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CRUZAUM - Cartilha nº 15 - Continuação
Inserido por: Itauna
Em: 05-23-2014 @ 12:49 am
 

 

“O comprometimento luterano com o quadro sócio-econômico alemão, atraindo o apoio da nobreza (príncipes regentes), refletiu poderosamente em suas pregações. São suas as seguintes afirmações: - “A maior infelicidade da nação alemã e, sem dúvida, o tráfico de dinheiro [...] O demônio o inventou, e o papa, dando-lhe sua sanção, fez ao mundo um mal incalculável. O comércio com o estrangeiro, que traz mercadorias  de  Calcutá, da  Índia  e  outros países [...] e leva o dinheiro do país, não deveria ser permitido. Teria muito a dizer acerca dos sindicatos comerciais [...] e lá só se encontram cupidez e injustiça [...]”. (Citado em Mousnier, Roland. Obra citada, página 89).

O luteranismo sustenta que o dinheiro é obra do diabo, sempre condenava o sistema do capitalismo internacional, pois enriquece cada vez mais toda nobreza e todos os representantes dos povos. Essa é, ainda hoje, a significação de fraternidade dos chamados “homens livres”, caracterizada poderosamente pelos laços desde o feudalismo. “O Reino das Igrejas Universais, “RIU dos povos” mandou queimar as produções literárias de Martinho Lutero, professor de teologia na Universidade de Wittenberg, na Saxônia. Defendia a teoria da predestinação, da fatalidade, da salvação; negava os jejuns apregoados pela ICAR, as indulgências e outras práticas religiosas então em uso.

A Umbanda Integral propõe que a fraternidade correta é conhecer Deus, os seus deuses pequenos habitados sobre a terra e dentro das formas humanas na atualidade e agir segundo seus ensinos instrutivos. Mas se as lideranças religiosas ou políticas não crêem na Supremacia de Deus, e se elas não sabem o que Deus quer para que haja o alcance da auto-realização da gênese humana, ou o que Ele quer que façamos, como, então pode haver o melhor governo sob a dependência do próprio Deus, o Proprietário de tudo? Todos os governantes e quase todas as lideranças estão desencaminhados e desencaminhando os outros “homens livres”, como conseqüência, em virtude da instrução falsa da palavra de Deus. ESTA É A SITUAÇÃO CAÓTICA DO MUNDO HOJE EM DIA.  São cegos espirituais, guiando a multidão mais cega ainda.

A ENGANAÇÃO DIABÓLICA E O MISTÉRIO DO BODE PRETO

BAPHOMET, O ARCANO COXO, COMPARSA DO BODE PRETO

 

Atuaram no cenário durante a Inconfidência Mineira o elenco da maçonaria, disso resultando o suplício de Tiradentes em 1790. Oito anos depois levaram mais gente ao patíbulo, no Estado Baiano, onde primeiro se estabelecera o Grande Oriente da Maçonaria Brasileira e de onde fora mandada a prancha para a conspiração mineira. No povo baiano também já havia sofrido o assalto à riqueza pelos mercadores judaicos do mesmo modo que tomaram dos maranhenses e pernambucanos, embora em menor proporção, ficando tudo como se as autoridades do Judiciário desconhecessem ou estivessem envolvidas, face à conivência com os saqueadores infiltrados no país. Ao tempo da operação de guerra dos mascates e logo a dos emboabas, rebelara-se a população, estando à frente um magistrado municipal, contra os cristãos-novos (portugueses), que monopolizavam o comércio em grosso e eram acusados por testemunhas de levantar os “altos preços” ao seu arbítrio, (cf. Pedro Calmon, “História da Civilização Brasileira”, página 138), queimando-lhes as casas e só se aquietando com a promessa da anistia e de melhorias do custo da vida. Imagine-se que, nessa ocasião, o preço do sal, por exemplo, foi levantado de pataca e meia a duas patacas e um quarto, de 480 réis a 720. Um absurdo!

Em 1798, muitos seres humanos desse mesmo povoado tentavam rebelar-se para a conquista governável do Estado, pela proclamação da República, sugestionados da sombra diabólica tramada pelo poder das forças ocultas atuantes que sugestionara os inconfidentes, mas para no final assassiná-los.

A história oficial denomina conjura à conspiração dos alfaiates, porque a maioria de seus membros exercia essa profissão. Melhor seria denominá-la “A CONSPIRAÇÃO DAS COINCIDÊNCIAS”, porque, além da reunião de tantos profissionais da tesoura e da agulha, todos os denunciantes se chamavam José Joaquim ou Joaquim José e ela (conspiração das coincidências) coincidiu com a estadia de franceses (maçons) no Estado da Bahia e com a passagem de um estrangeiro misterioso, do qual mal se comenta de relance nos bastidores.

Pedro Calmon supunha que “alguns homens dotados de  poder oculto” se agitavam por trás dos alfaiates e era, em verdade, maçônica a secreta descrição que os unia. (cf. Pedro Calmon, op. cit., página 146.) Os homens de mais valia da nobreza implicados no conluio, misteriosamente protegidos, como se pressente ao examinar a ação processual, SAFARAM-SE COM SÓI ACONTECER SEM PERIGO; a ralé foi degradada para ÁFRICA OU PENDURADA NA FORCA, como “ferramentas humanas” que de nada mais serviam, já que fora o delito tramado descoberto. Devido ao fato jurídico imperfeito, houve mesmo quem morresse assassinado no cárcere, à semelhança do velho Cláudio Manuel da Costa.

Se de fato o movimento revolucionário da Independência norte-americana influiria no ânimo dos mineiros, o da influência dos revolucionários da França é ainda muito  mais notório no dos conjurados baianos, embora suas tendências igualitárias se confirmassem, segundo a documentação historicamente existente, “mais internacionalmente socialista do que políticas. (cf. Varnhagen, “História Geral do Brasil”, tomo II, página 292.)

Os revolucionários norte-americanos acham, ainda hoje, que se um chefe de governo não governa o povo apropriadamente, então esse povo tem o direito de dissolver este chefe de governo. Ora, então por quê o governo de Israel propõe ao Reinado dos Estadistas Unidos que o chefe do governo da Palestina seja deposto, o dos Estados Unidos quer, mediante a imposição de seus aliados britânicos e espanhóis, depor o chefe do governo Iraquiano, sem o aval por escrito daqueles outros povos? São aqueles povos que sabem, de sua livre escolha e seu critério livres, a melhor substituição por um líder soberano conhecedor dos problemas do seu país e, por conseqüência, no mais curto prazo possível, se resolvam sempre em benefício do povo e felicidade geral dessa nação, não precisando da imperdoável presença dos criminosos de guerra naqueles territórios alheios.

Os conspiradores do cenário brasileiro agarrados e condenados eram, à semelhança dos termos contidos dos estatutos secretos maçônicos, na maior porção, HUMILDES HOMENS NEGROS, FORROS, LIBERTOS OU ESCRAVOS. Suas proclamações não se referiam ao povo brasileiro, mas ao povo da cidade de Salvador. Pretendiam implantar a República Baiana. Datavam-se da Bahia Republicana. Com certeza, a sociedade brasileira hoje desconhece a VERDADEIRA HISTÓRIA GERAL DO BRASIL.

Tudo aos leitores demonstra que não estavam imbuídos de um espírito nacionalmente guerreiro ou aguerrido e sim regional, insuflado pelos que, jogando para o futuro, já imaginavam conveniente a secessão do todo brasileiro – um sonho antigo e pertinaz dos poderes das forças ocultas dos invasores antepassados que incomodaremos através desta obra histórica, e sob a proteção dos espíritos imortais a religiosidade dos Tupinambás, os deuses ou orixás ancestrais da Umbanda Integral.

Saibam agora os leitores que os invasores antepassados usavam de fórmulas e descrições simbólicas nos seus cartazes  de propaganda enganosa, o que quer dizer hoje, denunciadora de maçonismo gaulês rousseauniano: “A liberdade  consiste no estado feliz, no estado livre de abatimento... A França está cada vez mais exaltada... O pontífice já esta abandonado e desterrado”. (Cf. Varnhagen, “op. cit., páginas 293-295.) Percebe-se até a má tradução do francês: aquele abatimento quer, com certeza, dizer constrangimento, mas a língua não ajudou. Demais, que tinha a Bahia com o pontífice, que mal lhe fizera o papado, tão longe? O santo padre aí denuncia à distância o “foctor judaicus”.

Em quase todos os papéis, apreendidos na ocasião se repetia a divisa maçônica: “Liberdade, Igualdade, Fraternidade”. Referiam-se, além do mais, ao “socorro estrangeiro”. O palavreado não podia ser de simples artesãos e soldados milicianos, todos ignorantes, que foram indigitados como seus autores. Pressupõe necessariamente uma mão oculta e cavilosa, que se retirou com todas as cautelas, silenciosamente, logo que a rede policial pescou indefesos conjurados.

Dentre os conjurados, tiveram a “honra” de cabeças e revolucionários Luiz Gonzaga das Virgens, Lucas Dantas, e o alfaiate e cabo de milícias João de Deus do Nascimento. Estes e os demais foram espionados e denunciados pelo capitão de Henriques, Joaquim José de Sant´Ana, pelo soldado de granadeiros de 1a linha, Joaquim José de Siqueira e pelo pardo forro, oficial de ferrador, Joaquim José da Veiga. Três Joaquins a somar ao Joaquim Silvério dos Reis (este de Vila Rica).

Em agosto de 1798, o governador Dom Fernando José de Portugal, marquês de Aguiar, ordenou as prisões e a abertura do processo criminal. Lendo a documentação do mesmo, imprensa em dois volumes pela Biblioteca Nacional, qualquer leitor sente pesar um silêncio tumular sobre as causas fundamentais da conspirata, mas certa atenção se vão identificando os elementos circunstanciais da prova da ação ordinária havendo qualquer coisa secreta.

No seu depoimento de testemunha denunciante declara o pardo Joaquim José da Veiga que “o alfaiate João de Deus do Nascimento o convidara para a trama, porque convinha que TODOS SE FIZESSEM FRANCESES PARA VIVEREM EM IGUALDADE E ABUNDÂNCIA”. Acrescenta o depoente que os conjurados TINHAM EM VISTA MATAR O GOVERNADOR, DESTRUIR TODAS AS PERSONALIDADES PÚBLICAS, certamente as autoridades e notáveis da localidade, pôr os presos em liberdade e saquear os mosteiros, para todos ficarem ricos, saindo da miséria. (cf. “A Inconfidência da Bahia”, ed. da Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro, Ano de 1921, tomo I, página 8.) Até parece que haviam recebido uma diretiva atual do Komintern. Da maçonaria daquele tempo à Terceira Internacional de hoje, a técnica judaica desses golpes não criou nada de novo...

Segundo a denúncia do capitão de Henriques, com toda a certeza de etnia negra, Joaquim José de Sant´Ana, “os conspiradores prometiam a libertação dos escravos e pretendiam reduzir o povo a uma igualdade sem distinção de qualidade. (cf. Op. cit., tomo I, página 12. Varnhagen, “História Geral do Brasil”, 3a ed. integral, tomo V, página 24.) Sente-se nisso o cheiro socialista das teorias maçônico-revolucionárias de Babocuf. Além dos três espiões, depuseram muitas testemunhas, na maioria acordes em atribuir aos réus o desejo de estabelecer “um governo democrático”. Uma das testemunhas, pessoa prudente e de prol, o ex-ouvidor Francisco Vicente Viana, aludiu com segurança ao “levantamento com saques e morticínios.” (cf. Varnhagen, op. cit., tomo II, página 27.)

Dos acusados que eram numerosos, exerciam  a profissão de alfaiate os seguintes: o pardo livre e cabo de milícias, João de Deus do Nascimento; o pardo livre, Manoel Faustino dos Santos Lira; o pardo livre e soldado de granadeiros da linha, Inacio da Silva Pimentel; o pardo livre e soldado da mesma tropa, Romão Pinheiro; o pardo livre e escravo, Luiz de França Pires; o pardo livre e soldado de milícias, José do Sacramento; o pardo escravo, José Pires; o pardo livre, Gonçalo Gonçalves de Oliveira; e um único homem branco, João Fernandes de Vasconcelos. Além desses, vários sargentos, soldados, artesãos, escravos, geralmente homens de cor negra. E, vindo a reboque por trás, o bacharel cirurgião Cipriano Barata, o professor Francisco Morniz Barreto Aragão, o tenente de artilharia José Gomes de Oliveira Borges e o tenete de 1a linha Hermógenes de Aguilar. (cf. Varnhagen, op. cit., tomo I, páginas 90-91.) Mais atrás, quem? Outros e outros mais.

O exame dos altos de seqüestro que possuíam os infelizes alfaiates enche os olhos de lágrima. É impossível o não reconhecimento de crueldade. Pobreza extrema! Roupas velhas usadas, caldeiras velhas, míseros instrumentos de ofício, potes e canecos, pequenas arcas ou baús, retalhos de fazenda e etc. O único dentre os acoitados que tinha algum pouco dinheiro no bolso estava com oito mil réis! Do próprio Cipriano Barata, homem formado, somente arrecadaram livros, entre os quais um volume do “Infame Volney”. Um dos tenentes era mais abastado: livros, fardas, dois ou três móveis de jacarandá, meia dúzia de pratos de pó-de-pedra e dois escravos.

O negro Mina, coitado! este guardava um vale de 100 mil réis que depositara em mãos alheias, suadas economias de seus trabalhos nas folgas para completar os 300 mil réis que carecia para se alforriar. Dos mais, rezam os documentos: “não possuíam bens de qualidade alguma”. Outros eram tão miseráveis que somente tinham a roupa do corpo e viviam da caridade pública. A LIQUIDAÇÃO DA ARREMATAÇÃO DOS BENS SEQUESTRADOS PRODUZIU PARA AS CUSTAS E HONORÁRIOS JUDICIAIS 36 MIL RÉIS! (cf. Varnhagen, op. cit., tomo I, páginas 97 e seguintes).

Foram os panfletos de propaganda que despertaram a atenção das autoridades, causando reboliço no povo pela sua linguagem absolutamente inédita.

Atribuía-se a autoria desses “papéis libertinos” ou “libelos revolucionários”, destinados a ir pouco a pouco acostumado a plebe “as idéias de liberdade”. (cf. Varnhagen, op. cit., tomo I, página 169. Na tecnologia de hoje a isso só chamaria de UM CLIMA REVOLUCIONÁRIO. Os termos do Luiz Gonzaga das Virgens.

Na verdade, a justiça  conheceu e viu, com agudeza, ao que tendiam aquelas panfletagens pregadas pelas esquinas e verificou que a letra era a do citado soldado Luiz Gonzaga das Virgens; mas não podia procurar em diligência ou não o quis, de onde viera o original do manifesto que lhe fora mandado a copiar. Não pôde ter plotado espontaneamente da mente e do punho de um paupérrimo granadeiro de 1a linha, aquela mais do que conhecida literatura rousseauniana e maçônica daquelas priscas eras...

Causa perplexidade a opinião pública encontrar no depoimento de João de Deus do Nascimento a confissão de ligações com um oficial de nacionalidade inglesa e coxo, que, estando de passagem do Rio de Janeiro para Lisboa, foi plotado na Bahia, hospedado na residência do sargento Joaquim Antônio da Silva. (cf. Varnhagen, op. cit., tomo I, página 275).

Mais curioso é isso parecer incidentemente e por-se uma pedra para emudecer sobre o caso, sem que nenhuma autoridade brasileira e ninguém se lembrasse de indagar quem era esse Asmodeu, como saiu daquele país e chegou ao Brasil, e o que viera fazer  na Bahia? Como o vulto embuçado dos avisos de Ouro Preto, mudo e incógnito, sumiu-se para sempre na sombra de onde saíra um instante...

Também o pardo escravo Luis Pires tinha um livro manuscrito, traduzido do francês para o português, com o qual tratava de desabusar os rapazes religiosos, a fim de os conspiradores adquirirem número suficiente para incitar uma revolução (cf. Varnhagen, op. cit., tomo II, página 77. J. C. Fernandes Pinheiro, “A Conjuração de João de Deus” in “Revista Popular”, Rio de Janeiro, tomo III, páginas 219 e seguintes.) Esse manual maçônico, digamos a coisa sem ambages circunlóquios, peça essencial da acusação, não figura nos autos do processo, desapareceu como o oficial inglês e o vulto, sem que ninguém conseguisse por-lhe os olhos em cima. Era, certamente, com ele que cada um grau das iniciações dos rapazes que se desabusavam, conseguindo o aumento de número para projetado levante.

Sempre quando ocorriam os ajuntamentos, durante à  noite, em lugar deserto ou na residência de um dos principais, era infiltrado por alguns oficiais franceses prisioneiros transferidos da ilha de São Tomé para o forte do Barbalho e que tinham a cidade por menagem. O pretexto desses encontros costumeiros era transcorridos com bebedeira e a rapaziada em aglomeração. (cf. Varnhagen, op. cit., tomo II, página 78; Braz do Amaral, “A Conspiração Republicana da Bahia em 1798” in “Revista do Instituto Histórico Geográfico Brasileiro”, tomo 99, páginas 344-402.) Os banquetes promovidos nas reuniões – É BOM O PÚBLICO LEITOR NÃO ESQUECER – COSTUMEIRAMENTE FAZEM PARTE DO RITUAL MAÇÔNICO e possuem uma fala litúrgica especial.

A casa escolhida que mais se prestava a essas reuniões era a de Lucas Dantas, porque ele “apreciava  o sistema litúrgico do rito dos franceses”. Aliás os pobres republicanos baianos, uma parcela do rebanho de ovelhas, sendo ludibriadas por Lobos vorazes. E bem sabemos o que aconteceria aos carneiros quando os lobos se infiltram no redil! Ressalta os seus depoimentos tendenciosos, “queriam ser todos igualmente os franceses”. Hoje, a massa popular em Salvador descamba para um semelhante redil religioso. “Veja quem tiver olhos de ver!” Tudo é por dinheiro, ganho fácil.

Por causa dos “papeis libertinos”, que puseram a pacata Salvador colonial em polvorosa, nesse tempo; sem demora prenderam o pobre soldado Luiz Gonzaga das Virgens. Temendo que denunciasse a trama. o pardo, João de Deus do Nascimento, que era “petulante e soberbo”, (cf. Varnhagen, op. cit., tomo II, página 175), quis precipitar o movimento para libertá-lo e entornou cálice da cicuta, ou seja, ateou “fogo na fogueira”.

As garras da justiça nessa comarca largaram facilmente cirurgiões, professores e oficiais, que sofreram só os vexames do cárcere da devassa. Fecharam-se, porém, cruelmente, sobre os peixinhos miúdos. Na forca do largo da piedade, balançaram-se os corpos pendurados apenas dos pretensos “cabeças da intentona”: Luis Gonzaga das Virgens, João de Deus do Nascimento, Lucas Dantas e Manuel Faustino dos Santos Lira, que contava apenas 16 anos de idade.

Vitimou-os a idéia inusitada que os executores das sentenças lhes incutiram na cabeça de párias que sonhavam com uma “ordem social nova e melhor para o povo brasileiro”. Os inspiradores maçônicos da idéia nada sofreram. Os judeus, nessa época, inspiradores da estratégia, nem foram aos menos suspeitados. O tal oficial de identidade inglesa que esteve no Rio de Janeiro e em Salvador, apesar de capenga, já andava longe... Asmodeu, sócio praticante de Baphomet, o Diabo coxo, comparsa do Bode Preto... (A tradição popular que afirma haver o culto de um Bode Preto nas lojas maçônicas espalhadas em todo o território brasileiro provém da do “ídolo descrito da Kabalah Hebraica denominado  Baphomet, a representação figurativa do Arcano 15 – O Diabo mostrado erroneamente no contéudo do Tarô. Baphomet dos hebreus é venerado nos “capítulos secretos” dos Templários.

V. Raynouard, “Monuments historiques relatifs à la condommations des Chevaliérs du Temple”, Paris, Ano de 1813, páginas 84 e 231; rieen France”, Paris, tomo II, página 245. O ídolo era monstruoso e os seus adoradores deveriam beijá-lo. Segundo o ritual in virga virilis et in fine spinse dorsalis. V. Jules Gavirol, “Históire de la magie em France” e o ilustre acadêmico e historiador Gustavo Barroso, “O Quarto Império”. José Olímpio, Rio de Janeiro, Ano de 1935, páginas 100-101.

A palavra cabalística “Bophomet ou melhor Baphomet dá ao contrário TEM-O-H-P-A-B, que se explica da seguinte maneira: TEMPLIOMNIUM HOMINUM PACI ABBAS, e significa: “O pai do Templo – Paz Universal dos Homens”, É o Bode de Mendés; V. Henry Robert Petit, “Le drame maçonique”, página 72).

Um dos mais interessantes documentos sobre a conspiração dos alfaiates que o historiador teve acesso foi decerto o modelo ou projeto de sua bandeira. Por ela se vê, quando se quer conhecer o simbolismo judaico e franco-maçônico, quem inspirava os conspiradores. Basta saber lê-la para compreender os fundamentos judaico-maçônico do internacional socialismo da conjura. Consta de três palas, duas azuis e uma branca no meio. Nesta, uma grande estrela encarnada de cinco pontas, com a ponta ímpar voltada para baixo. Entre as pontas da grande estrela, aparecem cinco estrelinhas, também vermelhas, mas de pontas voltadas para cima. (cf. F. Borges de Barros, “Anais do Arquivo Público e Museu da Bahia”, vol IX; Clovis Ribeiro. “Brasões e bandeiras do Brasil”, São Paulo, Ano de 1933, páginas 134-135).

É a mesma estrela do brazão atual da Rússia Soviética, porém invertida. Quando esta estrela não é invertida, tem raios entre as pontas, DENOMINA-SE NA KABALAH JUDAICA REMPHAM, a Estrela Flamejante, ou seja, a Estrela Flamígera, como escrevia o patriarca da Independência e Gr.: Mest.: José Bonifácio de Andrada e Silva. (cf. Manifesto do Grande Oriente Brasileiro, publicado em 1832, já mencionado anteriormente). Existem Sociedades Esotéricas cuja Estrela Flamígera é descrita simbolicamente por uma Estrela de Sete pontas e as cores do arco íris.

A Estrela de cinco pontas, representa, pelo que nos mostra a tecnologia astrológica, a descrição simbólica do Homem Perfeito sob o domínio dos diversos astros celestes do Esquema Planetário. É  o sinal do macrouniverso semelhante o microcósmico contido na gênese humana, emblema do homem-espírito sobre a terra que tem o dever de dominar. Sem os raios zodiacais traçados, é simplesmente o símbolo do homem em si, porque o contém, corporal e abruptamente dentro de suas linhas. (Cf. Henri Durville, “Os Mistérios da Maçonaria e das Sociedades Secretas”, ed. “O Pensamento”, São Paulo, Ano de 1929, página 63.) A cor encarnada significa que suas conquistas se farão pela prática da violência, da criminalidade, do terrorismo, pelo fogo consumidor e pelo derramamento de sangue, no exemplo do Santo Ofício de Roma.

Dada a Revolução Baiana, foi mostrada de maneira visível as tendências socialistas que nela foram flagrantemente observadas. Esta, porém, puseram o simbolismo apontando para baixo a Estrela mágica de cinco pontas, vermelha e invertida; é o hieróglifo cabalístico do Baphomet templário – judaico-maçônico. É a projeção Arquitetônica do Universo absolutista do cativeiro que aprisiona o espírito na matéria. É o espírito que desce, mediante a providencial Ordem Suprema do Criador de tudo, para o cumprimento do dever eterno e para a satisfação das coisas materiais sob Deus, sendo isso o ideal de existência consciente de Deus. (cf. Eliphas Levi, “Les mystéres de la Kabbaflle”, ed. Nourry, Paris, Ano de 1920, página 51). Mas é o “Não matarás!”.

Diante desta exposição estarrecedora, na descrição maçônica da bandeira baiana, a grande estrela invertida e rubra representa a massa popular sendo manobrada e as estrelas pequeninas de ponta para cima, os seus mandatários. Não há nada mais comparável com a nefanda Inquisição.

Os símbolos, para quem os saiba discernir, ensinam mais do que muitas páginas de história. O estudo do Simbolismo é milenarmente anterior a raça hebraica. Historicamente, deve toda sociedade humana, ainda hoje, o conhecimento humanamente simbólico ou imaginário traduzido da codificação hermeticamente revelada, no Egito antigo feita por Hermes Trismegisto. Se assim não fora feito, todos os dados científicos que a sociedade humana hoje possui, ter-se-iam consumido pelos dogmas dos remotos sectários antepassados, como foram os que estiveram na colossal Biblioteca de Alexandria, mas mandada incendiar  por ordem do humanóide Omar I, Abu Haisah Ibn el Khattab, porque os ensinamentos astrológicos foram de encontro ao fanatismo religioso dos povos da Mesopotâmia antiga.

Foi Hermes Trismegisto O CODIFICADOR DE TODAS AS FILOSOFIA, CIÊNCIA, MAGIA, RELIGIOSIDADE E ARTE erroneamente chamadas de Ocultismo; na codificação ele assegura que o Sol é a personificação visível de Deus. Isto contraria a fé cega daqueles remotos antepassados da Dinastia Lunar primitiva... desde os Sumérios.

Ora, não importa o ponto de vista que os nossos ancestrais acreditassem ou não acreditassem que o Sol é que se ia em torno do planeta Terra, ou que nos tinha, gravitando, em volta dele. O que muito mais importa é o seu Influxo, essa força predominante sobre a Natureza ainda desconhecida para os povos, emanada do seu foco, dos raios cromáticos, caloríficos e eletromagnéticos formadores da “rede sistêmica de causa e efeitos que está sintonizada diretamente em conexão com a gênese humana, microcosmo, ao macrocosmo, chamada Universos material e antimaterial. É único o princípio ativo.

Não importa que ainda exista pouco tempo, intelectuais de quem historicamente se diziam sábios, tivessem a veleidade de dizer que “não existe no organismo do ser humano sensível à ação do eletromagnetismo estelar”, e que, só aparelhagem sensibilíssima o registram, capaz de provar que o grande magneto que é o planeta  Terra é também um magneto variável”; dando, desta maneira, inequívocas mostras de total desconhecimento do determinismo da Fisiologia humana, o ramo científico que trata do organismo e as suas funções orgânicas, pelas quais o ser vivente se manifesta (isto é, o espírito). O fisiologista Cláudio Galeno, médico grego, século II (131-201), radicalmente contrário o estudo da Astromedicina, discordou dos princípios de Hipócrates – o pai da medicina, que o antecedera e viveu 400 anos antes da vinda do Senhor Jesus Cristo. Quanta infelicidade esse fisiologista causou a toda sociedade humana atual!

Pobres sábios e representantes dos povos na atualidade! Ignoram a realidade em pleno século XXI, no que os associados das Sociedades secretas compilaram os fragmentos da codificação do Hermetismo. Na verdade, os ramos filosóficos ou científicos que transcendem o conhecimento humano comum, ou acadêmico, não foram de nenhum modo oculto, secreto ou esotérico, e, sim, dificultado aos profanos que, por questões as mais diversas, jamais deviam delas tomar conhecimento do ensino da Simbologia. “Não se dá aos porcos pérolas”.

Nesse sentido, o mérito coube ao autor maçônico Dario Veloso tendo escrito sobre o simbolismo de modo a não deixar dúvidas de que DEVEMOS INVOCÁ-LO PARA EXPLICAR OS PONTOS ESSENCIALMENTE FUNDAMENTAL DE NOSSA DESCOBERTA HISTÓRICA em que as forças ditas ocultas, que do mesmo simbolismo interagem, tomam parte direta ou indiretamente. O influxo é inegável. Citemo-lo abundantemente. “O símbolo é a afirmação discreta da verdade não expressa”. Eis aí está descrito o apogeu da Umbanda Integral.

Segundo o escritor Dario Veloso, “os símbolos da maçonaria encerram verdades profundas, maravilhosos segredos, ensinamentos que só devem ser conhecidos pela iniciação sistemática e progressiva”. “A franco-maçonaria conserva a ciência dos santuários e os símbolos do esoterismo, que recebe e transmite por iniciação”. É pelo simbolismo que a maçonaria conserva e transmite a ciência compilada da antiguidade, os fragmentos do segredo das tradições, a moral dos santuários, a norma social dos homens livres e de boa vontade”. Perdoe-nos Dario Veloso, mas os símbolos são grafias hieráticas de Umbanda – os pontos riscados.

“Na maçonaria, os objetos que nos apresentam a contemplação tem simbolismo característico, sintético, a um tempo velando ou revelando princípios, verdades científicas ou morais, em seu silêncio eloqüente, insinuante e vitorioso através dos tempos, das iniciações, dos mistérios. São símbolos: o Sol, a Lua, as estrelas, os planetas, o triângulo esplendente... (cf. Dario Veloso, “O Templo Maçônico”, páginas 52, 53, 141, 204 e 206).

Isto posto, preliminarmente, explicaria, sem uma justificativa legal, as razões alegadas pelos membros do Supremo Conselho da rua do Carmo, ao destacar o seguinte: “A atual Constituição do Grande Oriente do Brasil é uma simples paródia da Constituição do Grande Oriente da França. As suas classes legislativa e administrativa trabalham no Rito Francês ou Moderno. A  Bíblia foi escorraçada do Altar. Os Landmarks da antiga maçonaria, desdenhados, desprezados, desconhecidos. As fórmulas de invocação do Gr.: Arq.: do Univ.: foram banidas. Profanos que se jactam do seu confessado ateísmo são iniciados maçons e vão ocupar os mais elevados postos na administração. A política profana, os assuntos que mais de encontro vão às leis e às tradições da ordem são os temas habituais das discussões e dos trabalhos. Moções de caráter nitidamente, caracteristicamente político são propostas em lojas, ou na Assembléia Legislativa do Grande Oriente e, no dia seguinte, têm larga divulgação na impressa profana. Os candidatos a cargos eletivos têm as suas candidaturas discutidas, adotadas ou repelidas pelos Corpos Maçônicos. O Grande Oriente do Brasil não é mais um corpo maçônico senão no nome. Afronta todas as proibições das leis, usos e tradições maçônicas. É apenas um Clube com o rótulo de maçonaria”. (Vide a obra “Igreja & Maçônaria”, autoria de Dom Boaventura Kloppenburg, ed. Vozes, Ano de 1992, Petrópolis,  Rio de Janeiro, páginas 18-19).

Considerando que, no decorrer desse período ordinário da independência brasileira, havendo a participação efetiva da irmandade estrangeira do Grande Oriente, nessa fase da monarquia internacional da Verdadeira História Geral do Brasil, temos de interpretar constantemente muitos símbolos e alegorias da comunidade judaica-Kabalista-maçônica mundial. No conteúdo da Bíblia consta apenas uma parcial fração proporcional da mesma alegoria, cuja autoria é atribuída a Esdras, no Antigo Testamento. Somos por isso levados as pesquisas investigativas para documentar fartamente todo o assunto, a fim de que não haja suspeita de que inventamos textos do arco-da-velha.

O público leitor está diante das provas, ao saber que recorremos além das obras do maçom A. Cavante de Albuquerque, do senhor Adelino de Figueiredo Lima e Dario Veloso, que são autoridades nacionais, às autoridades maçônicas estrangeiras. A Biblioteca Maçônica, por exemplo, divulga publicamente: “Devem-se entender por símbolos certas figuras ou imagens alusivas a um sentido moral. O compasso, a régua, o triângulo, o esquadro, o Sol, a Lua, as estrelas, as estátuas SÃO SÍMBOLOS DE QUE USARAM OS PRIMEIROS SÁBIOS PERSAS PARA OCULTAR O SENTIDO REAL DO SEU PENSAMENTO”.

É evidente que “os deuses pensam de uma forma realmente diversa dos homens. Os pensamentos dos seres humanos são imagens ou símbolos; os pensamentos dos deuses são seres vivos”.

Ora, nenhum símbolo exprime mais eloqüentemente o enigma entrelaçado da Natureza e do Homem do que a Esfinge antiga da imemorial civilização Egípcia. Foi a decifrar seu sentido que se dedicaram o pensamento humano, os povos e as religiões.

Há cerca de algumas dezenas de milênios, isto é, desde a origem das primeiras civilizações da Ásia e da África, anteriores as civilizações européias, a colossal Esfinge de Gisé, talhada na rocha e em repouso na fulva do deserto da Mesopotâmia, propõe a cada viandante o temível problema, pois uma linguagem sobre-humana, mais impressionante do que todas as línguas faladas, emana de sua forma muda projetada e de sua fronte altiva: “Olha-me, diz ela, eu sou a Esfinge-Natureza, Anjo, águia, leão e touro (isto é, igualmente os quatro signos zodiacais), tenho a face augusta de um Deus e o corpo de um Besta alada e rugidora. (cf. Apocalipse, capítulo IV, versículos 6 a 8) Não tens minhas ancas, nem minhas garras, nem minhas asas, mas teu ventre é semelhante ao meu. Quem és tu? De onde vens? Aonde vais? Saíste do limo da terra ou desceste do disco cósmico cintilante do glorioso influxo solar que surge lá na existência terrestre na cordilheira da Arábia?

Eu sou, eu vejo, eu sei desde a eternidade. Porque eu sou um dos muitos Arquétipos eternos que vivem na Luz incriada... mas... não me é permitido expressar de outra maneira a não ser por minha presença. Mas eu sou a Luz do Mundo! Quanto a ti, homem efêmero, viajante ora obscuridade, sombra que passa a partir da morte, procura – e descubra, senão – desespera!”

À questão lancinante, ao imperioso comando da Besta do Apocalipse, as mitologias, as religiões, as sociedades secretas, todas as filosofias responderam sob mil formas expressivas no curso de toda História da Humanidade. Eis aí descrevemos a Evolução planetária e a origem da gênese humana.

Diante desta exposição do enigma da Esfinge e da Sabedoria primordial dos fiéis umbandistas, a sociedade brasileira, deste século XXI em diante aproximar-se-á da plataforma transcendental e terá alcançado o conhecimento humano de volta a origem divina ao trono consciente de Cristo.

Veja quem tiver olhos de ver! Quem viver verá!

Na opinião do maçom Barbet, “o simbolismo é verdadeiro pela Grande lei da Analogia, que repete em todos os graus da civilização um mesmo princípio ativo sempre fecundo”. (cf. “Essai sur l`evolution de l`ider”.) Para Papus, “o símbolo pertence originariamente à escrita da linguagem: designa uma idéia”. (cf. “Traité methodique des sciences occultes”.) Para Eliphas Levi, “os símbolos maçônicos constituem em seu conjunto uma síntese religiosa”. (cf. “Le livre des splendeurs”.) E o citado Dario Veloso ainda acrescenta: “todo símbolo, qualquer que seja a espécie, a obra, a idade e o tempo, uma vez concebido por um iniciado, contém três sentidos, três interpretações distintas: literal, figurada e esotérica.

- No sentido literal, exprime o objeto que representa em suas analogias e generalidades.

- No sentido figurado, representa em suas analogias idéia, princípio análogo com o pensamento que o mesmo objeto pensado desperta, pela propriedade que lhe são inerentes.

- No sentido esotérico, encerra toda verdade; é a chave variável não adotada ainda em seu significado convencional, e apenas sabido pela revelação constitucional do legista tenha concluído a carreira iniciática, de iniciado servidor aos desejos expressos pelo povo por inteiro. Este é o dever daquele que compreende Deus, tem amor ao seu próximo como a si mesmo e age de iniciado a iniciado, confidencial, cabalistimente...

O simbolismo, quando bem compreendido pelo público leitor interessado, grava para sempre em cada espírito e recorda ao iniciado os ensinamentos transmitidos mais complexos e transcendente. (cf. Dario Veloso, op. cit. páginas 207-208).

Recorreu o sistema D´Aumbhandan à interpretação coerente desde a histórica evolução divinamente da Esfinge ao Cristo Cósmico, para a melhor compreensão do Senhor Jesus Cristo, e em cima dos fragmentos compilados da maçonaria oficializada pelo patriarca da independência José Bonifácio (1832). A maneira como foram os símbolos usados no Brasil pelas poderosas razões da concepção expostas, e mais porque “o simbolismo se baseia nas idéias mais racionais, mais profundas, misteriosas e evidentes, ao mesmo tempo. (cf. Landriot, “Le Symbolisme”, página 85). Então o caboclo das Sete Encruzilhadas viu o patriarca apropriar-se da Essência de Deus.

Concluindo, um ano antes da conjuração baiana, em julho de 1797, estabelecera na cidade baiana a Sociedade Secreta dos Cavaleiros da luz, anteriormente; ele tornou-se o mais famoso em todos os movimentos fundamentalistas maçônicos no país aquela época e escapou ao cadafalso, graças às suas participações estratégicas e dos comparsas. (cf. Mário Bhering, “Introdução ao tomo XLIII e XLIV dos Anais da Biblioteca Nacional”, página XL. Cf. Braz do Amaral, op. cit.).

Em cima dessa ousadia do patriarca português, antecipara-se a providencial interveniência da Governabilidade do mundo sob a supremacia do Cristo Imanente, a Personalidade plasmada do Senhor Jesus sobre o território originalmente confiado aos indígenas, e Oxalá. Pois, além dessa oficialização proposta pelo português José Bonifácio de Andrada e Silva, através das sociedades secretas, deixou decretada as vindas e idas de quaisquer delegações maçônicas estrangeiras ao território brasileiro. A partir dessa abertura em diante, a providência inadiável veio surpreendentemente com as manifestações das almas ou espíritos daqueles que, outrora, se ocuparam dentro daquela povoação dos indígenas, falando em nome da Umbanda típica do Brasil atual. Todos sabem e denunciam o quanto padeceu aquela gente e os negros feito escravos dos invasores dos vários países.

Além da oficialidade, da ousadia do patriarca, faz supor que os símbolos mesmo os da astronomia  seriam próprios dos maçons daqueles países: Escócia, França, Israel, Inglaterra, Portugal e que traziam para a implantação no Brasil.

Ora, Deus é o Geômetra do Universo. As imagens ou os símbolos são os signos ou sinais hieráticos primevos dos caracteres da grafia dos orixás de Umbanda. Fazem parte dos traços ou pontos riscados pelos remotíssimos domésticos saídos do tronco dos tupis – a raça vermelha das priscas eras; e foram transmitidos aos seus descendentes da raça ameríndia sul americanos, desde o período pré-histórico. Portanto, as cinco principais figuras geométrica foram o vocábulo Umbanda (ver a obra publicada deste autor, “Aumbhandan – O Elo de Volta ao Supremo”, páginas 141-143).

Durante a conjuração baiana (1798) ocorria em Salvador uma insatisfação generalizada que veio acumulada desde o século XVII e sem nenhuma perspectiva social, política ou religiosa, em face dos atos escancarados de corrupção, onda de violência sem controle das autoridades, crimes praticados desordenadamente e desmando, denunciados por Gregório de Matos Guerra.

Os infelizes alfaiates pagavam sozinhos o pato. A grande estrela vermelha invertida foi o símbolo usado sigilosamente para sacrificá-los. As estrelinhas também vermelhas, asseguravam  aos delatores e executores a salvação com armas utilizadas e bagagens para o cometimento, repetidas vezes, de outros novos golpes fatais. Há quem denuncie essas práticas de rituais satânicos. Com certeza, “papéis libertinos” contendo alguns símbolos cabalísticos eram assoprados pelos “agentes especialistas” da Sociedade dos Cavaleiros da luz”, contando com a participação do oficial inglês e dos franceses, que agiam nas trevas, com sói acontecer, contra os indefesos; os pardos milicianos auxiliam com as anotações dos cadernos do tenente Hermógenes, Francisco de Aguilar Pantoja, (cf. Braz do Amaral, “op. cit.”), íntimo dos oficiais franceses do Grande Oriente atuante no país sob as “Declarações de princípios partidários liberais”, cuja linguagem empolada e ressoante de palavras discursivas como liberdade igualitária, sem discriminação de natureza religiosa, social ou política do homem livre, e direitos e deveres individual ou coletivo dos cidadãos; deslumbrou-lhes as mentes primárias, e os pendurou na forca mesmo assim...

Diante desta exposição irrefutável, as muitas constituições foram e são ainda sancionadas – a partir do reinado inglês, francês e americano, estendido com o japonês, o turco e o italiano – fazendo com que os povos acreditassem todas as leis complementares estabelecidas a desejos expressos pela sociedade humana atual. Mas a realidade é que não só naqueles países monárquicos ou republicanos, como nos supostamente mais livres – por exemplo Israel, a Inglaterra, a França, a Rússia, o Canadá, os Estados Unidos e outros -, as leis mutáveis não foram feitas sem a contribuição dos movimentos maçônicos visando atender à vontade da multidão, mas sim à vontade daqueles que detêm o poder e preservando a oligarquia. Portanto elas são permanentemente protecionistas, e em toda parte do mundo, aquelas que mais vantagens possam trazer à classe dominante, as  elites e aos “poderosos” mortais. Em toda parte e sempre, as leis mutáveis são impostas a todos os eleitores e o povo utilizando os inúmeros meios estratégicos capazes de fazer com que algumas pessoas contrárias a tudo isso sejam submetidas a este estado desigual à vontade de outras (isto é, pancadas, perda da liberdade e fratricídio.) Não se decidiu pela Constituição ética sob os princípios de Deus.

Nem poderia ser de outro modo, já que as leis mutáveis são uma forma de exigir dos eleitores que determinadas regras sejam obedecidas, o seu cumprimento, e de obrigar determinadas pessoas a cumpri-las (ou seja: fazer o que outras pessoas querem que elas façam), e isso, da maneira como imaginam os governantes mortais, só pode ser obrigado com escorchantes cobranças de impostos, reações violentas, olho por olho, dente por dente, pancadaria, com a perda da liberdade igualitária e com o enforcamento, à semelhança dos movimentos durante e após a Independência. Se as leis mutáveis, existem, devido a estes reagentes efeitos do povo insatisfeito, o poder julga necessário que haja uma força capaz de obrigar as pessoas a respeitá-las. E só encontra um meio capaz de fazer com que alguns, dentre os eleitores, se submetam à vontade de outros, e esse meio é o direito da força, ou seja, o uso da violência com fulcro nas leis dos homens. Não a violência simplista, que alguém da sociedade usa contra aqueles feitos como sua vítima  em momento de prazer doentio, mas uma violência organizada de irresponsabilidade, aplicada por alguns daqueles que têm o poder nas mãos, confiantes na impunidade, para fazer com que os outros sem prestígio da própria lei obedeçam à sua vontade.

Desse modo, os ditames essenciais da Legislação não  estão no Sujeito, no Objetivo, no Direito, na melhor Idéia do domínio da vontade coletiva do povo ou em uma outra qualquer condição tão caótica e indefinida, mas sim no fato de que, aqueles que tendo o dever coibir a violência ou o crime organizado, dispõem de poderes para o uso da força devendo os outros obedecer-lhes, fazendo aquilo que eles arbitram que seja feito.

Assim, reproduzimos aqui uma definição exata e irrefutável para a ordem Legislativa, que pode ser compreendida por toda Legislação e por todos, é esta: “As leis são feitas por pessoas que governam por meio da violência organizada e que, quando não acatadas, podem fazer com que aqueles que se recusam a obedecer-lhes sofram pancadas, a perda da liberdade e até mesmo a morte”. (Leon Tolstoi, “A escravidão de nosso tempo”)

Legislação humana falível é como teia de aranhas: encarcera muitos pequenos, enquanto os animais de grande porte a arrebentam e escapam”. (D´Aumbhandan).

"NA SENDA DO SABER ENCONTRARÁS A VERDADE"
 


Última alteração em 05-23-2014 @ 12:52 am

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