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CRUZAUM - Cartilha 15
Inserido por: Itauna
Em: 05-23-2014 @ 12:31 am
 

 

 

MINISTÉRIO CRISTÃO

 

 

Cartilha nº 15

 

 

 

O APOGEU DA UMBANDA INTEGRAL

 

 

 

O propósito infeliz dos inimigos rivais gratuitos da legião dos espíritos, os quais já habitaram dentro formas humanas primevas desde a povoação tribal dos tupis, em toda a América do Sul, foi, é e continuadamente será, em vão, promover a divulgação maledicente, sob o pretexto do evangelismo mundial, em troca de suas arrecadações financeiras e aumentam assombrosamente. Porém, trabalham todos eles unicamente pelo alimento perecível. Atacam, indiscriminadamente, a todos os espíritos, deuses ou orixás de Umbanda até um dia ...

Ora, no conteúdo da Bíblia está escrito: “Espírito é Deus”. (cf. Evangelho segundo João, capítulo IV, versículo 24.) “Toda blasfêmia assacada contra o Espírito não lhes é perdoada” (cf. Evangelho segundo Mateus, capítulo XII, versículos 31-32). Não sendo fiel com o menor, não é com o Espírito maior!

Os pregadores do conteúdo bíblico, irônicos, interpretam que esta escritura trata exclusivamente da palavra de Deus. No entanto julgam desprezíveis, por exemplo, o livro de Juízes, Levítico, Tobias, Judite etc.. Neste sentido, acham que a palavra de Deus é suscetível de interpretação particular.

Atualmente, todos nós humanos estamos tentando alcançar a vida eterna, a bem-aventurança e o conhecimento intemporal, mediante um instrumento imperfeito, chamado corpo físico. Na realidade, nosso avanço espiritual em direção a estes objetivos são obstruído pelo corpo material, que deseja desfrute ou gozo dos sentidos, e, portanto, é preciso que cheguemos à realização de nossa existência além deste corpo físico. O conhecimento teórico de que não somos estes corpos não é suficiente . Todos nós temos que nos manter sempre separados, conscientemente, do corpo como espíritos deles, e não como subalternos ou servos. Se soubermos guiar bem um veículo, este nos prestará bons serviços; caso contrário, correremos risco muito perigoso.

Isto posto, preliminarmente, considerado que há, entre os fiéis umbandistas, protestantes, membros maçons e católicos, uma melhor chance para avançar espiritualmente na existência atual, ao que não assacar as diatribes contra o espírito; um acordo de adesão com o Criador Supremo, Deus Único.

O corpo ou o homem é composto de sentidos materiais, e os sentidos estão sempre ansiosos por seus objetos ou bens materiais.

“Assim como um barco sobre as águas do oceano é arrastado por um vento, mesmo um só dos sentidos do homem cuja mente focalize pode arrastar a inteligência de um de nós humanos”. (Bg. 2.67) Isso descreve a palavra de Deus!

O corpo deve ser considerado por todos como uma condição sujeita a enfermidade. Um homem doente não pode se satisfazer adequadamente.

Numa existência anterior, os espíritos podem ter sido grandes sábios mas, sendo preciso tornar à existência terrestre, terá de começar tudo de novo, indo á escola para aprender com um instrutor a ler e escrever desde o início.

O que está acontecendo, na realidade, é que estamos procurando conhecimento eterno, mas este conhecimento intemporal não pode ser adquirido por intermédio desse corpo material apenas. Assim pensam e agem os fiéis umbandistas.

Diante desta exposição irrefutável, é chegado agora o momento e o apogeu da Umbanda Integral, a Religião desafio.

Quase todos os brasileiros, desde a infância até à fase da velhice, não adquiriu o bom hábito da leitura sadia, que lhe enriquece intelectual e culturalmente. Isso não quer dizer que são culpados. Há nisso o vestígio de conservação do colonialismo escravista. Faz-nos supor que será melhor que não descubram os brasileiros autênticos a verdadeira história do Brasil descoberto nestes poucos 514 anos. Pode lhes causar certa revolta por haverem sido enganados.

Os descendentes da ancestralidade dos indígenas e da ancestralidade dos negros feitos escravos, são os marginalizados culturalmente. Fica-lhes parecendo que aos homens e as mulheres tanto mais simplórios bastaria suficientemente um emprego, uma crença católica, protestante ou maçônica para se tornarem pessoas auto-realizadas. Porém, aí está a descrição de uma propaganda enganosa. Trata-se do engodo do fornecedor aos seus consumidores lesados. Isso está acontecendo, ainda hoje, no Brasil e em todo o mundo colonialista.

Que filosofia de vida há por detrás disso? Velhacaria é a filosofia deles... Os invasores criminosos de guerra penetraram no país habitado por moradores indígenas, tomaram de assalto a propriedade à força; violentariam toda a tribo; exterminariam todo o povo e incendiaram as aldeias. Este ato terrorista seria de civilidade? Obviamente, não. De modo que todos esses criminosos estrangeiros são ladrões, velhacos mesmo porque se travestiam duma roupagem do catolicismo, judaísmo ou protestantismo e portando o volume da Bíblia, do Catolicismo da ICAR e de resto as literaturas maçônicas mais os estatutos secretos. (cf. Adelino de Figueiredo Lima, “Nos Bastidores do Mistério, página 30). Dizendo-se brasileiros, e não eram originários deste solo.

Não podem nunca proibir que A PROPRIEDADE PLANETÁRIA DE DEUS SEJA OCUPADA PELOS ESPÍRITOS DE DEUS MESMO ESTANDO DENTRO DAS FORMAS DE VIDA TRIBAIS. Os invasores estrangeiros de outros países, sejam do Oriente, sejam do Ocidente deviam concordar em que onde quer que haja superfície territorial suficiente, ela seja utilizada pela sociedade humana para extrair a produção alimentar sustentável. O governo imperial poderia dizer: “Está bem, vocês estão superpovoados. Podem vir para cá; nós dar-lhe-emos parcelas do território com as quais eles (invasores) poderão produzir indústrias de alimento. “Teriam todos um resultado maravilhoso. Não ocorreria chacinas. Mas acaso eles quiseram adotar essa ação de civilidade? Não. Qual foi, então, sua filosofia? Velhacaria. “Tomaremos o território à força, e depois não permitiremos que outros delinqüentes venham para o território dos tupinambás. Mas “Deus é a Lei!”.

Os fiéis umbandistas perguntam: “O que eram em verdade esses misteriosos traficantes vindos do longínquo Oriente séculos afora, os quais, segundo o conhecimento humanos intemporal da tribo tupi, já haviam infiltrado a maior porção dos povos no estuário da Amazonas? Seriam, provavelmente, fenícios ou cárias, vistos como povos beligerantes que necessitariam de numerosos homens para o seu tráfico no território alheio. A estima deles pelos índios tupis poderia ser explicada pela origem comum dos três povos tribais: tupis, fenícios e cárias.

As tribos dos tupis que sempre se recusaram a emigrar da América do Sul, continuaram habitar em Venezuela. O historiador Varnhagen afirma que os tupis ainda conservam contos dos ancestrais primevos a propósito das migrações sucessivas dos seus antepassados. Muitos índios tupis, tanto no território brasileiro, como em Venezuela, se gabavam por ser tupinambás (intitulando-se os verdadeiros tupis).

A tribo deles ainda  conserva noções de ciência astronômica, certamente aprendidas dos seus orientadores antepassados. Os doutos eruditos da Universidade “Sorbonne” não imaginavam admitir que “uma tribo de índios selvagens pudesse ter quaisquer noções de Astronomia”. (cf. Alexandre Braghine, “O Enigma da Atlântida”, ed. Pongetti, Rio, Ano de 1963, página 156). “Ciência de Deus sem a religião é paralítica – a religião  sem a Ciência de Deus é cega”.

Car, mago caldeu, fundador do império Cariano tinha  alguns conhecimentos astronômicos, já que os caldeus antigos, conforme atesta o Antigo Testamento do conteúdo bíblico, eram excelentes astronômicos e astrólogos notáveis daquela época, antes da vinda do Senhor Jesus Cristo sobre a terra palestina.

Um missionário do século XVII, o padre d`Abbeville, ordenou a publicação de um livro de sua autoria muito interessante, sobre os conhecimentos astronômicos dos índios Tupinambás, qual suscitou polêmicas da parte dos intelectuais franceses daquele tempo. Os eruditos da Sorbonne se mostravam perplexos, diante o tanto saber dos Tupinambás.

Milhares de anos antes da nossa Era, A RELIGIÃO DOS NATIVOS TUPINAMBÁS FOI APARECER, NOVAMENTE, NO NORTE DO TERRITÓRIO BRASILEIRO, coincidindo provavelmente com as expedições, inicialmente, fenícias ou carias vindas a este solo pátrio da indiada.

A própria linguagem originária do idioma “Nheengatu” – a Língua sagrada ou angelical – dos povos tupi primitivos é a prova evidente de que existiu uma estreita aliança entre as civilizações do Antigo e do Novo Mundo. Os seus contatos estreitos com os idiomas caria e pelasgo foram estudados pelo professor L. Schwennagen, autor do livro “Antiga História do Brasil”. Este professor assegura que há uma correspondência combinatória mesclada de tupi e pelasgo. A tribo tupi era conhecida dos fenícios e carias pelo nome de tribo Guegêsg.

Os brasileiros autênticos agora estão compreendo melhor a razão de ser apresentada, outra vez, a Religião genuinamente brasileira da América do Sul, Umbanda Integral. Foi proclamada por um nativo Caboclo das Sete Encruzilhadas originalmente do tronco tupi, dos seus remotos Tupinambás. O fato histórico veio ocorrer em Niterói, antigo Rio de Janeiro, em 15 de novembro de 1908. É chegado o momento do apogeu providencial da manifestação da Divindade para a prática de atos ditosos, o apogeu da Umbanda Integral.

Ouça quem tiver ouvidos de ouvir!

Um lema da América é “Uma única Nação planetária consciente de um Deus único. Um só rebanho de um único Cristo (João Cap 10, V 14, 15 e 16)”.

Sim, isso é Consciência Crística. Devia haver uma única Nação planetária sob o Deus único. Ninguém pode proibir que a propriedade de Deus seja ocupada pelos “filhos de Deus”. Tudo pertence a Deus, e todos nós somos deuses localizados dentro das formas de vida criadas, e também que predomine um único Governo mundialmente sob Deus. Essa filosofia de vida a sociedade humana aprenderá um dia no futuro. Só o sistema Aumbhandan sabe como ministrá-la. A infelicidade foi pretender os invasores que todos os índios não tinham almas.

Na América os invasores e governos locais têm muito medo de um governo central porque pensam que sempre que houve um governo forte aconteceu tirania. Isso só não ocorrerá se os líderes forem devidamente orientados por alguém capacitado para tal.

Uma das premissas do sistema financeiro internacional de governo é que se um líder tiver excesso de poder, ele inevitavelmente tornar-se-á corrupto. Isso é por que não foi ensinado de tal maneira que tornou-se corrupto por ignorar um espírito localizado dentro dele. Deus não se deixa enganar. “A melhor fórmula consciente de Cristo é: “Distribuir a sociedade humana atual de acordo com a qualidade dos elementos, e treinar ininterruptamente as pessoas dentro do princípio de que TUDO PERTENCE A DEUS, TUDO É DEUS E DEVE SER USADO NO SERVIÇO DEVOCIONAL A DEUS. DESTA MANEIRA, ENTÃO, PODERÁ REALMENTE HAVER “UMA ÚNICA NAÇÃO SOB DEUS” (TUDO É DO PAI).

Assim como em meu organismo existe diferentes partes componentes que  trabalham juntas, da mesma forma a sociedade humana aprenderá ter diferentes elementos da natureza trabalhando com a mesma meta. Por exemplo, minha mão é diferente de minha perna. Mas quando eu disser à mão, “traga-me um copo d´água”, minha perna ajudará a mão. A perna é necessária e a mão é necessária. Isto é verdadeira filosofia de vida! Está faltando em toda a sociedade. Daí então provêm tantas violências, corrupção, terrorismo, guerras et. etc. etc.

A Umbanda Integral veio desvendar a fórmula básica para haver uma sociedade justa realmente, a maneira bela qual sejam ministrados os treinamentos aos interessados das carreiras eletivas do Legislativo, do Executivo, do Mercantilismo e do Trabalhismo. O sistema D´Aumbhandan assegura-lhes que distribui a sociedade humana nestas quatro classes sociais e quatro ordens espirituais, e de acordo com os modos ou qualidades dos elementos da natureza  das pessoas na existência atual.

Nesse sentido, haverá, pela ordem hierárquica, a classe do Legislativo, especialistas na regulação das leis duráveis; a classe do Executivo, responsáveis por toda Administração; a classe capitalista ou mercantilista, são os empresários; e a classe do Operariado ou trabalhista. Este sistema Aumbhandan assegura ao Brasil, um e somente um governo e uma nação sob Deus. Sim, tudo é Deus. Tudo pertence a Deus, e todos nós somos deuses localizados dentro das formas de vida criadas. Essa filosofia de vida está faltando!

Obviamente, o povo ordeiro por inteiro tem todo o direito constitucional de decidir pela dissolução do governante ou parlamentar corrupto ou velhaco, que não se enquadre no melhor definido propósito da sociedade numa das quatro ordens espirituais. O voto é a sua indispensável arma!!! Esse infrator  não teria alguma causa comum ou ética. “A mão e a perna trabalham de alguma forma diferente, mas a causa comum é manter a saúde sadia do organismo”. Logo que nós descobrirmos a causa comum tanto para  os legislativo, executivo mercantilista ou operário então não há porque das revoluções e guerras. A coisa  mais importante é a causa comum em torno da qual as multidões possam se unir. A razão de tudo é Deus.

 

A FÓRMULA DA PAZ MUNDIAL

 

O sistema D´Aumbhandan, em pesquisas investigativas aproveitáveis, entre as organizações existentes na atualidade, entende pelo bem da sociedade humana, e fica, preferencialmente, com o conteúdo da ciência Sambhandan da Índia antiga e o Taroht egípcio antigo.

“O planeta Terra é propriedade de Deus para a descida dos deuses. Mas nós, as entidades espirituais vivas, especialmente, os chamados seres humanos civilizados, estamos afirmando, ainda hoje, que a propriedade de Deus é nossa, sob uma concepção falsificada, (cf. Livro de Oséas, capítulo IV, versículos 1 a 4), tanto individual quanto coletivamente. Se as autoridades dos poderes constituídos querem paz mundial, toda a sociedade humana atual, enfim, todos têm que destruir esta concepção falsificada de sua mente em todo o mundo atual...”

O pior erro da civilização na atualidade é A USURPAÇÃO DA PROPRIEDADE DE OUTROS FILHOS DE DEUS, MESMO OS CHAMADOS ÍNDIOS SELVAGENS, como se ela lhes pertencesse e, por agir desse modo, criar uma cruenta perturbação desnecessária às leis imutáveis da Natureza, identificando-a pelo codinome. “Supremo Arquiteto do Universo”, segundo os “Grandes Orientes Escocês e Francês”.

Ora, as leis imutáveis e os elementos da natureza são muito mais do que essa concepção dos homens, sendo esta Natureza fecundada por um único Espírito Incognoscível ou Impessoal. Obviamente, a Natureza é imediatamente inferior ao seu Fecundador místico – o Imanifesto... Nenhuma alma espiritual viva dispõe de poder para violação destas leis imutáveis, impunemente. Isto posto, preliminarmente, explica-se por que tanta ganância, violência e criminalidade.

Para a superação do conteúdo destas leis imutáveis, somente o Homem-espírito que já alcança a plataforma transcendental é consciente de Cristo. Assim, pode Aquele que é capacitado a superar o rigor das leis da Natureza  tornar-se um afortunado e pacífico no mundo.

Ora, assim como um Estado-membro é protegido por um departamento de lei e ordem, da mesma forma o Estado do Universo Material, do qual o planeta Terra não passa de insignificante  fragmento terrestre, é sempre protegido pelas leis imutáveis da Natureza. ESTA NATUREZA MATERIAL É UMA DAS DIFERENTES POTÊNCIAS DO SUPREMO DEUS ÚNICO, que é o proprietário último de tudo que existe no planeta. Mas  todos nós, os entes vivos, especialmente os chamados seres humanos ditos civilizados, sob uma concepção errônea, ainda hoje, acham o planeta Terra – a propriedade de Deus nos pertence, tanto individual quanto coletivamente. Basta conhecermos a Constituição de cada um dos países existentes. Então se as autoridades dos poderes constituídos querem paz no mundo atual, destruam as falsificações, renovam os seus preceitos sob Deus e afastem esta concepção falsa de sua mente e do mundo. Esta falsificada alegação de proprietário por parte da sociedade humana na Terra,  parcial ou totalmente, é a pior causa de todo o terrorismo e de todos os distúrbios da paz mundial.

Os líderes tolos e supostamente civilizados estão reivindicando direitos de propriedade sobre a propriedade de Deus porque se tornaram ateístas. Ninguém pode ser afortunado e pacífico em uma sociedade ateísta.

Portanto se os representantes dos povos realmente querem paz, terão que inadiavelmente mudar sua consciência para a consciência crística, tanto individual quanto coletivamente.

Tudo é Deus! Neste sentido, temos contado com a proteção dos “Auxiliares Invisíveis” desde aqueles remotos antepassados da descendência dos nativos Tupinambás, nas mais elevadas alturas celestes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ESQUEMA REPRESENTATIVO DO SISTEMA ELEITORAL.

CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA DE 1823.

 

ELEITOR DE PARÓQUIA

ELEITOR DE PROVÍNCIA

DEPUTADO

Cidadão com renda mínima anual equivalente a 100 alqueires de farinha de mandioca.

Cidadão com renda mínima anual equivalente a 200 alqueires de farinha de mandioca.

Cidadão com renda mínima anual equivalente a 400 alqueires de farinha de mandioca.

elege

elege

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

elege

 

 

SENADOR

Cidadão com renda mínima anual equivalente a 800 alqueires de farinha de mandioca.

 

 

 

 

   

 


 

CARTA DO IMPÉRIO DE 1824

 

 

No mesmo dia da dissolução da Assembléia constituinte, o imperador Dom Pedro I criava o Conselho de Estado, formado por dez membros – seis ministros e quatro destacados políticos de sua confiança -, para preparação de um novo projeto de Constituição, que ficaria pronto em março de 1824.

A carta com força de anteprojeto de 1824 não chegou a ser submetida a nenhuma assembléia para críticas, sugestões, emendas e posterior aprovação. Ela foi outorgada, queremos dizer, imposta compulsoriamente à toda a sociedade brasileira. Sua fundamental característica era a de assegurar à intencionalidade do imperador – depositário do poder destituído do beneplácito providencial da Divindade e que contou como aliados apenas o Conselho de Estado e ministros partidários maçons de sua livre escolha – UM PODER AUTORITÁRIO E CENTRALIZADO EM TIRANIA.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

MINISTÉRIO E CONSELHO DE  ESTADO

NOMEADOS POR D. PEDRO I

 

do Império: João Severiano Maciel da Costa;

da Justiça: Clemente Ferreira França;

dos Estrangeiros: Luís José de Carvalho e Melo;

da Guerra: Brigadeiro João Gomes da Silveira Mendonça;

da Marinha: Francisco Vilela Barbosa;

da Fazenda: Mariano José Pereira da Fonseca.

 

José Egídio Álvares de Almeida;

Antônio Luís Pereira da Cunha;

Manuel Jacinto Nogueira da Gama;

José Joaquim Carneiro de Campos.

 

José Egídio Álvares de Almeida;

Antônio Luís Pereira da Cunha;

Manuel Jacinto Nogueira da Gama;

José Joaquim Carneiro de Campos

 

 

 

 

 

 

 

ORGANOGRAMA DOS PODERES DA NAÇÃO FIXADOS PELA CARTA DE 1824

 

Ministros

Conselheiros de Estado

Poder Legislativo

Poder Judiciário

Câmara

dos

Deputados

 

Senado

Supremo

Tribunal

da Justiça

Conselhos Provinciais

Conselho de Estado

Poder Executivo

 

Presidentes

de províncias

Poder Moderador

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

O Conselho de Estado, compostos de membros da maçonaria vitalícios nomeados pelo imperador, exercia função de assessorá-lo em importante questões, como declaração de guerra, acordos de paz e relações com outros países. Era chamado constitucionalmente “um poder moderador”.

ARTIGO 98 DA CONSTITUIÇÃO DE 1824

 

O Poder Moderador é a chave de toda organização política, e é delegado privativamente ao Imperador, como Chefe Supremo da Nação, e seu Primeiro Representante, para que incessantemente vele sobre a manutenção da Independência, equilíbrio e harmonia dos mais Poderes Políticos.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

A coroa imperial, na visão de Dom Pedro, assumia o papel – e  com rigor – de guarda, inspetoria fiscal e tutor da nação brasileira, muito diferentemente dos princípios inspirados nas idéias da revolução Francesa napoleônica de 1789, que declarava ter adotado. Prevaleceu o sistema de ditadura.

A Constituição Brasileira de 1824 fixava os princípios defendidos pelas forças conservadoras durante a fase de organização do Estado brasileiro: manutenção da monarquia, centralismo do poder, Conselho de Estado, autoritarismo e elitismo político, com o direito de voto reservado exclusivamente às minorias proprietárias escravistas.

 

SISTEMA ELEITORAL CENSITÁRIO DA CONSTITUIÇÃO DE 1824

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Eleitor de paróquia

100 mil-réis ao ano

Eleitor de província

200 mil-réis ao ano

Senador

800 mil-réis ao ano

Deputado

400 mil-réis ao ano

elege

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

As eleições no país eram realizadas de uma forma indireta, censitária e em dois níveis. Só tinham direito de voto aqueles que atingissem uma estimável renda mínima anual de 100 mil réis para os eleitores de paróquia e 200 mil réis para os eleitores de província que elegiam os deputados e os senadores, cuja renda exigida era de 400 e 800 mil réis respectivamente.

A dominação econômica e política das classes proprietárias, o absolutismo imperial e a centralização do poder encontraram forte oposição em vários setores da sociedade. A resistência maior realizou-se em Pernambuco, onde o republicanismo e as tendências federativas eram acentuados e tinham se manifestado em diversos momentos.

A classe dominante pernambucana enfrentava a insustentável tributação imposta pelo império central para cobrir, entre outras, além da prolongada estagnação econômica, as despesas provocadas com as operações de guerra provinciais.

Devido a dissolução da assembléia constituinte, a junta governativa da província rompeu com o governo central. O presidente dessa junta governativa, Manuel Carvalho Pais de Andrade, rebelde dessa ocasião de 1817, contou para a ruptura com o apoio de Cipriano Barata e do frei Joaquim de Amor Divino Caneca (mais conhecido como “Frei Caneca”) e seu jornal “Tífis Pernambucano”.

Reagiu violentamente o imperador Dom Pedro I, demitindo e prendendo Pais de Andrade na fortaleza de Brum e nomeando o senhor Francisco Paes Barreto novo presidente da província pernambucana; foi o estopim da Revolta.

Mesmo havendo ocorrido a tentativa de contemporização de Dom Pedro I, nomeando para o lugar de Paes Barreto, Mayrink da Silva Ferrão novo presidente da província, mas não impediu a radicalização do movimento de repúdio ao império central.

Precisamente em julho, Paes de Andrade, já posto em liberdade PROCLAMOU A CONFEDERAÇÃO DO EQUADOR e apresentou um esboço de Constituição Provisória até a formação de uma nova Assembléia Constituinte, a ser convocada para agosto de 1824.

Os emissários enviados a outras províncias nordestinas conseguiram a adesão do Estado da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará, já em processo de “insurreição contra o absolutismo” do governo centralizador.

A resposta imperial à revolução confederada foi imediata, com os cercos naval e terrestre de Recife e Olinda, comandados respectivamente pelo almirante Cochrane e Francisco de Lima e Silva e apoiados por latifundiários das jurisdições locais, “proprietários” de engenhos e canaviais.

A repressão planejava submeter com imediatismo o núcleo central dessa revolução separatista, o que teria efeitos delituosos sobre o confronto nas outras províncias, onde a repressão também se intensificara.

A resistência em Pernambuco foi prolongada até setembro, quando também caíram as forças confederadas da Paraíba e do Rio Grande do Norte.

Alguns rebeldes pernambucanos e paraibanos conseguiram escapar com vida, juntando-se aos cearenses, e lutaram até o mês de dezembro.

Um tribunal militar foi instituído e puniu com morte na forca ou por fuzilamento os principais rebeldes: Recife: frei caneca, capitão Lázaro de Souza Fontes, major Agostinho Bezerra Cavalcanti; Antônio Macário, capitão Antônio do Monte Oliveira, tenente Nicolau Martins Pereira, Francisco Antônio Fragoso e James Heide Rogers (norte-americano). Ceará: padre Gonçalves Mororó, coronel José Andrade Pessoa, tenente-coronel Francisco Ibiapina, major Luís Inácio de Azevedo e Feliciano Carapinima. Rio de Janeiro: João Guilherme Ratchiff (português), João Metrowitch e Joaquim Loureiro (comandantes dos navios confederados).

A violência governamental que se abateu sobre os rebeldes de 1824 NÃO FOI UM FENÔMENO ISOLADO NA HISTÓRIA DA DESCOBERTA DO BRASIL. Essa prática perdura, ainda hoje, nos diversos Estados, seja através da repressão aos movimentos sociais e eminentemente de natureza política da classe trabalhadora, seja pelo não cumprimento do calendário anual do pagamento aos servidores públicos, seja pela pobreza de brasileiros não assistidos pelos governos do país decorrente da exploração dos representantes dos poderes constituídos.

 

A MAÇONARIA DO BRASIL E A POLÍTICA

 

Encontra-se no preâmbulo das Constituições e nas costumeiras e pomposas “Declarações de Princípios”, assegurando que a maçonaria PROÍBE DISCUSSÕES SOBRE MATÉRIA POLÍTICA, que ela é, rigorosamente, a política. Mas esta concepção falsa jamais levam em consideração os associados maçons das Sociedades Secretas existentes.

Sobre esta questão falaciosa, no livro de publicação maçônica intitulado “O que é a Maçonaria”, de autoria do respeitável A. Cavalcante de Albuquerque, daremos também aqui aos leitores a classificação afirmativa de que a Maçonaria “não se mete em questões políticas, que é rigorosamente interdito discutir sobre política nas lojas maçônicas, etc. Mas ao mesmo tempo o autor nos deu a conhecer que foi a maçonaria quem fez a revolução francesa (página 74), quem libertou a América do Sul (página 78s), quem emancipou os Estados Unidos (páginas 85s), quem unificou politicamente a Itália (página 89s), quem incitou a Inconfidência Mineira (páginas 123s), quem causou a Independência do Brasil (página 129s), quem tramou e proclamou a República do Brasil (página 144s), etc. E afirma o escritor maçom A. Cavalcante de Albuquerque, a nossa Independência “foi tramada nas lojas maçônicas”, de tal maneira que já no dia 20 de agosto de 1822 as lojas reunidas proclamaram a Independência (veja-se a descrição minuciosa nas páginas 133-139).

Referindo-se à proclamação da República o escritor enfatiza com uma precisão incontestável: “FOI A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA, INDISCUTIVELMENTE, UM MOVIMENTO PROMOVIDO, ORGANIZADO PELA MAÇONARIA” (página 146). “Pela maçonaria”, e não por alguns maçons. E mais: “No dia 14 de novembro de 1889, à noite, foi resolvido numa loja maçônica que o “irmão maçom” marechal Deodoro da Fonseca seria o chefe do movimento... O Primeiro Ministério Republicano foi integralmente de políticos maçons” (página 146s) Donde se conclui a proclamação da República foi tramada “numa loja maçônica”, que é, aliás, por artigo proibitivo da Constituição as “declarações de princípios, o menos indicado compartimento secreto para tramar...

Diante desta exposição estarrecedora, consideramos muito provável que, nas sociedades secretas espalhadas por todo este território brasileiro, os Grãos mestres cumprem rigorosamente aquelas “declarações de princípios e das regras do antigo governo judaico e franco-maçon, as quais obedecem segundo “Os Protocolos dos Sábios de Sião” (páginas 9, 11 a 13), a saber: “Temos diante de nós um plano, no qual está exposto estrategicamente a linha de que não nos podemos afastar sem correr o risco de ver destruído o trabalho de muitos séculos. Para achar os meios que levam a esse fim, É PRECISO TER EM CONTA A COVARDIA, A INSTABILIDADE, A INCONSTÂNCIA DA MULTIDÃO, SUA INCAPACIDADE EM COMPREENDER E DISCERNIR AS CONDIÇÕES DE SUA PRÓPRIA VIDA E DE SUA PROSPERIDADE.

(...) Nossa palavra de ordem é: força e hipocrisia. Somente a força pode triunfar na política, sobretudo se estiver escondida nos talentos necessários aos homens de Estado. A violência deve ser um princípio; a astúcia e a hipocrisia, uma regra para os governos que não queiram entregar sua coroa aos agentes de uma nova força... Fomos nós os primeiros que, já na antiguidade, lançamos ao povo as palavras “Liberdade, Igualdade, Fraternidade”, palavras repetidas tantas vezes pelos papagaios inconscientes, que, atraídos de toda  parte por essa isca, dela somente têm usado para destruir a prosperidade do mundo, a verdadeira liberdade individual, outrora tão bem garantida dos constrangimentos da multidão”.

Isto posto, preliminarmente, considerado que existe, entre aquele que solicita a publicação de uma obra cultural como esta e o público leitor, especialmente, de toda a classe dos estudantes do país, o dever de expressar unicamente a realidade dos fatos ocorridos nos últimos 500 anos.

Por exemplo, a palavra  liberdade é, provavelmente, a mais alardeada por toda a sociedade humana, não apenas na concepção dos preceitos dos homens, aceita apenas “homens livres”. Essa apologia pode pressupor uma teoria ateísta ausentando da face da terra os espíritos, almas ou deuses imortais localizados dentro das formas humanas. (cf. Evangelho segundo João, capítulo X:33, 35-36) Estariam os homens religiosos ou não propondo liberdade para os corpos, mas negando a sobrevivência das almas viventes livres? Ora, um corpo físico sem consciência é um corpo morto. A consciência ou alma é algo realmente inegável. Assim que a consciência é removida do corpo, a boca não fala mais, os olhos não vêem mais, nem os ouvidos não podem escutar. Até uma criança pode entender esta filosofia de vida, sendo bem instruída a partir dos laços de família e, posteriormente, no ensino público.

Que é esta consciência? Assim como o calor ou a fumaça são sintomas do fogo-princípio, da mesma forma, a consciência é o sintoma da alma espiritual. A energia espiritual da alma, ou do Eu sou ..., é produzida sob a forma de consciência. Em realidade, a consciência prova que a alma está localizada dentro dos homens. Aí descrevemos a filosofia de vida unicamente do sistema Aumbhandan, do Bhagavad-Gita como ele é, a Literatura constitucionalmente sob Deus.

Qualquer ser humano que não acredite em Deus, Senhor de Justiça nossa, deve ser um louco, ou o tolo número um. Não por que não compreende nem crê em Deus. “O corpo nunca vive e a alma nunca morre”.

Possivelmente, alguém diga não acreditar em Deus, mas quem lhe deu o poder para dizer isto? Esta liberdade de expressão cessa á hora da morte – mas que entidade viva a está proporcionando? Acaso a faculdade de falar surgiu de uma pedra? Assim que a Providência Suprema retira a capacidade de falar, ter atitude e gestos, o corpo ficou como uma pedra. Logo a própria capacidade de falar prova que existe um Poder místico cuja Autoridade Suprema nos está fornecendo tudo. Isso é essencialmente Liberalismo sob Deus.

Nosso problema é indagar acerca da fonte última de todas as manifestações do Espírito para a prática de atos ditosos. É verdade, isso definimos como Umbanda Integral. “Mais poderosíssima do que todos os exércitos dos homens, É UMA IDÉIA ÚLTIMA CUJO TEMPO É CHEGADO”. (Aumbhandan)

A palavra igualdade – Na filosofia judaico e franco-maçônica seus filiados acham que não há primeiro nem último; não há forte nem fraco; não há grande nem pequeno: todos são Irmãos, todos são iguais. O “não matarás”, o ódio, a ambição e a inveja são banidos de todos os seus templos maçônicos, no território nacional, onde não se praticam baixezas, não se obtêm grandezas, nem se receiam insolências: neles os associados só tratam da indagação da verdade, de se amarem e socorrerem-se mutuamente”. (cf. “Instituição Completa, ou Biblioteca Maçônica, vol II, página 309). Será isso mesmo!!!

Não estamos com essa exposição emitindo juízo algum ao pesquisarmos as “declarações de princípios maçônicos”. Mas desde 1801, quando fora instalada no Brasil a primeira loja maçônica simbólica regular, sob o título de “Reunião”, filiaram-se ao Grande Oriente da França, tendo adotado o “Rito Moderno ou Francês”. Escreve por isso, e tendo base em fazê-lo, o maçom gr.: 33, Adelino de Figueiredo Lima: “A Maçonaria Brasileira é filha espiritual da Maçonaria Francesa. Da França veio o Rito Moderno com que o Grande Oriente atingiu a maioridade”. (página 125). Adelino F. Lima, no seu livro “Nos Bastidores do Mistério, página 30, reproduz os Artigos dos Estatutos Secretos da “Maçonaria Florestal Italiana” são outra amostra da “fraternidade maçônica”. Eis os artigos:

“Art. 1o – Tendo reconhecido os horríveis males do poder absoluto e não podendo confiar inteiramente numa sociedade monárquica constitucional, devemos trabalhar para a fundação una e invisível.

Art. 2o – A indecisão e a covardia incidem nas penas que reservamos aos traidores.

Art. 3o – Aqueles que não obedecem às ordens da Sociedade, as desvirtuarem, ou não colocarem o Bem comum acima dos seus interesses pessoais; os que refugarem o sentimento da Pátria e os que divulgarem os segredos da Maçonaria SERÃO APUNHALADO SEM APELO.

Art. 4o – O tribunal Secreto pronunciará a sentença e sorteará um ou mais filiados para sua execução imediata.

Art 5o – Aqueles que “recusarem a executar as sentenças serão declarados perjuros e, como tais, mortos imediatamente.

Art. 6o – Qualquer “Tribunal Secreto será competente não só para julgar os adeptos culpados, mas também para condenar e mandar executar os que hajam incorrido nos seus anátemas”;

Eis aí se descreveu as regras e a concepção do processo de emancipação religiosa, social e política da Independência do Brasil. O R.E.U., Reinado dos Estadistas Unidos coloca a filosofia basicamente revolucionária na Declaração de Independência. Os chefes de governo dessa ocasião que assinaram essa documentação concordavam em que haviam certas verdades estatutárias muito óbvias, a primeira das quais é que TODOS OS HOMENS FORAM CRIADOS IGUAIS. Com isto, os chefes poderosos imaginavam que todos os homens são iguais perante a lei e têm uma oportunidade igual de serem protegidos pela lei.

Do ponto de vista imaginado nesse sentido, os homens foram, como disseram os poderosos, criados iguais. Outro ponto da Declaração de Independência é que todos os homens são dotados por Deus com certos direitos naturais dos quais eles não podem ser privados. São os direitos de vida, liberdade e etc. Eles só falam unicamente dos seres humanos. Mas os animais? Logo, eles não têm filosofia verdadeira. Julgaram sem alma os índios e negros.

Ora, a idéia sectária ou mesquinha de que só a minha família ou meus irmãos são bons, e de que eu posso matar todos os outros, é uma idéia criminosa. Suponha que, por causa de minha família, eu mate seu pai, por uma qualquer futilidade! Isso é filosofia verdadeira ou mentirosa? Filosofia verdadeira é amizade sincera com todos os filhos de Deus habitados no mundo. Por certo que isso se aplica aos seres humanos, mas mesmo que um de nós, por intencionalidade, mate um ser animal, eu protestarei imediatamente: “Que ofensa imperdoável você está cometendo?” É crime consumado.

Outro direito natural os desbravadores dos países da América histórica diziam que é o direito à igualdade, ou independência. Se o governante monárquico não é perfeito no reto agir, não se deve permitir que ele diga ao povo o que fazer. Mas se o governante é perfeito, então ele pode dizê-lo.

Naquela Declaração de Independência firmaram o terceiro direito natural: é que todo ser humano tem o direito de buscar a felicidade. Esta é uma questão óbvia. Porém, o meu padrão de felicidade pode ser inteiramente diferente do de outro ser humano. Por exemplo, eu declaro que sou dependente de Deus. Talvez outro ser humano acha que seja ateu; eu repudio isso. Então como pode o meu padrão de felicidade ser igual ao de outro alguém? Isso significaria que todos devem ter liberdade ou igualdade para tentar alcançar qualquer padrão de felicidade que queiram? Não, o padrão de felicidade deve ser prescrito de acordo com as qualidades da natureza da pessoa e o desenvolvimento já adquirido.

Devemos ser treinados de acordo com as qualidade da natureza de cada um de nós, distribuindo toda a sociedade humana em quatro grupos: um grupo daqueles que se especializarão na elaboração de leis, regras e regulações, decretos, resoluções, portarias, estatutos e etc.; o segundo, daqueles para exercerem as qualidades executivas da Administração direta do país: o chefe soberano do governo; a pasta do ministério da Defesa (forças armadas e forças auxiliares – a polícia militar e o corpo de bombeiros); o terceiro grupo, daqueles profissionais liberais das diversas áreas do judiciário, empresariado, engenharia técnica ou industrial, ciências médias e etc.; e o quarto grupo, o da classe do operariado ou trabalhista geral. Todos devem ter boas facilidades de emprego para trabalhar de acordo com suas qualidades naturais sob Deus. “os corpos celestes exercem domínio e dirigem os seres humanos sob Deus”.

Hoje em dia, praticamente toda a sociedade humana está obtendo educação a partir da primária até universitária. Porém, o que tem sido ensinado nesses estabelecimentos de ensino? Na maior parte das vezes, conhecimento unicamente técnico – profissionalizante, que é educação específica da classe do operariado. Sozinha, a educação específica para a classe operária leva propositalmente a uma condição caótica e prejudicial, até mesmo por ocasião da Reforma Previdenciária. Eis ai se descreve uma cruenta desigualdade.

Todos devem ser testados para ser concluir, mediante os treinamentos teóricos e praticados, qual educação lhes é adequada. Alguns operários poderão receber educação técnica, mas a maior quantidade da classe trabalhista deve trabalhar nas fazendas e em várias ocupações. Pois todos estão vindo para as chamadas cidades bem sucedidas, a fim de obter educação, pensando: “Assim podemos conseguir um melhor emprego e ganhar mais dinheiro”; a agricultura está sendo negligenciada.

Atualmente, há escassez porque ninguém está ocupado em produzir bons alimentos. Todas essas anomalias têm sido causadas por maus governos, falta de liderança sob Deus.

É dever do líder cuidar para que todos se ocupem de acordo com suas qualidades naturais. Só assim as pessoas serão melhor sucedidas e felizes.

Antigamente, aquela sociedade monárquica e os maçons sabem disso as classes dos monarcas, por inteira vaidade, tornaram-se cruéis, sempre tirânicos e injustos com a população geral. Isto ocorria porque não tinham humildade, não eram devidamente treinados para exercer a Monarquia, e conscientes do Supremo Proprietário do planeta Terra, Deus.

Então sempre que as mostram todas infelizes, elas se revoltam, e com justo motivo. Isso ocorreu aqui no território brasileiro, sobretudo, e, conseqüentemente, em virtude dos tiranos revolucionários durante os períodos da península ibérica colonialista, monárquica, das declarações de princípios da Independência. E tem sido desse mesmo modo neste período republicano, até em nossos tempos atuais.

Diante desta exposição incontestável, podemos afirmar que, havendo sido promulgada e jurada em 1832 A PRIMEIRA CONSTITUIÇÃO MAÇÔNICA DO BRASIL, instalado também o “Supremo Conselho” do Rito Escocês, sob a presidência do visconde de Jequitinhonha (“Montesuma”), entre todas as sociedades secretas do mundo, não existe notadamente outra mais hierarquizada, COM MAIOR DESIGUALDADE, dentre os adeptos maçons, com mais elevado número de títulos altissonantes e bombásticos, do que precisamente na maçonaria. Basta conferir, por exemplo, qualquer “Cobridor do Rito Escocês Antigo e Aceito”. São trinta e três graus diversos no Rito Escocês.

A palavra fraternidade – Todos os realmente maçons, seja qual for a sua pátria, não constituem senão uma única família de irmãos (judeus, norte-americanos, ingleses, escoceses, franceses, italianos, portugueses, brasileiros e outros) espalhados pela Terra. Deram-se com isso a denominação de Reino das Igrejas do Universo dos Povos cuja sigla é RIU dos povos”. É sabido que a maçonaria no território nacional espalhou-se dividida e subdividida em muito mais de quinze “potências soberanas” e independentes. O pior, todavia, é que tais potências, em vez de manterem tratados de reconhecimento, evangelicamente, de amizade e fraternidade, declaram-se mutuamente interditas e, basicamente, de concepção calvinista. Expandiu-se por vários países, especialmente por aqueles em franco progresso comercial.

Na Escócia, a maçonaria de natureza judaico-calvinista foi introduzido por John Knox, e seus seguidores os presbiterianos; porque a igreja calvinista escocesa foi estruturada a partir de conselhos de presbíteros, isto é, padres. Na França, eram denominados huguenotes; na Inglaterra, puritanos. Vários outros países assumiram a idéia calvinismo, como a Holanda e a Dinamarca.

A expansão do protestantismo pelos países europeus, as transformações econômicas, políticas, sociais e culturais por que passam todos no mundo atual, colocando a ICAR em crise a partir do século XVIII, deveram  essencialmente à Revolução industrial e à Revolução Francesa, e fez acirrar a necessidade de conter muito mais a expansão reformista do luteranismo e do calvinismo. O movimento veio com a Contra-Reforma, que inclui a Reforma da ICAR.

Devido à expansão antiga das idéias e concepção falsas dos reformistas revolucionários, desde 1529, começou com Carlos V a convocação primeiramente duma assembléia de constituintes “A Dieta de Spira”, que significava tolerar a concepção doutrinária do protestantismo nas províncias regionais convertidas, mantendo, porém, a proibição nos mais países. Os seguidores de Lutero protestaram aquela ausência de fraternidade, pois que todos os homens livres foram criados iguais, segundo a filosofia básica da Revolução Americana na Declaração de Independência proposta de Thomas Jefferson. Todos os realmente protestantes, seja qual for os seus países, não constituem senão uma única família de irmãos espalhados pela superfície terrestre.

...Continua "NA SENDA DO SABER ENCONTRARÁS A VERDADE"
 


Última alteração em 05-23-2014 @ 12:46 am

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