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CRUZAUM - Cartilha nº 10
Inserido por: Itauna
Em: 05-13-2014 @ 09:08 pm
 

 

 

MINISTÉRIO CRISTÃO

SISTEMA D'AUMBHANDAN

UMBANDA INTEGRAL

 

CRUZAUM - CRUZADA DOS MILITARES FIÉIS UMBANDISTAS DO BRASIL

 

Cartilha nº 10

 

O HOLOCAUSTO DOS BRASILEIROS

 

Não há nenhuma dúvida mais quais são realmente os países implicados, no pior holocausto dos brasileiros ocorridos desde a colonização séculos afora, cujos criminosos desse extermínio, os delinqüentes corsários ou piratas, tomaram de assalto o território brasileiro, incendiaram aldeias, malocas, quilombos, além da prática de latrocínios, monopolizando todas as riquezas e bens patrimoniais subtraídos de muitos milhões das vítimas inocentes escravizados.

Qual será o Tribunal de guerras a reconhecer o extermínio questionado por toda a descendência dos índios e negros de matrizes africanas, em nome de toda a nação brasileira? Nós, os associados da Cruzada dos Militares Fiéis Umbandistas do Brasil, destinamos ao mais elevado escalão do Superior Tribunal de Justiça Federal para conhecer, apurar e tomar providência em cima desta causa do interesse de todos os brasileiros nacionais, no exemplo do que Israel tomou a defesa indenizatória sobre o acontecido durante e depois da Segunda Guerra na Alemanha.

Os meliantes estrangeiros autores dessa tragédia verificada no Brasil, impuseram seus atos criminosos contra a vida, sua cultura moderna, aniquilando a melhor cultura tupi-guarani, e implantando sua visão de mundo moderno aos povos indígenas submetidos. Inventaram, pois, o modo de vida material e cultural com base em valores materiais herdados do modelo e da dominação de Super Estado financeiro internacional.

Por essa razão, muitos historiadores modernos falsificam o estudo da História do Brasil desde chegada inicial da expedição de Pedro Álvares Cabral, e encobrindo as nacionalidades de muitos implicados, SEM LEVAR EM CONTA QUE NO TERRITÓRIO DOMICILIAR AQUI JÁ VIVIAM MUITOS MILHÕES DE POVOS INDÍGENAS, CULTURALMENTE ORGANIZADOS, HÁ MILHARES DE ANOS.

A população indígena soma hoje aproximadamente ..... milhares de brasileiros naturais, vivendo distribuídos em várias aldeias espalhadas pelo território nacional; a Amazônia é a jurisdição de enorme concentração; nelas continuam existir as invasões de caravaneiros estrangeiros de diversos países, exploram, ainda hoje, essas áreas culturais. Qual seria o pretexto dessas infiltrações clandestinas? Argumentam que estariam a serviço de Deus tratando da evangelização dos índios. Ignoram o fato de existir o Todo-poderoso Tupan, Deus Supremo da indiada!!! Atualmente, os estrangeiros falam em nome de alguma organização não governamental de origem estrangeira, a que assegura-lhe penetrar no território brasileiro, sem a autorização oficializada do chefe do Governo Brasileiro. Recentemente, a reportagem do programa “Brasil Urgente” fez o registro de uma matéria exclusiva, apresentando denúncia de ato ilícito cometido por estrangeiros entrando em Rondônia, e forçando o índio na retirada do ouro e levado para o exterior.

BRAÇO FORTE, MÃO AMIGA

 

Mesmo antes da chegada da expedição de Villegaignon, o fundador da França Antártica, no Rio de Janeiro, segundo narrativas do cronista André Thevet, OS POVOS INDÍGENAS SEMPRE CRERAM NO DEUS SUPREMO TUPAN, assegurando que após o extermínio da indiada O ESPÍRITO  (XEREPIRAQUA) DISPÕE DE OUTRAS DESTINAÇÕES, a saber: “Se na existência sobre a terra ele pertencera a uma formação guerreira e defensor de sua tribo original, CONTINUARÁ VIVER A IGUALITÁRIA MANIFESTAÇÃO EM UMA DAS DIMENSÕES DOS CÉUS; se nada fizera sobre a terra em defesa de sua tribo, destinar-se-á junto de “Anhã”, o que quer dizer a região umbralina trevosa do espírito do mal”. Obviamente, a melhor escolha preferida era de ‘UM BRAÇO FORTE, MÃO AMIGA. Daí a peleja em defesa de toda a tribo. BRASIL ACIMA DE TUDO!

Dos milhões de índios que se estima existir à época da invasão dos inimigos estrangeiros, durante o nefando monopólio do pau-de-tinta, no século XVI, uma grande porção considerável deles FOI EXTERMINADA, mediante as táticas de espionagem e sabotagem, e a revelia dos representantes do governo imperial português. Os conflitos travados, a conseqüente desestruturação dos povos indígenas sitiados de surpresa e as doenças crônicas introduzidas pelos colonizadores, foram as causas fundamentais dessa dizimação coletiva, inicialmente, física e cultural.

O holocausto dos índios foi consumado não só por delinqüentes portugueses, mas por maior quantidade dos judeus (colonizadores que aqui chegavam e fixavam seus domicílios, na chegada da expedição de Cabral em diante.

Essa fase inicial, os índios eram levado ao trabalho forçado no corte e extorsão do pau-de-tinta, em troca de parafernália (contas de vidro, espelhinhos etc.) Era a exploração da ingenuidade indígena!

Ora eram levados a implantação das lavouras de cana-de-açúcar e tabaco – e mais adiante de algodão – E, COM A UTILIZAÇÃO DO INDÍGENA COMO TRABALHADOR ESCRAVO, rebentam mais e mais massacres.

As primeiras aldeias incendiadas e mortos seus moradores foram as do litoral. Os invasores se apropriaram das terras dos índios tupi para o assentamento dos colonos e das lavouras. Os que sobreviviam eram escravizados, perdiam as terras e iam empurrados para bem longe do interior. Era preciso, NA ÓTICA DA JUDIARIA, eliminar os tropeços criados pelo “selvagem” ao “avanço civilizador” do sistema capitalista internacional. No litoral baiano-pernambucano esse avanço foi até o vale do São Francisco, explorando jurisdições dos atuais Piauí, Rio Grande do Norte, Maranhão, Goiás e Pará. Isso durou séculos afora e, havendo-se apropriado dos gados da indiada, exterminaram outros milhares de indígenas.

Em todo o período da colonização os representantes do governo imperial de Lisboa jamais tomou a defesa do direito a vida dos povos indígenas, sempre estiveram subjugado por milhares de judeus infiltrados no território alheio. Não obstante o tendencioso regimento de Tomé de Souza que promoveu a divulgação pública de “conversão de toda a indiada”, à semelhança da tarefa de evangelização originária das delegações estrangeiras no território brasileiro, recomendava que “fossem melhor tratados” pela judiaria. O tratado de “guerra justa” e o de autoria do marquês de Pombal reconhecendo os índios como “pessoas livres”, NÃO IMPEDEM TAMBÉM QUE SEJAM ESCRAVIZADOS E DIZIMADOS PELOS ESTRANGEIROS.

A Fundação Nacional do Índio (Funai), criada em 1967, não tem como objetivo prioritário defender a implantação de uma política indigenista adequada às inadiáveis necessidades dos descendentes dos grupos tribais sobreviventes. Mas isto deve ser reavaliado e melhorar!

Na Amazônia, do Pará ao Mato Grosso, vivem hoje a maior porção dos índios, e o Governo Brasileiro até este 2001 em curso pouquíssimo contribuiu para a instalação de melhores projetos agropecuários e de mineração nacionais, que constituem ameaça seríssima às últimas reservas indígenas, como já denunciou a reportagem do “Brasil Urgente” da TV-Bandeirante.

Da maneira desatenciosa como esse processo de OCUPAÇÃO INDISCRIMINADA vem ocorrendo atualmente, EM POUCO TEMPO NÃO RESTARÁ SENÃO UMA VAGA RECORDAÇÃO DA EXISTÊNCIA DO INDÍGENA BRASILEIRO, esculturada em livros, cartões postais, quadros de algum pintor. A “Calha Norte”, por exemplo, projeto da “Nova República” para a Amazônia, encobre outros interesses que os de defesa e preservação daquela região divulgados oficialmente.

“As instalações militares nas fronteiras são o primeiro passo para garantir a execução dos alvarás de lavras das grandes empresas de mineração, neutralizando as entidades de apoio aos índios, e acelerando o processo ao fim do qual eles desaparecerão pelas epidemias ou pela perda de sua identidade cultural”. (Matéria publicada pela Folha de S. Paulo, 23 de novembro de 1986.)

Releva alertar que, no Jornal Estadão, 24 de maio de 2001, há outra denúncia em minúsculas linhas sobre a Amazônia, infiltração de estrangeiros em Alcântara. O assunto despertou a atenção de brasileiros residentes nos EUA; acusam de lá que os estudantes nos Estados Unidos, freqüentemente, estão sendo instruídos nas aulas sobre Geografia e os Estados Unidos já articulam a instalação de um Escritório da CIA e forças americanas virão garantir a posse da região em Alcântara; (Convém o Ministério da Defesa buscar conhecer o livro escolar “Introdução a Geografia”, autoria de David Norman (escritor americano). A página 76 do livro didático, provavelmente, estaria a ilustração do mapa da América do Sul onde aqueles estudantes do Primeiro grau, na 6a série, ficam conhecendo o retalhamento da Amazônia, estampado naquela obra do senhor Norman.

 

O AVANÇO DA PIRATARIA E A CONQUISTA

 

O governo imperial português estava vinculado, historicamente, ao espanhol desde o século XII, quando, na guerra encabeçada pelo reino de Castela contra a infiltração de palestinos-muçulmanos, foi criado o Condado Portucalense. Ele teve alguma importância para o reinado de Castela na defesa da Ibéria. Nesse conflito de afirmação da nacionalidade, Portugal tornou-se reino independente em 1139. Tempos depois, o nacionalismo português foi revigorado pelo apoio vindo dos burgueses manifestado durante a revolução de Avis, contra a pretensão espanhola de reanexar Portugal, em 1385. Mas os lusitanos tiveram novamente sua independência ameaçada, no final do século XVI.

Com a morte do rei Dom Sebastião na batalha de Alcácer-Quibir, na África, não deixou sucessor direto ao trono do reino português. Ora, Felipe II da Espanha, herdeiro indireto, apressou-se como primeiro pretendente.

A independência do governo português foi resguardada com a ascensão ao trono português do cardeal Dom Henrique, tio-avô do falecido Dom Sebastião. Entretanto, essa solução teve curta duração, pois dois anos depois o cardeal Henrique morreu. Felipe II, então, impôs-se como legítimo herdeiro, incorporando o reino português à coroa espanhola e realiza, finalmente, A UNIÃO PENINSULAR.

A DINASTIA de Avis sossobrou, morrendo devagar e matando, heroicamente, nos fulvos areais de Alcácer-Quibir. A poderosa mão de Felipe II, rei católico romano, o asceta do Escorial, se estendeu sobre o governo imperial de Portugal, E O BRASIL PASSOU, EM 1580, PARA O DOMÍNIO DO REINO DA ESPANHA. Devido o fato de predominância do catolicismo, a Espanha significava A GUERRA ABERTA CONTRA A HERESIA PROTESTANTE ORIGINÁRIA DO JUDAÍSMO.

Todos os portos brasileiros foram logo fechados ao comércio das Províncias Unidas. AS SINAGOGAS JUDAICAS, ESTREMECENDO DE PAVOR, amargavam os prejuízos que disso adviriam. Apresentava-se o momento de conquista, usando a valentia flamenga, os empórios cobiçados do açúcar e do comércio negreiro.

Já as cobiças ambiciosas de todos os europeus vieram corvejando sobre o vasto território brasileiro, desejando a posse de propriedades e dos bens materiais dos povos indígenas. As tentativas huguenotes da criação de uma FRANÇA-ANTÁRTICA E DE UMA COLÔNIA NO ESTADO DO MARANHÃO FRACASSARAM diante dos esforços de Mem de Sá e Jerônimo de Albuquerque. A PEQUENA NOBREZA PROVINCIANA PROTESTANTE CALVINISTA DA FRANÇA ensaiara o corso marítimo contra o comércio e AS FEITORIAS DE PORTUGAL E ESPANHA EM TERRAS BRASILEIRAS. (Vide a obra intitulada “Histoire du commerce de France”, autoria de H. Pieonneau, Paris, tomo II, Ano de 1889, página 170.) A PIRATARIA SEMPRE FOI EMINENTEMENTE PROTESTANTE.) Das suas pretensões, a estabelecimentos definitivos no Brasil, só ficaram os nomes de uma ilha na Guanabara e de São Luis, a capital maranhense. O espírito empreendedor pré-capitalista dos europeus de ascendência judaica, se projetava, nos séculos XVI e XVII, no corso e na pirataria, sem que fosse possível traçar uma linha nítida de demarcação entre todas essas atividades aventureiras em território alheio.

A pirataria religiosa protestante, insuflada pelo judaismo, ainda hoje, se exerce incessantemente contra os governos apoiados pelo Vaticano, em virtude da predição profética de Daniel, capítulo II, versículos 18 ao 40. Na Inglaterra, ocorreu uma verdadeira Idade Áurea de pirataria: sir Walter Raleigh, o grande Frobisher, os irmãos William e John Hawkins, este último dos quais foi feito baronete, como já dissemos anteriormente, pelos serviços prestados ao nefando comércio negreiro, chamado pelos seus contemporâneos: “a worderful hater of spaniards”. (cf. Formidável abominador de espanhóis. W. Sombart, “Le Bourgeois”, payot, paris, Ano de 1926, página 93. J. M. de Macedo. “Efeméride Histórica do Brasil, typ. do Globo, Rio de Janeiro, Ano de 1877, página 188.) Entre esses ingleses, estavam os que salteavam nos mares e costas do Brasil: Lancaster, “era um agente secreto pertencente a uma companhia de Londres”; tomou o Recife em 1595, (Drake, “The noble pirate”) E Cavendish, príncipe dos demais ladrões navegadores do mar, o qual, de regresso das suas frutuosas expedições, subira o Tâmisa com mastros dourados e velas de damasco nas seus galeões. (Douglas Compbell, “The Puritans in Holland. England and América”, Ano de 1892, tomo II, página 120. Cf. Hakluyt, “Histoire des Voyages”)

 

AINDA FALTA AO BRASIL ACIMA DE TUDO

 

Todos os poderes constituídos e a sociedade brasileira, sobretudo, devem adotar, no mais breve prazo possível, a partir de 2002 e para sempre, a implantação do sistema político do país que assegure: “Todo o brasileiro digno deve ajudar o outro brasileiro digno, independentemente de classes sociais onde se vêem; para aquele que não for capaz disso, não haverá alguma espécie da ajuda. O percentual de reajuste, dentre todas as remunerações ou salários vigentes às classes sociais, deve ser o mesmo para todos, inclusive, começando dos parlamentares, funcionários dos mais elevados escalões, magistrados etc. Cada um brasileiro convicto tem que se satisfazer com os privilégios que lhe sejam retribuídos perante a misericórdia do Supremo Deus. No Brasil nunca existiu, não existirá jamais paz e segurança SE OS CAPITALISTAS, PROTAGONISTAS DO COMUNISMO DOS HOMENS OU QUAISQUER OUTROS DEVORAM PROPRIEDADE, ALÉM DOS RECURSOS DA NATUREZA, os quais são de  inteira propriedade do Supremo Criador e Controlador de tudo.

Os capitalistas não podem continuar conquistando os oportunistas simplesmente através de manobras políticas sórdidas, nem os oportunistas jamais derrotarão os capitalistas simplesmente guerreando por pão ou ouro roubado do país. SE ELES NÃO QUEREM RECONHECER A SUPREMA PRESENÇA VIVA DE DEUS como o Proprietário a lhes conceder moradas sobre a terra, todas as propriedades que alegam possuir neste ou em outro qualquer território são roubadas, conquistadas de modo delituoso. Conseqüentemente, eles estão sujeitos às punições dos tribunais pelas Leis da Natureza.

Todo o armamento nuclear deste mundo estão em poder e nas mãos dos capitalistas como dos oportunistas ou, por assimilação, comunistas e, CASO NÃO RECONHEÇAM QUE O DEUS DE TODA HUMANIDADE É O PROPRIETÁRIO DO PLANETA, CERTAMENTE, AS ARMAS NUCLEARES, SEM DEMORA, ARRUINARÃO SUAS COMUNIDADES, ONDE QUER QUE ESTEJAM NO MUNDO.

Os seres humanos não foram manifestados sobre a terra para guerrear como cães e gatos. Eles devem ser inteligentes o bastante para realizarem a importância e o objetivo da existência na terra. Cães e gatos podem matar, assim como outros animais por alimentos, sem incorrerem em ação criminosa. Porém, se um homem mata um gado para satisfazer seu paladar incontrolável, ESSE HOMEM É INFRATOR POR ROMPER AS LEIS DA NATUREZA; tanto pior será se assassina um outro homem!!! Conseqüentemente, ele deve ser punido pela Providência Divina.

Existem muitos animais e pássaros que são vegetarianos ou carnívoros, MAS NENHUM DELES TRANSGRIDE OS MANDAMENTOS DE DEUS, as leis da Natureza. Portanto, para eles não existe ilícito ou ato criminoso, tampouco são os ensinamentos de Deus dirigidos a eles. SÓ A ESPÉCIE DE VIDA HUMANA É UMA EXISTÊNCIA DE RESPONSABILIDADE PERANTE O CRIADOR E A NATUREZA! Os animais não têm consciência plenamente desenvolvida com a qual possam reconhecer Deus, a Providência, enquanto que o homem é suficientemente inteligente para obter as orientações da Providência Divina; a começar daí, o homem pode saber como funcionam as leis da natureza naturada e tirar proveito bom desse conhecimento. Se um homem qualquer negligencia as orientações obtidas, sua existência atual torna-se arruinada.

“A causa de todo pecado ou erro intencional é a desobediência deliberada às Leis da Natureza, por desconsideração à propriedade permitida do Ser Supremo. A DESOBEDIÊNCIA POLÍTICA ÀS LEIS DA NATUREZA, OU AO MANDAMENTO DE DEUS ARRUÍNA OS HOMENS. SE A PESSOA É SENSATA, CONHECE AS LEIS DA NATUREZA E NÃO SE INFLUÊNCIA POR APEGO POLÍTICO, NEM RELIGIOSO DESNECESSÁRIOS, SEGURAMENTE, A PROVIDÊNCIA DIVINA A RECONHECERÁ E ELA SE TORNARÁ ELEGÍVEL DE VOLTAR AO SUPREMO RETORNANDO A ETERNA MORADA NOS CÉUS. Por aí, conseguirá o Governo Brasileiro e toda a nação em parceria, no mínimo, minimizar o analfabetismo da mocidade, no território nacional. Os estudantes, provavelmente, desconhecem a realidade do Brasil histórico como ela se deu, não sabem, por isso, retomar uma melhor perspectiva de vida social digna; não obstante reconheçamos o esforço meritório por parte de cada Organização Não Governamental idônea nesse sentido! Por exemplo, temos acompanhado nos meios de comunicação os esforços dos integrantes do “movimento Viva Rio.”

 

A PIRATARIA CALVINISTA NO RIO DE JANEIRO

E NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO/VITÓRIA.

 

Naquela ocasião, tornara-se a Espanha a mais poderosa nação européia: Felipe II herdara de seu pai, Carlos V, um vastíssimo império, com totais domínios na Europa, agora também ampliado com a reincorporação do reino de Portugal E SUAS COLÔNIAS COMO, POR EXEMPLO, O TERRITÓRIO BRASILEIRO.

No começo do século XVII, durante o governo de Dom Luiz de Souza, entre 1616 e 1621, OS PIRATAS INGLESES DE ASCENDÊNCIA JUDAICA PRETENDIAM ESTABELECER-SE NO RIO DE JANEIRO E ESPÍRITO SANTO; mas tendo desistido do intento, porque, avisados a tempo, os representantes do governo dessas jurisdições tomaram providências adequadas.

Os piratas, eminentemente, de seitas protestantes calvinistas, aventuravam-se com as possessões do rival da Cúria do Vaticano, e para a obtenção de recursos pecuniários, visando o assalto definitivo. É a técnica judaica da desapropriação orquestrada em que eram mestres os judeus bolchevistas. (Eles buscavam solucionar o problema dos sem pátria espalhados nos territórios alheios, mediante táticas radicais revolucionárias, morrendo “muitos assassinados”, sob a acusação de trotskismo; a ideologia antiproletária. Trotski e a maioria dos bolchevistas eram judeus.) As lutas sucessivas que, então, sempre travaram TINHAM UM QUÊ SE SEITAS PROTESTANTES DE NATUREZA RELIGIOSA OU POLÍTICA!

Fatos:

“Vede bem os do que foi o passado, tais quais como é hoje, na política do Brasil! Os entrelopos huguenotes franceses durante longos séculos percorreram às costas brasileiras “abandonadas”; quando despertavam, avistavam as naves abarrotadas de pau-de-tinta roubados dos povos indígenas, e se estabelecendo nas ilhas de São Luis e de Villegagnon.”

Os corsários puritanos ingleses de ascendência judaica invadem os povoados litorâneas, também, com a intenção de fixarem propriedade. Afinal, os piratas calvinistas holandeses se anteciparam, tomaram a frota da Prata, na baía de Matanzas, a que lhes forneceu meios pecuniários para o equipamento de grandes expedições, e assistiam saltear as terras do Brasil, como fez Paulo Van Ceulen, repelido da Bahia de Todos os Santos em 1604.

Tudo isso preludiava A CONQUISTA DAS PRÓSPERAS CAPITANIAS DO NORTE. Conforme depõe Gabriel Soares, os moradores do extenso litoral brasílico viviam tão aterrorizados com a invasão dos piratas que traziam sempre “toda a roupa entrouxada”, para se fazerem  ao mato entrincheirados; mal avistavam o velame de qualquer nau grande. A acometida de Paulo Van Celuen foi A QUARTA SOFRIDA PELA BAHIA, nesse tempo, assegura o autor da “Razão do Estado do Brasil”. Os resultados dessas pilhagens são quase sempre inusitados.

Na frota da Prata, por exemplo, os holandeses de ascendência judaica se apoderaram de 15 (quinze) milhões de torneses, por certas LIBRAS TORNESAS OU ESCUDOS TORNESES, que valiam muito mais do que os simples ESCUDOS OU LIBRAS PARISIS, nos velhos sistemas monetários.

O historiador Pedro Calmon, bem inspirado, escreveu: “Por detrás dos marinheiros flamengos, ESTAVA O JUDEU PORTUGUÊS de Amsterdan e Haia. (cf. Op. cit. página 60.) A predição, porém, poderia vir mais nítida e denunciar: Por detrás de todos os piratas hereges, anticatólicos, estava a judiaria internacional, o homem sem pátria fixa, a mamonista apegado ao Bezerro de Ouro.

Não houve nenhuma expedição de corso ao Brasil que contasse a verdade com as informações históricas falsas dos judeus instalados em propriedades no seio do nosso território brasileiro. Esses espiões infiltrados informam aqueles navios piratas das condições de defesa das praças, PERMITIAM-LHES DAR GOLPES COM TOTAL SEGURANÇA.

O defensor dos judeus na literatura histórica referente ao Brasil, Sr. Solidônio Leite Filho, enaltece-os por essa prática delituosa, quando disse: OS ISRAELITAS FORAM OS MAIS PODEROSOS AUXILIARES DOS CORSÁRIOS ESTRANGEIROS E SE ALIARAM AOS INGLESES QUE PRETENDIAM ESTABELECER-SE COMO PROPRIETÁRIOS ENTRE OS DEMAIS. (cf. Op. ct. página 60.) A pirataria é o PREFÁCIO DA CONQUISTA DOS BENS MATERIAIS DO BRASIL POR MEIO DA FORÇA EXTERMINADORA. O judeu, que tão entusiasticamente colaborou no prefácio, ainda narra, estrategicamente, a obra histórica por inteiro. Então, doravante, quem estará capacitado de tomar a defesa dos bens materiais subtraídos, além do direito de propriedade de todo o território nacional? Evidentemente, o Superior Tribunal de Justiça Federal.

Em 14 de maio de 1948, graças a defesa de um brasileiro, Sr. Osvaldo Aranha, o povo judeu conseguiu, por direito constitucional, reconhecimento da ONU, seu território nacional, Israel. Hoje, os israelitas defendem a soberania de sua propriedade para todos os judeus! Por quê não defender os nossos bens materiais?

No século XIX, o judeu começou almejar a mudança do sistema social, e dentro do território judaico próprio. Dividia-se  em duas facções. Os que se declararam sionistas sociais contentavam com qualquer jurisdição em Israel que pudesse abrigar os judeus, DESDE QUE LHES PROPORCIONASSE AUTONOMIA POLÍTICA. Já os “Poalei-Sion” – Trabalhadores Sionistas – visavam à formação do Estado judeu na Palestina. A segunda facção suplantou a primeira. Nascido na Rússia entre os operários e estudantes judeus como fruto das perseguições, e influenciado pelo contato com outros movimentos nacionais dos povos sob a soberania do Tzar, o movimento sionista – ainda incipiente e pré-partidário – LEVOU PARA A PALESTINA OS PRIMEIROS EMIGRANTES JUDEUS EM 1882. Os judeus em sua maioria absoluta esperam pela vinda do Messias para serem salvos, mas não se trata do Cristo!!! Este já veio mas não o reconheceram como o Messias.

Visava a organização sionista a obtenção para todo o povo judeu um Lar Nacional na Palestina. Foi considerada a interlocutora da potência mandatária da Palestina (Grã-Bretanha) e, depois da ONU. A organização ficou sendo chamada “O povo a Caminho”. Por se tratar da legítima representante dos legítimos anseios nacionais de todo o povo judeu.

Ora, uma vez que a ONU é responsável e providencia toda defesa dos direitos constitucionais nacional e de independência dos povos amigos, assegurando da tribuna do anticolonialismo, dentre outros, as indenizações dos bens materiais subtraídos por piratas internacionais do território alheio, aos poderes constituídos do Brasil atual compete envidar esforços, mover ação processual junto a ONU, visando as indenizações por danos morais e materiais do pior holocausto ocorrido na dizimação dos povos indígenas e negros de matrizes africanas durante os períodos da colonização e monarquia, no território brasileiro. O ano de 2003 é bem propício e promissor para o Brasil proceder suas reivindicações neste sentido, junto as nações unidas! Eis aí descrevemos a presente proposta da nossa Organização Não Governamental, Cruzada dos Militares Fiéis Umbandistas do Brasil, sediada no Estado do Rio de Janeiro, Brasil.

O governo-geral contava com um corpo de assessores diretos nas tarefas da administração colonial: o provedor-mor (encarregado dos assuntos econômico-financeiros e da cobrança de impostos); o ouvidor-mor (responsável pelos assuntos de Justiça); e o capitão-mor (encarregado da Defesa). Todos os membros estrangeiros!!!

Essa administração se mostrava inoperante para a resolução dos problemas da colonização, avolumados com a expansão territorial e a INSTALAÇÃO DE NOVOS POVOADOS (invasores), crescimento das cidades e vilas com as edificações das capelas ou igrejas, resultando disso a necessidade de criarem outros órgãos administrativos.

O CONSELHO ULTRAMARINO, órgão da administração por metrópoles diretamente ligado a sede do governo imperial peninsular, ERA RESPONSÁVEL PELOS ASSUNTOS DE ULTRAMAR (isto é, as feitorias e colônias). Os tratados, decretos, preceitos e leis para as colônias eram destinados pelo Conselho para o governador-geral, que os transmitia para os donatários das capitanias.

Além do provedor-mor, ouvidor-mor, guarda-mor e alcaide-mor, auxiliares diretos do governador-geral na capital da colônia, o rei criou o Tribunal de Relação.

Em 20 de novembro de 1695, foi assassinado o líder guerreiro Zumbi, aos 40 anos de idade. A existência de Zumbi foi notável por sua liderança indiscutível em Palmares.

Domingos Jorge Velho esteve no encontro frente à frente com quantos foram os comandados de Zumbi, corajosos e destemidos como seu comandante. Conviveu com eles quatro anos em intensos combates duríssimos. Após sua  morte, Kamoanga prosseguiu na guerra, o mesmo destemor, mas já se iniciara o século XVIII e os remanescentes palmarinos estavam dispersos totalmente.

 

A PROSPERIDADE DOS JUDEUS LUSOS

VINGOU-SE DO REINO PENINSULAR.

 

Há um fundo religioso e racial nessa luta  de heréticos assolados e ajustados por judeus, contra católicos apostólicos romanos, papistas, os quais haviam expulso os israelitas de próximo do reino da Península, para não se afogarem na sua invasão. O rancor judaico não conhecia limites contra os tronados de Castela e Portugal, unidos na cabeça dos Felipes espanhóis. Confessa-o, quase sem ambages, o judeu Mendes dos Remédios, ao expressar: “A prosperidade dos judeus lusos na Holanda vingou-se do desprezo do monarca peninsular que os expulsara”. (cf. “Os judeus em Portugal”, página 342.) Em capítulo anterior, documentalmente, mostramos como a Holanda estava abarrotada de judeus e de capitais judaicos. Segundo escreveu, em 1644, o embaixador Souza Coutinho ao visconde de Vidigueira, HOLANDA ERA A MÃE DOS CRISTÃOS-NOVOS QUE DALI SE DERRAMAVAM PARA O BRASIL. Era ainda a fonte da trindade invisível do aforisma alemão vulgarizado por Goethe: Krieg, Handel und Pirateriedreienig sind sie; nicht zu trenen. (Guerra, comércio e  pirataria formam uma trindade invisível...) O judeu explorava essa trindade invisível, valendo-se das disposições guerreiras e aventureiras que o comércio despertaria nos pacatos holandeses, os quais, já agora, ávidos de pecúnia, quando não tiravam grandes lucros de uma atividade ou região, se voltavam para outras. (cf. E. Laspeyres, “Geschichtte der Volkswirthschaftlichen Anschauungen der Niederlander”, Ano de 1863, página 60).

Na insuspeita opinião de Cahlow Burrish, (“Batavia ilustrada or a wiew of the Policy and Commerce of the United Provinces”, Ano de 1728, página 333) as grandes companhias de comércio dos séculos XVI e XVII não passavam de companhias de conquistas, providas de privilégios e poderes políticos, que fundavam fortalezas e estabeleciam governos, verdadeiras organizações permanentes de pirataria, a qual, segundo Sombart, formava um ramo de comércio regular dessas associações. A das Índias Ocidentais, idealizada por Wilhelm Usselimex, que CONQUISTOU O BRASIL PARA OS JUDEUS, ENTRE 1623 E 1636, despendeu 4 milhões e meio de florins, reforçando o armamento de 800 navios; capturou 540, cuja carga somente valia 6 milhões, ganhando ainda 3 milhões com o que pirateou mares afora aos portugueses. (cf.  Werner Sombart, op. cit. página 94. A companhia idealizada por Usselimex, foi proposta aos Estados Gerais da Holanda por Jans Andres Moerthecan, que Frei Rafael de Jesus, no “Castrioto Lusitano, página 14, denomina “holandês de capacidade e esperteza”. Substitua-se holandês por judeu e não há erro...) A espoliação dos engenhos do Estado de Pernambuco que se opuseram à conquista rendeu mais de 500 mil florins!

Formaram-se no território brasileiro duas companhias de comércio e pirataria, e cuja matriz era na Holanda, com capitais israelitas. A primeira, das Índias Orientais, nasceu em 1602 e deu tais lucros que inspirou a segunda, das Índias Ocidentais, em 1621, com privilégio exclusivo do tráfico e navegação na América e na Costa da África (isto é, o domínio dos empórios da indústria do açúcar e do negro). Os judeus peninsulares forneceram para essa última companhia a soma redonda de 18 milhões de florins. (cf. João Lúcio de Azevedo, “História de Antonio Vieira”, tomo I, página 135.) De posse da quantia a companhia, seus diretores “movidos pelos hebreus”, determinaram que fosse o território brasileiro o alvo da conquista. (cf. Solidônio Leite Filho, op. cit, página 58).

Os arredores palmarinos, por exemplo, mesmo antes da primeira expedição regular dos judeus holandeses, desde que esteve sitiada a Serra da Barriga, nas vilas já haviam reforçado as guarnições dos negros. Eles costumavam descer para as negociações no ponto central dos vilarejos populosos, vendendo suas louças de barro, seus utensílios de fibras de palmeiras e adquirir os artigos ou gêneros de que necessitavam. Muitos negociantes estimulavam essas relações comerciais, os judeus holandeses donatários de engenhos haviam perdido os seus escravos negros e que representavam a sua maior fortuna; passaram a reagir violentamente contra essas relações liberais; e instigavam os donatários locais a proibi-las e atacá-las nos quilombos. A CONSCIÊNCIA NEGRA, PORÉM, AQUELA ALTURA ESTAVA ORGANIZADA; os negros desse tempo não se vendiam com facilidade nem temiam a manobra política da judiaria dos brancos, e respondiam a sua reação com incursões em suas fazendas e engenhos, a matança de seus gados e desordens em suas indústrias.

Os donatários locais proibiam qualquer pretensão comercial com os negros, incentivavam mesmo os confrontos com suas guarnições bem mais estruturadas, reforçadas e armadas contra todos os negros (camelôs dessa ocasião); nessas incursões aventureiras os brancos apreendiam quantos quisessem possui-los como escravos e revendê-los aos donatários de engenhos.

No Brasil Colonial, tendo iniciado os estrangeiros criminosos de guerra sua página histórica da escravidão, criaram hordas de penetração ao interior “desconhecido” e o objetivo mais cruel, foi a dizimação, primeiramente, dos indígenas, herdeiros legítimos. Não satisfeito os sanguinários foram em busca dos negros de matrizes africanas e  tendo o mesmo propósito de extermínio, após explorar sua mão-de-obra. A pretensa catequese evangélica dos cristãos-novos e cristãos-católicos apostólicos romanos aos indígenas e negros TRANSFORMOU-SE EM TRÁFICO E OS MISSIONÁRIOS EM TRAFICANTES, em concorrentes nos mercados dos régulos e dos sobas selvagens!

Desejando legitimar a escravidão no mundo o delinqüente criou o princípio hediondo, imoral e mentiroso do resgate, resgate de morte e de cativeiro de seus inimigos, inimigos imaginários, porque não existiam...

Portugal, Israel, França, Holanda, Inglaterra, Espanha, Roma, etc. precisavam enriquecer e fazer fortuna e as suas cortes eram perdulárias e os europeus necessitavam de fazer escravos em territórios alheios para o trabalho forçado nas terras descobertas...

“A compra e venda de escravos pouco a pouco se foi organizando, com aquiescência e mesmo com apoio e proteção de todas as nações unidas e todos os governos. A competição mais poderosa dava-se entre especuladores dos países acima citados. Os novos descobrimentos avançavam n vezes a colonização do interior brasileiro aproveitáveis, que caíam sob o domínio de criminosos de guerra. NADA FOI MAIS FÁCIL NESSES SÉCULOS DOS PERÍODOS E DA MONARQUIA DO QUE A APROPRIAÇÃO INDÉBITA DE PROPRIEDADES DO BRASIL. Mas de que serviriam terras, no entanto, assim divididas a latifúndios imensos, sem braços fortes que as lavrassem? Todos se apropriavam das terras indígenas; todos os piratas precisavam, pois, de escravos, muita riqueza sem a qual essas terras nada valeriam!

O que pesa sobre judeus portugueses, relativamente ao tráfico, pesa também sobre os espanhóis, os franceses, os holandeses e especialmente sobre os ingleses, todos, de ascendência judaica.

Na cartilha anterior, fizemos o público leitor notar como o regime da escravidão, além de proporcionar grandes lucros aos judeus, permitia o amolecimento da sociedade, SOBRETUDO A MOCIDADE SEM PERSPECTIVA ALGUMA, facilitando-lhes dominá-la no decorrer do tempo. A decadência moral dos povos indígenas e negros do século XVII chegara aos mais alto índice desse tempo. O judeu e o flamengo aproveitaram-se disso. Veio desde aí o panorama da corrupção, da venalidade, do escândalo, da pedofilia, da desmoralização!

“Os criminosos de guerra ricaços não estavam acostumados a morrer. Isso contribuiu para favorecer a conquista, até hoje impunemente. (Vide as obras intituladas “Veleroso Lucideno”, autoria de Manoel Calado; “História de Portugal”, autoria de Rebelo da Silva, tomo II, séculos XVII e XVIII, página 338; e Solidônio Leite Filho, op. cit. página 59.

JUDEUS IMPELIAM E CUSTEAVAM, DE FORA, A EMPRESA CONQUISTADORA: Judeus esperavam, aqui no Brasil, os conquistadores, prestes a desempenhar todos os papéis, de modo a aligeirar-lhes a tarefa. Esperavam melhor chance de infiltração receosos da Inquisição (investigação do Santo Ofício), segundo a ação afirmativa de Solidônio Leite Filho, sempre vinham assentar propriedade naquela capitania. (cf. Rodolfo Garcia, loc. cit. página 33.) Do mesmo modo que haviam sido os melhores auxiliares de corsários e piratas até do Conselho Ultramarino, foram os melhores auxiliares dos conquistadores que lhes sucediam. (Solidônio Leite Filho, op. cit. página 61.) O grave Southey confirma que, ou faziam causa comum com o batavo ou fraca resistência lhe opunham. (cf. Roberto Southey, “História do Brasil”, tomo II, página 146).

Os cristãos-novos e judeus infiltrados no Brasil deram dinheiro, afirma o frei Manoel Calado para “os gastos da conquista do Estado de Pernambuco”. (Obviamente, a autoria do extermínio dos negros e Zumbi na Serra da Barriga, foram judeus os mandantes!) Ministravam todas as informações faladas e escritas a permitir os ataques, confrontos, desembarques e marchas dos conquistadores. A invasão ainda se aprestava nos portos zelandeses e já, em Pernambuco, informada dos preparativos, A JUDIARIA SE ENTREGAVA À MAIS TERRÍVEL ESPIONAGEM AOS INVESTIGADORES DO SANTO OFÍCIO. “Largas ações afirmativas sobre as coisas do Brasil” O ALMIRANTE HOLANDÊS RECEBIA, POR INTERMÉDIO DOS JUDEUS INFILTRADOS NO BRASIL. (cf. Solidônio Leite Filho, op. cit. página 60).

A PRIMEIRA EXPEDIÇÃO HOLANDESA ATINGIU A TERRA BAIANA, CAPITAL DA COLÔNIA, em 1624. Devido o livre trânsito, portas adentro, numerosos judeus, sempre atuaram espionando por conta dos generais batavos. (Solidônio Leite Filho, op. cit. página 60).

Em quarenta e oito horas, a imensa tropa se apoderara da cidade de Salvador/Bahia. Segundo Documentos do Instituto Histórico, a esquadra holandesa VEIO PEJADA DE JUDEUS E JUDIAS. A população israelita que invadiu a Bahia delirou de contentamento e envidou todos os esforços, o que repetiria em outras jurisdições territoriais e oportunidades, para induzir os não-judeus a se submeterem ao jugo estrangeiro. (cf. Roberto Southey, op. cit. tomo II, página 156.) O padre Antonio Vieira escrevendo a sua “Ânua do Estado da Bahia, datada de 30 de setembro de 1626, CONTA QUE A CIDADE BAIANA FOI TODA SAQUEADA. Na sua maioria, os cristão-velhos baianos, TEMENDO NÃO PODER RESISTIR AO ÍMPETO DE AGRESSIVIDADE, DEVIDO À GRANDE QUANTIDADE DE JUDEUS QUE VIVEM E RESIDEM NA CIDADE E NOS QUAIS NINGUÉM PODIA CONFIAR, RETIRARAM-SE EM FUGA PARA OS MATOS E, SOB A DIREÇÃO DO BISPO DOM MARCOS TEIXEIRA, PREPARAVAM A REAÇÃO EM MASSA.  Atormentaram os invasores criminosos com guerrilhas e emboscadas contínuas, até que vieram em socorro do povo baiano os reforços e auxílios da Espanha peninsular, na famosa esquadra de Dom Fradique de Toledo Osório, composta de naus lusas, castelhanas e napolitanas. OS JUDEUS SUBORNARAM DANDO DINHEIRO A RODO PARA A RESISTÊNCIA FLAMENGA. Tudo em vão, porque, no centro de Salvador, fermentavam dissensões judaicas, (Vide a obra do diplomata Varnhagen, “História das lutas com os holandeses no Brasil”, Lisboa, Ano de 1872, página 38), como na Jerusalém sitiada de Flávio Josefo. Batidos no mar e sem poder manter-se em terra alheia, os, alguns ocupantes judeus infiltrados da Bahia capitularam no curto espaço de um mês; espanhóis, napolitanos, lusos tomaram novamente conta de Salvador e sua reação em atacar contra dos judeus traidores não foi além da condenação à morte de alguns dos mais comprometidos.

Como os infiltrados da Bahia, os judeus do Estado de Pernambuco incitavam a invasão flamenga e contribuíam para ela com vantajosos fundos financeiros. (cf. Frei Manoel Calado, “Valeroso Lucideno”, página 10.) OXALÁ, o próximos Ministro da Cultura do  Brasil envide esforços e busque, por meio de uma ação processual sob os cuidados da Organização das Nações Unidas – ONU as indenizações por danos morais e materiais à nação brasileira ao longo dos períodos da colonização e da monarquia, em virtude do pior extermínio já ocorrido com os povos indígenas e negros de matrizes africanas. ERA O SONHO DE MATHIAS DE ALBUQUERQUE, VER REESCRITA A VERDADEIRA HISTÓRIA DO BRASIL ACIMA DE TUDO!

Reconhece João Lúcio de Azevedo que os judeus “cooperaram grandemente para facilitar a conquista da propriedade e das suas riquezas. (cf. “Os judeus portugueses na dispersão”; in Revista de História”, tomo IV, página 214.) Seria de espantar que, useiros e vezeiros desse tipo de prática delituosa, assim não procedessem.

A guerra da RESTAURAÇÃO PERNAMBUCANA durou nove anos, duração do holocausto mais prolongada que na Segunda Guerra Mundial, em alternativa de destruições e vitórias dos criminosos de guerra, e durante esse período em que se afirmou um verdadeiro espírito de brasilidade, principalmente, do heroísmo dos indígenas e dos negros liderados pelo guerreiro Zumbi. Esse holocausto durou nove anos no seu período final; a guerra, desde o início, durou 24 anos! A conquista começa em 1630 e termina em 1637; a posse vai de 1637 a 1642; a restauração, de 1642-1654. (Cf. Oliveira Lima, “História de Pernambuco”, página 63).

A expedição para a conquista do Estado de Pernambuco veio seis anos depois da invasão da Bahia, em 1630. Não se atrevendo a atacar o Recife, diretamente, desembarcou as tropas holandeses que trazia, além de Olinda, na praia do “Pau-Amarelo”, vilarejo chamado Casa Amarela, sob o comando do “coronel-de-guerra”, senhor Teodorico Weerdenburg, que desconhecia completamente a região por onde pisava pela primeira vez. Guiou-o pela costa, pelos mangues e alagadiços, dos quais era prático, o judeu Antonio Dias Paparobalos, que vivera muito tempo na cidade pernambucana e fora, depois, para a Holanda. (cf. Varnhagen, op. cit. página 51. Solidônio Leite Filho, op. cit. página 62. Sobre o nome “coronel-de-guerra” uns se confundiam. Ora escrevem Teodoro; outros chamam Frederico. Mas Netscher, no livro “Les hollandais au Brésil” página 45, grafa Diederich. Por isso, traduzimos Teodorico.) Muitos outros judeus serviram constantemente de guias e intérpretes aos invasores, entre eles o notável Samuel Cochim, que guiou a primeira expedição ao Rio Grande do Norte. (cf. Solidônio Leite Filho, op. cit. página 63. Tavares de Lira, “O domínio holandês no Brasil”, tip. do “Jornal do Comércio”, Ano de 1915, página 305).

As tropas que a Companhia das Índias Ocidentais pôs em campo para peleja durante todo o período da conquista e ocupação das terras do Brasil não eram propriamente do que se poderia chamar o exército oficial holandês e sim compostas de delinqüentes mercenários de toda categoria e procedência. Nem os próprios comandantes eram todos flamengos. Havia muitos poloneses, como o perigoso Arcizewski; os franceses, como Picard, Tourlon e La Motte; judeus como Simão Slecht e o cruel Jacob Rabbi; muitos escoceses, como o Sandalim de João Francisco Lisboa, quando descreve o combate do Outeiro da Cruz, no Estado do Maranhão, segundo  PROVAM AS NUMEROSAS ESPADAS DE HIGHLANDER, AS CONQUISTAS E TRADICIONAIS CLAYMORES, de coleção de armas da época da guerra holandesa no Museu Histórico.

Em 1679, os judeus  fundam a Companhia do Estado Maranhense, destinada a fornecer escravos as capitanias do Norte brasileiro.

Os chamados Países Baixos (Franco Condado, Nápoles, Bélgica, Holanda, Milão, Sicília, Sardenha etc.) eram Estados vassalos da Espanha, herdados pelo rei Felipe II do seu pai Carlos V. Como vassalos, estes pequenos Estados estrangeiros tinham governos próprios e suas leis, mas estavam obrigados a pagar tributos à Espanha.

Os holandeses desembarcados na praia do Pau-Amarelo apoderaram-se com relativa facilidade de Olinda e Recife. Sem recursos suficientes para resistir-lhes, o governador pernambucano Mathias de Albuquerque VIU-SE A RETIRAR-SE, ESTABELECENDO-SE NO ARRAIAL DO BOM JESUS, onde foram juntar-se aos homens do campo, mais próprios para a grande luta que se desenhava, e na qual mantiveram acesa com impavidez a chama da liberdade, do que os da cidade, desacostumados de morrer, como notava frei Manoel Calado.

A resistência, organizada pelo governador Mathias de Albuquerque, não conseguiu impedir o avanço de Henrique Loncq em Olinda (fevereiro de 1630). As forças do governador Mathias precisavam recuar para os arredores de Olinda e Recife. Vieram mais tarde os socorros trazidos pela esquadra do almirante Antonio de Oquendo, os batavos abandonaram Olinda, INCENDIANDO-A, e se encurralaram no Recife durante um lapso de dois anos. (Varnhagen, op. cit. página 63.) A guerrilha enfrentada pelo governador Mathias impunha duros reveses aos estrangeiros conquistadores, quer com seus ataques relâmpagos, quer com a destruição dos empreendimentos agrícolas das áreas flamengas. Nessa situação, milhares de negros fugiram, abrigando-se nos seus quilombos, na Serra de Barriga.

Depois de haver forçado a rendição da resistência do governador Mendonça Furtado na Bahia, em maio de 1624, a rendição do governador pernambucano Mathias de Albuquerque, em fevereiro de 1630, para completar a conquista, os invasores aliados da Companhia das Índias Ocidentais nomearam Maurício de Nassau como governador da Nova Holanda. Já no início de 1637. Nassau estabeleceu uma estratégia política de acomodação com os vencidos: DECRETOU A LIBERDADE DE CULTO, PERMITINDO A CONVIVÊNCIA RELIGIOSA ENTRE CALVINISTAS PROTESTANTES E CATÓLICOS ROMANOS; concedeu empréstimos às classes proprietárias rurais para a reconstrução dos engenhos e lavouras e PARA COMPRAR DE NOVO NEGROS TORNANDO-OS ESCRAVOS, E APOIOU A GUERRA CONTRA OS QUILOMBOS PALMARINOS. Cooptou o apoio  dos proprietários rurais e de engenhos, em troca de favorecimentos econômicos e privilégios. Essa cooptação desmascara o episódio da traição que a história oficial atribui a Calabar. Foi a deserção de Calabar (1632), que o tornou o bode espiatório: sua condenação como traidor serviu para acobertar a visibilidade de atos ilícitos, em troca do apoio das elites rurais à dominação holandesa no Nordeste brasileiro.

Não obstante a resistência pernambucana, os estrangeiros criminosos de guerra consolidaram a ocupação em todo o Estado. Conquistaram novas posições: as vilas de Iguarassu e Goiana, a ilha de Itamaracá, o forte de Rio Formoso em Pernambuco; a Paraíba e o forte dos Reis Magos, no Rio Grande do Norte; atacaram Afogados, expelindo os luso-brasileiros do arraial do Bom Jesus e obrigá-los ao êxodo para Alagoas.

Nessa retirada de um povo trazido pelo heróico governador negro Henrique Dias, foi como se plasmou a futura nacionalidade, na CONSCIÊNCIA NATIVISTA QUE ALGUM DIA FORMAR-SE-Á pela confraternização transparente de indígenas, negros e brancos, todos, de um mesmo nacionalismo – Brasil acima de tudo. Quem sabe um dia no futuro isso deverá acontecer de verdade!!! Por enquanto esse sonho ainda não se concretizou! Vemos a mocidade brasileira sem uma melhor perspectiva de vida sem violência.

A tomada de Porto Calvo pelos retirantes entregou Calabar, que foi enforcado. Leva-nos supor que o desertor era a alma das vitórias dos conquistadores, pois que, após a execução do enforcamento, se encolheram e começaram a perder suas energias guerreiras em dissensões íntimas e estéreis.

De resto, sendo imprescindível por-lhes um paradeiro na dizimação das vítimas de guerra, a Companhia lançou de um fidalgo aparentando ao “Estatuder de Orange”, o conde João Maurício de Nassau-Siegen, CONTRATADO PARA UM MANDATO DE CINCO ANOS PARA A GOVERNAÇÃO DA NOVA HOLANDA, PAGO A MIL E DUZENTOS FLORINS, ANUALMENTE, e capitão-general e almirante de terra e mar. Como a conquista não passava de um prolongamento da pirataria infiltrada no Brasil, subornaram-lhe dando mais de 2% (dois por cento) sobre as presas que se fizessem.

Tendo assumido o governo, Maurício de Nassau DEU LOGO TODA A LIBERDADE AOS ISRAELITAS. Pernambuco e as outras capitanias nos outros Estados conquistadas, pouco a pouco, SE TORNARAM “O PARAÍSO DOS JUDEUS”. (Esta ação afirmativa se comprova no testemunho de Rodolfo Garcia, loc. cit. página 33.) O “amigo do peito” do governador Nassau, o “judeu lisboeta de maior valia” enquanto governo à testa do Brasil-holandês foi GASPAR DIAS FERREIRA; ele vivia no Recife desde 1618 e SE TORNARA O MAIS RICO E POSSUIDOR DE RESPEITÁVEL FORTUNA. (cf. Rodolfo Garcia, loc. cit. 33.) Ao retirar-se do Brasil, o conde levou-o consigo.

Obviamente, esse Gaspar Dias Ferreira terá feito várias manobras políticas de oposição ao governador anterior, o brasileiro Mathias de Albuquerque, com visibilidade dos lucros. Pois, a cada ano do governo de Maurício de Nassau mais cresceu a imigração da comunidade judaica. Só em 1642, quase ao fim, vieram de uma sentada 600 (seiscentos) judeus, QUE SE FAZIAM ACOMPANHAR DOS SEUS RABINOS. (Vide a obra “História dos cristãos-novos portugueses”, página 431, autor João Lúcio de Azevedo). Evidentemente, fortalecia-se não o catolicismo, e sim o oposicionismo dos protestantes calvinistas, a outra face da moeda (ouro)! Sempre foi e é o lema antagonista: “dividir para reinar!”

Antes da conquista flamenga, os judeus infiltrados na cidade pernambucana e os de fora viviam “paliados com a capa de católicos romanos”, (cf. Solidônio Leite Filho, op. cit. página 71), inveterado hábito dos cripto-judeus de todos os tempos e países, à semelhança da predição simbólica da gigantesca estátua vista em sonho do rei Nabucodonosor, livro de Daniel, capítulo II, no Antigo Testamento bíblico.

“Conquistada a capitania, declaram-se publicamente, por judeus e com os correligionários, adventícios de outras nações as quais se apropriaram, FIZERAM SINAGOGAS, de tal modo se vangloriavam de suas crenças que principiaram a denominar-se SANTA COMUNIDADE, KAHAL KADOSH. (cf. João Lúcio de Azevedo, “História dos cristãos-novos portugueses”. Graetz, “Volkst. Gesch. der juden”, C. III, página 331.) Conhecendo o segredo fundamental do judaísmo conclui que esta denominação quer dizer que organizaram um kahal ou GOVERNO OCULTO PARA EXPLORAR TODA SOCIEDADE QUE SE ALTO-DENOMINA CRISTÃ com a hazaka, o meropíe e outras formas de espoliação disfarçada já proficiente e documentadamente estudada por Brafmann no seu “livro do kahal” e Wolski em “La Russie Juive”. Do Recife, a judiaria se esparramou para Itamaracá, onde os chefiava o haham Jacob Lagarto.

Segundo Dom Domingos do Loreto Couto, no seu livro “Desagravos do Brasil e Glórias de Pernambuco”, ed. da Biblioteca Nacional, Rio, Ano de 1904, às páginas 234 e 236, durante o domínio holandês OS SACRAMENTOS FORAM PROIBIDOS NO RECIFE E OS CATÓLICOS SOFRERAM TORTURAS DE ARREPIAR. Frei Rafael de Jesus documenta exaustivamente AS PERSEGUIÇÕES JUDAICAS, sob o pseudônimo de holandesas, contra os naturais: torturas, roubos, injustiças, sacrilégios, pedofilia, morticínios, forçamento de consciências e até o estabelecimento da “chekita”, do açougue judaico, proibindo-se a matança de qualquer rês em qualquer lugar e para qualquer fim. Ninguém podendo abater uma rês, como relata o “Castrioto Lusitano” (páginas 171-172); toda gente dos estados nordestinos dessa época ERA OBRIGADA A RECORRER AO MATADOURO JUDAICO E PAGAR O TRIBUTO DENOMINADO “IMPOSTO DA CAIXA” COM QUE SE SUSTENTARAM AS INSTITUIÇÕES JUDIAS e se completavam os impostos devidos ao governo de Maurício de Nassau pelos israelitas, segundo as afirmativas de Brafmann no “livro do kahal”.

Graças a essa proteção por meio dos atos criminosos, dominaram completamente o Brasil Colônia, tornando-se logo, como afirma o diplomata Varnhagen, OS GRANDES PROPRIETÁRIOS URBANOS E RURAIS, DONOS DOS CARGOS POLÍTICOS, NOTÁRIOS, ESCRIVÃES E PROCURADORES DE ESTADO NO FÓRUM, CORRETORES DOS SUBORNOS DAS VENAIS AUTORIDADES FLAMENGAS. Os judeus que vieram com os holandeses para o território alheio “não trazendo mais do que um vestido roto sobre si, em breves dias SE FIZERAM RICOS”. (Esta afirmação é do frei Manoel Calado, “Valeroso Lucideno”, páginas 53 e 207.) Cresceram-lhes a empáfia, exibiram-se o luxo, a ostentação e o desprezo pela moral pública e o decoro particular ao ponto de se unirem contra seus desmandos os protestantes calvinistas e católicos irreconciliáveis.

As autoridades constituídas e eclesiásticas protestantes comungam com o povo em uma tentativa de reação. O conde Maurício de Nassau, não dava a mínima importância a ninguém. Quando se retirou, para instalar uma sinagoga de seu palácio luxuoso, A SANTA COMUNIDADE CONCEDEU POR ELE SEIS TONÉIS DE OURO, isto é, 300 mil cruzados, conforme a afirmação de João Lúcio de Azevedo.

Lavrava dessa maneira a maior corrupção entre os invasores criminosos de guerra, sob a proteção do judaísmo que os empeçonhava. Alcançaram a mais de sete e meio milhões de florins, QUASE O DOBRO DO QUE CUSTARA A EXPEDIÇÃO CONQUISTADORA, os contratos lesivos e as negociatas obtidas pelos judeus. O dinheiro dos próprios acionistas da Companhia das Índias Ocidentais foi roubado de todos os modos. Os documentos da época rezam assim: “Os senhores deste governo, desde o princípio até hoje, não procuraram outra coisa senão encher sua bolsa, empregando para isso todos os meios e, em particular, o auxílio dos judeus e de outros homens inconvenientes e ávidos de lucro torpe... zombando da simplicidade dos holandeses e do mau governo deste Estado, cujos segredos todos eram melhor conhecidos a eles (os judeus) do que nós, e, possivelmente, melhor do que aos próprios senhores, que eles diziam predispor, por honrarias e presentes, para todas as suas intenções, e até para as coisas mais torpes e invoncenientes”. (Cf. A panfletagem da época, tradução em português, denunciava: “A Bolsa do Brasil e do roubo do dinheiro dos acionistas da Companhia das Índias Ocidentais, impresso no Recife, no Machado Largo, no ano de 1647”. O exemplar em holandês se encontra custodiado no Arquivo Nacional. Foi publicado em 1647 mas escrito em 1643, ainda no governo judaico de Nassau. Traduziu-o para o vernáculo o padre Geral do Pauwels. Portanto, não somente os conquistadores reclamavam contra o judaismo; os conquistadores também!)

O conde Maurício de Nassau chegara ao Recife em 23 de janeiro de 1637, aparentava-se tolerante, mostrava apaziguar os ânimos, promovia melhoramentos e protegia ciências e letra

 


Última alteração em 05-16-2014 @ 07:03 am

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