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CRUZAUM - Cartilha nº 11
Inserido por: Itauna
Em: 05-21-2014 @ 11:49 pm
 

 

 

MINISTÉRIO CRISTÃO

CRUZAUM

CRUZADA DOS MILITARES FIEIS UMBANDISTAS

 

Cartilha nº 11

OS MARRANOS CONHECIDOS

DO PARLAMENTO IMPERIAL

 

Durante a Idade Média, era mais flagrante a imensidão de judeus que preferiu deixar o âmbito interior do gueto espiritual do território histórico da povoação judaica (Israel) quando ostensivamente, por opção própria, RENUNCIAVAM À SUA CRENÇA NO JUDAÍSMO PARA ABRAÇAR O CATOLICISMO  ALIADOS AO PAPADO DE ROMA. (A explicação para esta tática estratégica faria sobreviver a descrição simbólica da figura representativa daquela grande estátua e de extraordinário esplendor, a que o rei Nabucodonosor viu em sonho: quis saber porque ficou perturbado o seu espírito, segundo o relato no Antigo Testamento, capítulo II, vers. 3, 31 ao 43, do livro de Daniel.) Dividiu-se o povo judeu em duas espécies de gueto: o externo e o íntimo. O mais óbvio e infame é o físico como os que existiam em Varsóvia e outras cidades do oriente da Europa. Os judeus que ficassem em seus guetos, estavam razoavelmente seguros e espiritualmente “livres”. Mas os que abandonasse o gueto e se assimilasse à sociedade abrindo mão de sua condição israelita perdiam a liberdade espiritual permitida do Deus de Israel mas podiam ganhar a física.

O estado de espírito dessas condições é descrito da seguinte forma: o gueto íntimo seria a aceitação de uma servidão auto-imposta, e compensada sempre financeiramente em virtude da liberdade dos filhos da terra sem pátria. Os dois guetos são explorados, nesse sentido, e sendo este o modo de viver dos judeus durante todos os séculos.

Alguns preferiram atuar no âmbito restrito do gueto espiritual. Mas a maior porção deles renunciava à sua crença original preferindo abraçar o catolicismo e o Papado de Roma. Era uma prática costumeira e se espalhou nos parlamentos imperiais de Lisboa, Espanha etc... Os judeus convertidos, segundo a conveniência de cada um, sempre foram conhecidos e tratados de “marranos”.

Essa expressão veio ser explicada em toda a Europa e por todos os judeus, à medida em que renunciavam a crença judaica para abraçar o catolicismo romano. Há quem garanta: o termo “europeus” é sinônimo de marranos.

O autor do livro “Japoneses e Judeus”, Isaíah Ben-Dasan nele confessa que ele mesmo é um descendente de marranos, estudou profundamente toda história dos judeus convertidos. Ben-Dasan assegura  que a maior quantidade deles ludibriava os membros das diversas seitas católicas com muitas artimanhas, em especial, os olhos atentos dos jesuítas e dominicanos – os papistas.

Existe uma tradição onde é encontrado o registro de um famoso santo católico, que era realmente marrano. Demonstra forçosamente o seu fervor de “católico-judaizante”, o que, segundo o saber dos homens intelectuais, equivale dizer cristão-novo ou cristão-judaizante. Isso prova sua lealdade ao Papa e a Igreja.

Baseados nesse modo de viver, os judeus se imaginavam protegidos contra as perseguições do Santo Ofício. Ainda persiste aquele delito infamante imposto ao Senhor Jesus Cristo na Palestina antiga!!! Agora então os marranos, por meio de subornos, são os que contribuem financeiramente para as obras das diversas companhias, mosteiros católicos de Roma, Espanha, Portugal etc., à semelhança dos aliados de Suzuki que sempre contribuem com elevadas somas, mediante as contas de hotel, em troca de segurança. (cf. “Japoneses e judeus”, página 4, autoria de Isaíah Ben-Dasan, tradução de Luis Corção, Ano de 1970).

POR MAIS QUE OS MARRANOS ESCONDESSEM AS SUAS ORIGENS ISRAELITAS, muitos deles eram descobertos praticando ritos hebraicos; alguns outros eram submetidos a castigos de revoltantes atrocidades, e não dar prova de real lealdade ao Papa e a Igreja; alguns poucos retornavam para a Palestina porque, segundo a compreensão do fiel judeu, esses acham que se tiver que morrer, o melhor lugar mesmo é a histórica pátria dos judeus. Já outros escapavam para Veneza, a Nova Iorque da Idade Média, ou debandavam para a Inglaterra e outros países até mesmo o Brasil Colonial em busca de guarida e segurança que sempre estará fora do alcance dos sem pátria.

Na Inglaterra durante o século XVII, apesar dos turbulentos dias do controle puritano sob o protetorado de Cromwell, os judeus eram ainda perseguidos, mas não tanto como os adversários odiados por se dizerem católicos, ou admiradores papistas. Qualquer que fosse a sua nacionalidade, os católicos apostólicos romanos eram apanhados, julgados e cruelmente punidos ou até mortos por protestantes, provavelmente. Isso está acontecendo, ainda hoje, quando os noticiários dão informações das batalhas sangrentas, principalmente na Irlanda do Norte, nos confrontos entre radicais protestantes versus católicos ortodoxos.

Nesse tempo, um determinado marrano, o judeu espanhol Antonio Rodrigues Robles vivia em Londres. Este marrano foi apanhado pelos puritanos protestantes e levado a julgamento. Porém, quando esteve sendo interrogado, CONFESSOU FINGIR DECLARAR-SE PUBLICAMENTE CATÓLICO MAS QUE REALMENTE ERA JUDEU e que mantinha a sua fidelidade à velha crença de seus pais e não à de Roma. “Vaidade de vaidades! diz o Pregador; vaidade de vaidades! Tudo é vaidade”. (Livro do Eclesiastes, cap. I. versículo 2).

Sem saber o que fazer, o magistrado que presidia ao julgamento apelou diretamente para Cromwell, o profeta do judaísmo como o tratavam os judeus em Londres, que – asseguram – mandou pôr o judeu Robles em liberdade.

Teria sido sorte de Antonio Rodrigues Robles? Enquanto esteve na Espanha salvou sua pele, ao preferir o gueto íntimo do pretendido catolicismo, mas depois, protegido devido a estada na Inglaterra, salvando-se outra vez reingressou no gueto ordinário como o de Varsóvia  e das cidades européias (redutos dos judeus)

As perseguições religiosas sempre em evidência através  dos séculos  forçaram os judeus a compreenderem que por todo  o tempo existe um preço para a segurança no território alheio. Algum dia precisarão indenizar a nação brasileira!!! Quem viver verá!

Nos últimos 500 anos na atualidade, o Brasil sofreu a pior tragédia nunca mais vista pelos atuais descendentes nativistas originários dos mais velhos pais ancestrais indígenas e negros de matrizes africanas.

OS MARRANOS VIERAM PARA A BAHIA

O parlamento imperial de Lisboa sempre exerceu domínio no Brasil Colonial daquele púlpito de ressonância por onde fazia intimidar a massa ignara e sabedor da invasão dos muitos milhares de judeus em Salvador.

Cristovão Vieira Ravasco, que servira primeiramente como marinheiro e logo depois como Escrivão de devassas das muitas atividades pecaminosas dos piratas vindo de Lisboa, chegou no Estado baiano em 1609. Em Salvador foi que assumiu o cargo de Escrivão.

Sua família permaneceu em Portugal, onde se deu o nascimento de seu filho Antonio Vieira, em 6 de janeiro de 1608. Mas os familiares vieram para Salvador somente em 1614.

Nesse tempo, já tinham propriedades na cidade baiana milhares de judeus vindos de Portugal, Holanda e Espanha, principalmente, e com o consentimento do parlamento imperial dos portugueses.

O filho Vieira aos 15 anos de idade já tinha conhecimento e lido os clássicos da cultura greco-romana e sabia profundamente a inesquecível obra de Camões. Em 5 de maio de 1623, ingressou no NOVICIADO DA COMPANHIA DE JESUS. Aos 18 anos, ficou encarregado de redigir a Epístola anual das atividades dos jesuítas nos diversos Estados do Brasil.

Os leitores hoje devem pesquisar em profundidade nessa carta que marcou épocas, até alcançar a realidade histórica do nosso Brasil. Teria sido unicamente os holandeses, os invasores criminosos de guerra a se instalarem na Bahia? Quais foram os participantes do extermínio dos povos indígenas e negros feitos escravos?

“...Entregai aos holandeses o Brasil, entregai-lhes as índias, entregai-lhes as Espanhas (que não são menos perigosas as conseqüências do Brasil perdido)” Antonio Vieira.

Rui Barbosa que recebera as honras do parlamento holandês, quando lhe conferiu o título de “Águia de Haia”, perguntado sobre  como tinha adquirido a sua imensa capacitação de orador baiano, respondeu simplesmente: “Lendo o documentário do padre Vieira”.

Nessa época, habitavam também um povoado muito acima de 8.000 nativos indígenas e aproximadamente 4.000 negros, além da quantidade considerável dos mestiços baianos. Da mesma maneira dos donatários nas terras pernambucanas, era flagrante os momentos de perseguição e abandono total das pessoas influentes.

Aos 22 anos de idade Antonio Vieira discursava nas igrejas, nas casas dos poderosos, nas ruas ou vilas, exortando a todos a que expulsem os holandeses, agora fixados em Pernambuco. Fundou a Companhia de Jesus mas com as contribuições dos judeus marranos.

Por mais que os marranos escondessem as suas origens israelitas, em Salvador, a terra do Senhor do Bonfim, eram descobertos. Sempre há algum deles ludibriando com muitas artimanhas o olho atento dos investigadores do Santo Ofício.

Em menos de vinte e quatro horas os estrangeiros criminosos de guerra tomaram de assalto o Estado da Bahia.

Quase toda a população de Salvador fugiu para o interior, os integrantes da Companhia de Jesus se refugiaram na aldeia de São João, onde também habitavam os nativos indígenas. Há os que acreditam que o padre português Antonio Vieira era um missionário a serviço da causa dos indígenas e contrário aos delitos do Santo Ofício. Alguns outros pressupõem que Vieira desconhecia as presenças dos marranos em Salvador e atuantes na igreja.

A 30 de março de 1625 Dom Fradique de Toledo Osório, enviado do rei Felipe IV de Espanha e III de Portugal, transportando um forte efetivo nos 52 navios procedentes de Portugal, desembarcaram em Salvador e conseguem só expulsar só os holandeses que invadiram a Bahia.

Tudo faz supor que o padre Antonio Vieira sabia mas não podia delatar os outros estrangeiros, verdadeiros exploradores das terras, mas contribuíam com dinheiro para as instalações vitais do mosteiro e conventos da companhia dos jesuítas. Caso contrário, tendo ele feito os votos de pobreza, obediência ao Santo Ofício e castidade, não lhe repassariam os valores pecuniários nem teria conseguido as obras edificadas na antiga Bahia do Senhor do Bonfim.

É verdade, sempre foram os marranos quem traziam as finanças e mais doações para a igreja, principalmente existente no território alheio, sempre com o consentimento dos mandatários do Papa.

Antonio Vieira em sua oração dizia: “PERDE-SE O BRASIL, SENHOR (DIGAMO-LO EM BOA PALAVRA), PORQUE ALGUNS ENVIADOS DE SUA MAJESTADE NÃO VÊM CÁ BUSCAR O NOSSO BEM, VÊM BUSCAR OS NOSSOS BENS”.

Aos 28 anos, intensificava as orações nas igrejas da Bahia e nas residências dos poderosos. Em 20 de abril de 1632, o padre Vieira  soube do aparente insucesso de Mathias de Albuquerque que em Pernambuco comandava a resistência, abrindo fogo contra os navios dos estrangeiros criminosos de guerra, pilhados pela ardilosa manobra de afundamento de oito barcos na entrada da barra, impedindo a infiltração invasora. Mathias de Albuquerque dispunha de  1.000 homens, estimando-se o efetivo dos criminosos de guerra acima de 7.000 invasores. Plotado na barra, Hendrickzoon Lonck desvia dezesseis naus, transportando 3.000 homens que desembarcaram na praia do Pau Amarelo, ao norte de Olinda, sob o comando do coronel Waerdenburch. Deslocando-se de um lado para outro, afugentando o desânimo e o medo provocados pelo cerco que vinha das bandas de Olinda, o líder Mathias de Albuquerque não titubeou em ordenar que se atirasse nos desertores.

Deu-se à reviravolta ocorrida daquele ano, quando Domingos Fernandes Calabar, lugar-tenente de Mathias de Albuquerque, exímio conhecedor de suas táticas de emboscadas, e que até então havia lutado bravamente, passou para o lado inimigo, possibilitando aos batavos uma série de vitórias dos criminosos invasores, quando já pensavam em desistir da aventura em terras brasileiras. Dessa manobra estratégia expandiram a produção industrial do açúcar.

Mathias de Albuquerque o primeiro defensor em vida e organizador da resistência histórica do território brasileiro. Jamais se deu por vencido. Fez dos retraimentos táticos e retiradas com a tropa para o interior, dos surpreendentes contra-ataques e fustigamentos inopinados, das mortais emboscadas montadas por soldados e escravos manobrados pelos inimigos estrangeiros”, a sementeira da guerrilha destruidora da espinha dorsal de uma das potências militares dessa época, no cenário territorial dos embates que ensejaram às manifestações iniciais da IDENTIDADE NACIONAL. Mathias de Albuquerque mostrou as provas incontestáveis e deixou para a posteridade uma lição a, ser cobrada, das nações unidas aos países que seus antepassados piratas invadiram o território brasileiro e cometeram o pior extermínio nunca visto no Ocidente. “A população brasileira nativista tem de ajudar-se a si mesmo e exigir judicialmente todas as indenizações morais e materiais de direito; para aquele que não for capaz disso, não haverá ajuda a pessoa dele”. Mais dia menos dia, estarão descobertos os vendilhões da nossa pátria, os que entregam os nossos patrimônios e se agacham, os “calabares” dos tempos atuais que SE VENDEM POR ALGUNS TROCADOS.

Mathias de Albuquerque é, para os conhecedores do verdadeiro acontecimento histórico deste território brasileiro, considerado o grande combatente das causas dadas como irremediavelmente perdidas, a característica ímpar de um lutador sem esmorecer, um líder e que sabia comandar os fiéis nativistas, em condições materiais totalmente desfavoráveis aos olhos inimigos, mas transfigurados em vitórias dos espíritos indestrutíveis nos céus do Universos Astral Superior.

“E aqueles que por obras valorosas se vão da lei da morte libertando – cantando espalharei por toda a parte se a tanto me ajudar o engenho e arte” (Camões, “Os Lusíadas”).

A 10 de novembro de 1634, precisamente, aos 26 anos Vieira ordenou-se sacerdote e celebrou, no idioma Latim, sua primeira missa três dias após ser consagrado. Em 1640, ocorre a restauração do parlamento imperial português, depois de sessenta anos de domínio espanhol, e Dom João IV assume o trono da monarquia. Em 1641, o sacerdote embarca para Portugal, com a intenção de tomar a defesa falando da fidelidade do vice-rei do Brasil, Dom Jorge de Mascarenhas, ao soberano português. Com isso conquistou desde logo a simpatia, a amizade e o respeito da família real. Essa cordialidade mostra a comprovação que a natureza humana jamais sobrevive sem os padrões políticos em seus aspectos social ou religioso, reciprocamente.

Em 1642, já tendo solidificada sua posição estratégica junto a corte de Lisboa, iniciava-se a grande disputa preferencial entre os integrantes dominicanos versus jesuítas. Antonio Vieira sugere então ao rei de Portugal a organização de companhias particularmente separadas com fins comerciais, como desejam os estrangeiros...

Durante o século XVI, edificou-se a Companhia de Jesus a Coimbra, como obra levantada de encomenda para O PRIMEIRO JESUÍTA DO BRASIL, o padre Manuel da Nobrega, que em 24 de novembro de 1544 abraçava a companhia destinada aos jesuítas. Pouco tempo fazia que o Papa em Roma aprovara a organização “Societas Jesu (S.J.). É uma completa organização militar muito bem adestrada com soldados, oficiais, manobras e combates simulados. Sob o estandarte do Rei-Jesus, TRAVA-SE BATALHA SANGRENTA CONTRA O EXÉRCITO DE SATAN. Regida então em Portugal por Simão Rodrigues, co-fundador, antigo companheiro de Inácio de Loiola. Tem no copo da espada o brasão de São Pedro. Declara guerra aberta entre o Bem e o Mal. De um lado estaria Cristo (quer dizer o mesmo que ordenara: “Misericórdia quero, não holocausto); do outro Lúcifer. É inacreditável!!!

Ora, na essência das linhagens aparentes, a Companhia de Jesus é uma congregação de sacerdotes católicos romanos, e que se permite o Papado o ingresso dos marranos. Não é uma companhia de padres vivendo em comunidade, com o tríplice voto de pobreza, obediência, castidade. Uma manifestação trina – prédica, ensino e direção espiritual – poderia demarcar o campo de conquista dos Jesuítas, onde quer que se edifique as congregações. Mas eles desconhecem limites de ação. Nunca, porém, vingou a idéia inicial de começar pelos muçulmanos mas pelo judaísmo, para se cumprir a predição profética de Daniel, capítulo II, quando da interpretação do sonho do rei Nabucodonosor.

O dinamismo dessa ordem avassala a Europa e demais continentes, invadindo todos os planos da ação e do pensamento, teologia, arte, política.

Em 1644, consegue Antonio Vieira, no seu tempo, ser nomeado pregador real e se destaca como tribuno da restauração. Dois anos depois, realizava missões secretas, como embaixador do rei de Portugal. Soube utilizar, com o mesmo desembaraço, a batina escura dos jesuítas e as sedas vermelhas, próprias dos embaixadores hábeis.

Com a mesma segurança e o mesmo destemor com que já havia entrado nas selvas do Norte e do Nordeste do Brasil para enfrentar os índios e principalmente os escravizadores holandeses. Aliás, exercia, por vários anos, a função diplomática, com o mesmo desembaraço, nos gabinetes dos palácios mais requintados da Inglaterra do protetorado Cromwell, da França, da Suécia, da Itália e da Holanda.

Causou escândalos aos sacerdotes jesuítas e dominicanos, quando defendia a liberdade religiosa, num período de completa intolerância para qualquer outra opinião oposicionista que estivesse de acordo com a da Inquisição. Afinal de contas, os marranos era quem mais contribuía financeiramente nas obras da igreja!

Enfrentou o Tribunal do Santo Ofício, dizendo: “Se o Papa em Roma admite o ingresso dos judeus públicos (marranos) os que vivem na  lei de Moisés e nas sinagogas, por que se não havia de consentir em Portugal?”

Com a morte do rei português, também foi sepultado o prestígio de Antonio Vieira e ele perde o apoio da corte atual. Ao enfrentar os poderosos fazendeiros do Maranhão, sem apoio real, Vieira é expulso do Brasil e retorna à pátria original, Portugal.

De 1663 a 1668, Vieira é acusado, preso e condenado pela inquisição. Conseguiu adiar várias vezes o julgamento e durante certo tempo teve uma pena leve e foi proibido de pregar. Não se conformando, recorre, mas não consegue convencer os juízes e é preso num cubículo escuro.

Os novos soberanos portugueses, porém, desconfiam de Antonio  Vieira e ele deixa transparecer seu protesto, no “Sermão da Quaresma”, em 1669, quando diz: “Se servistes a Pátria que vos foi ingrata, vós fizestes o que devíeis, ela o que costuma. Mas que paga maior para o coração honrado, que ter feito o que devia?”

Novas ondas de acusações surgem contra Antonio Vieira e ele fica mais alguns meses sem poder pregar. Consegue então do superior dos jesuítas de Portugal a missão de defender junto do Vaticano a canonização de alguns mártires da Companhia. Chegado ao Vaticano, encontra o Papa Clemente II à morte. O Colégio dos Cardeais resolve então nomear um Papa de transição, o velho Gregório X. A respeito, Vieira assim se expressa: “O Papa vive, o cardeal governa”.

Outra vez o padre Antonio Vieira se levanta em defesa dos judeus. Escreve cartas e petições para os poderosos de Lisboa, defende junto os cardeais o perdão para os perseguidores, e mais, luta pela mudança das formas processuais da inquisição. Argumenta com a realeza portuguesa que o comércio judeu no Brasil, sobretudo, estava intimamente ligado à própria sobrevivência econômica do país, e torna a defender a idéia da criação da companhia das Índias, com a sociedade entre comerciantes portugueses e judeus.

O OURO DO BRASIL SEMPRE ROUBADO PELOS

DELINQÜENTES ESTRANGEIROS DESDE A

DESCOBERTA DE PEDRO A. CABRAL EM DIANTE.

 

Tornou-se realidade com a descoberta de jazidas de ouro e de diamante a peleja entre as coroas imperiais de Castela Espanhola e Portugal, sobre a apropriação indébita das novas terras tomadas de assalto na América do Sul. Não se pode deixar de assinalar a participação efetiva da multidão judaica atuante do gueto externo, o mais óbvio e infame como os que atuavam em Varsóvia e outras cidades européias. (cf. Isaíah Ben-Dasan, “Japoneses e Judeus”, Ano de 1970, página 3). Forçava ambos os governos a se submeterem ao juízo de Salomão e do papado. O pontífice demarcou na carta topográfica do continente o meridiano de Tordesilhas, LINHA IMAGINÁRIA DE LIMITES DO CAMPO DE  ATUAÇÃO dos litigantes, destinada a ser o eixo geográfico em volta do qual giraria AS GUERRAS TRÁGICAS DO OURO ROUBADO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO.

A linha de demarcação expande da desembocadura do Amazonas à Laguna em Santa Catarina e era povoada de milhões de índios nativos. Além de tudo estava sob a predominância do parlamento dos espanhóis; aquém, do domínio do governo de Portugal.

Quem olha no mapa do Brasil hoje vê quanto foi recuado o meridiano sob os cuidados do papado, mediante a iniciativa dos ousados bandeirantes, OS CONSTRUTORES DA IMENSA SUPERFÍCIE DO TERRITÓRIO PATRIÓTICO, e quando a consagrou a doutrina do “Uti Posidetis”, habilmente invocada e definida por Alexandre de Gusmão.

Aquele momento crítico coincide com outra igual crise da economia portuguesa, servindo os seus efeitos de provocação de sua total dependência em relação junto ao trono imperial da Inglaterra de Cromwell, que se seguiu ao fim da hegemonia do capitalismo e burguesia internacionais.

Em 1703, a Inglaterra impôs que o governo imperial português e, como conseqüência, ao Brasil Colonial severa obediência aos termos dos artigos do Tratado de Metheum, pelo qual os mercados ingleses ficavam abertos ao fabrico do vinho fornecido de Portugal, em troca da abertura dos mercados lusitanos aos tecidos ingleses. O Tratado de Metheum aprofunda mais ainda o déficit comercial português e a dependência em relação à estratégia inglesa; pois estabelecia relações extremamente desfavoráveis aos cofres de Portugal.

É verdade, para cobrir o rombo nas finanças,  a quantidade da maior porção considerável do ouro e dos diamantes roubados extraídos no território brasileiro deviam transferir para os cofres do Tesouro da Inglaterra. Eis aí está descrita a realidade da NOVA HISTÓRIA GERAL DO BRASIL, como pretendeu o diplomata brasileiro Francisco Adolfo Varnhagem, visconde de Porto Seguro mostrar como se deu desde o período colonial brasileiro. Com isso fez ele colégio e iniciou muitos admiradores seus.

A penetração bandeirante foi realizada pouco a pouco, aproveitando de início os espinhosos caminhos conhecidos da povoação dos indígenas deste solo pátrio, relata Capistrano de Abreu: mais tarde, os sertanistas interiorizaram-se mais, na caça aos índios para escravizá-los; afinal o ouro e a pedraria originalmente do Brasil era o adoçante que incitara a cobiça dos lavradores.

De início, as instruções reais, pelo receio de outros invasores roubadores saídos das possessões espanholas que a descoberta fazia-lhes supor muito próximos, de fácil acesso; peavam os avanços para o interior mais e mais. (cf. Diogo de Vasconcelos, “História antiga das Minas Gerais”. Imprensa Oficial, Belo Horizonte, Ano de 1904, página 6.) Era inteiramente desconhecido aquilo que Pero de Magalhães Gandavo registra, com grande propriedade, “a largura do Brasil para o sertão do país”.

Dos índios  que a povoavam e reverenciavam ao Todo-poderoso Deus Tupan, veio uma tradição intemporal da existência de metais e esmeraldas preciosas, “um sonho amarelo-ouro e um sonho verde brilhante”, que deu origem ao estandarte da Bandeira Brasileira perpétua, e que aqueceriam a mente de muitos povos estrangeiros pelo tempo além.

A acumulação de riquezas propiciada pelos metais e pedraria dos sertões do país não foi utilizada no sentido de promover o avanço da economia e o desenvolvimento social português ou brasileiro, nem lhes trouxe benefício algum.

Manteve-se Portugal economicamente mercantilista, sendo pressionado por força de um Tratado inglês, em gastos improdutivos com importações de supérfluos e gêneros de consumo, e não raro os  imensos recursos acumulados e que se viu impedido de aplicá-los no desenvolvimento humano e, tecnicamente, em direção de uma revolução industrial em prol da produção do Brasil e de Portugal. A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL SÓ RENDEU UNICAMENTE AO IMPÉRIO DA INGLATERRA, AOS BANQUEIROS INTERNACIONAIS E POR QUE NÃO OS MARRANOS! As duas espécies de gueto: o externo e o íntimo atuavam sempre nos países europeus.

Mas o governo imperial de Portugal chegara à atualidade como um país subdesenvolvido, e infiltrado por uma multidão judaica  riquíssima.

Diante da estagnação da agricultura brasileira para a exportação, o eixo econômico esteve voltado para a região mineradora durante esse século XVII; ia da Mantiqueira até Cuiabá, atraindo outros tantos judeus portugueses ao povoamento espontâneo de vários locais da colônia e da metrópole. Grandes levas de invasores estrangeiros chegavam com poucos recursos, na expectativa de enriquecerem rápido e facilmente!

O DRAMA DOS DIAMANTES ORIGINAIS

Além de conquistar e definir o imenso território demarcado para o Brasil, o heroísmo bandeirante encontrara o ouro das Minas Gerais, de Goiás e Cuiabá; além de encontrar muito ouro, também encontra os diamantes, originalidade do país. Adiante da Vupabussu de Fernão Dias, o sertão se expande vestido de cerrados e matas, e, ao longe, existe o Pico do Itambé solitário, desafiando a curiosidade dos aventureiros seres humanos reinóis, mamelucos e paulistas. Eles batiam aquelas solidões povoadas de feras, de miasmas e tendo a presença dos indígenas, lavando A CANGIRA DOS RIBEIRÕES à cata das pepitas de ouro. A cada quantidade descoberta, como diziam os lavradores, avançavam mais pelo Rio Grande, pelo Jequitinhonha, pelo Pururuca, e fundaram os arraiais do Tijuco e do Burgalhau. Esses sertões serão, um dia, visitados pelos membros do governo brasileiro de melhor sentimento pelo povo pobre!!!

Na última década do século XVII, a forma das riquezas auríferas atraíam naquela remota região “ENORME QUANTIDADE DE AVENTUREIROS”. (cf. Joaquim Felício dos Santos, op. cit. página 7.) Foram até a serra do Ibiturni, às montanhas frias, varridas de ventos gélidos, onde estabeleceram o arraial de Nossa Senhora da Conceição do Serro Frio, depois Vila do Príncipe, e hoje é chamada cidade do Serro.

As brenhas inóspitas povoaram-se de colmados de mineradores, que se derramavam sobretudo pelas devesas do Ribeirão do Inferno, batendo nos caldeirões. As lavras do Tijuco foram auríferas até o ano de 1729 e não se conhece, ao certo, o lugar onde foi achado o primeiro diamante. As lavras eram mais capitalizadas, tanto por exigirem maior mão-de-obra como também mais equipamentos. Mas, nessa época, os cristais brilhantes começam a dar que falar de si. Por isso, uma Portaria de Dom Lourenço de Almeida, em 1729, se refere de maneira falaciosa a “pedrinhas brancas” que se entende ser diamantes. (cf. Joaquim Felício dos Santos, op. cit. página 21).

Em 1731, ainda a busca do ouro alterna com a das pedras preciosas e, como um contra-choque da tragédia do ouro tomados pelos emboabas, os mineiros são despejados pela avalanche de suas lavras.

Procurando contar de qualquer modo com os metais preciosos, o governo imperial português superava temporariamente a prolongada e impiedosa crise de sua economia que lhe impôs o império da Inglaterra, mas sem romper jamais com a dependência com os súditos de Cromwell.

Como aquela jurisdição longínqua e hostil começasse a se despovoar as tribos indígenas, o comércio de diamantes tornou a ser franqueado, sendo PROIBIDO SÓ AOS ESCRAVOS ÍNDIOS E NEGROS DESFRUTAREM DE QUALQUER RENDA DESSA TRANSAÇÃO ILÍCITA. Os escravos trabalhavam pesadamente nas catas com mordaças de ferro, a fim de não  furtar as “pedrinhas brancas” engolindo-as. (“Impressiona-nos o fato das falsificações históricas repetirem-se duma maneira igualitária ao que outrora já aconteceu”.) Estariam aqueles espíritos da Ancestralidade retornando à vida em existências atuais na mesma terra? Fica aí o enigma a se resolver!!!

O Museu Histórico Nacional possui um exemplar dessas mordaças de ferro. Só na mina de Mangaba foram empregados o uso delas em 1.200 escravos feitos servidores aos judeus e portugueses de ascendência judaica. A prestação de contas deveria ser ao governo imperial português.

Em 1735, o governo resolveu que, obviamente tangido por influências poderosas ocultas, toda a mineração diamantífera passasse a ser feita “por meio de contratação com alguma companhia estrangeira interessada pelo produto”. Eis aí fica descrita a investida inicial ordinária do gueto externo para se apoderar dos diamantes como se apoderou do ouro, no território alheio.

Solidônio Leite Filho diz que os judeus “contribuíam com recursos próprios para a florescência da industrialização das pedras preciosas” no Brasil. Vide a sua obra “Os judeus no Brasil”, página 102.) Precisaria uma investigação pericial nesse caso. Enquanto isso, veremos qual terá sido a realidade dessa contribuição.

A descoberta das minas do Brasil, servindo ao mercado internacional as pedras  mais deslumbrantes e belas do que as que eram originárias do Oriente, negociadores inescrupulosos fez correr risco ao comércio das mercadorias brasileiras, cujo monopólio os judeus detinham desde os tempos do século XVI em diante. Então em Londres e Amsterdam organizaram “um conluio”, a fim de destruir toda concordância e continuar na posse exclusiva do monopólio. (Vide a obra “O marquês do Pombal”, autoria de João Lúcio de Azevedo, página 130.) Um negociante inglês atraído pelos diamantes originários do Brasil, técnico no assunto, chamado John Mawe, pinta claramente a ação contratual dos monopolistas judeus, que faziam extensas especulações em diversas cidades da Europa com os diamantes brasileiros. Espalharam O BOATO PROPOSITAL de que as “pedrinhas brancas” originárias do Brasil é inferior as do Oriente; mantinham por isso nas bolsas a sua depreciação, a fim de arrematá-las por preço inferior ao valor legal. Negavam a procedência dos que traziam e mostravam os mais ordinários, afirmando que eram refugo dos da Índia antiga. Dessa maneira, compravam barato os que caíam em mãos de pessoas que não entendiam das negociações; remetiam-nos para Goa e, ao recebê-los de torna-viagem, garantiam que eram diamantes hindus e os vendiam pela mais alta cotação. (Vide a obra “Traveis in the interior of Brasil”, autoria de John Mawe).

O distrito diamantino, como as Gerais auríferas, foi tomado de assalto por adventícios de todo quilate, os MASCATES JUDEUS que, para  os senhores do Santo Ofício, eram vistos como traficantes; elementos vadios que se diziam munidos de licenças vocais para a compra das pedras preciosas. (cf. Joaquim Felício dos Santos, op. cit. página 71.) Foram tantos os tais traficantes infiltrados de maneira clandestina que ocorreram ao Tijuco, que a Vila tomou uma fisionomia totalmente de indivíduos orientais.

Em 1799, essa povoação de invasores estrangeiros, cuja intencionalidade era o roubo das riquezas do território dos indígenas, ERA IGUALMENTE “O RETRATO DE UMA JURISDIÇÃO MENOR DAQUELA CONSTANTINOPLA”, em outro tempo, tal a sua beleza, na região de Minas Gerais. (cf. Dr. José Vieira do Couto, “Memórias da Capitania de Minas Gerais”, ano de 1799). Bernardo da Fonseca Lobo tornou público, em 1729, ter achado as grandes lavras, na jurisdição de Serro Frio.

O primeiro contrato dos diamantes foi celebrado em 1739 (dez anos após o achado de Bernardo da Fonseca), entre a Fazenda Real, representada pelo desembargador João Fernandes de Oliveira e Francisco da Silva, provavelmente, seria o pai de Xica da Silva. Formavam uma sociedade com a denominação de COMPANHIA DOS DIAMANTES, pelo prazo contratual de 4 (quatro) anos. Se fosse possível encontrar hoje A ESCRITA DESSA SOCIEDADE, poder-se-ia conhecer a origem dos capitais e o investimento que nela entraram. O segundo contrato da sociedade foi concedido ao mesmo “contratador”, em prorrogação. O terceiro e o quarto couberam aos irmãos Caldeira Brant.

Ao tempo do mandato do marquês de Pombal, ERAM OS JUDEUS E MAÇONS OS QUE DOMINARAM NO PARLAMENTO IMPERIAL DE PORTUGAL e, como conseqüência, no Brasil Colonial. O ouro e os diamantes converteram as Minas Gerais num Centro de interesses comerciais da burguesia e do Estado Brasileiro, à semelhança de uma metrópole. Usufruíram plenamente as riquezas minerais.

A criação das Casas de fundição permitiu, em 1720 em diante, maior controle, pois o ouro foi transformado em barra pelos judeus e quitado, dificultou o furto e o contratando, uma prática delituosa até então facilitada pela circulação do ouro em pó.

Considerando insuficiente a arrecadação, o governante marquês de Pombal, o mais notável deles, inseguro pelas intrigas políticas, nos bastidores, institui em 1735 o Imposto da Capitação e passa cobrar dos mineradores e da Sociedade do “contratador” 17 gramas-ouro, por cabeça de escravo. Fixou em 100 arrobas anuais (1.500 quilos) o total do ouro a ser pago aos cofres do governo pela povoação de Minas Gerais.

O “contratador” João Fernandes de Oliveira era um príncipe e se tornou célebre pelos seus esbanjamentos das riquezas roubadas do Brasil e pela influência que sobre ele exerceu sua amante negra, Xica da Silva, dominadora do Tijuco ex-escrava do judeu português José da Silva Rolim; não tinha a mesma beleza que é peculiar da mulher negra e sem uma formação educacional primária. O “contratador” satisfazia-lhe todos os caprichos, deslumbrando a toda a gente com o fausto de jantares caríssimos e representações, chegando a mandar construir um enorme tanque com um navio em miniatura, para que Xica da Silva gozasse não apenas com ele a sensação de embarcar. (cf. Joaquim Felício dos Santos, op. cit. página 143).

O último contrato expirou em 1771. Antes, porém, João Fernandes de Oliveira, atormentado face as muitas dívidas contraídas com os judeus, sem que os deuses ou orixás implorados em oração de Xica da Silva nada pudessem fazer pelo ser humano devedor, morrera louco em Lisboa. (cf. Joaquim Felício, op. cit. p. 135. Cf. Xavier da Veiga, op. cit.). Seria cômodo alguém pretender o envolvimento dos orixás em defesa dos atos ilícitos, de patifaria e falcatruas dos homens corruptos!

Findo o prazo do contrato da Sociedade, a extração dos diamantes PASSOU A SER FEITA PELO PARLAMENTO IMPERIAL DE PORTUGAL, QUE CONTRATA A VENDA DAS PEDRAS PRECIOSA DO BRASIL UNICAMENTE COM OS JUDEUS. Tanto assim é que ao terminar o século XVIII, O CONTRATO DE VENDA FICOU COM OS IRMÃOS BENJAMIN E ABRAÃO COHEN, de Amsterdam, os quais, em virtude das conhecidas crises políticas oriundas da Revolução Francesa, desceram os preços ao seu talante. As crises foram as produtoras do desemprego e paralização dos negócios nas cidades européias, tendo os judeus a certeza de ganho líquido vultoso, quando voltará o melhor tempo.

Apesar dos pesares, o governo de Portugal apurou da venda dos diamantes do Brasil, até o começo do século XIX, dezesseis milhões de cruzados. (Vide a obra de Eschwege, op. cit. páginas 229 e 230). Nove milhões de libras é o cálculo de João Lúcio de Azevedo PARA A EXPORTAÇÃO DIAMANTÍFERA NO PERÍODO DE UM CENTENÁRIO. (cf. “Épocas de Portugal Econômico”, páginas 377 e as seguintes) Isso produziu para a coroa imperial portuguesa um lucro de 5.040 contos de réis.

Os contratadores do contrabando de diamantes do Brasil eram os judeus de Amsterdam; até o começo do século XIX, os Hoppe (cf. D´Orbigny, “Voyage pittoresque dans deaus Amériques” , Paris, Ano de 1936, página 180), que compravam por 45 francos o quilate de diamante  bruto e vendiam por 197 lapidado. (cf. Charles Barbot, “Traité complet des pierres précieues”, ed. E. Lacroix, Paris, Ano de 1858, página 221).

Enquanto Portugal, até o começo de século XIX, apurava 16 milhões de cruzados nos diamantes de propriedade brasileira. segundo cálculos no Ano de 1858, os judeus abocanharam, anualmente, incluindo o contrabando ilícito, 25 (vinte e cinco) milhões de francos. (cf. Charles Barbot, op. cit. página 222).

Imaginemos o lucro que tiveram unicamente os judeus nesses vinte primeiros anos em que a produção diamantífera brasileira fora 3 (três) milhões de quilates, isto é, estimada em 15 quilos anuais. (Charles Barbot, op. cit, página 220).

Unicamente os judeus apoderaram-se, como vemos aí, dos resultados das lavras de diamantes achados pelos sertanistas neste país. Essa expropriação NÃO CUSTOU O SANGUE DOS REALMENTE BRASILEIROS, como a conquista do açúcar originário do Brasil pelos flamengos, seus sócios de empreitadas, ou a das minas de ouro pelos emboabas, seus mercenários traiçoeiros; nem as dores de uma raça infelicitada, como o infame comércio de escravos pelos ingleses, SEUS PARCEIROS NO TRÁFICO. Saiu baratíssimo: custou só o drama oculto que à miséria e à loucura o faustoso contratador João Fernandes de Oliveira...

O TEATRO DE OPERAÇÕES DE GUERRA

TORNOU-SE INEVITÁVEL, E A PAZ

CONSCIENTE DE DEUS É IMPOSSÍVEL.

 

Todo o estudioso quer aprofundar o acontecimento da descoberta histórica deste país, com a mesma imparcialidade deste autor, conclui que toda ação criminosa da pirataria dos invasores estrangeiros descreve no TEATRO DE OPERAÇÕES DE GUERRA, o pior episódio da exterminação nunca vista nos últimos cinco séculos da história oficial do Brasil. Não se trata apenas de matérias-primas ou de um período colonial, roubalheira das terras nem de dinheiro nem dos atos perversos de estupros de mulheres índias ou negras. Estiveram em jogo duas filosofias e a história oficial, isto é, de natureza política, demonstra que, enquanto a realeza e o sacerdócio nesse tempo, em se tratando os assuntos materiais, muitas vezes, avaliados a cada ocasião, os criminosos de guerra adotaram táticas estratégicas, e as questões morais e filosóficas foram sempre decididas pelas guerras sucessivas. Por isso as inúmeras operações se montavam contra primeiramente a povoação dos indígenas do país. Daí o paradoxo de que as disputas de natureza políticas tinham por objetivo a conquista das coisas materiais, só poderia ser resolvida entre os diversos parlamentos imperiais envolvidos, ao passo que AS DIVERGÊNCIAS RELIGIOSAS ENTRE JUDEUS E CATÓLICOS APOSTÓLICOS ROMANOS quase sempre o são pelo emprego dos armamentos da ocasião.

Conforme o mesmo exemplo das piores ditaduras já ocorridas, os piratas criminosos de guerra também imaginavam e puseram em prática que “O DIREITO É TUDO AQUILO QUE TRAZ PROVEITO MATERIAL AO VITORIOSO”. Com ele aniquila não somente a justiça dos humanos, como também a  intenção de fazê-la.

Nesse sentido, o maior perigo para cada um invasor criminoso de guerra não reside apenas na arrogância demasiado grande que precede à vitória contra os dizimados, mas na megalomania que a segue, historicamente, séculos afora. Assim, tem-se dito que a história oficial é configura-se pela história das guerras.

A guerra é um conflito sangrento internacional permanente, que conquista todas forças aparentemente opostas de poder do governo formado e cujo objetivo é impor o uso da força sobre os filhos da terra dizimados.

Segundo a observação de Morgenthau, “todo poder, militar ou não, serve ao propósito único de modificar culturalmente a vontade de outra povoação”. O desejo, a aquisição e a sede do poder são a matéria-prima da política corrupta, tanto nacional quanto internacional. “Mata um e assustarás dez mil”. (Provérbio chinês)

“Os Deuses pensam e agem duma maneira inteiramente diversa dos humanos. Os pensamentos dos humanos são imagens; os pensamentos dos Deuses são seres vivos”. (Rudolf Steiner)

Tanto assim que do mesmo modo que o Universo é o produto de um pensamento de natureza da Divindade que o organiza e o vivifica sem cessar, o corpo físico é o produto da alma imortal que o desenvolve através do ciclo evolutivo e dele se serve na existência terrestre como de um certo canal mediúnico de trabalho devocional e de progresso. As espécies de vida animais não têm senão uma alma coletiva; O HOMEM, PORÉM, TEM DENTRO DE SI UMA ALMA INDIVIDUAL, UMA CONSCIÊNCIA, UM DESTINO PESSOAL, que lhe garantem a eternidade. Portanto, após a morte do corpo físico, a alma imortal, desembaraçada de sua crisálida efêmera, vive noutra dimensão celeste uma outra forma de vida, mais vasta, no esplendor espiritual. Quer dizer, ela pode retornar de algum modo à sua pátria amada e contempla o mundo dimensional do lado da verdadeira Luz e dos Deuses, após haver trabalhado arduamente ao lado da sombra e dos homens. Todavia ainda não teria atingido o mais elevado grau de discernimento para ficar definitivamente no estado de consciência que as religiões autênticas chamam de céu. Releva notar que UM ANJO DA GUARDA ESTÁ APOSTO LIGADO À PERSONALIDADE DE CADA UM HOMEM. Sua função é segui-lo e guia-lo de encarnação em encarnação. Eis aí descrevemos o ensino do sacerdócio intemporal. Mas os invasores estrangeiros jamais deram nenhuma importância para isso.

A POPULAÇÃO BRASILEIRA ATUAL

Não se permite o esquecimento do mais cruento holocausto ocorrido no Brasil desde a descoberta histórica dos muitos milhões de índios e, posteriormente, os negros trazidos para cá feitos escravos, pelos invasores estrangeiros.

A população inicial se compunha de diversos contingentes grupais étnicos: os descontentes da povoação  dos indígenas naturais, os negros afrodescendentes e os brancos de procedência do Oriente Médio e de cidades européias. Da miscigenação entre todos eles outras formas de vida são geradas: o mameluco (índio e branco), o mulato (negro e branco) e o cafuzo (índio e negro).

Índios naturais e negro feitos escravos – são os seres vivos ancestrais reconhecidos dos deuses; tiveram suas formas humanas exterminadas pelos estrangeiros criminosos de guerra infiltrados no Brasil; defendiam-se de modo heróico, ao serem forçados no trabalho escravo. As mulheres índias naturais e negras, mesmo as meninas menores de idade, eram forçadas, ao sofrer os piores horrores de atos sexuais com os criminosos de guerra, até a prática de pedofilia.

Todos – índios, negros, mestiços e brancos – tiveram em confronto e, como conseqüência, deram sua contribuição participativa para o processo de ocupação humana e econômica ao Brasil atual. Uns como colonizadores, proprietários das terras, donos das riquezas materiais e de toda a comercialização ilícita (metais preciosos, lavouras, gados, madeiras, engenhos, escravos). Outros – os índios, mestiços e brancos sem terras e posses que formam a maioria da população – designadamente na condição de trabalhadores escravos (ou sejam, os colonizados).

A “sociedade” colonial foi essencialmente rural, teocrática (isto é, a realeza e o sacerdócio com predomínio dos católicos e marranos), escravista, sem mobilidade social.

•        Rural, porque a vida econômica baseava-se na agricultura; a vida urbana ainda era incipiente, com a quase-totalidade da massa  populacional habitando concentrada no campo, avançando para o interior.

•        Teocrática, porque durante séculos dominada pelos parlamentos imperiais de Portugal, Espanha, França, Holanda, Inglaterra e predomínio dos católicos e marranos, dos ricos proprietários, donos de todas as riquezas originárias do Brasil. Impuseram a proibição condenatória ao Culto dos Ancestrais, tanto da povoação dos índios e negros de matrizes africanas. Aniquilaram com a sagrada cultura primitiva da indiada e negrada.

•        Escravista, porque a força de trabalho com o uso das mordaças de ferro na boca baseava-se no escravo, índio ou negro. A acumulação de riquezas arrecadadas por mandatários provinha da exploração realizada sobre o trabalho escravo.

•        Sem mobilidade social, porque jamais se permitiu chance de renda para trabalhadores escravos saírem do campo de concentração e ascenderem socialmente. A povoação dos índios e negros sobrevivia entrincheirada em uma mesma jurisdição territorial, sob os olhos impiedosos dos invasores criminosos de guerra. Na verdade, não se deveria chamar isso de sociedade, e sim concentração de massa vigiada por seus opressores.

A povoação integral, pois, constituída por dois contingentes antagônicos, o dos senhores invasores e o dos trabalhadores escravos. Do contato físico entre eles, nasceriam os descendentes para a formação de um novo contingente, ainda não muito numeroso, formado de concepção corpórea das miscigenações de mascates e mestiços, sem uma posição constitucional definida.

Mais tarde, os intelectuais eram os que formalizavam os ideais dessas povoações, dando-lhe o tratamento de sociedade, ainda incipiente, concentrada para a vida urbana.

O MARTÍRIO DA POVOAÇÃO DOS INDÍGENAS

Para compreendermos melhor as lutas sangrentas dos oprimidos desde o período colonial em diante, precisamos reconhecer a burguesia do sistema financeiro internacional e o processo de apropriação indébita, levar em conta a economia desigual da ocupação humana, no território brasileiro.

Enquanto perdurou o roubo do pau-de-tinta, muitos milhares de índios trabalharam pesadamente cortando, transportando e armazenando toras, em troca de quinquilharias concedidas pelos invasores. Mais tarde, esses trabalhadores sofreriam a dizimação impiedosa, tendo incendiadas as suas aldeias e familiares. Nesse teatro de operações de guerra, ocorreram confrontos sangrentos entre brancos melhor equipado versus índios, O SANGUE DO BRASIL, pela propriedade das terras.

Para o nativo devoto do Deus Tupan, lutar até morrer pelo território transcenderia a questão da sobrevivência do corpo físico, pois nela se eleva a sagrada cultura intemporal dos Espíritos da Ancestralidade, além das jurisdições territoriais.

Convém, aqui, bem a propósito, tornar público, na melhor forma redacional, a divulgação de alguns trechos compilados da mais antiga cultura védica, e que na prática era compreendido para o Culto dos Espíritos da Ancestralidade, resgatado a partir da anunciação da Umbanda típica do Brasil a saber:

“O corpo físico é um organismo complexo de conjunto material dos seguintes sentidos: audição, gustação, tato e cheiro atraente ou repugnante. Os órgãos dos sentidos estão sempre ativando toda ansiedade por desejos: coisas ou objetos.

Exemplificando, os olhos físicos vêem unicamente as imagens pensadas dos homens; supõe-lhe que seja algum sujeito bonito ou feio ou alguma coisa pensada. Mas não consegue enxergar além disso. Ficamos excitado, sempre que temos a percepção do aroma ou cheiro de alguma coisa olfativa. O bom cheiro nos atraem; já o mal nos causa repulsa. A língua sente-se atraída ao sabor que procede do restaurante, ou da lanchonete, onde quer que haja algum cardápio ao gosto dos homens. Sentimos o gosto por tudo que supomos saciar o corpo físico. Os ouvidos são perceptíveis e nos leva ao entendimento de algum som ou alguma música bela ou ruim. Finalmente, o sentido do tato é acionado por meio das mãos ou dos pés, se desejamos nos certificar de um objeto ou uma coisa palpável.

Mas seríamos nós simplesmente o corpo físico ou outro ser vivo imediatamente superior? Eis aí está a descrição algébrica a resolver pacientemente. “A paciência é uma virtude revolucionária”. (Mao Tse-tung) Em verdade, nós não somos o corpo físico. O homem civilizado devia aspirar ao Espírito e compreendê-lo através do Anjo, que é o arquétipo do Homem-espírito. Da evolução do Homem-espírito ao estado de consciência angelical, provavelmente deverá nascer no dia do juízo final um novo Deus, a individualidade da Mente Criadora Livre. Mas, antes, seria preciso haver a descida, a que definimos ser humano, em sombria espiral, no doloroso laboratório da animalidade! E quem poderia decidir qual sofrerá mais, o filho do Homem, mais humilhado, mais odiado, mais atormentado à medida que manifesta a Consciência Crística em si mesmo, ou o Anjo guardião invisível que sofre e luta com ele? A função especial de cada um Anjo é vir a ser o guia espiritual, seja do índio, seja do negro ou do mestiço. Isso pouco importa.

A alma imortal, embora tão pequenina, movimenta o corpo físico inteiramente para que haja atuação de tantas formas vivas. Tudo é realizado pela alma atômica que está dentro do corpo.

Todos os seres humanos negam a alma imortal por ouvir dizer que são simplesmente nascidos da concepção sexual corpórea entre o pai e a mãe, e porque os sentidos os impedem de percebê-la.

Na realidade, existem muitas coisas no mundo que eles não podem ver. Por exemplo, não podem ver o elemento ar, as ondas radiofônicas nem o som; não percebem as bactérias diminutas com os órgãos dos sentidos embotados, mas isso não significa que essas coisas não existem. Não devemos opinar de maneira isolada que a alma, cujo tamanho é atômico, não exista, simplesmente porque esta não foi percebida por algum dos sentidos ou instrumentos. Por conseguinte, a alma pode ser percebida através de seus sintomas e efeitos manifestados.

A ALMA É DIFERENTE DO CORPO, e enquanto a alma se encontra dentro dele, o corpo está animado. Porém, É IMPOSSIBILÍSSIMO ANIMAR O CORPO SE A ALMA ESTÁ AUSENTE.

Todas as nossas misérias se devem à identificação falsa com o corpo. A energia da alma ou do ser vivo produz-se em forma de consciência. De fato, a consciência prova que a alma está presente. O prazer corpóreo é flutuante e intoxicante, e não devemos desfrutá-lo realmente devido a sua natureza momentânea. O verdadeiro prazer é da alma.

O conteúdo da Bíblia tem dez mandamentos, no Antigo Testamento e um novo mandamento, no Novo Testamento cuja intenção é regular nossas existências na terra. Ora, o propósito de todos estes livros de conhecimento humano intemporal é o de nos capacitar a compreendermos nossa posição como almas imortais. Os hindus aceitam os antigos Vedas. Os muçulmanos aceitam o Alcorão. Os católicos o Novo Testamento. Os judeus o Antigo Testamento.

O objetivo da vida na existência atual visa alcançar a Eternidade, a bem-aventurança e o conhecimento humano intemporal por meio do instrumento imperfeito, chamado corpo físico. Na realidade, o progresso único de todos os homens até atingir estas metas, ainda hoje, está sendo obstruído pelo corpo através dos órgãos dos sentidos, e, como conseqüência, temos todos nós que chegar à realização de nossa existência além dos sentidos do corpo e dele próprio.

Os mais sábios disseram: “Com o elemento fogo, a matéria torna-se alma. Existe alma no fogo, existe fogo na alma”. O fogo é ao mesmo tempo um elemento exterior e interior ao homem e a tudo. Pode-se tocar do mesmo modo um corpo abrasador, todavia o calor se sente também interiormente.

O elemento fogo é, pois, a porta pela qual se penetra do exterior no interior das coisas. Quando se olha um objeto que queima, vêem-se duas coisas com o fogo: a fumaça e a luz. A luz nasce do fogo, mas pode-se vê-la? Acredita-se, e isto não é verdadeiro. Vêem-se objetos sólidos, líquidos ou gasosos iluminados pela luz. Não se vê a luz propriamente dita. A luz física é, portanto, realidade invisível (isto é, subjetiva.) Indo do fogo à luz, entramos no invisível, no etérico, no espiritual. O inverso sucede a fumaça. Quando alguma coisa queima, assistimos à passagem do material para o espiritual, que produz a luz. Porém, esta passagem se empana pela opacidade da fumaça. Com a fumaça o fogo insere um elemento espiritual na matéria. NADA NASCE ISOLADAMENTE. Todo progresso se apaga por um retrocesso inverso e proporcional. Lá onde se produz a luz, produzem-se também as trevas ou a sombra. O ELEMENTO AR NASCE DO FOGO TRANSFORMADO EM FUMAÇA; a água, nascerá do ar condensado em líquido; e a terra, do líquido solidificado. Sob esta exposição irrefutável, “o Universo inteiro é de fogo concentrado e de espírito encantado na matéria”.

Eis aí está a descrição lógica da gênese bíblica: “E criou Deus o homem à sua imagem; ele o criou à imagem de Deus, macho e fêmea os criou”.

Será que valeu a pena a invasão dos piratas infiltrados no território brasileiro, o extermínio de milhões de vidas, toda a roubalheira que ocorreu e tantos outros crimes de guerra contra índios, negros e mestiços? Quanto vale a vida?

O PAPEL FUNDAMENTAL DO

FIEL UMBANDISTA DO PAÍS

 

Fiel umbandista quem é? Todo o que reconhece ter a corrente sanguínea natural do Brasil unicamente, amor a esta pátria única e sendo chamado brasileiro em virtude da nacionalidade. Cada um fiel umbandista age servindo o povo brasileiro e a si mesmo; para aquele que não for capaz disso, não haverá ajuda alguma. Cada um fiel umbandista é a garantia do outro fiel umbandista.

Cada um dever cívico, deve o fiel umbandista pesquisar em profundidade toda a ocorrência da descoberta histórica do Brasil desde as primeiras expedições chegadas neste território dos nativos indígenas, certificar-se da cultura natural e o Culto Sagrado que prestavam sempre AOS ESPÍRITOS DA ANCESTRALIDADE PRIMEVA, em respeitosa reverência eterna. Cada um portanto concluirá que o Deus Único para os nativos Caboclos naturais da indiada é Tupan, o Todo-poderoso do céu Brasileiro. Logo, os índios naturais é um povo tribal monoteísta, e sabem reconh Aqui habita a Luz! "NA SENDA DO SABER ENCONTRARÁS A VERDADE"

 


Última alteração em 05-21-2014 @ 11:54 pm

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