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CRUZAUM - Cartilha nº 14 - Continuação
Inserido por: Itauna
Em: 05-22-2014 @ 11:29 am
 

 

 

Maçons do Brasil: se esses princípios, que são os princípios da Maçonaria, vos agradam, vinde unir-vos ao Or:. do Brasil. Recebereis aí o ósculo da paz, os abraços da fraternidade e a saudação da amizade. Para voz estarão sempre prontos nossos  peitos, nossas vidas e nossos auxílios. Irmãos nascidos no mesmo solo, o ditoso solo brasileiro, lancemos mais um elo a esta cadeia natural, juntemos mais uma vara ao peixe misterioso, emblema da verdadeira força. Longe de nós a intolerância: trabalhemos unidos sacrificando no altar da pátria prejuízos que nem devem reinar entre profanos na perfeição da nossa espécie, no melhoramento do nosso estado, na prosperidade da nossa nação. Sejamos nós o primeiro povo que apresente o quadro prático dessa paz divinal, dessa concórdia celeste que deve um dia ligar a todo o mundo e fazer de todos os homens uma só família. Eis o grande fito da Maçonaria.

Maçons de todo o mundo, GGr:. OOr:. e GGr:. Lloj:. estabelecidas nas quatro partes do globo, recolhei no vosso seio, registrai nos vossos livros d´ouro a profissão de nossos princípios e a expressão de nossa conduta e o restabelecimento de nossa existência.

O Gr:. Or:. do Brasil vos assegura a sua leal cooperação na carreira da virtude, digo, da grande obra da felicidade humana. Reconhecendo-vos como mestres na escola da virtude, e da Filosofia, ele vos pede a comunicação de vossas luzes e a partilha de vossos conhecimentos. Prestai aos filhos de nossos Quadros o auxílio em suas desgraças, os socorros em seus negócios, que fielmente prestaremos aos vossos, que vierem abordar em nossa pátria. Nós não reconheceremos diferenças, nem distinções na família humana: como Brasileiros serão tratados por nós o China e o luso, o Egípcio e o Haitiano, o adorador do Sol e o de Mafoma: uma só exceção faremos, será nossa unicamente a presidência dos nossos Quadros e Oficinas.; Franqueai-nos, pois, a vossa correspondência, revelando com indulgência fraternal os erros que a inexperiência nos tiver feito cometer, e prestando-nos a vossa cooperação para seguros caminharmos na estrada da virtude e obtermos os grandes fins da Maç:. – J.B de Andrada, Gr:. Mest:.”. (Vide a obra do maçom A. T. Cavalcanti d`Albuquerque, Rio, Ano de 1955, p. 242-244).

 

 

 

A SEPARAÇÃO DEFINITIVA DO BRASIL

EM RELAÇÃO AOS MEMBROS DE PORTUGAL

 

 

Em agosto de 1822, depois que se retiraram os soldados da Divisão Auxiliadora Portuguesa e seu comandante general Avilez, dia 12 de fevereiro de 1822, o imperador Dom Pedro se encontrava em São Paulo. Visitava as comarcas da jurisdição paulista, e deixou no Rio de Janeiro, sua esposa, a princesa Dona Leopoldina, na qualidade de regente, ao lado do ministro José Bonifácio, encarregados de manter a segurança e a ordem públicas, como convinha em tempo de mudança.

Algumas províncias continuavam obedientes ao governo de Portugal. Pois chegavam, então, ordens de Lisboa para que as decisões de Dom Pedro I fossem desconsideradas e anuladas, com a ameaça do envio de mais tropas da Divisão Militar da Guarda Real da Polícia da Corte de Portugal para forçar o retorno do príncipe Dom Pedro I a Lisboa.

A princesa Dona Leopoldina achou necessário e comprou vários navios e contratou militares estrangeiros que quisessem, na terra e no mar, prestar serviço ao Brasil sob a bandeira do novo reino. Enfrentou-se diversos confrontos na Bahia, no Maranhão, no Piauí, no Pará e até na Cisplatina.

Devido a gravidade e urgência de tais ordenações vindas de Portugal, o senhor José Bonifácio enviou até a capital paulista um mensageiro, Paulo Bregaro, ao encontrou de Dom Pedro I, com a finalidade de colocá-lo a par das notícias recém-chegadas da corte portuguesa. Encontraram-se na tarde de 7 de setembro de 1822, por volta das 16 horas e 30 minutos, voltando da cidade de Santos, às margens do riacho Ipiranga, no planalto de São Paulo.

Dom Pedro, ao ler as notícias e as considerações de protesto de José Bonifácio e de Dona Leopoldina, oficializou a separação definitiva entre o Brasil, agora, independente e domínio português.

Após a proclamação, as tropas brasileiras tiveram de partir para a operação de guerra em contra-ataque as dos invasores portugueses contrárias à libertação do colonialismo escravista. Saindo-se vencedoras, garantiu-se a separação, conseqüentemente, a independência, mas não se impediu as roubalheiras nem as infiltrações dos diversos estrangeiros.

Em 12 de outubro de 1822, o imperador português, Dom Pedro I foi coroado com o título, no território brasileiro.

A plena consolidação da independência corroborou-se nos anos seguintes, tendo a comunidade internacional endossado a ocorrência oficialmente histórica.

Releva notar que, se nos libertamos da recolonização de Portugal, não se pode afirmar o mesmo da dominação do Reinado dos Estadistas Unidos, R.E.U. até hoje.

Para reconhecer o mérito e os feitos das tropas “brasileiras” e de quantos serviram à causa da independência, o imperador Dom Pedro I criou a Imperial Ordem do Cruzeiro. Por carta datada de 01 de dezembro de 1822, agraciou, com o Hábito de Cavaleiro dessa Ordem do Cruzeiro, o Brigadeiro Miguel Nunes Vidigal. Foi o auxiliar do primeiro comandante da Divisão Militar da Guarda Real da Polícia, senhor José Maria Rebello de Andrade Vasconcellos e Souza, ex-capitão daquela Guarda Real de Lisboa.

A tal academia dos Renascidos anteriormente já mencionada por nós, cuja verdadeira denominação era Sociedade Literária do Rio de Janeiro, e que se tornara suspeita às autoridades do país, a polícia, cumprindo a ordem judicial, determinou seu fechamento. A academia tinha estatutos, antes oficialmente aprovados pelo vice-rei. “Pelos termos estatutários deles não iria nem um acadêmico à cadeia. (cf. “Anais da Biblioteca Nacional”, tomo XLIII – XLIV. Introdução escrita pelo Grão-mestre da maçonaria brasileira, senhor Mário Bhering, página XLV.) Mas, entre os papéis seqüestrados a Manoel Inácio da Silva Alvarenga, poeta retórico, existiam estes estatutos secretos, que dão o que pensar: I) A boa fé e o segredo, de modo que ninguém saiba do que se tratou na Sociedade Secreta; II) Não deve haver superioridade alguma nesta sociedade, e será dirigida igualmente por modo “democrático”; III) O objeto principal será a filosofia em toda sua extensão, no que se trabalhará somente sobre matérias novas, mas também sobre as já sabidas; porque será útil conservar e renovar as idéias adquiridas e comunicá-las aos que tiverem falta desses conhecimentos. As demais cláusulas são de menor importância. (cf. Autos da devassa já citados) As que mencionamos caracterizam bem a natureza da associação.

A Inconfidência Carioca, em virtude de sua menor expressividade, aparentemente sem grande importância histórica, é todavia um magnífico ponto de conexão entre os acontecimentos da Inconfidência Mineira e os da Inconfidência Baiana que lhes vão suceder. Os de Pernambuco se seguirão aos da Bahia. E ASSIM, REPRODUZIMOS, EM PRIMEIRA MÃO, A SÉRIE DAS SEGUIDAS TENTATIVAS DO PODER MAÇÔNICO ORIGINÁRIO DE OUTROS PAÍSES ESTRANGEIROS DE UM CLIMA INSTÁVEL PARA A REALIZAÇÃO, NÃO DE UMA SÓLIDA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL, mas de uma “independência maçônica”, como afirmava, com todas as expressões e a assinatura na manifestação maçônica, o patriarca José Bonifácio de Andrada e Silva, no ano de 1832.

É de fato o ônus da prova inequívoca de que as forças ocultas ou subjetivas atuavam não só durante a conjuração das Minas, prosseguem agindo nos Estados-Membros do Brasil, contam com agentes secretos no Estado do Rio de Janeiro também e, depois de abandonarem os “inconfidentes” à pior sorte ou ao degredo, sempre continuavam infatigáveis no desenvolvimento de seus planos eminentemente políticos, ainda hoje, mascarando-se com rótulos literários, como atuavam os internacionais socialistas, comunistas, subversivos, terroristas e traficantes de hoje, e escondidos em algumas repartições publicas ou privadas, dentre as muitas existentes. Essa gente resistente às Leis imutáveis da Natureza, descrente na Providência da Divindade, se adquirisse uma maior parcela do conhecimento humano intemporal e um pouco mais de imaginação do seu retoagir, sem demora, mudaria de tática, na existência atual. “A inteligência e o caráter das massas são incomparavelmente inferiores à inteligência e ao caráter dos poucos que produzem algo de valor inestimável para a comunidade”. (Aumbhandan).

 

 

 

O FIM DO COLONIALISMO

 

 

Fazemos assim o resumo histórico do período colonial, com o início da recente etapa da Independência do Brasil proposta do imperialismo maçônico, e exige-se a cobrança das indenizações materiais e morais a serem pagos ao Brasil.

A presente independência fizeram-se vinculada à Era das revolucionárias operações de guerra do século XIX em diante: à revolução industrial, à libertação do regime de Lisboa e à subordinação ao Reinado dos Estadistas Unidos, R.E.U.

A revolução industrial inglesa é produto do desenvolvimento da burguesia puritanista, que necessitando de novos mercados se opunha à exclusividade comercial das metrópoles com suas colônias, isto é, ao pacto colonial. Tal interesse da burguesia capitalista industrial se casou com os interesses das classes intelectuais e das elites coloniais.

Sob o comandamento de Napoleão Bonaparte, a França expandiu seus ideais revolucionários por toda a Europa. Não conseguindo vencer militarmente sua maior inimiga rival – a Inglaterra – a França napoleônica o bloqueio continental, com a pretensão de quebrar a economia inglesa.

Dada a sua dependência economicamente em relação à Inglaterra, os revolucionários portugueses não acataram o bloqueio continental; as tropas francesas combatiam os portugueses dentro do seu próprio território. Deixando o país corrido das tropas napoleônicas, Dom João e a família real exilaram-se no Brasil, chegando a Bahia em 1808.

Sujeitando-se ao reino da Inglaterra, devido o delito cometido contra o Erário do Tesouro de Lisboa, Dom João tomou medidas que deram aos ingleses o domínio de todo o comércio brasileiro.

A abertura dos portos aduaneiros pois fim ao citado pacto colonial, os Tratados de 1810 , privilegiando o reinado dos Ingleses no comércio brasileiro, e o lançamento do Alvará de 30 de março de 1818, por causa do excesso abusivo chegado as Sociedades secretas da maçonaria.

Durante a permanência da Corte Real portuguesa no Brasil, Dom João transformou o Rio de Janeiro na sede de todo império português, criando a Divisão Militar da Guarda Real da Polícia para todo o Brasil, em 13 de maio de 1809, nomeando para o comando o ex-capitão da Guarda Real de Portugal José Maria Rebello de Andrade Vasconcellos e Souza, além dos inúmeros órgãos administrativos e culturais.

Em 1815, o Brasil foi elevado à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves. No plano externo, ocupou a Guiana Francesa e o Uruguai.

O governo de Dom João, mesmo fugido do reino português, teve de enfrentar desta feita a revolução Pernambucana, no ano de 1817, que se caracterizou por buscar a independência e tornar nulos os vários tributos cobrados em benefício dos monarcas portugueses. No exemplo de todos os movimentos combatidos anteriormente – a forca ou ao degredo – este movimento foi também violentamente reprimido.

Em Portugal, a Revolução Liberal do Porto (1820) exigiu o retorno de Dom João ao governo português, sob o risco de perder o trono. Tendo deixado seu filho Dom Pedro como príncipe regente do Brasil a corte volta a Portugal.

As medidas recolonizadora impostas pelos portugueses levaram à formação do Partido Brasileiro cujos filiados eram maçons, e numerosos membros da elite agrária. Os partidários buscaram aproximar-se de Dom Pedro, para promover a oposição ao governo de Portugal.

Não querendo obedecer a exigência do governo português de voltar para o seu país, Dom Pedro, apoiado pelo partidário e membro do Grande Oriente do Brasil, aproximou-se do Partido Brasileiro. Depois, comandou com o “Cumpra-se”, opondo-se ainda mais a Portugal, e tomou medidas orientadoras da maçonaria que indicavam a tendência inevitável da independência pretendida para o Brasil.

Por fim, a 7 de setembro de 1822, Dom Pedro proclamou a independência brasileira às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo.

Em retribuição do trabalho dos partidários maçons, em carta com força de lei de 20 de outubro de 1823, Dom Pedro I revogou e cassou o Alvará de seu pai Dom João VI, firmado em 30 de março de 1818, para a alegria de todos os membros da maçonaria.

É verdade, a independência  nos moldes em que os partidários do Grande Oriente Brasileiro pretenderam, foi essencialmente política para a posteridade, pois conserva a estrutura escravista da época colonial e mantém a dependência econômica perante o Reinado dos Estadistas Unidos, R.E.U. “imbatível”.

 

AQUI HABITA A LUZ

 

NA SENDA DO SABER ENCONTRARÁSS A VERDADE"

 

(Prosseguiremos o assunto na Cartilha nº 15).

 

 


Última alteração em 05-22-2014 @ 11:29 am

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