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CRUZAUM - Cartilha nº 2
Inserido por: Itauna
Em: 05-13-2014 @ 10:27 am
 

 

 

MINISTÉRIO CRISTÃO

SISTEMA D'AUMBHANDAN

UMBANDA INTEGRAL

 

CRUZAUM CRUZADA DOS MILITARES FIÉIS UMBANDISTAS DO BRASIL

 

Cartilha nº 2

 

O GRITO DE REPÚDIO DOS FIÉIS UMBANDISTAS.

 

No ensino religioso secreto onde o Conhecimento intemporal é transmitido, segundo a Tradição do Sabeísmo oralmente (de boca para ouvido), não nos é fácil expor, numa qualquer linguagem escrita, tudo aquilo da documentação concludente que queremos assegurar a todo o público leitor com real propriedade. Então, aqui, em cima do que pesquisamos, estabeleceu-se a comparação, baseado nas tendências e a arte dos historiadores antigos e modernos e até quando puderam alcançar do sistema judaico e do católico de Roma, segundo o que obtiveram das suas pesquisas feitas dos conteúdos limitados de um e de outro, em todos os tempos.”

 

SOBRE OS EMPRÉSTIMOS ASSINADOS POR

REPRESENTANTES POLÍTICOS BRASILEIROS JUNTO

O EXTERIOR

 

No período da Monarquia (1818), o inglês Henry Koster escreveu, (após visitar no Brasil as principais autoridades políticas do poder daquela época e observar no âmbito da política as desordens de havia tanto no regime quanto nas economias) a conclusão que chegou: “O BRASIL MUDARA DE METRÓPOLE, CESSOU DE DEPENDER DE PORTUGAL PARA, COM PIRES NAS MÃOS, SE TORNAR COLÔNIA DA GRÃ-BRETANHA. (“Traveis Brazil”, de H. Koster). O conceito era pesado, mas justo. E acrescentara outro, bebido no que ouvia dos políticos do país, durante a sua estadia: “No Brasil só os ingleses (ou judeus ingleses) podiam viver bem. Hoje, o que diriam os intelectuais da UNE – União Nacional dos Estudantes, ao saber disso?

“O inglês reinou, continuara a reinar lingüística e mercantilmente sobre a inépcia portuguesa e brasileira”. (cf; Oliveira Martins – “História de Portugal”). Reinara, portanto, conseqüentemente, sobre a então melhor colônia, chamada Brasil.

Esse domínio vem de séculos afora, corroborado no Tratado “Methuem” do ano de 1703, reconhecido pelo “poderoso” Sebastião José de Carvalho, marquês de Pombal numa epístola. Nesse tempo, os judeus manobravam politicamente os países protestantes (ou sejam, rotulados “evangélicos na atualidade).

A Inglaterra impondo oposição acirrada contra os dois países estrangeiros de natureza católica romana, instigava Portugal e Espanha a entrarem em conflito, afim de tirar proveito da situação com a intenção de expandir o seu domínio, ir recolher os despojos em troca à pecuária, na Europa e na Colônia. Nas Colônias transatlânticas que “buscaram estender-se uma a custas das outras”, como era o habitual caso do Brasil versus Prata, o conflito se tornou ainda mais violento, depois que “o comércio ilícito se apoderou quase exclusivamente da política, multiplicou e engrandeceu todas as combinações entre os representantes políticos, todas as intrigas e conchavos. (cf. Visconde de São Leopoldo – “Anais da Província de São Pedro”, ed. de 1839.)

Mal passara uma semana que se abrigara entre os representantes do Brasil, CORRIDO PELOS GRANADEIROS DE JUNOT devido a um calote que cometera, o príncipe-regente Dom João VI abria os portos do território brasileiro, permitindo livremente ao comércio “das nações chamadas amigas” – a vergonhosa farsa da política corrupta. A comercialização era apenas da Inglaterra, única autorizada e exercê-la, para “limpar a barra” do pseudo amigo do Brasil. Havia uma documentação histórica provando a trapaça entre os sacripantas. Em 1806, o documento redigido pelo seu próprio punho, o senhor Sismondi denuncia o plano estratégico judaico como o disfarçado organizador das várias seitas anti-cristãs, emitidas das Sociedades Secretas, articula a derrubada daqueles tronos por novos governos, do enriquecimento pela usura, com o fito de, posteriormente, promover o sistema aliado dos banqueiros em todo o mundo, Ocidente e, possivelmente, o Oriente. Isso está acontecendo aqui agora.

Em 1809, os seus emporocratas exigiam mais e, por essa causa, iniciaram os empréstimos a juros que se prolongam anos afora e com as negociações de que tratava o nefando documento preferencial de comércio, assinado em 10 de fevereiro de 1810. Por esse tratado, procedente de um mesmo tronco originário do protestantismo, podem os navios ingleses ser reparados nos portos brasileiros e liberados por “sine die”; concedem-se foro e jurisdição especial aos súditos britânicos; fornecem-se nas alfândegas as mercadorias de Albion, isentas de vistoria alfandegária, com direito de 15% “ad valorem”, 9% menos do que as de qualquer outra nação.

Diante desta exposição irrefutável, chegamos a implantação do mais extenso monopólio comercial que faz baixar as exportações portuguesas para o Brasil de mais de 50% (cinqüenta por cento. (cf. Oliveira Martins – op. cit. – “Dom João VI no Brasil”.).

Aquele inglês Henry Koster chegara ao Brasil, e contatando entre os políticos, concluía: “Estava seguro no seu ponto de vista. E, certamente, ao par de toda a documentação e o conceito emitido, era, portanto, vergonhosamente pesado, mas justo.”

Ora, aparentemente livres os brasileiros naturais do domínio de Portugal em 1822, não se libertaram da metrópole comercial inglesa senão lá por volta de 1834; porque desde esse ano em diante duram os efeitos e sangria do nefando tratado preferencial. E, aliviando esse efeito cascata, passaram os brasileiros naturais a um jugo pior: os brasileiros nativistas estão todos transformados em colônia da Casa Bancária Judaica dos Rotschild (isto é, a mansão do super-capitalismo conhecida internacionalmente dos banqueiros), que não tem pátria e como que segue obediente as ordens do Kahal atual, devorador das minas de ouro dos povos da América.

Herder repudiara a filantropia cristã, o nosso eterno, “fora da caridade não há salvação”, sentimentalismo diante desse perigo formidável pelos seus efeitos dissolventes e desmoralizantes. Porém, o slogan não o suficiente até necessitar ouvir o Grito do Guardião do Brasil... definindo: “A manifestação do Espírito para a prática de caridade ou atos ditosos”. Eis aí se descreve em realidade da Religião Nacional tipicamente Brasileira (1908). Espírito é Deus. (Evangelho segundo João, capítulo IV, versículo 24).

“Eles (os banqueiros e capitalistas) têm todas as mercadorias nas mãos e fazem com elas o que bem entendem, sem receio de elevar ou abaixar preços conforme sua conveniência, oprimindo e destruindo os comerciantes pequenos, do mesmo modo que o peixe maior devora os peixinhos dentro d´água. Parece que foram instituídos senhores de todas as criaturas de Deus e libertados de todas as leis da fé e do amor... Somente se contentarão quando estiverem sugado o mundo inteiro e todo o ouro do universo lhes encher a pança... Todos estão expostos ao perigo e a ruína, ganha este ano, perde no seguinte, menos eles, os capitalistas, que ganham sempre, eternamente, ou reparam as perdas com novos lucros. Não é de admirar, pois, que tomem conta do mundo”. (cf. Martin Luther – “Von Kraufhandlung und Wucher”, ed. de 1542)

INDEPENDÊNCIA; QUE INDEPENDÊNCIA!

 

“Conquanto a independência do Brasil não fosse conseguida a custa de maiores sacrifícios de vidas exterminadas (índios e negros) e dinheiro, todavia se aumentaram em muito os seus compromissos, que juntos os novos encargos naturalmente criados, como se verá no desenvolvimento de suas despesas, fizeram a nação brasileira principiar sua vida lutando com as dificuldades dos déficits e do recurso aos empréstimos, no qual se tem mantido”. (Castro Carreira – “História financeira e orçamentária do Império do Brasil em sua fundação.”).

 

A MISSÃO DE GABRIEL MALAGRIDA NO BRASIL.

DIVULGADO O FACTÓRIO CONTRA A COMPANHIA DE FACTÓIDE JESUS. LISBOA É DESTRUÍDA. UM SINAL DO CÉU;

 

Deixamos bem avivado à memória, retrocedemos ao anterior dado histórico, para lembrar ao público leitor. Em 1727, um missionário da Companhia de Jesus, o frei Gabriel Malagrida dera início a sua árdua tarefa de catequizar os indefesos índios da tribo dos Barbassos, nativos do MARANHÃO. O frei Malagrida se propôs a amansá-los e ia frequentemente às cabanas da indiada. Não se permitiu que fossem os índios brasileiros natos escravizados nem brutalizados pelo governo paralelo exercido a revelia dos cristãos-judaizantes, aliados aos demais judeus portugueses.

O frei Malagrida fizera prevalecer a sua missão apostolar nesse território nacional, tendo conseguido um melhor desenvolvimento da indiada. Em 1730, rumou para a Bahia e para o Rio de Janeiro, dando continuidade a sua pregação em ato de caridade com a indiada também. Alcançara por isso maior ascendência do lado das tribos brasileiras, tendo sido aclamado junto a população e convertido como o Apóstolo do Brasil desde agora em diante, conforme o testemunho e a fé de toda a cabana da indiada. Testemunharam e diziam: Ele conversa com o Senhor Deus; a Virgem Maria aparecia-lhe visivelmente, de uma certa maneira.

Malagrida descrevia os mesmos episódios, chamados “milagres”, como aqueles operados por Jesus entre os gentios, e aos olhos daqueles judeus, naquela época da Vinda pessoalmente do Senhor Jesus Cristo na terra da Palestina antiga.

Em 1749, tendo viajado do Rio de Janeiro retornando a Lisboa, foi ovacionado e recebeu a fama graciosa como de um santo vivente em convívio com as tribos indígenas brasileiras. Nessa época, encontrava-se muito adoentado Dom João V e, a seu pedido, o frei o assistiu nos seus últimos instantes.

Em 1751, Malagrida retornou ao Brasil e aqui ficando até 1754. Nesse mesmo ano, foi chamado novamente a Lisboa pela Rainha Dona Mariana da Áustria, estando no governo de Portugal o pulso forte de Sebastião José de Carvalho, marquês de Pombal. Entendera, na qualidade de governador dos portugueses, usar os judeus no poder político corrupto e dominante. A Ordem dos jesuítas confiada ao Santo Inácio de Loyola (1750) entrara em decadência. Então as sociedades secretas de parceria com o judaísmo, lançam contra os jesuítas as suas forças avassaladoras; promovem publicamente o “Anti-Cotton” e as “Monita Secreta”; exercem de maneira discursiva a tudo quanto os judeus protestantes e divulgam o escrito contra a Companhia de Jesus, à lembrança daqueles antepassados inimigos cruentos do Senhor Jesus, o Messias. (cf. H. Boehmer – “Les Jesuites”, trad. de G. Momed, Paris, 1910, página 265); Lisboa, a capital portuguesa, sofrera uma destruição provocada por um terremoto local. Passado o efeito devastador, espalhava-se o boato que a catástrofe era castigo vindo do céu. Então o marquês mandou que um outro padre escrevesse noticiando um folheto, a justificação do fenômeno e as causas naturais que o determinaram. Até contínuo, aparece o frei em público com um opúsculo; confirma que a destruição local era verdadeiramente um castigo do céu. Ao que o marquês se enfureceu e mandou queimar o opúsculo e baniu o frei Malagrida para Setúbal.

Semanas após ser desterrado, Gabriel Malagrida escrevera uma carta ameaçadora ao marquês de Pombal. Esse chefe de governo mandou prendê-lo, em 11 de dezembro de 1758, como o responsável por um atentado ocorrido contra Dom José I, porque foi alvejado a tiros disparados por um grupo de indivíduos desconhecidos. Dom José, descendente da 5a dinastia dos Braganças, assinou o decreto de desterro do frei Malagrida, Apóstolo do Brasil aclamado por aquelas tribos brasileiras.

De resto, a denunciação caluniosa, após entregar-lhe à disposição dos súditos da judiaria aliados da nefanda inquisição romana, mediante sentença condenatória ilícita, obtida a pena criminal de garrote e fogueira. Foi executado na praça do Rossio, em 21 de setembro de 1761. Pode-se investigar, ainda hoje, nesse processo onde lerão nos Anais, na Biblioteca de Amsterdan-Holanda, onde o denunciador disse, entre outras, a acusação da prática de feitiçaria e de manter pacto com o Diabo que lhe revelara o futuro!... A narração do inquérito forjado diz:  “O réu confessou que o demônio, sob a forma da Virgem Maria lhe tinha ordenado a escrever a vida do Anticristo; que havia de existir, a bem dizer: três Anticristos sucessivos, e que o último nasceria em Milão, da sacrílega união conjugal entre um frade e uma freira, etc.” (cf. Diamantino Fernandes Trindade – “Umbanda e sua História”, ed. 1991).

O SISTEMA DE EMPOROCRACIA ATUAL NO BRASIL.

A NECESSIDADE INVESTIGATIVA DO ORAI MAS

VIGIAI! O ROTSCHILD, O MARCO INICIAL DA

ENGRENAGEM MONETÁRIA INTERNACIONAL.

 

Retomemos em continuação do mesmo histórico real sobre os empréstimos a juros exorbitantes desde o período da monarquia em diante, sem que registremos estas outras observações documentadas por autores diversos insuspeitos, mesmo porque eles se inseriram ao sistema de política corruptível.

Em 1809, no Brasil, já havia sido formada a Brigada Real da Polícia Militar. Em 1812, dez anos antes de acontecer o décimo aniversário do que se chamou independência, o escrivão do Real Erário, Manuel Jacinto Nogueira da Gama, depois visconde de Baependi declarava lastimável o estado de penúria do Tesouro. Confessara não existir dinheiro nem para o pagamento aos funcionários públicos do país; para não morrerem alguns dos seus familiares, tendo em vista a fome, esmolavam “o pão da caridade” cedido por abnegados daquela ocasião. Haviam as tropas até de contingente policiais aos quais se deviam vinte e seis meses (isto é, mais de dois anos) sem soldo! (Semelhante situação ainda está acontecendo no país: qüinqüênio ou triênio em virtude do tempo de serviço do pessoal reformado ou da reserva, meses de atraso do auxílio invalidez, isenção dos descontos do imposto de renda, etc.). Há por parte da administração direta dos diversos governos muito descuido ou descaso com as leis, impunemente, em todo o território brasileiro.

No Ato público ocorrido dia 6 de agosto de 1822, o príncipe Dom Pedro exigia providência e cobrava às Cortes de Lisboa: “Não obtendo nenhuma providência imediata, lançou erroneamente mãos roubadoras aos RECURSOS APLICADOS AO BANCO DO BRASIL, SOB O PRETEXTO DE SE SENTIR SOBRECARREGADOS DE UM DÍVIDA ENORME NACIONAL”.

Convém aqui um outro registro histórico, sobre o centenário da independência, escrito do senhor Jacob Cavalcanti e alusivo os nossos empréstimos externos, dizendo: “O mau estado das finanças do Brasil-Colônia, nos dias próximos à sua independência, retratava a desordem da economia da metrópole; de sorte que o Brasil tornado independente, entrava logo no regime dos déficits orçamentários e caminhava a passos largos para a subordinação ao crédito estrangeiro”. (Só faltou afirmar que o mesmo dinheiro emprestado, sempre fora resultante da anterior roubalheira no território brasileiro, e que doravante, com os pedidos de empréstimos ao exterior, rendiam-lhe os juros exorbitantes.). Tornava-se independente para ficar subordinado...

Cedamos a palavra a uma observação atual, em 1936, do dr. J.A. Pfister, feita na Inglaterra:

“A Inglaterra vai se tornando dia a dia o paraíso dos judeus. Chegam ao território alheio como mendigos perseguidos, obtêm hospitalidade e logo que tomam pé passam a comportar-se como verdadeiros senhores!...

Houston Chamberlain – “La Genése du XIX Me. Siécle” assegura: “Quando os judeus se acham em grande número em país estranho, julgam a ocasião propícia para realizar as ameaçadoras promessas dos seus sábios profetas e se dispõem, com a melhor intencionalidade consciente deste mundo, a devorar as nações”. (Marquês de Pombal não tinha ainda olhos de ver essa lição da experiência e, em 1773, aboliu as últimas separações e distinções entre cristãos-antigos e cristãos-novos.) O JUDEU, TRIUNFANTE EM TODA LINHA DA EMPOROCRACIA, CHEIO DE OURO CONSEGUIDO NO PAU-BRASIL, NO AÇÚCAR, NO TRÁFICO, NA PIRATARIA, NA MINERAÇÃO E NO CONTRABANDO, ENTRARA DE CABEÇA ERGUIDA, E SEMPRE PROCURA COMPORTAR-SE COMO VERDADEIROS SENHORES NA VIDA PÚBLICA DA NAÇÃO ALHEIA. Pombal, protetor dos judeus, governando ao lado dos pedreiros livres, não poderia enxergar os resultados da sua desastrosa política corrupta. Portugal, porém, no futuro, e primeiro que outros países acolhedores de corrupção, precisou pagar caríssimo na anarquia judaica dos últimos tempos da Monarquia e dos atribulados tempos da República às suas concessões.

Aqui, no Brasil, começaram a estender os representantes políticos a sacola vazia aos banqueiros judeus de Londres, pediram-lhe o favor dum empréstimo inicial e concordaram que seria lançado naquela praça em duas vezes.

Entramos nós, os brasileiros nacionalistas, na igualitária “roda gigante pela Pátria amada independente”, fomos onerados com um ‘“empréstimo originário de Lisboa, cuja responsabilidade ficou assumida por emporocratas no território brasileiro e com uma tradição de desordens da economia sempre rombada.

O Acordo contratual da primeira vez era passado, a 20 de agosto de 1824, pelos agentes: Marechal de Campo Felisberto Caldeira Brant, marquês de Barbacena, o conselheiro Manuel Rodrigues Gameiro Pessôa, o visconde de Itabaiana e as Casas Bancárias Baseth Farquhar Chrawford & C.A., Fletcher, Alexandre & Cª e Thomas Wilson & Cª. O da segunda vez foi celebrado pelos mesmos mais o banqueiro judeu Nathan Mayer Rotschild.

A autorização para o contrato de empréstimo se encontra oficiado pelo Decreto de 5 de janeiro de 1824, e era ministro da Fazenda Mariano José Pereira da Fonseca, visconde e depois marquês de Maricá.

O povo brasileiro deve trazer à lembrança da data: - 12 de janeiro de 1825. Neste dia inesquecível puseram desde esse dia em diante os pés sobre outras mais riquezas do nosso patrimônio nacional brasileiro; passamos a subordinar-se aos banqueiros internacionais e, durante 100 (cem) anos de “independência”, trabalhando para eles lucrarem a custa do suor nosso, enquanto continuamos sujeitos à subordinação da governância financeira internacional já nesses 180 anos (1822-2002). E vejam agora: em uma medida “provisória” arrancaram da receita orçamentária das Forças Armadas não menos de 20 (vinte) bilhões de reais. (A Cruzada dos Militares Fiéis Umbandistas do Brasil quer saber: “De quem partiu tal iniciativa? Desejariam a desordem das finanças orçamentárias destinadas à Segurança e Defesa Nacionalista, por exigência da Dívida com os banqueiros?) Somos os eleitores, e os políticos nos devem maiores direitos de resposta, e que não seja igual a de Campos Sales!

Entretanto, embriagada pela vã expressão de “liberdade”, a nação brasileira ainda se diverte distraída com a Abdicação, as rebeldias da Regência, a Maioridade, as guerras civis internas, as duas Grandes Guerras mundiais, a Abolição, as revoltas do período republicano, entremeadas de quedas de ministros, de gabinetes, de mudanças de regimes, de sucessões governamentais de ditaduras e de Impeachment, ENQUANTO QUE, POR TRÁS DOS BASTIDORES, SÓ OS BANQUEIROS, DE MÃOS DADAS AOS POLÍTICOS, a governam e a exploram, sem justos ganhos totais às classes trabalhadoras civis e militares, nos Estados Brasileiros.

Ano 2002 – Já é tempo de dizer toda verdade a população brasileira, à luz da realidade histórica dos 500 anos do Brasil e qual a descoberta feita. Ela não consta, senão veladamente, de toda a documentação oficial. Ao contrário, calou-a a boca falaciosa ou covarde dos representantes do povo, os emporocratas do liberalismo corrupto. Embora acoimados pela politicanalhice de servirem ao capitalismo internacional, os fiéis nacionalistas são os que até hoje têm tido a ousadia em denunciá-la aos mais patriotas – para que a população do país acorde, se espreguice, quebre as amarras e, erguendo o tacape duma verdadeira Independência, espatife aqueles ídolos, “bezerros” de ouro e expila o zangão soberano. Não os consideramos amigos desta nação nem dentre os nacionalistas do solo pátrio. Isso é apenas questão de cordialidade para embair só os tolos através de informação veiculada da Imprensa internacional. Porém, na realidade, enquanto a verdade é a expressão do incognoscível não se deixando escarnecer; toda a propaganda, contumaz e esperta, politicamente, oculta é feita tão somente em todo aquele trabalho forçado de gerações e gerações de brasileiros, começado das tribos da indiada.

A sociedade atual chegou a um ponto de bastardia moral tão grande que não compreende mais que repudiemos os atos ilícitos dessa natureza das desordens da economia do Erário nacional. Chama-se a isso habilidade, começada ao tempo e convívio do Contratador de diamantes do Brasil, João Fernandes de Oliveira (1739-1771) e a sua amante Xica da Silva, ex-escrava de José da Silva Rolim, “dominadora” do Tijuco”. Esse Contratador era um príncipe influente no território brasileiro, e que se tornou habilidoso pelos seus esbanjamentos e pela influência que sobre ele exercia sua amante. É de bom alvitre, também não cair em esquecimento que, ao tempo do marquês de Pombal, judeus e maçons já dominavam no governo de Portugal.

Apertos de mãos e coroam-se com títulos honrosos os homens ou as mulheres que desse modo procedem simpáticos aos olhos dos representantes políticos, enquanto metem na prisão quase sempre o desgraçado que teria furtado molho de tomate, óleo, arroz ou feijão para matar a fome dos familiares.

Mas o argentarismo impiedoso triunfa materialmente, assim, ganha bilhões, pouco se lhe dando dos prejuízos alheios, das nações do Ocidente e do Oriente que se degladiam, do sangue derramado nas praças de guerra, das viúvas, das mulheres vítimas dos pedófilos e órfãos sem ter o que e com que comer, das crises econômicas de tribos e povos inteiros que se submergem nas voragens das bolsas nacionais e internacionais! Isso é a causa pior das aflições ou flagelos por que vieram do passado, vai passando e ainda haverá de passar toda a sociedade humana atual.

O domínio terrestre por esses meios vem de milênios e é curioso que caiba sempre a judiaria. Antes dos Rotschild, os Fugger de Augsburgo o haviam conseguido por análogos processos, perturbando o ritmo da vida ocidental e desviando a própria civilização de seu rumo, sem falarmos o legislador Moisés e seus súditos hebreus.

Em 1367, o primeiro Fugger se estabeleceu naquela cidade alemã e começou a fortuna dos judeus que, um centenário depois, era notável e decidia da eleição de Carlos V como Imperador da Alemanha. (cf. Ehrenberg – “Zeitaller der Fugger”). Entre outros, Aloys Geiger informou que fizera do arcebispo de Mogúncia seu testa de ferro, por ele conseguiram o monopólio da venda das indulgências papais e a realizaram com tal despudor que provocaram a odiosa revolta de Martin Lutter. Em verdade, o arcebispo-eleitor arrematara na Cúria Romana a percepção das indulgências do Jubileu por 10.000 ducados. Devia, porém, 20.000 aos Fugger e cedeu-lhes em pagamento aquela percepção a que eles deram caráter de verdadeira exploração comercial, ávidos de lucro. Tetzel, o famoso perdoador das apóstrofes luteranas, andava acompanhado do judeu representante da casa Fugger. Ao mesmo tempo que traficavam com as indulgências da Igreja de Roma, esses argentários inescrupulosos organizavam em pleno século XVI um cartel do cobre, impondo pelo monopólio do comércio desse metal o seu preço em todos os mercados europeus e drenando para seus cofres rios de ouro. Veio daí a palavra “fuggern”, comum na linguagem corrente da Alemanha do Sul, significando “falta de escrúpulo”. (cf. Schoenhopf – “A history of money and prices”).

Antes de Fugger, fora no século X o opulento João o Bom. Então, segundo a palavra de Dante, a Itália era a “hospedaria da dor”, mas, no meio dessa dor, ele nadava em ouro – ele – o judeu que intervinha diretamente nas eleições de todos os Papas do Vaticano e fizera de seu filho o Anti-Papa Anacleto!...Eis aí se descreve o mistério mantido secretamente de longa data. A mola mestra que explica todos os atos permanentemente de muitos governantes. Basta o público leitor recordar o por quê, a cada mandato das sucessivas eleições políticas, quase todos da soberania em sua nação, pelo menos uma vez, tem a visita solene previsível, conforme ficar agendado. Aperta-se a mão e confere-se com medalha, em acordo de paz, entre os países amigos. Na sombra, mantidos por trás deles, se sustentam os João o Bom, os Welser, os Fugger, os Rotschild, os Zarof, os Baruch, os Staviski, os Soro e outros aliados, calculando tão só os lucros da sua “immodica possidendi libido”, sem o mínimo respeito e muito menos amor pela sorte das nações com os seus filhos da terra que dependem do mal-dito dinheiro vomitado dos banqueiros. Na atualidade, não se consegue escapar dessa bola de neves escuras durante a existência terrestre. Essa essência se enraizou desde o nascimento de Caim e sua descendência toda sobre a terra.

Então voltemos transmitir aos leitores sobre as cláusulas ajustadas ao empréstimo feito em nome da independência dos brasileiros atuais. O milhão de libras da primeira operação financeira acordada nos foi concedido pelo prazo de 30 (trinta) anos (1824-1854), com 1% (um por cento) de amortização, 5% (cinco por cento) de juros e tipo “75”, o que quer dizer que aos representantes brasileiros foram passado £ 750.000 (setecentos e cinqüenta mil libras), mas o Brasil o devedor de £ 1:000.000 (hum milhão de libras) durante 30 anos. Quantos são, hoje, os eleitores brasileiros sabedores disso? Hoje, não sabem disso os estudantes brasileiro recebendo dia a dia aulas dos seus professores de História do Brasil! É uma piada esta educação! A margem de £ 250.000 (duzentos e cinqüenta mil libras), notável subtração somatória naquelas priscas eras, sempre ficou “soi-disant” para a partição das posteriores “despesas” (isto é, rotina entre os agentes do empréstimo) e, sobretudo, para ser repartida em fatias entre os agenciadores que intermedeiam a situação, os de lá e os de cá, como se estivessem mamando sob as tetas alongadas de qualquer nação sugada. Nessa margem, é onde se registra perceptível em segredo a articulação do sistema de emporocracia (isto é, equivale a democracia corrupta), e o açodamento de muitos chefes de Estado em fazê-las, escondidos dos eleitores tapeados quase sempre. Por esse lucro obviamente fácil, eles, cegos de cupidez, veladamente, se reelegem, não trepidando em sacrificar ou mesmo levar ao extermínio as gerações futuras. E é com essa isca sionista que Israel, inda hoje, vai interpretando ao pé da letra que mata aquela promessa predita no Antigo Testamento do conteúdo bíblico: “Tu, Israel, devorarás todos os povos que teu Deus dos exércitos te entregará”. (cf. Lither Deuteronomu, caput VII, v. 16: Devorabis omnes populos, quos Dominus Deus tuus daturus et tibi”). Mas, na melhor linguagem, a interpretação verdadeira do texto original encontramos a precedente expressão: “Amas-me ou te destruirei, ó, filho da terra”. Eis aí se descreveu na antiguidade aquela essência do segredo procedente da Grande Pirâmide de Quéops, tradição e autoria de Hermes Trismegisto. Jamais se referia o texto original sacrificar ou mesmo levar ao extermínio ao(s) deus(es) localizados dentro das formas humanas habitados sobre a terra. A referência era e é ao(s) nascidos da carne (isto é, o pó de existência terrestre) morre(m) a seu tempo, sendo assegurado ao espírito uma outra existência entre as gerações dos povos, repetidas vezes.

 

A ESTRATÉGIA DOS SÁBIOS DE SIÃO NO MUNDO

 

Devido, a usura dos judeus, dos muçulmanos e dos católicos romanos causaram, como conseqüência, cruentas atrocidades dos últimos dois milênios atuais, vieram ocorrendo sem precedente. A usura, portanto, é proibida não só entre os judeus desta sorte: “Não farás mal algum à viúva nem ao órfão. Se vós os ofenderes, eles gritarão por mim e eu ouvirei os seus clamores!” E de outros modos. Mas é autorizada para os estrangeiros impiedosamente. Basta ler o Deuteronômio, cap. XV, 1 etc.; Êxodo, cap. XXIII: 20-21 e Gênesis, cap. XXII: 22-23.

Convém, aqui, recordar à lembrança dos leitores sobre a entrevista que o professor Plínio Rollim de Moura concedida  a Revista “Planeta” nº 127, abril de 1983. Dentre as suas observações conclusivas, ele, judeu estudioso do Apocalipse de Jesus  há mais de 50 anos, descobriu no Antigo Testamento do conteúdo bíblico um fato estarrecedor: “A BÍBLIA É UM PLANO ESTRATÉGICO PSICOSSOCIAL QUE PERMITE AOS JUDEUS SIONISTAS CONTROLAR O DINHEIRO E A IMPRENSA DO OCIDENTE”. Rollim se perguntava: “Não estarei sendo vítima de um delírio esquizofrênico?” Porém, arrematava insistindo nesta sua conclusão. Afinal, qual a melhor maneira ou forma de resolver em cima da realidade senão indo até o fim? Trata-se de uma terrível verdade sobre nossas próprias origens, sobre a história da humanidade e o destino do planeta.

O contrato com essa companhia bancária Thomas Wilson e seu séqüito contêm cláusulas que valem a pena conhecer seus termos: opção para a segunda operação inicial do empréstimo - £ 2:000.000 (dois milhões de libra); comissão de 4% (quatro por cento) sobre os gastos (condição 7ª); monopólio das compras de qualquer material de que carecesse o governo entregue à firma dos empregadores (condição 9ª) e que os contratadores do empréstimo se esforçariam por obter; 2 ½ % (dois e meio por cento) sobre a compra ou a venda de qualquer mercadorias negociadas para o Brasil ou do Brasil; 1% (hum por cento) sobre todas as compras e vendas brasileiras de ouro e prata; 1% (hum por cento) sobre todas as letras de âmbito restrito vindas para os Estados Brasileiros ou deles remetidas para o estrangeiro; 1 ½ % (hum e meio por cento) sobre todos os Seguros de embarque de ouro e prata, e demais transações!!! QUEM DUVIDAR DESSA ESPÉCIE DE EPIDEMIA DAS DESORDENS NAS FINANÇAS, desde hoje, procure ler na íntegra a obra literária de Castro Carreira; leia o texto do leonino instrumento pelo qual FOMOS VENDIDOS AOS JUDEUS DE LONDRES. Futuramente, não terá mais o direito de propriedade do AMAZONAS, o Brasil.

Os visconde de Itabaiana e marquês de Barbacena, contratadores da transação do empréstimo, eram íntimos e se tratavam em carta por amigos do coração. Itabaiana foi incumbido especialmente dos ajustes para o reconhecimento da independência brasileira. Barbacena fora acreditado plenipotenciário do Brasil em Londres por uma carta credencial datada de 12 de agosto de 1822.

As instruções para tratarem a transação do empréstimo lhes foram expedidas em 1824 pelo ministro e secretário de Estado visconde de Maricá. Nelas registravam o mínimo de 80 para o tipo e o máximo de 6% (seis por cento) para os juros. Os decretos são de 30 de dezembro de 1824 e de 28 de fevereiro de 1825. Aprovaram as duas operações financeiras iniciais.

Defendendo-se mais tarde das acusações que o colégio político lhe fizeram, Barbacena diz que obteve o melhor tipo para o Brasil do que o fixado nas citadas instruções expedidas; pois, se a primeira operação e menor parte obtivera o tipo 75, a segunda e maior obtivera o tipo 85, sendo, pois, a média de tipo de todo o empréstimo feito 81 2/3 %, isto é, oitenta e um mais dois terço por cento. (cf. Antonio Augusto de Aguiar – “Vida do marquês de Barbacena”).

Apesar da opção contratual, os banqueiros Wilson e todos os outros agenciadores não tomaram a seu cargo em ofício o lançamento da segunda parte da operação financeira do empréstimo. Não existiu, até hoje, no Tesouro deste país nenhum registro, nem documento, livros, publicações e correspondências desse tempo do empréstimo qualquer referência escritural que elucide o empréstimo; que tenha sido quitada essa segunda parte da operação financeira alusiva o empréstimo acordado.

O príncipe Dom Pedro, que anteriormente lançou mãos roubadoras aos recursos aplicados ao Banco do Brasil, sob o pretexto que estaria sobrecarrado de Dívida Nacional, dois anos depois (1822-1824), adquiriu mais experiência dessa política, dissolve a assembléia e impõe  carta que determina “renda mínima” de 100 mil réis para votar e ser votado, e outros tetos para concorrer a cargos eletivos, exceto os índios, os negros e mulheres, em todo o território nacional.

Claro está que não pode ter sido apenas os prejuízos havidos nas desordens da economia, embora Barbacena se referia a uma “baixa” imediata dos títulos públicos. Isso é pior que safadice política corrupta! Sabe bem o público leitor atual como funcionam altas e baixas ao sabor das mais indecorosas especulações dos pregões nacional e internacional. O negócio foi ilicitamente concedido a outro, que o aceitou mantendo-se em silêncio devido os riscos ou perigos, mau grado as perdas aludidas. O agente titular do empréstimo, Wilson e sua matula não fizeram a mínima reclamação emporocrata, referente a segunda parcela da transação feita.

Diante desta exposição inquestionável, admitiremos uma melhor intervenção das classes Armadas: AME – Aeronáutica, Marinha e Exército Brasileiros Nacionalistas agindo com todo rigor e discretamente, se não secretamente, e que arredem das fronteiras e do território brasileiro todo o “arbusto-mirim”, os descendentes dos Wilson, Fleteher, Bazeth, Farquhar et reliqua, etc., entregando o solo pátrio definitivamente à família-assu, a quem os inefáveis mistérios da alta finança internacional reservavam o momento propício de exploração do Brasil, começado dos Estados Amazonas e Roraima.

Schiller escreveu: “Os judeus formam um Estado no Estado”. Não se houve, hoje, mais que um ou alguns poucos brasileiros levantando a voz e, na qualidade de nacionalistas convictos, despertar aos eleitores para essa questão preocupante. A forma redacional desse autor equivale dizer: “Os judeus  formam um governo paralelo no governo oficial, igualmente como já aconteceu em Portugal naquele período do ex-governador Sebastião José de Carvalho, então marquês de Pombal. Schiller sabia conscientemente que escrevia uma verdade. Alertava-nos lembrando, provavelmente, daquele reescrito do imperador Tibério, havendo expulsado os judeus da cidade de Roma justamente por igual motivo.

Em 1870, só quando o judeu Brafmann, uma vez que se converteu, publicou em Vilna o seu livro sobre o Kahal foi que souberam os povos estrangeiros e viram claramente esse fato verídico, A ORGANIZAÇÃO DESSE ESTADO JUDAICO NO ESTADO DE NAÇÕES ESTRANGEIRAS. Foi isso que prevenira o imperador Tibério e Schiller revelara publicamente no seu livro. Ele, o Estado paralelo judaico, se compõe de órgãos infiltrados: o Judiciário (isto é, o “Beth-Dine”) e o da administração direta (ou Kahal). Este é quem regula o modelo preferencial e o modo pelo qual os seus agentes secretos explorem permanentemente toda ideação dos cristãos convictos do Cristianismo do Senhor Jesus Cristo, e de maneira a não haver ação de violência entre seus interesses de natureza do judaismo e receber a direção soberana do Kahal os subsídios necessários a manutenção desse aparelho judaico agindo discreto, se não secretamente. É quase impossível que percebam!

Transcrevemos na íntegra um dos documentos autênticos publicados por Brafmann no livro especificamente sobre o Kahal. Ele denuncia informando de uma forma clara e perfeita, merecendo chamar-se um governo paralelo:

“Quinta-feira, véspera da lua nova. Acra 5.562. Os representantes do Kahal e a assembléia geral composta de todas as autoridades judaicas da cidade decidiram que O DIREITO DE EXPLORAR O HOSPITAL DA CIDADE (Vilna) E SUA PRAÇA SITUADA AO FIM DA RUA KAIDONY E PERTENCENTES AOS MONGES CATÓLICOS É VENDIDO AO RABINO ISAQUE, FILHO DE GERSON. Ao mesmo é igualmente vendido o direito de explorar a praça pertencentes à municipalidade e situada nas proximidades das propriedades acima referidas. Esse direito de exploração das propriedades dos cristãos é vendido ao direito do Rabino Isaque, a seus descendentes ou representantes, do centro da terra até as mais altas nuvens do céu, sem que ninguém possa nunca lhes contestar o direito pago por ele à caixa do Kahal pelo preço convencionado.

Por conseguinte, esse direito é inviolável por toda a eternidade e o dito Isaque pode dispor dele a seu bel-prazer, isto é, revendê-lo, empenhá-lo, doá-lo. Se o Rabino arranjar com os membros da municipalidade a autorização de levantar algumas construções na praça, cujo direito de exploração adquiriu do Kahal, poderá construir casas e quaisquer outros edifícios, de madeira, pedra ou tijolo. SE O GOVERNO SE APODERAR DESSAS PRAÇAS, AFIM DE NELAS ERGUER QUARTÉIS OU OUTROS EDIFÍCIOS PÚBLICOS, É SEVERAMENTE PROÍBIDO A QUALQUER JUDEU FAZER QUALQUER CONTRATO COM O GOVERNO, porque só Isaque filho de Gerson tem o direito de entrar em combinação com os poderes públicos par obter a adjudicação dos trabalhos. É, além disso, expressamente proibido a qualquer judeu receber quaisquer comissões dos mesmos, pois somente Isaque filho de Gerson poderá ser o intermediário do governo ou da municipalidade em tudo o que se relacione com os locais de que comprou o direito de exploração.

Cada Kahal do mundo inteiro é concitado a proteger esse direito adquirido por Isaque filho de Gerson para ele, seus descendentes e representantes. Cada Kahal e cada Beth-Dine devem perseguir todo indivíduo que queira por obstáculo ao pleno e inteiro exercício desse direito, tratá-lo como inimigo e forçá-lo a pagar todo o prejuízo que possa resultar de sua ingerência hostil; e, em caso de negligência da parte de Kahal ou do Beth-Dine em perseguir o delinqüente, constrangendo-o a indenizar os prejuízos de Isaque filho de Gerson e seus descendentes, o Kahal será responsável com a sua caixa, no mais breve prazo possível, por indenização.

A publicação desta escritura de venda será enviada a todas as sinagogas”. (cf. Calixto de Wolski – “La Russie Juive”.).

Diante desta exposição estarrecedora, certamente todos os eleitores brasileiros cobrarão, no mais breve prazo possível, dos representantes do povo brasileiro mais dos que são candidatos oficiais a algum cargo político, para que venham aos meios de comunicação de rádios, televisões e até os jornais de maior circulação nacional e internacional e informem: Por quanto o banqueiro Nathan Mayer Rotschild comprou ao Kahal de Londres, para si e seus descendentes ou representantes o direito de exploração do território brasileiro e suas riquezas do centro da terra até as mais altas nuvens do céu. Por quantas libras? Teria sido caro ou barato? Não conhecendo isso, não estarão aptos a ser representantes políticos dos eleitores brasileiros.

O Kahal, diz Calixto de Wolski, profundo conhecedor do assunto, é o modesto estado-maior do sistema judaico que dirige silencionsamente uma guerra implacável contra a economia cristã nacionalista. Se até hoje os Conselhos de Segurança Nacionalistas de todos os países do Ocidente têm sido, segundo o sistema judaico, impotentes contra a “Migdal”, a Sociedade Secreta Judaica Mundial que organiza e explora a pedofilia, a prostituição no mundo inteiro, COMO PODERÃO IMPEDIR ESSE SILENCIOSO ESTADO-MAIOR QUE JÁ PROVOCARA O RECEIO DO IMPERADOR TIBÉRIO, a cujo nome Cícero estremecia na tribuna do Fórum, que ajudou serenamente a levar a infeliz Rússia ao domínio dos comunistas de origem judaica e ensopou de sangue a Hungria e a Baviera. (Vide no Quand Israel n’est plus roi de Jerôme e Jean Tharand, se lê: “... dans la Jerusalem marxiste elevês sur les bords du Danube, Bela Kun et ses acolytes n’ont fait régner que la sottise, cruauté et le cadisme”.)

Nunca o saberemos!

Convém aqui recordar as palavras do próprio Cícero, ao defender Flaco, quando ele revela, antes do Cristianismo, o poder oculto do Kahal Kados, a Santa Comunidade: “Sequitur auri illa invidia Judaici. Hoc nimirum est ilud quod nonlonge e gradibus Aurelliis haec causa dicitur; ab hoc crimem hic locus abs te, Laeli, atque illa turba quaesita est: seis quanta sit manus, quantia concórdia, quantum valeat in concinionibus. Summissa voce agam, tantum ut indices audiant. Neque enim desunt, qui istos in me, atque in optimum quemque incitent: quos ego, quod id facilius faciant, non adjuvado”. Estas palavras contidas no documento é tão atual e importante que merece ser traduzido nas passagens mais dignas de nota do texto: “Vem em seguida a odiosa imputação do ouro dos judeus! Sem dúvida, é por esse motivo que a causa se pleiteia ao pé dos degraus aurelianos. Foi por causa dessa acusação que escolhestes este lugar, Lélio, e a espécie de ouvintes que vos rodeiam. Sabeis qual o seu número, como são unidos e de que influência gozam em nossas assembléias. Evitarei, pois, levantar a voz; quero somente que os juízes me escutem; porque não faltarão indivíduos dispostos a manobrar essa gente contra mim e contra os melhores cidadãos. Não quero fornecer aqui novas armas à sua malevolência”. (cf. Pro Flaco: XXVIII).

O cesarismo de Tibério defendera-se, porque sentira a palpitação dum como Estado racial e teocrático dentro do Estado Imperial. Isso tem a mesma equivalência de UM GOVERNO PARALELO ATUANTE JUNTO AO GOVERNO DE REPÚBLICA OFICIAL. Assim precisa de ser, como inexorável fatalidade, onde quer que os judeus sionistas ou não se apresentem. Segundo Renan, o que constitui uma nação é o matrimônio do homem com a terra. Daí chamá-lo “Filho da terra”. Só esse casamento produz a comunhão de interesses de natureza materiais e de sentimentos de desejo capaz de criar uma nação. Na verdade, os judeus não realizam nunca esse casamento aliados aos povos estrangeiros. Daí a eterna antinomia entre eles e qualquer Estado ou governo oficial digno dessa instituição nominativa, e, portanto, com capacidade de reação permanente que não permite gozem as vantagens do judaísmo sem os ônus dos outros habitantes terrestres, em vista do Protocolo particular motivado pela religião, política e ciência próprias da terra que os livra em geral de várias outras coisas, como por exemplo o serviço militar no território alheio.

Existem, nos Estados brasileiros, alguns CASOS DE PESSOAS NASCIDAS NO BRASIL, QUE DIZEM SER BRASILEIRAS, PORÉM FAZEM DE TUDO QUESTÃO PARA NÃO PRESTAR SERVIÇO MILITAR, NAS FORÇAS ARMADAS DO PAÍS, ALGUNS ATÉ PREFERINDO FAZÊ-LOS NAS FORÇAS ARMADAS DE ISRAEL, DE LONDRES, DOS ESTADOS UNIDOS, DA HOLANDA ETC.!... A própria Bíblia testemunha irretorquivelmente essa estratégia israelita, no livro de  Ester, quando Aman, ministro de Estado e responsável pela governação do país, diz ao rei Assuero: “Há um povo disperso nas províncias de teu reino que pratica novas leis e cerimônias, e que demais despreza as ordenações do rei”. Eis aí está a descrição histórica porque o imperador Tibério os confirmava no bandel de Porta Portese ou os despachava para Sardenha; porque o pretor Hispalus, no ano de  139 (Antes do nascimento de Jesus) SEVERAMENTE REPRIMIA EM ROMA SUAS PERTURBAÇÕES DA ORDEM PÚBLICA; porque Cláudio mandou fechar as sinagogas e bani-los da capital do Império; porque contra eles se  convocou, na Espanha, o concílio de Elvira; porque o rei Visigodo Egica e o rei godo Wamba os expulsaram; porque O CONCÍLIO DE TOLEDO LHE PROIBIU OS CARGOS PÚBLICOS; porque o abade Pedro de Cluni se revoltava contra eles; porque os persas foram obrigados a destruí-los no século X e os califas a desterrá-los no século XI; porque  os mouros de Espanha os chacinaram após a famosa conspiração de Halévy; porque o sultão Amurat II matou até o último dos comunistas sionistas que se tinham levantado contra seu pai, Maomé II, chefiados pelo judeu renegado Kemal Ubdin; porque todos os historiadores intencionalmente bem informados lhes atribuem os manejos das forças secretas que têm desencadeado todas as revoluções na atualidade através do Iluminismo, da Buschenchaft, na Maçonaria, autêntica, do movimento Haskala, etc.; e porque o belicoso Adolfo Hitler os guerreou?!

O ódio dos judeus contra todos os cristãos acentua-se inicialmente ao fato de Jesus afirmar-lhes aos que não creram ser ele o escolhido do Altíssimo, e dizer-lhes: “Todo o que comete atividade ilícita é escravo da ação pecaminosa”. (João, cap. VIII 31 e 34.) Porém, todos os judeus retrucaram e respondeu diretamente: “Todos nós, os judeus, nunca jamais fomos escravos de alguém. (João, cap. VIII, 33) Será mais uma mentira alegar que os seus antepassados eram escravos, no Egito antigo?

Na antiguidade, o sistema social do território palestino estivera distribuído assim em 4 (quatro) classes: a sacerdotal (isto é, a  que sempre exerceu o direito da precedência), a administrativa e imediatamente o poder executivo subalterno ao colegiado sacerdotal; esse poder executivo se incluía o aparelho militarista, ou seja as forças armadas, vinha em terceira posição constitucional a classe nobre que se incumbia das diversas expedições mercantilistas e a quarta classe era a dos trabalhadores naturais egípcios e de outros povos estrangeiros. O Egito antigo sempre foi considerado a mais avançada civilização sobre a terra e o país bastante moderado, no campo de  atuação belicosa. Como em qualquer povo social, estabeleciam-se as diferentes categorias sociais segundo a posição econômica de cada uma nação, diferenciação que, como nos tempos da sociedade humana atuais, nem mesmo com a morte física desaparecia entre aqueles da Palestina antiga.

 

ORAI MAS VIGIAI

 

Dando prosseguimento, então, a segunda operação financeira do empréstimo começado da independência do Brasil, ficou sobe a responsabilidade e contratação pelos mesmos negociadores, Barbacena e Itabaiana, e com a Casa do banqueiro Rotschild. O contrato dessa vez se tornara tão leonino como o anterior.

Os £ 2:000.000 (dois bilhões de libras) têm uma transação melhor para os negociadores de tipo 85, idênticos prazo, juros e amortização; porém, deviam ser reajustados em 12 (doze) parcelas mensais.

Como o saudita, o judeu não passa sem pagamento de prestações. É uma inclinação racial. Vejamos aqui algumas das condições segundo as cláusulas contratuais: a 3a prestação mensal exige contar os juros desde outubro de 1824 E O EMPRÉSTIMO FOI CELEBRADO EM JANEIRO DE 1825! a 4a prestação determina a comissão de 1/8% (hum oitavo por cento) sobre a compra das cautelas para a amortização, MESMO QUANDO ESSAS CAUTELAS SEJAM AS DELE, ROTSCHILD, COMPRADOR; a 5a parcela concede 4% (quatro por cento) para a corretagem e “despesas”, de maneira que a margem do tipo não expirou nem com essa rasgada desculpa. E os Rotschild saboreiam o lucro sozinho tirado dessa margem, sorrindo dos tolos representantes da independência do Brasil.

Dos 4% (quatro por cento) da corretagem destinavam a Barbacena e a Itabainana 2% (dois por cento). O visconde de Baependi, o mesmo  que denunciara o rombo no Erário, mais adiante, até onde lhe foi permitido, face as suas funções e a linguagem política oficial, se horrorizava com esse tipo de negociata suja. “Quem pode deixar de notar – escrevia ele – que se peça dinheiro na Europa aos banqueiros com grandes sacrifícios e não menos risco de crédito nacional para se pagar como dívida do Brasil e dos eleitores do país parte dos juros acrescidos que se deviam...” E denunciava claramente que os comissários das negociações encarregados das cláusulas do empréstimo haviam lançado mãos roubadoras nas finanças do Tesouro de, no mínimo, 1.900.000 cruzados!

Após ser examinado esse empréstimo por uma Comissão nomeada para isso pela Câmara dos Deputados, seus membros declararam, mediante aprovação ao trabalho do Relator, entre outras coisas, os seguintes ilícitos: “Que, enquanto o governo brasileiro pagava 5% (cinco por cento) de juros sobre qualquer adiantamento feito em dinheiro fora dos prazos estipulados no contrato acordado das partes, a Casa bancária Rotschild NADA PAGAVA PELAS SOMAS VENCIDAS QUE CONSERVASSE EM SUAS MÃOS. que da porcentagem de 4% (quatro por cento) sobre o produto líquido da operação financeira metade ficara com o banqueiro e metade fora para os senhores Barbacena e Itabaiana, cabendo a estes um total de £ 72.000 (setenta e dois mil libras); e que os emprestadores tinham sobre a dívida total, o lucro líquido de £ 3%. A esse relato da Comissão replicava Barbacena com um discurso falacioso eloqüente, mas não convincente.

“Com base nesse empréstimo, reconhecia Jacob Cavalcanti, começou desde aí o “prestígio” e “apreço” pelo banqueiro Rotschild no crédito dos políticos brasileiros, o que veio prosseguindo assinalados serviços financeiros junto os representantes políticos brasileiros”.

Em todas as transações com o sistema financeiro internacional, ainda hoje, o giro de esterlinas é a sustentação devoradora e lucrativa para a gleba judaica, a ação discursiva convincente, sendo esse o poder colossal da comunidade bancária internacionalmente dos emprestadores. Barbacena passou a reconhecer isso por escrito.

Gustavo Barroso saudoso ex-presidente da Academia Brasileira de Letras pesquisara em profundidade a tudo isso, lia muitos autores os quais sempre perseguiam a verdade como, por exemplo, Draper. (cf. “Conflits de la science et de la religion”); todos encarniçados contra o grande poder do antigo Papado de Roma, no âmbito do Vaticano, onde sorridentes de piedade dos “filhos da terra” que renegam um poder espiritual, mas atolados diante dos Papas apegados no ouro e no dinheiro, sem se importar como fora conseguido e onde...

Legal, pode ser, não duvidamos. Licito, igualmente com a prática de atos ditosos ou de caridade, é que não foi e nunca será. Releva notar que, em algumas volumosas quantias arrancadas do estrangeiro assim, a taxação, uma a uma, de 5% (cinco por cento) os juros, é a mais alta que a decência permite que se tolere cobrar, mas é ilícito. Tudo o que exceder daí entra no domínio da mais indigna usura.

Houve o tempo em que o Banco da França, em 1857, obteve liberdade nas taxas de juros. A legislação francesa não permitia empréstimos, particulares ou não, a mais de 5% os juros.

Os representantes políticos do povo brasileiro, por sua vez, deram aos banqueiros internacionais como garantia A HIPOTECA DAS RENDAS DAS ALFÂNDEGAS. Agindo assim, acabariam os pagamentos prováveis de empréstimos feitos do período da independência, naquele momento quando estava o Tesouro falido, de 1822 a 1854. Não sendo concretizado esse combinado entre os representantes do povo, e os credores “magnânimos” prorrogaram o prazo por mais de 10 (dez) anos, a saber: 1824-1864. Seriam, portanto, 40 (quarenta) anos o novo prazo.

Desta sorte, o dinheiro, e cobrança dos juros a perder de vista sobre o que tomaram emprestado na aurora da independência, ainda agora, continuam nos escravizar numa outra maneira, até pelo menos o raiar da guerra do Paraguai!

Os padrinhos dos representantes da política brasileira na atualidade são os Rotschild!

Em virtude desses tipos  específicos de financiamento 75 e 85 das operações dos banqueiros, passaram-nos cobrar outra dívida de £ 3:000.000 (três milhões de libras), mas repassaram para débito do território brasileiro apenas £ 750.000 (setecentos e cinqüenta mil libras) e mais adiante £ 1:750.000 (hum milhão setecentos e cinqüenta mil libras). Tais transações constam à obrigatoriedade à disposição do Tesouro brasileiro, ainda hoje, sob a  responsabilidade conseqüentemente dos representantes da população do território nacional.

Por nova dívida, pagaram apenas os juros à razão de £ 2:450.000, e mais £ 6:050.000 somando a isso o capital integral; vemos aí que o custo total da dívida ultrapassaram para o Brasil de £ 9:050.000 (nove milhões e cinqüenta mil libras)! E por este valor a nação foi vendida ao sistema financeiro internacional e aos banqueiros israelitas por representantes da política brasileira. Eis aí o que a Imprensa já escreveu, veladamente, 500 ANOS DE EXCLUSÃO: uma história de todos os eleitores brasileiros trapaceados. Do Brasil colônia à ditadura Vargas, passando pelas oligarquias da República, o direito ao voto no território nacional foi limitado e manipulado sim, até que os novos filhos da terra possam ver futuramente e ter de retorno as origens primeiramente indígenas, depois negra e as posteriores amarela, morena, mulata, branca, mestiça, etc. Que se faça a Justiça de natureza da Divindade.

Por algum momento não pressentimos que nos é de direito a exploração de uma soberania nacionalmente brasileira única! Deveremos todos nós, os brasileiros nacionalistas ir em busca dessa soberania com aqueles que querem formar um Estado no Estado oficial! Ame-a ou deixe-a. Para alcançarem seus interesses, dividindo as seitas evangélicas e, posteriormente, exercerem o domínio na política atual, muitos e muitos milhões ou, quem sabe, bilhões de dólares estariam sendo distribuídos nas igrejas protestantes, rotuladas de evangélicas, investindo a peso de

 


Última alteração em 05-16-2014 @ 07:09 am

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