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CRUZAUM - Seminário de Umbanda Científica
Inserido por: Itauna
Em: 05-21-2014 @ 01:50 pm
 

 

MINISTÉRIO CRISTÃO

SISTEMA D'AUMBANDHAN

UMBANDA INTEGRAL

        

 

SEMINÁRIO DE UMBANDA CIENTÍFICA

 

CRUZADA DOS MILITARES FIÉIS UMBANDISTAS DO BRASIL, Adesa a  UMBANDA INTEGRAL. Reconhecida pelo Governo de Utilidade Pública, na forma da Lei 01.254/1993, conforme o Ministério Cristão e o Sistema d’Aumbhandan.CNPJ nº 28.932.655/0001-17. Nilópolis / RJ.

 

Em 26 de agosto de 2007.

 

Tema a ser abordado:

    Espírito é, ao mesmo momento, Deus feito Homem

    em Manifestação ativa e reativa sobre a terra.

 

Expositor:

Epaminondas d’Aumbandhan

 

Secretário:

Carlos d'Aumbhandan

 

Damos continuidade ao tema abordado anteriormente, conforme foi tratado no encontro nosso, no dia 29 de julho deste ano.

Desde as mais remotas priscas eras pré-históricas do Universo, precisamente, com o principio do verbo SER em formação ativa e reativa permanecera sonoriza toda Deidade.

Deste mesmo modo de ser, o Supremo Deus Tupan mais as Hostes celestes e terrestres do Panteão colossal de muitos outros Deuses tornaram-se manifestos, em todo o Universo, desde a primeira Raça-raiz (Pré-Adamica) do originário e primitivo tronco tupy – a Raça dos Vermelhos Selváticos e daí por diante.

O ponto inicial começara do Elemento fogo-princípio ativo do Universo, acionado com o Supremo Poder místico todas as FORÇAS VIVAS DA NATUREZA NATURANTE E NATURADA. E manifestaram-se, pois, com elas os demais Reinos das Essências Elementares, bem como o Aquático, o Mineral, o Vegetal, o Animal, o Hominal, o Angélico e etc. tendo uma variedade das milhões de espécies de vidas incipientes...

E estivera em evidência o ardente Raio Solar em todas as coisas manifestadas no globo terrestre; – o elemento fogo visível —, do qual primeiramente a Semente espiritual atômica permanente: a fumaça, a chama e a luz SÃO SENÃO MANIFESTAÇÕES? OU FORMAÇÕES FÍSICAS EXTERIORES. Nisso temos, contudo, essencialmente, o Conhecimento primordial da verdade sobre AQUILO QUE SOU...

Certamente fora a Supremacia da Personalidade Divina Solar identificado na pessoa do Senhor Guaracy, o Agenciador universal e a Substância das coisas existentes, no planeta.

O elemento fogo é, pois, de um lado, a espécie ou forma de vida elementar de materialidade; de outro lado é a vestimenta ou o organismo corpóreo da ENTIDADE VIVA e, de alguma certa forma de vida, a projeção assumida dos Deuses.

Assim descrevemos por qual meio todos nós pensamos, nos expressamos e agimos, ainda hoje, estando na existência atual. (Caminho ardente e liberto por onde o Espírito descera (ou caíra) na existência atual), à semelhança da alma espiritual atômica feito Homem (ou mulher) segundo a manifestação ativa ou reativa de cada um ser vivo sobre a terra. Tal é a vereda luminosa, por onde o ser vivo, isto é, a alma vivente de imortalidade se eleva às diversas e diferentes projeções do Espírito.

Esta antiqüíssima Ciência transcendental doutrinária do elemento fogo que plenifica e ilumina tudo, nós a compreendemos através do sistema de Aumbhandan. Definimo-la, essencialmente, Deus Em Nós. Acrescentamos que o fogo não é apenas o principio ativo vivificador, mas também o princípio reativo destrutor.

Certamente o Universo de materialidade em formação é gerado pela Vida original e é pelo elemento fogo que se dissolverá o Universo material, em um certo período de tempo milenar.

Conclui-se que, com o fogo, a matéria torna-se alma. Existe alma no fogo, existe fogo na alma.

Eis aí está a descrição da verdadeira PROTO-SÍNTESE CÓSMICA DA VIDA VINDO DA SUPREMA VIDA ETERNA EM MANIFESTAÇÃO ATIVA E REATIVA – Deus Em Nós. Isto é a compreensão científica de Umbanda, mundialmente.

O elemento fogo é, pois, a PORTA ESTREITA PELA QUAL SE PENETRA DO EXTERIOR NO INTERIOR DE TODAS AS COISAS EXISTENTES.

Quando olhamos firmemente algum objeto que queima, primeiramente, vemos duas coisas com o fogo: a fumaça e a luz. A luz nasce do fogo abrasador, mas não se vê a luz; vemos os objetos no estado sólidos, no estado líquidos ou no estado gasoso, iluminados pela luz. Não se vê a luz realmente! (Até o som audível é-nós perceptível a uma certa limitação da distância). Assim se percebe outro elemento, o ar.

A luz é, portanto, realidade invisível e igualmente a vida como ela é no mundo inteiro.

Quer dizer, então, assistimos na existência atual à passagem da materialidade para a espiritualidade, produzindo compulsoriamente a luz no mundo físico. Porém, esta passagem da matéria densa ao espírito é obscura pela opacidade da fumaça. Insere-se no interior de todo organismo a Semente ou Centelha espiritual atômica, isto é, a alma, (entidade viva), ou na espécie de vida elementar, espécie de vida aquática, vida mineral, vida vegetal, vida animal, vida hominal e etc.

Concluímos que a forma de vida humana é raríssima; a entidade viva obtém um corpo material só e somente só ultrapassando os muitos estágios evolutivo, e depois de evoluir através de milhões de espécies imediatamente inferiores. E é só na forma de vida humana que a alma espiritual viva tem Inteligência consciente de Deus para compreender o ramo científico da reencarnação e as leis científicas de atividades kármicas mundiais. Neste caso particular, a forma de vida humana É A SOLUÇÃO ÚNICA DE SAÍDA pela qual poderemos escapar dos sofrimentos eminentemente materiais.

Então as reações do karma são como uma fumaça ou poeira que cobre o Espelho refletor de nossa consciência espiritual viva. (Essa contaminação pode e deve ser removida unicamente através do ensinamento doutrinário, ministrado por um Instrutor consciente da Personalidade suprema de Deus...

E todo progresso é quitado por um aparente “retrocesso” inverso e proporciona em todos os reinos existentes.

Nesse sentido, o Universo de materialidade e Antimaterialidade é de fogo concentrado e de Espírito em Encanto...

 

A PALAVRA DEUS

 

Do ponto de vista mundial, nos dois Hemisférios: Norte e Sul os cultos aos Ancestrais tecnologicamente Astrológicos eram e, ainda hoje, são universalistas, segundo a formação ou manifestação ativa e reativa. Mais surpreende ainda as multidões e os povos de todo o mundo é a similaridade e a  significação da palavra “Deus”, segundo os muitos idiomas ou linguagens distintas do antigo Oriente e do antigo Ocidente.

Por exemplo, comparemos o linguajar dos indígenas “Tupan” (Guaracy ou Yurupary); a matriz do africanismo “Olorun” (Obataalah ou Orixaalah), ou “Zamby” (Zambyapongi entre os angoleses); a raiz sânscrita “Krishna” (Brahma); a raiz chinesa “Buddha”; o idioma grego “Theos” (Zeus); o idioma latino  “Deus” (Júpiter); o kelta, chamado celta, “Tah” e “Diah” (Thyah); do mesmo modo tem similaridade com o egípcio “Thau”; o idioma hebraico “Yah” (chamado vulgarmente “Jah”) e outros. Convém aqui relembrar que o idioma grego descende do sânscrito.

Devemos manter a precedência sobre o procedimento do culto da Cruz Suástica “Tembaeitah” (ou “Tembetá”). Sua presença constante, milenarmente, a consciência protestante lhe rotulou com a causa fundamental em todas as edificações e cerimônias de natureza religiosas, em que pese seu assombramento...

Na verdade, em parte alguma do mundo – nem na antiga Índia, no antigo Egito e no Tibét – esta simbólica representação era motivo de tanta reverência religiosa do que entre os povos tribais tupy-guaranis e outros.

“A alma envolve-se então a cada período cíclico dos repetidos nascimentos e mortes, assumindo os mais diferentes corpos físicos de acordo com seu karma individual”. (Livrar-se da reencarnação tem-se que compreender muito bem a lei do karma.)

Os rituais de batismo eram praticados por todas as nações tribais. As nações tribais escandinavas praticavam o batismo de crianças recém-nascidas; no México e no Peru foram encontrados os atos de batismo de muitas crianças como um cerimonial solene de religiosidade.

Podemos perceber que existem muitas espécies ou formas de vida. A forma do  cachorro, a forma do gato, a forma da árvore, a forma do réptil, as formas dos peixes etc. (Deve haver alguma evolução!) Mas, todas as diferentes espécies ou formas de vida SÃO COEXISTENTES. Por exemplo, o peixe existe, o homem existe, o tigre existe, todos coexistem. É exatamente como a existência de diferentes imóveis em todas as cidades do mundo.

Podemos ocupar um deles, conformado com alguma capacidade de quitar o aluguel em dia, mas diferentes compartimentos ou classes de imóveis existem todavia ao mesmo tempo.

De maneira semelhante, a semente (isto é, a alma), de acordo com seu karma individual, trará a aflição ou facilidade orgânica (“Skanda”) de ocupar numa dessas formas ou espécies corpóreas. (Mas existe também evolução neste caso específico!) Quer dizer, encerrada uma espécie estagiária do peixe, o ciclo estagiário seguinte evolutivo é o da vida vegetal; uma espécie vegetativa seu próximo estágio, será o de alguma vida de inseto; de alguma espécie de inseto seu próximo estágio, será o de alma espécie de vida da ave; em progredindo no mesmo processo da evolução, logo suscitará as vidas de quadrúpedes; e tendo avançado a alma espiritual atômica, obterá o próximo ciclo estagiário das formas de vida humanas.

Diante desta exposição incontestável, temos assim o Plano consciente de Evolução da Vida. Nesse aspecto da manifestação ou formação da vida evolucionária, Deus é o ser vivo supremo no controle de tudo. Pois a vida vem lucionária, Deus é o ser vivo supremo no controle de tudo. Pois a vida vem da Vida Suprema... (“De tal maneira amou Deus o mundo, dando seu próprio Filho Unigênito, Jesus, o Cristo umbilical Deus, para que todo aquele que nele crê não morra, mas tenha a vida eterna”). Evidentemente, Cristo vive.

 

MUDANÇA DE CORPOS

 

A alma (entidade viva) experimenta, no instante que o corpo morre, outra forma de vida a ser manifestada sobre a terra, novamente, na existência atual. (Isso leva algum período de tempo!) Humanamente, cada um de nós apenas é “o canal mediúnico orgânico a serviço devocional da vida”.

Essa semente energética, no intervalo da morte, passara como um microfone que se instala num outro nascido da matéria, convertendo em outro som conformando uma outra impulsividade no organismo em tela elétrica; estarão seus órgãos vitais amplificados e difundidos noutras caixas acústicas... Não havendo se eletrizado a caixa acústica (o organismo), nada acontece; e a microfonia suscitada (entidade viva) funcione ou não, ela é permanente  no começo gestante. Suscitará assim um aglomerado complexo orgânico de metal, plástico e etc. nada mais que isso. Nisso vemos o novo corpo vivo.

Da mesma forma raciocinante, o corpo material manifestado, passa às 6 fases de transformação: nascimento, crescimento, conservação temporária, velhice até a desagregação, permanece a alma viva localizada nos corpos.

Portanto, nosso dever eterno é a obtenção da alma viva com um Deus menor de eternidade. Se compreendermos a amostra, logo podemos compreender o Todo-atrativo..., que chama-se de Superalma (ou a Personalidade suprema de Deus).

Por que essa coisa tão simples é tão difícil de ser entendida? Isso não demonstra a presença verdadeira do Espírito na existência atual? Ora, Espírito é Deus! (Ver o Evangelho segundo João, capítulo IV, 24.)

Diante desta exposição irrefutável, tais conceitos doutrinários, milenarmente, são procedentes desde a primeira raça-raiz da povoação dos vermelhos indígenas do tronco tupy primevo, durante as longínquas priscas eras, da periodização da pré-história.

E a primeira povoação tribal coletiva dessas pessoas espirituais que obtiveram as prerrogativas e precedência sobre a terra, originara-se no solo pátrio do Planalto Central Brasileiro primitivo, território do antigo país “Brazilian” (ou Baratzil) – o Guardião da Vera Cruz Gamada.

“A existência terrestre não era igual a atual existência”. Atualmente, existem os processos de gestação com sua corte de ação e reação, além dos fatos peculiares. Na Terra, não encaenavam muitas entidades espirituais; morriam algumas poucas pessoas terrenas. Disso deduzimos que a existência da vida humana era, é e continuadamente será muito longínqua, aproximadamente, de 200 a 300 anos...

Quer dizer, então, a ciência da reencarnação dinâmica se aperfeiçoa e avança espiritualmente sua crista ou seu ápice. Era o começo da Terceira raça-raiz Lemuriana ou dos Lêmures (Negros).

Enquanto isso, chegaram muitos outros descendentes entre aqueles mesmos ancestres da povoação da indiada dos antepassados e outros seres viventes. Por exemplo, os “Tubaguassus” primitivos – os Condutores das  demais raças planetárias. Muitos migraram de outros corpos planetários: Vênus, Marte e outros. Já existiam (e existem) no planeta os seres vivos (deuses ou orixás) das Quatro Raças que ainda entre nós aqui permanecem, além de outras da sociedade humana atual. (Uma outra raça transmutada suscitará sobre a terra. Já preparam sua descida “os mais evoluídos seres vivos condutores planetários – os Tubaguassus conscientes da Divindade suprema do Universo.

 

AS TRANSMIGRAÇÕES DE ALMAS NOS

DIVERSOS E DIFERENTES PAÍSES

 

Propomo-nos, no presente trabalho, prestar os esclarecimentos coerentes quanto as transmigrações de almas existentes sobre a terra, nos diversos e mais diferentes países estrangeiros, pelo mundo afora.

Entretanto existe a tentação da opinião pública de afirmar que essa uniformidade das almas vivas encarnadas não passa de engano ou ilusão mundial. A aparência de identidade oficial e de todos os ideogramas são o resultado da nossa incapacidade humana de decifra-los à luz do conhecimento da verdade. Mas se, ao contrário, esta uniformidade do ser vivo é real, “eu sou conscientemente levado a tornar público a verdadeira conclusão de caráter evolucionário de mim mesmo, que é: EM UMA CERTA ERA MILENAR REMOTÍSSIMA, PODE SER QUE MESMO ANTES DO ÚLTIMO PERÍODO GLACIANO, o planeta Terra era e é habitado por muitos bilhões de espíritos (deuses) e por uma mesma raça raiz originária da Vida Suprema – a Providência do Universo. Esta raça é que exerce alguma influência do mesmo poder místico sobre toda a posteridade. Assim se descreve o aforismo do sistema Aumbhandan que é, na essência, Deus Em Nós, desde os diversos Reinos das Essências Elementais até o Hominal... (Não presumo que esta raça de origem da Vida suprema tenha sido apenas a dos Atlantes da antiguidade). É provável que aqueles povos da Atlântida já estivessem munidos de uma certa escrita hieroglífica, ulteriormente adotada pelos discípulos da única Corrente de Sucessão Discipular conscientes da Providência do Universo, referimo-nos os mártires dos povos tribais indígenas, africanos e egípcios e outros.

Por exemplo os antigos povos Maias e podendo mesmo ser os Fenícios. Relativamente aos textos gramaticais hieroglíficos dos antigos mexicanos, devo expositar as descobertas, discutíveis de dois investigadores franceses chamados: Brasseur de Bourboug e Le Plongeon.

Um documentário dos mais valiosos, o Códex Troano, dos povos tribais Maias; raríssimo volume dessa ilustre raça dos Maias. Atualmente se encontra arquivado no “Bratish Museum”. Este francês Brasseur de Bourbourg afirma ter decifrado e compilado um seu fragmento para o idioma francês; também diz haver nele encontrado um testemunho, a propósito daquela anterior imensa catástrofe geofísica que causou o desaparecimento do extinto continente a que se refere o filósofo grego Platão.

Esse trecho manuscrito relata um cataclismo de natureza cósmica, sofrido numa época muito afastada do tempo nosso. Certas jurisdições terrestres “desconhecidas” se chamara CONTINENTE MU (de MUD)...

Calcula-se que essa ocorrência pré-histórica ter sido acontecida há 8.060 anos e antes compilação escrita do documentário do “Códex Troáno, dos antigos povos tribais Maias.

Entretanto a interpretação verdadeira adotada pelo francês Bourbourg fora acolhida pelos outros povos de todo o mundo, e com bastante reservas.

É a seguinte a sua tradução real: “No sexto ano de Can, no undécimo Muluk do mês de Zac sobrevieram terríveis terremotos, que se prolongaram até o décimo Chuem. A terra nas colinas de argila de Mu e a terra de Mud foram sacrificadas. Elas foram duas vezes abaladas e desapareceram repentinamente, em plena noite.

A crosta terrestre foi rebaixada  e seguidamente suspensa pelas forças vivas subterrâneas em muitos sítios, tanto e até que não pôde mais resistir a estes impulsos e enfim muitos lugares ficaram separadas uns dos outro por profundas cavidades; e por fim os dois países, não podendo resistir mais tempo a tão pavorosos abalos, aqueles ancestrais submergira no oceano, com 64 (sessenta e quatro) milhões de habitantes. Isto foi há 8.060 anos do período da pré-história”.

Evidentemente, é esta uma tradução do documentário Códex Troano tendo os conceitos doutrinários milenar do Canmitismo, como podemos comprovar.

A decifração da inscrição hieroglífica que figura sobre a célebre pirâmide “Xoicalco”, no México. Foi visto pelo outro francês Lê Plongeon. Parece-nos tão digna de ressalva, igualmente como a de Bourbourg.

Lê Plongeon assegura que empregara nesse seu trabalho os métodos semelhantes usados em favorecimento dos também antigos escribas egípcios.

Essa inscrição feita pelo francês consiste em um retângulo no interior do qual se mostra uma face humana, de boca berta e 6 (seis) pares hieróglifos de natureza tecnologicamente Astrológicos; por baixo dela estão algumas figuras de animais alados. Le Plongeon traduzia de maneira falsificada e eminentemente falaciosa o hieróglifo “ppay”, como: “nascido do pó e retornará ao pó da terra”. Da sua inscrição imaginativa o francês dá a seguinte interpretação pessoal: “uma terra do oceano é aniquilada e seus habitantes foram mortos a fim de serem reduzidos ao pó” (Quanta infelicidade sobre isso!)

Le Plongeon imagina que os Maias indígenas do antigo Império mexicano se serviam de um Alfabeto fonético; porém, tempos depois, adotaram uma escrita hieroglífica, da qual treze sinais eram inteiramente idênticos aos sinais hieráticos egípcios correspondentes.

Esta falsificação é enigmática; deu lugar a indagação dúbia do motivo que teria induzido os mais antigos povos indígenas, os verdadeiros pajés, a substituir um alfabeto fonético, relativamente simples, por um outro sistema de escrita moderna hieroglífica adultera, falsificada ou complicada.

Nestes termos, os contos lendários difundidos e denominado de “Tupyabaé-Cuaá” – a Sabedoria do Amor Todo-atrativo – entre os mais antigos sábios da povoação dos indígenas da América do Sul acerca de eruditos reformadores, de missionários ou de chefes religiosos, que de tempos em tempos de séculos afora, surgiram entre aquelas populações tribais. Reforça-se a suposição por nós formulada, do papel aparentemente civilizador a favor dos selvagens desempenhado pelos Atlantes da pré-história.

Podemos enumerar até oito desses reformadores de línguas dos diversos países, a saber:

1)   Peru – Manco-Capac, Viracocha e Pachacamac;

2)   Colômbia – Bochica; e

3)   Entre os tupyguaranis do Planalto Central Brasileiro – SUMÉ.

 

No México, havia o Quetzal-Coatl, chamado Gukumatz, no país da Guatemala e Cuculkan no Yukatan... Por fim, no Brasil e Paraguai, o Kaboy pelos Carayas ou Caraias.

O mito peruano de Viracocha se parece com o mito colombiano de Bochica. Todos estes vultos ou deuses vividos sobre a terra são sábios, vindos todos duma certa dimensão sideral, (de algum país ignoto), situado a leste do continente sul americano. Tinham longas barbas, pele clara e o seu intuito é sempre idêntico.

Terminada a sua missão evolucionária, desaparecem de maneira inusitada. Fica permanente a promessa, “Eu voltarei” em um certo momento, suscitando aí no meio do meu povo!”

Todos estes contos das Américas revestem, no fundo, os mesmos fatos e acontecimentos eminentementes da pré-história e historicamente atualizados. De tempos em tempos, de evolução em evoluções contínuas missionários antepassados antes dos Atlantes vieram, e continuam vindo parar sobre a terra, na América do Sul... Posteriormente a lembrança de propagação fica figurada ou transfigurada pela poesia da Religião natural...

 

Aqui habita a Luz!

"NA SENDA DO SABER ENCONTRARÁS A VERDADE" 

 

 


Última alteração em 05-21-2014 @ 01:50 pm

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