Olá Visitante! Junte-se a nós! ou Entre para inserir uma História Militar.
[ Anuncie Já | Fórum | Blogs | Bate-Papo | Ajuda | Proposta ]
 
Página PrincipalPortal Militar Escute hinos e canções militares na Rádio do PortalHinos Fórum do Portal MilitarFórum Blogs Hospedados no PortalBlogs Converse no chat com militaresBate-Papo Videos do YoutubeVideo ArtigosArtigos AgendaAgenda Hotel de TrânsitoHotel Deixe um mensagem para todos do portal.!Fonoclama EntrarEntrar! Junte-se a nós!Junte-se a nós!
  Ir para Página Principal do Portal Militar
 
   
 
[ Todos as Histórias | Todos os Colaboradores | Os últimos 20 Colaboradores ativos ]

[ Dúvidas | Política de Publicação | Busca avançada ]

Usuários Colaboradores podem enviar Histórias Militares ou relacionadas, além de poder comentar as Histórias enviadas por outros usuários!
© Todos os direitos reservados aos seus autores. Esta material não pode ser publicado, transmitido, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização de seus autores. As opiniões expressas ou insinuadas nesta revista pertencem aos seus respectivos autores e não representam, necessariamente, as do Portal Militar.com.br ou de quaisquer outros órgãos ou departamentos do governo brasileiro.
 

 
CRUZAUM - Cartilha nº 14
Inserido por: Itauna
Em: 05-22-2014 @ 01:18 am
 

 

 

MINISTÉRIO CRISTÃO

CRUZAUM

CRUZADA DOS MILITARES FIEIS UMBANDISTAS

 

Cartilha nº 14

  

A ATUAÇÃO DISCRETA DA MAÇONARIA

 

 

No Reino dos Estadistas Unidos – R.E.U., o capitalismo industrial emergente não se compatibilizava com o capitalismo mercantil cujos recursos vieram do contrabando da pirataria delituosa praticado no território colonial, na América do Sul, até então predominante. A ação do Reinado dos Estadistas Unidos na Economia internacional através dos estancos ou monopólios sempre representa forte suspeita investigativa à implantação das várias indústrias..., que exigirão, em qualquer período de tempo, plena liberdade constitucional de investigação acionada pelas autoridades dos poderes do território lesado.

Durante a segunda metade do século XVIII, a partir da revolução francesa de 1789 em diante tudo fazia supor que esses confrontos dos invasores europeus, mesmo os franco-judeus, superariam os obstáculos das revoluções burguesas já realizadas. Os países saídos dessas revoluções, comprometidos com o capitalismo, com as burguesias industriais e com o liberalismo econômico, acelerariam a crise do mercantilismo e dos monopólios comerciais.

“Liberdade, Igualdade, Fraternidade”. Eis aí se descreve ao povo lesado dentro de seu território pátrio tais palavras, repetidas vezes, do sistema judaico-maçônico.

Isto posto, preliminarmente, por essa isca, somente tem usado para desvalorizar a verdadeira liberdade individual ou liberdade coletiva da massa populacional, destruir a prosperidade alheia dos povos no seu território pátrio.

O desenvolvimento da maçonaria no reinado de Portugal data do mandato de Sebastião José de Carvalho, marquês de Pombal, conde de Oeiras. Obviamente, os homens no território brasileiro que se julgaram inteligentes não sabiam desvendar nessa ocasião o sentido oculto das palavras: Liberdade, Igualdade, Fraternidade, não tinham como enxergar que se contradizem, NÃO REPARARIAM QUE NÃO EXISTE IGUALDADE ENTRE OS ELEMENTOS DA NATUREZA, QUE NELES NÃO PODE HAVER LIBERDADE QUE A PRÓPRIA NATUREZA ESTABELECEU ÀS ESPÉCIES DE VIDA DOS ESPÍRITOS, DOS CARACTERES E DAS INTELIGÊNCIAS, TÃO FORTEMENTE SUBMETIDOS ÀS SUAS LEIS NATURAIS IMUTÁVEIS.

Possuímos apenas informações acerca da existência de maçons avulsos e esparsos das jurisdições em Olinda, Salvador, Rio de Janeiro. Nos municípios de Campos e Niterói em fins do século XVIII e logo no início do século XIX em diante. Mas não havia organização federativa entre tais lojas: ALGUMAS SE INSTALARAM SUBORDINADAS AO GRANDE ORIENTE DE PORTUGAL; outras ao Grande Oriente da França; e outras, ainda, independentes. Segundo o relato de alguns historiadores, principalmente maçons, JÁ A INCONFIDÊNCIA MINEIRA TEVE A ATUAÇÃO DISCRETA INSPIRADA NA MAÇONARIA, do mesmo modo que ali vieram, posteriormente, a Inconfidência Carioca de Silva Alvarenga e a Inconfidência Baiana ou a Conspiração dos Alfaiates.

Se o Brasil-reino ganharia mais uma vez a Colônia, com toda a banda Oriental, o Brasil-império a perderia para sempre numa guerra psicologicamente infeliz, manietado por uma política interna contagiante, ao longo dos anos de domínio do Reinado dos Estadistas Unidos, R.E.U.. Todas essas tomadas e retomadas haviam custado o esforço e o Sangue do Brasil – os guerreiros de vulto ou índios ignorados que constituíram a Pátria Amada.

No mês da posse do senhor Felisberto Caldeira Brante, visconde de Barbacena, em agosto de 1788, a insatisfação sobretudo de Luiz Gonzaga das Virgens e de muitos outros insatisfeitos nas Minas, como o próprio Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, evoluiu para uma conspiração mineira.

No Rio de Janeiro, Tiradentes e Álvaro Maciel dialogavam sobre a possibilidade de uma rebelião contra as medidas do governo de marquês de Pombal e pela proclamação de uma república, e buscaram apoio no R.E.U., recém-saído de sua guerra de Independência da América.

Em Minas Gerais, Tiradentes procurou a adesão de militares, membros da igreja católica, intelectuais, mineradores ricos e da própria multidão. Ao mesmo tempo em que a conjura recebia a adesão do tenente-coronel Francisco Paula Freire de Andrade, sob a vigilância dos informantes secretos do poder imperial chefiados pelo marques de Pombal de Lisboa tendo extensão no Brasil, realizavam-se os primeiros encontros e reuniões, ainda com a participação restrita: o coronel Alvarenga Peixoto, o padre Toledo, Paulo Freire, Tiradentes, Maciel e os capitães Maximiliano de Oliveira Leite e Manuel da Silva Brandão.

O padre Rolim aderiu ao manifesto seguido do apoio de outros militares. Os intelectuais Tomás Antonio Gonzaga e Cláudio Manuel da Costa e o cônego Luiz Vieira da Silva foram trazidos à conjura pelo padre Toledo.

A revolta esteve definida para eclodir no dia da execução da derrama, isto é, a cobrança dos impostos atrasados. O levante devia seguir uma estratégia: apoiado por um grupo de populares, Tiradentes sairia pelas ruas dando  vivas à liberdade; porém, os agentes da contra-informação responderia que “a  idéia abstrata da liberdade, cujo fim visava persuadir um grupo de populares; não passa de gerente do proprietário do Estado, que é toda população, podendo-se mudá-lo a qualquer momento como se muda de camisa”. Seria esta uma tese do governo de Pombal. Paulo Freire, com seu regimento viria reprimir o motim e, informado do desejo de liberdade e independência dos amotinados, aderiu ao manifesto; à frente das tropas, Tiradentes sairia para prender o governador.

O dia para o levante haviam adotado uma senha – “tal dia será o batizado”, isto é, a derrama -, e São João del Rei seria a capital da república. Esta teria uma universidade, uma Casa da moeda, fábricas de tecidos, de pólvora e uma siderurgia. Foram planos de conspiração que estavam quase prontos, quando Luiz Vaz de Toledo Piza tentou o acordo de adesão de Joaquim Silvério dos Reis. Este, DEPOIS QUE RELATOU AO GOVERNADOR, MANTEVE-SE APARENTEMENTE ADEPTO INTEGRANTE DA CONSPIRAÇÃO, PARA COLETAR DADOS E INFORMAR AOS REPRESENTANTES POLÍTICOS. (Isso está acontecendo, ainda hoje, no Brasil!!!)

Depois de suspensa a cobrança de impostos atrasados e presos os principais implicados, iniciaram-se os termos processuais da devassa, prolongado até 1792.

“O inquiridor equilibrado saberá guiar à comissão com um certo êxito o(s) indiciado(s), por meio de exortações sensatas e pela persuasão, quando a brecha está larga à contradição, mesmo desarrazoada, e que parece sedutora a massa popular, que tudo interpreta superficialmente! “Esses integrantes da conspiração, quer sejam ou não da plebe, guiavam-se exclusivamente por suas paixões, suas superstições, seus costumes, devido os preceitos dos homens e sua teoria sentimentais: são feitos escravos da divisão partidária que se opõem a qualquer harmonia considerável.

Realizada a devassa, centenas de pessoas, entre indiciados e testemunhas, foram ouvidas e citadas nas peças do processo de acusação dos conjurados. Feita a tiragem, 30 conjurados, acorrentados e algemados, veio a sentença condenatória da alçada, pelos seus “hediondos crimes e infâmias”, que PRATICARAM CONTRA OS REPRESENTANTES DO GOVERNO PORTUGUÊS: 9 condenados à morte na forca e os outros ao degredo perpétuo.

Sem dúvida, essa nefanda sentença era apenas uma falsificação sádica do Poder Judiciário, cujos os juízes ficaram radiantes com o pavor e o suplício dos réus, pois obtiveram uma pena injusta. A sentença definitiva condenou apenas Tiradentes a forca, ao esquartejamento e à maldição, enquanto os outros indiciados foram degredados para o território africano.

Os integrantes da administração direta do governo de Sebastião José de Carvalho adotavam como palavra de ordem: força e hipocrisia. Interpretavam que somente a força poderia triunfar politicamente, sobretudo se estiver disfarçada nos talentos indispensavelmente ao representante do Estado. A violência  pode ser um princípio; a astúcia e a hipocrisia, uma regra adotada desde o governo do marquês de Pombal. Esse mal é o único meio de conduzir o corrupto ao fim! Em política são capazes  de tomar de assalto a propriedade de outrem sem hesitar, se por esse meio anseiam alcançar o poder público. Esta política nada tem de comum com a moral!

Então o fim, no Pombalismo, era possuir a força. A expressão “direito” seria uma idéia abstrata que nada justifica.

Mesmo tendo falhado o projeto de formação de uma república no Estado de Minas Gerais, o movimento da conjuração mineira deixou para o futuro  como saldo positivo um maior amadurecimento de natureza político, social e religioso do povo sobre a espoliação e opressão que sofria sem piedade da Metrópole. A ruptura com o governo luso ou britânico pensada por Tiradentes e outros conjurados estivera cada vez mais evidente.

Em julho de 1797, fundaram uma Ordem secreta Cavaleiros da Luz. Integravam figuras ilustres de sociedade baiana, como Cipriano Barata, Francisco Muniz Barreto, o padre Agostinho Gomes, alguns membros das milícias e o farmacêutico João Ladislau Figueiredo Melo, que cedia seu lar para as primeiras reuniões reservadas.

Nesses encontros secretos, trocavam livros diversos, organizavam banquetes PELA LIBERDADE, debatiam os efeitos e motivos para as guerras da França revolucionária, a atuação discreta dos judeus, e assimilavam as idéias de independência, república e comércio livre, que transmitiam, com freqüência aos soldados, negros e pardos forros a que tinham acesso, até mesmo os artesãos.

Manuel Faustino dos Santos Lira, que era um dos líderes da conjura baiana, manteve muitos contatos com Muniz Barreto, que lhe transmitia com “palavra de ordem”:

“Uma rica e enorme pedra – A LIBERDADE – que precisa de muitos braços para ser arrancada da terra. Trata-se de uma parábola significando a necessidade de união para a conquista da INDEPENDÊNCIA”. (cf. Luis Henrique Tavares, “Introdução ao estudo das idéias do movimento revolucionário de 1789, Salvador, Progresso, Ano de 1959, página 51).

 

 

 

A CONJURAÇÃO BAIANA

 

 

 

Em 1798, havia em Salvador uma insatisfação insuportável acumulada desde o século XVII em diante, em face dos desmandos e da corrupção administrativa originária dos invasores estrangeiros, já denunciados por Gregório de Matos Guerra.

Essa insatisfação provinha sobretudo das classes populares – as mais espoliadas pelos juros escorchantes que resultam a elevação dos preços dos alimentos de primeira necessidade e os impostos.

A pretexto da influência dos “abomináveis princípios franceses”, foi fundada uma “loja maçônica” (1759) sob a denominação de “Academina dos Renascidos”. Trata-se de uma sociedade secreta e, no recinto interno, estudavam monografias alusivas aos textos dos filósofos franceses da Ilustração e debatiam os problemas da sociedade baiana.

No recinto interno da Ordem dos Cavaleiros da Luz, suspeitavam-se que seus líderes escreveram boletins, autoria de Domingos da Silva Lisboa, que foi preso e torturado sem nenhuma confissão. Depois da outra prisão de outro líder Luis Gonzaga das Virgens e a denúncia dos demais implicados, as lideranças ainda tentaram um levante armado. Mas foram cercados todos os líderes e presos até a sentença condenatória final.

Foi muito numeroso os acusados e testemunhas feitos envolvidos na ação processual ordinária dos conjurados baianos, como registram os autos de sentença. Como principais líderes da conjura constam implicados: Lucas Dantas de Amorim Torres (soldado), Luiz Gonzaga das Virgens (soldado), João de Deus do Nascimento (alfaiate) e Manuel Faustino dos Santos Lira (alfaiate).

Realizado o julgamento conclusivo, a pena não foi a mesma para todos esses baianos. Lucas Dantas, João de Deus, Luis Gonzaga e Manuel Faustino condenados à morte na forca e seus corpos esquartejados e enfiados em estacas espalhadas pela cidade de Salvador. Seus lares domésticos foram incendiados e seus bens confiscados pelos ladrões e criminosos de guerra acobertados pela coroa de Lisboa. Para Luis de França Pires, a pena condenatória foi a mesma dos acima citados.

Para os outros, cujas provas de envolvimento não eram as falsificações contundentes, as penas foram outras. Por exemplo, Inácio da Silva Pimentel, José do Sacramento, Luis de França Pires, José Félix da Costa, Manuel de Santana, José de Freitas Sacoto e Francisco Muniz Barreto de Aragão: açoite público e degredo na África; Pedro Leão de Aguiar Pantoja (ausente); degredo na África e confisco da quarta parte de seus bens; Cosme Damião Pereira Basto: degredo de 5 anos em Angola e confisco da sexta parte de seus bens; José Raimundo Barata: degredo no arquipélago de Fernando de Noronha; Inácio Pires e Manuel José de Vera Cruz (negros feitos escravos): quinhentas chibatadas cada um e seus donos deviam vendê-los em alguma outra capitania; tenentes Borges e Hermógenes Pantoja e soldado Caetano Veloso: 18 meses de prisão na cadeia pública da cidade baiana. Todos os outros também arrolados no processo foram absolvidos por “falta de provas”. A execução dos conjurados baianos se deu em 8 de agosto de 1799.

Do outro lado do país, definia-se a solução dos limites meridionais brasileiros, quando foi assinado o Tratado de Badajós (1801), pelo qual Portugal recuperava de vez a região de Sete Povos das missões e a Espanha ficava com a Colônia do Sacramento. Era, na prática, a consolidação das decisões do Tratado de Madri, efetivando a superfície territorial que temos hoje.

Vimos, narrando os acontecimentos da descoberta histórica do território brasileiro, até agora todos os meios colocados em prática pelos invasores judeus infiltrados neste país, com o propósito de se apoderar de muitas riquezas, promover largamente os monopólios, a industria açucareira, o comércio de negros feitos escravos e ter a posse daquela pecúnia – nervo das guerras – a que se refere Rabelais. (Vide a obra “Les nerfs des batailles sont les pécunes”, autoria de François Rabelais. “Oeuvres”, Garnier, Paris, página 89).

A acumulação da fortuna e o assalto às fortunas públicas e particulares foram levados a efeito pelo monopólio do pau-brasil, a especulação sobre os açúcares, o tráfico negreiro, a pirataria, a conquista por meio da força, as companhias de comércio e navegação, o açambarcamento de gêneros, o estanco de produtos, a desapropriação forçada das minas, o contrato dos diamantes e o contrabando.

Por quê o Tratado de Tordesilhas contestado pelo reino da França? A Espanha tendo o apoio do papa Alexandre VI, que promulgou a bula “Inter Coetera (1493), impôs ao governo de Portugal uma partilha do Globo terrestre “descoberto” ou “por descobrir”. A bula papal estabelecia “uma divisória passando a 100 léguas a oeste de Cabo Verde, distância que foi contestada pelo parlamento de Lisboa e, por isso, decidiram estender para 370 léguas, corrido no tratado de 1494.

Os portugueses lançaram a esquadra de Vasco da Gama em busca do caminho para as Índias e, velejando por todo o litoral africano ocidental, contornando o cabo da Boa Esperança, Moçambique, Mombaça, e Melinde, no oceano Índico, o navegador aportou em Calicute, na Índia, em 1498, abrindo A NOVA ROTA PARA O COMÉRCIO MUNDIAL.

O extremo Sul da Colônia, vasta região dos atuais Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, era habitada pelos milhões de índios naturais do Brasil. Nessa região, a coroa imperial espanhola – exercia domínio em todo o território – determinou a instalação de 33 missões religiosas originalmente Católicas de Roma, e com a dupla intenção de autorizar a fixação do povoamento estrangeiro e a colonização, assegurar a posse do território invadido, e impedir as várias infiltrações dos senhores de engenhos em busca das ricas jazidas de prata de Patosi, em Lima.

Voltavam-se para o contrabando das riquezas minerais dos astecas, maias e incas, mas os espanhóis cuidavam da ocupação de outras regiões coloniais. Foi o que ocorreu, por exemplo, com a região da Bacia platina. Excetuando os núcleos de Assunção, Buenos Aires e Montevidéu e de alguns outros povoados indígenas assistidos pelas missões religiosas, a ação colonizadora espanhola nessa região era muito restrita. Então o aparente desinteresse da Espanha pela região avivava nos aliados ao governo de Portugal a idéia de expandir os seus domínios na América do Sul até o rio do Prata.

O governador do Rio de Janeiro, Manuel Lobo, então à frente de uma expedição militar, ocupou uma faixa de terra às margens do Prata e fundou o Forte de Sacramento – em 1680.

Há tempos, corsários invasores “franceses” vinham saqueando a costa brasileira para contrabandear pau-brasil desde 1524. Em vista disso, o governo de Portugal pressionou a França para que proíba esse roubo.

Tendo contestado frontalmente os termos do Tratado de Tordesilhas, assinado por representantes da Espanha e Portugal em 1494, o rei da França, Francisco I, em tom irônico, afirmou: “Não vi no testamento de Adão que apenas Espanha e Portugal tenha direito às terras descobertas e a descobrir”. As relações entre os países ibéricos e a França tendem a se agravar.

Desde então os defensores do Forte e a população tribal do povoado em torno dele – a Colônia do Sacramento – enfrentam os piores confrontos sangrentos orquestrados inicialmente em Buenos Aires.

Veio a idéia de um sistema de administração de toda a superfície terrestre do Brasil Colonial, devido a tanta ladroeira e holocausto indígena.

O plano estratégico entre o rei Dom João III, os donatários ou senhores de engenho e, os colonizados ficou definido inicialmente pela Carta de doação, negociando as terras de propriedade alheia aos invasores judeus e outros vários estrangeiros infiltrados no país, e pelo foral que estabelecia só direito aos invasores e deveres iguais aos escravizados.

Dom João III imaginou a necessidade de uma operação de guerra coordenadas de ofensiva contra índios indefesos e contra aqueles outros estrangeiros que se opusessem as regulações da mencionada Carta de doação, de modo a assegurar aos contratados, colonos e senhores de engenho a aparente tranquilidade necessária para a produção industrial açucareira etc., visando o desenvolvimento da colônia, no mais breve período possível. Desse modo de atuação, impôs a implantação  do novo SISTEMA DE GOVERNOS-GERAIS, e não revogando o anterior sistema de capitanias hereditárias, e complementando com um só poder centralizado da administração direta nas mãos do governador-geral.

Criado oficialmente em 1548 pelo governo imperial de Portugal, os governos-gerais do Brasil foram definidos por uma medida sob a forma de decreto denominado REGIMENTO DA REALEZA. Esse documento oficial dava aos governadores-gerais poderes constituídos para, no território alheio chamado Brasil, nomear funcionários das várias capitanias, incentivar a lavoura de cana-de-açúcar, explorar metais preciosos no interior,  além da exploração do pau-brasil, mas a remuneração era precaríssima.

Os membros da administração direta, à semelhança dos ministros na atualidade, incluíam o Ouvidor-mor, responsável pelo poder judiciário, que exercia autoridade para condenar, ou anistiar ou aplicar castigo ao réu; o provedor-mor era o encarregado das finanças (arrecadação e gastos); e o capitão-mor responsável pela defesa e vigilância de todo o litoral.

Para sediar o governo-geral do Brasil, o parlamento português designou o Estado da Bahia transformando-a em capitania real.

Nesse sentido, Tomé de Souza, foi nomeado o primeiro governador-geral (1549-1553) e fundou a cidade de Salvador, que passou a ser capital do Brasil Colonial. A agricultura desenvolvia-se por iniciativa dos judeus e também a pecuária com o gado trazido do arquipélago de Cabo Verde, na costa da África.

Por decisão do papa Júlio III, foi criado o primeiro bispado no Brasil, cujo titular era Dom Pero Fernandes Sardinha.

Em 1553, chegou ao Brasil Duarte da Costa, o segundo governador-geral, trazendo muitos outros estrangeiros, jesuítas e marranos. Veio desta vez José de Anchieta juntar-se a Manuel da Nobrega que chegou no período de Tomé de Souza.

Duarte da Costa enfrentou um confronto sangrento, em virtude da invasão de franceses infiltrados no Rio de Janeiro, em 1555. Pretendiam instalar-se com uma colônia, chamada de França Antártica. Os índios tamoios enfurecidos pelo fato das atrocidades cometidas pelos invasores aliados da coroa portuguesa, devido à escravidão implacável, eram envolvidos e se deixavam influenciar com a palavra fácil dos franceses que formaram a Confederação dos Tamoios e isso dificultava a ofensiva portuguesa querendo a expulsão dos franceses.

Veio o terceiro período de mandato com o governador-geral Mem de Sá (1558-1572), buscou restabelecer o completo domínio de Portugal. A atuação  dos jesuítas Manuel da Nobrega e José de Anchieta, por conveniência, era conseguir que os índios tamoios desfizessem toda e qualquer aliança ou amizade com os franceses mas não entrassem em confronto com os estrangeiros aliados dos portugueses e com estes.

O sobrinho do governador-geral, o fidalgo Estácio de Sá fundava, em 01 de março de 1565, a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, ocasião em que os conflitos com os franceses intensificaram-se. No Rio de Janeiro, organizavam-se as táticas e os ataques aos colonos da França Antártica. Até que em 1567, num desses ataques, Estácio de Sá foi mortalmente ferido, mas os franceses definitivamente expulsos do Brasil. Estácio morreu atingido por uma flechada indígena. A vila de São Sebastião se transformou na maravilhosa cidade do Rio de Janeiro a partir de 1565 em diante.

Cinco anos depois, em 1572, morria o governador-geral Mem de Sá. O governo português decidiu dividir então a administração do Brasil entre dois novos governos-gerais: em Salvador ficou Dom Luiz de Brito, na capital regional ao Norte; no Rio de Janeiro ficou Dom Antonio Salema, na regional ao Sul. E o domínio Espanhol, que durou até 1640, pouco proveito teve da vida social eminentemente política no Brasil como colônia, nas participações exercidas sobre o monopólio comercial e o controle administrativo.

 

 

O EXTERMÍNIO INDÍGENA

 

 

A atividade dos jesuítas com todos os povos indígenas e a proibição da ICAR de os judeus portugueses escravizá-los contrariavam: o monopólio do pau-brasil, o empório do açúcar, o tráfico da carne humana, a pirataria e a conquista, a ladroeira do estanco, a tragédia do ouro, o drama dos diamantes roubados, a invasão dos judeus como escreveu Mário Sáa, as viagens clandestinas e o ninho do contrabando dos peruleiros etc. de interesse dos invasores estrangeiros. Pois necessitavam de mão-de-obra para a execução de suas explorações comerciais.

A batalha sangrenta travada contra a escravidão e pela defesa da propriedade de suas terras, somada à não adaptação dos índios à agricultura canavieira no estilo típico de Caim, segundo os preceitos do judaísmo, levaram os senhores de engenho a decidir pela escravização da mão-de-obra também dos negros de matrizes africanas. E continuaram a organizar expedições para raptar e aprisionar os índios.

À medida da expansão colonial, os povos indígenas foram sendo continuadamente dominados e expulsos de suas propriedades pelos invasores criminosos de guerra. O gigantismo dos brancos pelo solo alheio transformou a expressão “colonização” em sinônimo de exploração, de obtenção de lucros ilícitos  cada vez maiores. São as normas da burguesia e do capitalismo devoradores, a despeito das tribos indígenas roubadas e da sua cultura intemporal.

A INFILTRAÇÃO NO APARELHO ESTATAL

 

 

 

Possuidor dos meios pecuniários, do direito da força e do ouro, o sistema internacional do judaísmo entrara de uma vez por toda no setor de sua pretendida batalha última, o Estado Nação. Aí já não  se manifestará tão descoberto, e sim como uma FILOSOFIA LIBERAL PARTIDÁRIA, valendo-se das lojas secretas, à semelhança dos Cavaleiros da luz, como: Cipriano Barata, Muniz Barreto e outros. Reúnem-se em Diretórios compartimentados estanques e superpostos, imaginam fontes discursivas na doutrina biblica-cabalística do conteúdo hebraico, a qual tem por fim transformar o colegiado sacerdotal de Cristo convertendo-o ao do sacerdócio levítico. Isso levará os bispos, pastores, padres, livres pensadores traírem a própria fé no Senhor Jesus Cristo. (Vide a Epistola de Paulo aos Hebreus.) Eis aí se descreve a intencionalidade e o proveito da tradição do judaísmo cuja ambição é  conquistar pela astúcia e pela ilusão O REINO UNIVERSAL DOS GANANCIOSOS POR DINHEIRO FÁCIL. (cf. L. Dasté, “Les sociétes sécréts et les juifs”, ed. da Renassance Française, Paris, Ano de 1912, página 63).

“O fim social da maçonaria é a reconstrução do templo de Salomão; o templo de Salomão é a terra alheia gloriosa, e os homens reunidos em uma única e só família, pela ciência dos homens, pela fraternização consciente. Extingue, pois, os preconceitos de raças, de classes; assegura o respeitável maçom Dario Veloso, em “O Templo Maçônico”, Curitiba, Ano de 1924, página 223. Todo esse ideal utópico esconde simplesmente a construção restaurada do templo Salomônico  do talmudismo do judaísmo de hoje, a reconstrução do domínio judaico, uma questão que fere a predição profética de Daniel, capítulo II integral. É o mesmo que afirma Dario Veloso, na op. cit. página 44. “Delaunay provou que OS MISTÉRIOS MAÇÔNICOS PRIMEVOS ERAM ORIGINÁRIOS DO EGITO ANTIGO MAS OS JUDEUS O TROUXERAM PARA O OCIDENTE AOS EUROPEUS, MAS ADULTERADOS”.

A tolerância religiosa da maçonaria compilada não passa de disfarce do seu materialismo positivista. O próprio Dario Veloso nos assegura que o templo maçônico é meramente a existência terrestre (página 24), no qual professam tão só o “dogma da humanidade terrestre (página 39)

Para aqueles que ainda não sabem a significação do termo “Qabbalah”, segundo o original egípcio antigo, define-se como a tradição do sabeismo. É admitido pelos cientistas do Ocultismo. O termo provém do predicado verbal da inscrição hierática dos caracteres Vattan, e que, décadas depois, o ensino tradicional hebraico reconhecera o seu aspecto trino, isto é, ao mesmo tempo histórico, moral e místico. De maneira que toda Escritura divinamente inspirada da Providência Divina contém um triplo sentido a saber: o histórico ou literal; o moral que se dirige à alma e alusivo ao lugar santificado do corpo templário; e o místico que representa o Espírito.

A palavra, proveniente do verbo hebraico também significa “Kabôl”, o que quer dizer transmitir, e se escreve Kabalah ou Cabalah, segundo os caracteres hebraico.

Neste sentido, Kabalah ou Cabalah é a tradição oculta do povo hebreu. Enoch a ensinou ao patriarca Abraão e este a transmitiu oralmente a seus filhos, netos e aos herdeiros.

Moisés, filho de Itamar com a  egípcia Termutis, obteve a sua formação iniciatória no interior do templo egípcio aos pés do grande Ramsés II. Tendo sido iniciado nos mistérios da Qabbalah egípcia, posteriormente, cuidou da compilação dos seus manuscritos em sinais hieráticos da língua egípcia, à semelhança dos caracteres devanagárico. Aquele idioma, porém, que havia então chegado, tempos muito depois, aos grau do eruditos daquela época, não foi bem conservado em sua pureza sem mácula, por haver outras mãos falsificadoras dum povo errante que passou pela existência terrestre na condição nômade naqueles desertos da Iduméa.

Moisés o sabia e, por isso, anteviu a má sorte que o seu povo errante reservou-lhe, os seus manuscritos sofreram mais e mais falsificações interpretativas, por questões semânticas acrescidas aos caracteres hebraicos quadradros, nos idos do século sexto antes do nascimento do Senhor Jesus Cristo, por iniciativa do sacerdote Esdras e ao tempo do reinado do imperador Artaxexes. Porém, houveram alguns poucos fiéis, cuja fidelidade tinha sido comprovada, o legislador e guerreiro deu-lhes de viva voz os ensinamentos fundamentais para a compreensão da Thorah, cuja permutação das letra do alfabeto lhes permitiu transcrever Tharoht ou vulgarmente Tarô originário da civilização egípcia.

No tempo em que vivia Moisés no Egito, o colossal templo de Thebas (capital do reino) CONTINHA OS MAIS PRIMITIVOS MANUSCRITOS TRANCADOS À SETE CHAVE DO ARQUIVO DO COLEGIADO SACERDOTAL DA DECAÍDA RAÇA VERMELHA DA REMANESCENTE ATLÂNTIDA E OS GRANDES SACERDOTES DA TURMA DO SENHOR RAMA, CUJA SEDE TEMPLÁRIA FICAVA NA ÍNDIA ANTIGA. (Vide a obra intitulada “Chama Crística” autoria de Ramatis, Ano de 2000).

Então a mais importante de todas as Ordens Místicas de Aspirações ao Sacerdócio, ou, simplesmente, Sociedades Secretas é, sem nenhuma contestação, a Maçonaria puramente espiritualista. Seu verdadeiro papel é conhecer profundamente a essência de Deus em Nós humanos. Nesta obra “Chama Crística”, encontra-se explicitado o verdadeiro caminho de volta a origem nossa! Estudar, investigar e dar curso iniciático às ordenações recebidas, fazer mais e mais fiéis adeptos, promover a difusão publicamente, às vezes, de maneira sutil, de seus ideais, enfim; acolher e preparar a força de um aprendiz de que carecem os corações curiosos na multidão do povo. Do contrário, correm o risco de os envenenarem com idéias ou promessas de aparência exterior do liberalismo eminentemente político e da filantropia, com verdadeira utopia na maior porção dos casos, todos, sem exceção, devoradores dos lineamentos da ordem social e, quase sempre, geradora de ódios às massas ignaras, pelo despreparo moral e intelectual. Com tais ideologias, o governo paralelo atuante ocultamente, ainda hoje, pretende dominar o mundo ilusório, com a atual política especulativa mundana.

Os que servem as sociedades secretas materialistas, ignoram que, atingido esse desideratum, eles, meros canais informantes e intermediários do judaísmo, até no âmbito da igreja do reino de Deus; DESAPARECERÃO NA VORAGEM. (Vide a obra “Israel Manda”, autoria do Duque de la Victória; Madri, Ano de 1935, Prólogo, página 10. Cf. “Os Protocolos dos Sábios de Sião, capítulos IV, X, XI e  sobretudo XV.) Assim foi o que aconteceu na Rússia bolchevista, onde a maçonaria foi terminantemente proibida de prosseguir logo após o triunfo judaico, sendo permitido apenas a abertura de algumas lojas maçônicas recentemente, em virtude da pressão de novas necessidades políticas.

No Brasil, já a inconfidência Mineira contou com participação direta dos maçons. A Inconfidência Carioca de Silva Alvarenga e a Inconfidência Baiana ou a Conspiração dos Alfaiates teriam tido inspiração maçônica.

Desde o início do século XVIII em diante na capitania de Pernambuco foram encontradas várias Sociedades Secretas em funcionamento; o Areópago de Arruda Câmara, a Academia dos Suassunas, a Academia do Paraíso, a Universidade Secreta de Antonio Carlos, a Escola Secreta de Guimarães Peixoto, a Oficina de Igarassu...

Em 1801, fora instalada a primeira loja simbólica regular, sob a denominação de “Reunião” e filiada ao Grande Oriente da França, tendo adotado o rito francês ou moderno. No ano seguinte, foi descoberta a loja “Virtude e Razão”, fundada em 1812. (cf. Adelino Figueiredo Lima, “Nos Bastidores do Mistério”, Ano de 1954, página 125).

Ao saber o Grande Oriente de Portugal da existência, no Brasil, de uma loja maçônica regular e obediente ao Oriente francês, em 1804, enviou um seu delegado maçom a fim de garantir a adesão e a fidelidade dos maçons brasileiros. Porém, não foi feliz esse delegado lusitano, no modo como impôs suas pretensões. Assim, por decisão do Oriente do reinado português, resolveu deixar fundadas outras duas novas loja, submissão ao Oriente do reino de Lisboa; eram as lojas “Constâncias” e “Filantropia”.

A sombra desse agente preparatório, a dominação dos judeus se estabelece e vai passando despercebida do comum da sociedade brasileira. (cf. Duque de la Victória, op. cit, página 57.) O segredo maçônico disfarça, esconde e acoberta o poder paralelo internacionalmente oculto, o que, por meio dele, visa atingir em todo o aparelho governamental e social as divisões entre os poderes de que devem resultar todas as suas vulneráveis administrações. “Divide et imperas”!

A CONSPIRAÇÃO JUDAICO-MAÇÔNICA CONTRA OS PODERES CONSTITUÍDOS DO MUNDO INTEIRO É VISIVELMENTE ANTIQUÍSSIMA E PERMANENTE. Só os oportunistas fingem não ver!!!

Desde o cativeiro da Babilônia – a Grande Meretriz – até o nascimento do Senhor Jesus Cristo, durante séculos afora, a multidão judaica vive ainda numa “conspiração contínua”. (cf. L. Daspé, op. cit., página 7.) Contra os persas, contra os egípcios, contra os sírios, contra os romanos etc. No seio da ICAR e no recinto interno do Vaticano, infiltrara as heresias e divisões, (cf. L. Dasté, op. cit. páginas 9 e 10) multiplicando-as num labirinto diabólico.

Toda a gnose dos primeiros dezenove séculos do discurso religioso da Reforma e da Contra-Reforma Católica proveio da Cabalah hebraica e dos fragmentos do conteúdo da Bíblia; quase todos os notáveis heresiarcas foram judeus; as sociedades secretas gnósticas se espalharam em todos os países do Ocidente e pelo Oriente. (cf. Adolf Frank (judeu), “La Kabballalle”, Hachette Paris, Ano de 1843, páginas 341-353; L. Dasté, op. cit., páginas 11-12; Amellineau, “Essais sur le Gnosticisme”, página 323).

A bula papal “Hamanun Genus” de S.S., o papa Leão XIII as compara à maçonaria. Catáros, patarinos, brabantinos e albigenes saíram em plena Idade Média dessa fonte maniquéia, cobrindo a França de Napoleão com “uma rede invisível de sociedades secretas. (cf. Dasté, op. cit., página 42).

As duas lojas propostas do delegado lusitano maçom aos maçons do Brasil, “elas abateram colunas”, o que quer dizer deixaram de funcionar, devido outros desentendimentos. Mas a “Virtude e Razão”, na cidade baiana, constituiu outra e também filiada ao Grande Oriente da França (1807), com a denominação de “Humanidade”.

“Por necessidade estratégica ou natureza, os judeus sempre estarão procurando, utilizando e amando o mistério, querendo desvendar o poder da mente”. (Napoleão Hill, “Pense e Enriqueça”); e, desde o tempo dos invasores romanos, contam com os muitos “agentes secretos” que formam um poder paralelo organizado. (Vide a obra “De I´initiation chez les juifs”, página 30, autor Jean Bergher) Diretamente para a multidão judaica, esse é o Kahal;  para os cristãos judaizantes ou marranos, é a maçonaria atuante no território alheio, que usa a descrição simbólica do sistema dos cabalistas talmúdicos hebraico, o qual data do exílio de Babilônia. (cf. Matter (protestante), “Histórie critique du Gnosticisme”, Paris, Ano de 1843, tomo I, página 154).

Michelet, o historiador anti-católico romano, confessa que a doutrina maçônica nada mais é do que o judaísmo cabalístico (cf. Michele, “Histoire de Frances”, tomo II, página 393).

A história oficial assegura íntima conexão entre a célebre Ordem dos Templários e o judaísmo. O fim secreto dessa ordem de cavalaria, cuja fundação se originou na Palestina em 1118, era “a reconstituição do templo de Salomão, em Jerusalém, de acordo com o modelo da profecia de Ezequiel”; seu exemplo os maçons  guerreiros de Zorobabel. suas tradições, as “judaicas do Talmud”; sua regra, “a cabala dos gnósticos”; seu ideal, “adquirir influência pela riqueza, intrigar e apoderar-se do mundo”. Tinha duas doutrinas: uma oculta, reservada aos mestres; outra pública, a católica romana, enganando, desta sorte, aos opositores que pretendam suplantar”. Obediente a esta palavra de ordem: “ENRIQUECER PARA COMPRAR ESTE MUNDO”. (cf. Eliphas Lévi, “Dogme et rituel de la Haute Magie”. Bailliére, Paris, Ano de 1861, tomo II, páginas 222 e seguintes. Lembremos o que diz Dario Veloso sobre a construção do templo de Salomão.) Pretendiam, assim, derrubar a autoridade do papado e o poder da Realeza.

Em 1806, num documento escrito pelo seu próprio punho, Sismondi denuncia o judaísmo como o disfarçado organizador das seitas anti-cristãs, das Sociedades Secretas, da derrubada dos tronos do enriquecimento pela usura, com o fito de  dominar o mundo inteiro. Hedor condenou a denominada “Filantropia Cristã”, submissa ao Oriente do Reino de Portugal, o nosso eterno, sentimentalismo diante desse perigo pelos seus efeitos dissolventes e desmoralizantes.

Ora, é sabido que o R.E.U., Reinado dos Estadistas Unidos imperava mercantilmente sobre a inépcia do governo de Portugal, assegura Oliveira Martins, “História de Portugal”. Reinaria, portanto, conseqüentemente, sobre o então território brasileiro da administração colonial do reino. Mal passava os dias que se obrigara no Brasil o príncipe-regente D. João VI corrido de Portugal pelos granadeiros do general-francês Junot,cujas tropas napoleônicas invadiram Lisboa, em novembro de 1807. Por este motivo a família real e os membros da corte deixaram o porto de Lisboa, desde 27 de novembro, exilando-se no território brasileiro.

O príncipe-regente chegando ao Rio de Janeiro com a corte portuguesa, o Setor de Segurança Pública da cidade estava entregue, sobretudo, aos cuidados dos Quadrilheiros.

A população da cidade do Rio de Janeiro, segundo o relato de Luiz Gonçalves dos Santos, o padre Perereca, no princípio de 1808 chegava a 60 mil habitantes, distribuídos pelas quatro freguesias: Candelária, Sé, São José e Santa Rita; porém, quase todos eram negros feitos escravos.

A corporação militar dessa guarnição da cidade se compunha de três regimentos de Infantaria, um de Artilharia e um Esquadrão de Cavalaria. Havia mais uma cavalaria miliciana, quatro de Infantaria e um corpo militar de pretos forros, que se denominavam Henriques.

Havendo aportado a família real e a corte em Salvador, em 7 de março de 1808, Dom João VI abriu os portos brasileiros ao comércio das “nações amigas”, o que quer dizer ao comércio da Inglaterra, única capaz de exercê-lo, por força do tratado Metheun. Era esta também uma tática estratégica que inibiria as tropas do general Junot vir atacá-los na então melhor colônia do reino português.

Ocorreram portanto, profundas modificações na colônia. De pronto, o Rio de Janeiro teve que se adaptar à nova realidade dessa época.

O sistema policial que vigorava na cidade, os Quadrilheiros, mostrava-se ineficiente para atender a segurança da família real e toda a corte e garantir a proteção da coroa portuguesa, e estendida ao Grande Oriente do reino de Lisboa.

Tanto assim foi que, a 13 de maio de 1809, após acolher proposta do Primeiro Intendente Geral de Polícia, o desembargador Paulo Fernandes Vianna decretou a criação da “Divisão Militar da Guarda Real da Polícia no Rio de Janeiro”, nos termos seguintes:

“Sendo de absoluta necessidade prover à segurança, e tranqüilidade Pública desta Cidade, cuja população, e tráfico tem crescido consideravelmente, e se augmentará todos os dias pela afluência de Negócios inseparável das grandes capitaes; e havendo mostrado a experiência, que o Estabelecimento de huma Guarda Militar de Polícia he o mais próprio não só para aquelle dezejado fim da boa ordem, e socego Público, mas ainda para obstar às damnozas especulações do Contrabando, que nenhuma outra Providência, nem as mais rigorozas Leis proibitivas tem podido cohibir: Sou Servido Crear huma Divisão Militar da Guarda Real da Polícia desta Corte, com a possível semelhança daquella, que com tão reconhecidas vantagens Estabeleci em Lisboa, a qual se organizará na conformidade do Plano, que com este baixa, assinado pelo Conde de Linhares, do Meu Conselho de Estado, Ministro e Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, e da Guerra. O Conselho Supremo Militar o tenha assim entendido, e o faça executar na parte, que lhe toca. Palácio do Rio de Janeiro em treze de Maio de mil oitocentos e nove (Rubrica do Príncipe Regente N.S.)

Nesse mesmo ano, em 1809, fundava-se outra loja no Estado de Pernambuco, que, por sua vez, serviria de núcleo para outras três, sendo também estabelecida uma Grande Loja Provincial, e com fins pronunciadamente políticos. Mas, oito anos depois, tiveram que suspender suas atividades, em 1817.

Tendo decidido pela abertura dos portos ao comércio inglês, os seus emporocratas exigiram mais e, por isso, se iniciaram as negociações ao que resultou o Tratado Preferencial de comércio, assinado em 10 de fevereiro de 1810. Por ele, os navios ingleses podiam ser reparados nos portos brasileiros, concedidos foro e jurisdição especial aos  súditos britânicos; nas alfândegas favoreciam-se as mercadorias de Albion com direito de 15% ad valorem, 9% menos do que as de qualquer outra nação.

É verdade, um monopólio comercial que fez baixar as exportações portuguesas para o Brasil.

No Rio de Janeiro, entretanto, fêz-se nova tentativa com a fundação das lojas “Distintiva” e “São João de Bragança”. A primeira delas no ano de 1812, Praia Grande, em São Gonçalo ou  Niterói e a segunda no próprio Paço Real da corte de Dom João VI, mas sem conhecimento do monarca. Em 1813, era fundada a loja “União”. Nesse mesmo ano, foi criado o PRIMEIRO GRANDE ORIENTE. Mas devido à desastrosa revolução de 1817 este Grande Oriente e suas lojas “adormeceram” também.

Com a fundação da loja “Comércio e Artes”, em 1815, no Rio de Janeiro, à qual se filiaram os maçons da antiga loja “Reunião”, teve início uma era mais sólida para a maçonaria no Brasil. Mas só conseguiu firmar-se definitivamente em 1821, após muita luta até 1818.

Em 30 de março de 1818, Dom João VI, após certificar da periculosidade da maçonaria, dando-se conta que numerosos maçons sustentavam mais a ação doutrinária pública cuja palavra de ordem é: “enriquecer para comprar o mundo atual”, lançou nessa data o Alvará com o seguinte preâmbulo:

“Eu El rei faço saber os que este alvará com força de lei vivem, que tendo-se verificado pelos acontecimentos que são bem notórios o excesso de abuso a que tem chegado as Sociedades Secretas, que, com diversos nomes de ordens ou associações, se tem convertido em conventículos e conspirações contra o Estado, não sendo bastantes os meios correcionaes, com que se tem até agora procedido segundo as leis do Reino, que prohibem qualquer sociedade, congregação ou associação de pessoas com alguns estatutos, sem que elas sejão primeiramente por mim autorisadas, e os seus estatutos approvados: e exigindo por isso, a tranqüilidade dos povos, e a segunda que lhes devo procurar e manter, que se evite a ocasião e a causa de se precipitarem muitos vassalos, que antes podião ser úteis a si e ao Estado, se forem separados delles, e castigados os perversos como as suas culpas merecem; e tendo sobre esta matéria ouvido o parecer de muitas pessoas doutas e zelosas do bem do Estado, e da felicidade dos seus concidadãos, e de outras do meu Conselho e constituídas de grandes empregos, tanto civis, como militares, com as quais me conformei: sou servido declarar por criminosas, e prohibidas todas e quaesquer sociedades secretas de qualquer denominação que ellas sejão, ou com os nomes e forma já conhecidos, ou debaixo de qualquer nome ou forma que de novo se disponha e imagine; pois que todas e quaesquer deverão ser consideradas dágora em diante, como feitas para conselho e confederação contra o rei e contra o Estado”.

Durante as Cruzadas as sociedades secretas preparavam vasta conspiração em toda a Europa (cf. Henri Robert Petit, “Le drame maçonnique”, Nouvelles Editions Latines, Paris, Ano de 1936, páginas 35-55), quando Felipe, o Belo, e Clemente V a dissolveram de surpresa.

“Os sectários de toda espécie de vida religiosa ou incrédula têm, desde muito tempo, acumulado mentiras sobre mentiras, tentando inocentar a Ordem Templária, após ser destruída pelo papa e pelo rei da França, ao darem conta da periculosidade da maçonaria do judaísmo. Todavia, quanto mais se aprofunda a questão hoje, mais comprova a culpabilidade dos agentes secretos das tradições judaicas que, em toda a época milenar da consciência crística, fazem por merecer condenações infamantes através de operações de guerra contra outros diversos povos e de outros países, depois de longos e minuciosos processos, segundo as confissões fielmente pormenorizadas idênticas todas elas nos países mais diversos” (cf. L. Dasté, op. cit., pagina 54).

É aos templários políticos ou não associados a maçonaria, cujos rituais levíticos são os mesmos da sociedade secreta, que esta se liga em primeira mão. (cf. Claude Jannet, “Les précurseurs de la France-Maçonnerie”, Palmé, Paris, Ano de 1887, páginas 1-2; Lecanu, “Historie de Satan”, Paris, Ano de 1861, página 413; Gyr, “La Franc-Maçonnerie dans as véritable organisation, etc”, Liege, Ano de 1854).

Outra corrente doutrinária formadora da maçonaria, é a dos ocultistas Rosa-Cruzes do século XVII, e derivados diretamente da cabala hebraica. (cf. Claude Jannet, op. cit., página 47; L. Dasté, op. cit., página 58).

No século XVIII, eles se infiltraram nas antigas corporações de “pedreiros-livres”, poderosa pelas franquias que desfrutam como construtoras dos edifícios públicos e das catedrais góticas do reino de Deus da terra. Delas veio o adonhiramita. Fundaram-se inúmeras lojas na Bahia, no Rio de Janeiro e em Pernambuco. (cf. Manoel Joaquim de Menezes Drummond, “Exposição Histórica da Maçonaria no Brasil” in “Arquivo Maçônico” Ano 2o, nº 13 e seguintes, Recife, setembro, Ano de 1907).

Joaquim Felício dos Santos assegura, com razão, que, no meado do século XVIII, “já funcionava na Bahia o primeiro Grande Oriente, criado em 1813, começando o seu trabalho ritualístico aos poucos, oculto, persistente, visando a pretendida Independência do Brasil. (cf. “Memória do distrito diamantino”, página 253.) Essa independência dos países da América do Sul, segundo a pesquisa investigativa de um célebre dentre os melhores que estudaram essa questão nas suas causas e efeitos, não era propriamente um fim para os agentes secretos da maçonaria, mas um meio de enfraquecer Espanha e Portugal que os maiores inimigos do judaísmo: latinidade e catolicidade. (Vide a obra “La fin l`empire espagnol d`Amerique”, de Marius André. Nouvelle Libraire Nationale, Paris, Ano de 1922, página 81).

Diante desta exposição incontestável, os próprios judeus estando habitados no território alheio ou em Israel, confessam publicamente, em todas as grandes operações de guerra psicológicas, se encontra o pensamento judaico, ora “visível” e retumbante, ora mudo e latente, de modo que a descoberta histórica da presença judaica corre paralela à história universal da humanidade e a penetra por mil tramas. (cf. “Univers Israelite”, de 26 de julho de 1907, página 585).

As conspirações mostraram primeiramente quanto tentaram através dos movimentos pela independência, em Minas Gerais e na Bahia, regionais e, portanto, separatistas, com o fim visível e retumbante a libertação dos brasileiros das garras a metrópole portuguesa, mas com o fim mudo e latente do esfacelamento do governo imperial de Lisboa, o mesmo fim da conquista Flamenga, e do esfacelamento do novo império que, de certo, com o decorrer do tempo, se constituiria na América Latina.

Na capitania de Minas, desde a guerra dos emboabas, haviam ficado a “arder às surdas”, as chamas revolucionárias.

A apologia do nativismo orgulhoso se misturava ao regulismo dos descendentes dos cristãos-novos mascates e forasteiros, que se haviam apoderado pela força e pela traição das lavras de ouro, os quais detestavam o fisco minguador de seus proventos.

A cobrança dos impostos e as repressões do contrabando determinavam contínuas agitações. A extração do ouro genuinamente brasileiro aumentava sem que aumentassem os quintos de El rei. (cf. Pedro Calmon, “História da Civilização do Brasil”, página 142.) O Estado via-se falido e fraco diante dos particulares fortes e ricos. Por isso, se estabeleceram as casas de fundição às quais deveria ser levado todo o metal precioso, o que prejudicava grandemente os magnatas da mineração. Daí o levante trágico verificado em 1720, chefiado por Pascoal da Silva Guimarães, Manuel Musqueira da Rosa e Felipe dos Santos, (há sabor de cristão-novo no nome de Musqueira da Rosa), que o conde de Assumar reprimiu duramente com o incêndio e o cadafalso. (Rio Branco, “Efemérides Brasileiras Imprensa Nacional, Rio de Janeiro, Ano de 1918, páginas 346-347.) Assumar era governador das Minas.

Houveram estudantes brasileiros na França procurando entabular negociações para a  Independência do Brasil com potências estrangeiras, como José Joaquim da Maia, Domingos Vidal Barbosa, José Mariano Leal e José Pereira Ribeiro. (cf. J. Norberto de Souza e Silva, “História da Conjuração Mineira”, Garnier, Rio de Janeiro, páginas 39-40).

A opressão metropolitana fazia-se sentir duramente em Minas Gerais, com a venalidade da magistratura, os vexames do fisco, o monopólio do sal e a proibição dos teares para favorecer a indústria do reino. A  idéia da independência do Brasil andava, como se diz, no ar. As idéias quem andam no ar nunca nasceram por si!!! Alguém as sopra de qualquer lugar. Não há geração espontânea na Natureza e também não há existência das Sociedades ou congregações.

As esperanças de libertação polarizavam-se em torno da figura prestigiosa do tenente-coronel Francisco Freire de Andrade, não pelo seu valor intelectual ou pelas suas convicções políticas, mas porque ELE ERA O SEGUNDO COMANDANTE DOS FAMOSOS DRAGÕES DE CAVALARIA DAS MINAS E OS PODERIA ARRASTAR A UM PRONUNCIAMENTO.

Em Vila Rica, sede do governo da capitania, havia uma aglomeração de homens cultos, PARTICIPANTES DUMA ARCÁDIA LITERÁRIA, a qual se tornaria O CENTRO DIRETOR DE QUALQUER MOVIMENTO DE IDÉIAS A SE OBJETIVAR EM AÇÕES MATERIALISTAS. Tornou-se, com efeito, rotineiro, e “envolto em tanto mistério que mal sabiam os conjurados do que nele se tratava, nem ao certo, as pessoas de que se compunha”. (cf. J. Norberto, op. cit., página 60).

Filtra-se o segredo maçom “entre colunas” neste fato histórico, que VEM COMPROVAR DE FONTE INCONTESTÁVEL O QUE ASSEGURA O PROBO JOAQUIM FELÍCIO: “A Inconfidência Mineira foi uma operação dirigida pela maçonaria e seus agentes secretos”. (cf. “Memórias do distrito diamantino”, página 253.) Um autor judeu confirma que os judeus “tiveram muita influência no preparo material e espiritual” da conspiração. (cf. Izaque Izeckson, “Os judeus na Independência” in “Almanaque Israelita, Ano de 1935, página 20; cf. Bartolomeu de Almeida, artigos no jornal católico “A Ordem”.) Nessa primeira tentativa republicana no Brasil, “a participação judaica é inegável”. (cf. Izaque Izeckson, loc. cit.).

Vimos, anteriormente, que o primeiro Grande Oriente se estabelecera na Bahia, em 1813. Pois bem, num capítulo das “Memórias do distrito diamantino”, redigido, segundo confessa, em grande trecho com informações hauridas do Senador Teófilo Ottoni, o respeitável Joaquim Felício declara, textualmente: “Tiradentes e quase todos os conjurados eram “pedreiros-livres”. Quando Tiradentes foi removido da Bahia (?), trazia instruções secretas da maçonaria para os patriotas de Minas Gerais. Em Tijuco, o primeiro que se iniciou foi o Padre Rolim, depois o cadete José Vieira Couto  e seus irmãos” (cf. Joaquim Felício, op. cit., página 253).

O citado cadete faleceu no Tijuco, hoje a conhecida Diamantina, em conseqüência de enfermidade contraída na cadeia de Vila Rica. Pessoas que tinham assistido ao seu enterro o viram, no caixão mortuário, fardado e revestido das insígnias maçônicas de mestre. (cf. Joaquim Felício, op. cit. loc. cit. A revelação é notável, devido ao alto conceito de quem a faz).

...Continua "O EXÉRCITO SÓ PODERÁ SER DESTRUIDO POR ELE MESMO"
 


Última alteração em 05-22-2014 @ 10:34 am

[ Envie esta História para um amigo! ]

 
Comentar
Comentar
Veja mais
Veja mais
Perfil do usuário colaborador
Perfil do usuário colaborador
Envie uma Mensagem Privada
Envie uma Mensagem Privada