rodrigues Arzão, de Taubaté, que andava à caça de escravos, apresentou três oitavas, que extraíra ao capitão-mor do Espírito Santo. Todavia, o Alvará que estabeleceu a cobrança dos quintos data de 18 de agosto de 1618. Essa cobrança, segundo o mesmo Joaquim Felício dos Santos, loc. cit., somente começou nas Gerais em 1700.).

Esses indivíduos forasteiros e mais os da Bahia – ninho de cristãos-judaizantes, fugira em aluvião para as Minas entrando os últimos, sobretudo, pelo Espírito Santo, um caminho desembaraçado. Porque os estrangeiros chegados em São Paulo e Rio de Janeiro eram de alguma maneira vigiados ou até investigados pelas autoridades policiais.

 

A influência dessa emigração colossal às catas e garimpos determinou, como em casos análogos, a desordem social brasileira: vinganças, roubos, furtos, corrupção desenfreada, vexações, especulação, jogatina, luxo e gastos descontrolados. As Minas tornaram-se o paraíso de aventureiros de toda casta e de toda a América, vadios que extorquiam de todos os meios e modos imagináveis o ouro do Brasil aos que o bateavam nos córregos e rios do território alheio.

Quem eram os principais adventícios baianos ou renóis? Diz a História verdadeira que as Minas se encheram de mercadores, sobretudo mascates ambulantes, exploradores de vícios e luxúria. A mascateação e a exploração de mulheres da indiada também foram e, até hoje, são profissões eminentemente dos invasores judaicos. Desses e outros motivos a profunda ojeriza do paulistano guerreiro contra esses indivíduos de negócio ilegal a que se aludem todos os historiadores fiéis dos acontecimentos verificados. A acepção atual da expressão “tratante trai”, na linguagem usual, o vestígio desse rancor antigo. Sente-se o judaísmo emboada na descrição de Diogo de Vasconcelos, e em que vão grifados os pontos essenciais: “Acima dos paulistas gozavam da vantagem de ser conhecidos e amparados pelos compatriotas das praças marítimas que lhes forneciam à crédito instrumentos e escravos africanos. Tomavam judaicamente para si o resultado do heroísmo do índio e do negro. (O romance histórico de José Martiniano de Alencar, o poeta descreveu a “Guerra dos Mascates” e “As Minas de Prata”.)

 

Espoliados e decadentes, os paulistas lançaram-se à procura de novos lavradios de ouro, enquanto outros se refugiaram nas roças, vendo, com a mais justa indignação, “O domínio do país, chamado Brasil passar ao poderio dos países estrangeiros – os seus competidores”. Naturalmente, os partidos se extremaram e a luta que se ia travar assumiria um caráter nitidamente nativista.

Convém aqui chamar a atenção da população do país, lembrar-lhe isso que já ouvimos dizer: “O brasileiro atual não sabe votar”. Ao que indagamos: votar em que e em quem? Qual a liderança representativa do povo brasileiro que se interessa em reaver, sob a forma de indenização a nação brasileira atual e, conseqüentemente, a sua descendência natural, tudo aquilo que lhes arrancaram aqueles antepassados invasores, convertendo às riquezas dos outros países estrangeiros cujos pais, filhos, netos e bisnetos se estabeleceram aqui?

É inadmissível que, no território brasileiro, enquanto se privilegia homem ou mulher de cuja nacionalidade seja reconhecidamente NATURALIZADO e, primeiro que o brasileiro nato, ocupa qualquer um emprego ou profissão neste solo pátrio! Repudiamos o ato de preterição ao nacionalista nativo, cuja filiação de seus pais tenha sido comprovada: não é anterior a 1888. Cada um dentre esses nativos os quais nos referimos, é o nacionalista convicto, patriota que ama de verdade a nação brasileira. “Ame-a ou deixe-a”. Não consentimos nem podemos nos confortar que, ainda hoje, são mais de vinte milhões de brasileiros sobrevivendo à margem do desemprego, no seu próprio território nacional.

Levá-nos a supor que o processo eleitoral precisa ser revisto e passar por uma mudança profunda, sobretudo à obrigatoriedade do voto. Ainda falta melhores artigos até aproximar a perfeição.

Desde 1823 tendo a constituinte imperialista mantido o sistema de eleger e ser eleito, sob a barganha das posses de farinha de mandioca, à semelhança da trapaça que vigiu no período colonial, escravos (índios e negros) não podiam votar nem ser votado, nem as mulheres.

Aqui no Brasil, o voto sempre foi erroneamente obrigatório por imigrantes bem sucedidos. Esses sempre exerciam a soberania do invasor antepassado. Será mesmo que o brasileiro nato não sabe exercer o direito de voto? É bem mais compreensível que se sinta indignado com os empréstimos conhecidos desde a monarquia (1824-1889) continuando no período da República (1890-2002).

 

“Ousei rasgar o espesso e misterioso véu que cobria

o Tesouro, persuadido de que a desconsolação pública

e a extinção do patriotismo andam a par da miséria;

de que a ruína dos Estados, desde a queda dos Impérios

são conseqüências das desordens das finanças”.

 

(Relatório do Ministro da Fazenda, Manuel Jacinto

Nogueira da Gama, Visconde de Baependi, em 1823).                                         

 

“UMBANDA INTEGRAL – A REALIDADE ABSOLUTA”

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Última alteração em 05-16-2014 @ 07:11 am

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