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CRUZAUM - Cartilha nº 7
Inserido por: Itauna
Em: 05-13-2014 @ 08:04 pm
 

 

 

MINISTÉRIO CRISTÃO

SISTEMA D'AUMBHANDAN

UMBANDA INTEGRAL

 

CRUZAUM - CRUZADA DOS MILITARES FIÉIS UMBANDISTAS DO BRASIL

 

Cartilha nº 7

 

PARA ISSO É QUE EU VIM AO MUNDO.

(Lucas, cap. IV, vers. 43)

 

No Brasil e no mundo atual, tudo faz-nos supor que a maior porção da sociedade humana não se recorda da inigualável doutrina do Senhor Jesus Cristo, nem os líderes religiosos se empenham em divulgar publicamente o ensino da palavra originária de Deus por intermédio dele. Por esta causa, todo o sistema de natureza política, religiosa, de convicção filosófica ou social, ainda hoje, é superativista, oposicionista ou conflitante.

A gênese humana na atualidade, só se apega ao desfrute e ao gozo dos sentidos materiais. Desta maneira, qualquer oposição que faça se torna irresponsável.

As realizações deste mundo não lhes aborrecem; mas a Jesus Cristo aborrecem a ele, porque dá, ainda hoje, testemunho dele e assegura que suas obras são más. (parafraseando o Evangelho segundo João, capítulo VII, 7).

A sociedade humana atual, na maioria religiosa ou não, decidiu optar pela tradição judaica romana (quer dizer os preceitos dos homens) – a geradora de todo o protestantismo (das missões evangélicas internacionais); mas não se concilia à doutrina do Senhor Jesus Cristo. Isto ficou comprovado no Novo Testamento do conteúdo da Bíblia.

“A minha doutrina não é minha, mas é daquele que me enviou ao mundo. Se algum religioso ou não-religioso quiser agir segundo a Vontade de Deus, reconhecerá se a minha doutrina vem dEle, ou se eu falo de mim mesmo”. (Evangelho segundo João, cap. II: 16 e 17).

Não se coloca no novo vestido remendo tirado na antiga vestidura, nem se coloca remendo do novo vestido em vestido antigo.

Havendo contestado os doutores da tradição e os fariseus, diziam: “Porque violam os teus fiéis discípulos a tradição dogmática dos antigos? pois não lavam as suas mãos quando comem pão. E Jesus, tomando a defesa dos fiéis discípulos, lhes disse:

E vós também porque transgredis o mandamento originário de Deus preterido pela vossa tradição judaica romana? Porque Deus condenou: Honra a teu pai e a tua mãe; e aquele que amaldiçoar ao seu pai ou a sua mãe, morra de morte. Mas vós outros dizeis: qualquer que disser a seu pai ou a sua mãe: - toda a oferta (dinheiro) que eu faço a Deus te aproveitará a ti; pois é certo que o tal transgressor não terá honrado a seu pai, ou a sua mãe; ASSIM É QUE VÓS TODOS TENDES PRATICADO EM VÃO O MANDAMENTO PROCEDENTE DE DEUS PRETERIDO PELA VOSSA TRADIÇÃO JUDAICA ROMANA. Hipócritas, bem profetizou de vós outros Isaías, quando disse, no Antigo Testamento: Essa geração honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. Em vão pois me honram, pregando preceitos e mandamentos dos homens, no mundo inteiro”. (Evangelho segundo Mateus. cap. XV).

Eis aí está descrito comprovadamente O ATO ILÍCITO DE FALSIFICAÇÕES DOS REDATORES E TRADUTORES (ANTIGOS E MODERNOS) DO CONTEÚDO DA BÍBLIA. Todos os pregadores atuais do conteúdo bíblico não apenas estão cometendo gravíssimo erro, ensinando um qualquer transgressor pagar em dia a sua oferta (dízimo) para Deus e Ele o garante a salvação no céu; assim é que todos os ouvintes dessa pregação baseada nos preceitos e mandamentos dos homens (Abraão, Moisés, etc.) obram em vão o Mandamento originário de Deus. Não menos pecaminoso é achar que essa pregação discursiva se trata da palavra de Deus e o evangelismo de Jesus no mundo.

Isso é tão gravíssimo que, além do Senhor Jesus Cristo haver denunciado contra a tradição do judaísmo e do catolicismo imperial de Roma, preveniu a todos, quando assegurou no próprio Evangelho: “ERRAIS, NÃO QUERENDO SABER A INTERPRETAÇÃO VERDADEIRA DAS ESCRITAS, NEM CONHECEIS O PODER DE DEUS”. (Mateus, cap. XXII, vers. 29). Os fiéis souberam esta verdade: “Toda Escritura divinamente inspirada originalmente de Deus é útil para ensinar, para repreender, para corrigir, para formar na justiça, a fim de que o Homem de Deus seja perfeito, apto para toda obra boa”. (II Epístola a Timóteo, cap. III, vers. 16 e 17).

Na atualidade, os fiéis umbandistas estão desafiando a todos os outros seus adversários de outras crenças e de outras convicções filosóficas, que apresentem publicamente ao povo, se é que possam fazer, a contestação a esta realidade!!! Ma que façam uma oposição responsável, se puder!

“O homem rico parece-lhe que é sábio; mas o pobre que é prudente, sondá-lo-á. Esforça, incansável, por adquirir o verdadeiro saber. Aquele que instrui ao pobre não terá necessidade; aquele que o despreza, quando lhe pede, cairá em penúria um certo dia. Neste sentido, descrevemos a manifestação do Espírito para a prática de atos ditosos. Para isso é que refletiu a Luz divina com todo o seu esplendor; veio do reino das dimensões siderais do Universo astral superior, onde há Paz e Amor. Luz que refletiu sobre a terra, luz que refletiu no mar, luz que veio do reino governado pelo Senhor Jesus Cristo nos iluminar a todos nós!!! Eis aí está a descrição científica do Espiritismo originário de Deus. Isso encontra-se na Bíblia. Só os tolos não conseguem este aprendizado.

“Por causa da pobreza muitos já delinqüiram, e aquele que só busca o enriquecimento a todo custo aparta a sua mira da luz.

Bem como se finca um esteio no meio de juntura de duas pedras, assim também entre a venda e a compra medir-se-á o pecado com um pacto muito estreito. A transgressão será esmigalhada com o transgressor.

Se te não mantiveres firmemente no temor do Criador Supremo, sem demora, a tua casa (isto é, a forma humana) será arruinada. Bem como na sacudidura do crivo ficará o pó, assim a perplexidade do gênero humano se encontra no seu pensamento.

A fornalha prova o vaso do oleiro, e ao homem justo a tentativa da tribulação. Bem como o cuidado que se tem da árvore se dá a conhecer pelo seu fruto, assim descobre cada um homem a palavra procedente de Deus, segundo o modo de pensar e agir do seu coração. Não louve ao homem antes dele falar, porque é esta a maneira de testemunharmos a tradição dos homens. Se seguires a justiça, sustentá-la-ás, e dele te revestirás com uma vestimenta talar de honra, e com ela habitarás, e ela te protegerá permanentemente, e no dia do reconhecimento experimentarás firmeza.

(...) O leão está sempre à espreita da presa; assim as atividades pecaminosas aos que obram iniqüidade. O santo homem permanece na sabedoria como o Sol irradiando luz; o insensato porém muda-se como a Lua durante o anoitecer. (Assim descreve-se a tecnologia astrológica.).

(...) A tolerância dos atos ilícitos de falsificação se faz odiosa, e seu sorriso é sobre às delícias transgressoras. A língua que muito jura faz arrepiar os cabelos da cabeça, e sua irreverência fará tapar os ouvidos.

(...) A pregação maledicente recairá sobre o mesmo que a forja, e não conhecerá de onde lhe vem”. (Parafraseando os Provérbios, capítulo XXVII, vers. 1 a 9; 11 e 12; 14,15 e 30).

Mateus – Pesquisando profundamente o Evangelho segundo Mateus, partindo do próprio nome, talvez, se abrevia de Matatias; do hebraico “mathar”, o que quer dizer dádiva, e Iah (YeHVeH); traduz-se, por assimilação, presente de Javé. Mateus seria o nome iniciático; Levi o nome oficial de nascimento.

O tema central deste Evangelho demonstra que o Senhor Jesus é o Emmanuel (significa Deus em Nós), ou  seja o Messias, o verdadeiro Filho eleito de Deus – o Cristo das profecias.

Herodes, o governante político  representante do judaísmo, ao ouvir isso da multidão, se enfureceu e toda Jerusalém com ele. E convocou todos os representantes políticos e os escribas do povo; perguntou-lhes onde havia de nascer o Emmanuel (o Cristo)? Herodes, na qualidade de Kahal daquela época, comandou e pessoalmente perseguiu A MANIFESTAÇÃO DO ESPÍRITO PROTAGONISTA DA DOUTRINA DA CARIDADE IRRESTRITA, desde a gravidez da sua mãe Maria. (Apocalipse, capítulo XII, versículo 1 a 8). Nisso se descreve supostamente o risco de ameaça pressentida do chefe de governo sobre a terra e dos poderes constituídos, quando não honram o mandato eletivo junto os seus eleitores.

Então o Kahal da Palestina antiga, tendo chamado secretamente os magos, inquiriu deles com todo o cuidado, em que momento se daria o nascimento do eleito de Deus, o Rei dos reis dos judeus?

Ocorreu desta forma com a vinda do Espírito (Luz do Mundo) ao manifestar-se por intermédio de Jesus e tomar a defesa igualitária e dos direitos e deveres individuais e coletivos de toda humanidade, por esta mesma razão e da mesma maneira se daria assim mesmo, no Brasil, com esse Espírito, Senhor das Sete Encruzilhadas, o escolhido do Governo reinante do Criador Supremo confiado ao Senhor Jesus. Porém, a tendência de quase toda a sociedade humana atual é acreditar na morte do próprio Cristo, ou de algum outro Espírito que ele é capacitado de enviar e avançar espiritualmente a mesma doutrina divulgada no mundo inteiro por Jesus. Do contrário, os arrendatários das ofertas (dízimos) feitas a Deus sob a prometida salvação, segundo os preceitos e mandamentos dos homens, tem a forma de vingança do Espírito de Deus. “Espírito é Deus!!! (João, cap. IV, 24).

Levi, filho de Alfeu, ERA UM PUBLICANO, COBRADOR DE IMPOSTOS AO SERVIÇO DO GOVERNO IMPERIAL ROMANO, OU SEJA, DO REI HERODES. Sempre prevalecia um acordo de adesão entre os judeus e os romanos!!! Os cobradores de impostos eram impiedosamente detestados por todos os judeus, porque forneciam as rendas dos juros estipulados a dominação romana. Não seria novidade para nenhum dos povos estrangeiros um pior revide da tradição judaica (ou seja, a formação de um sistema financeiro internacional), e que também devorará quase todos os territórios alheios invadidos, à semelhança do governo imperial romano, ou seja, a ascendência do judaísmo emergindo sob o discurso do protestantismo no Ocidente.

O fato de receber Levi em sua companhia (como, posteriormente, a outros “gói” das chamadas classes desprezíveis) AUMENTOU O REPÚDIO ODIENTO DA MAIOR PORÇÃO DA ASCENDÊNCIA JUDAICA NAS VÁRIAS JURISDIÇÕES TERRITORIAIS CONTRA JESUS E CONTRA A DOUTRINA CRISTÃ, que lhes deu a célebre resposta própria do reinado de Deus em Nós: “Misericórdia quero, e não holocausto”. Eu não vim ao mundo a chamar os justos, mas os transgressores ou delinqüentes. (capítulo IX. vers. 13). Só a pregação da sua doutrina acabará toda criminalidade e onda de violência.

 

 

 

A PLATAFORMA COMPLEMENTAR DO REINO

BIOSSOCIAL DE DEUS E DO CRISTO.

 

 

O Senhor Jesus Cristo vendo a multidão, subiu a um monte ensinando publicamente aos povos, dizendo-lhes:

1)   . Bem-aventurados os pobres, porque deles é o reino dos céus;

2)   . Bem-aventurados os pacientes, porque eles herdarão a Terra;

3)   .Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados pelo próprio Deus;

4)          . Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão amparados pelos escolhidos de Deus;

5)          . Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia;

6)          . Bem-aventurados os humildes de coração, porque eles verão Deus face à face;

7)          . Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados Filhos de Deus;

8)          . Bem-aventurados os que são perseguidos por causa do meu nome e por causa da minha doutrina, porque deles é o reino de Deus;

9)          . Bem-aventurados sois vós, quando vos perseguem, quando vos injuriam e, mentindo, fazem todo o mal contra vós. Exultai e alegrai-vos, porque obterão o galardão no reino dos céus.

 

Diante desta plataforma transcendental do Mestre Maior... incontestável, qualquer um analista social fidedigno conclui que existe um Supremo Governo de Sinarquia entre os céus e sobre a terra. Neste sentido, há coerência sempre que os fiéis umbandistas defendem a Sagrada Hierarquia dos Ancestrais (Índios e Pretos-velhos) da Umbanda  tipicamente da nossa nação brasileira. Logicamente, a Chefia Suprema deste Governo é reconhecidamente do Senhor Jesus Cristo.

OS HOMENS PROPÕEM, MAS DEUS DISPÕE

 

O Senhor Jesus Cristo tendo enviado de retorno sobre o nosso território o Caboclo das Sete Encruzilhadas, naturalmente ele veio reavivar o mesmo alerta máximo da sua doutrina, como fez naquele território palestino pessoalmente, no Evangelho segundo Mateus, capítulo XXIII, quando advertiu, e disse:

“Sobre a cadeira soberana de Moisés se ocuparam do assento, dos preceitos e dos mandamentos os escribas e os fariseus. Atualmente, o Kahal escolhido secretamente da ascendência judaica, reagem como os cobradores de juros e negociadores dos empréstimos ao serviço do Sistema Financeiro Internacional, ou seja, do trono imperial de Londres e mais nas nações aliadas.

Acautelai pois, e fazei tudo quanto eles vos disserem segundo as relações diplomáticas nacional e internacionalmente; porém comprometeis o país segundo a prática dos seus atos; porque dizem, mas não cumprem. Porque atam fardos pesados, e incomportáveis, e as põem sobre os ombros dos representantes políticos dos países devedores; mas nem o seu próprio dedo as querem mover. Fazem todas as suas obras de natureza política para serem vistos com elogios dos homens; por isso trazem as suas largas tiras de pergaminhos, e grandes franjas, segundo os preceitos dos escribas.

Nos grandes banquetes, gostam que lhes reservem os primeiros lugares, e nas igrejas ou sinagogas as primeiras cadeiras; e que saúdem nas praças públicas, e de que os entrevistadores os chamem segundo o cargo funcional eclesiástico, ou político ou mestres.

(...) Porém, aquele que se exaltar, será humilhado; e o que se humilhar, será exaltado. Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas; porque devorais as casas das viúvas, realizando longas orações; por isso sofrereis um juízo final muito rigoroso”.

Será por quê os atuais bispos e pastores não discursam nas suas igrejas, no Congresso, na Câmara dos deputados federais ou nas Assembléias legislativas os capítulos XV e XXIII integralmente, no Evangelho de Mateus, e de um modo insistentemente em todos os veículos de comunicação (televisão, rádio, revista e jornais de maior circulação nacional e internacional)? Isso ajudaria e muito o combate implacável a corrupção nas esferas dos poderes constituídos, o comércio armamentista, melhor garantia da segurança pública, a violência nos presídios, a criminalidade, etc. Do mesmo modo sobre Oséias, capítulo IV: 1 ao 3.

Se pregarem desta maneira, expondo sem a pretensão de entesourar a qualquer custo os vossos tesouros lançados em contas bancárias dentro e fora do Brasil, resolveriam a maior porção da crise econômica e financeira do país e, como conseqüência, da população nacional. Isso se traduz em uma advertência baseada na doutrina do Senhor Jesus Cristo, quando alerta: “Não desejais entesourar para vós tesouros sobre a terra, onde a ferrugem e a traça os consome, e onde OS LADRÕES OS DESENTERRAM, ARRANCAM E ROUBAM. Mas entesourai para vós tesouros no céu, onde não os consome a ferrugem nem a traça, e onde os ladrões não os arrancam nem roubam. Porque onde está o teu tesouro reservado no céu, aí está também o teu coração. (Mas os religiosos seguidores dos preceitos e dos mandamentos dos homens, ainda hoje, não se sentem seguros desta realidade doutrinária infalível, garantida pelo próprio Jesus!!!) Ao contrário, todos vão à procura da pregação “evangélica” remunerada!!! Transformaram a missão apostolar como uma profissão liberal melhor aquinhoada.

“Não se pode servir a dois senhores! Porque ou há de aborrecer um, e escolher outro, ou há de acomodar-se a este, e desprezar aquele. Logo, NÃO CONSEGUIREIS SERVIR A DEUS E ÀS RIQUEZAS. Por outro lado, não andeis cuidadosos da vossa aparência física na existência atual; que comereis, nem com o vosso corpo, nem preocupados com que vestireis. Então daí a Cesar o que é de Cesar, mas a Deus o que é de Deus!

Guardai-vos diante dos que propõem as falsificações, vindo com as vestes parecendo de ovelhas, e dentro são lobos roubadores; pelos seus frutos os conhecereis. Porventura pode o homem colher uvas dos espinhos, ou figos dos abrolhos? Não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar bons frutos.

Se os chefes do Governo Brasileiro, ao invés de primeiramente consultassem a fonte bíblica o alertamento de Jesus Cristo, examinassem em profundidade toda Escritura ou recorressem um orientador fidedigno e com ele procurasse a informação segura, antes do fechamento de qualquer acordo contratual de cada um empréstimo firmado, provavelmente, não estariam o território nacional, o Acre, a região da Amazônia, Roraima, as suas riquezas, os portos alfandegários etc., ao dispor da cobiça dos banqueiros internacionais desde a independência do país até os tempos atuais. Então, agora, devido o ocorrido em 11 de setembro, na cidade de Nova Iorque, cabe os novos representantes do povo saber de que maneira resolver a questão crucial do Brasil: a retomada da Soberania nacional única do chefe do Governo eleito pelo povo que o elegeu. Deixar para o amanhã, poderá ser tarde!!! “Sempre que faltar a profecia, dissipar-se-á o povo; aquele, porém, que guarda a Ciência do Espiritualismo de Deus é bem aventurado”. (Provérbios, cap. XXIX, 18) “Melhor é o pobre que anda na sua simplicidade do que o rico que anda por caminhos perversos”. (Provérbios, cap. XXVIII, 6).

Há, tanto no Antigo Testamento, como também no Novo Testamento, muitos versículos comparativos ao texto original do sistema doutrinário da Escritura de natureza da Divindade. Referimo-nos, por exemplo, estes contidos nos Provérbios segundo o rei Salomão e o das bem-aventuranças, no Evangelho segundo Mateus; deveriam estar inseridos no conteúdo da Constituição republicana ou imperial, por exigência de todos os eleitores, de todos os países e povos do mundo inteiro, e se quiserem avançar espiritualmente.

“Não me dês nem a pobreza nem as riquezas; dá-me apenas o que for necessário para sobreviver: para que nos suceda que, estando farto, seja o homem tentado até renunciar, e a dizer: - Quem é Deus? ou que, constrangido da indulgência, me ponha a furtar ou extorquir, e viole por um juramento o nome de Deus”. (Provérbios, cap. XXX, vers. 8 e 9) Com base nesse argumento dos escribas e dos fariseus hipócritas, Jesus enquadrou eles todos seguidores dos preceitos e dos mandamentos dos homens. (Mateus, cap. XV).

“O homem fiel será muito louvado; mas o que dá pressa a se enriquecer não ficará impune. Já o homem que se apressa por enriquecer, e tem inveja dos outros, dificilmente imaginará o que pode vir sobre ele a pobreza”. (Nesse caso particular, muitos milhões de religiosos das diversas seitas existentes, no mais breve prazo possível, ainda experimentarão duras provações.)

  

O COLONIALISMO REVIVE À REPÚBLICA

 

O Ser Supremo, Controlador de tudo, dispõe o seu olhar atentamente para todos os caminhos do homem-espírito, e considera todos os seus passos e todas as suas situações sobre a terra. As suas mesmas iniqüidades aprisionam o espírito do ímpio, e lhe algema com as ataduras dos seus atos pecaminosos. Na existência atual, esse homem ímpio morrerá, porque não aceita o corretivo, e encontrar-se-á o espírito enganado pelo excesso da sua loucura. Eis aí se descreve a necessidade da renovação por inteiro de cada alma imortal tornar, outra vez, à existência terrestre, e tantas vezes quantas forem, de acordo com o progressivo avanço espiritual do homem-espírito.

Diante desta exposição, buscou-se na doutrina crística a interpretação verdadeira, que nos esclarece a ressurreição do colonialismo redivivo por aquelas almas condicionadas, as quais estariam debaixo do olhar atento do Controlador de tudo, hoje, no pleno período da República do Brasil atual. Obviamente, “aqui fizeram abusivamente, pagarão compulsoriamente aqui”. Age assim a Magia organizada!!! Do contrário não se encontra melhor explicação no ensino do próprio Jesus Cristo: “AOS QUE EU AMO, REPREENDO E CASTIGO. ARMA-TE POIS DE ZELO, E FAZE PENITÊNCIA”. (Apocalipse, cap. III., 19) “Nenhuma profecia da Escritura se faz por interpretação própria. Em nenhum tempo foi permitida a profecia pela vontade dos homens; mas somente os santos homens de Deus é que falam, inspirados pelo Espírito de Deus”. (II Epístola de Pedro, cap. I, vers. 20 e 21).

No Brasil, hoje, contamos vinte e sete Estados inteiramente habitados por familiares de brasileiros legítimos nacionalistas e por estrangeiros de diversas outras nacionalidades, reconhecidos oficialmente pelo Governo Brasileiro. Porém, pressupomos que, sem que as autoridades constituídas desconheçam, também existem infiltrados nas várias jurisdições territoriais deste país, outra quantidade elevada de estrangeiros aqui se estabeleceram, e sem nenhum registro oficial conseguiram burlando a soberania da presidência e dos demais poderes constituídos.

Por exemplo, não se pode silenciosamente ignorar a penetração das missões evangélicas internacionais na jurisdição da Amazônia; são expedições estrangeiras circulando por regiões de Roraima, do Acre e do Estado do Amazonas, sob o pretexto da evangelização dos indígenas do país, sem o consentimento oficial da presidência do Governo Brasileiro. Se ingressam no território alheio como representantes de alguma organização não governamental estrangeira, por quê não oficiar a instituição estrangeira, previamente, a suposta vinda a esta nação e qual a finalidade? Por quê, antes de MARCAR A PARTIDA DA DELEGAÇÃO “EVANGÉLICA”, a ONG não se obriga cordialmente à remessa dos nomes, identidade, nacionalidade, profissão que exercem, residência atualizada etc., da tripulação estrangeira, e o período que pretendem nessa curta excursão? Só assim o chefe da presidência do Governo Brasileiro ficará informado a esse respeito, e decidirá quanto a vinda permitida ou, por sua livre decisão, responda negativamente, sem que se obrigue ou se justifique do motivo que tomou tal decisão soberana.

Releva notar que, sem o consentimento da chefia do Governo Brasileiro, já se apropriaram da grande jurisdição do território mato-grossense, a equipe administrativa e o líder da seita do reverendo Moon. E quem autorizou a venda aos estrangeiros das terras do Brasil? Qual terá sido a destinação dos milhões de dólares dessa transação? Não é  bom que pegue uma moda igualmente a esta ou outras, facilitando a infiltração do sistema financeiro internacional, em nosso território nacional. Não são os brasileiros um povo inculto, por mais que pareça aos atos intencionais dos credores estrangeiros!!! Bata-nos a explicitada doutrina do Senhor Jesus Cristo, igualmente a esta do conteúdo destas Cartilhas enumeradas pelos membros associados da Cruzada dos Militares Fiéis Umbandistas do Brasil, edição do Brasil, Ano 2001. “PORQUE O TESTEMUNHO DE JESUS É O ESPÍRITO DE PROFECIA”. (Apocalipse, capítulo XIX, versículo 10). Não desejarão estas Cartilhas só aqueles pretensos religiosos e espiritualistas seguidores dos preceitos e dos mandamentos dos homens!!! Não são, possivelmente, nacionalistas, como os brasileiros legítimos. A Religião Nacional genuinamente brasileira transcende, neste período atual, após graduar-se à Umbanda Integral, em uma melhor fase universitária do Espiritualismo consciente de Cristo. Portanto, englobará um  melhor sistema de religiosidade de natureza social e política, no mundo atual.

Aquela ocasião em que os oportunistas, por conveniência, entendiam que precisaria o Estado permanecer separado da igreja, só fez gerar caducos sustentados da política corruptível. Mas doravante serão bem-aventurados os pobres; porque deles é o reino dos céus!

 

SEMPRE HOUVE E PREVALECE O ACORDO DE EXTORÇÃO

 

Tendo prevalecido os mesmos preceitos e os mandamentos dos homens, embora quase ninguém quisesse render obediência ao alertamento pronunciado pelo Senhor Jesus Cristo, na Judéia derrubando a tradição dos escribas e dos fariseus hipócritas, em todas as obras preferentes a história oficial do Brasil desde a sua descoberta em diante, NÃO QUISERAM A MAIORIA DOS HISTORIADORES RECONHECIDOS DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO promover publicamente, por escrito, o que ocorreu verdadeiramente, com as invasões dos povos estrangeiros chegados neste imenso solo pátrio da povoação dos indígenas. Então as aulas ministradas de História do Brasil, nos diversos graus de escolaridade, se tornam enfadonhas, enganosas ou ilusórias para muitos estudantes, em todo o território brasileiro. Por causa disso, aquele que manifesta algum dote ou alguma tendência à carreira política, pressupõe que estará aí a chance de obtenção a algum cargo da política atual. Existem os que acham que o ensino dado por intermédio de Jesus Cristo é unicamente de natureza religiosa, pondo em esquecimento que o eleito de Deus veio e esmiuçou toda política imperial romana e herodiana, no território palestino, denunciando a desacreditada imunidade parlamentar dos preceitos dos homens.

Por isso então a degradação moral aliada à prática de extorsão expandiram-se no mundo, em repúdio ao ensino doutrinário dos Ministros cristãos eleitos pelo Senhor Jesus Cristo. (Escolhidos um por um!)

Desde aí em diante, tendo retomado, no território dos indígenas brasileiros legítimos, exatamente na ilha de São João, no dia 24 de janeiro de 1504, deu-se a primeira apropriação oficial das terra e praias, por ordem de Dom Manuel de todo aquele arquipélago ao estrangeiro Fernando de Noronha, não dando a mínima satisfação aos índios daquela ocasião; e confirmada a extorção, segundo os mandamentos de Dom João III, em 3 de março de 1522. Terminado o prazo inicial da cessão de direitos arbitrada da doação daquela costa brasileira, o judeu favorecido nesse ato especulativo agenciou, na corte portuguesa sua prorrogação, obtendo-a por algumas décadas, segundo esse acordo entre judeus e portugueses (sem o conhecimento dos chefes indígenas) ano por ano, ao valor de quatro mil ducados, o que deixa nítido que TODOS OS LUCROS FINANCEIROS AUFERIDOS NA COMERCIALIZAÇÃO DA MADEIRA DE TINTURARIA DE PROPRIEDADE DA POVOAÇÃO INDÍGENA além dessa cessão de direitos prorrogável, os judeus passaram obter O MONOPÓLIO DO PAU-DE-TINTA; pois que o rei de Portugal se obrigou a não mais permitir, a não ser com o povo judeu, “trato comercial do pau-brasil”. Encerrou-se então o “trato existente entre o governo de Portugal e o da Índia. Obviamente, a partir dessa transação, prevalece o monopólio da madeira tintória, impunemente, retirada da posse da povoação dos indígenas – a ascendência dos aborígines.

Desde aí em diante, a prevalência do novo monopólio entre judeus e portugueses, possibilita os navios do consórcio “Fernando de Noronha” as retiradas, séculos afora, das posses de uma variedade das riquezas da nacionalidade indígena, no começo pela bagatela de vinte mil quintais da preciosa madeira das matas litorâneas, impunemente. (Vide o livro “Os judeus do Brasil”, autoria de Solidônio Leite Filho, edição J. Leite & Cia, Ano 1923, páginas 24 e 25; e “Lendas da Índia”, autoria de Gaspar Correa, tomo I.).

O carregamento inicial da madeira tintória extorquida para a transação dos negocistas com os países estrangeiros (capitalistas do sistema financeiro internacional, mas excluindo o Brasil),  foi levado desde 1503 (três anos após o descobrimento oportunista da extorsão neste território dos aborígines). Até hoje, nenhum dos chefes do Governo Brasileiro pensou encarar de frente ESTA DÍVIDA A SER COBRADA DOS PAÍSES DESSAS NAÇÕES ESTRANGEIRAS ENRIQUECIDOS, HOJE, DEVIDO AS RIQUEZAS EXTORQUIDAS DO BRASIL, TENDO GERADO AS RENDAS DESSE COMÉRCIO ILÍCITO E DESSE MESMO MODO OS ETERNOS JUROS E DEMAIS TIPOS DE PRECEITOS DOS QUE ENRIQUECERAM POR TRÁS DESSAS MANOBRAS ESTRATÉGICAS ILÍCITAS. (Vide a obra intitulada “Crônicas do Império do Brasil”, autoria de Melo Morais, Ano 1879, página 19.). Com a devolução em dinheiro de tudo aquilo extorquido, o chefe da presidência do Governo Brasileiro quitará toda dívida exigida do Fundo Monetário Internacional – FMI, nos restará outros bilhões de dólares e extinguir-se-á toda a pobreza dos muitos milhões dos brasileiros! Mas basta apenas encarar de frente a crise econômica no Brasil, como denuncia, antes das nossas Cartilhas, Serzedelo Correia, edição do Senado Federal, edição da Fundação Casa de Rui Barbosa – MEC, Brasília, Rio de Janeiro, Ano 1980, havendo a vontade política.

A conhecida nau “bretôa” que em 1511 veio trazendo outra tripulação judaica ao território brasileiro e, na clandestinidade, extorquiam o pau-de-tinta, explorou a costa até a jurisdição de Cabo Frio, chegando armada, e foi despachada por aliados do cristão-novo Fernando de Noronha e seus contemporâneos. (Vide a obra intitulada “O descobrimento do Brasil”, autoria de Capistrano de Abreu, p. 267; a obra “História Geral do Brasil”, autoria de Varnhagem, primeira edição, tomo I, páginas 427-432; e “Diário de Pero Lopes”, Rio de Janeiro, Ano 1867).

O empório do açúcar – Acontecia que os judeus, uma determinada porção deles, foram obrigado a emigrar, açoitados por uma multidão de ascendência portuguesa e perseguidos ferozmente (1506). Seu instinto mercantil de cobiça pressupunha muitas riquezas naturais cá no mundo ocidental; porém, não se lembrou nem desconfiou do judeu espião Gaspar da Gama, que veio em reconhecimento do terreno a serviço de espionagem da sinagoga de Lisboa, e de informação secreta! mediante ordem do Kahal daquela ocasião.

Então, radicados aqui no território brasileiro, dificilmente sofreria diante do poder do nefando Santo ofício de Roma, à semelhança daquela inquietação dos antepassados durante o governo imperial do antigo Estado palestino. Teriam aqui a ascendência judaica tranqüilidade e “segurança” dos homens. Tanto assim que a Ordem dos Dominicanos, a qual estava quase sempre afeto a esse tribunal da nefanda Inquisição, NUNCA LOGROU VIR ESTABELECER-SE NO BRASIL. Então a ascendência judaica encontrava meios de, combatendo a povoação dos indígenas, especular com os organismos internacionais, adotando o plano estratégico psicossocial através da literatura do conteúdo da Bíblia, e com o fim da recuperação do papel-moeda, no estilo prático dos banqueiros internacionais atual. Precisavam apenas promover entre eles a difusão do Deuteronômio, capítulo VII, versículo 16, dando a conhecer ao pé da letra que mata:

“Devorarás todos os povos, que o Deus de Israel está para te entregar. Não te deixarás tocar de compaixão para lhes perdoares, nem servirão aos seus Deuses, para que não venham a ser causa da tua ruína”. (Infelizmente, os povos de todos os países e todas as nações estrangeiras depositavam fé cega nesses e outros preceitos e mandamentos dos homens.). Séculos afora, todos os deixaram devorar erroneamente; NÃO DERAM NENHUMA CREDIBILIDADE AO ENSINO DO SENHOR JESUS CRISTO, QUANDO QUESTIONOU EM RÉPLICA, DIZENDO: “Misericórdia quero não holocausto dos povos”. Ninguém acreditava no eleito de Deus, preferindo a tradição dos escribas e dos fariseus hipócritas. Naturalmente, porque sabe o Cristo a doutrina originária de Deus e o que significava isso: “Todos os que ferirem de morte com o uso de espada, também morrerão pela espada”. (Mateus, cap. XXVI, 52). Ninguém acredita nesta doutrina!!! Atualmente, noventa e nove  vírgula nove por cento dos pregadores, chamados “evangélicos” não  conhecem Jesus Cristo, nem sabem a significação verdadeira da palavra de Deus; por isso dão-lhes uma interpretação do ponto de vista pessoal. Acham que conseguem separar do discurso religioso o poder político do Estado ou vice-versa, mas as suas obras são de natureza assistencialistas. O quê foi separado? A candidatura fraudulenta inicia com esse modo de pensar.

Esteve afastado temporariamente o pesadelo: um convento edificado com a estátua monumental de São Domingos. Os cristãos-novos, mediante a vantajosa transação – fruto do monopólio do pau-de-tinta –influenciavam impedindo o funcionamento duma sede da Inquisição instalada aqui no território alheio. Acontecia só visitas dos caravaneiros; quem procurar e tiver acesso e lê aqueles processos, certamente, fica estarrecido da persistência do judaísmo nos “marranos” convertidos cristãos-novos, como uma tentativa de escapar dos delitos cometidos, e que transitavam livres dentro do recinto restrito do Vaticano, à semelhança de católicos romanos com simples fito de auferir proveitosas vantagens das finanças. Aliás, esse binômio vem do fundo dos séculos: em Roma, existe os cripto-judeus ou judeus ocultos. (Vide a  obra intitulada “Die Grundlagen dos Neuzehnten Iahrhunderts”, autoria de Chamberlain.).

Citemos dois exemplos elucidativos dessa persistência: o cristão-judaizante Jorge Fernandes, que veio para cá ao tempo do segundo governador-geral, Dom Duarte da Costa, e faleceu mais tarde (1567); antes de sua morte PEDIU QUE LAVASSEM E SEPULTASSEM O CADÁVER DE JUDEUS SEGUNDO OS RITOS DA SINAGOGA; o cristão-judaizante Afonso Mendes, vindo acompanhado do outro parlamentar Mem de Sá, costumava, às escondidas aqui no solo indígena, açoitar o crucifixo da igreja católica, tal é a sede de vingança odienta; até diversas freiras claustradas judaizavam... (Vide a obra “Os judeus no Brasil Colonial”, autoria de Rodolfo Garcia, in “Os judeus na História do Brasil”, páginas 13, 14 e 41, ed. do vendedor de livros judeu Uri Zwerling.).

No âmbito restrito do reinado da ICAR, os preceitos e os mandamentos igualitários aos da tradição dos escribas e dos fariseus hipócritas PUNIAM CRUELMENTE OS CRISTÃOS-JUDAIZANTES QUE TRAÍAM O SANTO OFÍCIO. (Não acabará nunca a perseguição recíproca entre os católicos romanos versus a ascendência dos judeus do mundo atual. Ambos entesouraram na terra os seus tesouros e reino). “Não podeis servir a Deus e as riquezas!!!” Daí o predomínio da Religião Nacional genuinamente brasileira... Estão cientes disso os associados da Cruzada dos Militares Fiéis Umbandistas do Brasil. Os tesouros diferem um do outro, e também as pretensões!

De resto, num território onde chegavam os piores atos de barbarismo e latrocínio procedentes dos invasores estrangeiros em via de colonização, os preceitos e os mandamentos dos homens eram, naturalmente, encarados por eles como maior liberalidade e “benevolência”; permitiam o próprio meio bárbaro alguma chance de defesa para os acusados, não raro injustamente, até mesmo a “facilidade” da fuga e da ocultação, quando não morria pelas costas. FECHAVAM-SE OS OLHOS SOBRE OS MUITOS E MUITOS HOMICÍDIOS DUPLAMENTE QUALIFICADOS OU LATROCÍNIOS. (Vide a obra intitulada “História do Brasil”, autoria de João Ribeiro, páginas 77 a 79.).

Não nos surpreende as invasões estrangeiras, pois que as numerosas famílias hebréias estivessem emigrando para a América portuguesa, onde, sem sentirem-se burlando a vigília dos agentes do Santo ofício, ESTABELECIAM RESIDÊNCIAS FIXAS, VIVIAM NA MAIS ABSOLUTA TRANQÜILIDADE E MESMA PRÁTICA DE EXTORSÃO, GUARDANDO PROFUNDA FÉ CEGA E OBEDIÊNCIA NOS PRECEITOS E NOS MANDAMENTOS CUJA AUTORIA SEMPRE ERA DE MOISÉS, segundo o Pentateuco do conteúdo da Bíblia. (Vide a obra de Solidônio Leite Filho, op. cit. página 46.).

Vieram, assim, aos milhares, para o Brasil, se antecipando o início propriamente dito do período da colonização, nas duas primeiras décadas (1500-1517), estrangeiros como os Mendes, os Rabelos, os Antunes, os Guilherns, os Castro Boticários, os Valadares, os Bravos, os Sanches, os Diques, os Cardosos, os Coutinhos, os Cirnes, os Peres, os Siqueiras, os Montearroios, os Ximenes, os Calaças, os Teixeiras, os Barros, os Rodrigues, os Nunes. E continuaram, como rezam os documentos coevos, fictos, falsos, convictos, simulados, variantes, revogantes, impenitentes, profluentes, diminutos, conflitentes, negativos e pertinazes, pelos que fizeram-se merecedores das penas duras (ou mortes) impostas segundo os agentes dos tribunais inquisitoriais. (Vide a obra “Primeira visitação do Santo Ofício às partes do Brasil”, pelo licenciado Heitor Furtado de Mendonça, ed. de Paulo Prado, 1922, 1925, 1929.)

O historiador Rodolfo Garcia não negava: garante que era “O caramuru”, João Ramalho; Francisco de Chaves, o próprio misterioso Bacharel de Cananéia AQUELE CASTELHANO QUE VIVIA NO ESTADO RIO GRANDE DO NORTE, entre os Potiguaras; expunha os beiços furados como os deles, temendo ser descoberto por agente inquisitorial, e tantos outros desconhecidos – seriam, se investigados de perto, desse contingente de judeus, colonizadores espontâneos das jurisdições territoriais de “Santa Cruz”.

Com efeito, os navios procedentes do envio da coroa portuguesa, aportavam às nossas plagas duas vezes por ano E TRAZIAM UNICAMENTE DEGRADADOS E JUDEUS, com os quais se formou O PRIMEIRO NÚCLEO DE POPULAÇÃO. (cf. Solidônio Leite Filho, op. cit. página 40; cf. W. Sombart “Die Juden in des Wirtchafts´eben, página 34.)

Diante desta exposição incontestável, a suposição do escritor Rodolfo Garcia se confirma na maioria; mas questionamos quanto a  Caramuru. A religiosidade de Paraguassu, sua mulher, como que era demonstrado o espírito profundamente católico do marido, o que se percebia com os cristãos-novos. Vede como João Ramalho, por exemplo, se obstina em não praticar o culto católico e entra em luta contra os padres da Companhia de Jesus, os jesuítas.

O monopólio da madeira de tinturaria, habilmente conseguido pelo cristão-judaizante Fernando de Noronha e seu grupo, enriquecia, e sempre se valia da desatenção do rei Dom Manuel quanto ao Brasil, induzindo-o a se ocupar-se engordando o outro monopólio entre os interesses do governo português com a Índia, dentre outras riquezas. Enquanto isso, por via da proibição do comércio do pau-de-tinta com o Oriente (ou seja, a Índia), o consórcio judaico ia se enriquecendo de ouro, duma forma desenfreada. Cada quintal do pau-de-tinta retirado da povoação indígena para Lisboa, ficava o governo imperial português com a incumbência do pagamento das despesas, no valor de meio ducado. Era a mercadoria vendida em Flandres por dois e meio a três ducados cada um. (Vide a obra intitulada “Memória do Centenário”, páginas 83 e 84, autoria de Peragalo.)

A comunidade judaica, portanto, ia enchendo-se do ouro do solo pátrio dos indígenas. Não investiram nenhuma moeda originária de seu país israelita!!! Um lucro vantajoso! Essas transações no território alheio atraíram, naturalmente, “A COBIÇA DE DELINQÜENTES EUROPEUS, sobretudo “diepeses” e “maloínos”. Devido a tantos delitos cometidos impunemente, diversas outras tripulações invadem os seus navios percorrendo toda a costa brasileira, arribam as abras e enseadas, comercializam o gentio e, repetidas vezes, carregam as riquezas, conseqüentemente, o patrimônio do território brasileiro. NÃO ERA MAIS UNICAMENTE O JUDEU PORTUGUÊS – A DUPLA NACIONALIDADE OFICIAL QUE EXERCIA A FUNÇÃO COMERCIAL DE BRASILEIROS (VÍTIMAS PERDEDORAS).

Outros delinqüentes estrangeiros a disputam: espanhóis, portugueses, judeus, italianos, franceses, holandeses, alemães, ingleses, não menos de oito países; INTEGRAM, HOJE, AS NAÇÕES UNIDAS e, entre eles, as ascendências israelitas dessas procedências.

“Todos os homens cometeram delitos muitas vezes. Se não tropeçar em depoimento, este é homem-espírito perfeito”. (Parafraseando Tiago, cap. III, 2; Romanos, cap. V, 12).

Todo o planeta e os bens patrimoniais existentes possui um Criador único, contando com os elementos da natureza foram, por herança  tutelar, confiados aos homens, indiscriminadamente. Em virtude das várias distribuições dos povos, dos inumeráveis países, em nossos tempos, compreendidas as inúmeras demarcações em suas jurisdições territoriais, uma por uma, dentre as nações na atualidade sobre a terra, na qualidade de herdeiros tutelares de cada uma povoação, cada qual exercerá o domínio dos seus direitos e dos deveres constitucionais vitalícios da manutenção, preservação e conservação globalizadas, e dentro das suas jurisdições e riquezas patrimoniais. Todos os casos contrários já ocorridos séculos afora, farão jus ao ressarcimento, na forma das leis, deverão de direitos recíprocos receberem integralmente, cada um herdeiro co-tutelar, mesmo em se tratando dos povos indígenas, as indenizações por danos morais e materiais sofridos pelos Ancestrais, exterminados após os crimes de extorsão e latrocínio aqui no Brasil, nos últimos 500 anos da descoberta dos excluídos do direito a vida.

Releva notar que, não se trata de uma ação processual inovadora, porquanto os atuais herdeiros daqueles judeus mortos durante a Guerra mundial, reivindicaram o direito dos mesmos pelas indenizações por danos morais e materiais; já são passados mais de meio século. Nada mais que justo toda a ascendência dos ancestrais indígenas, contando com a iniciativa dos poderes constituídos do soberano titular do Governo Brasileiro, percorrendo a mesma via; agilizem UMA AÇÃO PROCESSUAL ORDINÁRIA JUNTO OS ATUAIS GOVERNOS DAQUELES PAÍSES, OS QUAIS RETIRAVAM DO TERRITÓRIO BRASILEIRO DESDE O PAU-DE-TINTA, AS RENDAS DAS FEITORIAS A PARTIR DA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA DO PLANTIO DA CANA-DE-AÇÚCAR, A VOLUMOSA QUANTIDADE DO OURO, EXPLORAÇÃO DE NOSSAS RIQUEZAS MINERAIS, AS RENDAS DAS ALFÂNDEGAS E ETC. Por que o Brasil jamais deveu algum dinheiro aos estrangeiros, moralmente. Não poderia vir ocorrendo a drenagem das finanças e das economias nacionais!!!

Aqueles aliados do consórcio Fernando de Noronha e ele mesmo, decerto, reagiram contra delinqüentes competidores, ou sejam, os corsários audazes, vindos de outras plagas, a saber: de Dieppe, Honfleur, Saint-Malô, San Lucar, Corunha e outros, que vieram com a mesma intenção, procedentes de outros portos. Para esse tipo de transação (na clandestinidade) e desfrute dos lucros, sem permitir a participação dos habitantes indígenas, os judeus do consórcio de Noronha se mostram sempre prontos; mas para disputar tiroteios mortíferos de bombarda e arcabuz de navio a navio, no balanço das ondas do mar, ou saltar de terraço em punho nas abordagens impiedosas a bordo do barco inimigo, eles absolutamente não decidiam de homem por homem, à semelhança do Êxodo verificado na Palestina antiga.

O judeu segue, ao invés do conteúdo bíblico, os preceitos dos Talmud religiosamente; o Antigo Testamento da Bíblia compreende o sistema político do judaísmo. No Talmud diz: “Na guerra sê tu o último a partir e o primeiro a regressar”... Todavia, como expelir aos competidores rivais que, desde aquela época, extorquiam o futuroso enriquecimento (durante aquele regime imperial dos invasores romanos) e, agora, nos negócios alusivos as retiradas do madeiramento pertencente ao solo brasileiro? O único jeito estratégico, apelar junto o rei afortunado Dom Manuel, embora ele não se descuidava e perseguia agentes do sistema judaico em todo o território português, mas se deixou seduzir por aqueles bajuladores conselheiros hebreus radicados em Lisboa, entre eles o maquiavélico Gaspar das Índias, também chamado Gaspar da Gama. Ele, sem desconfiar qual era a maneira estratégia para a consumação desse objetivo, ia servir tomando a defesa dos cristãos-novos pois que ganhavam a migalha de dois ducados em cada quintal de pau-brasil levado do domínio da povoação dos indígenas. Então, por isso, era chegada a hora de aparecer à cena o cristão-judaizante mais velho..., a fim de ordenar o derramamento do seu sangue semita, disputando contra os corsários do mesmo sangue, porque estavam reagindo de modo a extorquir, grandemente, dividindo os lucros opimos do soberano Kahal...

Eis porque, sem demora, Dom Manuel voltou sua atenção desta vez para as riquezas do Brasil. “Os judeus desviaram-na, quando assim lhes convinha; então agora, a solicitavam, no mais breve prazo possível”.

“Foi graças aos israelitas – escreveu seu panegirista (Vide Solidônio Leite Filho, op. cit. página 40) – que Portugal começou, já nos últimos tempos do reinado de Dom Manuel, a perceber mais atento a importância incomparável da TERRA DE SANTA CRUZ DA POVOAÇÃO DOS ÍNDIOS BRASILEIROS”.

O rei português passou observar também OS ESPLÊNDIDOS RESULTADOS COLHIDOS PELOS JUDEUS EM PREJUÍZO DO ERÁRIO EM LISBOA; decidiu, então, pela oficialização do período da colonização do território brasileiro (1516). O governo português decretava medidas provisórias severas nesse sentido, como assecuratórias do comércio do pau-brasil transitando na clandestinidade. Nesse período, Cristovam Jaques veio ao Brasil em dois outros navios mais um contingente para policiar a costa e aqui funda uma feitoria em Pernambuco, a qual floresceu consideravelmente. Nela COMEÇA A PRIMEIRA EXPERIÊNCIA PRÁTICA DO PLANTIO DA CANA-DE-AÇÚCAR, a maior riqueza produzida no Brasil que, futuramente, sucederá à da industrialização extrativa da madeira de tinturaria. Obviamente, esse ciclo clandestino da indústria extrativa do pau-brasil, pouco a pouco, não mais se faria em grande escala para o exterior; ficou substituída pelo novo ciclo da industrialização açucareira, sem também permitirem a participação das rendas e dos lucros o povo das tribos indígenas, cujo Empório no solo brasileiro só enriquece aos judeus; é a melhor produção que promoveu a patente internacional dos empresários estrangeiros – o segundo período histórico do Brasil colonial.

Na próxima Cartilha nº 8 – Crescimento da Indústria do Açúcar. O trabalho escravagista etc. Registraremos através das pesquisas, às que temos a inspiração do Criador Supremo nos assistindo, sob a interveniência da Alma imortal localizada dentro da forma humana na existência atual, a fim de que não nos permita nenhuma injustiça, não obstante o mérito em relatar a verdade e somente a verdade.”importa-nos obedecer a Deus, do que aos homens”. (Atos dos apóstolos, cap. V, vers. 29) “Acontecerá nos últimos dias, diz o Espírito de Deus: Eu manifestarei o meu espírito por meio da forma humana, e profetizarão todos aqueles meus escolhidos filhos do Altíssimo”.(Atos, capítulo II, versículo 17).

 

ITAÚNA - "O ESPÍRITO QUE ANDA"

 

                            

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Última alteração em 05-16-2014 @ 06:57 am

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