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CRUZAUM - Cartilha nº 5
Inserido por: Itauna
Em: 05-13-2014 @ 04:43 pm
 

 

 

MINISTÉRIO CRISTÃO

SISTEMA D'AUMBHANDAN

UMBANDA INTEGRAL

CARTILHA Nº 05

 

CRUZAUM CRUZADA DOS MILITARES FIÉIS UMBANDISTAS DO BRASIL

 

INTRODUÇÃO

 

Na Tradição do Sabeísmo assegura-se que o orientador espiritual é o fiel e desprendido representante do Criador Supremo, o Cristo. Ele, vindo do Altíssimo, desce do mundo espiritual, na dimensão absoluta, habita entre todos os seres vivos localizados dentro das formas humanas deste mundo atual, e aceita a mais árdua tarefa de orientar as almas habitadas material e espiritualmente desgarradas da política, da religião, da ciência, da arte, da magia e da filosofia dos homens práticos. Sua missão transcendental é pô-las de volta a sua verdadeira Origem (isto é, de volta ao Supremo) – a plataforma transcendental do Império da Espiritualidade.

Para nós, os associados da Cruzada dos Militares Fiéis Umbandistas do Brasil, selecionados perante a massa, embora educados em meio a mesma máquina tecnocrática do ensino público do mundo chamado moderno, também sortidos de expressões e termos tais como palavra de Deus, serviço de Deus, mistérios de Deus, já haviam isso se tornado obsoletos desde há muito tempo. A maneira de vida religiosa atual está, hoje, rebaixada acidentalmente a conto de fada pela busca de ouro e dinheiro. Então aí se descreve que todo o homem rico apegado ao ouro e dinheiro é selvagemente o pior escravo. (cf. Evangelho segundo João, capítulo VIII, versículos 34 a 36). “Morrereis no vosso pecado”.

Porém, o aparecimento de um orientador espiritual autêntico e representante legítimo do Criador Supremo, tendo edificado uma Organização Não Governamental na atualidade – a Cruzada dos Militares Fiéis Umbandistas do Brasil, em nosso tempo atual, depois de nove décadas de anunciação do Espírito redivivo para a prática de atos ditosos, ou seja, de caridade consciente de Cristo, força-nos a desafiar qualquer sistema humanamente de natureza política, religiosa e social trazido por invasores estrangeiros desde os períodos colonial, monárquico e republicano e espalhados no território brasileiro.

Mostra-se à luz da verdade um desafio a megera  indomável de nossa herança cultural – a tradição politicamente judaica derramada de maneira delituosa no sangue da indiada e da negrada de nações africanas chegada ao território brasileiro e tratada como escravos. E ela é exibida demasiadamente evidente para não ser aceita pelos insensatos.

O orientador espiritual transmite a palavra do Criador Supremo – através destas cartilhas numéricas, compiladas de suas palestras, de seus seminários, de suas muitas idas aos templos religiosos – e os ouvintes sentiam que outras estruturas se desmoronavam e uma luz mais que resplandecente os obrigava ver quem compreende Deus realmente. “Espírito é Deus”. (cf. Evangelho segundo João, capítulo IV, 24). Quando, pois, Ele desce, então, vos anuncia todas as coisas. (João, capítulo IV, 25). Portanto, apesar DA MANIFESTAÇÃO DO ESPÍRITO PARA A PRÁTICA DE CARIDADE... suas atividades transcendentais neste mundo, o Incognoscível nunca entra em conexão direta com o mundo atual. Mas, através do Ser cognoscível, está desfrutando de estreitas relações com seus fiéis seguidores íntimos, no Reino de Deus.

Em verdade, o representante espiritual veio sob formas e corpos diferentes, mas SUA MISSÃO É SEMPRE UMA E SOMENTE UMA SÓ: DAR CONHECIMENTO TRANSCENDENTAL E ENSINAR COMO SERVIR A DEUS SERVINDO A TODAS AS ALMAS IMORTAIS LOCALIZADAS DENTRO DAS FORMAS HUMANAS AQUI AGORA. “Desejai a todos vós estrangeiros ou não tal o que desejar a ti mesmo”, segundo ordena a Lei imutável.

 

DESENVOLVIMENTO

 

Prosseguindo na série de informações em relação aquela outra casa bancária Dillon Read & Cy. Deu-se em garantia da operação a renda do imposto de consumo.  Os   representantes  brasileiros   receberam  desta  vez  $ 45.000.000 pelos quais se obrigaram pagar  $ 80.000.000 de juros e um total de $ 130.000.000. A transação foi legalmente autorizada pela lei nº 4.230 de 31 de dezembro de 1921, que fixou a Receita. Empréstimo feito receita!...

No ano seguinte, foram bater outra vez no balcão de Dillon Read & Cy, para eletrificação da Estrada de Ferro Central do Brasil, obra de real utilidade e urgência, conforme reconhece ainda agora o consenso geral. Obtiveram o dinheiro pela hora da morte e não se fez a reclamada eletrificação que tanto beneficiaria a população de menor poder aquisitivo dos subúrbios, tosquiada de impostos. O dinheiro que seria para o serviço da Central do Brasil, se reverteu a outras coisas, que não se permitiu saber que destino tomou. Outros $ 25.000.000, foi tratado mediante a taxa de 7% e tipo 91, prazo de 30 anos. Em resumo: foram emprestados $ 22.250.000; $ 52.500.000 de juros a pagar; e o custo total será de $ 77.500.000. Surpreendente troca e admirável eletrificação! Eletrificado foi o dinheiro do povo... Em virtude do contrato, assinado de nossa parte, pelo senhor Helio Lobo, cônsul em Nova Iorque, no dia 31 de maio de 1922, foi concedida em garantia a renda bruta da Central.

Não pensem os leitores que Rotschild ficou esquecido. No mesmo ano em que comemoravam o grito do Ipiranga com a verba para a eletrificação; no mesmo ano em que se completava um século da independência do país, enquanto que somente ele sabia de fonte limpa que não éramos tão independente assim; mas, muito discretamente bonzinho, não dizia nada a ninguém para não desmoralizar e não constranger o seu belo negócio começado há mais de um século com o território brasileiro; Sua Majestade entrou em combinação com Baring Brothers e Schroeder para lançar um empréstimo de nova valorização do café. O Governo Federal precisava atender aos pedidos de São Paulo. A operação foi de £ 9:000.000 a tipo 92 1­/2, juros de 7 1­/2% a prazo de 30 anos, tudo garantido, por 4.535.000 sacas de café. Só investiram no café £ 8:284.500 que renderam £ 20:250.000 e produziram afinal, a bagatela de £ 29:250.000, incompreensíveis a qualquer mortal, mas conforme as artes financeiras.

Ao lado do contrato do empréstimo, o agente brasileiro assinou, outro, que criava um comitê ou junta para guardar e fiscalizar o depósito de café, constante de cinco membros, dos quais um está designado pelo nosso governo e quatro pelo banqueiros, nossos colonizadores...

Rotschild, nos empréstimos que fez conosco desde 1824, nunca ousou cobrar taxa maior de 5%. Às vezes, cobrou menos. Este é o primeiro empréstimo, em que, seguindo o exemplo de Dillon Read & Cy., passa do termo contratual costumeiro. Note-se que está associado a Baring e Schroeder. Parece que considera vitalícios os 5% e cede os remanescentes aos comparsas. SE ALGUM AGENTE FINANCEIRO DO PAÍS PUDESSE LER UM DIA OS ASSENTAMENTOS DO KAHAL... todos esses mistérios seriam devidamente esclarecidos ao eleitorado brasileiro, todos esses e muitos outros. O véu das sinagogas ou igrejas protestantes, porém, não se rasga quotidianamente, e aquele que lhe toca de leve corre o risco de perseguição.

Em 1926, foi contratado outro empréstimo de amortização. Razões nominais para empréstimos jamais faltaram: Rescisão, Conversão, Amortização... Realizaram-no com Dillon Read & Cy. para se fazer face a compromissos do Tesouro. Hipotecaram-se no contrato o imposto sobre a renda, o imposto do consumo, o imposto das duplicatas comerciais, o imposto das contas assinadas e os vários direitos de importação. Se mais houvesse o que empenhar, se empenharia. E o curioso é o brasileiro falar de liberdade com a boca cheia, acreditar nas excelsas virtudes da democracia-liberal, pensar que é independente e julgar-se representado por governantes do país, sabendo todas  as cláusulas e negociações dos bens patrimoniais dos Estados brasileiros. Desta maneira, não se trataria que isso é ilusão de ótica. QUEM EXERCE O PODER DE MANDO, QUEM GOVERNA, QUEM SE CONSIDERA DONO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO SÃO OS BANQUEIROS INTERNACIONAIS. O que falta, hoje, é coragem para denunciar esta verdade. Mas essas maracutais só satisfazem os impatriotas!

Qualquer uma pessoa que tenha nascido na atualidade no território brasileiro deve proceder de acordo com uma conduta irrepreensível e incorruptível, a fim de fazer na prática sua vida perfeita, tornando-se consciente de Cristo. Conseguirá assim distribuir consciência crística em todo o mundo atual. Isto é o que define a intencionalidade de todos os associados da Cruzada do Militares Fiéis Umbandistas do Brasil.

Neste sentido, faz este autor reviver à memória uma parábola do Senhor Jesus Cristo que assegura ser mais fácil um camelo passar pelo orifício de uma agulha do que um rico chegar perante o Reino de Deus. Isto cabe ao político, ao religioso ou não e ao cientista. A riqueza dos Estados Unidos, de Londres, de Israel, de França etc. é, certamente, um obstáculo que fará tropeçar a confiança e fé espiritual de cada um. De resto, a riqueza em excesso é um tropeço. Eis aí se descreve, também, outra advertência do Senhor Jesus, quando responde em réplica a um jovem religioso indagando que obras deveria realizar ele, para chegar perante o trono de Deus consciente da vida eterna: “Se tu   queres   entrar  na  vida espiritual, guarda estes mandamentos: - Não cometerás matança; Não adulterarás; Não cometerás furto; Não dirás falso testemunho; Honra a teu pai, e a tua mãe, e amarás ao teu próximo, como a ti mesmo. Ainda falta-lhe: - Se queres ser perfeito, vai, vende o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu. depois vem, e segue-me, segundo o ensinamento de Deus”. (Evangelho segundo Mateus, capítulo XIX, versículos 16 ao 19 e 21).

Por este período da República Federativa do Brasil, passaram 40 representantes à frente da presidência republicana; foram 15 militares e 25 governantes civis. Não se implantou, nestes 180 anos da independência desta nação, a real Soberania nacionalmente única. Somos um país dependente do capitalismo estrangeiro, sob o pretexto da democracia-liberal ou neoliberal, embora sendo ainda nossa terra privilegiada em muito minério, ouro, petróleo, pedras preciosas etc. Não necessitamos dever nada a ninguém. Precisamos ser gratos ao Senhor da Natureza – o Proprietário de tudo.

Não se pode tolerar coisas como, por exemplo, os agentes financeiros receberam dos banqueiros apenas $ 54.000.000, e ficou a nação brasileira devendo $ 60.000.000, que a 6 1/2% de   juros, no  prazo de 30 anos, renderão $ 117.000.000 somente de juros e cujo total custará ao país $ 177.000.000, até o ano de 1956.

No ano de 1927, tomaram-se os penúltimos empréstimos da falida República Antiga. A Nova esteve de moratória. O bezerro mama o leite ralo dum funding. Apregoa as excelências dum acordo de adesão com os ilustres prestamistas, Troca troca de fatias com os congelados franceses. Dança o hep com o câmbio negro do Hermes Cóssio... Especula com relação as figuras expressivas duma próxima Constituinte. E sugere inversões de ordens do dia à falta de outras...

A verba dum desses penúltimos empréstimos veio de Londres, das mãos do banqueiro Rotschild, associado a Schroeder, Baring et magna  concomitante caterva, para pagar a eterna dívida flutuante e para valorizar a moeda, “presenteando-nos” com o malogrado cruzeiro, que  não conseguiu vencer o velho mil-réis. Mais essa vez, o negociador veio ao Brasil, silenciosamente, regressou, de maneira misteriosa, não se soube por qual caminho, sem deixar rastro. Soube-se pelos  noticiários em jornais.

O dinheiro do outro negociador veio, provavelmente, em barricas, de Nova Iorque, das caixas de Dillon Read & Cy, e para lá também regressou nas mesmas barricas e do mesmo modo que o primeiro. Parece que alguns jornais dessa época publicaram o retrato das barricas...

A emissão inicial foi de £ 8:750.000, a tipo 91 1/2, juros de 6 1/2%. A segunda emissão foi de $ 41.500.000, a mesma taxa e a tipo 921/2. A primeira rendeu £ 8:093.750, destinados aos juros de £ 17:062.500 e ao   custo total de £ 25:812.500.  A segunda   rendeu  £ 38.387.500,  destinados   aos  juros   de  $ 80.925.000 e ao custo total de $ 122.425.000.

Com certeza, toda a população brasileira legítima, todo o eleitorado de um modo geral jamais em momento algum foram informados pelos poderes constituídos ou pelos meios de comunicação da destinação dessas libras esterlinas e dos áureos dólares americanos! Nebuloso e triste destino kármico o da massa deste país abençoado por nosso Senhor Jesus Cristo! A multidão que é manobrada e obrigada a multiplicá-los com o suor de seu rosto o capital “esmolado” dos banqueiros internacionais, injustamente comendo o pão que o diabo estrangeiro amassou e deu-lhe como refeição!...

Eis aí sucintamente exposto o terrível panorama da política brasileira dependente da dívida externa federativa do território nacional. O das dívidas estaduais e municipais é parecido em tudo. Os eleitores nunca tomavam conhecimento, por parte daqueles os quais eles confiaram o seu voto nessa época; pelo contrário os parlamentares sempre burlavam o ato de juramento, quando estavam sendo diplomado, na forma da lei. Quase sempre preferem o discurso ditatorial do saudoso Campos Sales: - “Concorde os senhores eleitores ou não concordem, protestem ou não protestem, os impostos serão decretados e arrecadados. Não posso obrigar ninguém a ser patriota! Mas posso obrigar todos a obedecer a lei!” (Mas o que dizer no tocante o custo total da dívida externa? O eleitor brasileiro merece que respondam! Quando vão quitar a dívida e livrar o território nacional da soberania dos banqueiros internacionais?) O que falta é coragem para dizer a verdade. A situação mundial, hoje, muda profundamente desde 11 de setembro, depois do ataque sofrido em Nova Iorque pelos terroristas de  origem semita.

Contemplando-o, os brasileiros legítimos nacionalistas sinceros compreendem, hoje, fatalmente que o território brasileiro fora hipotecado, desde a independência para cá; vendido aos agentes secretos do sistema financeiro internacional, e que é insolúvel. Enquanto isso se perfila à nossa visão lúcida, como um fantasma ameaçador, os nossos homens públicos dão-se ao desfrute de carpir saudades da Constituição de 1891, de decretar posturas sobre os cidadãos mendigos, de votar constituições atabalhoadas que não consultam à realidade nacional, nesse tempo, discutindo bizantinismos jurídicos, fazendo intrigas pessoais, mergulhando nas competições de corrilhos, atendendo a interesses de grupos empresariais e personalidades e regiões, perdido completamente o sendo da responsabilidade moral perante a nação, igualmente o contato diretamente com a vida real do Brasil, divorciados de suas esperanças. Não se pensou dessa ocasião para cá a providência fundamental, isto é, quitar a dívida externa com os banqueiros internacionais. Que a mocidade, hoje, sobretudo, os já qualificados junto o eleitorado brasileiro, se levantem, se abroquelem num grande espírito de sacrifício e lhes dê uma lição, no mais breve prazo possível:

O problema fundamental da nossa pátria é a sua escravização secular ao capitalismo internacional. Contra isso é que devem os políticos encontrar uma saída. O liberalismo-democrático de coroa e de barrete frígio conduziu a multidão brasileira a esse estado de coisas. É, portanto, incapaz de realizar a obra de nossa libertação por inteiro. Ele se contradiria, se a tentasse. Incapaz também foi arriscar com o comunismo, que é a outra face do capitalismo perverso, quando pretendiam com credenciais disfarçadas e sonhavam resolver violentamente o problema, e mentiam pela gorja, como diziam os intelectuais. Ambos formam o deus Janus do materialismo moderno, pois se enraízam no movimento anti-indivíduo-lógico naturalista iniciado pelo socialismo utópico dos sansimonistas; pois um invoca a sociologia naturalista e o outro, a filosofia materialista: POIS A ECONOMIA, TANTO DE UM COMO DO OUTRO, É RACIONALISTA NO SEU FUNDO, ECONOMIA DE CRIATURAS HUMANAS OU ECONOMIA DE MASSAS; pois ambos profanam do mesmo movimento de análise que despedaça toda visão totalitária dos fenômenos humanos. TANTO O CAPITALISMO CIENTIFICAMENTE PERVERSO COMO O COMUNISMO CIENTIFICAMENTE ICONOCLASTA SAEM DO LIBERALISMO ECONÔMICO, SÃO FILHOS GÊMEOS E PRETENDEM A MESMA ABSOLUTA SOBERANIA AUTÔNOMA E PREPONDERÂNCIA DOS FENÔMENOS ECONÔMICOS E DOS FENÔMENOS MATERIAIS SOBRE OS FENÔMENOS ESPIRITUAIS, DIVINOS, MORAIS E RELIGIOSOS.

Só a verdadeira doutrina do Cristianismo de Cristo, tal como rechaçamos  as atuais política e economias, com base nesta difusão dirigida pela ética e pela moral, portanto a superior visão totalitária do panorama social, consciente de Deus, só ela é incomparavelmente capaz de dizer a dura realidade à nação brasileira e de salvá-la, retomando-a das garras dos usuários de lá e de cá, se se mantiver fiel à sua doutrina indestrutível. Para essa obra ingente, precisa ser a ONG forte – Cruzada dos Militares Fiéis Umbandistas do Brasil. Para ser forte, precisa soldar todos os que se associarem – numa porção incalculável animada de aspirações comuns -, argamassada na mesma dor, em defesa do Brasil, soberano, no mesmo espírito de sacrifício e na mesma esperança. Portanto, peleja em prol do contínuo renascimento do Espírito – O GUARDIÃO KURUGUSSU -, a fim de conseguir retomar a grandeza da Pátria amada, chamada Brasil dos realmente brasileiros. Este próximo século não é mais século unicamente dos Direitos Humanos dos oportunistas de lá e de cá, porém o século dos Deveres Eternos do Homem-espírito, que o ouro de pan-judaísmo materialista universal tem feito esquecer com a ilusão daqueles apregoados Direitos.

O Brasil não estará fugindo ao ritmo do mundo atual, procurando em Moscou, por exemplo, no outro extremo da oscilação do pêndulo judaico, suas inspirações sociais e seus credos políticos. Ele pode investigá-los nas lições de sua própria descoberta histórica, no seu sentimento cristão incomparável e na sua tradição de ancestralidade nacionalista.

O Brasil há de acordar ao sonoro grito do seu Guardião sideral comandante de suas milícias verdejantes que se deslocam desde o Amazonas e entrecruzam nos quatro pontos cardeais do país, em conexão direta com sua mocidade sadia. Ele há de libertar-se, no mais breve prazo possível, assim, dos que o escravizaram ao capitalismo selvagem e dos que, com os estancos do ouro arrancado do território alheio há séculos afora o exploram, ainda hoje, nessas missões “evangélicas” internacionais, impunemente, o manietam e o carregam em pós a sua embarcação de roubalheira, gozando o que custou o suor de seus garimpos, o sangue de alguns guardas florestais e as lágrimas dos seus pobres.

Na seqüência, damos prosseguimento pela ordem os outros presidenciáveis do período republicano, até completar os 40 nomes dos governantes que já ocuparam o mesmo poder.

11) . Epitácio da Silva Pessoa, 28/7/1919 a 15/11/1922, jurista conhecido, advogado que esteve representando o Brasil na Conferência de Paz realizada em Versalhes-França; organizou escalão ministerial dos mais dignos da época; destacou-se a personalidade do historiador Pandiá Calógeras, à frente do ministério da Guerra, que, embora sendo civil, foi dos melhores que essa pasta contou, no começo do período republicano.

Intervindo  na política estadual de Pernambuco, Epitácio Pessoa agravou com essa atitude algumas inimizades antigas e atraiu contra o seu governo soberanos fortes e antipatias. Por exemplo, o Marechal Hermes da Fonseca tomou atitude contra o presidente e foi repreendido pelo Ministro da Guerra. Isso precipitou os acontecimentos. A 5 de julho explodiu uma revolta no Rio de Janeiro.

12) . Arthur da Silva Bernardes, 15/11/1922 a 15/11/1926, iniciou um período dos mais agitados da história republicana; enfrentou uma forte oposição radicalista, em seu tempo de administração, aliás, decorreu esse governo quase todo em um regime de Estado de sítio, o que não o impossibilitou, contudo, de realizar algumas providências úteis, inclusive a criação da defesa permanente do Café, cujo preço por arroba multiplicou, graças às medida adotadas.

À sua volta, estiveram excelentes oficiais superiores como  Eduardo Gomes, Juarez Távora, Felinto Muller, Simas Enéas e vários outros, além de oficiais da Força Militar de São Paulo.

13) . Washington Luis Pereira de Souza, 15/11/1926 a 24/10/1930, começou sua carreira pública como promotor da Comarca de Barra Mansa; pois que executou arrojados planos fortalecendo o crédito do Estado, abriu centenas de quilômetro de estradas, resgatou de maneira parcial a dívida flutuante, reformou a instrução pública e criou numerosos estabelecimentos de ensino.

COMPOSIÇÃO DA JUNTA GOVERNATIVA (24/10/1930 a 3/11/1930) – Foi formada essa Junta Governativa logo após as penúltimas negociações dos empréstimos da falida República Velha que anteriormente nos referimos no câmbio negro do Hermes Cóssio. A pasta das Relações Exteriores esteve ocupada por Afrânio de Melo Franco e outros.

14) . Getúlio Dornelles Vargas, 3/11/1930 a 29/10/1945, em conseqüência das eleições realizadas a 1o de março de 1930 para a sucessão de Washington Luis, em que sairá vitorioso o candidato Julio Prestes e derrotado Getúlio Vargas, EXPLODIU NO PAÍS UMA REVOLUÇÃO VIOLENTA, SOB O PRETEXTO DE QUE HAVIA SIDO FRAUDADA ESSA ELEIÇÃO, segundo denúncia pública da Aliança Liberal (ou seja, organizou-se um grupo de políticos que contava em seu meio algumas figuras expressivas). As idéias que o grupo defendia encontravam repercussão entre a massa que se mostrava exausta de ultrapassados métodos e de partilha do poder entre São Paulo e Minas Gerais.

Vargas chefiou o movimento rebelde que se saiu vencedor; assumiu o poder no Rio de Janeiro, a 3 de novembro desse ano, constituindo um governo provisório que se iniciou imediatamente com uma série de  providências relâmpagas, destacando-se um reforçado sistema de centralização administrativa. Para os Estados, com exceção o de Minas Gerais, FORAM NOMEADOS INTERVENTORES FEDERAIS, RECAINDO A ESCOLHA, QUASE SEMPRE, EM JOVENS MILITARES TENENTES. O chefe do governo provisório dissolveu o Congresso e indicou as próprias atribuições numa Lei Orgânica que declarou vigente, com muitos artigos da Constituição do ano de 1891. Foram criados dois novos ministérios, do Trabalho e da Educação e Saúde, dotando-se o território brasileiro de uma legislação trabalhista considerada avançada, nessa época.

Obviamente, não tardaram a se manifestar a corrente oposicionista , em diversas jurisdições territoriais, especialmente em São Paulo, tendo a pretensão de intérpretes do sentimento da multidão, reclamavam a volta do país ao regime constitucional, pugnando pelo fim do governo provisório e pela realização de eleições.

Com esse propósito, explodiu em São Paulo, em 9 de julho de 1932, uma revolução tendo à frente do comando o general Isidoro Dias Lopes, assessorado pelo coronel Euclides de Figueiredo, que contava receber apoio de outras unidades da Federação. Esse auxílio falhou, entretanto, embora do Estado de Mato Grosso tivessem chegado algumas forças sob o comando do então coronel Bertoldo Elinger.

Com a vitória da revolução chefiada por Getúlio Vargas, e já eleito para o Senado federal por Minas Gerais, Arthur Bernardes foi preso, exilando-se na Europa.

A volta do país ao regime constitucional não conseguiu, porém, dissolver o fermento de inquietação que, no Rio de Janeiro, agitava a nação, e que explodiu num levante comunista verificado em novembro de 1935 no Rio de Janeiro, Pernambuco e Rio Grande do Norte, prontamente sufocado. Os comunistas foram presos. Pouco depois ocorria, também, um levante do Integralismo, facção política que surgira sob a direção do parlamentar Plínio Salgado.

Em 1937, quando faltava um ano para o término do seu mandato e quando já se anunciavam candidatos à presidência da República os senhores Armando Sales de Oliveira, José Américo de Almeida e Plínio Salgado, este último persona não grata para os banqueiros internacionais, o chefe do governo deu um golpe de Estado, em 10 de novembro, fechando o Congresso Nacional e instituindo no país um outro regime que ele, Vargas, denominou de ESTADO NOVO. Havia em São Paulo e Minas Gerais aqueles parlamentares suspeitando que o golpe estratégico foi por causa das pressões dos agentes secretos do sistema financeiro internacional. O jurista Francisco Campos elaborou em tempo recorde uma Constituição e Getúlio Vargas aceitou permanecer no poder muito tempo. Permaneceu no poder durante longos anos, preparando-se como um Ditador, que foi posteriormente deposto e voltou a governar, reeleito.

Getúlio Vargas gostava de qualificar-se envaidecido como uma ponte para as negociações entre o bloco comunista e a burguesia, estratégia para representar o equilíbrio entre os dois pratos da balança para satisfazer o capitalismo internacional.

Suicidou-se no dia 24 de agosto de 1954, no palácio do Catete.

15) . José Linhares, 29/10/19445, em seu governo  de transição esteve formado um escalão ministerial considerável. Nas Relações Exteriores: Pedro Leão Veloso; Guerra: General Pedro Aurélio de Góes Monteiro; Aeronáutica: Tenente-Brigadeiro Armando Figueira de Almeida Trompowiski; Marinha: Almirante Jorge Dodsworth Martins; Viação e Obras Públicas: Maurício Joppert da Silva.

16) . Eurico Gaspar Dutra, 31/1/1946 a 31/1/1951, contou para o cargo de Vice-Presidente: Nereu de Oliveira Ramos; Trabalho, Comércio e Indústria: Otacílio Negrão de Lima; Guerra: General Canrobert Pereira da Costa; Relações Exteriores: João Neves da Fontoura.

17) . Getúlio Dornelles Vargas, 31/1/1951 a 24/8/1954, volta novamente a presidência do país e seu Vice-Presidente o senhor João Café Filho; no ministério da Fazenda: Horácio Lafer; Guerra: Euclides Zenóbio da Costa; Justiça e Negócios do Interior: Francisco Negrão de Lima, Tancredo de Almeida Neves e outros.

18) . João Café Filho, 24/8/1954 a 9/11/1955, assumiu um governo provisório e esteve formado um escalão ministerial, dentre outros: Aeronáutica: Brigadeiro Eduardo Gomes; Guerra: Marechal Henrique Batista Duffes Teixeira Lott; Marinha: Almirante Saladino Coelho; Relações Exteriores: Raul Fernandes.

19) . Carlos Coimbra da Luz, 9/11/1955 a 11/11/1955, presidiu o mais curto governo central, não dispondo, por isso, de alguém para ocupar a vice-presidência; no escalão ministerial estiveram: da Aeronáutica: Brigadeiro Gomes. Guerra: General Álvaro Fiuza de Castro; Marinha: Vice-Almirante Jordão Amorim do Vale; Relações Exteriores: Raul Fernandes.

20) . Nereu de Oliveira Ramos, 11/11/1955 a 31/1/1956, seu governo também de transição foi marcado principalmente no âmbito das Relações Exteriores, representado por José Carlos Macedo Soares; Guerra: Marechal Henrique Batista Duffes Teixeira Lott; Fazenda: Mário Leopoldo Pereira da Câmara.

Prosseguiremos esta série dos presidenciáveis do período republicano, na Cartilha nº 6.

 

A CIRCULAÇÃO FIDUCIÁRIA,  O DESCRÉDITO

E A RUÍNA DA ECONOMIA NACIONAL DO BRASIL

 

Para obter no estrangeiro os grilhões de ouro que algemam os governantes do Estado oficial, estadistas e financistas, imperiais ou republicanos, cederam em garantia vias-férreas, alfândegas, rendas, arrecadação de impostos, depósitos de café, abertura dos portos, exploração das ervas medicinais da Amazônia, etc. Nunca lhes ocorre salvar as dificuldades com emissões lastreadas sobre esses valores reais. Por quê será? Se com eles o país levanta ouro na Europa, eles indubitavelmente, valem ouro. Por que, então, não podem tais valores reais servir de lastro a emissões que evitariam juros escorchantes, comissões, despesas extraordinárias e descontos?

A essa idéia, os chamados anti-inflacionistas e outros produtos teratológicos da finança liberal se inflamam e passam, no que fala nisso, o diploma de burrice. A verdade, todavia, é que as emissões, feitas com base honesta e segura, aumentam a produção, o consumo e a circulação das riquezas. OBRIGAM AO EMPREGO DE CAPITAIS LÍCITOS EM NOVAS ATIVIDADES E MOVIMENTOS, FORÇOSAMENTE, FAZEM BAIXAR OS JUROS BANCÁRIOS, ANIQUILA TODA ESPECULAÇÃO, E NÃO  DÃO AQUELA TENTADORA MARGEM DOS TIPOS DOS EMPRÉSTIMOS, ASSOMBROSA INVENÇÃO DO SISTEMA FINANCEIRO INTERNACIONAL PARA AMOLECER A CONSCIÊNCIA DOS NEGOCISTAS E FAZER COM QUE ELES VENDAM A PRÓPRIA PÁTRIA, CHAMADA BRASIL...

Reflitamos em cima disso que assegura um verdadeiro técnico no assunto economia:

“Quando se fala em comissão bancária e em moeda fiduciária, os nossos estadistas logo se arrepiam, vendo o país submerso e  afogado numa torrente inestancável de papel-moeda depreciado e inútil, quando não lhes serve para tapar os rombos das receitas orçamentárias, ano a ano, produzidos ordinariamente pela sua comprovada intencional incompetência administrativa.

Fora deste último caso, para eles, a circulação fiduciária significa o descrédito e a ruína. E, nos seus espíritos conturbados, o horizonte pátrio parece carregado de espessos nimbos, donde emergem as figuras sinistras e carrancudas dos nossos credores estrangeiros – sobrecenhos fechados, garras distendidas, quais abutres famintos, prestes a dilacerarem a integridade da pátria, numa divisão voraz de festim canibalesco.

É que, para os estadistas, o dinheiro só tem uma utilidade – pagar dívidas. E, quando é de uma espécie que não pode ser aceita nos mercados externos, é inútil e perigoso.

Todos os nossos males tem provindo desse conceito e da atribuição errônea feita ao papel-moeda, da instabilidade cambial, no nosso comércio externo.

Estudando-se a história da nossa circulação monetária, não é difícil, entretanto, descobrir-se que O MAL NÃO VEM DA MOEDA FIDUCIÁRIA EM SI PRÓPRIA, PORÉM DA APLICAÇÃO QUE SE LHE TEM DADO, POIS AS EMISSÕES SÃO SEMPRE FEITAS PARA COBRIR OS DÉFICITS ORÇAMENTÁRIOS.

E por quê? Porque a moeda, sendo apenas  um intermediário das permutas de utilidades em circulação, NADA MAIS É DO QUE UMA ORDEM DE PAGAMENTO EMITIDA CONTRA O CONJUNTO DESSAS UTILIDADES, SEGUNDO ENSINAM OS MELHORES MESTRES.

Logo, o dinheiro emitido sem a necessária equivalência de utilidades produzidas, ou, calculadamente, a produzir num determinado lapso de tempo traz, fatalmente, o cunho do desvalor, porque o valor é arbitrário e sem base. É UMA COISA FEITA DO NADA, E QUE, A NADA CORRESPONDE”. (cf. J. Castro – “A organização bancária do Brasil”).

Diante deste ensinamento insofismável aos estadistas do Brasil, todos os eleitores do país cobram, hoje, a aplicação desta solução final, destruindo toda especulação, e tapando os rombos das receitas orçamentárias, ano após ano. Basta unicamente vontade política!

Emissões as fizeram muitas vezes e sempre mal intencionados, pois que se não baseavam sobre utilidades produzidas ou a produzir; porém em coisa alguma, destinadas a pagar dívidas e não a desenvolver a nação dentro de sua soberania econômica única. Faltava-lhes, até agora, o meio circulante ousado para o desenvolvimento da produção, repudiando toda especulação, do consumo e da circulação das riquezas. Sempre nos tem feito falta, e o ouro, outrora arrancado do solo brasileiro da pirataria e da conquista, a ladroeira do estanco do período colonial, que, ainda hoje, nos custa suor e sangue dos empréstimos externos, como se tem assistido, pouco ou quase nada serviu para isso mas muito serviu, ao contrário, para a alimentação dos próprios empréstimos, para os banqueiros estrangeiros, como denunciava em seus escritos desde 1842 o conselheiro Cândido de Oliveira e reconhecia em 1898 Joaquim Murtinho.

Amaro Cavalcanti citou estes conceitos do economista J. Nobel, que vem a talho de foice: “SE O PAPEL-MOEDA CONSISTE EM FACILITAR A PERMUTA CONTÍNUA DOS PRODUTOS, DE TODOS OS SERVIÇOS, DE TODAS AS FORÇAS PRODUTIVAS, EM UMA PALAVRA, DE TODOS OS VALORES QUE CONSTITUEM O CAPITAL; SE A PROPRIEDADE DE UM PAÍS ESTÁ NÃO SOMENTE NA RAZÃO DE SEUS RECURSOS, MAS, IGUALMENTE, NA MANEIRA POR QUE ESSES RECURSOS SÃO APROVEITADOS; SE ESSE APROVEITAMENTO OU EXPLORAÇÃO É TANTO MAIS ATIVO QUANTO OS PRODUTOS CIRCULAM MAIS RAPIDAMENTE E SE TRANSFORMAM DE NOVO EM FORÇAS PRODUTIVAS, É EVIDENTE QUE O SINAL QUE TEM O MONOPÓLIO DE REPRESENTAR O CAPITAL CIRCULANTE DEVE SEMPRE EXISTIR EM QUANTIDADE EQUIVALENTE AQUELA DOS VALORES A QUE É CHAMADO A REPRESENTAR” (cf. Amaro Cavalcanti – “O meio circulante nacional”).

O capital circulante no Brasil nunca existiu em quantidade equivalente, como quer J. Nobel, aos valores que é chamado a representar e muito menos às necessidades da circulação. A falta de numerário tem sido, desde o Brasil-Colônia, um dos cruéis empecilhos ao nosso povo brasileiro, sobretudo, os desempregados, que não vê perspectiva de progresso. O estudo de nossa história numismática mostra, nas formas e valores das moedas, a penúria que delas sempre houve. No período colonial e na monarquia deste país, recunhavam-se moedas antigas e estrangeiras. Daí a necessidade das moedas particulares que formigam pelo nosso interior e mesmo no litoral: jetões, vale, etc.

A própria economia ensinada aos técnicos da escola manchesteriana aceita a tese pela voz autorizadíssima do judeu Ricardo: “A moeda  atinge o estado mais perfeito quando se compõe unicamente de papel. O uso do papel em lugar do ouro substitui um agente muito caro por um baratíssimo, e habilita o país, sem daí resultar  nenhuma perda para os particulares a trocar o dinheiro empregado para alimentar a circulação por matéria prima, maquinismos e substâncias, cujo uso aumenta, a um só tempo, a riqueza e os gozos de cada uma nação”. (cf. Ricardo – “Principles of Policital Economy and Taxation”).

O próprio Levasseur admitia, em 1882, a economia como ciência moral, que buscava o útil, porém em corroboração com os princípios morais, conformado ao justo no conjunto das relações sociais; considerava o dinheiro mercadoria, mas o revestia do caráter legal, a fim de servir de intermediário na troca das outras mercadorias e de denominador comum na comparação dos valores.

Não se deve procurar na moeda seu valor intrínseco, não se deve fazer dela uma mercadoria. Torná-la mercadoria é o conceito puramente judaico que aniquila a civilização. A moeda não é uma jóia, declara o economista Laveley, mas um “cheque sobre o conjunto das mercadorias, que permite escolher os produtos equivalentes ao seu valor nominal”. O QUE VALE, POIS, É O PODER AQUISITIVO DA MOEDA SEJA ELA DE FERRO OU DE ALUMÍNIO, DE PAPEL OU DE PAPELÃO. E esse lhe é dado pelo lastro em que se baseia, não obrigatoriamente ouro, mas o que ouro valha, e pela soberania econômica do Estado.

Encontra-se publicada uma matéria na “Resenha Financeira do ex-império do Brasil”, autoria de Amaro Cavalcanti onde acusa que, em 1835, o nosso meio circulante era de 30.702:559$000 (papel), para uma população de 3.800.000, segundo o cálculo para o ano de 1934 do senador José Saturnino. Em 1870, era de 28.090:940$000 (papel) e  15.101:742$823 prata e ouro, ao todo 43.192:682$823 para uma população de 10.415.000, segundo o cálculo do senador Pompeu. Ora, em 40 (quarenta) anos, quase meio século, houve uma diferença para mais no meio circulante de 12.490:123$823. Como desenvolver-se o Brasil sem o instrumento necessário à circulação de suas riquezas? O PAPEL-MOEDA CHEGOU A TER ÁGIO SOBRE O OURO. Todas essas coisas estranhíssimas conhecidas dos mais idosos da política  brasileira desde o período da monarquia, tão volumosas, aliás, por muitos títulos, denunciam como a massa populacional foi a grande colônia agrícola e comercial dos agentes banqueiros internacionais de diversos países estrangeiros; primeiro PELO TRATADO DE COMÉRCIO DO ANO DE 1809, DEPOIS PELOS EMPRÉSTIMOS A PARTIR DE 1824 EM DIANTE.

O Brasil chegou à derradeira década da monarquia com pouco mais de 200 mil contos de papel-moeda em circulação. O pavor inflacionista assoprado pelo interesse do credor, que vive do ouro, para quem o ouro é o tabu, naturalmente se arrepia diante da soma estarrecedora. Procurou-se reduzi-la e chegou-se a 195.204:000$000 em 1889, no primeiro trimestre do ano. No fim, estava já em 179.371:166$500.

A República do Brasil apareceu com o positivismo de Augusto Conte infuso e logo, de cara, levantarão índice, infelizmente com aquelas emissões que J. Castro declara virem do nada e por isso nada valerem: 298.476:000$000. Que era isso, se fosse conscienciosamente bem feito, para o povo naquela ocasião?

Em 1931, apesar do regime de ditadura do governo Vargas haver iniciado, a nossa circulação de papel-moeda atinge, tendo sido sempre aumentada sem base alguma, a 2.940.000:000$000. Esse capital absolutamente não basta para um país, nessa altura, de 40 milhões de habitantes, tão vasto como um mundo de seres vivos. O BRASIL, PARA SE DESENVOLVER DE VERDADE, PRECISAVA PELO MENOS DE 500$000 POR BRASILEIRO. SERÁ POSSÍVEL QUE O TRABALHO DE CADA UM BRASILEIRO NÃO VALHA 500$000? SERÁ POSSÍVEL QUE O SEU VALOR PRODUTIVO EM TODA UMA EXISTÊNCIA TERRESTRE NÃO CHEGAVA A TANTO? Seriam, nesse tempo, 20.000.000:000$000 (vinte milhões de contos). O lastro? Qual o lastro? Indagariam ansiosos os que ainda se deixam impressionar com aqueles técnicos financeiros internacionais, inimigos do papel-moeda, que habilmente confundem de propósito o papel-moeda ruim com o bom. Qual o lastro? Perguntariam pálidos os que ainda não compreenderam o interesse do banqueiro judeu contra o papel-moeda, que só admite lastreado exclusivamente no ouro, isto é, ouro mesmo. Qual o lastro? Inquirirão os que põem os olhos em alvo diante da sabença de Sir Otto Niemeyer, inspetor financeiro desta colônia sul-americana.

O lastro será o mesmo que a eles, banqueiros, nós temos dado para recebermos o seu próprio ouro, o mesmo que eles têm sempre aceito e que, portanto, a ninguém é licito recusar: vias férreas, obras públicas, rendas, tributações e o crédito do país. Se eles nos adiantam ouro por essas coisas, claro é que podemos emitir sobre elas, não cautelas, bônus e títulos como eles, porém cédulas de curso nacional. Se havemos de permitir que eles continuem essas emissões por nossa conta, com margens de tipos, descontos, corretagens, comissões e juros escorchantes, nós agora vamos fazê-las e, ao invés de hipotecarmos nossas vias férreas e alfândegas a eles, nossos notáveis credores, hipotecá-las-emos a nós mesmos. Nada mais claro e justo, até muito claro e muito justo.

Mas eles objetarão o que qualquer um dos engraçados financistas do liberalismo econômico diria galhardamente em aparte: - “Esse dinheiro não servirá para pagar contas no estrangeiro, não terá cursos nos outros países”. Estão enganados. SERVIRÁ E TERÁ CURSO, PORQUE REPRESENTA VALORES REAIS, UTILIDADES E PRODUTOS QUE VALEM OURO, COMO ELES PRÓPRIOS TÊM RECONHECIDO. REPRESENTARÁ TÍTULOS DE UM EMPRÉSTIMO QUE NÃO RENDE JUROS, TÍTULOS QUE SERVEM DE CHEQUES REAIS SOBRE O CONJUNTO DOS PRODUTOS.

Além do que desviamos da economia brasileira, damos para obter aquilo que, também, por exemplo, nos pertencia, o ouro, lá fora e que serve para lastrear emissões, possuímos muitas coisas mais: créditos hipotecários, um monopólio oficial, de casas de penhores, obras de rendimento certo, o imenso patrimônio nacional incomparável e descurado, a magnífica riqueza imobiliária da nossa nação. Mais que a metade da soma deslumbrante, ou sejam, dez milhões de contos – o equivalente 250$000 por brasileiro, chegariam para imprimir a nação um invejável fundo monetário, que, bem conduzido por um chefe soberano do Governo brasileiro, poderia, nas décadas próximas em diante, emancipá-lo da tutela estrangeira.

É INCRIVELMENTE TEMEROSO QUE ÀS MÃOS DE BANQUEIROS DE NACIONALIDADE JUDIA, EM GERAL GANANCIOSOS E INESCRUPULOSOS, SE DEIXE AO SEU BEL-PRAZER UM INSTITUTO DE CRÉDITO POPULAR COMO O DAS CASAS DE PENHORES. São elas que devem atender ÁS NECESSIDADES PREMENTES DE DINHEIRO, justamente por parte dos menos favorecidos da fortuna e, em lugar de torná-las fonte esplêndida de renda, ao mesmo tempo que de auxílio ao natal permanente diário a todos os pobres pela modicidade dos juros, OS GOVERNOS REGIONAIS SE MANTÊM INDIFERENTES AO ESFOLAMENTO DA MASSA POPULACIONAL POR SEU INTERMÉDIO E, CONSEQÜENTEMENTE, AO ENRIQUECIMENTO DE PARTICULARES SEM PÁTRIA, QUE CANALIZAM AS TAXAÇÕES LUCRATIVAS PARA FORA DO BRASIL. Por isso, alertamos insistentemente em monopólio de penhores. Ao caso é aplicável o conceito de P. J. Proudhon – “Theorie de l’impôt” quando se refere às iniqüidades que os governos e os interessados se esforçam de impor silêncio, mas que, de vez em quando, FAZEM OS POVOS DOS DIVERSOS PAÍSES ESTREMECER AOS GRITOS DE VINGANÇA.

URGE, EM 2003 EM DIANTE, UM MELHOR SISTEMA DE INVESTIGAÇÃO, INERENTE A UMA REAÇÃO EM CADEIA, NOS ESTADOS BRASILEIROS CONTRA AS CASAS DE PENHORES JUDAICAS E NÃO SERIA A PRIMEIRA NO MUNDO ATUAL. Em 1481, o franciscano Bernardino de Feltro iniciou terrível campanha investigatória contra elas e fez lacrar para sempre as dos judeus de dupla nacionalidade e lombardos que emprestavam à taxa de 20% (vinte por cento), fundando o monte-de-socorro oficial a 5%. Por toda a Europa, os montes-de-socorro se multiplicaram a esse exemplo. Os implicados contestaram e foram combatidos com todas as armas e acusados sobretudo de usura! “Tolerados em toda a parte pela autoridade e o governo constituídos – diz Batbie (“Le credit popularire”) – encontraram na nova instituição de crédito um concorrente terrível”.

Mexeram céus e terra, conseguindo levar o caso pretendido ao Concílio de Latrão, na Itália, que lhes não deu ganho de causa. “O movimento que criou os monte-de-socorro por todo o território italiano coube, em grande parte, ser atribuído à ORDEM DOS RECOLETOS (Franciscanos) e, na Ordem, ao pregador Bernardino de Feltro. Os monges percorriam as cidades em que si tinham estabelecidos judeus e lombardos, e pregavam contra a usura a populações ardentes, que, saindo do sermão, decidiram queimar as casas de penhores dos usuários. A multidão procurava os Recoletos, quando sabia de sua chegada nesse expediente. Para os defenderem contra a terrível eloqüência desses frades, lombardos e judeus eram obrigados a recorrer à polícia dos príncipes”.

Sempre os governos cordialmente dão mão forte ao judeu, ao contrário do Senhor Jesus Cristo, e os que nele confiam fielmente. O próprio governo pontifício. O Império de Roma era denominado o Paraíso judaico romano. São os povos que sofrem suas avanias e explorações quem sempre têm reclamado e, às vezes, quem têm feito justiça por suas mãos. A partir daí, buscam sustentação desordenada através do poder paralelo... Perguntai a um qualquer indivíduo comum da massa populacional ou homem de governo, por que se consente o monopólio oficial de penhores com juros módicos e ele vos dará razões de cabo de esquadra. Mas, então, nossa esperança, está no surgimento de um espírito de escol, à semelhança de um novo Bernardino de Feltro e modernos recoletos que realizarão o mesmo feito igualitário.

Obviamente, a contestação às idéias dessa natureza por parte dos tutores das nações e dos negócios, em geral através de seus prepostos, lança logo mão de um pseudo-cientifismo econômico-financeiro que ilude, deixa em cima do muro a muita gente da classe política ou protestante e contra o qual é preciso estar muito prevenido, até mesmo o chefe do governo. O combate é de se prever terrível e sem piedade. Alonga às últimas conseqüências, porque essas idéias destroem muitos tronos suntuosos lá de fora e aqui de dentro, cujo reboço dourado foi argamassado com o suor e o sangue da população brasileira. Só o Brasil – reorganizando a soberania unicamente da presidência do país – governado por chefia fortemente apoiado pelas Forças Armadas em comum acordo do Congresso, reforçando a Autoridade moral e pela sua capacidade tecnológica conseguirá realizar a solução sobre o problema econômico e financeiro do país.

Hipotecou-se, por exemplo, a Rotschild o imposto de consumo, gravou-se o território brasileiro por 30 ou 40 anos e nenhum disse nada. Por quê se não emitiu a quantia de que se precisava sobre esse imposto, queimando-se anualmente uma porção da emissão correspondente à quota da renda do tributo equivalente à amortização que se faria no caso de um empréstimo? Na hipótese dessa emissão ser efetuada para construir um porto aduaneiro ou uma ferrovia, quer parecer, provavelmente, que estas sairiam ao país muito mais barato do que uma operação com Rotschild a 5%, tipo 75 e 63 anos de  prazo acordado, além das comissões de 1,  1/2%, 2%, etc. Naturalmente Rotschild, os que o representam lá ou cá e os que sustentam dos  seus restos ou suas sobras contestarão em réplica contra o devedor que esteja pensando quitar totalmente a dívida do Brasil...

É URGENTE QUE OS GOVERNOS FEDERAL E ESTADUAIS DEIXEM DE SER, COMO QUALIFICA COTTFRIED FEDER, COBRADORES  DE  JUROS POR ORDEM DE AGENTES ANÔNIMOS.

O estrategista autor da obra intitulada “Os Protocolos dos Sábios de Sião” escreveu as seguintes normas em vigor, ainda hoje, as que pedimos a todos os leitores atuais que reflitam profundamente sobre elas:

“As crises econômicas têm sido produzidas por nós contra os cristãos com o único fito de retirar o dinheiro da  circulação. (Isso já mostraram na Argentina recentemente). Enormes capitais  ficam estagnados e suprimem o numerário dos Estados, obrigando-os a pedi-lo a esses mesmos capitais. Tais empréstimos gravam as finanças públicas com o peso dos juros, tornando os governos escravos dos capitalistas mata, pouco a pouco, a pequena indústria e absorve todas as forças do povo, e, ao mesmo tempo, as do Estado oficial. As emissões atuais de dinheiro, em geral não correspondem ao número do consumo PER CAPITA (!) e não podem, por conseguinte, satisfazer as necessidades de todos os trabalhadores. As emissões devem estar em proporção ao acréscimo da população... À moeda, de papel ou de pau, deve ser criada em cima do trabalho. Todo o empréstimo prova fraqueza do(s) Governo(s) e incompreensão dos direitos do Estado legítimo. Os empréstimos, como a espada de Dâmocles, estão suspensos sobre a cabeça dos governantes, que, em lugar de pedirem o que necessitam a um imposto temporário, estendem a mão aos banqueiros. Os empréstimos externos são sanguessugas que desprendem do organismo da nação senão  cheias ou arrecadadas à força. Porém, nos seus Estados, os cristãos não se livram disso e continuam a aumentá-las, embora devam, em um tempo previsto, perecer voluntariamente sangrados... Se o empréstimo ao seu país é taxado em 5%, em vinte anos O ESTADO PAGARÁ SÓ DE JUROS UM CAPITAL IGUAL AO QUE RECEBEU NA ASSINATURA DO CONTRATO, em quarenta anos o duplo e em sessenta o triplo, CONTINUANDO A DÍVIDA DO PRINCIPAL POR INTEIRO”. (Inacreditável que isso possa acontecer, hoje, mas estão todos os brasileiros diante da realidade estarrecedora!).

O processo pelo qual, através desses empréstimos, os banqueiros se apoderam de uma região territorial e seu povo e o roem até a estrutura óssea propiciou a Giovanni Papino para a ironia alfinetante de uma de suas atualíssimas páginas na obra “A compra da república” (intitulada “Gog”). Seu personagem de ficção diz:

“Eu comprei uma república!” “Eu comprei um império ainda no berço” – poderão repetir os Rotschild – e esses império virou República Velha e virou República Nova sempre sob meu domínio. Seu povo expulsou um velho monarca, que lhe queria muito bem e, durante meio século, procurara servi-lo honestamente; expulsou também um presidente bem intencionado, digno, altivo e bravo. A mim nunca expulsou e me paga tributo desde 1824. Eu sou o seu verdadeiro Rei!” (O leitor que tiver curiosidade e procurar saber quem é esse rei Gog, é só pesquisar no Antigo Testamento, livro do profeta Ezequiel, capítulos XXXVIII e XXXIX; o Apocalipse de Jesus, capítulo XX, versículos 7-8, no conteúdo da Bíblia.)

Fora disso, tudo mais não passa de pronunciamentos sul-americanos, de rivalidades políticas, do despeito de ambições contrariadas ou de brincadeiras de constituições de afogadilho. A REALIDADE DOLOROSA É A DE QUE O BRASIL NÃO TEM INDEPENDÊNCIA, PORQUE NUNCA TEVE, NEM TEM SOBERANIA ECONÔMICA. Venderam-na em 1824 a  Rotschild por £ 2:450.000!...

Foi um ótimo negócio para a oligarquia Rotshcild... Deverão ser, por isso, permanentemente sacrificadas as gerações que não participaram dessas transações imorais?...

O ALERTA MÁXIMO AOS LIBERAIS DO CONGRESSO, HOJE, É ESTAREM TODOS OS ATUAIS REPRESENTANTES DO POVO DE OLHOS VIVOS EM CIMA DO KAHAL E NO MODO ESTRATÉGICO POR TRÁS DA EVANGELIZAÇÃO INTERNACIONAL DE NATUREZA DA POLÍTICA DO LIBERALISMO, INCENTIVANDO AS PRIVAÇÕES DO QUE AINDA RESTA AO PAÍS E A MULTIDÃO NACIONALISTA.

 

 "FAÇA VALER A CONSTITUIÇÃO FEDERAL"

 

 

 

 

 

 

 

 


Última alteração em 05-16-2014 @ 07:02 am

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