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CRUZAUM - Cartilha nº 16
Inserido por: Itauna
Em: 05-23-2014 @ 01:21 am
 

 

 

 

MINISTÉRIO CRISTÃO

SISTEMA D´AUMBHANDAN

UMBANDA INTEGRAL

 

 

Cartilha nº 16

 

CONFESSAM OU NEGAM A PALAVRA DE DEUS?

 

A Cruzada dos Militares Fiéis Umbandistas do Brasil surgiu, às 20:02, de 20.02.2002, no cenário histórico da nossa nação, dando prova ao mundo que a palavra do Senhor no conteúdo da Bíblia, mais precisamente o livro Levítico por inteiro, sempre veio sendo negada a sua divulgação pelos membros das igrejas ou seitas sectárias religiosas, em todo o território nacional. Fazem supor que rejeitam a palavra de Deus, são contrários a todas as oferendas, os sacrifícios pelos pecados por ignorância dos sacerdotes, pelos pecados por ignorância dos príncipes, pelos pecados por ignorância de qualquer pessoa, pelos pecados ocultos, pelos pecados por ignorância, pelo sacrilégio, pelos pecados voluntários, pelos pecados de ignorância, os sacrifícios pacíficos etc.

Afinal, a legislação da oferenda de manjares, na consagração dos sacerdotes, da oferenda pelo pecado, da oferenda pela culpa, das oferendas pacíficas, acerca do leproso de sarado, acerca da lepra numa casa, do sacrifício pelo próprio sumo sacerdote, do sacrifício pelo povo, dos casamentos lícitos, das uniões abomináveis, das penas de diversos crimes, acerca de comer coisas santas, para os sacerdotes, o pentecoste, a favor dos escravos, bênçãos decorrentes da obediência etc... Por quê os pastores e sacerdotes diversos das atuais igrejas e seitas sectárias religiosas rejeitam em repúdio a difusão da palavra do Senhor ao Legislador do judaísmo, Moisés?

Como não bastasse, por conta própria, os seus antepassados subtraíram do conteúdo bíblico dezenas de outros livros contendo a mesma palavra do Senhor. Pois esses realistas “de araque” se julgaram acima da palavra do Rei dos reis do mundo ilusório. Possivelmente, estariam imaginando Deus muito além do alcance dos seus atos de desobediência. Então não escondem tais abusos. E ainda assacam suas diatribes contra a Religião Umbanda por haver definido que é A MANIFESTAÇÃO DO VERDADEIRO SER VIVO PARA A PRÁTICA DE CARIDADE.

 

REENCONTRO COM “EU SOU”

 

 

Passei tanto tempo te procurando.

Não sabia onde encontrarte.

Olhava para o Infinito, e não te via ...

E pensava comigo até formando imagens:

onde será que tu existes?

Não me contentava na busca insistente

e prosseguia; tentei até nas religiões,

nos recintos templários, e não te fixas neles.

Busquei-te através dos discursos dos prelados,

e também não sabem que Tu és, nem onde te localizas.

Sentia-me inteiramente só, vazio,

desesperado e descrente das oratórias e dos credos.

E na descrença te ofendi,

na ofensa tropecei,

no tropeço afundei,

havendo afundado senti-me frustrado,

na frustração procurei socorro,

sendo socorrido deparei com uns amigos,

aliando-me aos poucos amigos obtive carinho,

no carinho vi surgir o amor,

com amor sincero despertei um mundo melhor;

neste mundo renovado decidi sobreviver.

O que recebi de conhecimento primordial

resolvi partilhar com alguns outros.

E dando algo do meu “eu”

muito mais recebi abundantemente.

Tendo o meu saber redobrado, senti-me feliz.

fiz despertar em mim a Paz interior.

E tendo Paz interior,

consegui reconhecer dentro de mim

é aqui onde posso Te reencontrar sem ir a lugar algum!

 

Faz saber, portanto, a Legislação original da Cruzada dos Militares Fiéis Umbandistas do Brasil para o mundo, aos quantos virem a procura de Conhecimento primordial para o Sacerdócio de Cristo. O Conhecimento primordial vem das mais elevadas dimensões siderais dos seres vivos, chamados orixás ou deuses sob os desígnios de Senhor Altíssimo. Foram compilados os seus fragmentos chegados sobre a terra, tornando em conhecimento humano intemporal, referindo-se ao conhecimento adquirido da audição; não é conhecimento experimental devido a deficiência dos nossos sentidos materiais imperfeitos.

Há quem desafie, por ignorância, e diz: “Você me pode mostrar Deus?” Você jamais O verá se não tem os olhos de ver!

A respeitabilíssima senhora Chiang Sing, jornalista e escritora brasileira, tendo vivido entre os místicos e os magos do Tibet antigo, em uma certa ocasião, perguntou a um dos lamas tibetano da caravana, ao que respondeu-lhe: “Nossas Escrituras santas asseguram que as Américas surgiram das águas do oceano, milênios antes do Oriente. Nossa história tibetana oficial parece antiga, mas, na realidade, é tão nova que ainda pode ser lembrada... Sim, é verdade – falava o Dr. Vessantara -, foi das Américas que, HÁ MUITOS MILÊNIOS, SAÍRAM OS PRIMEIROS SÁBIOS QUE SE FIXARAM EM OUTROS PONTOS DA TERRA, levavam com eles grandes conhecimentos que serviram de base para as fundações de muitas civilizações.

Nossas lendas – prosseguia Tsarong (outro guia) – afirmam que uma enorme catástrofe destruiu nosso país de origem, uma grande ilha no oceano, habitada por um povo próspero e notável, do qual alguns grupos puderam alcançar o Egito, a Índia e as Américas, escapando assim do desastre. Contudo, alguns desses grupos, por motivos que ignoro, regrediram espiritualmente e tornaram-se selvagens, com exceção dos Aztecas, dos Incas e dos Maias. Daí a semelhança que existe entre esses indígenas e os asiáticos”. (cf. Chiang Sing, “Mistérios e Magias do Tibete”, 4a edição, Livraria Freitas Bastos S.A., Ano de 1984, páginas 20-23).

Diante deste depoimento irrefutável da nobre escritora, queremos retorno da opinião pública, em relação aos que ousem em protestar, por que não se reproduzir grandiosa fonte, incontáveis vezes, para que haja reconhecidamente a precedência dos descendentes da raça ameríndia em virtude da antiguidade do Conhecimento primordial? Quem estaria plagiando quem? Alguns velhacos nos criticam por tornar redivivo algumas outras boas fontes cujas idéias julgamos notáveis.

Outra excepcional fonte fidedigna, “Os Upanishads”, são Escrituras santas que fazem parte das antigas tradições védicas; é uma palavra sânscrita. Significa a conquista da inteligência superior dominando a ignorância. Expandiam-se as teses doutrinárias do Monismo, embasadas nos mais primitivos autóctones, que durante as priscas eras já dispunham de uma indestrutível cultura milenar, técnicas agrícola, ritos, culto a Ancestralidade, oferenda, mágica, sacrilégio, sacrifícios pacíficos, mitos, tradições, e rudimentares sistemas de filosofia de vida e da existência sobre a terra. Estariam os povos tribais já organizados em nações civilizadas que, à mão armada, em defesa própria, resistiriam, aos invasores (quer dizer criminosos de guerra) e de cuja resistência seriam ecos as epopéias do “Mahabárata” e do “Ramayana”, chamados os livros santos dos hinduístas.

Teriam os invasores, em uma determinada ocasião, destruído totalmente a civilização dos ameríndios das Américas das povoações do tronco tupi como, por exemplo, os Maias, Aztecas, Toltecas, Quichuas, Guarays e Tapuias assim como as representações do império peninsular ibérico da Espanha antiga e do mesclado império de Portugal e a civilização dos aborígines da Índia primitiva.

Dispuseram os invasores da superioridade do seu armamento bélico mas não puderam exercer o pleno domínio político e religioso por ambas as penínsulas ibérica e industânica. Em muitas regiões territoriais, A RESISTÊNCIA DA PARTE DOS AUTÓCTONES CONSEGUIU MODERAR A SUJEIÇÃO.

Diante desta exposição incontestável, haverá ainda hoje algum, dentre todos os brasileiros autênticos nativistas, que hesite quanto a precedência antiqüíssima do Conhecimento primordial, isto é, a cultura milenar nossa ou, melhor, desta pátria chamada Brasil?

 

A MAIS ABRANGENTE PESQUISA INVESTIGATIVA

 

São muito bem aceitas declarações irrefutáveis daqueles Lamas tibetanos antigos, tendo deixado o registro em seus livros santos, em defesa das prerrogativas e precedência da cultura milenar dos nossos descendentes da raça ameríndia. Está sacramentado que Ocidente dispõe de anterioridade milenar em relação ao Oriente e a Mesopotâmia primitiva. Todos os eruditos, intelectuais, rabinos, islâmicos e outros eclesiastas desejavam que fosse ao contrário; o Oriente seria anterior ao Ocidente. Quanto os senhores historiadores embarcavam nessa mesma expedição.

Os descendentes da raça ameríndia tiveram participação efetiva, comungavam do seguinte postulado que exprime a palavra sânscrita: “Tat Twan asi”, o que quer dizer Tu És Aquilo. Eis aí ficou descrita a unidade fundamental, a verdadeira identidade universal de substância, podendo ser Aquilo um animal aquático, uma pedra, uma árvore, um animal irracional, um outro homem, um orixá, um deus, um astro estelar, ou o próprio Criador Supremo... “Aquilo que constitui a essência sutil; aquilo que em tudo o que existe tem a sua própria essência, é o Verdadeiro Ser. E tu és esse ser”.

Convivendo no Sul e no Nordeste da Índia antiga, foi possível menos aspereza nas relações dos aborígines, em vez da destruição dos manuscritos santos deixados por aqueles primeiros sábios da raça ameríndia das Américas, de modo que séculos depois da vinda do Nordeste registrariam os livros santos do Budismo – uma forma de civilidade avançada de sincretismo filosófico-religioso hindu. Mas, anteriormente, apresentar-se-ia o sistema do Yôga Sânkhya como outra opção racionalista de sincretismo dos pressupostos do dualismo naturalista dos Vedas.

Que são os Vedas? A raiz verbal sânscrita de Veda podemos interpretar de várias maneiras lingüísticas faladas e escritas, e a intencionalidade é finalmente uma só. Veda significa conhecimento.

Em todos os países de natureza ocidentalista ou orientalista, qualquer conhecimento que você(s) aceite(m) é veda, porque os ensinos védicos são igualmente o Conhecimento primordial, e sua originalidade é o pensamento imutável dos deuses, chamados orixás na linguagem dos fiéis umbandistas ou candomblecistas. Na essência, os deuses ou orixás são seres vivos.

Nós, os brasileiros autênticos nativistas de descendência dos remotos antepassados indígenas, tomamos a defesa igualitária do nosso Conhecimento uno primordial. Este Conhecimento não são os mesmos fragmentos compilados de conhecimento humano distorcidos a cada  ocasião. O Conhecimento primordial vem das mais elevadas dimensões espirituais, foram adquiridos através da audição; não é conhecimento experimental.

É verdade, caminhamos em busca dAquilo que nos assegurasse a mais abrangente pesquisa investigativa. Assim este autor veio trabalhando as melhores fontes literárias conhecidas dos vários povos. Ma o Proprietário de tudo é Cristo. Já nos basta ser fiel ao Senhor Jesus Cristo – o eleito do Altíssimo.

O Universo material é um passatempo de Cristo. Importa-lhe muito pouco os incontáveis nomes através dos quais toda a sociedade humana atual queira reverenciá-lo de maneira invocatória. A realidade do mundo material está apenas em sua limitada participação atrelada a Natureza unida conjugalmente à Providência Divina. Enquanto isso, confusos, os cientistas acham que a Vida seria o mapa do DNA.

Em verdade, o Universo por inteiro é ao mesmo instante a Morada ou, por melhor dizer, do próprio Tupan para cultuação dos Ancestrais indígenas, de Brahma para cultuação dos Ancestrais hinduístas ou Orixalá  para cultuação dos fiéis umbandistas ou candomblecistas e muitos outros tantos seres vivos. O limite que a Divindade estabelece à sua Forma Transcendental adquire, perante a nossa sensibilidade e inteligência, o aspecto da manifestação universal por inteiro. Aquilo que nos parece tempo e temporalidade nada mais é do que a maneira segundo a qual concebemos o mesmo influxo da impulsividade do Criador Supremo, circunscrita a uma seção do Espaço universal.

Nem por isso deixa o Universo antimaterial do ser real. Mas se supuséssemos que essa realidade pode ser descoberta nas conseqüentes ocorrências catastróficas sucessivas, ou acontecimentos  históricos; essa suposição é contudo Maya – ilusão, pois em verdade o fenômeno é apenas exterioridade.

O que se poderia denominar de Tempo seria “o intervalo entre o início e o término”, compreendido como o percurso da alma pelos diversos níveis fenomênicos do que se entende como Espaço, pelo Universo. Em toda sua extensão, esse percurso é descrito como um movimento pendular.

A existência de tudo e todos se verificaria pois submetida a duplo ritmo fenomênico, a saber: um centrífugo e outro centrípeto, expiração e inspiração de essências.

É ilusório supor que os seres e as coisa criadas se sucedem. Evolução, Involução, Passado, Presente e Futuro são representações imagináveis, ilusórias formadas em nossa consciência individual, limitada, condicionada em uma qualquer forma corpórea.

Portanto, o Universo não subsiste como algo distinto da Superalma, inerente ao Criador Supremo; sua realidade absoluta decorre da realidade do Supremo Tupan, Brahma ou Orixalá. Tudo é Deus!

No que diz respeito a identidade universal de substância, segundo o postulado “Tu És Aquilo”, sobretudo porque tais bases doutrinárias sólidas de Sabedoria primordial, não resultam apenas de elucubração racional, mas também se apóiam em muitas vivências psicológicas.  Veio sendo assim desde a resistência daqueles autóctones e remotos descendentes dos aborígines sobreviventes em muitas regiões territoriais, tais como os da raça Tolteca (terceira sub-raça), que constitui um desenvolvimento esplêndido. Foi a raça Tolteca que desenvolveu o mais elevado grau de civilização e organizou o mais poderoso império de todas as povoações atlantes, estabelecendo pela primeira vez o princípio da sucessão hereditária. A princípio esses povos tribais dividiram-se em vários e pequenos reinos independentes, que lutavam entre si, e todos em guerra com os “moahals-lemurianos do sul. Estes últimos foram gradualmente conquistados e dominados – muitas de suas tribos foram escravizadas. Entretanto, cerca de UM MILHÃO DE ANOS ATRÁS, esses reinos independentes uniram-se numa grande federação e reconheceram um único imperador como chefe. Naturalmente, isso se deu através de grandes guerras, mas resultou em paz e prosperidade para raça Tolteca.

A primeira sub-raça tribal iniciou-se anteriormente sob a mais perfeita forma de governo concebível. Devemos compreender que isso se deu antes em virtude das necessidades de sua infância do que dos méritos de sua maturidade. Por exemplo, “moahals-lemurianos” eram incapazes de desenvolver um programa de governo fixo, e tampouco atingiram um nível de civilização tão elevado quanto o alcançado pelas sexta e sétima sub-raças lemurianas.

A nossa própria quinta sub-raça tribal, ou sub-raça teutônica, já se desdobrou em muitas nações, mas ainda não completou seu curso conclusivo, enquanto as sexta e sétima sub-raças, que se desenvolverão nos continentes da América do Sul e do Norte, TERÃO AINDA MILHARES DE ANOS DE HISTÓRIA A DAR AO MUNDO.

Durante o desenvolvimento da quarta raça tribal, EM MAIS DE UMA OCASIÃO ACONTECERAM CATÁSTROFES, DESTRUIÇÕES DE POVOS, numa escala que ainda não foi experimentada durante a existência da nossa atual quinta raça. A destruição da Atlântida foi motivada por uma série de catástrofe das mais variadas espécies criadas, desde grandes cataclismos, onde territórios e povoações inteiras pereceram, até os comparativamente insignificantes deslizamentos montanhosos, tais como os que acontecem hoje em dia em nossas costas brasileiras e outras em outras nações.

 

A SIMILARIDADE DE CRENÇA, RITUAL E

ARQUITETURA RELIGIOSA

 

Quatro grandes catástrofes sobressaem, em magnitude, a todas as outras. Vamos aqui reportar-nos a quarta e última grande catástrofe, no ano de 9.564 a.C.

No México e no Peru, nada parece ter surpreendido mais os primeiros invasores aventureiros Espanhóis do que a extraordinária similaridade entre as crenças religiosas, os rituais e os símbolos emblemáticos, estabelecidos no Novo Mundo, e aqueles do Velho Mundo. Os padres espanhóis, então estarrecidos viam essa similaridade mas como uma obra do demônio. Não se imaginaria uma outra idéia farisaica senão essa odienta do padre aventureiro! O culto da cruz pelos aborígines, bem como sua presença constante em todas as edificações e cerimônias religiosas, ERA A CAUSA PRINCIPAL DO SEU ASSOMBRO; na verdade, em parte alguma – nem mesmo na Índia e no Egito antigos – este símbolo era motivo de tanta veneração do que entre as tribos primitivas dos sul-americanos, embora o significado básico de seu culto aos Ancestrais fosse idêntico. No Ocidente, como no Oriente, a cruz era o símbolo da vida – às vezes, da vida física, mais amiúde, da vida eterna.

Do mesmo modo, em ambos os hemisférios os cultos do disco zodiacal ou círculo solar e da serpente eram universais. MAIS SURPREENDENTE AINDA É A SIMILARIDADE DO SIGNIFICADO DA PALAVRA DEUS nas principais línguas do Ocidente e do Oriente. Comparemos o sânscrito “Dyaus” ou “Dyaus-pitar”, o grego “Theos” e Zeus, o latino “Deus” e Júpiter, o kelta (pronunciado erroneamente celta) “Dia”, e “Ta”, pronunciado “Thyah” (aparentando afinidade com o egípcio Tau), o hebraico “Jah” ou Yah” e, por último, o mexicano “Teo” ou “Zeo”.

Os rituais de Batismo foram praticados por todas as nações. Na Babilônia e no Egito antigos, OS CANDIDATOS À INICIAÇÃO DESDE O NEÓFITO ATÉ ALCANÇAR O SACERDÓCIO NOS MISTÉRIOS eram, antes de tudo, batizados. (Tertuliano, em sua obra “De Baptismo”, afirma que, aos batizados era prometido “a regeneração e o perdão de todos os perjúrios”.) As nações escandinavas praticavam o batismo de crianças recém-nascidas; e em todo o México e o Peru, encontraremos o batismo de crianças como um verdadeiro cerimonial solene, consistindo de “aspersão de água”, do sinal da cruz e de oração para que o tropeço ou pecado fosse (lavado) pela água (ver Humboldt, “Mexican Researches, e Prescott”, México).

Além do batismo, as povoações tribais do México, do Peru e da América Central assemelhavam-se às nações do Velho Mundo em seus rituais de confissão, absolvição, jejum e casamento entre homem e mulher, realizam por sacerdotes através da união das mãos dadas. Elas praticavam até mesmo UMA CERIMÔNIA SEMELHANTE À EUCARISTIA (antes da fundação do Vaticano em Roma), na qual comiam bolos da oferenda confeitados com o emblema “Tau” (uma forma simbólica egípcia de cruz). Aquele povo chamava esses bolos a carne de seu Deus, o que os assemelha aos bolos sagrados do Egito antigo e de outras civilizações orientais. Do mesmo modo que essas nações, os povos tribais do Novo Mundo também possuíam monásticas, masculinas e femininas, nas quais a quebra dos votos de juramento perante o Altíssimo era punida com a morte física. Tal como os egípcios iniciados do recinto restrito da Pirâmide de Quéop, eles embalsamavam os corpos mortos, CULTUAVAM O SOL, A LUA E OS MAIS PLANETAS E ESTRELAS FIXAS, mas, além disso, reverenciam em adoração uma Divindade “onipresente, conhecedora de todas as coisas... subjetiva, incorpórea, um Deus de completa perfeição” (vide a obra de Sahagun, “História de Nueva España, livro VI).

Também tinha uma deusa-mãe, a “Nossa Senhora”, cujo filho mago, o “senhor da Luz”, a representação simbólica chamada – o “Salvador”, (isto é, a projeção expressiva do Arcano 1 – o Varão), o que vem estabelecer uma correspondência exata com Ísis, a deusa-mãe desfrutada, e muitas outras deusas-virgens da Natureza, com seus “filhos da terra”, mas que permitir-se-á, um dia no futuro, elevarem-se a Filhos de Deus autênticos.

Seus rituais do Sol e culto do fogo-princípio assemelhavam-se aos dos antigos keltas da Grã-Bretanha e da Irlanda – e, tal como estes últimos, DENOMINAVAM-SE “FILHOS DO SOL”, VINDOS DO FOGO-PRINCÍPIO SUAS ALMAS.

Diante desta exposição irrefutável, aí está descrita toda Legislação original de Umbanda Integral e define-se : A MANIFESTAÇÃO DO VERDADEIRO SER VIVO O ESPÍRITO – PARA A PRÁTICA DE CARIDADE. O começo se deu no Ocidente antiqüíssimo, mais propriamente o Planalto Central da Região Territorial, chamada, hoje, Brasil. É VERDADE, a Umbanda é genuinamente brasileira, e experimentada em muitas outras regiões territoriais dos outros povos e outras nações, onde quer que se manifeste o Espírito... Mas quase todos os povos não tiveram este conhecimento. Então preferiram ignorar.

Uma arca, ou argha, em uma certa época, era um dos símbolos sagrados universais, que também irão encontrar tanto na Índia, Caldéia, Suméria, Assíria, no Egito e na Grécia, como entre os povos keltas ou celtas, babilônicos, sauditas, indonésios, paquistaneses, judeus etc.

Lord Kingsborough, em sua obra magistral “Mexican Antiquities” (volume VIII, página 250), afirma: “Assim como entre os hebreus a arca era uma espécie de templo portátil, onde, acreditava-se, a divindade estava continuamente presente, também entre os mexicanos, cheroquis e índios de Michoacán e Honduras, a arca era objeto da mais profunda veneração, considerada tão sagrada que só os sacerdotes podiam tocá-la”.

Quanto à arquitetura religiosa, as civilizações tribais descobriram que, em ambas as margens do Atlântico, uma das mais antigas edificações colossais sagradas é a Pirâmide. Por mais obscuros que sejam os usos para os quais essas colossais construções foram originalmente projetadas, exemplificando TODO ENSINO PARA O DESENVOLVIMENTO E AVANÇO SÓLIDOS DAS PESSOAS, uma coisa é certa: adentrando por suas portas em busca da formação iniciatória estavam estreitamente vinculadas a um Conhecimento ou uma Idéia primordial, mediante o conjunto de conhecimentos humanos intemporais religioso, social e político.

A unidade fundamental, a identidade universal de substância, a que exprime-se no postulado “Tu És Aquilo” – do traçado entre as Pirâmides do Egito, as do México e das Américas – é por demais surpreendente para ser uma simples coincidência.

As imensas ruínas de cidades e templos no México e Yucatán estranhamente também se assemelham às do Egito antigo, sendo as ruínas de Teotihuacán freqüentemente comparadas às de Kamak. Já o “arco falso” – na América Central – fiadas de pedras, levemente sobrepostas umas às outras, é encontrado, com a mesma forma, nas mais antigas construções da Grécia e nas ruínas Etruscas.

Os Toltecas do México reconstruíram seu próprio passado a partir de um marco inicial chamado Atlan ou Aztlan; os Aztecas também sustentaram ter se originado de Aztlan (ver Bancroft, “Native Races”, volume 5, páginas 221 e 321).

Muitos livros centro-americanos afirmam que uma considerável parte do continente americano estendia-se para bem distante, oceano Atlântico adentro, e que essa região territorial se encontra afundada, em virtude da destruição causada por uma série de terríveis cataclismos, separados que foram por longos intervalos. Três deles são freqüentemente mencionados (ver Baldwin, “Ancient América, página 176). Uma curiosa confirmação disso se encontra num conto lendário dos keltas ou celtas da Grã-Bretanha, segundo o qual uma parte de seu país, que outrora estendia-se Atlântico adentro, foi destruída e afundada.

No Ocidente, não são diferentes as histórias, preservadas em todos os detalhes pelos mexicanos, por exemplo, cada tribo tendo a sua versão; pelo povos tribais da Guatemala, Honduras, Peru e por todas as tribos das Américas. Seria ingênuo sugerir que a mera coincidência explicaria a unidade fundamental.

Ao final de tudo, nesta forma de vida, chegamos cada um de nós A RESOLUÇÃO ÚNICA PRIMORDIAL DO VERDADEIRO SER – “Eu Sou...Evidentemente, através da mais abrangente pesquisa investigativa sobre as 22 Representações Pétreas dessa ROTA – 22 Arcanos Secundários vindos do sacerdócio reconhecidamente das priscas eras sob o Aval da palavra Ser Altíssimo..., desde às edificações colossais das Grandes Pirâmides Egípcias antigas. Tratou-se lá, cuidadosamente, “da Quarta Identidade Universal de Substância, que exprimiu a realidade do Verbo Ser – Tu És Aquilo” – podendo ser um deus, um homem-espírito e por Vontade da Providência Divina; isto é, um deus primário incipiente. Assim ESTÁ FEITO O PRINCÍPIO SISTÊMICO DE AUMBHANDAN – o princípio uno atrelando o Homem a Providência sob Deus. Eis aí descrevemos a fiel Filosofia de vida, que volta ao Ser Supremo – regressa a Origem!!!

Não se trata bem de “Panteísmo” cego como imagina a gênese humana atual, supondo os povos desta “civilização”, sobretudo, os europeus de várias descendências, que seria esta realidade um preceito do pensamento do ser humano. Trata-se da Legislação originalmente místico-racional, tem procedência desde os mais remotos antepassados autóctones com suas milenares crenças animistas, transmitida aos ouvidos dos seus descendentes da raça ameríndia, tibetana e outros. Essa versão primordial é conclusiva e resulta da auto-análise e da mais abrangente pesquisa investigativa do fiel umbandista da equipe ministerial dos Cristãos sob Deus, auto-análise subordinada a rigoroso método basicamente científico, segundo a doutrina Aumbhandan, verdadeira razão do Verbo Ser: Eu sou, tu és, ele é, nós somos, vós sois, eles são deuses habitados sobre a terra, atualmente.

 

 

T

O

 A

 R

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

  O BREVE EXÍLIO

 

Quem foi que disse que me conhece?

Certamente foi alguém  que também não se conhece.

Meu passo é lento e, entretanto,

eu sou veloz como um pássaro na altura.

Meu olhar é restrito e, entretanto,

eu vejo além de planetas e de estrelas,

como um telescópio vivo.

Tenho saudade da Pátria Etérea,

porque lá é que eu sou,

sem chumbo nos pés,

sem areia nos olhos.

Estou aqui de passagem,

por pouco tempo, e ninguém sabe.

Quem foi que disse que me conhece?

Irmão, eu vos estranho,

e até me estranho entre vós.

Sabeis quem sou?

É claro que não sabeis.

Tão cedo não sabereis

nem, ao menos, quem sois vós.

Vossa terra é grosseira,

vosso corpo é um santuário.

Como é que podeis amar

o vosso amor de excrescências?

Pois não conheceis o Amor, sem calos nas mãos,

sem espinhas no rosto, sem dentes cariados,

sem nervos nem ciúmes,

sem palavras de mau hálito.

Um dia,

conhecereis o Amor

sem moléstias venéreas.

Quem foi que disse que me conhece?

Nem meu pai, nem minha mãe, nem meus irmãos,

nem parentes nem vizinhos,

nem psicólogos de esquina.

Talvez alguém

de outros tempos,

de outras esferas

do Espaço Infinito,

talvez.

Estou exilado entre vós,

até um dia,

que só Deus sabe.

Estou aqui de passagem,

por pouco tempo,

e ninguém sabe.

Quem foi que disse que me conhece?

Nem eu me conheço mais,

na vossa terra grosseira,

eu que tenho 2 mil anos

já feitos bem vividos.

Estas não são minhas faces,

não são estas minhas mãos,

meu corpo não é assim.

Eu me lembro do que sou na realidade,

não é nada disto aqui

que vós todos abraçais.

Nem minha voz

é a voz que o microfone transmite,

em ondas curtas e médias.

Quem foi que disse que me conhece?

E a quem poderei amar?

Vosso amor é algo torpe, algo grotesco,

não é Amor.

Ah, agora me lembro bem

que desci por pouco tempo,

exilado na missão

de vos dizer algo mais

da Pátria Etérea que habito.

Alegrai, irmãos puros,

porque vos conduzirão

à Terra da Promissão,

que Deus fez só para os bons.

Mas, até lá, eu me estranho,

e não me conheço mais,

eu que tenho 2 mil anos

já feitos e bem vividos.

Quem foi que disse que me conhece?

Certamente foi alguém

que também não me conhece.

                     AZ

A DEFUMAÇÃO, QUAL É A FINALIDADE

 

 

Desde as priscas eras – os mais remotos antepassados da raça ameríndia -, tupinambás, guaranis, toltecas, maias, quichuas, tapuias, e outros aborígines das várias regiões territoriais do Brasil, Bolívia, Equador, Venezuela, Peru, Paraguai, Argentina, Uruguai, a região do México, a região do Tibet, dos hindus e tantas outras lideranças das Américas, de acordo com o que determinava a cultura milenar, permanentemente associavam aos cultos ritualísticos de seus Ancestrais os mais agradáveis odores, em certas ocasiões, extraídos das muitas ervas medicinais, e contendo em cada uma A ESSÊNCIA DA DIVINDADE DOS DEUSES GUARDIÃES DA NATUREZA. Tinham, portanto, noção e sabiam a aculturação recíproca da Ancestralidade e atrelada aos Espíritos da Natureza, as que conformam a existência de uma Hierarquia Sagrada dos  Arquéticos Ancestrais sob o Ser Altíssimo, Tupan... e, mediante a similaridade, sob Orixalá ...

Imaginavam, certamente, que a sobrevivente alma imortal, designadamente de cada um, dentre todos os nascidos sobre a terra, possuía um tom sonoro e uma fragrância próprios e imediatamente superior a todos os perfumes industrializados na terra pelas mãos dos seres humanos.

Eram, portanto, verdadeiros herboristas os aborígines primitivos, e, por herança, os seus verdadeiros descendentes da raça ameríndia. Por este motivo místico-racional que baseamos das antigas crenças rituais animistas dos nossos autóctones desde a raça-mãe, os fiéis umbandistas exercem igual ofício ritual na qualidade de herboristas, em todo os ambiente templários de Umbanda típica do território brasileiro; cuidam em tempo adequado ao influxo dos astros, da extração e colheita para a posterior mistura das ervas, em um certo momento, conforme a influência recíproca dos mesmos planetas, preparam os incensos específicos, à semelhança da defumação e aculturação dos Ancestrais subjetivos, agora, elevados às dimensões siderais do Universo Astral Superior. Portanto, também estamos convencidos da similaridade da alma atual e a essência divina dos deuses nossos guardiães da Natureza sob o Ser Altíssimo, Tupan ou Cristo, Orixalá.

É crença geral dos fiéis umbandistas cujo pensamento é em seres vivos: na realidade, toda inalação da fumaça originalmente da essência vegetal, sendo impregnada nos ambientes templários ou em cada lar doméstico, eleva a perfumação através da contraparte etérea do organismo dos seres humanos, à intimidade essencial da alma imortal. Esta entidade viva é quem sente a específica tônica vibrátil e conseqüente fragrância próprias da personalidade, na existência atual. Assim é que pressentimos a evidente aculturação atrelada à influência  da reciprocidade dos ser subjetivo ou secundário e ser primário ou objetivo na atualidade. Portanto, o ser vivo secundário está sintonizado, ou seja, atrelado, em comunhão perfeita ao se vivo primário encarnado, durante a existência terrestre sob o desígnio do Ser Altíssimo, Deus. Obviamente, não se precisa em nenhum cerimonial ritualístico o sacrifício de vida dos animais. A obrigação de ter respeito a vida não é unicamente particular aos fiéis umbandistas. Isso é um dos princípios doutrinários que o Senhor Orixá-Caboclo quis incutir nas mentes de quantos vierem as lides de Umbanda em todo o Brasil, em do alívio material e espiritual gratuitamente. Sabemos hoje, o quanto foi e ainda está sendo dificílimo incutir isso na cabeça de muitos. Mas, ainda assim, a Umbanda Integral é inatingível nos seus princípios básicos de Doutrina sob Deus, sempre ajudando-lhes a produzir a melhor sintonização harmônica dos órgãos dos sentidos: audição, visão, olfato, gustação e tato em relação as espécies e as coisa criadas. Não podem alegar que jamais lhes foi transmitida a Disciplina dos sentidos citados. Todos os seres humanos devem saber e conter os impulsos instintivos!!! É perigosa a gula ou o desfrute prazeroso!

Agindo desse modo irrecusável, os seres vivos humanos são ensinados e aprendem  a dominar, tranqüilizar e acalmar o organismo instintivo. Fazer Umbanda é isto, a filosofia de vida. Um e outro seres humanos estarão dominando até mesmo o desenfreado prazer sexual próprio dos instintos masculino e feminino. Atos de pedofilia nunca mais!!! Assédio sexual é dos irracionais!

“Todo o homem sabe como e o que fazer na qualidade de homem consciente da presença de Deus; Toda a mulher sabe como e o que fazer na qualidade de mulher!” Todos nós estamos sob a justa vigília da Providência da Divindade. Tudo é Deus. Tudo está sob o controle de Deus. Nesse sentido, os fiéis vão em busca da mais abrangente pesquisa investigativa da palavra de Deus, e onde quer que se ajuste o conhecimento humano intemporal à Legislação primordial de Umbanda Integral. Tudo pertence a Deus.

Por exemplo, devido o nosso estado condicionado, nosso conhecimento está sujeito a muitas deficiências. Isso porque, enquanto encarnados, não revivemos a perfeita audição ou visão atrelada à Providência da Divindade. Tais deficiências não eram comuns aos tribais da mais avançada civilização daqueles autóctones das priscas eras. As deficiências são próprias de nossa era de desavenças e muitos conflitos. Deveríamos todos reverenciar respeitosamente os mais remotos Ancestrais sob a custódia de Deus, ao invés de alguns assacarem suas diatribes, como fazem aqueles que nos condenam.

A diferença entre o estado de uma alma condicionada e de uma alma incondicionada, é verificada na auto-realização espiritual. Só a alma condicionada está sujeita aos quatro conhecidos tipos de defeitos, a saber: o primeiro, não se pode desvencilhar facilmente de cometer erros. O corpo milita contra a alma localizada dentro dele, não evitando quase sempre a falácia: “errar é humano”. Este é um defeito injustificável da ignorância corpórea, que sempre não permite o avanço da sobrevivente alma imortal. Precisará, por isso, responder novamente, várias vezes, em certa existência, se não busca fazê-lo nesta atual. Deus exige estrita conta do tempo durante o estágio da vida na forma humana. Eis aí estabelecemos a diferença em estagiar a alma na forma humana e o estágio do ser vivo em alguma espécie animal irracional. Isto não é teoria do mapeamento do DNA em observações britânicas ou norte-americanas; isso é uma realidade.

O segundo defeito – iludir-se. Ilusão significa aceitar algo do mundo da imaginação e que não é real. Por exemplo, muitos programas de televisão e de rádios no mundo inteiro; outros exemplos ilusórios : dinheiro, competição esportiva, política ou religiosa, poder, laços de família e etc. “Vaidade de vaidades! Tudo é vaidade ou ilusão.” (Ver o livro Eclesiastes, capítulo I, versículo 2). Muitos homens e mulheres estão aceitando, em troca do dinheiro, as mais diversas propostas de melhores oportunidades; outros preocupam-se unicamente com a “bela forma exterior”, e descuidam-se do verdadeiro Ser vivo interior. Acham muitos que são apenas o corpo, e negam a entidade viva, alma. Temerosos de ter que reconhecer que são deuses ou espíritos localizados dentro das formas humanas habitados na terra, iludem-se aceitando unicamente a identificação e o registro geral de ser humano João, Felipe, Heloisa, Iracema, etc., etc., etc.

O ministério da Educação de cada um dos governos no mundo não lhes ensina, ainda hoje, nós somos almas imortais e portanto somos eternos. Por que então aprendemos a nos sujeitar ao nascimento e à morte? Por culpa das diretrizes e base da Educação nacionais e internacionais na atualidade. “Para a sobrevivente alma imortal nunca há nascimento nem morte. E, tendo tornado  à existência na terra, ela nunca deixa de existir muitas e muitas vezes. ELA É NÃO NASCIDA, ETERNA, SEMPRE EXISTENTE, IMORTAL E PRIMORDIAL. A alma não é destruída quando o corpo morre”. (Sâmkhya)

Só o conhecimento teoricamente dos seres humanos de que não somos corpos não nos é suficiente. Temos que, na qualidade de almas, seres vivos, nos manter sempre melhor informados e separados literalmente da forma corpórea como reais educadores dela, e não como servos. Se nos ensinarmos e soubermos dirigir bem um veículo, ele nos presta bons serviços; do contrário, estamos aceitando qualquer que seja o perigo. Então saem em velocidade procurando nas igrejas ou seitas sectárias espalhadas no mundo, lá as lideranças não dispõem do ensinamento sólido sob Deus, são ludibriados através do discurso da cura dos males físicos, e ainda lhes subtraem toda a dinheirada fácil, sob o pretexto dos dízimos – a mesma apologia do reinado imperial Pérsico, impostos do rei Artaxexes (ver livro de Esdras, capítulo VII, versículos 12, 25, ao 28 – do conteúdo bíblico). Eis aí se descreve o sacrifício  único imposto por muitas lideranças das seitas de religiosos sectários, montados nos melhores carros de primeira linha, apartamentos luxuosos comprados no exterior e refeições servidas de caviar. Você sabe o que é caviar? É o sacrifício animal servido as lideranças protestantes, a cantores góspel e a outros súditos.

“O fiel umbandista não precisa ser reconhecido membro da Academia, ao ser natural em sua profecia o povo lhe torna imortal!” (Aumbhandan) Este está convencido de que “a solução final para os problemas aflitivos do povo é encontrada no próprio povo sofrido”. O que fala-lhe é sabedor de que “Tu És um Deus ou Espírito localizado dentro do corpo físico”. Não se deixe aceitar mais ilusão social, política ou religiosa da ninhada do protestantismo.

O terceiro defeito – a propensão para enganar. Realmente, os seres humanos estão propensos a enganar a outros seres humanos. Damos aqui a opinião pública alguns dos exemplos: Os bispos ou pastores na atualidade estão censurando publicamente toda a oferenda aos deuses, tendo protestado inclusive a palavra de Deus, como se fosse um manifesto de repúdio ao terceiro livro bíblico Levítico. Entretanto exigem aos seus seguidores a oferta unicamente de dinheiro, jóias, imóveis, outras espécies como automóveis “que estariam ofertados em nome do Deus único. Mas quem estariam sendo beneficiados, enriquecidos? Seriam ou não “os deusesinhos protestantes, os “evangélicos de araque”. Não dão a mínima importância acerca de comer as coisas santas, conforme a designação do Levítico. Estariam pretendendo enganar quem? Seria de fato todo o montante em dinheiro, chamado dízimo creditado em nome do Senhor Jesus Cristo ou algum “seu representante” credenciado? Qual o destino a ser dado as coisas santas? E se aventuram assacando as suas piores diatribes contra os outros de outras instituições alheias; julgam aos outros como seus adversários, chamando-os de diabo, sem se importarem da significação real disso.

Por quê não distribuem entre todos os seus seguidores o resultado final apurado acerca das coisas santas, começando aos mais pobres sofridos e de menor renda aquisitiva? Essa é a ordenação do Senhor Jesus Cristo por intermédio do apóstolo Tiago, capítulo II, versículos 15 ao 21: “crês, tu, que Deus é um só? Fazer bem. Até os demônios crêem, e tremem”. “Evidentemente, é fora de qualquer dúvida, que o inferior é abençoado pelo superior. Aliás, aqui são homens mortais a receberem os dízimos, porém ali, Aquele de quem se testifica que vive”. (Ver a Epístola de Paulo aos Hebreus, cap. VII, vers. 7-8).

Nas igrejas sectárias alguém está propenso a enganar e outros seus ouvintes estão sendo enganados. E fazem em nome de um Deus. Isso está sendo aceito em muitas partes do mundo.

Apesar de ser o tolo número um, o evangélico “de araque” faz pose de muito inteligente, achando-se salvo não sabe de que! Embora esteja sendo iludido e cometa erros, como já evidenciamos, ainda teoriza: “eu acho que isso é isso, isto é isto”. Porém, esse tolo nem mesmo conhece a sua verdadeira origem, sua posição constitucional na atual existência. Os bispos ou pastores, por isso, aliciam-lhe através de seus discursos e de suas filosofias místico-irracionais de velhacaria. Isto é enganar, sem se importar que a si mesmo também enganam para a obtenção do dinheiro fácil. Mas cabe aquele que realmente se coloca à inteira disposição da Causa Maior Divina denunciar a todos os que se intitulam apóstolo de Cristo, e não são.

Finalmente, o quarto defeito – nossos sentidos são imperfeitos. Freqüentemente surgem os inconseqüentes desafiando: “Mostra-nos Deus?” Porém, você possui olhos de alcance real para ver Deus? Você jamais  O verá não desejando reconhecer O VERDADEIRO SER VIVO... “Espírito é Deus” (ver o que assegura o Evangelho segundo João, capítulo IV, versículo 24).

De repente algum auditório dos chamados “evangélicos” todo escurece, mesmo se dizendo crente você não enxerga suas próprias mãos e pernas. Então qual é o seu poder de visão? E ainda faz pose de muito inteligente. Você deveria aceitar que não alcançou, então, Sabedoria de Deus, Conhecimento primordial com estes sentidos imperfeitos. Isso está acontecendo até com algum eleito do ano ao Prêmio Nobel.

Com todas estas deficiências e todos estes defeitos, os seres humanos não podem obter conhecimento perfeito, nem o transmitem a ninguém. O conhecimento perfeito não são fragmentos compilados de conhecimento humano. O conhecimento perfeito vem das mais elevadas dimensões  siderais, do verdadeiro Ser Supremo, por intermédio dos muito seres vivos imediatamente superiores, adquirido através da apurada audição; não é conhecimento experimental, nem ciência experimental. Por isso, nós, fiéis umbandistas, aceitamos esse conhecimento primordial dos verdadeiros seres vivos – os deuses ou orixás fidedignos.

“Não se pode brincar de esconde esconde traficando a palavra de Deus”. (Aumbhandan)

Os nossos conceitos doutrinários são alicerçados no conhecimento perfeito sempre trazidos até os fiéis umbandistas, assegurado o consentimento do verdadeiro Ser Supremo; não resultam penas de elucubração racional, mas também estão apoiados em milenares vivências psicológicas desde os mais remotos antepassados espíritos eternos – os redivivos aborígines, dos descendentes da raça ameríndia -, os tupinambás e tupis-guaranis, e muitos outros conhecidos das Américas.

Veja quem tiver olhos de ver!!!

Daí assumirem tais conceitos doutrinários e forma redacional de axiomas, imemoriais. Jamais dirão que se trata de interpretação particular ao pé da letra que mata, de pontos de vista religiosos apenas, de uma fé simplista, mas são conceitos doutrinários corpóreos dando forma evidente da Legislação original de Umbanda Integral, sem colidir com os textos proféticos inseridos no conteúdo da Bíblia, mas incompatíveis unicamente com os discursos formais feitos ao pé da letra que mata, por essa turba fanática.

Nossa disciplina ritualística se compõe de métodos eficazes de análise rigorosa em cima de todos os dados interior, exterior ou marginal. Um deles é logicamente dialético e se percebe exposto nas observâncias: purificação, contentamento, esforço, estudo e consagração a Deus. Outro método é psicanalítico e de teor moral. Um e outro, porém, se fundem em uma caminhada iniciatória de volta a origem (isto é, ao Supremo Ser Altíssimo...) Assim descrevemos nossa filosofia de vida dos fiéis umbandistas, apesar das perturbações da alma condicionada em virtude da militância corpórea.

Isto posto, preliminarmente, resta-nos entretanto, ainda, o melhor esclarecimento de algo a respeito da conceituação entre verdade e realidade. São dois conceitos sinônimos. O fundamento da realidade está na eternidade, e assim tudo o que for permanente é real, e, logicamente, sendo real, é verdadeiro. Conceituam, pois, toda verdade como a forma expressiva da realidade. A realidade, aquilo que é eterno; a verdade, diz-se de um modo só, um modo ontológico, em vez de lógico.

OS DIREITOS E OS DEVERES DO ORIENTADOR,

DIRIGENTE ADMINISTRATIVO NO RECINTO TEMPLÁRIO

DA CRUZADA DOS FIÉIS UMBANDISTAS

 

 

A obrigação de ter respeito à vida não é particular aos umbandistas; é um dentre os princípios éticos eternos prescritos nas Leis imutáveis do Supremo Ser Criador, PRESERVADOR  e Controlador de tudo que existe no mar e sobre a terra, para todas as castas dirigentes e, em particular, para os sacerdotes.

“A não-violência é o dever supremo, a mais elevada Religião reconhecida por todos os Espíritos a serviço de um único Senhor Supremo. Todavia, considera-se cuidadosamente as restrições em certas ocasiões, ou certas ocupações da ordem de quatro classes sociais. Unicamente para defesa própria, seja para proteger as vidas das mulheres, seja para a proteção dos sacerdotes fidedignos (cujo dever de ofício é externar a prática da não-violência), pode sem hesitar o militar ou a autoridade policial matar um assaltante ou traficante que lhe aponta e faz uso de arma contra terceiros sem cometer a autoridade constituída qualquer falta, sob a forma da lei. Considera-se que, em tal ocasião, a autoridade constituída que mata em legítima defesa não é culpado da morte, é o malfeitor que morre por seu próprio ato de injustiça. Por outro lado, se na sociedade todos se tornam inofensivos, como poderia subsistir a casta das forças armadas e a autoridade policial? E se estes guerreiros vierem a desaparecer do governo soberano do país, o povo não terá mais os responsáveis pela manutenção da ordem (isto é, não terá mais protetores), e qualquer um “fora da lei” poderá destruir ou oprimir qualquer pessoa da sociedade. Neste sentido, o dever próprio aos guerreiros é portanto recorrer à força segundo um Código Penal bem definido, na forma das leis penais vigentes.

Similarmente, compete ao chefe do governo soberano do país infligir, com justiça e discernimento lícitos, castigo aqueles “fora da lei” que o fazem por merecer. Se não o fizessem, o “mais forte” tiranizaria o fraco, “o zangão devoraria os frutos ou doce ofertados aos deuses ou orixás, os invasores usurpariam o solo pátrio alheio, os inferiores usurpariam o lugar dos superiores, a propriedade não seria confiada a ninguém”.

"NA SENDA DO SABER ENCONTRARÁS A VERDADE"
 


Última alteração em 05-23-2014 @ 01:30 am

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