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INFANTARIA PURA - Mar LOTT
Inserido por: Itauna
Em: 05-20-2014 @ 07:18 am
 

 

 

MINISTÉRIO DA DEFESA

57º BATALHÃO DE INFANTARIA MOTORIZADO (Es)

(GRAREI)

Grêmio Recreativo Amigos do REI

 

"INFANTARIA PURA"

 

PAVILHÃO: Ten Cel - HENRIQUE BAPTISTA DUFFLES TEIXEIRA LOTT

 

 

Mar - HENRIQUE BAPTISTA DUFFLES TEIXEIRA LOTT

 

Este insígne militar empresta o seu nome a um dos pavilhões existentes nesta OM.

Integrando a embaixada extraordinária que sob a chefia do Exmo. Sr. Gen Valentim Benício   da Silva, foi    ao Peru representar o Brasil na transmissão do governo ao então Presidente       da República do Peru ,       Manuel Prado, tendo condecorado com a Ordem Militar de       Avacucho no grau “ comendador “ , autorgada    pelo Exmo. Sr. Presidente recém       impossado do Peru.

Como comandante da OM, foi designado para estudar e organizar um plano de ocupação       dos prédios da Escola Militar em Realengo no primeiro semestre de 1940.

Foi designado, também, pelo Exmo. Sr. Ministro da Guerra em portaria específica, para         presidir a     comissão encarregada de rever e atualizar o Regulamento Provisório de Tiro        das Armas Portáteis (R. T.   A. P. nº 6 ) no segundo semestre do ano de 1940.

Militar dotado de visão e grande capacidade de trabalho, conduziu o Batalhão Escola em         manobras no        Vale do Paraíba e desempenhou com brilhantismo as funções a que foi         designado, angariando, com isso,      vários elogios do Exmo. Sr. Ministro da Guerra e do         comandante da Escola das Armas, elevando com isso o nome do Batalhão Escola no    âmbito do Exército Brasileiro, transformando a unidade em uma referência nacional         ligada ao ensino militar.

 

PAVILHÃO: Ten Cel - HENRIQUE BAPTISTA DUFFLES TEIXEIRA LOTT

 

 

HENRIQUE BAPTISTA DUFFLES LOTT nasceu em Sítio (MG), hoje município de Antônio         Carlos no     dia 16 de novembro de 1894, filho de Henrique Matthew Lott e de Maria    Baptista Duffles Teixeira Lott.     Em 1905, matriculou-se no Colégio Militar- RJ. Sentou-se       praça em março de 1911. Promovido a 1º       Tenente em novembro de 1920, fez os cursos      de Engenharia Militar, cavalaria e infantaria, em cuja arma         obteve o  1º lugar da      turma. Em março de 1925, LOTT matriculou-se no 1º ano da Escola de Estado-    Maior do      Exército, cujo o curso concluiu em dezembro de 1927. Quando irrompeu a Revolução de 1930, LOTT servia ainda como instrutor da Escola Militar, onde comandava um Batalhão.     Comandou o Batalhão Escola de 27 de janeiro de 1940 a 30 dezembro 1940, como se        segue: Em função de Comandante de 27 de janeiro à 29 de janeiro e de 28 de fevereiro à   30 de junho de 1940.

Foi afastado das funções em 01 de janeiro à 26 de janeiro de 1940, integrando a         embaixada extraordinária     que sob a chefia do Exmo. Sr. General VALENTIM BENÍCIO      DA SILVA, foi ao Peru representar o      Brasil na transmissão do governo ao presidente    MANOEL PRADO, de 30 de janeiro à 27 de fevereiro de        1940, Comandante da Escola das      Armas

Em 14 de fevereiro do mesmo ano, foi designado para estudar e organizar um plano de         ocupação dos        prédios da Escola Militar, em Realengo.

Ele foi condecorado em 12 de abril de 1940, recebeu a de “COMENDADOR” da Ordem Militar de         Ayacucho, conferida pelo Exmo. Sr. PRESIDENTE DA REPÚBLICA PERUANA.

Recebeu também a medalha em 22 de maio de 1940, concedida a medalha comemorativa    do         cinquentenário da República, instituída pelo decreto – Lei nº 1972, de 19 de janeiro     de 1940.

Foi elogiado pelo Exmo. Sr. General ALMÉRIO DE MOURA, Chefe do E.M.E por participação     das         manobras realizadas no Vale do Paraíba “Comandante do Destacamento de figuração   do inimigo”.

Em 12 de dezembro de 1940, foi público ter sido designado por despacho Ministerial de 06    do corrente    ano, publicado no D.O. de 10 do mesmo mês, para exercer as funções de Instrutor – Chefe do Curso de        Tática Geral e do Estado – Maior  da Escola do Estado.

Em 30 de dezembro de 1940, foi público ter sido por despacho de 25 do corrente publicado    no D.O. de 28          do mesmo mês, promovido por merecimento ao Posto de Coronel. A          Sua exclusão foi em 30 de dezembro      de 1940, por ter sido promovido ao Posto de Coronel     ,foi excluído do estado efetivo do Batalhão Escola e      E.M.

Em novembro de 1944, foi promovido a Gen. Bda. Seguindo logo depois para Santa Maria      – RS, como         Comandante de Infantaria Divisionária Local e de (ID/3). Estava neste Posto      quando, sondado, concordou      com o movimento militar que destituiu o Presidente Getúlio    Vargas, no dia 29 de outubro de 1945.     Deixou a ID/3 em março de 1946, para      comandar a ID/2, em São Paulo. Em dezembro de 1946, foi Vargas, o Vice-Presidente         JOÃO CAFÉ FILHO tomou posse na presidência da República. Conhecido por   suas posições       de intolerância a qualquer indisciplina militar, LOTT foi imediatamente escolhido para         ocupar o Ministério da Guerra transcorridas as eleições no dia 03 de outubro de 1955,         KUBITSCHEK e GOULART obtiveram a maior votação. Empossados, LOTT foi mantido no         Ministério da Guerra. Já em     fevereiro em 1956, teve que enfrentar uma rebelião militar,      conhecida como Revolta de Jacareacanga, no Pará. O movimento era chefiado pelo MAJOR         AVIADOR HAROLDO VELOSO e pelo CAPITÃO AVIADOR JOSÉ CHAVES LAMEIRÃO,         envolvendo uns poucos militares da Aeronáutica. Preocupado         em governar numa         atmosfera de distensão, o presidente KUBITSCHEK obteve do congresso a concessão de      uma anistia “ampla e irrestrita” para todos os civis e militares acusados de haverem cometido “atos      revolucionários” entre 10 de novembro de 1955 e 01 de março de 1956,       incluindo assim os rebeldes de          Jacareacanga. Ainda em maio de 1956, quando ocorreu a         primeira manifestação popular liderada pelos estudantes contra o aumento das tarifas   de      Bonde no Rio de Janeiro, LOTT foi convocado por         KUBITSCHEK para que fosse encontrada     uma forma de sustar o movimento. A cidade foi ocupada por        tropas militares, a União          Nacional dos estudantes (UNE) foi cercada e até deputados foram espancados pela   polícia, fato que provocou protestos na Câmara.

No dia 02 de outubro de 1956 LOTT fez parte da comitiva encabeçada pelo presidente JUSCELINO         KUBITSCHEK na visita ao local escolhido para a construção de Brasília. No tocante ao capital         estrangeiro, em perfeita sintonia com KUBITSCHEK, defendia sua     entrada maciça no país, declarando à       revista O Cruzeiro que, na prática, não via dicotomia     entre "capital estrangeiro" e "capital nacional", mas lhe interessava somente o capital "em        si, como mola do progresso. Nessa entrevista afirmou ainda sua profunda convicção         anticomunista.

No final de 1956 o governo norte-americano incumbiu seu embaixador no Brasil de propor     às autoridades         brasileiras a instalação, em Pernambuco, de uma estação de   rastreamento de foguetes. JUSCELINO    submeteu o assunto aos três ministros       militares, que vetaram o local escolhido, sugerindo a ilha de                   Fernando de         Noronha. Em 17 de dezembro de 1956 o acordo foi assinado, tendo ainda recebido um     último ajuste no dia 21 de janeiro de 1957. Pela concessão o Brasil recebeu cerca de 100   milhões de dólares em armamentos.

Com sua atuação em defesa da ordem e da legalidade, LOTT desagradava profundamente      aos círculos      oposicionistas do governo KUBITSCHEK. Em maio de 1957, passando por cima    das autoridades         policiais locais, o Exército interveio colocando tanques nas estradas para   impedir o movimento que ficou    conhecido como a Marcha da Produção, organizada por cafeicultores do Paraná, São Paulo e Minas        Gerais. Os agricultores pretendiam marchar         em direção ao Catete, saindo uma coluna de cada estado, com     o objetivo de pressionar o        governo para uma reforma no sistema cambial que viesse a beneficiar a cafeicultura.

Retornando a São Paulo em junho, LOTT foi homenageado com um banquete pelos      principais         comandantes do Exército oficiais da Força Aérea Brasileira (FAB) que não          compareceram ao ato foram presos. Ainda no mês de junho LOTT entrou em atrito com o    ministro da Fazenda, JOSÉ MARIA ALKMIN, em torno do aumento do custo de vida. Em memorial enviado a JUSCELINO, o ministro da Guerra chegou a apontar ALKMIN como o responsável direto pela crise financeira. Nesse mesmo período LOTT sofreu pesado ataque        da imprensa oposicionista por se ter declarado favorável ao projeto de lei que instituía     o        voto aos analfabetos. O projeto foi     apresentado pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e derrotado na Câmara em agosto de 1957.

Em maio de 1958, quando os cafeicultores de São Paulo tentaram novamente realizar a         Marcha da   Produção, o ministro da Guerra reagiu da mesma forma que no ano anterior,         impedindo a realização do movimento.

No mês seguinte ocorreu outro atrito entre LOTT e ALKMIN. Enquanto o ministro da Guerra   era         contrário ao reatamento das relações comerciais do Brasil com a União Soviética por    motivos de         segurança, o ministro da Fazenda defendia essa medida, visando, entre outras   coisas, a exportação de café       para aquele país. Esse conflito gerou uma séria crise no          interior do governo e ALKMIN acabou por         demitir-se do ministério em 1958.

Em agosto do mesmo ano, o secretário de Estado norte-americano JOHN FOSTER DULLES         visitou o      Brasil. Diante de suas pressões no sentido de que se alterasse o estatuto da         Petrobrás, LOTT pronunciou     uma frase que se tornaria célebre: "A Petrobrás é          intocável."

Transferido para a reserva remunerada no posto de marechal em janeiro de 1959, no final     de março o     ministro da Guerra viajou aos Estados Unidos para uma visita oficial de três        semanas. Por ocasião de seu        embarque no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro,    houve uma verdadeira manifestação pública em seu           favor à qual compareceram      grande massa popular e notórias personalidades políticas e militares,           destacando-se a   presença do vice-presidente, JOÃO GOULART. Nos Estados Unidos o marechal foi     questionado acerca da notícia que corria no Brasil, segundo a qual a Frente Parlamentar        Nacionalista —      criada em 1956 na Câmara dos Deputados, reunindo parlamentares de     quase todos os partidos políticos        em defesa de ideais nacionalistas — lançaria sua candidatura à presidência da República nas eleições de 1960. LOTT, na ocasião, declarou          que não lhe interessava ser candidato.

Em 11 de fevereiro de 1960 LOTT deixou o ministério, desincompatibilizando-se para   concorrer às eleições. Jânio Quadros tomou posse no dia 31 de janeiro de 1961, mas       renunciou a seu mandato na presidência da República em 25 de agosto do mesmo ano.    Logo após a renúncia, os ministros militares — MARECHAL ODÍLIO DENIS, ALMIRANTE          SÍLVIO HECK e BRIGADEIRO GABRIEL GRÜN MOSS — declararam a inconveniência de que         o vice-presidente JOÃO GOULART, que se encontrava no   exterior, assumisse a presidência.     No dia seguinte LOTT divulgou um manifesto "às forças vivas da          nação, às forças da         produção e do pensamento, aos estudantes e aos intelectuais, aos operários e ao povo          em geral", conclamando-os a tomar posição em defesa da Constituição. Em função deste   manifesto, foi imediatamente preso e conduzido à fortaleza de Laje.

No dia 1º de abril de 1964 o presidente João Goulart foi derrubado por um movimento político-militar. Na ocasião, LOTT declarou numa nota a seus colegas de armas que       era "completamente antidemocrático e contrário aos interesses nacionais procurar depor         um presidente da República mediante uma insurreição".

Depois de dez anos inteiramente recolhido à vida privada, em 27 de setembro de 1975          LOTT recebeu a Comenda da Escola de Estado-Maior dos Estados Unidos, no consulado      norte-americano no Rio de   Janeiro. Ao completar 85 anos em novembro de 1979, defendeu publicamente a necessidade e a importância da anistia.

Casou-se duas vezes, em segundas núpcias com ANTONIETA DUFFLES DE ANDRADE LOTT.         Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 19 de maio de 1984.

 

 

57º BATALHÁO DE INFANTARIA MOTORIZADO (Es)

PESQUISA A RESPEITO DO MARECHAL HENRIQUE BATISTA DUFFLES TEIXEIRA LOTT

Elaborado por:

OLIMAR BUI MELGAÇO:

Rio de Janeiro,RJ, Maio 2004

HENRIQUE BATISTA DUFFLES TEIXEIRA LOTT

 

Henrique Batista Duffles Teixeira Lott nasceu em Sítio (MG), hoje município de Antônio Carlos, no dia     16 de novembro de 1894, filho de Henrique Matthew Lott e de Maria Batista Duffles Teixeira Lott. Em      1905, matriculou-se no Colégio Militar (RJ). Sentou praça em março de 1911. Promovido a primeiro-    tenente em novembro de 1920, fez os cursos de engenharia militar, cavalaria e infantaria, em cuja arma obteve o primeiro lugar da turma.

Em março de 1925, Lott matriculou-se no primeiro ano da Escola de Estado-Maior do Exército, cujo   curso concluiu em dezembro de 1927. Quando irrompeu a Revolução de 1930, Lott servia ainda como instrutor da Escola Militar, onde comandava um batalhão.

Em novembro de 1944 foi promovido a general-de-brigada, seguindo logo depois para Santa Maria (RS)   como comandante da Infantaria Divisionária local (ID/3). Estava nesse posto quando, sondado, aquiesceu        com o movimento militar que destituiu o presidente Getúlio Vargas no dia 29 de outubro de 1945. Deixou         a ID/3 em março de 1946, para comandar a ID/2, em São Paulo. Em dezembro de 1946 foi nomeado adido militar junto à embaixada brasileira em Washington.

Em 1954, no próprio dia do suicídio de Vargas, o vice-presidente João Café Filho tomou posse na          presidência da República. Conhecido por suas posições de intolerância a qualquer indisciplina militar,        Lott foi imediatamente escolhido para ocupar o Ministério da Guerra.

Transcorridas as eleições no dia 3 de outubro de 1955, Kubitschek e Goulart obtiveram a maior votação.      Empossados,  Lott foi mantido no Ministério da Guerra. já em fevereiro de 1956 teve que enfrentar uma         rebelião militar, conhecida como Revolta de Jacareacanga, no Pará. O movimento era chefiado pelo   major-aviador Haroldo Veloso e pelo capitão-aviador José Chaves Lameirão, envolvendo uns poucos     militares da Aeronáutica.

Preocupado em governar numa atmosfera de distensão, o presidente Kubitschek obteve do Congresso a          concessão de uma anistia "ampla e irrestrita" para todos os civis e militares acusados de haverem     cometido "atos revolucionários" entre 10 de novembro de 1955 e 1º e março de 1956, incluindo assim os    rebeldes de Jacareacanga. Ainda em maio de 1956, quando ocorreu a primeira manifestação popular     liderada pelos estudantes contra o aumento das tarifas de bonde no Rio de Janeiro, Lott foi convocado por         Kubitschek para que fosse encontrada uma forma de sustar o movimento. A cidade foi ocupada por tropas militares, a União Nacional dos Estudantes (UNE) foi cercada e até deputados foram espancados pela polícia, fato que provocou protestos na Câmara.

No dia 2 de outubro de 1956 Lott fez parte da comitiva encabeçada pelo presidente Juscelino Kubitschek na visita ao local escolhido para a construção de Brasília. No tocante ao capital estrangeiro, em perfeita sintonia com Kubitschek, defendia sua entrada maciça no país, declarando à revista O Cruzeiro que, na      prática, não via dicotomia entre "capital estrangeiro" e "capital nacional", mas lhe interessava somente o         capital "em si’, como mola do progresso. Nessa entrevista afirmou ainda sua profunda convicção          anticomunista.

No final de 1956 o governo norte-americano incumbiu seu embaixador no Brasil de propor às autoridades           brasileiras a instalação, em Pernambuco, de uma estação de rastreamento de foguetes. Juscelino submeteu o assunto aos três ministros militares, que vetaram o local escolhido, sugerindo a ilha de Fernando de Noronha. Em 17 de dezembro de 1956 o acordo foi assinado, tendo ainda recebido um último ajuste no      dia 21 de janeiro de 1957. Pela concessão o Brasil recebeu cerca de 100 milhões de dólares em     armamentos.

Com sua atuação em defesa da ordem e da legalidade, Lott desagradava profundamente aos círculos       oposicionistas do governo Kubitschek. Em maio de 1957, passando por cima das autoridades policiais       locais, o Exército interveio colocando tanques nas estradas para impedir o movimento que ficou      conhecido como a Marcha da Produção, organizada por cafeicultores do Paraná, São Paulo e Minas       Gerais. Os agricultores pretendiam marchar em direção ao Catete, saindo uma coluna de cada estado, com     o objetivo de pressionar o governo para uma reforma no sistema cambial que viesse a beneficiar a        cafeicultura.

Retornando a São Paulo em junho, Lott foi homenageado com um banquete pelos principais comandantes        do Exército e da Aeronáutica naquele estado. Na ocasião, vários oficiais da Força Aérea Brasileira (FAB)     que não compareceram ao ato foram presos. Ainda no mês de junho Lott entrou em atrito com o ministro        da Fazenda, José Maria Alkmin, em torno do aumento do custo de vida. Em memorial enviado a        Juscelino, o ministro da Guerra chegou a apontar Alkmin como o responsável direto pela crise financeira. Nesse mesmo período Lott sofreu pesado ataque da imprensa oposicionista por se ter declarado favorável       ao projeto de lei que instituía o voto aos analfabetos. O projeto foi apresentado pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e derrotado na Câmara em agosto de 1957.

Em maio de 1958, quando os cafeicultores de São Paulo tentaram novamente realizar a Marcha da          Produção, o ministro da Guerra reagiu da mesma forma que no ano anterior, impedindo a realização do         movimento.

No mês seguinte ocorreu outro atrito entre Lott e Alkmin. Enquanto o ministro da Guerra era contrário ao          reatamento das relações comerciais do Brasil com a União Soviética por motivos de segurança, o ministro          da Fazenda defendia essa medida, visando, entre outras coisas, a exportação de café para aquele país. Esse conflito gerou uma séria crise no interior do governo e Alkmin acabou por demitir-se do ministério          em 1958.

Em agosto do mesmo ano, o secretário de Estado norte-americano John Foster Dulles visitou o Brasil.          Diante de suas pressões no sentido de que se alterasse o estatuto da Petrobras, Lott pronunciou uma frase    que se tornaria célebre: "A Petrobras é intocável."

Transferido para a reserva remunerada no posto de marechal em janeiro de 1959, no final de março o       ministro da Guerra viajou aos Estados Unidos para uma visita oficial de três semanas. Por ocasião de seu          embarque no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, houve uma verdadeira manifestação pública em seu     favor à qual compareceram grande massa popular e notórias personalidades políticas e militares,         destacando-se a presença do vice-presidente, João Goulart. Nos Estados Unidos o marechal foi questionado acerca da notícia que corria no Brasil, segundo a qual a Frente Parlamentar Nacionalista —     criada em 1956 na Câmara dos Deputados, reunindo parlamentares de quase todos os partidos políticos    em defesa de ideais nacionalistas — lançaria sua candidatura à presidência da República nas eleições de     1960. Lott, na ocasião, declarou que não lhe interessava ser candidato.

Em 11 de fevereiro de 1960 Lott deixou o ministério, desincompatibilizando-se para concorrer às          eleições. Jânio Quadros tomou posse no dia 31 de janeiro de 1961, mas renunciou a seu mandato na          presidência da República em 25 de agosto do mesmo ano. Logo após a renúncia, os ministros militares —     marechal Odílio Denis, almirante Sílvio Heck e brigadeiro Gabriel Grün Moss — declararam a    inconveniência de que o vice-presidente João Goulart, que se encontrava no exterior, assumisse a presidência. No dia seguinte Lott divulgou um manifesto "às forças vivas da nação, às forças da produção        e do pensamento, aos estudantes e aos intelectuais, aos operários e ao povo em geral", conclamando-os a   tomar posição em defesa da Constituição. Em função deste manifesto, foi imediatamente preso e         conduzido à fortaleza de Laje.

No dia 1º de abril de 1964 o presidente João Goulart foi derrubado por um movimento político-militar.        Na ocasião, Lott declarou numa nota a seus colegas de armas que era "completamente antidemocrático e   contrário aos interesses nacionais procurar depor um presidente da República mediante uma insurreição".

Depois de dez anos inteiramente recolhido à vida privada, em 27 de setembro de 1975 Lott recebeu a    Comenda da Escola de Estado-Maior dos Estados Unidos, no consulado norte-americano no Rio de       Janeiro. Ao completar 85 anos em novembro de 1979, defendeu publicamente a necessidade e a        importância da anistia.

Casou-se duas vezes, em segundas núpcias com Antonieta Duffles de Andrade Lott. Faleceu no Rio de          Janeiro, no dia 19 de maio de 1984.

 

Bibliografia

BARBOSA, Francisco de Assis . Jk: revisão na política brasileira. Rio de Janeiro: J. Olympio, 1960.          320p.

BENEVIDES, Maria Vitória. O governo Kubitschek: desenvolvimentismo econômico e estabilidade          política, 1956-1961. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1976. 294p. (Estudos brasileiros/Paz e Terra; 8)

BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. 41. ed. São Paulo: Cultrix , 1994.

BRITO, Ronaldo. Neoconcretismo - vértice e ruptura do projeto construtivo brasileiro. Rio de Janeiro:       FUNARTE / Instituto Nacional de Artes Plásticas, 1985.119p. il ( Temas e debates/FUNARTE; 4)     ENCICLOPÉDIA de Literatura Brasileira. Dir. Afrânio Coutinho e J Galante de Sousa. 2 ed. ver. amp.        atual. e il.sob a coordenação de Graça Coutinho e Rita Montinho. São Paulo: Global Ed., Rio de Janeiro;         Fundação Biblioteca Nacional: Academia Brasileira de Letras, 2001. 2.v

HELIODORO,Affonso. JK exemplo e desafio. Brasília : Thesaurus, 1991. 216p. il.

LOTT, Henrique Teixeira. Henrique Teixeira Lott (depoimento). Rio de Janeiro: CPDOC-Programa de          História Oral, 1982. 181p.

MARANHÃO, Ricardo . O governo Juscelino Kubitschek. 5. ed. São Paulo : Brasiliense , 1988. 105p.          (Coleção tudo é história ; 14 )

O BRASIL de JK / Org. Ângela de Castro Gomes. Rio de Janeiro: Ed. Fundação Getulio Vargas, 2ª ed.,    2002. 236p.

 

PAVILHÃO: ALMOX

TENENTE CORONEL - HENRIQUE BAPTISTA DOFFLES TEIXEIRA LOTT

COMANDOU REsI DE 27 JAN 1940 a 30 DEZ 1940.

Em função de Comandante de 27 de janeiro a 29 de janeiro e de 28 fevereiro a 30 de junho de 1940.

   Foi afastada das funções em 1ª de janeiro a 26 de janeiro de 1940, integrando a       embaixada extraordinária que sob a chefia do Exmo. Sr. Gen. VALENTIM BENICIO DA SILVA, foi ao Peru representar o Brasil na transmissão.

do governo ao presidente MANOEL PRADO, de 30 de janeiro a 27 de fevereiro de 1940, Comandante da Escola das Armas.

Em 14 de fevereiro do mesmo ano, foi designado para estudar e organizar um plano de ocupação dos prédios da Escola Militar, em Realengo.

Ele foi condecorado em 12 de abril de 1940, recebeu a de “COMENDADOR” da Ordem Militar de Ayacucho, conferida pelo Exmo. Sr. Presidente da República Peruana.

Recebeu também a medalha em 22 de maio de 1940, concedida a medalha comemorativa    do Cinqüentenário de República, instituída pelo decreto – Lei nº1.972, de 19 janeiro de 1940.

Foi elogiado pelo Exmo. Sr. General ALMERIO DE MOURA, chefe do E.M.E. por participação     das manobras realizadas no Vale do Paraíba “comandante do destacamento de figuração do inimigo”.

Em 12 de dezembro de 1940, foi publico Ter sido designado por despacho Ministerial de 6      do corrente ano, publicado no D.O. de 10 do mesmo mês, para exercer as funções de Instrutor – Chefe do Curso de Tática geral e do Estado – Maior da Escola do Estado.

  Em 30 de dezembro de 1940, foi publico ter sido por despacho de 25 do corrente,      publicado no D.O. de 28 do mesmo mês, promovido por merecimento ao posto de Coronel.

A sua exclusão foi em 30 de dezembro de 1940, por ter sido promovido ao posto de Coronel, foi excluído do estado efetivo do Batalhão Escola e E. Maior. 

 

TENENTE CORONEL - HENRIQUE BAPTISTA DOFFLES TEIXEIRA LOTT

 

COMANDOU REsI DE 27 JAN 1940 a 30 DEZ 1940

 

Em função de Comandante de 27 de janeiro a 29 de janeiro e de 28 fevereiro a 30 de junho de 1940.

Foi afastado das funções em 1ª de janeiro a 26 de janeiro de 1940, integrando a          embaixada extraordinária     que sob a chefia do Exmo. Sr. Gen. VALENTIM BENICIO DA     SILVA, foi ao Peru representar o brasil       na transmissão do governo ao presidente   MANOEL PRADO, de 30 de janeiro a 27 de fevereiro de 1940,        Comandante da Escola das      Armas.

Em 14 de fevereiro do mesmo ano, foi designado para estudar e organizar um plano de         ocupação dos        prédios da Escola Militar, em Realengo.

Ele foi condecorado em 12 de abril de 1940, recebeu a de “COMENDADOR” da Ordem Militar de         Ayacucho, conferida pelo Exmo. Sr. Presidente da República Peruana.

Recebeu também a medalha em 22 de maio de 1940, concedida a medalha comemorativa    do         Cinqüentenário de República, instituída pelo decreto – Lei nº1.972, de 19 janeiro de     1940.

Foi elogiado pelo Exmo. Sr. General ALMERIO DE MOURA, chefe do E.M.E. por participação     das         manobras realizadas no Vale do Paraíba “comandante do destacamento de figuração    do inimigo”.

Em 12 de dezembro de 1940, foi publico Ter sido designado por despacho Ministerial de 6      do corrente    ano, publicado no D.O. de 10 do mesmo mês, para exercer as funções de Instrutor – Chefe do Curso de        Tática geral e do Estado – Maior da Escola do Estado.

Em 30 de dezembro de 1940, foi publico ter sido por despacho de 25 do corrente,        publicado no D.O. de          28 do mesmo mês, promovido por merecimento ao posto de   Coronel.

A sua exclusão foi em 30 de dezembro de 1940, por ter sido promovido ao posto de     Coronel, foi excluído     do estado efetivo do Batalhão Escola e E.M..      

 

TENENTE CORONEL - HENRIQUE BAPTISTA DOFFLES TEIXEIRA LOTT

 

ENTRADA: em 27 de janeiro de 1940.

EM FUNÇÃO: de 27 a 29 de janeiro e de 28 de fevereiro a 30 de junho de 1940, como         Comandante do    Regimento.

SAÍDA: 30 de dezembro de 1940, Por ter sido promovido ao posto de Coronel.

 

Foi afastado das funções em 1º de janeiro a 26 de janeiro de 1940, integrando a          embaixada extraordinária     que sob a chefia do Exmo. Sr. Gen. VALENTIM BENICIO DA     SILVA, foi ao Perú representar o Brasil      na transmissão do governo ao presidente   MANOEL PRADO.

Em 14 de fevereiro do mesmo ano, foi designado para estudar e organizar um plano de         ocupação dos        prédios da Escola Militar, em Realengo.

Em 12 de abril de 1940, recebeu a condecoração de “COMENDADOR” da Ordem Militar de         Ayacucho,   conferida pelo Exmo. Sr. Presidente da República Peruana.

Recebeu também em 22 de maio de 1940, a medalha comemorativa do Cinqüentenário de         República,   instituída pelo decreto – Lei nº1.972, de 19 janeiro de 1940.

Foi elogiado pelo Exmo. Sr. General ALMERIO DE MOURA, chefe do E.M.E. por participação     das         manobras realizadas no Vale do Paraíba “comandante do destacamento de figuração    do inimigo”.

Em 12 de dezembro de 1940, foi designado por despacho Ministerial de 6 do corrente ano,         publicado no         D.O. de 10 do mesmo mês, para exercer as funções de Instrutor –   Chefe do Curso de Tática Geral e do     Estado – Maior da Escola do Estado.

Em 30 de dezembro de 1940, foi por despacho de 25 do corrente, publicado no D.O. de 28    do mesmo      mês, promovido por merecimento ao posto de Coronel. A sua exclusão foi em     30 de dezembro de 1940,      por ter sido promovido ao posto de Coronel, foi excluído do               estado efetivo do Batalhão Escola e E.M.

 

TC DE INFANTARIA HENRIQUE BAPTISTA DOFFLES TEIXEIRA LOTT

(Comando – 27 Dez 40 a 30 Dez 40)

 

- Foi designado para integrar a embaixada extraordinária, no período de 1º de junho de         1940, sob o          comando do Exmo Gen VALENTIM BENÍCIO DA SILVA.

- Deslocou-se para o Peru representando o Brasil na transmissão do governo do Presidente         MANOEL PRADO.

- Em 14 e janeiro de 1940, foi indicado para estudar e organizar um plano de ocupação dos         prédios        da Escola Militar de Realengo.

- O Presidente da República Peruana conferiu ao Ten Cel TEIXEIRA LOTT, em 12 Abr 40, a         Condecoração “COMENDADOR DA ORDEM MILITAR DE AYACUCHO”.

- Foi condecorado também, em 22 de maio de 1940, com a Medalha comemorativa do         cinqüentenário da República, instituída pelo Decreto Lei Nr 1972, de 19 de janeiro de 1940.

- Como Comandante do Destacamento de Figuração Inimigo, foi elogiado pelo Sr Gen ALMÉRIO         DE MOURA, Chefe do Estado Maior do Exército, pela excelente participação         nas manobras         realizadas no Vale do Paraíba.

- Foi designado através do despacho Ministerial Nr 06, de 12 de dezembro de 1940, e publicado no    DO Nr 10, para exercer as funções de Instrutor Chefe do Curso de   Tática Geral e do Estado Maior         da Escola do Estado.

–     Promovido a Coronel em 30 de dezembro de 1940 e excluído do estado efetivo do    Batalhão Escola e Estado Maior, na mesma data.

TENENTE CORONEL - HENRIQUE BAPTISTA DOFFLES TEIXEIRA LOTT

  COMANDOU REsI DE 27 JAN 1940 a 30 DEZ 1940

 

HENRIQUE BAPTISTA DUFFLES LOTT nasceu em Sítio (MG), hoje município de Antônio         Carlos  no    dia  16 de  novembro  de  1894,  filho de Henrique Matthew Lott e de Maria          Baptista Duffles  Teixeira         Lott.  Em  1905, matriculou-se  no  Colégio  Militar- RJ.

Incorporou em março de 1911.  Promovido a  1º Tenente  em  novembro de 1920, fez os         cursos de    Engenharia Militar, cavalaria e infantaria,  em  cuja arma obteve o  1º lugar da

        turma. Em março de 1925, LOTT matriculou-se no 1º ano da Escola de Estado-Maior do         Exército, cujo o     curso concluiu em dezembro de 1927. Quando irrompeu a Revolução de         1930, LOTT  servia  ainda como        instrutor da Escola Militar,  onde  comandava um         Batalhão. Comandou o Batalhão  Escola  de 27 de         janeiro de 1940 a 30 dezembro         1940, como se segue: Em função de Comandante de 27 de janeiro à 29 de        janeiro e de 28         de fevereiro à 30 de junho de 1940.

Em função de Comandante de 27 de janeiro a 29 de janeiro e de 28 fevereiro a 30 de junho de 1940.

Foi afastado das funções de 1ª de janeiro a 26 de janeiro de 1940, período em que      integrou a embaixada          extraordinária que sob a chefia do Exmo. Sr. Gen. VALENTIM BENICIO DA SILVA, foi ao Perú      representar o Brasil na transmissão

do governo ao presidente MANOEL PRADO, e de 30 de janeiro a 27 de fevereiro de 1940,         período em que Comandou a Escola das Armas.

Em 14 de fevereiro do mesmo ano, foi designado para estudar e organizar um plano de         ocupação dos prédios         da Escola Militar, em Realengo.

Em 12 de abril de 1940, recebeu a condecoração de “COMENDADOR” da Ordem Militar de         Ayacucho,   conferida pelo Exmo. Sr. Presidente da República Peruana.

Recebeu também em 22 de maio de 1940, medalha comemorativa do Cinqüentenário de         República,   instituída pelo decreto – Lei nº1.972, de 19 janeiro de 1940.

Foi elogiado pelo Exmo. Sr. General ALMERIO DE MOURA, chefe do EME por ter participado    das         manobras realizadas no Vale do Paraíba “comandante do destacamento de figuração    do inimigo”.

O Tenente Coronel Teixeira Lott também foi louvado nos seguintes termos: Acaba de assumir o      comando do batalhão escola. Pelas afirmações anteriores de sua carreira, feita de trabalho, cultura, inteligência e devotamento é de se esperar que seja um comando digno de seu sucessor, com essas palavras foi recebido o Tenente Coronel Teixeira Lott pelo comandante da 9ª Bda Inf Mtz (Es) Foram árduas e de grande responsabilidade as missões atribuídas ao batalhão escola, na figuração do inimigo que o batalhão desempenhou naquele corrente ano.

Em 12 de dezembro de 1940, foi público ter sido designado por despacho Ministerial de 6      do corrente    ano, publicado no DO, de 10 do mesmo mês, para exercer as funções de   Instrutor Chefe do Curso de        Tática geral e do Estado – Maior da Escola do Estado.

Em 30 de dezembro de 1940, foi publico ter sido por despacho de 25 do corrente,        publicado no D.O. de          28 do mesmo mês, promovido por merecimento ao posto de   Coronel.

Em novembro de 1944, foi promovido a Gen. Bda. Seguindo logo depois para Santa Maria      – RS, como         Comandante de Infantaria Divisionária Local e de (ID/3). Estava neste Posto      quando, sondado, concordou      com o movimento militar que destituiu o Presidente Getúlio    Vargas, no dia 29 de outubro de 1945.     Deixou a ID/3 em março de 1946, para      comandar a ID/2, em São Paulo. Em dezembro de 1946, foi nomeado adido militar    junto a embaixada brasileira em Washington        

O batalhão contribuiu com a sua valorosa cooperação nos trabalhos do curso de formação de sargentos apoiando-o no cumprimento de suas missões, que foi sempre muito profícua e oportuna, sempre revestida da maior boa vontade. O Tenente Coronel Lott, sempre auxiliou o instrutor chefe do curso de formação de sargentos nos exercícios realizados. O grau de                  instrução e disciplina foi muito elevado durante o comando do TC Teixeira Lott. Recebeu também congratulações do governo federal dirigidas as unidades escolas do destacamento escolar que brilhantemente se conduziram nas manobras realizadas no ano de 1940, no Vale do Paraíba.

A sua exclusão foi em 30 de dezembro de 1940, por ter sido promovido ao posto de     Coronel, foi excluído do estado efetivo do Batalhão Escola e EM.

Transferido para a reserva remunerada no posto de marechal em janeiro de 1959, no final     e março o ministro da Guerra viajou aos Estados Unidos para uma visita oficial de três semanas. Por ocasião de seu    embarque no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro,    houve uma verdadeira manifestação pública em seu favor à qual compareceram      grande        massa popular e   notórias personalidades políticas e militares, destacando-se a    presença     do vice-presidente, JOÃO GOULART.

Depois  de  dez anos inteiramente recolhido à vida privada, em 27 de setembro de 1975        LOTT recebeu  a           Comenda  da  Escola  de  Estado-Maior  dos  Estados Unidos, no      consulado          norte-americano  no  Rio  de    Janeiro.  Ao  completar  85  anos  em         novembro de 1979,         defendeu publicamente a necessidade e a   importância da      anistia.

Casou-se  duas  vezes,  em  segundas  núpcias  com  ANTONIETA  DUFFLES DE ANDRADE    LOTT.         Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 19 de maio de 1984.

 

TC HENRIQUE BAPTISTA DOFFLES TEIXEIRA LOTT – 1939/40

 

Nomeado comandante do REI em 13 out 39.

Afastado das funções de comandante do 57º BI Mtz, de 01 jan à 26 jan 40, para integrar a         embaixada extraordinária que sob a chefia do Exmo Sr GEN VALENTIM BENICIO DA    SILVA, foi ao Peru      representar o Brasil na transmissão do governo ao Presidente MANOEL      PRADO.

Em 14 fev foi designado para estudar e organizar um plano de ocupaçãodos prédios da         Escola Militar, em Realengo.

Em 12 abr recebeu condecoração de Comendador da Ordem Militar de Ayacucho, conferida    pelo Exmo        Sr Presidente da República Peruana.

Em 22 mai foi-lhe concedida a medalha comemorativa do cinqüentenário da república.

Em 13 jun elogiado pelo cmdo da Escola das Armas, pela perfeição com que a tropa     executou todos os    movimentos, resultado de uma instrução eficiente em conseqüência da     qual não foram necessários muitos       ensaios prévios para a cerimônia.

Em 20 nov 40, designado pelo Ministro da Guerra, para sem prejuízo de suas atuais     funções, presidir a   comissão encarregada de rever e atualizar o regulamento provisório de      tiro das armas portáteis.

Em 16 nov 40 elogiado pelo governo federal, pelo brilhantismo com que as Unidades-  Escolas se         conduziram nas manobras realizadas no corrente ano, no vale do Paraíba,           referindo-se a responsabilidade das missões atribuídas ao Batalhão Escola, na      figuração inimiga.

Em 12 dez 40, designado por despacho ministerial, para exercer as funções de instrutor-       chefe do curso de         tática geral e de Estado-Maior da Escola de Estado Maior.

Em 30 dez 40, foi promovido por merecimento ao posto de Coronel. Por ter sido promovido, foi excluído,    nesta data, do estado efetivo do Batalhão Escola. Transmitiu ao       seu substituto legal, MAJ GODOFREDO         LEITE, o comando do batalhão.                  

OBS: O TC TEIXEIRA LOTT é o homenagiado do antigo pavilhão da Formação Sanitária do                                                                 Batalhão.

(PAVILHÃO DO ALMOXARIFADO)

 

TENENTE-CORONEL DE INFANTARIA HENRIQUE BAPTISTA DOFFLES TEIXEIRA LOTT

(Comando – 27 Dez 40 a 30 Dez 40)

 

- Foi designado para integrar a embaixada extraordinária, no período de 1º de junho de 1940, sob o comando do Exmo Gen VALENTIM BENÍCIO DA SILVA.

- Deslocou-se para o Peru representando o Brasil na transmissão do governo do Presidente MANOEL PRADO.

- Em 14 e janeiro de 1940, foi indicado para estudar e organizar um plano de ocupação dos prédios da Escola Militar de Realengo.

- O Presidente da República Peruana conferiu ao Ten Cel TEIXEIRA LOTT, em 12 Abr 40, a Condecoração “COMENDADOR DA ORDEM MILITAR DE AYACUCHO”.

- Foi condecorado também, em 22 de maio de 1940, com a Medalha comemorativa do cinqüentenário da República, instituída pelo Decreto Lei Nr 1972, de 19 de janeiro de 1940.- Como Comandante do Destacamento de Figuração Inimigo, foi elogiado pelo Sr Gen ALMÉRIO DE MOURA, Chefe do Estado Maior do Exército, pela excelente participação nas manobras realizadas no Vale do Paraíba.

- Foi designado através do despacho Ministerial Nr 06, de 12 de dezembro de 1940, e publicado no DO Nr 10, para exercer as funções de Instrutor Chefe do Curso de Tática Geral e do Estado Maior da Escola do Estado.

–     Promovido a Coronel em 30 de dezembro de 1940 e excluído do estado efetivo do Batalhão Escola e Estado Maior, na mesma data.

 

"O EXÉRCITO SÓ PODERÁ SER DESTRUIDO POR ELE MESMO"

 


Última alteração em 05-20-2014 @ 07:18 am

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