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CRUZAUM - Cartilha nº 3
Inserido por: Itauna
Em: 05-13-2014 @ 10:45 am
 

 

 

MINISTÉRIO CRISTÃO

SISTEMA D'AUMBHANDAN

UMBANDA INTEGRAL

CARTILHA Nº 03

 

CRUZAUM CRUZADA DOS MILITARES FIÉIS UMBANDISTAS DO BRASIL

 

A TAXAÇÃO DO LIBERALISMO É

A ETERNA VIGILÂNCIA VIVENTE!

 

Releva neste capítulo notar ainda, repetidas vezes, que, chegado o momento duma decisão política, entendendo o Governo Brasileiro de cortar a verba destinada a uma classe a ser sacrificada, nunca se devia no âmbito do poder executivo fazer tirar dos militares das Forças Armadas, dentre os recursos orçamentários do Brasil, considerada desde a sua independência até hoje, e tendo em vista aquele episódio ocorrido e denunciado, em 1812, pelo escrivão brasileiro nacionalista Manuel Jacinto Nogueira da Gama, visconde de Baependi: o lastimável rombo do Tesouro Nacional, sem esquecermos também a atitude deplorável do príncipe Dom Pedro, em manifesto gritado a 6 de agosto de 1822, como já alertamos anteriormente na cartilha nº 2.

E já que na política atual, sempre os impatriotas de descendência coligada ao exterior, pretendem alguns poucos, repetidas ocasiões, reviver as mesmas atitudes corruptíveis e repreensíveis da emporocracia dos antepassados como, por exemplo, o marquês de Barbacena e o visconde de Itabaiana, entre outros corruptos, convém a chefia do poder executivo recordar isso e não decidir contra os militares. Seria a mesma atitude em continuar dando armas pesadas ao sistema financeiro internacional.

Não podem as Forças Armadas desta nação (ativos e inativos) sofrer o corte dos recursos orçamentários feito pelo Governo Brasileiro. Uma outra classe, a dos trabalhadores (ativos e os aposentados), por idênticas razões, deve ser melhor avaliada em todo o processo político. Pois, afinal, merece também melhores salários, até porque são os trabalhadores a maioria esmagadora dos eleitores brasileiros. Eles são quem escolhem os que querem que sejam os seus representantes políticos.

Logicamente, ambas as classes – a dos militares e a dos trabalhadores -, não podem estar comparadas aos escravos, nem serem confundidos, igualmente como faziam com as dos antepassados índios e negros daquela pior época de extermínio nunca já visto dos últimos 500 anos de história do Brasil até hoje, sem nenhuma indenização aos seus descendentes natos.

Eis aí descrevemos a decência de uma Democracia parlamentarista e igualitária à Naturalcracia consciente da Divindade e dos Elementos da Natureza naturada. Basta que lembremos numa melhor distribuição dos bilhões ou trilhões de reais “royalties”, dentre todos os governantes da população brasileira mesma. Só assim, tratar-nos-ão não com uma republiqueta, mas igualmente sociedade humana civilizada.

Tendo despertado o certo interesse ao(s) estudante(s) este assunto, dentre os muitos milhões de eleitores sobre a realidade histórica brasileira, é curioso também, antes de prosseguirmos a série numérica das cartilhas, ver nesse embalo como os banqueiros e o sistema financeiro internacional agem procedendo a essas frutuosas negociatas com o Brasil, ainda hoje. Lançam cada um empréstimo na Praça, devoram o exigido número de cautelas e o público do país, ficando os tomadores com o resto. Depois, eles vão devorando de maneira gananciosa as finanças das comissões de venda e de recebimento de taxas, de juros e de hipotecas das rendas alfandegárias etc., tendo posto o pé conectado nos negócios dum país sem este defender quase nada. É óbvio, os tomadores tombaram com o Principal, chamado Capital de que eles, pouco a pouco, levantam descontando a margem do tipo... A responsabilidade sobre esse valor inicial logo retirado é de propriedade do governo (ou seja, não é a pessoa física dos representantes políticos da operação) que foram e estenderam a mão pedinchona. Sem demora, os banqueiros se enriquecem, aproveitando as baixas, vão adquirindo os respectivos títulos equivalentes e referentes a cada taxação e apertando as rédeas da nação escravizada. Deixam unicamente, neste ou naquele território alheio, determinado número de proprietários de cautelas, que servem para a grita, as posteriores reclamações e AS CONSTANTES AMEAÇAS DE INTERVENÇÕES ESTRANCEIRAS COM BANDEIRAS SUSPENSAS NAS ALFÂNDEGAS. Essas maracutaias acontecem séculos afora e são mais do que conhecidas dos representantes políticos brasileiros. Só não chegaram ao conhecimento da população, dos estudantes dos diversos graus de escolaridade, enfim, do povo geral. Começam a impressionar muito menos do que impressionavam...

Tudo isso e mais alguma coisa faz parte dos segredos da alta financeira internacional – a taxação do liberalismo ou neo-liberalismo destrutível. As imoralidades da corrupção política mais chocantes e cujas transações mais ignominiosas são feitas habilmente, quase sempre na calada da noite, pasmem, dentro das leis.

“O judeu, – escreveu um jurista respeitável – misturado às civilizações arianas, utilizando o contrato de auxílio mútuo pelo empréstimo fraternal ou o contrato de venda a prazo, os quais, lealmente praticados, são instrumentos de utilidade, equipe e paz, OS TRANSFORMAM EM CONTRATOS DE PILHAGEM PELA USURA, PELA EXPROPRIAÇÃO E PELA ESPECULAÇÃO NA BOLSA. É que se não serve desses instrumentos de modo moral e mesmo não tem consciência de que possam assim ser usados. Resulta disso uma espécie de parasitismo judaico com uma concepção que desnatura o Direito”. E acrescentou que esses indivíduos de psicologia diversa da nossa usam o nosso direito a seu modo, sem nele de leve cuidar que desviam absolutamente de sua verdadeira essência. (cf. Edmond Picard – “Le detroit pur”).

Para escravizar o trabalhador cristão verdadeiro, os judeus, muitas vezes recorrendo o auxílio da polícia do governo oficial, cumpliciado no escalão superior da administração direta dos diversos Estados, escondem os atos ilícitos por trás de seus pensamentos cruentos. A história oficial mostra terem agido dessa forma durante os períodos do Brasil colonial, do Brasil imperial e do Brasil República. Analisem em profundidade aquele procedimento de Rui Barbosa, na disputa da candidatura presidencial fazendo oposição ao seu adversário Hermes da Fonseca (1910-1914).

Os imperadores e reis que, noutros tempos dos antepassados, empenhavam as jóias da coroa com os Salomões e Abraãos, circulavam pela comunidade do rabinato e se tornaram os notáveis devedores, os incautos descontadores de letras de câmbio dos tempos modernos. Inaugura-se então a era nova dos empréstimos, os judeus tomaram para si as hipóteses de todos os futuros hipotecáveis: renda dos Estados, estradas de ferro, canais, fábricas, etc... “Existe ainda algum futuro não hipotecador? SE EXISTEM JÁ ESTÁ VISADO E NOTADO POR ELES” (cf. Calixto do Wolki – “La Russie Juive” – Avant-Propos). Que melhor futuro hipotecável do que do Brasil (isto é, em cada um dos 27 Estados oficiais, no território nacional).

Haverá, a serviço do sistema financeiro internacional, o seu Agente secreto que responderá pela hipoteca, em cada uma jurisdição local!

Nas Reflexões sobre a história da humanidade, há muito tempo já, Heder escreveu esse período candente: “Um ministério em que governa um judeu, uma casa em que o judeu tem as chaves das gavetas e armários, uma administração cujas funções principais são confiadas a judeus, uma universidade e todos os estudantes onde toleram-se as corretagens e prestamistas, são outras tantas lagoas Pontinas que é preciso aterrar! Porque, de acordo com o velho provérbio: Onde há carniça, os abutres ajuntam e onde há podridão os vermes pululam”.

Com relação a essa mesma escravização que os judeus sionistas ou não pretendem contra os cristãos verdadeiros, aos brasileiros nacionalistas alertamos com base na seguinte síntese escrita no livro intitulado “A Lei do Triunfo”, de autoria de Napoleon Hill, nestes termos: “A intolerância mais cruel nasce dos preconceitos religiosos, raciais econômicos, e das diferenças de opinião. Por quanto tempo nós, os mortais filhos da terra, viveremos ainda sem compreender que É LOUCURA DEVORAR UM OU OUTRO, UNICAMENTE POR DIFERENÇA DE CRENÇAS E TENDÊNCIAS RACIAIS? Nossa existência terrestre é apenas um breve momento. Como a luz de uma vela em chama, ardemos e brilhamos por um instante, e logo em seguida nos extinguimos. Porque não podemos, numa só existência, aprender a viver por um momento de maneira que, ao chegar a caravana da morte, anunciamos que a visita está finda, possamos dobrar as nossas tendas e partir para o grande mistério, sem medo e sem temor?.”

Então, em virtude de uma outra convenção adicional ao Tratado aprovado, em 29 de agosto de 1825, pelo que NOS CUSTOU A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL, VEXATORIAMENTE, RECONHECIDO POR PORTUGAL, TEVE QUE TOMAR A SEU CARGO, PELA VENDA DO TERRITÓRIO DA INDIADA, toda dívida antiga lusitana a  assumir  para  si  o  empréstimo daquela nação, avaliado em £ 2:000.000 (dois milhões de libras);  da  remanescente  finança  portuguesa,  no  ano  de 1823 era   apenas £ 1:400.000(hum milhão e quatrocentos mil libras) e, de indenizações pelos bens da cora real portuguesa que teriam ficado com familiares da monarquia, mais £ 600.000 (seiscentos mil libras). Estes últimos milhares de esterlinas deveriam ser pagos o valor nominativo do Brasil devedor no prazo de um ano, ou sejam 12 meses a contar das confirmações já taxadas, conforme os tratados firmados.

Diante desta exposição incontestável, entregavam-se no mais breve prazo possível, aos representantes políticos do governo português uma parcela de £ 250.000 (duzentos e cinqüenta mil libras); o resto foi sendo abatido em prestações à legação lusitana em Londres.

Havia estourado o vexatório referente o caso de Dom Manuel e Dona Maria II. Então o casal foi-se refugiar na Inglaterra; o conde de Palmela utilizava os pagamentos recebidos e os que continuava a receber na causa da rainha, neoliberalista por excelência; a apropriação indébita do conde trouxe várias complicações diplomáticas no futuro. E o senhor Barbacena e senhor Itabaiana tiveram que se explicar em muitas delas.

De resto, transpusemos os £ 1:400.000 (hum milhão e quatrocentos mil libras) da então dívida a cargo de Portugal, em 1823, imputando ao Brasil que teve que subtrair dos cofres do Tesouro, trocando as cautelas portuguesas por títulos específicos do empréstimo feito pelos banqueiros ao Brasil, vencendo juros de 5% (cinco por cento).

Dos cálculos levantados em auditoria do Tesouro brasileiro extrai-se em resumo:

 

Foram amortizados .......................... 12.620:098$150

Pagos de juros ................................. 10.264:479$743

Custo total .......................................         22.884:577$899

 

Quase  vinte e três mil contos de réis!

Soma colossal naquele governo da monarquia, correspondendo, provavelmente, a 230.000 atualmente! Uma soma que não era de responsabilidade do Brasil, e sim o governo de Portugal. Foi o que custou a todo o eleitorado brasileiro o reconhecimento da nação independente através das taxações das transações com Lord Cannig. Os brasileiros humildes, caboclos das diversas tribos indígenas, negros, mestiços e brancos, em grupamentos como nos gloriosos dias da guerra holandesa, sempre lembraram seu sangue derramado no Genipapo, em Itaparica e em Pirajá. Os brasileiros, por assimilação, chamarrados de ouro fizeram combinar as relações diplomáticas internacionais, os pactos de família visando as embaixadas e as negociatas junto os banqueiros internacionais.

 

O EMBARQUE À PROCURA DOS BANQUEIROS

EM BUSCA DE MAIS EMPRÉSTIMO FEITO.

 

Foram-se passando os períodos anuais e, cinco anos mais, batiam de volta a pedir, novamente, o que era fatal, humildes, ansiosos, dilacerados de lutas e mais dívidas, à porta dos banqueiros Thomas Wilson e de Nathan Mayer Rotschild. Em nome da monarquia distante e assoberbado de desordens nas finanças, outra vez, o marquês de Barbacena e o visconde de Itabaiana, usando duma autorização contida no art. 7o da lei de 8 de outubro de 1828, tomaram £ 400.00 (quatrocentos  mil libras) a juros de 5%, 1% de amortização e o tipo 52!!!! O marquês e o visconde queriam o dinheiro fosse como fosse. Rotschild impôs o tipo 52. NÃO SE CONHECE NA HISTÓRIA FINANCEIRA DESTE MUNDO COISA MAIS VAMPIROSA. A imoralidade chegou ao nível monstruoso que o governo da Inglaterra estava decidido e pensava proibir tal operação financeira escabrosa. (Convém aqui relembrar a exposição sobre os empréstimos feita à Constituinte pelo ministro Osvaldo Aranha e ver-se-á, na minha  qualidade de brasileiro nacionalista, tenho razão em denunciar isso a todo o eleitorado do Brasil).

No dia 1o de junho de 1829,o marquês de Barbacena escrevia jubiloso ao Imperador, de Lalenham, dizendo que, finalmente, se ajustara o empréstimo, tendo reconhecido o público que o judeu Rotschild “tinha confiança e fé nos recursos do Império da independência do Brasil”. E terminava acrescentando que, enfim, se poderia equipar as fragatas e levar para diante os negócios da rainha.

Para destronar Dom Miguel e reerguer Dona Maria II, lá se ia o dinheiro que nós, brasileiros, íamos ficar devendo por dezenas e dezenas de anos! E o marquês se alegrava com a fé e a confiança do poder colossal do banqueiro judeu nos recursos do Império!

Livra! como grita o povo enganado pelos que lhes representa.

Sua assinatura não figurou, porém, no contrato do empréstimo, que os jornais desse tempo apelidam O RUINOSO. Entretanto, ele ainda se encontrava na Inglaterra. Escreveu uma carta ao conselheiro Francisco Gomes da Silva, o “Chalaça”, de bordo; na carta dizia: achava-se no mar em outubro de 1829. (cf. Francisco Gomes da Silva – “Memórias”). O contrato traz a data de 26 de junho e somente a assinatura do conselheiro Manuel Rodrigues Carneiro Pessoa, visconde de Itabaiana. Hipoteca, no contrato, nominalmente a alfândega do Rio de Janeiro. Os juros começam a ser contados de 3 de julho de 1829 em diante, data da assinatura do contrato, quer o dinheiro entre, quer não entre, ajustado em 12 (doze) prestações mensais. Reserva-se 1/8 % par comissão de amortização e corretagem.

“Os judeus palestinos que vivem no nosso meio conseguiram pelo seu espírito de usura uma reputação de velhacos, bem fundada na maioria dos casos. Na verdade, parece estranho imaginar uma nação composta de ladrões; porém ainda mais estranho é verificar que existe uma nação composta exclusivamente de traficantes que desdenham a honra de viver como os outros habitantes do país que os acolhe, achando  mais vantajosos enganá-los”. (Parafrasendo o eminente escritor Emanuel Kant.)

Na sociedade humana atual, a massa só vive a pedir pão e divertimento. Não se pode esperar conquistar a massa ou multidão. O que é necessário é a seleção em meio o convívio com a sociedade, dentro de uma renovada casta de líderes dirigentes autênticos, de pessoas que não se deixem aliciar por ganho fácil nem pelos interesses monetários.

Na Palestina antiga, caminhara o Mestre Maior, Senhor Jesus Cristo, ensinando esse modo de bem viver a todos os gentios e judeus. Mas a massa não lhe quiseram nem o seu ensino. Apenas alguns poucos lhe deram ouvido, tornaram seus fiéis amigos na mesma corrente de sucessão discipular.

Portanto, souberam a interpretação verdadeira disso: “Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que dura por toda vida eterna, a qual o Criador Supremo nos deus em ensino permanente. Porque ele, Jesus, é o que em quem o Criador Supremo imprimiu o Selo Crístico. A Obra do Criador Supremo é esta: que devemos crer no Senhor Jesus Cristo que Ele enviou.

Moisés deu a comer o pão pedido pelos judeus, mas Aquele que enviou o Cristo por intermédio do Senhor Jesus é o que lhes dá o verdadeiro Pão Transubstancial – o alimentar para os cristãos verdadeiros. Este é o que veio procedente do Ser Supremo, e que dá vida ao mundo. Todo o que vem ele, não terá mais fome, e o que crer na minha palavra, não terá mais sede”.

De volta ao assunto, premido pelos credores dos gastos diplomáticos de Barbacena, pelas despesas dos emigrados portugueses, às quais não bastavam os pagamentos feitos pelo Brasil por conta das £ 600.000 da convenção adicional anteriormente já mencionada,, o visconde de Itabaiana suplica um adiantamento. Rotschild deu, mas cobra por ele 4% (quatro por cento) de juros. Mais tarde, foi verificado que esta soma transferira no cômputo total a juros de 5%, de modo que rendeu 9% (nove por cento)! Mas quem arcou com a dívida?!

O visconde e o marquês a tudo se tinham de sujeitar, porque precisavam de dinheiro para atender a demanda da desordem das despesas. Segundo o registro em confissão de Barbacena, com a rainha, as fragatas e os emigrados se gastara £ 177.738, e com o segundo casamento de Dom Pedro I £ 42.272.

Estudando o empréstimo do ano de 1829, o especialista Castro Carreira diz que pagaríamos  “capital quase duplo do que recebíamos”. E  apresenta esta conta em moeda brasileira:

 

Recebemos (?) ...............................  2.233:775$555

Pagamos de juros ...........................  6.858:143$889

Custou ............................................ 9.362:147$797

 

Esse é o custo? Porém, não recebemos tal!

Escrevendo em 1842, em Petersburgo, o depois conselheiro Cândido de Oliveira (cf. “Sistema Financial do Brasil”) mostra que os empréstimos brasileiros realizados nessa época haviam rendido, líquidos, £ 3.712.000; que desta soma apenas recebera o Tesouro a quantia de £ 1.092.000; que a restante e maior parte ficara naquela praça de Londres e ali fora inteiramente consumida principalmente na alimentação dos mesmos empréstimos, e em outras despesas feitas na Europa por conta do Governo Brasileiro, entre as quais figura A VERBA DAS DESPESAS DIPLOMÁTICAS compreendidas no período de 1825 a 1830 (quer dizer se desviadas e exageradas contas do marquês que tanto desgostaram Dom Pedro I. O total das despesas diplomáticas foi de £ 300.000.); e que, finalmente, a despesa total suportada pela nação brasileira para o fim exclusivo do pontual pagamento dos dividendos efetivos, por conta dos mencionados empréstimos, até o fim do ano de 1841, sobre a enorme soma de aproximadamente de £ 4.000.000, que excedia já o capital emprestado, do qual somente se amortizara a insignificante quantia de £ 276.000, no ano de 1842!

No ano de 1830, A GRITA ERA GRANDE NO RIO DE JANEIRO CONTRA ESSE EMPRÉSTIMO. Da tribuna do parlamento, o nacionalista Holanda Cavalcanti o condenava discursando com muita eloqüência, e denominava as trapaças e aos arranjos financeiros realizados lá em Londres, chamando-os a Caixa mágica, o Sorvedouro das rendas e o Cancro do Tâmisa. A imprensa desaçaimada glosava essas veementes expressões do eminente Holanda Cavalcanti. Encontra-se uma delas grafada pelo próprio punho afirmativo do monarca.

No dia 27 de setembro de 1830, Dom Pedro I escreveu uma carta íntima ao marquês de Barbacena, então ministro da Fazenda, referindo-se textualmente à Caixa mágica e declarando-se disposto ao exame das respectivas contas. Como nesse exame Barbacena não podia ser “juiz e parte”, Dom Pedro, supondo maior grita, resolvera demiti-lo e nomear seu substituto o visconde de Paranaguá.

Por decreto de 30 de setembro de 1830, a demissão era publicada, porque convinha liquidarem-se as contas da dívida com Portugal, as grandes despesas com Portugal, as grandes despesas com a rainha Dona Maria II e os emigrados, e com o casamento do próprio Dom Pedro. É um decreto de demissão sui generis, com exposição de motivos.

Barbacena defende-se na sua citada “Exposição”. Seu biógrafo, o filho Antonio Augusto de Aguiar, também o defende. Todavia, tanto o escrito do pai como o do livro de Augusto de Aguiar passam como gato por brasas sobre a operação financeira de 1829. É verdade que só o visconde de Itabaiana assinou o contrato junto os banqueiros internacionais e, depois, demitido também, levou à breca em Lisboa.

Vejam os leitores mais alguns sinistros pormenores. O capital real do empréstimo do ano de 1829 era de £ 400.000, mas o capital nominal foi transcrito  de  £ 769.200.  Além disso, o  tipo   52  reduziu  o  capital  real   a  £ 208.000. Ora, “desta sorte”, por £ 208.000, o Brasil foi forçosamente obrigado a pagar, capital e juros, a quantia de 1:950.000!!! De novo, as rendas das alfândegas hipotecadas. A miserável quantia somada nem ao menos chegou aos cofres do Tesouro Nacional. Foi destinada diretamente ao pagamento dos juros atrasados do empréstimo feito desde a independência brasileira e das outras dívidas particulares contraídas com os contratadores do próprio empréstimo pelo governo do território nacional. Entre elas, deviam estar as motivadas pelas suntuosidades do marquês à cata duma princesa européia para casar com Dom Pedo I.

Na expiração do prazo contratual desse empréstimo escandaloso, 30 (trinta) anos, ainda devia o Brasil £ 508.000, que continuara para o novo empréstimo pedido no ano de 1859. Eis aí se descreve a rolagem da dívida favorecendo a Caixa mágica, ainda hoje. Notem os leitores bem: da operação Itabaiana-Rotschild couberam onerar o país a quantia de £ 208.000 líquidas, empregadas em pagar juros e dívidas contraídas por Barbacena com Rotschild, todas acrescidas de juros; no fim de 30 anos de pagamento continuado de juros, debitaram ainda  contra  os  cofres  brasileiros  essas  £ 208.000  aumentadas  de  mais  de  £ 300.000, que vão, ainda hoje, gravar novo empréstimo!

APELO PARA NOVO EMPRÉSTIMO

 

O segundo passo do banqueiro internacional desembarcando no nosso território brasileiro – a segunda volta das moendas do bangüê de espremer mais ouro do infeliz e caluniado “Jeca-Tatu”, o começo do giro dum parafuso sem fim...

Dez anos passaram e tivemos de apelar para novo empréstimo, a fim de suprir insuficiências de rendas. EM TODOS OS RELATÓRIOS MINISTERIAIS SE VERIFICA O REGIME DOS DÉFICITS DAS FINANÇAS DO PAÍS PARA COM O SISTEMA FINANCEIRO INTERNACIONAL. O governo liberal possuía soberania jurídica, mas nunca possui soberania econômica e tinha de proceder forçosamente como um simples pacifista particular, e agindo como cidadão, e podendo até propor acordo de adesão das forças armadas, desde que satisfaça aos Senhores do Capitalismo!

Nesse tempo, era regente do governo imperial Pedro de Araujo Lima e ministro da Fazenda Miguel Calmon du Pin e Almeida, que se torna marquês de Abrantes. Existiam déficits em três anuidades das receitas orçamentárias: Fazenda, Marinha e Guerra.

Em 5 de fevereiro de 1839, contraíram em nome do Brasil esse novo empréstimo com os banqueiros internacionais Samuel & Philips. Assinou-se o encarregado do país nas negociações em Londres José Marques Lisbôa. Não se deixe esquecer os dez anos anteriores que estivemos sendo esfolados por aqueles outros estrangeiros. Agora cabia a outro devorar-nos, não se sabe por que secreta combinação.

Capital real £ 312.500, tipo 76, juros de 5%, prazo de 30 anos. Tudo isso, em resumo, significa dizer: por £ 237.500 recebidas £ 503.000 pagas!

O Anuário da Bolsa de 1931 dá, para esse, empréstimo e o tipo 76; o autorizado disse o senhor Jacob Cavalcanti, 73.

As contas do senador Castro Carreira, tiradas da escrita do próprio Tesouro Nacional, acusam o seguinte:

 

Recebidos ...........................    3.623:755$278

Juros pagos .........................   5.172:729$105

Custo total ..........................   9.604:201$153

 

O regime dos déficits continua naturalmente e em 1843 os representantes da política brasileira são forçados a novo empréstimo na City. Já tendo alcançado a maior idade, Dom Pedro II está na aurora do seu longo reinado. Encarregava-se dele o comendador José Marques Lisbôa, o nosso plenipotenciário em Londres, que o contrata nesse novo capital com Isaac Lyon Goldsmid. Destina-se o pedido do dinheiro a liquidar definitivamente o ajuste de contas com Portugal, proveniente da troca das negociações pagáveis para a tão sonhadora independência do Brasil.

Decerto o Kahal permitia a Isaac Lyon trocar negócios com Portugal... Reconheciam os negociadores dever ainda do anterior empréstimo português  £ 488.393, atrasado 15s. e 5d., além de £ 134.308 de juros, isto é, o  total  de  £ 622.702. Tomaram, portanto, emprestado este capital real de £ 622.702 (seiscentos e vinte e dois mil setecentos e dois libras) a juros de 5%, tipo 85 e prazo  de  20   (vinte)  anos,  com  a  obrigação  de  pagar  o  capital  nominal £ 732.600. Assinaram-se os atos em 3 de maio de 1843.

Como garantia, a nação brasileira teve que empenhar as rendas de todas as alfândegas, que formarão – reza a cláusula contratual textualmente – “UM FUNDO MONETÁRIO PARTICULAR PARA ESSE COMPROMISSO”.

Ao fim do prazo ajustado, ainda continuamos dever £ 362.000 que passaram, como é natural e entra pelos olhos, para o empréstimo do ano de 1863. Um canudo enfiado no outro canudo! Engavetamento de empréstimos que foram buscar no estrangeiro... Por esses e outros motivos, arrancaram-nos a boa reserva no Estado do Amazonas, atualmente, e breve arrancam em Roraima.

Na verdade, o resultado desta operação financeira é o seguinte, na nossa moeda da época:

 

Recebemos para pagar ...............................         5.534:575$376

Pagamos a juros .........................................        6.422:709$290

Custou-nos tudo ......................................... 14.259:034$129

 

Para simplificar a conta, não estão aí intercalados comissões e outros prejuízos causados ao país devido as desordens nas finanças. (quer dizer na economia)

Reparem os leitores, hoje, com apenas vinte anos de existência independente estávamos e, comemoram-se agora já 180 anos, estamos sempre com a corda ao pescoço, fazendo empréstimos para pagar juros de outros empréstimos anteriores, cujas sobras vieram sendo incorporadas a novos contratos, CÍRCULO VICIOSO EM QUE TEMOS VEGETADO ATÉ HOJE, CADA VEZ PIOR.

Diante desta exposição estarrecedora, nós decidimos em grupo de pesquisadores nacionalistas mostrar ao público leitor, hoje, a verdade doa em quem doer os 180 anos do Brasil, chamado independente!

As   £  662.702  do    ano  de  1843  custaram  à  nação   a  bagatela  de £ 1:465.200 (hum milhão, quatrocentos e sessenta e cinco mil e duzentos libras)!

A 27 de julho de 1852, depois vencido e expulso o tirano Rosas, depois que as baionetas dos caçadores de Marques de Souza manusearam triunfantes pelas avenidas de Buenos Aires/Argentina, os Rotschild lançaram por nossa conta, em Londres, um outro empréstimo de £ 954.250 reais por £ 1:040.600 nominais, tipo 95, isto é 5% só  de  desconto  sobre  o   capital  real e juros de 4 1/­2 %. Por que tamanha generosidade? Porque o ouro não sairia da caixa voraz dos banqueiros. Era destinado ao resgate do que ainda estava devedor o Brasil, após 30 anos de juros, do empréstimo da independência, feito em 1824 e do empréstimo de Portugal desde 1823! Só em 1882 terminava o pagamento dessa operação que nos custou £ 2:294.523!

Lobo de Bulhões, citado por Jacob Cavalcanti, transcreve o seguinte documento sobre essa questão: “Pagou Portugal os juros e amortização deste empréstimo relativo aos anos de 1824 e 1825, e, sobrevindo a independência do Brasil, ajustou-se na primeira parte do art. 2o da convenção adicional ao tratado com o império do Brasil de 29 de agosto de 1825, que Sua Majestade Imperial tomava sobre si o empréstimo contraído no ano de 1823; porém os mutuantes não quiseram relevar Portugal da sua responsabilidade para com eles e transpassá-la para o Brasil(sic), de maneira que o Brasil se obrigou a pagar a Portugal o que naquela época restava do empréstimo, que era um milhão e quatrocentos mil libras esterlinas; porém Portugal não ficou desonerado da parte dos mutuantes; antes pelo contrário, continuou a sua responsabilidade, solidária pelo que toca a eles, e subsidiária à do Império do Brasil até este Império acabar de satisfazer o capital e juros do mesmo empréstimo(sic)”.

Comentário único, em bom português: - Os mutuantes (leia-se banqueiros-judeus) só tiveram um escopo: firmarem-se em duas amarras: garantirem-se lá e cá.

Vale a pena determo-nos ainda um instante neste empréstimo do ano de 1852. Foi assinado no dia 27 de julho. Do lado brasileiro, o ministro na Inglaterra, cavalheiro Sergio Teixeira de Macedo; do outro, a firma N.M. Rotschild & Sons (ou sejam barões Lionel, Antony, Nathaniel e Mayer Amschell de Rotschild – barões assinados.). Autorizou-o o decreto legislativo nº 587 de 6 de setembro de 1850. As cláusulas do contrato declaravam que a casa ‘Rotschild seria exclusivamente empregada em todos os pagamentos e compras da operação, que teria a porcentagem de 1/2% sobre os remanescentes, 2% para despesas e trabalho e de 1% para cobrir riscos e prejuízos eventuais.

Vejam os leitores as contas:

 

Rendeu o empréstimo ................................         8.226:932$780

Juros pagos ................................................        9.413:843$109

Custo Total ................................................ 21.024:784$159

 

No dia 19 de maio de 1858, mais outro novo empréstimo contratado com a casa ‘Rotschild e Filhos pelo comendador Francisco Inácio de Carvalho Moreira, mais tarde barão de Penedo, faustoso pelnipotenciário dum Império que vivia de empréstimos. “O fausto de suas recepções fez época em Londres”. Estava legalmente autorizado pelo decreto nº 912 de 26 de agosto de 1857. £ 1:425.000 esterlinas reais e £ 1:526.500 nominais em 4 prestações ... Tipo 95 1/2. Prazo: 30 anos. Juros: 4 1/2 %. Fim: PROLONGAMENTO DA ESTRADA DE FERRO DOM PEDRO II, depois chamada Central do Brasil e novamente Dom Pedro II. É o primeiro da série dos empréstimos que se não faz para pagar somente dívidas e juros atrasados. Desse contrato constam condições esplêndidas para os banqueiros internacionais: comissões de  1%  sobre quaisquer dividendo a pagar, 1/8 % sobre resgates, 2 1/4 % de corretagem.

O governo recebeu realmente, de acordo com o tipo, £ 1:360.275 e até dezembro de 1888 (época da lei áurea) foram pagos £ 3:366.500!

 

Eis aqui agora para o público leitor conhecer um quadro mais claro:

 

Recebidos ...................................................        12.330:423$500

Juros pagos .................................................         9.211:834$845

Custo total ..................................................        24.885:058$650

 

Os juros são, como se vê, uma invenção mirítica. Sobretudo os juros de usura. Afirmam os judeus e seus defensores que a isso FORAM FORÇADOS PELA PERSEGUIÇÃO DOS CRISTÃOS, QUE LHES NÃO PERMITIAM OUTRA PROPRIEDADE E OUTROS NEGÓCIO SENÃO O DINHEIRO. É deslavada mentira! Segundo Von Ihering – “Vorgeschichte der Indoeuropaer” a prova de sobejo, os juros são uma “invenção semita”, os judeus de Babilônia os elevavam a 20 e 25%, e já procediam a descontos, o que é o mesmo  que a margem do tipo dos empréstimos.

Sayce, o grande historiador inglês, escreveu na sua obra intitulada “Assyria, its princes, priests, people”, um documentário insofismável, provando que, em Babilônia, um século antes da primeira destruição do reino de Judá por Sennacherib, já se afirmava o “parasitismo usuário”, que eles já cobravam juros escorchantes e que a casa judaica Egibi Irmãos era o banco Rotschild da Ásia, daquele tempo. (Sennacherib apoderou-se de Jerusalém ao tempo do rei Ezequias, no ano de 701 a.C., isto é, sete séculos antes do nascimento do Senhor Jesus)!!!

Nas páginas da obra intitulada “Le siécle des Artevelde”, de autoria de Van der Kindere, os leitores encontram que, nas Flandres, no século XVI, enquanto os prestamistas decentes não iam além de 6 1/2 %, os judeus de qualquer constrangimento, cobravam de 60 a 200%.

Isto os tornou prodigiosamente ricos materialmente em todos os tempos e por toda a parte, desde quando arrematam os impostos aduaneiros do Império Romano até quando anualmente retiravam 900 milhões de marcos dos empréstimos ferroviários da pobre Alemanha vencida! Era a injeção do sangue semita!

Na Idade Média, desde Luiz II proliferaram a França, onde o Languedoc se tornou um Estado da Judéia no Estado oficial de França. Carlos “o calvo” quis reprimi-los e morreu envenenado pelo médico Sedecias. Carlo “o Simples” espantava-se da pobreza do povo e da opulência judaica. Luiz “o Moço” criou, por causa deles, o ofício de Preboste das Dívidas. Se Felipe “o Augusto” não reage logo, tomariam Paris inteira, pois metade já lhes estava hipotecada...

A engrenagem que nos devia espremer e escravizar entra em pleno funcionamento. Os empréstimos imperiais que se repetiam de década em década, surgem com a diferença dum lustro ou pouco mais e se vão suceder quase anualmente. Estamos no meado do século XIX, em pleno apogeu do domínio judaico no mundo, através da finança internacional, sobretudo, nos Estados Unidos. Não se pense que o reino em Londres ficará distante. Razão sobrava a Hehn para escrever: “Quando Goethe morreu a 22 de março de 1832, Bôrne datou desse dia a liberdade da Alemanha. Na realidade, esse dia marca o fim duma época, porque com ele começou a idade judaica em que vivemos”. (cf. Viktor Hehn – “Gedank uber Goethe”).

É essa a idade que se caracteriza pelo culto do êxito, pela divindade do ouro, pela materialização da existência terrestre, pelo pragmatismo, sem o menor vislumbre de piedade para com os povos escorchados. O capitalismo científico faz do capital uma abstração monstruosa que vai devorar a sua própria sociedade humana atual com o monstro... que gerará até um tempo limitado. É por isso que um homem qualquer espiritualizado imparcial, sem alimentar o menor desprezo para com os judeus, dignos, aliás, de elogios notáveis por muitos títulos, pode e deve considerar a presença de grande número deles entre sua gente como um grave perigo habitado no território alheio. Não é somente o judeu, porém o que proceder do espírito judaico que corrói e decompõe em nós o melhor de nós mesmos. (cf. Chamberlain – “Die Grundiagen das swantzische Iahrhundert”).

Na verdade, a massa brasileira humilde promana da fonte transcendental última: a Ieoshu Natura Renovatur Integra”, equivalente e referente a Chama Crística na Natureza se Renova por Inteiro! Eis aí a descrição simbólica enunciada no Grito do guardião do Brasil da Indiada, do centro do território brasileiro até as mais elevadas nuvens do céu, reciprocamente, a Religião Nacional tipicamente brasileira desde 15 de novembro de 1908 em diante... É este o restaurado Cristianismo de Cristo, sem que ninguém possa nunca lhe silenciar o direito  constitucional da Espiritualidade. Chamamos isto Umbanda Integral. Eis aí descrevemos a sigla I.N.R.I. Nós assim resolvemos mostrar a todos os leitores a verdade doa em quem doer, aconteça o que acontecer! Não pensem que nos derrotaram os discursos do protestantismo!

O reconhecimento do espírito judaico contrário ao Cristianismo de Cristo parte dos sábios de Sião e intelectuais israelitas em assuntos que lhes dizem respeito. Num discurso pronunciado na cidade de Presburgo, a 30 de julho de 1903, o dr. Leopoldo Kahn, notabilidade judaica, dizia: “O judeu nunca se assinalará. Jamais adotará hábitos e usos de outros povos mesmo no território alheio. O judeu continuará judeu em todas as circunstâncias”.

O dr. Mandelstan, professor israelita da Universidade de Kiev, declarava numa oração em pleno Congresso Sionista de Basiléa: “Não desejo a assimilação dos judeus nas outras nações. Quero salvá-los como nação, porque tem uma aspiração comum conservada através da história na sua consciência nacional”. Outro judeu dr. Felsenthal, defendia esta tese: “O JUDAÍSMO É UM POVO E NÃO UMA RELIGIÃO(!) O POVO JUDAICO É TUDO. A RELIGIÃO É UM ACIDENTE”. Com o decurso do tempo esse modo de pensar dos judeus não se modifica, antes cada vez mais se acrisola.

Em setembro de 1933, O American Lewish Congress ofereceu ao historiador israelita Emílio Ludwig uma recepção em Nova Iorque. Segundo telegrama dali, publicado pela A Noite, de 29 daquele mês o ano, durante a mesma, ele “concitou os israelitas do mundo inteiro a se unirem para que A COMUNIDADE JUDAICA FOSSE RECONHECIDA COMO ENTIDADE NACIONAL”. (Só não declina em que território deva ser entidade nacional!) Acrescentou ainda que, “mesmo que os israelitas não se estabelecessem na Palestina, não haveria razão para que não fossem reconhecidos como nação... Citou o exemplo dos poloneses e checos que, quando não dispunham de território, eram considerados como entidades nacionais”.

Apregoando aquela sua pretensão já mencionada anteriormente de formarem assim um Estado dentro dos outros Estados (ou governos) dentro dos outros Estados ou superior a todos os Estados oficiais, os judeus apelam os conceitos de raça e de religião, sempre que qualquer nação alheia procura impedir a formação dessas entidades nacionais, verdadeiros quistos no seu organismo, até que estimulem o início duma guerra, se preciso for. Isso está acontecendo no mundo, hoje, nas diversas nações onde estiverem habitados.

Vejam os que tiverem olhos de ver! Ouçam os que tenham ouvidos de ouvir! Quanto a nós brasileiros nacionalistas convictos e, mais que tudo isso, militantes da Cruzada dos Militares Fiéis Umbandistas do Brasil, na defesa do nosso espaço neste solo pátrio, dizemos: “CADA UM FIEL UMBANDISTA É A GARANTIA DO OUTRO FIEL UMBANDISTA. O FIEL UMBANDISTA NUNCA SE ASSIMILARÁ: JAMAIS ADOTARÁ HÁBITOS E USOS DE OUTROS POVOS”. O fiel umbandista continuará fiel umbandista em todas as circunstâncias”.

Fichte pôs a questão em pratos limpos: “Por quase todos os países europeus se alastram um Estado poderoso, inimigo e paralelo, que vive em contínua guerra civil com todos os outros Estados e pesa terrivelmente sobre os cidadãos. É O JUDAÍSMO. Não creio seja tão terrível somente por formar um Estado isolado, separatista, estreitamente unido, mas porque esse Estado se funda no ódio a toda a humanidade... Todos vós pronunciais palavras melífluas de tolerância, de direitos humanos e de direitos do cidadão. E não vedes que os judeus, que são, sem vós, cidadãos dum Estado mais sólido e poderoso que todos os outros, gozarão no vosso Estado de dupla proteção, esmagando assim os vossos concidadãos. Eles querem os direitos do homem, embora no-los recusem, como se pode ler no Talmud; porém, se quisermos dar-lhes, precisamos primeiro corta-lhes as cabeças numa noite e repor-lhes outras sobre os ombros em que não existam mais idéias judaicas”. Ora, Fichte não é um panfletário anti-semita, nem um político, nem um troca-tintas qualquer; Fichte é um dos maiores pensadores da humanidade! Evidentemente, merece o grifo nosso em algumas poucas reparações coincidindo com o cenário na atualidade!

Outro grande pensador, Schopenhauer, abunda em considerações da mesma ordem: “Os judeus são o povo escolhido de Deus. É possível. Mas, como os gostos diferem, eu não os escolheria... EM NENHUM CASO, SE DEVIAM DAR DIREITOS POLÍTICOS A GENTE QUE NUNCA ESTÁ EM SUA PÁTRIA, cuja única pátria são os outros judeus do universo... Não há idéia mais superficial e mais falsa do que considerar os judeus simplesmente como uma seita, uma confissão religiosa. ISSO NÃO PASSA DE ESTRATAGEMA CALCULADO PARA FALSEAR A VERDADEIRA NOÇÃO DAS COISAS. O emprego de tal expressão não devia ser permitido: deve-se dizer – NAÇÃO JUDAICA”.

Daí a magistral conclusão a que chega Tharaud: “Não é por uma aparente contradição que esse povo, que se mostrou em todos os tempos o mais teimoso em conservar-se a si próprio, se tornou o povo mais internacionalista. Precisamente por ser original e pessoal em excesso, seu gênio o leva a atacar o que há de mais original e pessoal nas sociedades (militares e civis) onde vive, afim de substituir isso por um tipo uniforme de sociedade, do qual sejam excluídas as tradições especiais de cada nação e no qual cada nação perca seu caráter específico, ficando o judeu o mais forte justamente por manter o seu...”

Diante desta exposição incontestável, todos os leitores sabem que isso é uma realidade. Por exemplo, a mulher judia jamais pôde casar-se com o homem alemão natural mas não existe impedimento ao homem judeu esposar-se e possuir filhos com outra qualquer mulher dos outros povos! Isso é injetar o sangue semita!

Kant, Fichte, Hegel, Schopenhauer, toda essa luzida plêiade de grandes filósofos que nesse sentido opinou sobre o Judaísmo Super-Nação, sobre o Judaísmo Internacional, fez-se eco, como os documentos insofismáveis a provam de sobejo, das opiniões exaradas pelos próprios intelectuais israelitas e do clamor que contra essa exploração sobe do fundo dos séculos. Atualmente, existe em cada uma esquina do nosso país aquela seita que já tinha conhecido o público leitor, se religiosa ou política, se o bispo ou pastor já decidiram; é religião, ou é política liberal ou a orientação espiritual autêntica aos seus milhões de seguidores! Na verdade, essas pessoas estão se perdendo, e não querem ver! Depois, não vão se lamentar, dizendo: “Ninguém as alertou sobre esse perigo! O anti-semitismo é, há muitos séculos, mais antigo do que o luzeiro do Cristianismo de Cristo. Nem foi criação deste. Porque, como uma pretensa sinagoga universal do reino de Deus, o judaísmo sempre foi a ocorrência dificílima e perigosa de todos os tempos, não apenas como problema racial ou religioso; porém como responsável pelo problema político e econômico mundialmente. Nos  primórdios da história de Israel, ele se apresenta claramente em todo o Antigo Testamento do conteúdo da Bíblia. Quando Isaque, filho de Abraão e pai de Jacó, vivia em Gemara, os palestinos rebelaram-se contra a sua permanência e seu chefe, Abimelec, disse-lhe estas palavras textuais e significativas: “Afasta-te de nós, porque tu te tens feito mais poderoso do  que nós!” O de Ester documenta a ensangüentada formação do Estado judaico dentro do Estado persa pela matança até das criancinhas, o que foi comemorado posteriormente na festa do Purim. Em Alexandria, formam uma verdadeira nação governada por uma etnarca. Em Roma, constituem o Beth-Dine ao tempo de Augusto e possuem o príncipe da nação, cujas decisões eram apoiadas pelas leis romanas, como se vê do capítulo do CODEX – De Judoeis. Em plena Idade Média, mau grado toda a vigilante defesa dos Estados cristãos, segundo o judeu Bedarride, “suas riquezas contrastavam com o estado miserável em que se arrastava o povo”.

É esse  Estado ou melhor Super Estado financeiro que escraviza a toda a população brasileira nacionalista de fato e também o Brasil como mostraremos adiante.

Para resgatar o escandolosíssimo empréstimo de 1829, que duma maneira permanente pesa, ainda hoje, nas finanças do país, desde que fizeram com Rotschild, por intermédio do referido Carvalho Moreira, e o de 23 de fevereiro de 1859: £ 508.000 ao par, ao prazo de 30 anos e juros de 5%. Ao par! Parece negócio de pai legítimo para filho. Nada disso. Era o saldo justo daquelas miseráveis esterlinas £ 208.000 já pagas e repagas, que SE CONVERTIA EM NOVO FRAUDULENTO EMPRÉSTIMO PARA RENDER JUROS POR MAIS TRINTA ANOS (1859-1889). Com os trinta decorridos, seriam meio séculos e pico! Juros de juros de juros! Nada mais! A probabilidade é que isso os banqueiros internacionais estendam para muito além do ano 2002 em diante. Será que nenhum economista brasileiro nacionalista natural, ensine junto aos próximos candidatos a  cargos eletivos e mostre como essa dívida possa ter fim? De que fórmula é inadiavelmente aplicável a solução final nesse problema, sem que para que isso sacrifiquem mais vidas? É preciso que haja um basta!!!

As £ 508.000 transformaram-se em £ 460.000 novos títulos. O resto sumiu-se em despesas e percentagens. E sabem os leitores quanto nos custaram? £ 762.000 de juros com o capital: £ 1:270.000 (hum milhão, duzentos e setenta mil libras).

As contas do Tesouro dão este belo resultado:

 

Dívida amortizada ..................................................      4.779:548$099

Juros pagos .............................................................     3.606:262$986

Custo total ..............................................................     8.547:235$129

 

Seriam os judeus mesmo o povo escolhido do Supremo Deus? Então quem poderia dar-nos, por escrito, a explicação sustentável por que seus antepassados consentiram a prática do deicídio cometido contra o Senhor Jesus Cristo, o Filho Maior escolhido pelo mesmo Deus Supremo? Nesse sentido, justifica-se a consideração do pensador Schopenhauer, dizendo: “Os gostos diferem, eu não os escolheria (...) Gente que nunca está em sua pátria, cuja única pátria são os outros judeus do universo”. Na predição profética de Oséas, capítulo V, versículos 5 ao 11, todos os leitores da Bíblia saberão que há muitos séculos desfez o Supremo Deus a sua escolha pelos judeus. Mostraram-se em todos os tempos o mais teimoso em conservar-se a si próprio na mesma corrente sanguínea semítica – o homem judeu podendo até cometer o ato ilícito de pedofilia, mesmo nas ocasiões das guerras civis dos povos estrangeiros. Era muito comum esse tipo de delito contra a indiada feminina e negras africanas, no Brasil. De resto, a cultura da indiada foi violentada, ridicularizada, até cair no esquecimento de seus descendentes atuais; forçaram os primeiros habitantes naturais a perder sua identidade nacionalmente cultural. A indiada tornou-se, então, na pior linguagem, sinônimo de selvagem, antropófaga, preguiçosa. Diante de um passado histórico cruento, em que sofreu aproximadamente cinco séculos de dominação dos portugueses e judeus portugueses, o que contribuiu para o extermínio de sua raça – na época em que começava ser formado por uma invasora raça semita querendo os direitos do homem indígena e um Estado dentro do outro Estado, chamado civilizado, Portugal. Contavam-se entre somente os indígenas não menos de 6 (seis) milhões de pessoas, daquele alvorecer da descoberta deste território.

O racismo é um verbete que tem sido muito usado para descrever os mais variados conflitos humanos: desde o genocídio dos povos tribais indígenas nas Américas, as relações entre colonizadores e colonizados, as relações entre palestinos egípcios e judeus, seja o apartheid que existiu na África do SuL até 1994.

Em nome do nacionalismo como entendem os governantes de todos os países, criou-se um poderoso inimigo na figura da indiada, de negros de nações africanas, latino-americanos e etc; transformaram o imigrante, principalmente os povos mais pobres do estrangeiro, à semelhança daquela promessa do conteúdo da Bíblia: “Tu devorarás todos os povos que o Senhor teu Deus dos exércitos te entregará”. (Deu., cap. VII,16).

Mal passava um ano e a 10 de abril de 1860 o barão Penedo, autorizado pelo decreto nº 912, de 26 de agosto de 1857, negociava outro empréstimo com o banqueiro judeu Rotschild para a construção, outra vez, de estradas de ferro, a tipo 90  e juros de 5%, por mais 30 anos. Receberam os representantes do Brasil em prestações £ 1.210:000 que ficaram a dever. Aplicaram-los felizmente em caminhos de ferro, na Companhia E.F. do Recife ao São Francisco,  e  outras, sendo  £ 400.000  para  aquela. E  pagaram  um  total de £ 3.025:000! (cf. “Anuário da Bolsa do Rio de Janeiro”, 1931).

 

Recebimento ...............................................        10.525:947$300

Pago de juros ..............................................          8.344:650$378

Custou-nos .................................................        23.988:515$477

 

Três anos mais tarde, no dia 7 de outubro de 1863, o barão de Penedo assinava outro novo contrato de empréstimo com o mesmo Rotschild. A Imprensa da época denominou-o oneroso e não é, contudo, o pior que os representantes políticos  do  país  fizeram!  Foi  de £ 3:300.000 ao prazo de mais de 30 anos, juros de 4 1/2 % ao tipo 88. Devia servir para remir os saldos dos empréstimos contraídos nos anos de 1824, 1825, 1843, assim como parte da dívida flutuante. Os  banqueiros  internacionais  descontaram  2%  de comissão e 1/2 % de corretagem sobre o capital real acima especificado. O capital nominal elevou-se a £ 3:855.307, 3shs. e 9d.

Pasmem! Os saldos daqueles empréstimos anteriores elevaram-se agora a £ 2:919.000, quase todo o capital real da operação, o que significa que o ouro ficou no cofre dos prestamistas e nós continuando a pagar, pagando permanentemente, e a regar com suor e o sangue de gerações e gerações sacrificadas, por incompetência dos políticos, a infeliz nação brasileira!

O tipo 88 nos deu somente do capital real a soma de £ 2:904.000. Deduzindo  dela  os  saldos ou remanescentes daqueles citados empréstimos - £ 2:919.000, ver-se-á que os banqueiros internacionais não remeteram ao Erário deste país, para pagar a dívida flutuante, nem um vintém. Houve mesmo o déficit de £ 15.000 (quinze mil libras). Portanto, as £ 3:300.000 de que só nos couberam por um óculo... £ 2:904.000 custaram-nos até abril de 1893 - £ 8:426.863. Inacreditável!!!

O senador Castro Carreira nos oferece a seguinte conta até a morte da monarquia:

 

Emprestados ...............................................        28.612:124$750

Juros pagos .................................................       26.886:883$581

Custo total ..................................................        67.463:193$201

 

Do capital devíamos ainda em 1888 £ 515.300.

Parece ter havido um emissário que a Dom Pedro II encaminhou qualquer denúncia sobre a ação do barão de Penedo nesse empréstimo, porque, no dia 6 de novembro de 1863, Sua Majestade escrevia uma carta a Miguel Calmon du Pin e Almeida, marquês de Abrantes, da  qual extraímos este pedacinho acusatório: “Consta-me que o empréstimo contraído em Londres o foi a 85 1/2 % e não a 88, porque houve 2 1/2 % de comissão. Espero que o Ministro brasileiro (Penedo) não tenha recebido parte deles, e de nenhum modo posso consentir que ele o faça. Já procedi do mesmo modo há anos”. (O ônus da prova: A carta encontra-se catalogada nos arquivos do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.) A honestidade do velho soberano se arrepiava contra os intermediários de cá, mas que podia ela, se eles estavam de mãos dadas com o poder colossal dos de lá?

O barão de Penedo veio a público com uma brochura intitulada  “O empréstimo brasileiro contraído em Londres em 1863”, a fim de defender-se de críticas acerbas que lhe eram feitas. Mostrou que as condições do mercado financeiro londrino eram das mais desfavoráveis, não só pelo retraimento da oferta de capitais diante de enorme procura por parte de várias nações de igualitárias desordens das finanças, como principalmente pelo rompimento de relações diplomáticas entre a Inglaterra e o Império, em virtude da famosa questão Christie. E apontou as várias operações de crédito na mesma data ou proximamente realizadas em condições inferiores as da nossa: empréstimos marroquino a tipo 85, ferroviário italiano a 74, egípcios a 84 e 82 1/2, otomano a 68, português a 44(!!),m venezuelano a 63, mexicano a 63, boliviano a 88 e francês a 66,30.

O rol dos países cujos seus representantes políticos lhes fizeram devedores da sistema financeiro internacional demonstra que não é apenas o Brasil o escravizado ao Super Estado Capitalista sem entranhas, mas o mundo inteiro. Nesse sentido, não haveria por isso sempre as possíveis brechas, poderiam influenciar diretamente em cada uma Constituição dos países devedores? Daí a sua aflição, a sua inquietação, a sua angústia, o seu desespero. O povo está mergulhado num pego em que pululam as sanguessugas e estrebucha sugado por todos os lados na lama ensangüentada, devido as constantes violências.  Um dia, no mais brevíssimo prazo possível, os povos compreender-nos-ão a verdadeira causa originária de todos os seus males sociais e, então, as bichas vorazes e nojentas serão duramente castigadas e expurgadas.

Convém, aqui, em boa linguagem, alinhavar a melhor proposta ao próximo governante eleito pelo povo, um bem definido propósito,

 


Última alteração em 05-16-2014 @ 07:07 am

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